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Em Brasília, ABINEE apresenta detalhamento do Estudo 2020 ao governo - 27/07/2010
A ABINEE realizará, no próximo dia 5 de agosto, em Brasília, evento para apresentação, a representantes dos diversos ministérios e de órgãos técnicos do governo federal, do documento "A Indústria Elétrica e Eletrônica em 2020 – Detalhamento e Atualização de Propostas". O estudo é fruto de debates entre empresas associadas à ABINEE, corpo técnico da entidade e autoridades governamentais, os quais possibilitaram uma profunda reflexão sobre os desafios do setor em um horizonte de 10 anos, bem como a formulação de propostas claras e objetivas que possam promover o fortalecimento do setor elétrico e eletrônico do país.

Na ABINEE, Linhas de Financiamento da Nossa Caixa Desenvolvimento - 26/07/2010
A ABINEE promoveu, na segunda-feira (26), a palestra de apresentação das Principais Linhas de Financiamento da Nossa Caixa Desenvolvimento. No mês passado, a ABINEE e a agência de fomento do Estado de São Paulo assinaram convênio com o objetivo de disponibilizar financiamentos para Capital de Giro e Investimentos, com taxas competitivas para as empresas associadas da entidade localizadas no Estado de São Paulo. Durante a apresentação, Rafael Bergamaschi, gerente de negócios e operações da Nossa Caixa Desenvolvimento, abordou os principais programas da agência para capital de giro e aquisição de máquinas, que podem atender, também, os clientes das associadas localizados tanto no Estado de São Paulo como nos Estados limítrofes (Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul). O representante da Agência explicou os procedimentos e passos para que a empresa tenha acesso ao crédito. "A empresa deve entrar em contato com a ABINEE, solicitar a carta consulta, que será repassada para a Nossa Caixa, que fará uma primeira análise e estabelecerá um ‘rating’ da solicitante, com informações adquiridas junto ao Serasa", informou. Entre as linhas apresentadas, Bergamaschi destacou: Financiamento ao Investimento Paulista (FIP); Linha Especial de Investimentos (LEI); e a Linha Economia Verde, que financia projetos do setor produtivo que proporcionem a redução de emissões de Gases de Efeito Estufa no meio ambiente. Para capital de giro, a Nossa Caixa disponibiliza duas linhas: Linha Especial de Giro com Recebíveis (LEG) e Linha Parcelada para Capital de Giro (LEP). Esta última, recentemente, teve seu prazo alterado de 12 para 24 meses e incluiu carência de 12 meses. A Nossa Caixa repassa, também, recursos do BNDES, através dos programas Finame, BNDES Automático e BNDES-PSI. O vice-presidente do Sinaees-SP, Dorival Biasia, que coordenou a reunião, destacou a importância da parceria para o desenvolvimento das empresas do setor eletroeletrônico. Segundo ele, a exigência menor nas operações com a agência é uma das principais vantagens. "A relação fiscal entre empresa e Estado é mais simples, por isso as certidões exigidas são menores, o que facilita o acesso aos financiamentos", disse. Na ocasião, os representantes das empresas associadas à ABINEE tiraram suas dúvidas e, ao final da palestra, representantes da Nossa Caixa Desenvolvimento estiveram disponíveis para dar atendimentos individualizados.

Balança comercial do setor tem déficit recorde no primeiro semestre - 21/07/2010
Dados preliminares da ABINEE apontam que a balança comercial de produtos do setor eletroeletrônico atingiu, no primeiro semestre deste ano, o saldo negativo de US$ 12,1 bilhões, um recorde no comércio internacional do setor. De janeiro a junho, as exportações somaram US$ 3,6 bilhões e as importações US$ 15,7 bilhões. Segundo presidente da ABINEE, Humberto Barbato, se seguir este ritmo, o déficit poderá superar, no final do ano, a casa dos US$ 25 bilhões, valor superior às previsões iniciais (US$ 22,5 bilhões). "Este resultado reflete a queda de competitividade da indústria instalada no país e acende o sinal vermelho da desindustrialização no nosso setor", conclui Barbato.

Sondagem ABINEE aponta tendência de acomodação na atividade do setor - 15/07/2010
Sondagem realizada pela ABINEE no mês de junho indicou que, na comparação com o mês de maio, o percentual de empresas que apontou crescimento de suas vendas/encomendas caiu de 49% para 40%. Esta retração vem ocorrendo desde março/2010, quando a pesquisa atingiu o pico deste ano (69%). Verificou-se, também, aumento de 34%, em maio, para 51%, em junho, no percentual das empresas cujos negócios ficaram abaixo da expectativa. Numa análise pontual dessas indicações pode-se interpretar uma tendência de acomodação da atividade do setor eletroeletrônico nos próximos períodos.

Em Porto Alegre, Barbato participa de reunião com empresários do setor - 06/07/2010
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, participou hoje (8), de reunião-almoço na Regional da entidade no Rio Grande do Sul, com empresários do setor eletroeletrônico da região. Na ocasião, Barbato apresentou um balanço da gestão 2007/2010 e as propostas para o novo mandato que se inicia. Falou, também, sobre o desempenho da indústria elétrica e eletrônica, suas dificuldades e perspectivas no atual cenário político e econômico.

Emprego: Setor eletroeletrônico abre 1.090 vagas no mês de maio - 06/07/2010
Levantamento da ABINEE aponta que, no mês de maio, as indústrias do setor eletroeletrônico abriram 1.090 vagas, elevando para 169.960 o número de trabalhadores. No acumulado deste ano, já foram abertos 10.140 postos de trabalho, que representam um crescimento de 6,34% em relação a dezembro de 2009 (159.820).

Conselheira da Anatel se reúne com representantes de empresas do setor - 05/07/2010
A Conselheira da Anatel, Emília Ribeiro, esteve reunida, na segunda-feira (5), com representantes das empresas do segmento de telecomunicações, associadas à ABINEE. Na ocasião, foram abordados os principais assuntos que preocupam a indústria no que diz respeito à regulação do setor. Segundo Emília, as licitações da última faixa da terceira geração (3G) da telefonia celular (Banda H) e da frequência de 3,5 Ghz - que trariam um novo horizonte de negócios para as empresas do setor - devem sair em outubro deste ano. "A nossa intenção é liberar o mais rápido possível", disse. Outros pontos abordados pela conselheira da Anatel foram a Nova Regulamentação do SCM, o Plano Nacional da Banda Larga, a questão da TV por assinatura entre outros. Durante o encontro, Emília Ribeiro expôs sua disposição de estabelecer uma maior interação com a ABINEE para conhecer e acompanhar de perto a agenda da indústria. "Temos que andar lado a lado, Anatel e setor privado, para o desenvolvimento do setor", enfatizou. O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, que coordenou a reunião, destacou a importância do estreitamento do diálogo com a Anatel. "É fundamental termos uma comunicação fluida para levarmos nossas preocupações e colaborar para que a agência cumpra o seu papel", disse. O diretor da área de telecomunicações da ABINEE, Paulo Castelo Branco, também salientou a necessidade da entidade ampliar sua interação com a ANATEL para poder levar os pleitos do setor, visando reverter a atual imprevisibilidade e variações de demanda, que causam dificuldades às empresas. Na oportunidade, Barbato comentou com a conselheira sobre o detalhamento do Estudo A Indústria Elétrica e Eletrônica em 2020, que traz um capítulo específico com a agenda para o desenvolvimento da indústria de telecomunicações no país.

Brasil não pode depender só de commodities, diz coordenador de Serra - 02/07/2010
"Um país continental como o Brasil não pode depender apenas das commodities. A capacidade de inovação, de criar processos e produtos vem da indústria". A afirmação foi feita pelo coordenador do Programa de Governo do PSDB, Prof. Geraldo Biasoto, em sua apresentação sobre os Principais Fundamentos do Programa de Governo do Candidato José Serra, durante a Reunião Plenária da ABINEE, coordenada pelo presidente da entidade, Humberto Barbato. Em sua exposição a empresários do setor eletroeletrônico, Biasoto afirmou que qualquer um percebe que o câmbio está errado e os números da balança comercial mostram isto claramente. "É uma aventura trabalhar com um déficit de 50 bilhões", disse. O coordenador do Programa de Governo do PSDB afirmou que, em um eventual governo de Serra, o tripé da política econômica - meta de inflação, câmbio flutuante e controle fiscal - será mantido, mas a forma de gestão é que será alterada. "Manter o framework [estrutura] não significa fazer a mesma coisa. No governo atual não se faz política econômica e sim política de taxa de juros, que é a balizadora de tudo. Isto gera uma economia do anda e para". Biasoto destacou que existem outros mecanismos para controlar a inflação sem que o setor produtivo seja destroçado. "Dá para segurar o crédito, além de diminuir preços de combustível e energia, onde há margem para intervir". Ele apontou, ainda, uma falta de coordenação de políticas. "Enquanto o Banco Central aumenta a taxa de juros, a Caixa Econômica e Banco do Brasil continuam irrigando o crédito. Não faz sentido", afirmou. Outro ponto destacado por Biasoto foi o aumento da carga tributária. Segundo ele, a arrecadação foi aplicada em gastos correntes do governo ao invés de ser transformada em investimentos. "Um eventual governo Serra pode fechar a torneira de gastos, que chamamos de neo-fisiológicos, como os observados no Ministério da Cultura e Esportes, sem mexer em programas meritórios como o Bolsa Família", completou. Na oportunidade, o diretor da ABINEE, Aluizio Byrro, apresentou ao Prof. Biasoto o Detalhamento e Atualização de Propostas do estudo A Indústria Elétrica e Eletrônica em 2020, elaborado pela ABINEE e que oferece sugestões concretas para que o setor eletroeletrônico passe a ser mais independente sob o ponto de vista da tecnologia, produza com maior valor agregado local e tenha uma efetiva e competitiva participação no mercado internacional. O evento foi o primeiro de uma série de encontros entre os empresários do setor eletroeletrônico com coordenadores das campanhas presidenciais dos principais candidatos.

Instituído sistema eletrônico para habilitação na Lei de Informática - 01/07/2010
Publicada no Diário Oficial da quinta-feira, 1º de julho, a Portaria interministerial nº 501 instituiu no Sigplani, o processo eletrônico para habilitação de empresas para a fruição dos benefícios da Lei de Informática. A portaria, que atende a um antigo pleito da ABINEE, garante o prazo máximo de 45 dias para análise dos pedidos, pelos Ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT) e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o que até então chegava a demorar até um ano. "Esta demora inviabilizava novos investimentos das empresas, dado que o prazo de concessão do benefício era muitas vezes maior que a necessidade de atualização tecnológica dos produtos", diz o presidente da ABINEE, Humberto Barbato. Segundo ele, ao atender o pleito da ABINEE, o governo corrige a discrepância que havia e abre a possibilidade do aumento dos investimentos em novos produtos do segmento de TIC.

Áreas de GTD e Equipamentos da ABINEE debatem desindustrialização - 30/06/2010
Representantes das empresas associadas da ABINEE, das áreas de GTD - Geração, Transmissão e Distribuição de Energia - e de Equipamentos Industriais, reuniram-se na sede da entidade, nesta quarta-feira (30), para analisar a perda de competitividade dos dois segmentos em função do câmbio. A valorização do real diante ao dólar tem levado as empresas a perderem mercados no exterior e, ao mesmo tempo, sofrerem com a concorrência no mercado interno, principalmente, de equipamentos vindos da Ásia. O encontro contou com a presença dos diretores das áreas, Newton Duarte e Umberto Gobbato, além do presidente da ABINEE, Humberto Barbato, para quem a situação vem sendo motivo de preocupação por parte das empresas. "O Brasil vive uma conjuntura favorável, com crédito abundante e crescimento da renda que estimulam o consumo de bens duráveis. Entretanto, este cenário está ofuscando um movimento de desindustrialização que atinge a indústria de bens de capital, que perde cada vez mais competitividade devido ao câmbio", salientou Barbato. Ele destacou que, embora as estatísticas não mostrem claramente este processo, alguns casos já começam a ser apontados pelos números. Segundo dados da balança comercial do setor, elaborados pela ABINEE, as maiores taxas de crescimento das importações, no mês de maio, foram das áreas de Material Elétrico de Instalação (+138,3%) e Equipamentos Industriais (+92,8%). No primeiro caso, destacaram-se as importações de lâmpadas, que passaram de US$ 11 milhões, em maio de 2009, para US$ 49 milhões, em maio de 2010, com expansão de mais de 360%. No mesmo período, em Equipamentos Industriais, a ampliação das importações de grupo motogeradores foi ainda mais expressiva, com incremento de 586%, aumentando de US$ 18 milhões, para US$ 122 milhões. "Quando se faz uma análise mais detalhada da balança de produtos do nosso setor, podemos perceber claramente o movimento de desindustrialização", enfatiza Barbato. No caso de GTD, os números da balança ainda não refletem o que está acontecendo efetivamente no mercado, já que os contratos de fornecimento que as empresas estão perdendo hoje só serão contabilizados após o desembaraço aduaneiro. Por conta desta situação, a ABINEE elaborará um conjunto de propostas concretas a serem levadas ao governo, pleiteando medidas compensatórias ao câmbio, de forma a amenizar a perda de competitividade e evitar que se instale o processo de desindustrialização no país.

Confirmada prorrogação da redução de IPI para construção civil - 29/07/2010
O governo oficializou, por intermédio do Decreto nº 7222, de 29 de junho último, a prorrogação, até 31 de dezembro de 2010, da redução do IPI para produtos que compõem a cesta de materiais para a construção civil. Entre os itens estão os chuveiros elétricos e os disjuntores, bens do setor eletroeletrônico, que até o fim do ano recolherão IPI de zero e 10%, respectivamente. A partir de 1º de janeiro de 2011, o índice volta aos 5% e 15% originais.

Reunião do GTRS aborda mudanças do Fator Acidentário de Prevenção - 29/06/2010
Na segunda semana de junho, o Conselho Nacional de Previdência Social publicou uma resolução que altera a metodologia do Fator Acidentário de Prevenção (FAP), índice utilizado para o cálculo da contribuição ao Seguro de Acidente do Trabalho (SAT), que está em vigor desde janeiro deste ano. As principais alterações foram abordadas durante a reunião do GRTS - Grupo de Relações Trabalhistas e Sindicais -, do SINAEES-SP/ABINEE, no último dia 17 de junho, em apresentação feita por Cassius Marcellus Zomignani, assessor trabalhista do Grupo. Na ocasião, representantes das empresas associadas puderam esclarecer suas dúvidas a cerca do assunto. A principal mudança instituída pela Resolução nº 1316, do Conselho Nacional de Previdência Social, dispõe que as empresas sem acidentes entre 2007 e 2008 receberão FAP de 0,5, já a partir do mês de setembro deste ano, o que corresponde a um bônus de 50% para cerca de 400 mil empresas. Entretanto, a decisão da Previdência Social traz, também, preocupações como a elevação do FAP de 0,5 para 2 no caso de empresas que não notificarem acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais. Esta medida traz o risco de que acidentes sem gravidade ou afastamento, que não tiverem emissão de CAT, possam ser configurados como sonegação de informação. Durante a reunião, conduzida pelo coordenador do GRTS, Antonio Lucio Molognoni foram abordados assuntos da área sindical, como o cenário e andamento das negociações com os Sindicatos de Campinas, Limeira, São José dos Campos e Baixada Santista. Na área trabalhista, estiveram na pauta, também, a Portaria 1510/09 - que institui o ponto eletrônico - e os pontos do Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário que geram dúvidas e complicações para as empresas.

Déficit do setor continua crescendo e chega a quase US$ 10 bilhões - 22/07/2010
Dados ainda preliminares da ABINEE apontam que, nos cinco primeiros meses deste ano, o déficit da balança comercial de produtos do setor eletroeletrônico cresceu mais de 70% em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo quase US$ 10 bilhões. O resultado é superior, também, ao apontado entre janeiro e maio de 2008. Segundo o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, a taxa de câmbio, que beneficia as importações e prejudica as exportações, é o grande responsável por este déficit.

Capital de Giro: ABINEE faz convênio com Nossa Caixa Desenvolvimento - 18/07/2010
A ABINEE e a Nossa Caixa Desenvolvimento, agência de fomento do Estado de São Paulo, assinaram convênio com o objetivo de possibilitar financiamentos para Capital de Giro e Investimentos, com taxas especiais e competitivas para associadas da entidade. O convênio se estende, também, para empresas localizadas nos estados limítrofes, desde que façam negócios com o Estado de São Paulo. Um dos pontos de destaque do convênio é que a agência de fomento não utiliza bancos como intermediários. Sendo assim, os negócios serão realizados a partir da ABINEE.

Em Curitiba, Barbato defende reformas e mudanças na política cambial - 16/07/2010
Em café da manhã realizado em Curitiba com representantes das empresas associadas à ABINEE, sediadas no Paraná, o presidente da entidade, Humberto Barbato, fez um breve relato do seu primeiro mandato e destacou algumas propostas para o segundo triênio que vai até 2013. Segundo Barbato, para fortalecer a indústria, a ABINEE defende uma reforma no país, que passa por mudanças na política cambial, política de juros, reforma tributária, trabalhista e fiscal. "As deficiências estruturais do Brasil, como carga tributária, juros elevados, burocracia, falta de mão de obra qualificada, estrutura logística e outros continuam onerando nossos custos, agravando nossa situação desfavorável em relação aos competidores internacionais", ressaltou. Para ilustrar este quadro, Barbato comentou que, apesar do crescimento do setor de 17% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, o déficit da balança comercial continua preocupando. "É preciso perceber que as exportações caíram. Em 2005, a participação das exportações no faturamento do setor era de 20,4%. Do final de 2009 até o momento, o registrado foi de 13,4%. Em contrapartida, as importações superam em 45% as realizadas no ano passado", destacou. Barbato apresentou, também, algumas das questões que terão intenso acompanhamento da entidade durante o próximo triênio e que visam à competitividade do setor eletroeletrônico, como a implementação efetiva de uma política industrial com ênfase na indústria de componentes, maior participação da indústria elétrica e eletrônica local no fornecimento de grandes projetos, como Copa de Mundo e Olimpíadas, e aperfeiçoamento da atuação na área de responsabilidade socioambiental.

Sondagem ABINEE aponta que negócios melhoraram no mês de maio - 11/06/2010
Levantamento preliminar da ABINEE aponta que, no mês de maio, o ritmo dos negócios no mercado interno apresentou recuperação em relação ao mês de abril. De acordo com a pesquisa, 66% das empresas entrevistadas apontaram que suas expectativas de negócios estão ‘conforme’ ou ‘acima’ do esperado, contra 53% de abril. No mesmo levantamento, 75% das entrevistadas apontaram que suas vendas/encomendas cresceram em relação a maio/2009. Neste mesmo quesito, 50% indicaram expansão em relação a abril/2010.

Aumento dos juros atrai capital especulativo e prejudica competitividade – 10/06/2010
Para o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, o aumento de 0,75 ponto percentual na taxa SELIC promovido pelo Banco Central nesta quarta-feira, só serve para aumentar a atração de capital especulativo para o país. "Este investimento especulativo provoca, cada vez mais, a valorização do Real frente ao Dólar, o que afeta nossas exportações e a competitividade da nossa indústria", afirma.

Em Brasília, ABINEE apresenta visão sobre Smart Grid – 10/06/2010
Nesta quinta-feira (10), o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, e o assessor de coordenação da entidade, Roberto Barbieri, apresentaram, em reunião no Ministério de Minas e Energia, em Brasília, a visão do setor eletroeletrônico sobre o Smart Grid, rede inteligente de distribuição de energia elétrica. A apresentação ocorreu durante a terceira reunião do GT Smart Grid, composto pela Secretaria de Energia Elétrica do Ministério, ONS – Operador Nacional de Sistema Elétrico Integrado, EPE – Empresa de Pesquisa Energética, ANEEL e Eletrobras/Cepel.

Na ABINEE, Cezar Alvarez apresenta o Plano Nacional de Banda Larga- 07/06/2010
Na segunda-feira (7), a ABINEE recebeu o Assessor Especial da Presidência da República, Cezar Alvarez, para uma apresentação sobre o Plano Nacional de Banda Larga - PNBL. A exposição foi seguida de debates com representantes de empresas associadas da ABINEE, dos segmentos de telecomunicações e informática. Alvarez apresentou os principais pontos do plano, do qual é coordenador, que tem por objetivo ampliar de 12 milhões para 40 milhões o número de domicílios com acesso à internet até 2014. Para isto, estão previstos investimentos de cerca de R$ 12 bilhões, nos próximos anos, entre desonerações, capitalização, financiamentos e investimentos em pesquisa. Um dos destaques da apresentação foi a manifestação de incentivo à produção local de bens e equipamentos que serão utilizados na implementação do Plano, algo que vem ao encontro dos pleitos da ABINEE e abre uma série de possibilidades de negócios para as empresas do setor eletroeletrônico. Segundo ele, o PNBL tem o objetivo de desenvolver uma política produtiva e tecnológica, além do seu papel primordial de promover a inclusão digital. "O Plano Nacional de Banda Larga poderá servir de âncora para que o setor eletroeletrônico alcance a meta [colocada no Estudo 2020 da ABINEE] de elevar sua participação de 4% para 7% do PIB", disse. Durante a reunião, Alvarez destacou o importante papel da Anatel para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Banda Larga com a instituição de ações regulatórias, especialmente, voltadas à produção de equipamentos e de novos serviços. "A Anatel já está trabalhando nisso e vai ter que dar conta da regulação para estimular os investimentos", ressaltou. Segundo Alvarez, os pontos propostos pelo PNBL são um primeiro passo de um projeto que deverá ser construído através do diálogo. "Este processo se dará no âmbito do Fórum Brasil Digital, que reunirá governo, entidades empresarias e sociedade civil para a construção da metodologia e implementação do Plano", comentou. Ele adiantou que a primeira reunião do fórum, que está sendo formado, será realizada no dia 23 de junho. "A ABINEE certamente estará presente e terá um papel fundamental nas discussões que acontecerão". O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, destacou a importância da reunião para que as dúvidas das empresas em relação ao PNBL fossem sanadas. Segundo ele, o plano representa um avanço em termos de política pública e traz a perspectiva de longo prazo para as indústrias, principalmente, na área de telecomunicações, onde os planejamentos de investimentos sofrem com a falta de continuidade.

Déficit da balança do setor evidencia processo de desindustrialização- 02/06/2010
De janeiro a abril deste ano, o déficit da balança comercial de produtos do setor eletroeletrônico somou US$ 7,79 bilhões, 68% acima do registrado no mesmo período de 2009 (US$ 4,63 bilhões). As exportações somaram US$ 2,33 bilhões, 4,6% acima dos primeiros quatro meses de 2009 (US$ 2,23 bilhões), e as importações atingiram US$ 10,1 bilhões, 47,6% superiores às registradas naquele período. Segundo o presidente da Abinee, Humberto Barbato, a taxa de câmbio é a principal responsável pelo aumento do déficit do setor. "Por um lado, os produtos importados ganham espaço no mercado interno, e por outro, as exportações perdem competitividade no exterior", compara. Segundo Barbato, este movimento da balança é a melhor prova de que o setor já vive o risco da desindustrialização.

Diretorias da ABINEE/SINAEES-SP tomam posse- 01/06/2010
Reeleitas para o triênio 2010-2013, as novas diretorias da ABINEE e do Sinaees-SP, encabeçadas pelo presidente Humberto Barbato, tomaram posse em cerimônia realizada na segunda-feira, dia 31, em São Paulo. Durante evento, que reuniu autoridades federais, estaduais e municipais, parlamentares e empresários, Barbato alertou que a desindustrialização é um fenômeno que vem crescendo continuamente. "A conclusão inescapável é que o Brasil caminha para a irrelevância industrial se nada for feito para alterar esse quadro". Estiveram presentes na mesa-diretora da solenidade: Paulo Vellinho, ex-presidente da ABINEE; Armando Meziat, Ministro Interino do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; Augusto Gadelha, Secretário de Política de Informática, representando o Ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende; Samyra Crespo, Secretária de Estado de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, representando a Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira; Roberto Pinto Martins, Secretário de Telecomunicações, representando o Ministro das Comunicações, José Artur Filardi Leite; Deputado José Aníbal, representando o Presidente da Câmara, Deputado Michel Temer; Luiz Carlos Delben Leite, Secretário Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social de São Paulo, representando o governador Alberto Goldman; e Carlos Eduardo Moreira Ferreira, Presidente Emérito da FIESP, representando o presidente Paulo Skaf.

Setor cresce 17% no primeiro trimestre e prevê 12% para 2010- 28/05/2010
O faturamento da indústria eletroeletrônica no 1º trimestre de 2010 cresceu 17% na comparação com igual período do ano passado e superou em 3% o realizado no 1º trimestre de 2008. As áreas de componentes elétricos e eletrônicos, material elétrico de instalação e de utilidades domésticas, foram as que apresentaram as maiores taxas de crescimento, cujos percentuais atingiram +34%, 31% e +42%, respectivamente. Para 2010, a ABINEE prevê crescimento de 12%. Todas as áreas da indústria eletroeletrônica esperam crescer, variando de 7%, para componentes elétricos e eletrônicos, a 15%, para equipamentos industriais, utilidades domésticas e informática.

Dia da Indústria: Barbato participa de encontro com presidenciáveis- 25/05/2010
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, participou, neste dia 25, Dia da Indústria, do encontro com os pré-candidatos Dilma Rousseff, José Serra e Marina Silva, realizado na sede da CNI, em Brasília. Num dos blocos, empresários fizeram três perguntas para cada candidato. Humberto Barbato dirigiu sua pergunta ao candidato José Serra, tratando dos temas reforma fiscal e investimentos públicos. No início do evento, outros cinco empresários apresentaram os pleitos da indústria, contidos no documento "A Indústria e o Brasil".

Sondagem ABINEE mostra menor intensidade na recuperação do setor- 20/05/2010
A Sondagem conjuntural do mês de abril indicou que o ritmo de recuperação do setor eletroeletrônico foi menos intenso do que nos meses anteriores. Na comparação com a sondagem feita em março/2010, verificou-se redução significativa do número de empresas cujas vendas e encomendas cresceram no mês em relação a igual período de 2009. A mesma queda ocorre quando este indicador compara o mês de referência da pesquisa vis a vis ao mês imediatamente anterior.

Barbato na reunião do Conselho de Assuntos Legislativos da CNI- 18/05/2010
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, participa hoje (18), em Brasília, da reunião do CAL - Conselho de Assuntos Legislativos da CNI -, do qual é Conselheiro. Além do debate sobre projetos prioritários, haverá uma exposição do Deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB/PR), relator do PL 6530/2009, que dispõe sobre a proposta de crédito financeiro de IPI. À noite, em São Paulo, o presidente da ABINEE participa de jantar realizado pela Ação Empresarial, coordenada por Jorge Gerdau, em homenagem ao Deputado Armando Monteiro Neto e ex-presidente da CNI, Armando Monteiro Neto.

Mercado de PCs cresce 23% no primeiro trimestre de 2010- 13/05/2010
Estudo da Abinee aponta que a comercialização de PCs no mercado brasileiro chegou a 2,898 milhões de unidades nos três primeiros meses de 2010. Na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foram negociados 2,353 milhões de computadores, o crescimento atingiu 23%. Conforme informações da consultoria IT Data, o destaque ficou com o mercado corporativo, para o qual foram comercializados 1,154 milhão de PCs, o que equivale a um crescimento de 17% em relação ao ano passado. Do total de PCs, foram comercializados 1,536 milhão de unidades de desktops, uma redução de 1% em relação ao primeiro trimestre de 2009. Dentro da categoria de desktops, um novo produto começa a despontar como opção para o consumidor: o All in One. São modelos que dispensam gabinete, trazendo todos os componentes junto ao monitor. Segundo a IT Data, suas vendas no primeiro trimestre foram de pouco mais de 30 mil unidades, representando cerca de 2% do mercado de desktops. Por sua vez, os notebooks/netbooks apresentaram crescimento 70%, chegando a 1,362 milhão de unidades no trimestre. Ao detalhar este número, o estudo identificou que 230 mil unidades corresponderam a netbooks. Considerando os números registrados nos três primeiros meses do ano, a ABINEE prevê que as vendas de PCs, em 2010, deverão atingir cerca de 14 milhões de unidades, um crescimento de 17% em relação a 2009. Havia, no ano passado, a expectativa de que os desktops perdessem participação para os notebooks no mercado total de PCs. Porém, em função da preferência do mercado corporativo pelos desktops, a comercialização dos produtos fechará 2010 praticamente em igualdade (7,050 milhões X 6,950 milhões). No entanto, segundo informações da IT Data, no mercado varejista, a ultrapassagem já ocorreu no final de 2009, quando os notebooks registraram participação superior aos desktops (52% X 48%). Para 2011, a previsão é de que a comercialização de PCs chegue a 15,8 milhões de unidades. Os desktops responderão por 45% do mercado e os notebooks/netbooks por 55%, ficando caracterizada a tendência mundial. Dados da IT Data apontam, também, que, no 1º trimestre de 2010, o comércio ilegal perdeu participação no mercado total de PCs. No caso dos desktops, a presença dos clones recuou para 32% e, entre os notebooks/netbooks, para 20%.

Fórmula Indy de 2011, em São Paulo, muda data da FIEE do ano que vem- 11/05/2010
A 26ª edição da FIEE Elétrica e 6ª edição da electronicAmericas, que estavam programadas para serem realizadas no final de abril de 2011, no Anhembi, em São Paulo, tiveram a data antecipada para o período de 28 de março a 1º de abril. A alteração ocorreu em função da corrida de Fórmula Indy do ano que vem ter sido programada pela Prefeitura para 30 de abril ou 1º de maio, havendo, portanto a necessidade de mudança nas datas dos eventos que se realizariam uma semana antes e uma semana depois, no Complexo do Anhembi. A FIEE (Feira Internacional da Indústria Elétrica, Energia e Automação), promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, e a electronicAmericas (Feira Internacional da Indústria de Componentes, Subconjuntos, Equipamentos para a Produção de Componentes, Tecnologia a Laser, Optoeletrônica e Instrumentação), realizada pela Reed Alcantara e pela IMAG, que têm o apoio da ABINEE, representam o maior evento do setor eletroeletrônico da América Latina. Em 2009, as feiras registraram a visita de cerca de 54 mil visitantes/compradores e geraram negócios da ordem de US$ 2 bilhões, iniciados durante os dias dos eventos e concluídos ao longo do ano.

Próximo presidente terá que resolver questão cambial, diz Lacerda - 07/05/2010
O professor da PUC/SP e diretor do Departamento de Economia da ABINEE, Antonio Corrêa de Lacerda, afirmou durante palestra feita na Reunião Plenária da entidade, realizada nesta quinta-feira (6), que a questão cambial será um dos principais problemas a serem enfrentados pelo próximo presidente do Brasil. "A desvalorização da moeda brasileira terá que vir obrigatoriamente, independente de quem ganhar as eleições", disse Lacerda. Segundo ele, o próximo governo poderá protelar algumas questões que o país precisa resolver, mas o câmbio é emergencial, sob o iminente risco de desindustrialização. Lacerda destacou que, encerrada a crise, o setor de bens de capital vem se recuperando, mas não de forma qualitativa. "Esta recuperação está baseada na internalização de importados. Nossas indústrias estão se tornando montadoras e, em alguns casos, maquiladoras, somente incorporando os insumos importados". Além disso, o diretor de economia da ABINEE apontou que, atualmente, os manufaturados representam menos da metade da pauta exportadora brasileira, que tem uma dependência muito grande das commodities. "Isto nos leva à 'doença holandesa', algo conhecido na literatura econômica. O real valorizado, decorrente da exportação de produtos básicos, permite o aumento de importação e dificulta sobremaneira a exportação de produtos de alto valor agregado". Como exemplo, Lacerda citou que, em 2008, os produtos brasileiros de alta tecnologia tiveram um déficit de US$51 bilhões (sendo US$22 bilhões correspondentes ao setor eletroeletrônico). O economista ressaltou que o tripé - câmbio flutuante, superávit e metas de inflação - não deverá ser mudado pelo próximo governo, mas terá que passar por aprimoramentos. "Será necessária uma política cambial mais ativa e o Brasil tem reservas para poder intervir na desvalorização do Real. Na política monetária, deverá haver uma postura mais flexível, pois há espaço para trabalhar com taxas de juros mais condizentes. Já a política fiscal, deverá ser conduzida de forma mais eficaz", concluiu Lacerda.

Medidas de apoio à exportação podem não atender maioria das empresas - 07/05/2010
Na reunião Plenária da ABINEE da quinta-feira (6), um dos temas debatidos pelos associados foi o anúncio feito pelo governo no dia anterior do pacote de apoio às exportações. Na ocasião, o gerente do Departamento de Relações Internacionais da ABINEE, Mário Roberto Branco, apresentou as principais medidas, que foram comentadas pelos presentes. Entre os tópicos destacados estão a exclusão das Receitas de Exportação, a Criação de Linha de Financiamento às exportações de Bens de Consumo, a Criação do EximBrasil e de uma Companhia, a modificação na lei de concorrências públicas, a instituição do Drawback Interno-, e o estabelecimento de uma sistemática especial de devolução de Crédito Tributário. A questão do acesso das empresas aos benefícios previstos pelo pacote foi um dos pontos mais debatidos na reunião. Os associados consideraram que as exigências são excessivamente restritivas, como no caso da devolução de 50% dos créditos tributários auferidos nas exportações, que só poderá ser utilizada por empresas que tenham exportado mais de 30% de seu faturamento, há pelo menos quatro anos, que sejam tributadas pelo regime de lucro real e adotem NF eletrônica. "Das 20 mil empresas exportadoras brasileiras, apenas 200 ou 300 teriam condições de se beneficiar desta devolução", comentou Mário Branco. Ao comentar as medidas anunciadas, o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, destacou que qualquer ação do governo que vise facilitar as exportações é sempre muito bem-vinda. Entretanto, lembrou que as mais recentes sondagens conjunturais da CNI e da ABINEE não apontaram a falta de financiamento como um fator que venha causando dificuldades às exportações, mas, sim, a taxa de câmbio.

Entidades empresariais abordam desindustrialização na reunião do GAC - 06/05/2010
Ao lado de outras entidades empresariais, a ABINEE, representada por seu vice-presidente Benjamin Sicsu, participou, no dia 5 de maio, em Brasília, da reunião do Grupo de Avanço da Competitividade – GAC. Promovida pelo ministro Guido Mantega, da Fazenda, a reunião contou, também, com a presença do ministro Miguel Jorge, do MDIC e do presidente do BNDES, Luciano Coutinho. Os principais temas levados pelas associações empresariais foram o crescente déficit comercial brasileiro e o processo de desindustrialização, que vem preocupando grande parte da indústria instalada no país, especialmente, os setores eletroeletrônico e de máquinas e equipamentos. Durante a reunião, Benjamin Sicsu citou o estudo da ABINEE projetando a indústria eletroeletrônica em 2020, que aponta a área de componentes como um dos principais fatores de desequilíbrio da balança do setor e destaca as medidas necessárias para amenizar este quadro. As principais teses defendidas pela entidade foram condensadas em um novo documento, que deverá ser apresentado aos órgãos governamentais, bem como aos principais candidatos às eleições presidenciais.

Emprego: setor eletroeletrônico abre 3.780 vagas no mês de março - 03/05/2010
Levantamento da ABINEE aponta que, no mês de março, as indústrias do setor eletroeletrônico abriram 3.780 vagas, elevando para 168.980 o número de trabalhadores. No acumulado deste ano, já foram abertos 9.160 postos de trabalho, que representam um crescimento de 5,73% em relação a dezembro de 2009 (159.820).

ABINEE elogia financiamento à exportação mas alerta para efeito câmbio - 30/04/2010
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, vê como positiva a decisão de ontem (29) do Conselho Monetário Nacional (CMN) de criar uma linha de R$ 7 bilhões para o BNDES reforçar seus programas de financiamento à exportação, especialmente, para os segmentos de eletroeletrônicos e eletrodomésticos. "Qualquer ação do governo que vise facilitar as exportações é sempre muito bem-vinda, principalmente, neste momento, em que acabamos de assistir ao violento aumento da taxa de juros, que deverá reduzir o ritmo da nossa indústria no mercado interno", afirma. Entretanto, Barbato lembra que as mais recentes sondagens conjunturais da CNI e da ABINEE não apontaram a falta de financiamento como um fator que venha causando dificuldades às exportações, mas, sim, a taxa de câmbio. "O Real valorizado é, hoje, segundo as empresas, o grande inibidor da nossa competitividade no mercado internacional. Portanto, espero que a medida não se torne inócua", conclui o presidente da ABINEE.

Para Barbato, aumento dos juros pune o setor industrial - 29/04/2010
Para o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, a justificativa do Copom de aumentar a Selic em 0,75 ponto percentual para conter o crescimento da inflação afeta o setor industrial. Segundo ele, os produtos industriais não são os responsáveis pela atual bolha inflacionária, ocasionada pelo aumento dos preços de alimentos e dos preços administrados. "No setor eletroeletrônico, onde a concorrência é forte, os preços estão caindo, portanto, não faz sentido aumentar os juros", afirma Barbato. Além de considerar que o aumento da Selic não vai resolver a questão da inflação, o presidente da ABINEE afirma que a decisão pode desestimular os investimentos produtivos e, ao mesmo tempo, facilitar a entrada de capital especulativo no país, em busca de retornos de curto prazo. Para ele, este movimento especulativo provoca valorização do Real, dificultando, ainda mais, as exportações e abrindo caminho para a importação de bens finais. "Em sua obsessão de controlar a taxa de inflação, o Banco Central pune o setor industrial, afasta investimentos e limita a possibilidade de crescimento", enfatiza Humberto Barbato.

ABINEE e Sinaees-SP criam Grupo de Relações Trabalhistas e Sindicais - 28/04/2010
Foi realizada na terça-feira (27), a primeira reunião do Grupo de Relações Trabalhistas e Sindicais (GRTS) da ABINEE/Sinaees-SP, que reúne representantes das empresas associadas, retomando os trabalhos desenvolvidos no antigo Grupo Técnico de Administração de Pessoal – GTAP. O objetivo é debater assuntos relacionados às negociações trabalhistas, bem como acompanhar as legislações referentes ao assunto. Segundo o presidente da ABINEE e do Sinaees-SP, Humberto Barbato, o atual momento exige uma postura bem pensada e equilibrada por parte dos sindicatos patronais, considerando os problemas de competitividade das empresas. Ele destacou a importância de se voltar a ter um grupo pensante e estratégico na questão das relações trabalhistas para poder se preparar para as negociações. Barbato salientou, também, que, está entre as atribuições do grupo, contribuir com o plano de contingência das empresas para minimizar pressões de paralisações e greves. "Temos que nos organizar para que as negociações salariais não se tornem mais um problema que venha a se somar à falta de política industrial e cambial, que levam o país ao caminho da desindustrialização", disse. Neste sentido, Barbato ressaltou a questão da redução da jornada de trabalho. Segundo ele, a alegação de que esta medida vai gerar mais empregos é uma grande falácia. "A diminuição da jornada aumentaria o custo das indústrias do setor eletroeletrônico em 10%", disse. O 1º vice-presidente do Sinaees-SP, Dorival Biasia, afirmou que a intenção do grupo é discutir, durante todo o ano, questões trabalhistas, por meio de reuniões mensais, e fazer o acompanhamento de leis que digam respeito às relações capital x trabalho. "Escutaremos, também, os pleitos e posicionamento das empresas, que serão levados ao presidente da entidade, Humberto Barbato, e encaminhados aos órgãos governamentais competentes", disse. Biasia destacou que a aproximação com os associados será importante para a preparação das negociações salariais. "Queremos fazer reuniões em outras regiões do estado de São Paulo e estreitar o relacionamento com os líderes sindicais durante todo o ano, não só no momento das negociações, trazendo-os inclusive para participar das reuniões do Grupo", afirmou. O coordenador do GRTS, Antonio Lucio Molognoni, ressaltou que, se o trabalho do setor empresarial não for reforçado, as negociações trabalhistas serão cada vez mais difíceis. "Esta iniciativa de formar o grupo possibilita um sindicato patronal forte", disse. Ele conclamou as empresas a participarem das reuniões para poder municiar os representantes, visando melhores acordos. Na ocasião, também foram designados Cassius Zomignani como assessor trabalhista do grupo, Adilson Ambrosino, como assessor sindical, e Alberto Brunetti, como secretário.

Na ABINEE, Hélio Zylberstajn aborda relações trabalhistas e sindicais - 28/04/2010
"As reformas [trabalhista e sindical] são urgentes e deverão contemplar mudanças profundas no modelo atual. Não dá para manter como está hoje". A avaliação foi feita pelo professor da FEA/USP e presidente do IBRET – Instituto Brasileiro de Relações de Emprego e Trabalho, Hélio Zylberstajn, que realizou palestra na primeira reunião do Grupo de Relações Trabalhistas e Sindicais - GRTS – da ABINEE/Sinaees- SP, realizada na terça-feira (27). Segundo ele, é necessário que seja encontrado um novo equilíbrio nas estruturas sindicais e que seja promovida uma modernização nas legislações trabalhistas vigentes. Zylberstajn destaca que, apesar de acertos no aspecto econômico e social, o governo Lula não avançou na reforma sindical nem na trabalhista, como era esperado, levando em conta seu histórico pessoal. "Ao invés disso, ele reafirmou o que já existe. Continuamos com as mesmas instituições dos anos 30, da mesma forma como era feito à época de Getúlio Vargas", disse. O professor afirma que a manutenção da contribuição sindical e sua extensão às centrais sindicais, promovidas pelo governo Lula, "geraram uma série de conflitos pela divisão do bolo, e pulverizaram a representatividade das negociações sindicais". Segundo ele, as pautas de reivindicações passaram a ser horizontais e politizadas, priorizando aspectos ideológicos. "O repasse da contribuição sindical chega a aproximadamente R$100 milhões por ano e dão fôlego para as campanhas horizontais por parte das centrais". Ao lado disso, o governo está enrijecendo ainda mais a regulamentação com questões como o FAP, ponto eletrônico, cotas de aprendizes e deficientes, de forma indiscriminada. "As relações trabalhistas no Brasil são muito legalistas, pois há pouca negociação", observou. Para Zylberstajn, a reforma trabalhista e a reforma sindical teriam que cuidar disto, flexibilizando o lado legal e priorizando o diálogo entre as partes. Além disso, o professor da FEA/USP salienta que a reforma trabalhista deve estar atrelada à reforma tributária - as duas não podem estar dissociadas. "Resolver estas questões será um dos principais desafios para o próximo governo", afirmou. Segundo Zylberstajn, o resultado das eleições pode reverter este quadro, ou trazendo o diálogo para as relações trabalhistas e sindicais ou aprofundando, de uma vez, o atual desequilíbrio de poder nas negociações.

Déficit do setor eletroeletrônico cresce 66% primeiro trimestre do ano - 26/04/2010
De janeiro a março, o déficit comercial do setor eletroeletrônico atingiu US$ 5,82 bilhões, 66% acima do registrado no mesmo período de 2009 (US$ 3,51 bilhões). Este crescimento é resultado de exportações que somaram US$ 1,65 bilhão, o mesmo apontado no primeiro trimestre do ano passado. A Argentina foi o principal destino das vendas, com 27,8% do total das exportações. As importações somaram US$ 7,5 bilhões, 44,9% acima das apontadas no mesmo período de 2009. Quanto à origem, permaneceram em destaque os países do Sudeste da Ásia, que somaram US$ 4,8 bilhões, ou seja, 64,4% do total importado, sendo US$ 2,5 bilhões provenientes da China.

Padrão Brasileiro de Plugues e Tomadas é apresentado no Peru e México - 22/04/2010
O gerente do departamento de tecnologia e política industrial da ABINEE, Fabian Yaksic, realiza nesta sexta-feira (23), palestra sobre o Padrão Brasileiro de Plugues e Tomadas, no Fórum dos Comitês Nacionais da IEC das Américas – FINCA, em Lima, Peru. No dia 27 de abril, a mesma apresentação será feita durante a Assembléia Geral da COPANT – Comissão Panamericana de Normas Técnicas, na Cidade do México.

Segurança eletrônica aposta na Copa 2014 e Olimpíadas 2016 - 20/04/2010
Dados da ABINEE apontam que as empresas da área de segurança eletrônica encerraram 2009 com vendas de US$ 300 milhões. Para os próximos três anos, a previsão é de que as vendas cresçam, em média, cerca de 20% ao ano, chegando a 2012 com faturamento de mais de US$ 500 milhões. Porém, nos anos mais próximos a Copa do Mundo de Futebol 2014 e as Olimpíadas de 2016, esse crescimento médio anual será maior ainda, de aproximadamente 35%, o que elevará as vendas de equipamentos a mais US$ 1,6 bilhão em 2016. Segundo o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, este dois grandes eventos demandarão fortes investimentos em segurança eletrônica nas cidades e locais onde ocorrerão os eventos. "Os comitês organizadores não vão querer que a imagem do Brasil fique arranhada por falta destes investimentos", diz. Barbato destaca, no entanto, que é importante que os equipamentos necessários sejam encomendados das empresas instaladas no país.

Na ABINEE, evento aborda financiamento de fornecedores da Petrobras - 20/04/2010
A ABINEE realizou, nesta terça-feira (20), o evento Crédito para Fornecedores da Petrobras, com o objetivo de apresentar às empresas fornecedoras opções de acesso a recursos financeiros, diante das oportunidades de negócios que se abrem por conta da grande monta de investimentos previstos pela Petrobras, que atingirão R$ 390 bilhões até 2014. Entre estas opções estão os fundos de investimento em direitos creditórios (FDICs), que as empresas podem antecipar, a custos atrativos, os recursos decorrentes dos valores dos contratos ou dos fornecimentos de materiais e prestação de serviços. Durante o evento foi apresentado o FIDC Silverado Maximum, criado dentro do Prominp e apoiado pela Petrobras. José Chitman, representante da Silverado Asset Management, explicou a estrutura, procedimentos e vantagens do FIDC, operado pelo agente financeiro. "Ao utilizar o fundo, a empresa poderá ter capital de giro, antecipando recursos de um contrato ou duplicata", diz. Entre os benefícios, de acordo com ele, está a não incidência de IOF, menor burocracia em comparação com o sistema bancário e regulação de acordo com a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e não com o Banco Central. A Silverado possui, também, FDICs com outros clientes além da Petrobras, como empresas de varejo e do Sistema Eletrobras, o que amplia o escopo de utilização de fundos creditórios para as empresas associadas da ABINEE. Vitor Saldanha, representante da coordenação executiva do PROMINP, fez uma apresentação sobre a estrutura do Prominp, que tem a ABINEE em seu comitê executivo e que visa contribuir com a ampliação da participação da indústria nacional no fornecimento à Petrobras. Segundo ele, a demanda para os próximos anos é muito grande e o financiamento aos fornecedores é essencial para que possam atender as necessidades da estatal dentro dos prazos. "Se não procurarmos formas de fortalecer as empresas instaladas no país, isto será atendido por importações". Coordenador do Prominp Recebíveis, Marcílio Miranda, falou sobre a ferramenta que contribui para o financiamento dos fornecedores da Petrobras. "Apoiamos fundos de investimento em direitos creditórios (FDICs) para que as empresas tenham alternativas ao sistema bancário tradicional", disse. Miranda destacou, ainda, a agilidade dos fundos para concretizar as operações. "É possível que, em uma semana, a empresa já tenha o dinheiro no caixa", afirmou.

Barbato fala com secretário da Receita sobre contrabando de produtos - 15/04/2010
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, manteve, nesta quinta-feira (15), reunião com o secretário da Receita Federal, Otacílio Dantas Cartaxo. O encontro foi para tratar da intensificação do contrabando de produtos eletroeletrônicos, que tem afetado a competitividade da indústria.

Barbato participa da abertura das feiras ISC Brasil e a Intersecurity 2010 - 14/04/2010
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, participou, nesta quarta-feira, da cerimônia de abertura das feiras ISC Brasil e InterSecurity, no Pavilhão Verde, do Expo Center Norte, em São Paulo, que prosseguem até 16 de abril, onde mais de 100 marcas nacionais e internacionais antecipam seus lançamentos para o mercado de segurança eletrônica. Em seu pronunciamento, Barbato salientou que a área está em franco crescimento no Brasil. Depois de fechar 2009 com faturamento de cerca de US$ 300 milhões, apesar da crise mundial, nos próximos três anos, o segmento deverá crescer cerca de 70%, chegando a 2012, com mais de US$ 500 milhões em vendas. "Se incluirmos os integradores e prestadores de serviço, este valor deverá se aproximar dos US$ 2 bilhões", disse. Segundo o presidente da ABINEE, esta previsão de crescimento já está diretamente ligada às realizações da Copa do Mundo, que movimentará todo o país em 2014, e das Olimpíadas de 2016, marcada para a cidade do Rio de Janeiro. "Nestes dois grandiosos eventos, será fundamental reduzir a exposição de risco dos atletas, dos turistas e visitantes. E isto só será possível com o uso de equipamentos e sistemas eletrônicos, que, por consequência, impulsionarão a indústria de segurança do Brasil", afirmou. Para ele, por conta disso, a ISC e a InterSecurity se revestem de particular importância, pois os investimentos têm que começar agora, se o Brasil não quiser passar o recibo da insegurança para o resto do mundo. "Aqui neste pavilhão estão concentradas empresas capacitadas a fornecer produtos e equipamentos que oferecerão a tranquilidade da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016", observou. Barbato destacou que é preciso garantir, desde já, junto aos Comitês organizadores, que os equipamentos necessários para a segurança sejam encomendados das empresas instaladas no país. "Para isso, vamos mostrar que a nossa indústria já está se preparando para atender às demandas que advirão. Ao mesmo tempo, vamos intensificar nossa luta contra a invasão de produtos irregulares, conscientizando os poderes constituídos da necessidade de se combater a concorrência desleal". Neste cenário, o presidente da ABINEE ressaltou, ainda, a necessidade da consolidação da legislação, regulamentação e normalização dos produtos do segmento de Segurança. A ISC tem o apoio da ABINEE, da ALAS (Asociación Latinoamericana de Seguridad), da SIA (Associação da Indústria de Segurança), da GRISTEC (Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Riscos e de Tecnologia de Rastreamento e Monitoramento), enquanto a Intersecurity tem o apoio do CNCG (Conselho Nacional de Comandantes Gerais de Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares), da SENASP (Secretaria Nacional de Segurança Pública), da ABRABLIM (Associação Brasileira de Blindagem) e da ABIMDE (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança).

Entidades avaliam divulgação do padrão brasileiro de plugues e tomadas - 09/04/2010
ABINEE, Eletros e Inmetro realizaram, na sexta-feira (9), em São Paulo, reunião para avaliar as ações de divulgação do processo de implantação do padrão brasileiro de plugues e tomadas, que contou com a participação dos deputados federais Celso Russomano e Vinícius Carvalho, ambos da Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados. Na ocasião, os representantes das entidades empresariais e do Inmetro apresentaram o andamento das ações junto ao comércio e consumidores. Os deputados da Comissão, ao lado do gerente de informação do Idec, Carlos Tadeu de Oliveira, destacaram que a divulgação do padrão brasileiro deve ser ampliada e sugeriu a utilização de veículos da Câmara para contribuir com a divulgação. Participaram do encontro, o gerente do Departamento de Tecnologia e Política Industrial da ABINEE, Fabian Yaksic; o analista de normas técnicas da ABINEE, Geraldo Nawa; o coordenador técnico da Eletros, Luiz Zanardi; o diretor da Qualidade do Inmetro, Alfredo Lobo; o assessor da presidência do Inmetro, Carlos Eduardo Camargo; o responsável pela comunicação do Inmetro, Afonso Ribeiro; o assessor do MDIC, José Luiz Azeredo; além de representantes da indústria de plugues e tomadas e de produtos elétricos e eletrônicos.

Barbato é reeleito para novo mandato na presidência da ABINEE - 08/04/2010
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, foi reeleito na quinta-feira, 8, para um novo mandato à frente da entidade. Barbato foi reconduzido, também, à presidência do SINAEES-SP - Sindicato da Indústria de Aparelhos Elétricos Eletrônicos e Similares do Estado de São Paulo. Segundo Barbato, sua reeleição, ao lado de seus diretores, é uma oportunidade para consolidação das teses defendidas pelas entidades no primeiro triênio que encerra. "Para que tenhamos sucesso nesta nossa empreitada, é extremamente necessário que, cada vez mais, os associados se envolvam no dia a dia da entidade, trazendo suas experiências e oferecendo contribuições". Barbato diz que é preciso unir forças para enfrentar as questões que afetam o setor como o câmbio, os juros, o déficit do setor, a agregação de conteúdo nacional, a concorrência desleal, as novas tecnologias. "Também, temos de trabalhar juntos no resgate da 'agenda perdida' da qual se destacam as reformas fiscal e tributária, a redução dos gastos públicos e os investimentos em infraestrutura", afirma. Para o presidente da ABINEE, estes fatos justificam, por si, a intenção de continuar trabalhando nos próximos três anos em prol do setor eletroeletrônico. Os desafios estão postos. Cabe à nossa capacidade de união, vencê-los e transformá-los em resultados positivos", conclui Barbato.

Na ABINEE, Gadelha fala sobre procedimentos da Lei de Informática - 08/04/2010
O Secretário do MCT/SEPIN, Augusto Gadelha, esteve reunido nesta quinta-feira (8), na ABINEE, com empresários da área de TIC para debater assuntos de interesse do setor e abordar os procedimentos para liberação dos incentivos da Lei de Informática. Segundo ele, a Sepin está implementando uma mudança de paradigma, amparada na informatização dos processos, para que a fruição dos incentivos seja realizada de forma mais célere e menos burocrática. "É fundamental que seja feita da forma mais rápida possível, pois o efeito desta demora sobre a indústria é maléfico", afirmou. Entre os pontos que, de acordo com Gadelha, ganharão agilidade está a inclusão de novos produtos. "A expectativa é que a aprovação aconteça em até 3 meses", disse. O secretário acrescentou que o prazo poderia melhorar caso fosse utilizada a assinatura eletrônica dos ministros, evitando atrasos na aprovação das portarias devido a viagens e compromissos ministeriais. Gadelha afirmou, também, a intenção de que a análise de relatórios de P&D seja cada vez mais rápida e de forma racionalizada. Ele admitiu, entretanto, a dificuldade de desembaraçar processos antigos, inclusive de outras gestões, que continuam pendentes. "Sabemos que ainda temos questões a resolver e esperamos que até o julho, consigamos reverter esta situação", disse o secretário. Reconhecendo os esforços da Sepin, o diretor de informática da ABINEE, Hugo Valério, destacou a aflição das empresas quanto à incerteza jurídica advinda da ausência dos relatórios finais em uma possível auditoria da Receita Federal. "Esta insegurança afugenta investimentos no Brasil", enfatizou. Valério salientou que esta burocracia, somada a problemas estruturais, leva à perda de competitividade da indústria instalada no país. "Enquanto isso, os países do leste asiático, que são mais agressivos, conquistam mercados antes atendidos por produtos brasileiros, e agora começam a entrar, também, no nosso próprio mercado", completou.

Barbato no lançamento da Agenda Legislativa da Indústria 2010 - 06/04/2010
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, participou hoje, na sede da CNI, em Brasília, do lançamento da Agenda Legislativa da Indústria 2010. O evento contou com as presenças do presidente da CNI, Armando Monteiro Neto, do presidente da Câmara Federal, Michel Temer, e do presidente Senado, José Sarney. Um dos objetivos da agenda é contribuir com o Congresso Nacional na adoção de políticas públicas que permitam o crescimento sustentado da economia brasileira, bem como o aumento da competitividade das empresas.

Emprego no setor eletroeletrônico volta ao nível do período pré-crise - 31/03/2010
Estudo da ABINEE mostra que, no mês de fevereiro, as indústrias do setor eletroeletrônico abriram 2.450 vagas, elevando para 165.200 o número de trabalhadores, número próximo ao registrado em outubro de 2008 (165.250), quando tiveram início as demissões ocasionadas pela crise internacional. No acumulado deste ano, foram abertos 5.380 postos de trabalho, que representam um crescimento de 3,37% em relação a dezembro de 2009 (159.820). O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, destaca que estes números confirmam as expectativas de recuperação da atividade do setor, interrompida em função da crise no final de 2008. "Nos primeiros meses do ano, já atingimos a nossa previsão inicial 165 mil trabalhadores. Se as condições de crescimento econômico do país se confirmarem, é possível afirmar que encerraremos o ano empregando mais de 170 mil", afirma Barbato.

Eletrodomésticos portáteis serão certificados pelo Inmetro - 29/03/2010
A partir de 1º de julho de 2011, um grupo de 87 famílias de eletrodomésticos e similares, inclusive industriais, fabricados no País ou importados, deverá ser certificado, de acordo com a Portaria 371 do Inmetro, publicada no Diário Oficial da União, em 31 de dezembro de 2009, e que aprova os Requisitos de Avaliação da Conformidade - RAC. A medida foi baseada em uma norma mundial da IEC - International Electrotechnical Commission -, Requisitos Gerais IEC 60335-1 e ABNT NBR NM 60335-1, e Requisitos Particulares, para eletrodomésticos e similares, visando aumentar a segurança dos aparelhos e, consequentemente, de seus usuários. O gerente do Departamento de Tecnologia e Política Industrial da Abinee, Fabian Yaksic, afirma que a portaria contribuirá para o aumento da qualidade e segurança dos aparelhos, excluindo marcas que não se preocupam com estes fatores. "A medida vai diminuir a concorrência desleal de alguns produtos importados ou contrabandeados, que não atendem as normas técnicas e comprometem a segurança das instalações e dos usuários", diz. No caso dos importados, Yaksic explica que os produtos também deverão passar por certificação. "Terão que ser certificados por entidades acreditadas pelo Inmetro", ressalta. Segundo ele, os prazos determinados pelo Inmetro são importantes para que os pequenos e médios fabricantes tenham tempo de se adaptar à nova norma e ao RAC. "Logo, o consumidor brasileiro vai se acostumar a só comprar os produtos com o selo de segurança de identificação da conformidade", pondera. A nova regulamentação ampliou a lista de eletrodomésticos com certificação compulsória e só deixou de fora aqueles que integram Programas de Avaliação da Conformidade e já são avaliados pelo Inmetro dentro do programa de avaliação da eficiência energética ou outros, inclusive, quanto aos aspectos de segurança. A Portaria publicada não se aplica a: Secadoras de roupa e centrífugas; Máquinas de lavar louças; Segurança elétrica de Fogões, fornos e similares; Máquinas de lavar roupa; Secadoras de roupa tipo tambor; Aquecedor híbrido de acumulação; Refrigeradores, Congeladores e Adegas; Fornos de microondas; Aquecedores instantâneos de água (chuveiros elétricos); Condicionadores de ar (janela e split); Ventiladores de teto e de mesa; Aparelhos de refrigeração de uso comercial com unidade condensadora ou compressor remoto ou incorporado; e Bebedouros. O comércio terá até 1º de janeiro de 2013 para escoar o estoque de produtos nacionais e importados que estejam fora dos padrões definidos pela regulamentação.

Câmara Federal aprova pleitos da ABINEE à MP 472 - 24/03/2010
Na noite do dia 23, a Câmara Federal aprovou em plenário o texto principal da MP 472, que cria o REPENEC - Regime Especial de Incentivos ao Desenvolvimento de Infraestrutura da Indústria Petrolífera nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste -, o RECOMPE - Regime Especial de Aquisição de Computadores para Uso Educacional -, entre outras providências. O relator da MP, Deputado Marcelo Ortiz, mostrou-se sensível às propostas da ABINEE, acrescentando os pleitos formulados ao texto original. No caso do REPENEC, o texto estabelece que: 1 - a suspensão do Imposto de Imposto de Importação (II) ficará restrita aos bens sem similar nacional; 2 - a suspensão do IPI não atingirá produtos fabricados no Brasil, com benefícios da Lei de Informática (8248/91 e 8387/91). No caso do RECOMPE, a emenda apresentada pelo Deputado Júlio Semeghini estende os benefícios às empresas de terceirização de manufatura, ampliando seu escopo para aquisição de computadores de uso educacional pelo governo federal. As sugestões da ABINEE tiveram, também, o importante apoio dos Deputados Bilac Pinto, Dr. Nechar, Beto Albuquerque e Júlio Semeghini. O próximo passo será a discussão e aprovação da matéria no Senado Federal, após a votação dos destaques.

Déficit da balança do setor cresce 62% nos dois primeiros meses do ano - 23/03/2010
No acumulado dos meses de janeiro e fevereiro de 2010, o déficit da balança comercial de produtos eletroeletrônicos atingiu US$ 3,62 bilhões, 62% acima do registrado no mesmo período de 2009 (US$ 2,24 bilhões). Este saldo negativo é resultado de exportações de US$ 972,1 milhões e importações de US$ 4,60 bilhões, registradas nos dois primeiros meses do ano. No mesmo período do ano passado, as exportações tinham atingido US$ 962,7 milhões e as importações US$ 3,20 bilhões.

ABINEE e IEL firmam convênio pela competitividade de empresas do setor - 23/03/2010
Nesta terça-feira, 23, o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, e o diretor geral do IEL (Instituto Euvaldo Lodi), Paulo Afonso Ferreira, assinaram protocolo de intenções para a promoção de ações que visam à competitividade da indústria elétrica e eletrônica. Pelo protocolo, as entidades promoverão a articulação institucional para a realização de programas de aumento da possibilidade de competição dos associados da ABINEE, conforme metodologia desenvolvida pelo IEL, como programa de estágios e de trainees, educação executiva e programa de desenvolvimento e qualificação de fornecedores. Apesar de assinado por entidades de atuação nacional, a articulação institucional poderá incluir ações com os núcleos regionais do IEL. Desta forma, poderão ser celebrados planos de trabalho específicos, convênios ou contratos, que estabelecerão aporte e repasse de recursos e os entendimentos necessários à implementação de cada projeto. Durante a cerimônia, Humberto Barbato destacou que o apoio à competitividade é fundamental, principalmente, devido às dificuldades enfrentadas pela indústria. "Temos que utilizar nossas forças para diminuirmos os efeitos desta política cambial pouco amistosa, que tem levado o país à desindustrialização", disse. Barbato salientou, ainda, a importância da parceria da ABINEE com o IEL, segundo ele, "uma das entidades mais importantes dentro da maior casa da indústria, a CNI". Paulo Afonso Ferreira, que é presidente da Fieg - Federação das Indústria de Goiás – apontou, também, o sistema tributário como um obstáculo para as empresas e defendeu a ação pró-ativa da indústria para enfrentar tanto estes desafios quanto o da inovação nas empresas. "Para não continuarmos perdendo competitividade, temos que enfrentar estes problemas hoje e temos que fazer esta tarefa juntos", completou. O convênio assinado com o IEL faz parte do Programa de Apoio à Competitividade da Cadeia Produtiva do Setor Eletroeletrônica, lançado no ano passado, durante a realização do ABINEE TEC 2009. Participaram do evento, ao lado Humberto Barbato e Paulo Afonso Ferreira, pelo IEL, Carlos Roberto Cavalcante, e, pela ABINEE, Dário Bampa, Cláudio Lorenzetti e Carlos Alexandre Cella.

Barbato no lançamento da Frente Plurissetorial de defesa da Inovação – 23/03/2010
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, participa nesta quarta-feira, 24, às 14h30, no Plenário 13 da Câmara dos Deputados, em Brasília, do lançamento da Frente Plurissetorial em Defesa da Ciência, Tecnologia e Inovação. A Frente é uma iniciativa do Congresso Nacional, da CNI, do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), que tem como finalidade principal articular ações governamentais para o desenvolvimento científico e tecnológico e a ampliação da capacidade de inovação no País. Na reunião, que contará com a presença de parlamentares envolvidos com a área de Ciência, Tecnologia e Inovação, do Ministro da Ciência e Tecnologia, de associações científicas, do presidente da CNI, de especialistas e empresários, será aprovado o estatuto da Frente Plurissetorial, definidos os nomes de seus representantes, bem como serão debatidos importantes temas da agenda de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Déficit do setor eletroeletrônico sobe 42% em janeiro - 19/03/2010
Levantamentos da ABINEE apontam que, em janeiro, o déficit da balança comercial de produtos eletroeletrônicos ficou 42% acima do registrado no mesmo período de 2009, passando de US$ 1,32 bilhão para US$ 1,86 bilhão. Este saldo negativo é resultado das exportações que somaram, no primeiro mês do ano, US$ 434 milhões e importações que atingiram US$ 2,30 bilhões. O aumento ocorreu, principalmente, em função da expansão das importações em função da retomada da atividade econômica no Brasil.

Setor eletroeletrônico prossegue movimento de contratação - 18/03/2010
Estudo da ABINEE mostra que, no mês de janeiro, as indústrias do setor eletroeletrônico abriram 2.930 vagas, elevando para 162.750 o número de trabalhadores no setor. Este total é 1,84% superior ao número de dezembro de 2009 (159.820). Em janeiro, todos os segmentos que compõem o setor apresentaram evolução nas contratações. Segundo o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, este número aponta uma importante recuperação no nível de emprego do setor, interrompendo as demissões que ocorreram até julho/2009, em função da crise. "Tivemos uma boa surpresa neste início de ano, o que nos faz acreditar que o setor terminará 2010 empregando mais que os 165 mil trabalhadores diretos, inicialmente previstos", diz Barbato.

Estudo do CIRRA/USP acaba com fama de vilão do chuveiro elétrico- 16/03/2010
Chuveiro elétrico está nos dois sistemas mais econômicos para o bolso do consumidor. Há um ano, o CIRRA (Centro Internacional de Referência em Reuso de Água), entidade vinculada à Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) iniciou um estudo para descobrir qual o sistema de aquecimento de água mais econômico, ou seja, aquele que, ao final de um mês, somando todos os insumos utilizados (água, energia elétrica ou gás), pesa menos no bolso do consumidor. O resultado final do estudo Avaliação do consumo de insumos (água, energia elétrica e gás) em chuveiro elétrico, aquecedor a gás, chuveiro híbrido solar, aquecedor solar e aquecedor de acumulação elétrico, elaborado pelo CIRRA, encerra definitivamente a fama de vilão do chuveiro elétrico. Leia, no Site ABINEE, a matéria completa sobre o Estudo do CIRRA/USP.

Para Barbato, aumento dos juros sufocará o setor industrial- 15/03/2010
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, afirma que não vê motivos para o Banco Central elevar a taxa de juros, hoje, em 8,75%. “Se aumentar, o Banco Central corre o risco de sufocar o setor industrial na tentativa de controlar o preço da cebola”, diz. Ele acrescenta que o aumento da Selic, na Reunião do Copom desta quarta-feira, pode inibir o clima de otimismo que hoje existe entre os empresários. Segundo Barbato, a preocupação com aumento de preços é de tal ordem que se tenta compensar com taxa de juros sobre os produtos que não estão influenciando no aumento da taxa de inflação. “Se a cebola tem que aumentar o preço, não é aumentando os juros que você irá conter a inflação. Nossos produtos industriais não são os responsáveis por esta bolha”, conclui Humberto Barbato.

Sondagem aponta melhora no mercado de produtos eletroeletrônicos- 12/03/2010
Levantamento realizado pela ABINEE apontou que, no mês de fevereiro, as empresas do setor eletroeletrônico continuaram a sinalizar indicações positivas deste mercado. A sondagem verificou que os dados de vendas/encomendas, previsibilidade de mercado e nível de emprego apontaram os melhores resultados identificados nesta sondagem desde o agravamento da crise internacional, em setembro de 2008. Para 71% das empresas pesquisadas, os negócios cresceram em relação a fevereiro do ano passado, e, ao comparar com o mês imediatamente anterior, 51% das empresas registraram incremento e 28% estabilidade.

Resultado do PIB não arrefece o ânimo do setor eletroeletrônico- 11/03/2010
Apesar de chamar a atenção para o fato de que, desde 1992, a economia brasileira não encerrava um ano com taxa negativa, o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, afirma que a retração de 0,2% do PIB, em 2009, era esperada, pois evidencia os efeitos da crise internacional. "A crise foi rigorosa o suficiente para arrastar nossa economia para uma recessão de proporções suaves, mas não foi tão amarga a ponto de arrefecer o ânimo no mercado interno que, somado às ações compensatórias do governo, sustentou a atividade econômica". Barbato destaca que o resultado é muito menos grave do que aqueles observados em algumas nações da União Européia. O presidente da ABINEE salienta, ainda, que os sinais da recuperação da economia estão estampados na expansão do quarto trimestre. "Com aumento de 2% da atividade em relação ao terceiro trimestre de 2009, sendo a indústria a principal responsável por esse resultado, acreditamos que, para este ano de 2010, o PIB crescerá acima de 4,5%". Por outro lado, Barbato alerta para a decisão do Copom, na semana que vem, sobre a SELIC. "O aumento da taxa de juros pode inibir o clima de otimismo que hoje prevalece entre os empresários, e forçar o adiamento de novos planos de investimento", enfatiza. Segundo ele, é chegada a hora de que sejam instituídas condições que dêem ao mercado e, principalmente, à indústria o horizonte de expansão para os próximos 10 ou 15 anos.

ABINEE e SINAEES-SP realizam eleições em 8 abril – 09/03/2010
A ABINEE e o SINAEES-SP realizam, no dia 8 de abril de 2010, eleições regulamentares para escolha de suas novas Diretorias e Conselhos para o triênio 2010-2013. Para a ABINEE, a votação presencial ocorrerá na sede da entidade, em São Paulo, e em seus escritórios regionais localizados em Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife e Rio de Janeiro. No caso do SINAEES-SP, a votação será realizada somente em sua sede, localizada em São Paulo, à Avenida Paulista, 1313 - 7º andar.

Em 2020, bioeletricidade representará 15% da matriz energética- 05/03/2010
Na Reunião Plenária da ABINEE, na quinta-feira (4), o Vice-Presidente Executivo da Cogen - Associação da Indústria de Cogeração de Energia -, Carlos Roberto Silvestrin, fez uma apresentação sobre a "Bioeletricidade no Brasil e seu Desenvolvimento". Entre os principais tópicos está o Programa Bioeletricidade 2011-2020, que prevê o aumento da participação da bioeletricidade, gerada pela biomassa da cana-de-açúcar, dos atuais 3% para 15%, na matriz energética nacional. Segundo Silvestrin, além de ser um negócio rentável e de enorme potencial, devido aos recursos naturais e o expertise tecnológico que o país possui, a bioeletricidade cogerada com biomassa da cana, oferece complementaridade ao sistema elétrico, de base hídrica e térmica, evitando sobressaltos no fornecimento em períodos de estiagem e produzindo energia limpa, renovável e competitiva, respeitando o meio ambiente.

ABINEE destaca incoerências da MP 472 que cria o Repenec- 24/02/2010
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, afirma que os esforços do Governo e do setor privado visando estimular e consolidar, no Brasil, uma indústria de bens de informática, telecomunicações e automação, foram totalmente desconsiderados pela MP 472. Barbato aponta um grave desequilíbrio causado pela MP, que cria o Repenec – Regime Especial de Incentivos ao Desenvolvimento de Infraestrutura da Indústria Petrolífera nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, isentando de imposto de importação a aquisição de máquinas, aparelhos, instrumentos e equipamentos no exterior, sem comprovação de similaridade nacional e suspendendo, de forma generalizada, a incidência do IPI nas importações por indústrias beneficiárias do Regime Especial. Para ele, ao estabelecer essa suspensão indiscriminada do IPI nas importações, a MP 472 acabou anulando a possibilidade das empresas de Petróleo e Gás de adquirir bens produzidos sob o amparo das Leis 8.248/91 e 8.387/91 (Lei de Informática), que instituíram, há mais de dezoito anos, a política industrial para a Área de Tecnologia da Informação (TIC). Isso porque, a Lei de Informática trata de redução do IPI, enquanto a MP prevê, com a suspensão, a desoneração total do IPI. Segundo o presidente da ABINEE, o desenvolvimento dessa política industrial permitiu ao Brasil contar, hoje, com uma importante indústria de bens de informática, telecomunicações e automação, bens esses utilizados em larga escala pela área de Petróleo e Gás. "E mais: os beneficiários da Lei de Informática têm contrapartidas, sem as quais as empresas não poderão usufruir da redução do IPI, devendo, portanto, obedecer o Processo Produtivo Básico estabelecido pelo MDIC e MCT e realizar vultuosos investimentos em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. Trata-se de política consolidada e que tem trazido excelentes resultados para o País", diz Humberto Barbato. Em recente reunião, representantes de 12 entidades, além da ABINEE, elaboraram um documento sugerindo alterações na MP 472, visando limitar a suspensão do imposto de importação aos projetos habilitados no Repenec somente a bens sem similar produzido no país, bem como excluir da suspensão do IPI nas importações de produtos fabricados no país com os benefícios da lei de informática.

Setor eletroeletrônico perde espaço no comércio internacional brasileiro- 24/02/2010
Estudos da ABINEE apontam que, nos últimos anos, vem sendo registrada uma acentuada retração na participação do setor eletroeletrônico na pauta do comércio internacional do Brasil. Em 2010, as indústrias elétricas e eletrônicas deverão exportar US$ 7,5 bilhões, o que representará cerca de 4,5% do total exportado pelo país. Em relação a 2007, a participação sofreu queda de 22%.

Já as importações do setor, que deverão atingir US$ 27 bilhões neste ano, representando 17,3% das importações brasileiras, apresentarão retração de 13% em relação a 2007.

Sondagem aponta melhora no mercado de produtos eletroeletrônicos- 19/02/2010
O mês de janeiro de 2010 deu boas indicações de que o mercado de produtos elétricos e eletrônicos melhorou em relação aos meses anteriores. Segundo sondagem da ABINEE, 83% das empresas consultadas indicaram que as vendas cresceram ou ficaram estáveis em relação a janeiro de 2009. Já, na comparação com dezembro de 2009, mais de 60% apontaram crescimento ou estabilidade.

ABINEE recebe representação de Camarões da área de telecomunicações- 11/02/2010
A ABINEE recebeu nesta quinta-feira, 11, representantes da empresa estatal de telecomunicações de Camarões - Camtel - David Nkoto Emane, diretor geral, e Paul Minlend, assessor técnico, para debater a celebração de um memorando de entendimentos visando cooperação do Brasil no desenvolvimento de um pólo de alta tecnologia naquele país, para expansão de sua rede de comunicação. O diretor geral da Camtel defendeu a necessidade do governo de Camarões levar acesso à informação, o que considera importante para a vida. Segundo ele, uma população informada é essencial para o crescimento, desenvolvimento, e prosperidade em toda sociedade. Emane disse que a batalha tem que começar com base na tecnologia da informação e comunicação. No encontro, o diretor superintendente da ABINEE, Dário Bampa, propôs a elaboração de um documento entre a Camtel, a ABINEE e o IPD Eletron, instituto criado pela ABINEE para estimular a cultura da Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação nas indústrias do complexo eletroeletrônico, com o objetivo de promover o apoio técnico e científico necessário.

Em ano eleitoral, indústria prepara propostas aos presidenciáveis- 09/02/2010
"É hora de cobrar compromissos daqueles que vão chegar ao poder. Temos que cobrar compromissos claros e objetivos do que eles pretendem fazer". A afirmação é do presidente da ABINEE, Humberto Barbato, em entrevista ao Jornal Correio Popular, de Campinas. Segundo ele, a indústria está discutindo no âmbito da CNI e apresentará, em breve, suas propostas que devem pautar os planos de governo dos candidatos à presidência da República. Na oportunidade, Barbato falou, também, sobre câmbio, impostos e perspectivas para 2010.

ABINEE pede correção de distorções da MP 472 que cria o Repenec – 04/02/2010
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, enviou carta ao presidente da República, ministros e parlamentares, solicitando correções na MP 472/09, que cria o Repenec – Regime Especial de Incentivos ao Desenvolvimento de Infraestrutura da Indústria Petrolífera nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A medida isenta de imposto de importação a aquisição de máquinas, aparelhos, instrumentos e equipamentos no exterior, sem comprovação de similaridade nacional e suspende, de forma generalizada, a incidência do IPI nas importações por indústrias beneficiárias do Regime Especial. "Esta medida é uma contradição à proposta do governo de incentivar a indústria local para fornecer ao segmento de Petróleo e Gás, no âmbito do Prominp - Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural", afirma. Segundo ele, a suspensão do imposto de importação deveria acontecer somente quando comprovada a inexistência de produção similar no Brasil. "Se não se respeitar o princípio da similaridade, a nossa indústria de equipamentos para P&G ficará totalmente alijada do processo de desenvolvimento e de competitividade", destaca Humberto Barbato. Ainda na carta, o presidente da ABINEE aponta uma incoerência da atual medida provisória com a lei de informática. "Ao estabelecer a suspensão indiscriminada do IPI nas importações, a MP 472 acabou anulando a possibilidade das empresas de Petróleo e Gás adquirirem bens produzidos sob o amparo da Lei de Informática, que reduz de forma gradual o IPI e exige contrapartidas em P&D". Em função destas distorções, a ABINEE está solicitando que sejam feitas modificações na medida, conforme segue: - Seja modificada a redação do inciso IV do Art.3º da MP 472/09 para que fique explicitado que a suspensão do IPI nas importações não se aplica aos produtos fabricados no Brasil com os benefícios das Leis 8248/93 e 8387/93. - Seja modificada a redação do inciso V do Art. 3º da MP 472/09 para que fique explicitado que a suspensão do imposto de importação somente se dará nos casos de comprovada inexistência de similar nacional, a ser atestada pela correspondente entidade de classe setorial.

BNDES prorroga prazo de vigência do PROGEREN – 02/02/2010

O BNDES prorrogou o prazo de vigência do PROGEREN – Programa de Apoio ao Fortalecimento da Capacidade de Geração de Emprego e Renda - para 31 de dezembro de 2010. O Progeren tem como objetivo a ampliação da produção, do emprego e da massa salarial, através de apoio financeiro na forma de capital de giro, por intermédio de um agente financeiro credenciado no BNDES, para empresas com Receita Operacional – ROB até R$ 300.000.000,00. Dentre algumas alterações neste programa, foi excluída a restrição por Municípios selecionados, mantendo a restrição por setores para admitir o apoio somente aos da indústria, de comércio e serviços. Conheça esta e outras linhas de financiamento e programas de incentivo às pequenas e médias empresas, no site da ABINEE, em PMEs

Déficit do setor eletroeletrônico em 2009 supera previsão da ABINEE – 27/01
Dados consolidados pela ABINEE apontam que o déficit da balança comercial de produtos do setor eletroeletrônico, em 2009, superou as expectativas iniciais da entidade. Os números finais mostram que as exportações atingiram US$ 7,5 bilhões e as importações US$ 25 bilhões, resultando num saldo negativo de US$ 17,5 bilhões. Em dezembro a ABINEE previa exportações de US$ 7,2 bilhões, importações de US$ 24 bilhões e déficit de US$ 16,8 bilhões. Segundo o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, apesar da pequena alteração registrada, a tendência permaneceu preocupante, ou seja, com as exportações tendendo à estabilidade e as importações crescendo no ritmo do mercado interno.

ABINEE repudia isenção de imposto de importação para bens de P&G - 19/01/2010
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, encaminhará carta ao governo, repudiando a MP 472, que cria o Repenec – Regime Especial de Incentivos ao Desenvolvimento de Infraestrutura da Indústria Petrolífera nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste -, e que isenta de imposto de importação a aquisição de máquinas, aparelhos, instrumentos e equipamentos no exterior, sem comprovação de similaridade nacional. “Esta medida é uma contradição à proposta do governo de incentivar a indústria local para fornecer ao segmento de Petróleo e Gás, como já acontece com o Prominp - Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural”, afirma. Segundo ele, a suspensão do imposto de importação deveria acontecer somente quando comprovada a inexistência de produção similar no Brasil. “Se não se respeitar o princípio da similaridade, a nossa indústria de equipamentos para P&G ficará totalmente alijada do processo de desenvolvimento e de competitividade”, destaca Humberto Barbato. Além disso, o presidente da ABINEE diz que, mantida a atual política cambial que tem facilitado a indiscriminada importação de bens finais, o sepultamento da indústria local estará cada vez mais próximo.

ABINEE comemora PPB para produção de LCD no Brasil - 14/01/2010
Em 18 de dezembro último, foi publicada, no Diário Oficial da União, portaria interministerial nº 216, estabelecendo o Processo Produtivo Básico (PPB) para a produção de telas de cristal líquido (LCD) no Brasil. Enquadrada na Lei de Informática, a portaria cria PPB para a fabricação de displays para televisores e monitores de desktops e notebooks. Para o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, a medida é um passo importante para a atração de players mundiais de componentes semicondutores para o país, e para a consequente redução do déficit na balança comercial do setor eletroeletrônico. Segundo ele, a iniciativa está entre os pleitos elaborados pela ABINEE no estudo 'A Indústria Elétrica e Eletrônica em 2020'. O documento destaca o programa de atração de investimentos em componentes prioritários, como microeletrônica e displays. "A criação de PPBs específicos como este, além de permitir a redução do nosso déficit, é fundamental para que possamos assegurar produtividade, escala e custos vantajosos para empresas instaladas no país", afirma Humberto Barbato.

Setor de Equipamentos Industriais confia na retomada das atividades- 08/01/2010
A retomada dos investimentos na área de açúcar e álcool anima Umberto Gobatto, diretor de Equipamentos Industriais da ABINEE, um setor que depende em parte da demanda nascida de novos projetos industriais ou da expansão dos já existentes. Ele lembra que as obras nesse segmento não pararam. "Houve uma redução no ritmo, alguns projetos foram suspensos e outros nem sequer iniciados". A expectativa, agora, é a superação dessa fase de acomodação e o reinício dos projetos. Quanto a outros setores que demandam equipamentos e sistemas de automação, a confiança é depositada na indústria de petróleo e gás, e na indústria naval, cujo ritmo será ditado pelo Pré-Sal. Após a crise iniciada em 2008 produziu impacto imediato sobre oferta e demanda dos equipamentos seriados. As indústrias estavam altamente estocadas e reduziram rapidamente a sua produção com a queda verificada na demanda, e o ajuste entre oferta e demanda só começou a acontecer a partir do 3º trimestre de 2009. "Agora a situação se inverteu. As fábricas estão a pleno vapor para repor estoques", afirma Gobatto. No caso dos equipamentos de ciclo longo de produção, os efeitos da crise só foram sentidos no final do primeiro semestre deste ano, quando chegaram ao fim as encomendas e os projetos em andamento, e, no segundo semestre de 2009, o segmento chegou ao ápice da crise. "A esperança, agora, é a retomada dos investimentos industriais e no setor de infraestrutura. Teremos até 2011 para recuperar os níveis de produção de 2008", prevê Umberto Gobatto.

Copa e Olimpíadas animam setor de Segurança Eletrônica- 08/01/2010
O segmento de Equipamentos de Segurança Eletrônica da ABINEE aposta na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas de 2016 como oportunidades para alavancagem dos negócios. Segundo o diretor Eduardo Vinocur o setor reúne fabricantes e importadores de alarmes eletrônicos, sensores de presença, câmeras e gravadores digitais de imagens e diversos outros produtos, sistemas e serviços. Vinocur destaca que é fundamental reduzir a exposição de risco dos atletas, através do uso de equipamentos e sistemas eletrônicos. "A atenção da população e o foco da mídia nos assuntos de segurança impulsionarão a indústria de segurança", explica. Depois de registrar vendas de US$ 215 milhões, em 2006, em equipamentos de segurança eletrônica, US$ 330 milhões, em 2007, e US$ 400 milhões, em 2008, o setor fechou 2009 com faturamento de cerca de US$ 300 milhões, retração provocada pela crise mundial. "Nos próximos três anos, o segmento prevê crescer aproximadamente 70%, chegando, em 2012, a cerca de US$ 500 milhões em vendas", aposta Vinocur.

Setor de Material Elétrico deve crescer 12% em 2010 - 08/01/2010
Responsável no país por 70% da demanda de Material Elétrico de Instalação, o mercado de autoconstrução quase não foi afetado pela crise. "De início, houve o susto", lembra Sérgio Lima, diretor da área de Material Elétrico de Instalação da ABINEE. "O consumidor parou para entender o tamanho da crise. Aos poucos ele verificou que seu emprego não foi afetado e que seu salário foi mantido. Depois dos quatro primeiros meses de 2009, o mercado de construção retomou o seu movimento anterior e junto com ele seguiu o nosso setor. Agora, a situação está igual a 2008", garante. O resultado é que a indústria de Material Elétrico foi a única do setor eletroeletrônico a registrar crescimento (1%), em 2009, ainda que marginal, entre todas as demais áreas da ABINEE. Além do mercado de autoconstrução, o setor é dividido em dois outros blocos. De um lado estão os fornecedores de material elétrico de instalação para as obras de infraestrutura, como portos, aeroportos, rodovias e ferrovias. De outro, as empresas fornecedoras de material para residências ou edifícios comerciais. A expectativa para 2010 é de crescimento de cerca de 12%, especialmente por conta dos planos e ações governamentais voltadas a estimular a construção de casas populares e para a classe média. O segmento conta, também, com a retomada dos investimentos industriais e na infraestrutura do país. "Neste ano, concretiza-se, também, a implantação do padrão brasileiro de plugue e tomada, medida que não deverá interferir no desempenho do setor, mas que vai organizar e disciplinar o mercado", explica Sérgio Lima.

Automação Industrial projeta crescimento para os próximos anos - 07/01/2010
O segmento de Automação Industrial, que em 2009 amargou uma retração de 17%, está prevendo um início de recuperação, com crescimento de 11% no seu faturamento em 2010. "A gente já está vendo os projetos saírem das gavetas e ganharem as pranchetas", afirma Nelson Ninin, diretor da área na ABINEE. Ele cita especialmente as indústrias siderúrgicas, as plantas de etanol, e também os setores químico, petroquímico, de papel e celulose, de cimento, farmacêutico e de mineração. Vários desses projetos foram engavetados depois de setembro de 2008 e ganham agora nova chance. "São projetos de longa maturação cuja demanda por automação pode surgir em 2010 e, principalmente, em 2011 e 2012", prevê Ninin.

Para o segmento de Componentes, a luta prossegue em 2010- 07/01/2010
Francisco Rosa, diretor da área de Componentes Elétricos e Eletrônicos da ABINEE, espera para 2010 a implantação de uma política abrangente para o setor. Tal programa deve contemplar a adoção de um regime tributário especial, que supere a estrutura perversa hoje vigente, que privilegia a importação do produto acabado. Deve, também, promover a criação de um ambiente suficientemente atrativo para os investimentos, capaz de atrair investimentos na produção local. Rosa lembra que a inovação tecnológica migrou do produto final para o componente, daí a importância de atrair novos players e fortalecer a indústria já instalada no país. Ele acredita que o Brasil já tem uma vocação para atuar na área de componentes elétricos e de eletrônica de potência. "São produtos que não estão na fronteira da tecnologia, mas fornecem divisas para o país", diz. Para ele, fortalecer a indústria de componentes é estimular a geração de conhecimento dentro do próprio país, é desenvolver inteligência e centros de pesquisas nas universidades, é promover a criação de centros de excelência na área tecnológica. Todos esses sonhos talvez não aconteçam em 2010, mas constituem um bom ponto de partida para um programa de desenvolvimento tecnológico da próxima década.

Exportações do setor eletroeletrônico seguem em plano inclinado- 07/01/2010
A área de Relações Internacionais da ABINEE nada teve para comemorar em 2009. Os acordos bilaterais não avançaram, assim como as negociações no âmbito da Organização Mundial do Comércio. Os países do Mercosul e da Aladi, que respondem por cerca de 53% da pauta brasileira de exportações da indústria eletroeletrônica, ergueram barreiras administrativas. A Argentina, através das licenças não-automáticas de importação, estendeu de 60 dias para 120 ou 180 dias o prazo de liberação de produtos. No setor eletroeletrônico, o resultado foi a redução das exportações para aquele país em mais de US$ 450 milhões, queda de 20%. No caso dos países que formam a Aladi, a retração foi ainda mais acentuada, de 35%. Para mudar este quadro preocupante, a diretora da área de Relações Internacionais da ABINEE, Maria Teresa Bustamante, propõe que os postulantes à Presidência da República considerem três temas cruciais para o comércio exterior. A primeira condição é dotar a Camex de autonomia nas negociações comerciais brasileiras. Outro ponto é a necessidade da participação efetiva das entidades empresariais nas mesas de negociação. Por fim, ela destaca a prioridade de se criar uma Secretaria específica para atender às questões aduaneiras. "Se isto não for levado em consideração por quem vier a dirigir o país, poderemos amargar um comprometimento ainda maior das nossas exportações", conclui Maria Teresa.

Manufatura em Eletrônica aposta na massificação da banda larga- 06/01/2010
As empresas de Manufatura em Eletrônica associadas à ABINEE, que montam computadores e celulares para grandes clientes, e são responsáveis pela administração da marca do produto, acompanharam, em 2009, o desempenho do setor de Informática. "Mantivemos o volume de produção da linha de PCs", afirma Jorge Eduardo Funaro, diretor da área. "Sentimos, no entanto, um impacto negativo forte na área de celulares". Entretanto, Funaro está otimista com relação a 2010, especialmente por acreditar na eficiência da Lei do Bem e no programa de massificação da banda larga pelo país, que, segundo ele, vai gerar demanda por produtos do chamado back office, como centrais telefônicas, suítes e roteadores. O maior desafio do setor é a concorrência com produtos chineses acabados. Para ampliar o conteúdo local, lembra Funaro, é preciso escala de produção. "O que produzimos aqui, lá na China é fabricado numa escala 10, 12 vezes maior", afirma. Ele lembra também que, na China, as indústrias de componentes, as CMs (empresas terceirizadas de manufatura) e os detentores da marca estão muitas vezes lado a lado, o que torna o processo mais ágil, barato e eficaz.

Setor eletroeletrônico prevê encerrar 2010 com 163 mil trabalhadores- 06/01/2010
O setor eletroeletrônico, que fechou 2009 empregando 160 mil trabalhadores, está prevendo encerrar 2010 com 163 mil empregados diretos. Conforme dados da ABINEE, este número poderá ser até superado caso se confirme a retomada das atividades das indústrias do setor, puxada pelas áreas de Telecomunicações, Informática, Material Elétrico e GTD - Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica.

Segmento de GTD deve crescer 12% neste ano-05/01/2010
Dados da ABINEE apontam que a indústria de equipamentos para GTD - Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica - deve crescer 12% em 2010. O crescimento deverá ocorrer em função dos investimentos em Distribuição, especialmente pelo Programa Luz para Todos, além dos faturamentos previstos para o 2º semestre do ano, decorrentes das contratações de equipamentos para as usinas de Geração que ocorreram em 2009. Segundo Newton Duarte, diretor de GTD da ABINEE, o Brasil tem que começar agora a se preparar para a Copa do Mundo e para as Olimpíadas, investindo no fornecimento de energia elétrica com segurança, evitando novos riscos de apagão.

Venda de PCs deverá crescer acima de 17% em 2010- 05/01/2010
O impacto da crise foi forte, intenso, e causou estragos pesados em várias áreas da ABINEE. Quem saiu quase ilesa foi a indústria de informática, que, em 2009, apresentou estabilidade em relação ao ano anterior. As vendas de PCs se aproximaram das 12 milhões de unidades, mesmo nível de 2008. "O futuro parece promissor", projeta Antonio Hugo Valério, diretor da área de Informática. Ele acredita em vendas acima de 14 milhões de PCs em 2010, um crescimento superior a 17%, levando, principalmente, em conta a recente renovação da chamada Lei do Bem, que estabelece um processo bem sucedido de desoneração tributária. Em 2005, a arrecadação de tributos ao Governo com a venda de computadores correspondia a R$ 1 bilhão. No ano passado, em plena vigência da Lei, esse número saltou para R$ 1,8 bilhão. "Não há mágica nisso", explica. A redução de preços dos computadores estimulou a compra pelos meios legais e desestimulou o chamado mercado cinza. "O consumidor percebeu a enorme vantagem de comprar um produto legal, de melhor qualidade, com garantia do fabricante, com software oficial e com varejista conhecido e endereço fixo", diz. Além do aumento da arrecadação, 10 mil novos empregos diretos foram criados. As vendas de PCs cresceram três vezes, passando de 4 milhões para 12 milhões, em 2009. "Somos hoje o quarto ou quinto mercado de computadores do mundo", revela Hugo Valério.

Cai participação das exportações no faturamento do setor eletroeletrônico- 04/01/2010
Com o câmbio desfavorável e o mercado internacional retraído, as exportações do setor eletroeletrônico fecharam 2009 em US$ 7,2 bilhões. "Este valor corresponde a 12,8% do faturamento das indústrias do setor, e vem caindo ano a ano", afirma o presidente da ABINEE, Humberto Barbato. Segundo ele, em 2002, a participação das exportações era de 22,9%, o que significa uma queda de 45% em sete anos. "Se nada for feito para tornar nossos produtos competitivos, a participação deverá cair para cerca de 10%, em 2010", prevê Barbato.

Setor de Telecomunicações crescerá 21% em 2010, prevê ABINEE- 04/01/2010
Levantamento da ABINEE junto às suas associadas aponta que o setor de telecomunicações deverá apresentar crescimento de 21%, em 2010. Após ter amargado retração de 19% em 2009, a expectativa para o ano novo deverá se confirmar em função do Plano Nacional de Banda Larga, que visa massificar a internet rápida para todos os pontos do país, até os mais remotos. Estima-se que o plano vai envolver recursos de cerca de R$ 40 bilhões nos próximos 3 anos. Além disso, está na mira da indústria de telecom a possível definição do marco regulatório para a 4ª geração de telefonia móvel e de transmissão de dados sem fio. Segundo o diretor da ABINEE, Paulo Castelo Branco, a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 exigirão que o Brasil já tenha a 4ª geração.

Pré-Sal rima com o setor eletroeletrônico - 04/01/2010
De todas as promessas de investimento que brilham no horizonte, nenhuma traz tantos zeros quanto os projetos relacionados à exploração de petróleo no mar profundo das bacias de Santos e de Campos (RJ). Só o Plano de Negócios da Petrobras para o período 2008-2013 atinge US$ 174 bilhões. E há muitos outros bilhões envolvidos, uma vez que a Petrobras não é a única empresa que vai participar da exploração do Pré-Sal. No pacote de investimentos entram usinas de refino de petróleo, plataformas marítimas, oleodutos, indústrias petroquímicas, navios, navipeças e mais uma infinidade de atividades industriais e de serviços, para os quais a indústria eletroeletrônica pode fornecer um conjunto de cinco sistemas: sistema elétrico, de automação industrial, instrumentação, medição fiscal e comunicações. O grande risco é que o fornecimento desses equipamentos elétricos e eletrônicos de alto valor agregado acabe acontecendo a partir do exterior, excluindo as indústrias instaladas no país - como já aconteceu recentemente no caso da Usina Abreu Lima, em Pernambuco, cujo sistema de automação veio do exterior como um 'pacote fechado', sem que as indústrias locais tivessem chances reais de competir. A brecha legal para a importação de sistemas completos está para ser fechada. A regra atual, estabelecida pelo Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo), prevê um índice de 65% de conteúdo local para cada projeto. No caso da construção de um petroleiro, por exemplo, só a compra de aço e alguns serviços para sua fabricação já responderia por este percentual global, deixando o fabricante livre para buscar em qualquer região do mundo os fornecedores para os demais sistemas do navio. "O que a ABINEE e outras entidades industriais pretendem é estabelecer esse mesmo índice para cada um dos sistemas", explica Paulo Sérgio Galvão, gerente regional da ABINEE no Rio de Janeiro, que representa a entidade nas discussões do Prominp.

Responsabilidade Socioambiental ganha corpo na pauta da ABINEE-04/01/2010
"A indústria eletroeletrônica brasileira está comprometida em colaborar com o esforço global em favor da estabilização do clima". Com essa declaração, André Saraiva, diretor de Responsabilidade Socioambiental da ABINEE, resume os objetivos e o escopo principal da área. Apesar de responder por apenas 8,8% das emissões brasileiras de gases, a indústria está comprometida com as ações ambientalmente sustentáveis. Exemplo disso é o engajamento da ABINEE nos principais fóruns que apontam soluções focadas na preservação do meio ambiente, ligados ao Conama e a diversos órgãos estaduais. A entidade apresentou suas ideias para a definição da Política Nacional de Resíduos Sólidos. O projeto já tem o texto fechado e deve ser regulamentado no decorrer de 2010. Um dos conceitos presentes nessa política é a da logística reversa, para trazer de volta o chamado lixo eletrônico, decorrente do descarte de pilhas, baterias, computadores, lâmpadas. Outro conceito é o da responsabilidade compartilhada pelo consumidor, pelo poder público, fabricantes e varejistas. "Em 2010, a pauta socioambiental será bem extensa, destacando temas como licenciamento ambiental, Código Florestal, Pagamentos por Serviços Ambientais e Mudanças Climáticas", conclui Saraiva.



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