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ABINEE repudia isenção de imposto de importação para bens de P&G - 19/01/2010
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, encaminhará carta ao governo, repudiando a MP 472, que cria o Repenec – Regime Especial de Incentivos ao Desenvolvimento de Infraestrutura da Indústria Petrolífera nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste -, e que isenta de imposto de importação a aquisição de máquinas, aparelhos, instrumentos e equipamentos no exterior, sem comprovação de similaridade nacional. “Esta medida é uma contradição à proposta do governo de incentivar a indústria local para fornecer ao segmento de Petróleo e Gás, como já acontece com o Prominp - Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural”, afirma. Segundo ele, a suspensão do imposto de importação deveria acontecer somente quando comprovada a inexistência de produção similar no Brasil. “Se não se respeitar o princípio da similaridade, a nossa indústria de equipamentos para P&G ficará totalmente alijada do processo de desenvolvimento e de competitividade”, destaca Humberto Barbato. Além disso, o presidente da ABINEE diz que, mantida a atual política cambial que tem facilitado a indiscriminada importação de bens finais, o sepultamento da indústria local estará cada vez mais próximo.
ABINEE comemora PPB para produção de LCD no Brasil - 14/01/2010 Em 18 de dezembro último, foi publicada, no Diário Oficial da União, portaria interministerial nº 216, estabelecendo o Processo Produtivo Básico (PPB) para a produção de telas de cristal líquido (LCD) no Brasil. Enquadrada na Lei de Informática, a portaria cria PPB para a fabricação de displays para televisores e monitores de desktops e notebooks. Para o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, a medida é um passo importante para a atração de players mundiais de componentes semicondutores para o país, e para a consequente redução do déficit na balança comercial do setor eletroeletrônico. Segundo ele, a iniciativa está entre os pleitos elaborados pela ABINEE no estudo 'A Indústria Elétrica e Eletrônica em 2020'. O documento destaca o programa de atração de investimentos em componentes prioritários, como microeletrônica e displays. "A criação de PPBs específicos como este, além de permitir a redução do nosso déficit, é fundamental para que possamos assegurar produtividade, escala e custos vantajosos para empresas instaladas no país", afirma Humberto Barbato.
Setor de Equipamentos Industriais confia na retomada das atividades - 08/01/2010
A retomada dos investimentos na área de açúcar e álcool anima Umberto Gobatto, diretor de Equipamentos Industriais da ABINEE, um setor que depende em parte da demanda nascida de novos projetos industriais ou da expansão dos já existentes. Ele lembra que as obras nesse segmento não pararam. "Houve uma redução no ritmo, alguns projetos foram suspensos e outros nem sequer iniciados". A expectativa, agora, é a superação dessa fase de acomodação e o reinício dos projetos. Quanto a outros setores que demandam equipamentos e sistemas de automação, a confiança é depositada na indústria de petróleo e gás, e na indústria naval, cujo ritmo será ditado pelo Pré-Sal. Após a crise iniciada em 2008 produziu impacto imediato sobre oferta e demanda dos equipamentos seriados. As indústrias estavam altamente estocadas e reduziram rapidamente a sua produção com a queda verificada na demanda, e o ajuste entre oferta e demanda só começou a acontecer a partir do 3º trimestre de 2009. "Agora a situação se inverteu. As fábricas estão a pleno vapor para repor estoques", afirma Gobatto. No caso dos equipamentos de ciclo longo de produção, os efeitos da crise só foram sentidos no final do primeiro semestre deste ano, quando chegaram ao fim as encomendas e os projetos em andamento, e, no segundo semestre de 2009, o segmento chegou ao ápice da crise. "A esperança, agora, é a retomada dos investimentos industriais e no setor de infraestrutura. Teremos até 2011 para recuperar os níveis de produção de 2008", prevê Umberto Gobatto.
Copa e Olimpíadas animam setor de Segurança Eletrônica - 08/01/2010
O segmento de Equipamentos de Segurança Eletrônica da ABINEE aposta na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas de 2016 como oportunidades para alavancagem dos negócios. Segundo o diretor Eduardo Vinocur o setor reúne fabricantes e importadores de alarmes eletrônicos, sensores de presença, câmeras e gravadores digitais de imagens e diversos outros produtos, sistemas e serviços. Vinocur destaca que é fundamental reduzir a exposição de risco dos atletas, através do uso de equipamentos e sistemas eletrônicos. "A atenção da população e o foco da mídia nos assuntos de segurança impulsionarão a indústria de segurança", explica. Depois de registrar vendas de US$ 215 milhões, em 2006, em equipamentos de segurança eletrônica, US$ 330 milhões, em 2007, e US$ 400 milhões, em 2008, o setor fechou 2009 com faturamento de cerca de US$ 300 milhões, retração provocada pela crise mundial. "Nos próximos três anos, o segmento prevê crescer aproximadamente 70%, chegando, em 2012, a cerca de US$ 500 milhões em vendas", aposta Vinocur.
Setor de Material Elétrico deve crescer 12% em 2010 - 08/01/2010
Responsável no país por 70% da demanda de Material Elétrico de Instalação, o mercado de autoconstrução quase não foi afetado pela crise. "De início, houve o susto", lembra Sérgio Lima, diretor da área de Material Elétrico de Instalação da ABINEE. "O consumidor parou para entender o tamanho da crise. Aos poucos ele verificou que seu emprego não foi afetado e que seu salário foi mantido. Depois dos quatro primeiros meses de 2009, o mercado de construção retomou o seu movimento anterior e junto com ele seguiu o nosso setor. Agora, a situação está igual a 2008", garante. O resultado é que a indústria de Material Elétrico foi a única do setor eletroeletrônico a registrar crescimento (1%), em 2009, ainda que marginal, entre todas as demais áreas da ABINEE. Além do mercado de autoconstrução, o setor é dividido em dois outros blocos. De um lado estão os fornecedores de material elétrico de instalação para as obras de infraestrutura, como portos, aeroportos, rodovias e ferrovias. De outro, as empresas fornecedoras de material para residências ou edifícios comerciais. A expectativa para 2010 é de crescimento de cerca de 12%, especialmente por conta dos planos e ações governamentais voltadas a estimular a construção de casas populares e para a classe média. O segmento conta, também, com a retomada dos investimentos industriais e na infraestrutura do país. "Neste ano, concretiza-se, também, a implantação do padrão brasileiro de plugue e tomada, medida que não deverá interferir no desempenho do setor, mas que vai organizar e disciplinar o mercado", explica Sérgio Lima.
Automação Industrial projeta crescimento para os próximos anos - 07/01/2010
O segmento de Automação Industrial, que em 2009 amargou uma retração de 17%, está prevendo um início de recuperação, com crescimento de 11% no seu faturamento em 2010. "A gente já está vendo os projetos saírem das gavetas e ganharem as pranchetas", afirma Nelson Ninin, diretor da área na ABINEE. Ele cita especialmente as indústrias siderúrgicas, as plantas de etanol, e também os setores químico, petroquímico, de papel e celulose, de cimento, farmacêutico e de mineração. Vários desses projetos foram engavetados depois de setembro de 2008 e ganham agora nova chance. "São projetos de longa maturação cuja demanda por automação pode surgir em 2010 e, principalmente, em 2011 e 2012", prevê Ninin.
Para o segmento de Componentes, a luta prossegue em 2010 - 07/01/2010
Francisco Rosa, diretor da área de Componentes Elétricos e Eletrônicos da ABINEE, espera para 2010 a implantação de uma política abrangente para o setor. Tal programa deve contemplar a adoção de um regime tributário especial, que supere a estrutura perversa hoje vigente, que privilegia a importação do produto acabado. Deve, também, promover a criação de um ambiente suficientemente atrativo para os investimentos, capaz de atrair investimentos na produção local. Rosa lembra que a inovação tecnológica migrou do produto final para o componente, daí a importância de atrair novos players e fortalecer a indústria já instalada no país. Ele acredita que o Brasil já tem uma vocação para atuar na área de componentes elétricos e de eletrônica de potência. "São produtos que não estão na fronteira da tecnologia, mas fornecem divisas para o país", diz. Para ele, fortalecer a indústria de componentes é estimular a geração de conhecimento dentro do próprio país, é desenvolver inteligência e centros de pesquisas nas universidades, é promover a criação de centros de excelência na área tecnológica. Todos esses sonhos talvez não aconteçam em 2010, mas constituem um bom ponto de partida para um programa de desenvolvimento tecnológico da próxima década.
Exportações do setor eletroeletrônico seguem em plano inclinado - 07/01/2010
A área de Relações Internacionais da ABINEE nada teve para comemorar em 2009. Os acordos bilaterais não avançaram, assim como as negociações no âmbito da Organização Mundial do Comércio. Os países do Mercosul e da Aladi, que respondem por cerca de 53% da pauta brasileira de exportações da indústria eletroeletrônica, ergueram barreiras administrativas. A Argentina, através das licenças não-automáticas de importação, estendeu de 60 dias para 120 ou 180 dias o prazo de liberação de produtos. No setor eletroeletrônico, o resultado foi a redução das exportações para aquele país em mais de US$ 450 milhões, queda de 20%. No caso dos países que formam a Aladi, a retração foi ainda mais acentuada, de 35%. Para mudar este quadro preocupante, a diretora da área de Relações Internacionais da ABINEE, Maria Teresa Bustamante, propõe que os postulantes à Presidência da República considerem três temas cruciais para o comércio exterior. A primeira condição é dotar a Camex de autonomia nas negociações comerciais brasileiras. Outro ponto é a necessidade da participação efetiva das entidades empresariais nas mesas de negociação. Por fim, ela destaca a prioridade de se criar uma Secretaria específica para atender às questões aduaneiras. "Se isto não for levado em consideração por quem vier a dirigir o país, poderemos amargar um comprometimento ainda maior das nossas exportações", conclui Maria Teresa.
Manufatura em Eletrônica aposta na massificação da banda larga - 06/01/2010
As empresas de Manufatura em Eletrônica associadas à ABINEE, que montam computadores e celulares para grandes clientes, e são responsáveis pela administração da marca do produto, acompanharam, em 2009, o desempenho do setor de Informática. "Mantivemos o volume de produção da linha de PCs", afirma Jorge Eduardo Funaro, diretor da área. "Sentimos, no entanto, um impacto negativo forte na área de celulares". Entretanto, Funaro está otimista com relação a 2010, especialmente por acreditar na eficiência da Lei do Bem e no programa de massificação da banda larga pelo país, que, segundo ele, vai gerar demanda por produtos do chamado back office, como centrais telefônicas, suítes e roteadores. O maior desafio do setor é a concorrência com produtos chineses acabados. Para ampliar o conteúdo local, lembra Funaro, é preciso escala de produção. "O que produzimos aqui, lá na China é fabricado numa escala 10, 12 vezes maior", afirma. Ele lembra também que, na China, as indústrias de componentes, as CMs (empresas terceirizadas de manufatura) e os detentores da marca estão muitas vezes lado a lado, o que torna o processo mais ágil, barato e eficaz.
Setor eletroeletrônico prevê encerrar 2010 com 163 mil trabalhadores - 06/01/2010
O setor eletroeletrônico, que fechou 2009 empregando 160 mil trabalhadores, está prevendo encerrar 2010 com 163 mil empregados diretos. Conforme dados da ABINEE, este número poderá ser até superado caso se confirme a retomada das atividades das indústrias do setor, puxada pelas áreas de Telecomunicações, Informática, Material Elétrico e GTD - Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica.
Segmento de GTD deve crescer 12% neste ano -05/01/2010
Dados da ABINEE apontam que a indústria de equipamentos para GTD - Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica - deve crescer 12% em 2010. O crescimento deverá ocorrer em função dos investimentos em Distribuição, especialmente pelo Programa Luz para Todos, além dos faturamentos previstos para o 2º semestre do ano, decorrentes das contratações de equipamentos para as usinas de Geração que ocorreram em 2009. Segundo Newton Duarte, diretor de GTD da ABINEE, o Brasil tem que começar agora a se preparar para a Copa do Mundo e para as Olimpíadas, investindo no fornecimento de energia elétrica com segurança, evitando novos riscos de apagão.
Venda de PCs deverá crescer acima de 17% em 2010 - 05/01/2010
O impacto da crise foi forte, intenso, e causou estragos pesados em várias áreas da ABINEE. Quem saiu quase ilesa foi a indústria de informática, que, em 2009, apresentou estabilidade em relação ao ano anterior. As vendas de PCs se aproximaram das 12 milhões de unidades, mesmo nível de 2008. "O futuro parece promissor", projeta Antonio Hugo Valério, diretor da área de Informática. Ele acredita em vendas acima de 14 milhões de PCs em 2010, um crescimento superior a 17%, levando, principalmente, em conta a recente renovação da chamada Lei do Bem, que estabelece um processo bem sucedido de desoneração tributária. Em 2005, a arrecadação de tributos ao Governo com a venda de computadores correspondia a R$ 1 bilhão. No ano passado, em plena vigência da Lei, esse número saltou para R$ 1,8 bilhão. "Não há mágica nisso", explica. A redução de preços dos computadores estimulou a compra pelos meios legais e desestimulou o chamado mercado cinza. "O consumidor percebeu a enorme vantagem de comprar um produto legal, de melhor qualidade, com garantia do fabricante, com software oficial e com varejista conhecido e endereço fixo", diz. Além do aumento da arrecadação, 10 mil novos empregos diretos foram criados. As vendas de PCs cresceram três vezes, passando de 4 milhões para 12 milhões, em 2009. "Somos hoje o quarto ou quinto mercado de computadores do mundo", revela Hugo Valério.
Cai participação das exportações no faturamento do setor eletroeletrônico - 04/01/2010
Com o câmbio desfavorável e o mercado internacional retraído, as exportações do setor eletroeletrônico fecharam 2009 em US$ 7,2 bilhões. "Este valor corresponde a 12,8% do faturamento das indústrias do setor, e vem caindo ano a ano", afirma o presidente da ABINEE, Humberto Barbato. Segundo ele, em 2002, a participação das exportações era de 22,9%, o que significa uma queda de 45% em sete anos. "Se nada for feito para tornar nossos produtos competitivos, a participação deverá cair para cerca de 10%, em 2010", prevê Barbato.
Setor de Telecomunicações crescerá 21% em 2010, prevê ABINEE - 04/01/2010
Levantamento da ABINEE junto às suas associadas aponta que o setor de telecomunicações deverá apresentar crescimento de 21%, em 2010. Após ter amargado retração de 19% em 2009, a expectativa para o ano novo deverá se confirmar em função do Plano Nacional de Banda Larga, que visa massificar a internet rápida para todos os pontos do país, até os mais remotos. Estima-se que o plano vai envolver recursos de cerca de R$ 40 bilhões nos próximos 3 anos. Além disso, está na mira da indústria de telecom a possível definição do marco regulatório para a 4ª geração de telefonia móvel e de transmissão de dados sem fio. Segundo o diretor da ABINEE, Paulo Castelo Branco, a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 exigirão que o Brasil já tenha a 4ª geração.
Pré-Sal rima com o setor eletroeletrônico - 04/01/2010
De todas as promessas de investimento que brilham no horizonte, nenhuma traz tantos zeros quanto os projetos relacionados à exploração de petróleo no mar profundo das bacias de Santos e de Campos (RJ). Só o Plano de Negócios da Petrobras para o período 2008-2013 atinge US$ 174 bilhões. E há muitos outros bilhões envolvidos, uma vez que a Petrobras não é a única empresa que vai participar da exploração do Pré-Sal. No pacote de investimentos entram usinas de refino de petróleo, plataformas marítimas, oleodutos, indústrias petroquímicas, navios, navipeças e mais uma infinidade de atividades industriais e de serviços, para os quais a indústria eletroeletrônica pode fornecer um conjunto de cinco sistemas: sistema elétrico, de automação industrial, instrumentação, medição fiscal e comunicações. O grande risco é que o fornecimento desses equipamentos elétricos e eletrônicos de alto valor agregado acabe acontecendo a partir do exterior, excluindo as indústrias instaladas no país - como já aconteceu recentemente no caso da Usina Abreu Lima, em Pernambuco, cujo sistema de automação veio do exterior como um 'pacote fechado', sem que as indústrias locais tivessem chances reais de competir. A brecha legal para a importação de sistemas completos está para ser fechada. A regra atual, estabelecida pelo Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo), prevê um índice de 65% de conteúdo local para cada projeto. No caso da construção de um petroleiro, por exemplo, só a compra de aço e alguns serviços para sua fabricação já responderia por este percentual global, deixando o fabricante livre para buscar em qualquer região do mundo os fornecedores para os demais sistemas do navio. "O que a ABINEE e outras entidades industriais pretendem é estabelecer esse mesmo índice para cada um dos sistemas", explica Paulo Sérgio Galvão, gerente regional da ABINEE no Rio de Janeiro, que representa a entidade nas discussões do Prominp.
Responsabilidade Socioambiental ganha corpo na pauta da ABINEE -04/01/2010
"A indústria eletroeletrônica brasileira está comprometida em colaborar com o esforço global em favor da estabilização do clima". Com essa declaração, André Saraiva, diretor de Responsabilidade Socioambiental da ABINEE, resume os objetivos e o escopo principal da área. Apesar de responder por apenas 8,8% das emissões brasileiras de gases, a indústria está comprometida com as ações ambientalmente sustentáveis. Exemplo disso é o engajamento da ABINEE nos principais fóruns que apontam soluções focadas na preservação do meio ambiente, ligados ao Conama e a diversos órgãos estaduais. A entidade apresentou suas ideias para a definição da Política Nacional de Resíduos Sólidos. O projeto já tem o texto fechado e deve ser regulamentado no decorrer de 2010. Um dos conceitos presentes nessa política é a da logística reversa, para trazer de volta o chamado lixo eletrônico, decorrente do descarte de pilhas, baterias, computadores, lâmpadas. Outro conceito é o da responsabilidade compartilhada pelo consumidor, pelo poder público, fabricantes e varejistas. "Em 2010, a pauta socioambiental será bem extensa, destacando temas como licenciamento ambiental, Código Florestal, Pagamentos por Serviços Ambientais e Mudanças Climáticas", conclui Saraiva.
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