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Almoço anual da ABINEE reúne lideranças políticas e empresários– 14/12/2011
Com a presença de cerca de 600 empresários, executivos e autoridades governamentais e do legislativo, a ABINEE realizou no dia 9 de dezembro, o almoço anual do setor eletroeletrônico. O evento contou com a participação dos ministros Aloizio Mercadante, da Ciência, Tecnologia e Inovação, e Aldo Rebelo, do Esporte, além do secretário executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez, representando o ministro Paulo Bernardo, do secretário de Inovação do MDIC, Nelson Fujimoto, representando o ministro Fernando Pimentel, do secretário de Planejamento e Desenvolvimento Regional do Estado de São Paulo, Júlio Semeghini, representando o Governador Geraldo Alckmin.  Na ocasião, o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, destacou em seu pronunciamento o desempenho do setor eletroeletrônico em 2011, as perspectivas para 2012 e os principais pleitos da entidade visando à competitividade das indústrias instaladas no país, que sofrem com a enxurrada de importados por conta do câmbio valorizado. Segundo ele, o cenário para 2012 é de incertezas diante da grave retração da economia mundial e da bem provável progressão para uma recessão.  Em função disso, segundo ele, o Brasil tem que se adaptar à nova realidade mundial, diversificando o foco das suas atenções e investimentos. "O crescimento do país, baseado prioritariamente na produção e exportação de commodities, como vem acontecendo nos últimos anos, não será suficiente, por exemplo, para enfrentarmos os problemas que advirão da crise", disse. Para Barbato, por essa razão, é que deve merecer prioridade a adoção de uma política que garanta efetivamente a competitividade das indústrias instaladas no país. Durante o evento, a intenção do governo de aumentar o conteúdo nacional e reverter o quadro de importações que invade segmentos como o eletroeletrônico pautou o pronunciamento das autoridades. Segundo o ministro Mercadante, pirncipalmente neste momento de crise internacional quando acirra-se a competição, o Brasil precisa preservar aquilo que lhe é mais importante: o mercado interno. "Temos que restringir a entrada de importações predatórias", afirmou. O ministro usou o exemplo do setor automobilístico brasileiro, que recentemente ampliou a taxa de nacionalização para 65%, abaixo, por exemplo, da China cuja exigência é de 90%. "Vamos aumentar as exigências de conteúdo local de todas as cadeias estratégicas. Isso vale para TICs, também", disse.  Neste sentido, Mercadante viu com bons olhos a proposta da ABINEE de que parte dos fundos setoriais seja reservada para aquisição de produtos no mercado interno. Ele destacou, ainda, que o fato do Brasil ser o 3º mercado de PCs e o 5º em celulares, deve se configurar em uma oportunidade para o fortalecimento de uma indústria de componentes no país. "Temos que aproveitar este momento que o Brasil tem força para atrair investimentos", acrescentou. Por sua vez, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, afirmou que o índice de nacionalização dos produtos será um dos critérios a ser utilizado na escolha dos fornecedores e o acompanhamento e a fiscalização da implantação da infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014 ficarão a cargo de entidades privadas. Ele afirmou que o ministério deve assinar, até o início do ano que vem, um termo de colaboração com a Abinee para acompanhar de perto a instalação da infraestrutura e encaminhar ao ministério relatórios mensais de acompanhamento. Para o secretário de Inovação do MDIC, Nelson Fujimoto, diante da crise internacional, o cenário é de oportunidades e ameaças. Ele salientou que os eventos esportivos que o país sediará e o volume de investimentos que deles advirá pode representar uma alavanca para o desenvolvimento da indústria instalada no país. O secretário executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez, afirmou que o governo está aberto para receber proposta visando o aumento da competitividade e maior participação de conteúdo local dos produtos. Segundo ele, é necessário que o setor tenha uma visão estratégica. Já Júlio Semeghini, secretário de Planejamento e Desenvolvimento Regional do Estado de São Paulo, destacou as ações do governo estadual em prol do desenvolvimento tecnológico e afirmou que o setor público deve apoiar o fortalecimento da competitividade da indústria instalada no país para enfrentar a atual situação de crise externa.  Corroborando o pronunciamento do presidente da ABINEE, sobre as dificuldades enfrentadas pelo setor industrial por conta do câmbio valorizado e problemas relacionados ao Custo Brasil, o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, destacou que entidades empresariais e o governo devem trabalhar em conjunto para que seja possível superar os obstáculos e caminhar para o desenvolvimento econômico e social do país. Também estiveram na mesa principal os deputados federais Andre Vargas, João Carlos Bacelar e  Manuela D'Ávila; o secretário-executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luiz Antonio Rodrigues Elias; a assessora da Presidência do BNDES, Margarida Afonso Baptista, a Conselheira da ANATEL, Emília Maria Silva Ribeiro; o Diretor da ANP, Alcides Amazonas; o Presidente da Nossa Caixa Desenvolvimento, Milton Luiz De Melo Santos; o Conselheiro da CNI e Presidente Emérito da FIESP, Carlos Eduardo Moreira Ferreira; o Presidente da ABIMAQ, Luiz Aubert Neto; Flavio Castelli Chuery, representando o Prefeito Gilberto Kassab; o residente da AGDI, Marcus Coester; além dos ex-presidentes da ABINEE, Nelson Peixoto Freire e Paulo Vellinho.

Setor eletroeletrônico cresce em 2011, mas importações preocupam – 08/12/2011
Em coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (8), em São Paulo, o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, acompanhado de diretores da entidade, apresentou os dados do setor eletroeletrônico em 2011 e as perspectivas para 2012. Segundo os números divulgados, o faturamento da indústria eletroeletrônica, neste ano, crescerá 8% na comparação com 2010, totalizando R$ 134 bilhões, o que frustra as expectativas iniciais, que previa, incialmente, um crescimento de 13%. De acordo com os dados da ABINEE, o setor eletroeletrônico deverá fechar sua balança comercial com um déficit de mais de US$ 32 bilhões, o que significa crescimento de 18% em relação ao ano passado. Esse déficit é resultado das importações que deverão atingir US$ 40 bilhões e das exportações que não chegarão aos US$ 8 bilhões. Segundo Barbato, há alguns anos o faturamento refletia o nível de atividade das empresas, hoje, porém, este índice não está refletindo a situação efetiva pela qual passa o setor eletroeletrônico. "É preciso analisar, o quanto do mercado interno está sendo atendido por produto local ou por importação", disse. Incentivadas pelo real valorizado, as importações de bens finais representaram 22% do faturamento total do setor, o que evidencia a dificuldade das empresas para competir. Para o presidente da ABINEE, a situação já chegou a tal limite que apenas mexer no câmbio talvez não seja suficiente para reverter esta perda de competitividade. "O que precisamos é criar um programa de incentivos para estimular a compra de produtos de empresas instaladas no Brasil. As estatais e operadoras têm que ter vantagens para comprar daqui", disse.

ABINEE quer maior participação do setor no fornecimento à área de P&G – 06/12/2011
"Apesar dos avanços, ainda trabalhamos para conseguir melhor participação dos nossos sistemas nos diversos segmentos de Petróleo e Gás, com a quebra dos pacotes fechados". A afirmação foi feita pelo presidente da ABINEE, Humberto Barbato, durante o almoço de final de ano da Diretoria Regional do Rio de Janeiro/Espírito Santo, realizado na sexta-feira (2). Na ocasião, ele destacou que o trabalho da entidade com o objetivo de estimular a agregação de valor local tem sido intensa. Segundo Barbato, desde a criação do PROMINP, em 2003, a ABINEE tem participado ativamente como agente facilitador dos objetivos das suas associadas, para incentivar o fornecimento doméstico de bens do setor eletroeletrônico à cadeia de Petróleo e Gás. "Nestes 8 anos conseguimos importantes avanços, como por exemplo: elevamos para cerca de 150 associadas da ABINEE no portfólio de fornecedores, com fortes possibilidades de ampliarmos para pelo menos trezentas empresas nos próximos anos", disse. O presidente da entidade salientou, também, a articulação com outras associações de classe e com os diversos níveis da Petrobrás, além de gestões junto ao Ministério de Minas e Energia, que coordena o PROMINP, e instituições, como a ANP. "Temos promovido negociações para alterar as planilhas das rodadas de licitação quanto aos percentuais de conteúdo local e sua medição segmentada, bem como para a busca da simplificação do processo de certificação". Entretanto, Barbato observou que, enquanto nas áreas de Gás, Exploração e Produção, o setor eletroeletrônico tem encontrado maior abertura ao diálogo com possibilidade de agregação de 60% de conteúdo local para as nossas áreas de Automação, Sistemas Elétricos, Instrumentação, Medição Fiscal e Telecomunicação, nos segmentos de Transporte Marítimo e Abastecimento ainda há resistência para quebra dos pacotes. Durante o evento, o presidente da ABINEE apresentou, ainda, um balanço sobre o comportamento da indústria eletroeletrônica em 2011 e falou sobre as expectativas para 2012.

Medidas do governo deveriam atingir quem sofre com importações – 01/12/2011
As medidas anunciadas nesta quinta-feira (1), pelo ministro Guido Mantega, da Fazenda, para estimular a economia do país diante da crise internacional, atingiram somente os bens de consumo, especialmente, os produtos de linha branca. Segundo o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, o governo parece que não se sensibilizou com os números apresentados pela entidade na reunião do último dia 21, que demonstram os danos que a indústria de BK (bens de capital) e de infraestrutura de telecomunicações vem sofrendo face à concorrência desleal dos fabricantes asiáticos que elegeram o mercado brasileiro como "a bola da vez". "Com a forte competição dos importados, bancada pelo Real valorizado, as empresas instaladas no país têm perdido espaço para os produtos estrangeiros, e por isso esperávamos que o governo fosse mais ágil no anuncio de medidas que compensassem esta situação", diz Barbato. Para ele, nem mesmo o anúncio da redução da taxa SELIC promovida pelo Banco Central servirá de alento para o setor eletroeletrônico representado pela ABINEE. "Se o COPOM reduziu em 0,5 ponto percentual os juros visando estimular o consumo interno para amortecer os impactos da crise, os Ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Industria e Comercio Exterior, deveriam estar mais atentos ao que ocorre em outros segmentos da indústria e também tomar providências em relação à enxurrada de produtos importados que invade o nosso quintal", enfatiza Humberto Barbato.

Barbato participa de almoço da Regional ABINEE em Minas Gerais – 30/11/2011
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, participou nesta quarta-feira (30), do almoço de final de ano da Diretoria Regional da entidade em Minas Gerais, em Belo Horizonte. Em pronunciamento aos representantes das empresas associadas da entidade na região, Barbato fez um balanço sobre 2011 e falou sobre as expectativas para 2012. Segundo ele, o desempenho do setor eletroeletrônico neste ano não atingirá as expectativas iniciais, que era de crescimento de 13% para o faturamento das indústrias. "As maiores dificuldades relativas diz respeito aos setores de cadeia de produção longa e que produzem com alto valor agregado local, como a área de equipamentos elétricos para os ramos de energia elétrica e para suprir investimentos privados", salientou. O presidente da ABINEE destacou que a persistente e nociva política cambial, que tem mantido o real extremamente valorizado frente ao dólar, foi um dos fatores determinantes para esta queda no desempenho das indústrias. Já para 2012, Humberto Barbato afirmou que o cenário é de incertezas e de grave retração da economia mundial, que vive mais uma crise.

Novo presidente da ANATEL faz visita de cortesia à ABINEE – 25/11/2011
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, recebeu, na tarde desta quarta-feira (23), em São Paulo, o novo presidente da ANATEL, João Batista de Rezende, para reunião que marcou o início de uma maior aproximação entre as duas entidades. Rezende destacou que a indústria tem muito a contribuir com o trabalho da ANATEL. Ele disse que, em sua gestão, espera contar sempre com a colaboração da ABINEE nos diversos assuntos da agência ligados ao setor eletroeletrônico.

ABINEE pede políticas ousadas para geração de energia fotovoltaica – 24/11/2011
O grupo setorial de sistemas fotovoltaicos da ABINEE, em parceria com a Unicamp/Nipe, promoveu na quinta-feira (24), no auditório do Instituto de Engenharia, em São Paulo, o seminário Sistemas Fotovoltaicos Conectados à Rede Elétrica. Na ocasião, o diretor do grupo setorial fotovoltaico da Abinee, Leônidas Andrade, ressaltou que o Brasil precisa de ousadia na implantação de políticas para o desenvolvimento de soluções fotovoltaicas, visando a atração de toda a cadeia produtiva no país. Ele afirmou, também, que o grupo da Abinee teve um trabalho intenso em seu primeiro ano de atividade nas discussões sobre tributação, normas e política industrial voltadas ao segmento. "Os resultados começam a surgir e esperamos que 2012 represente um verdadeiro marco para a indústria fotovoltaica no Brasil", destacou. O evento, que contou com a participação de especialistas brasileiros e do exterior, teve como objetivo apresentar a situação mundial do desenvolvimento do mercado fotovoltaico de conexão à rede, além de debater o andamento da regulamentação no Brasil. O seminário também destacou os desafios da introdução da geração fotovoltaica na matriz energética brasileira.

Barbato fala com Mantega sobre perda de competitividade do setor – 22/11/2011
Humberto Barbato, presidente da ABINEE, ao lado de representantes de outras entidades, manteve, na segunda-feira (21), em São Paulo, reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Na oportunidade, Barbato expôs as sérias dificuldades que as indústrias de bens de capital elétricos (equipamentos industriais e equipamentos para geração, transmissão e distribuição de energia elétrica) vêm enfrentando em função da concorrência, muitas vezes desleal, das importações provenientes de países asiáticos. Mantega mostrou-se sensível às ponderações de Barbato.

ABINEE cria Grupo Setorial de Aparelhos Celulares – 17/11/2011
A área de Telecomunicações da ABINEE, visando dar tratamento mais adequado aos assuntos de interesse dos seus segmentos, acaba de criar o Grupo Setorial (GS) de Aparelhos Celulares. Até recentemente, no segmento de celulares, a área vinha atuando através de comissões de trabalho. Assumem as atividades do GS, como diretor, Luiz Cláudio Carneiro (Nokia), tendo como seu vice Fernando Costa (Motorola Solutions).

Desindustrialização reduz investimentos em inovação – 10/11/2011
Partindo do conceito de que inovação é a agregação continuada de melhorias tecnológicas num determinado produto, buscando alcançar mais competitividade, o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, afirma que a desindustrialização, promovida pela política cambial e pelo alto custo de produção no país, está reduzindo o ânimo das empresas de investirem no processo. Segundo ele, o Real extremamente valorizado além de facilitar o crescimento das importações de produtos acabados, contribui para o baixo índice de investimento em inovação e desenvolvimento tecnológico no país, pois desestimula a produção. Para Barbato, ainda falta de um programa nacional único que coordene as políticas públicas de apoio à pesquisa, ao desenvolvimento e à inovação no país. "As políticas existentes concorrem entre si, pois estão espalhadas pelos diversos órgãos de governo. É o caso, por exemplo, das linhas de financiamento do BNDES voltadas para a inovação nas empresas, dos programas e serviços setoriais não financeiros de apoio à inovação e, principalmente, dos editais de subvenção econômica da FINEP". Além disso, Barbato destaca a incerteza de que as políticas de incentivo, financiamento e subvenção existentes estejam realmente contemplando projetos de interesse da indústria e, consequentemente, do desenvolvimento produtivo, que é a essência da Lei de Inovação. Ele reforça que a inovação resolve problemas práticos, como baratear o processo industrial, agilizar a produção, gerar maior eficiência e rentabilidade de forma ambientalmente correta, ou seja, garante a competitividade, "por isso, a necessidade de uma concentração de esforços para que as subvenções cheguem efetivamente ao setor produtivo", afirma. O presidente da ABINEE lembra que foi por mobilização da indústria e de entidades como a Protec - Sociedade Pró Inovação Tecnológica - que algumas conquistas importantes ocorreram nos últimos anos como a Lei do Bem, que concede incentivos fiscais a empresas inovadoras, a Lei da Inovação, que permite o compartilhamento do risco tecnológico entre Estado e empresa através da subvenção, e, mais recentemente, a Lei das Compras Públicas, que dá preferência em licitações a produtos desenvolvidos tecnologicamente no Brasil. Humberto Barbato destaca que no atual cenário de crise mundial, a inovação tem um caráter essencial para garantir a competitividade, porém, para se atingir esta condição competitiva, é necessário ousadia. "Estamos perdendo espaço para grandes competidores - Índia e China - que agregam mais valor a seus produtos do que nós, e de forma mais rápida". Para ele, o país precisa, urgentemente, adotar medidas compensatórias à nefasta política cambial que, associada a uma infraestrutura totalmente defasada que só encarece o processo produtivo, tanto penaliza a indústria. "A cultura de inovação tecnológica faz parte do DNA do empreendedor industrial, que já não suporta mais o peso do câmbio", afirma. "Inovar é fundamental, mas quando produzir ainda é viável", conclui Barbato.

Na ABINEE, Martone e Amaury de Souza falam de crise e eleições – 03/11/2011
Em reunião plenária realizada nesta quinta-feira (3), a ABINEE recebeu o cientista político Amaury de Souza e o economista Celso Martone, ambos consultores da MCM Consultoria. Diante de uma plateia composta por presidentes, diretores e executivos de empresas associadas, os convidados apresentaram os temas "avaliação do atual governo e o cenário político brasileiro" e "a crise mundial e seus reflexos no Brasil", respectivamente. Para Martone, o atual quadro internacional, com a crise grega, está gerando preocupação geral, pois pode afetar toda a Europa e muitos outros países. "A Grécia é um país que nada produz, tem um nível de poupança muito baixo e um consumo elevado", afirmou. Segundo ele, Portugal e Irlanda também estão na berlinda e as medidas que estão sendo tomadas agora têm o objetivo de evitar que o contágio se espalhe. "Neste momento, é prioritário cuidar do problema da Grécia para que não contamine as demais nações, inclusive Itália e Espanha", disse. Sobre os reflexos na economia brasileira, Martone diz que só seremos afetados se vier uma recessão mundial. "Daí, não teremos mais como exportar as nossas commodities, responsáveis pelo nosso superávit". Ele lembrou que o Brasil possui reservas da ordem de R$ 350 bilhões que podem ajudar o país a enfrentar a crise. Segundo ele, "a situação para a indústria será mais difícil ainda por falta de competitividade, já demonstrada hoje". Sobre o cenário 2011-2013, o economista Celso Martone lembrou o baixo nível de confiança dos empresários brasileiros, revelado nas últimas pesquisas da CNI, o que deve determinar uma redução nos investimentos. "Com isso, a taxa de desemprego pode subir", afirmou. Analisando a atividade econômica brasileira, Martone disse que o PIB deverá fechar 2011 com crescimento de 3,1%, melhorando um pouco (3,5%) em 2012 e devendo ficar em torno de 2,6% em 2013. "A inflação, por sua vez, prosseguirá em nível elevado, encerrando 2011 em 6,6%, 2012, em 6,4% e 2013, em 5,5%, o que poderá exigir medidas ortodoxas por parte do governo", previu. Em sua apresentação o cientista político Amaury de Souza as tendências para o futuro da política brasileira, com destaque para as eleições de 2012 e 2014. Para ele, a presidente Dilma é peça fundamental neste processo, apesar das dificuldades que vem enfrentando desde o início do seu governo. "Nestes dez meses ela teve que trocar vários dos seus ministros, a maioria deles por corrupção, o que é um grande desgaste e denota discussões políticas na base de sustentação de seu governo", disse. Segundo ele, Dilma enfrenta pressões do próprio PT, que não quer debater o projeto de lei sobre as aposentadorias dos funcionários públicos, que geram um enorme déficit nas contas do governo. "A própria presença do ex-presidente Lula, que seria preocupante, em função de possíveis ingerências em seu governo, Dilma tem sido inteligente na forma de tratar", afirmou. Para ele, apesar de todos esses problemas, Dilma tem se saído muito bem diante da opinião pública, o que mostrou a última pesquisa, dando-lhe 51% de aprovação. Sobre as próximas eleições, Amaury de Souza diz que dependerão muito da capacidade do governo de manter o crescimento econômico do país, de forma a manter a renda e a possibilidade de consumo das pessoas, especialmente da nova classe média que terá muita força nos dois pleitos. "A questão econômica será muito importante e a presidente Dilma tem que conseguir manter o crescimento do país", concluiu.

Fabián Yaksic, da ABINEE, é reeleito para o Conselho Superior da IEC – 01/11/2011
Em Assembleia Geral da IEC - International Electrotechnical Commission - realizada de 19 a 28 de outubro último, em Melbourne, Austrália, da qual participaram 400 delegados de 163 países, o gerente de Tecnologia e Política Industrial da ABINEE, Fabián Yaksic, foi reeleito, em votação secreta, como membro do Conselho Superior (Council Board) da entidade internacional de normalização, para o período de 2012 a 2014. O Conselho Superior é composto por 12 membros, sendo seis permanentes, representantes dos maiores países contribuintes da IEC: Alemanha, China, Estados Unidos, França, Japão e Reino Unido.

Artigo: Infraestrutura, educação e bem-estar - Humberto Barbato – 27/10/2011
O Brasil se mantém como um dos piores países para empreendedores e negócios. A afirmação é da publicação anual do Banco Mundial - Doing Business - que informa que, no último ano, a nossa posição recuou, deixando-nos na 126ª colocação (antes, 120ª) entre 183 nações avaliadas. Não bastasse saber que o país apresenta um dos piores ambientes para negócios no mundo, o relatório nos coloca, na América Latina, atrás do Chile (39ª), do México (53ª) e da nossa vizinha Argentina, na 113ª posição. A sombra tenebrosa dos asiáticos aparece, mais uma vez, com força. De acordo com o Banco Mundial, estão na Ásia os países com os melhores lugares para os negócios. Inegáveis foram os avanços do Brasil no período recente, mas ainda estamos longe da atingir uma posição privilegiada e cobiçada entre as nações que disponibilizam infraestrutura e condições macroeconômicas favoráveis à competitividade dos negócios. Isolando a surrada discussão sobre a valorização do câmbio e as escorchantes taxas de juros ainda praticadas no país, é impossível desconhecer as precárias condições da nossa infraestrutura: a capacidade dos aeroportos está esgotada, tanto nos terminais de carga como de passageiros; as estradas continuam sobrecarregadas e em péssimo estado de conservação; os sistemas ferroviários e hidroviários inexistem; a mobilidade urbana é péssima; os portos não dão conta do crescimento das importações e a rede de saneamento é motivo de permanente crítica. A falta de investimentos permite, por exemplo, que o país seja recordista em acidentes nas estradas. Acidentes que ceifam vidas e lotam de macas os corredores dos hospitais por falta de leitos. O PAC continua distante de resolver as mazelas que inibem os negócios, encarecem a produção e os serviços, e afugentam os investidores. Isto sem falar da burocracia que inibe e estrangula. Não bastassem esses problemas, o futuro das nossas crianças continua altamente comprometido em função da educação maltratada, das instalações escolares inadequadas, da pobreza nutricional da merenda, dos professores da rede pública mal remunerados e da absoluta falta de segurança. Como contraponto, o setor privado continua sua faina diária para sobreviver neste ambiente totalmente desfavorável. Ele investe, contrata, inova e educa. Em última instância, faz das tripas coração para ser competitivo, porém, quando seu produto sai da porta para fora, encontra todas as dificuldades impostas pela ineficiência pública. Ou seja, não basta o setor privado ser competitivo se o país não é. Apesar da voz quase rouca, vale insistir que investir em infraestrutura e educação significa assegurar o bem-estar de cada cidadão, seja ele estudante, trabalhador ou empresário. (*) Humberto Barbato, é presidente da ABINEE

Barbato recebe presidente da associação de fabricantes da Flórida – 26/10/2011
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, recebeu nesta quarta-feira (26), o presidente da MAF - Manufacturers Association of Florida -, Al Stimac, que está no Brasil numa missão composta por cerca de 200 empresários da Flórida, dos mais diversos setores, liderada pelo governador do estado, Rick Scott. Na oportunidade, os presidentes debateram possibilidades de parcerias entre as entidades, no sentido de incentivar as exportações de produtos do Brasil para a Flórida, bem como as importações de produtos daquele estado norte-americano. "Acredito que esta aproximação com a ABINEE é de grande importância para as duas entidades e, também, para os membros que representam", disse Stimac. Ele destacou que o setor eletroeletrônico, especialmente o de informática, é um dos mais ativos da região e, por este motivo, a MAF tem atuado intensamente, junto aos governos federal e estadual, na conquista de condições melhores de financiamento para os empresários da Flórida, principalmente para pequenas e médias empresas, ao mesmo tempo em atua no fomento à inovação tecnológica. Ao final do encontro, Humberto Barbato afirmou que o setor eletroeletrônico tem grande interesse em receber fabricantes americanos que tenham interesse em estabelecer atividade produtiva no país. "Coloco a estrutura da ABINEE à disposição para apoiar e orientar as empresas que venham a produzir no Brasil", concluiu Barbato.

ABINEE quer Lei de Informática por mais 50 anos como a ZFM – 25/10/2011
A presidente Dilma Rousseff assinou nesta segunda-feira (24) a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que prorroga por mais 50 anos a Lei que estabelece os incentivos fiscais para a Zona Franca de Manaus. Para o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, esta prorrogação terá que ser adotada, também, para a Lei de Informática, que incentiva as empresas que produzem bens de TIC em todo o país. "Se isso não acontecer, as empresas que estão sob o guarda-chuva da Lei de Informática perderão competitividade, ficando sem opção para produzir", diz Barbato. Segundo ele, é preciso que haja o mesmo tratamento para que não aconteçam desequilíbrios que obriguem as empresas instaladas em uma determinada região do país a se transferirem para outra, causando prejuízos incontáveis. Confiante de que os desequilíbrios não ocorrerão, Barbato diz: "não me parece que esteja nos projetos do governo que empresas que usem os incentivos da Lei de Informática sejam prejudicadas com esta medida". O presidente da ABINEE espera que, ao mesmo tempo em que apresentar a PEC, o governo leve ao Congresso a proposta de ampliação dos efeitos da Lei de Informática, que vence em 2019, por mais 50 anos Dilma assinou, também, um Projeto de Lei que prevê a ampliação dos incentivos para os municípios que compõem a Região Metropolitana de Manaus (RMM). Para Humberto Barbato, esse é um processo natural, pois o distrito industrial já está ficando pequeno e requer expansão, "o que será facilitado agora com a inauguração da ponte que liga as duas margens do rio Negro".

Para Barbato, BC começa a olhar para setor produtivo do país – 20/10/2011
Ao promover nova redução de 0,5 ponto percentual na Taxa Selic, o Banco Central dá mostras de que, finalmente, está se alinhando e assumindo compromisso com o desenvolvimento produtivo do país. A avaliação é do presidente da ABINEE, Humberto Barbato. "O Copom passa a considerar não somente o controle da inflação para definir o nível da taxa de juros, mas, também, a necessidade de dar condições para investimentos produtivos, que promovam o crescimento", diz. Ele acrescenta que os impasses no acordo entre os países da zona do Euro e os insípidos sinais do G-20 para uma solução definitiva para a crise europeia são fatores que também explicam a decisão do Copom. "O que está em jogo agora é a preservação de uma taxa mínima de crescimento da nossa economia, em torno de 3% / 3,5%, que garanta expectativas favoráveis para o empresariado quanto ao futuro". Para Barbato, o mundo desenvolvido continuará tentando arrastar as demais nações para o fundo do poço. "Cabe sermos inteligentes na adoção de medidas de política econômica para evitarmos pegar carona nesse barco", conclui.

Problema do Brasil é de gestão e não de recursos, diz Delfim Netto – 19/10/2011
O Brasil deve construir um modelo de desenvolvimento que crie condições de gerar emprego de boa qualidade para uma população produtiva de 150 milhões de habitantes que o país terá em 2030. A afirmação foi feita pelo ex-ministro e professor Delfim Netto durante a reunião do Conselho Consultivo da ABINEE, realizada nesta quarta-feira (19), em São Paulo, e coordenada pelo presidente da entidade, Humberto Barbato. Segundo ele, o modelo agro exportador de hoje não é suficiente para isto. "Somos a favor do que está acontecendo neste setor, mas só isso não nos conduzirá para onde precisamos. Temos que criar empregos no setor de serviços e na indústria", disse. Na ocasião, Delfim Netto afirmou que o Brasil tem condições favoráveis para promover este desenvolvimento. O problema do país, no entanto, é a ineficiência do governo na utilização dos recursos existentes. "Não é questão de baixar tributos, mas sim de exigir serviços que sejam dignos. Quando o Brasil crescia 7%, tomávamos 24% de tributos e devolvíamos 4% como investimentos. Hoje, toma-se 36% e o que retorna é próximo de 1%.", destacou. Sobre o câmbio, Delfim Netto foi taxativo: não há como solucionar a questão com uma taxa de juros neste patamar. "Aumentar IOF não funciona. O Guido Mantega sabe disso. O que temos que fazer é reduzir a Selic a níveis internacionais para inibir a entrada de capitais especulativos". O fato é, segundo ele, que a política cambial vigente está destruindo toda a sofisticação da indústria instalada no país. Durante a reunião, Delfim traçou um panorama da crise, que, segundo ele, é extremamente calcada no fator psicológico. "Economia não é uma coisa mecânica, é construída na cabeça dos homens. Tanto a demanda como a oferta agem de acordo com a expectativa. Se há quebra de confiança, o sistema paralisa". O ex-ministro salientou que isto foi o que ocorreu com o Lehmann Brothers e que perdura até hoje nos EUA. Por conta disso, a solução econômica para a crise depende da recuperação da confiança e de uma liderança política, que apresente um cenário de estimulo a este processo. Coordenando a reunião, o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, destacou as recentes manifestações de Delfim Netto apoiando a decisão do Banco Central em promover redução da taxa básica de juros, em consonância com os pleitos do setor industrial. Ele reforçou, também, o fato das indústrias estarem diminuindo seus investimentos por conta da situação cambial adversa. "Será que precisaremos de uma crise das commodities como a dos anos 30 para percebemos a importância da indústria?", questionou Barbato.

Nível de contratações continua em queda no setor eletroeletrônico – 19/10/2011
Levantamento da ABINEE mostra que as indústrias do setor eletroeletrônico contrataram 6.360 trabalhadores nos primeiros 9 meses deste ano. Este número é 54% menor que os 13.800 contratados no mesmo período do ano passado. Neste mês de setembro as empresas abriram 290 novas vagas, 79% a menos que setembro/2010 (1.350), elevando para 181 mil o número de empregados em atividade no setor. Ao comparar com agosto/2011 (550), a retração atingiu 47%. Estes dados confirmam avaliação anterior feita pela ABINEE que mostrava uma queda no ritmo de contratações no primeiro semestre do ano. Os estudos preveem que o setor deverá encerrar 2011 empregando cerca de 183 mil trabalhadores.

Sondagem da ABINEE aponta queda nos negócios do setor – 18/10/2011
Nos últimos três meses, as consolidações dos principais indicadores do setor apresentaram sinais de arrefecimento nos negócios. Em setembro, a Sondagem Conjuntural da ABINEE mostrou resultados piores do que os apontados na pesquisa de agosto. Segundo o levantamento, caiu o percentual de empresas que informou crescimento nas vendas/encomendas em relação a setembro do ano passado. O resultado do mês (47%) foi o menor registrado neste ano, com exceção apenas de julho (42%).

Humberto Barbato é indicado para o Fórum de Líderes Empresariais – 14/10/2011
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, foi indicado para o Fórum de Líderes Empresariais. O resultado é fruto da indicação direta e espontânea efetuada por importantes empresários, os quais já integram os 1.282 membros do Fórum, eleitos, em todo o Brasil, nos 33 anos de história dessa organização, presidida por Ozires Silva (fundador da Embraer, ex-presidente da Petrobras e Varig e ex-ministro de Infraestrutura). A cerimônia de homenagens acontecerá durante a 34ª edição do Prêmio Fórum de Líderes Empresariais, marcada para o dia 28 de novembro de 2011, a partir das 19h30, no Espaço Villa Lobos, situado na Rua Gonçalo Madeira, 209, Jaguaré, São Paulo. A eleição deste ano trouxe uma mudança importante ao processo de escolha das lideranças. As indicações feitas exclusivamente pelos líderes eleitos até 2010 resultaram em dois grupos distintos: os "Novos Líderes", formado por empresários reconhecidos pela primeira vez, e os "Líderes Consagrados", que agrega empresários anteriormente premiados, como o caso de Humberto Barbato. A Cerimônia do Prêmio Fórum de Líderes Empresariais é um dos mais prestigiados eventos do mundo corporativo, que reúne as mais expressivas personalidades de todo o país.

O Mundo Ficou Mais Pobre (*) – 06/10/2011
Desde a noite de ontem (6), o mundo ficou mais pobre! Mais pobre em inteligência, mais pobre em empreendedorismo, mais pobre em criatividade, mais pobre em inovação. Perdemos Steve Jobs! É incrível a sensação de perda que senti. Aliás, percebi esse sentimento em muitas pessoas que me rodeiam, como se fora o falecimento de um amigo, de alguém próximo por quem nutríamos muita admiração, respeito e simpatia. Steve Jobs se foi, mas a sua marca e a sua determinação em transformar a vida das pessoas através do mundo eletrônico ficaram nos iPods, iPhones, iPads, nos Macs. Sua vida está não somente nos produtos de sua empresa, mas em toda a moderníssima indústria eletrônica. Nestes tempos da era eletrônica, não é exagero dizer: Steve Jobs faz parte de nossas vidas. O legado de Steve Jobs é um orgulho à humanidade e ao povo americano, rico não somente no seu PIB, mas em valores como iniciativa privada, meritocracia e empreendedorismo, que levam o homem a crescer e progredir. Que seu exemplo seja seguido, e que nosso país crie condições para o surgimento de talentos como ele por aqui. (*) Humberto Barbato, presidente da ABINEE

Artigo: Sem Saída – 06/10/2011
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, em artigo, destaca o fato do setor eletroeletrônico estar encurralado, cercado pelo Real valorizado, que traz consigo uma enxurrada de produtos importados e provoca a perda de competitividade no mercado internacional. Barbato acrescenta que a recente bolha cambial, estimulada pelo desdobramento da crise mundial, que elevou a cotação do Dólar, não deve ser antecipadamente comemorada. "O que precisamos é de um planejamento adequado e correto na área cambial", diz.

Pilhas e Baterias: programa de recolhimento atende Resolução Conama – 04/10/2011
A ABINEE iniciou a implantação do programa de Logística Reversa de pilhas e baterias de uso doméstico, em 5 de novembro do ano passado, conforme estabelecia a Resolução Conama 401. O programa, que está em fase de consolidação e expansão, prevê o recebimento, em todo território nacional, das pilhas usadas, devolvidas pelo consumidor ao comércio, e seu encaminhamento, por meio de transportadora certificada, a uma empresa que faz a reciclagem desse material. Para implantação da logística, houve um cuidado especial dos fabricantes no sentido de buscar uma auditoria externa para prévia avaliação do processo de destinação final dos produtos pós-uso. Desta forma, a GM&C, empresa de logística contratada pelos fabricantes e importadores legais, cumpre estritamente todas as exigências para o transporte dos produtos. O custo do transporte das pilhas recebidas nos postos de coleta é de responsabilidade das empresas fabricantes e importadoras. As pilhas e baterias de uso doméstico coletadas nos postos de recolhimento estão sendo encaminhas à empresa Suzaquim Indústria Química, localizada na região metropolitana da Grande São Paulo, e os custos desta destinação final também são arcados pelos fabricantes e importadores. Hoje, através de parcerias com empresas do setor varejista, o programa já conta com mais de mil postos de coleta espalhados por todas as capitais e grandes cidades do país, e tem o objetivo de aumentar a capilaridade para atender cada vez melhor as demandas. A operação contempla todas as pilhas e baterias de uso doméstico comercializadas no país, porém de forma diferente. As pilhas das marcas que participam do programa e que fazem parte do grupo da Abinee (Bic, Carrefour, Duracell, Energizer, Elgin, Kodak, Panasonic, Philips, Pleomax, Qualita, Rayovac e Red Force) seguirão todos os trâmites normais. As demais, que forem devolvidas no mesmo lote, terão tratamento específico. Se forem regulares, a ABINEE notificará a marca responsável para que assuma seu passivo. Porém, se forem ilegais, as autoridades de órgãos como o Ibama, Polícia Federal, Receita Federal e o próprio MMA serão informadas para que adotem as medidas cabíveis. O sucesso do programa está diretamente ligado à adesão do consumidor. Primeiro, evitando a compra de pilhas e baterias clandestinas, geralmente fabricadas em países asiáticos, que ocupam cerca de 40% do mercado. Outro papel do consumidor é dar início ao processo de logística reversa, devolvendo suas pilhas usadas ao comércio, que por sua vez tem que encaminhá-las aos postos de recebimento da indústria para que se providencie a destinação final.

Artigo: Para além das oscilações transitórias do Dólar – 30/09/2011
Em artigo, o assessor de economia da ABINEE, Carlos Eduardo Cavalcanti, analisa a recente valorização do dólar frente ao Real, que empurrou a sua cotação para a casa de R$ 1,80. Segundo ele, esta desvalorização do Real é passageira. "Como a desvalorização do Real tende a ser passageira, ainda que a cotação se sustente em nível superior a R$ 1,50 pelos próximos meses, consideramos ser oportuno o momento para travarmos – governo, setor produtivo e agentes financeiros - um amplo debate sobre o tema, visando corrigir certas distorções no regime cambial brasileiro que agravam a nossa desindustrialização", diz.

Apesar de melhora em agosto, tendência de arrefecimento persiste – 22/09/2011
Sondagem Conjuntural da ABINEE aponta que, no mês de agosto, as empresas do setor eletroeletrônico informaram melhora nos negócios em relação a julho. Apesar dos indicadores favoráveis apresentados, permanece a tendência de arrefecimento dos negócios do setor. O número de empresas que indicou crescimento das vendas e encomendas, em agosto, foi o segundo menor do ano, só superando a pesquisa de julho.

ABINEE e Nossa Caixa Desenvolvimento realizam ação para apoiar PMEs – 22/09/2011
A ABINEE, dando continuidade às suas ações em parceria com a Nossa Caixa Desenvolvimento, realizará uma pesquisa junto a suas associadas para identificar a intenção de investimentos das indústrias de pequeno e médio porte, instaladas no Estado de São Paulo. Com estas informações, a Nossa Caixa Desenvolvimento dimensionará seus recursos e também quais as melhores ferramentas para o suporte às empresas.

ABINEE e Lactec assinam protocolo para desenvolverem ações conjuntas – 20/09/2011
Os presidentes da ABINEE, Humberto Barbato, e do Lactec, Omar Sabbag Filho, assinaram neste dia 20, em Curitiba, um Protocolo de Intenções que estabelece compromisso de viabilizar o desenvolvimento de ações de interesse comum por meio de troca de informações e cooperação técnica, voltadas para indústrias do setor eletroeletrônico. Para Barbato, a parceria permitirá uma série de ações, com vistas a aproveitar todo o potencial das entidades para promover uma maior competitividade das indústrias do complexo eletroeletrônico. Presente a cerimônia, o Secretário de Indústria e Comércio do Paraná, Ricardo Barros, ressaltou a importância da iniciativa que, segundo ele, está alinhado com o programa do governo paranaense. Também prestigiaram o evento o presidente da Compagás, Luciano Pizatto, e os membros do Conselho do Lactec.

Medida para setor automotivo tem que ser estendida para toda indústria – 14/09/2011
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, elogiou a decisão do governo de elevar o IPI para veículos importados e, também, para montadoras instaladas no país que não atenderem à exigência de ter ao menos 65% de componentes nacionais e de fazer investimentos em inovação tecnológica, como forma de proteger a indústria automotiva brasileira. Segundo ele, medidas como esta deveriam ser estendidas a outros setores industriais que estão sofrendo com a exacerbada valorização do Real frente ao Dólar e com as importações de bens acabados, principalmente, vindas da China. "Este é o caso do nosso setor eletroeletrônico que vem há anos enfrentando um déficit em sua balança, que tem crescido em ritmo galopante, especialmente, nos últimos anos em função do desajuste cambial", diz. Sustentando esta afirmação, dados da ABINEE apontam que, em 2010, o déficit do setor atingiu US$ 27 bilhões, e, neste ano, ultrapassará a casa dos US$ 33 bilhões. As distorções provocadas pelo câmbio, que afetam a competitividade no mercado interno e externo, podem ser constatadas, também, pelo desempenho das exportações e das importações do setor nos últimos dois anos. "Enquanto as exportações de 2010 permaneceram no mesmo patamar de 2009, as importações superaram em 40% as realizadas no ano anterior", salienta Barbato. Ele lembra que a entidade já apresentou ao governo propostas para compensar o impacto nocivo causado pelo real valorizado. Entre as reivindicações está a elevação temporária da alíquota do Imposto de Importação para produtos que tenham similar nacional de segmentos da indústria eletroeletrônica, utilizando os limites permitidos pela OMC. Outra proposta apresentada pela ABINEE trata da desoneração da contribuição patronal ao INSS da parcela exportada da produção dos bens do setor eletroeletrônico, nos moldes do setor de software. "O fato é que estamos num processo crescente de desindustrialização e precisamos urgentemente de ações que garantam a competitividade das nossas empresas, o desenvolvimento do país, e a manutenção dos empregos aqui no nosso território", conclui Barbato.

Futurecom: Barbato fala sobre infraestrutura para Copa e Olímpiadas – 14/09/2011
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, participou no dia 13, no Transamerica Expo Center, em São Paulo, do Painel sob o título "Copa do Mundo e Olímpiadas: Grandes Desafios de Infraestrutura a Serem Vencidos", realizado durante o Futurecom 2011. Na ocasião, Barbato afirmou que estes megaeventos esportivos, que seriam uma oportunidade para a indústria instalada no Brasil e para o país resolver seus gargalos de infraestrutura, tornam-se, agora, motivo de preocupação.

Setor cresce no 1º semestre, mas se ressente do câmbio apoio  – 08/09/2011
Em coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (8), em São Paulo, o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, acompanhado dos vice-presidentes Newton Duarte, Paulo Castelo Branco e Aluizio Byrro, apresentou os dados da indústria eletroeletrônica no primeiro semestre de 2011 e as perspectivas para o final do ano. Embora os dados apontem crescimento do faturamento da ordem de 11% nos seis primeiros meses do ano na comparação com igual período de 2010, o desempenho do setor ficou abaixo das expectativas sendo comprometido pela contínua desvalorização do Dólar em relação ao Real. Sobre o fechamento do ano, a expectativa é de crescimento de 8%. Para Barbato, os números frios não refletem totalmente a realidade das empresas, uma vez que o faturamento agrega também as importações, que ganham espaço cada vez mais no mercado interno. "O crescimento não é desprezível, mas a indústria instalada no país não está se beneficiando disso", destacou. Este quadro é evidenciado pelo ritmo das importações de produtos elétricos e eletrônicos, que atingiram US$ 19,4 bilhões no 1º semestre de 2011, 20% acima do mesmo período do ano passado (US$ 16,2 bilhões). As compras externas de todas as áreas cresceram em percentuais que variaram de 15% a 47%. Enquanto isso, as exportações continuaram sua rota descendente em termos de participação no faturamento do setor. Em Dólares, as vendas externas de produtos elétricos e eletrônicos cresceram apenas 2% no 1º semestre deste ano em relação a igual período do ano passado, passando de US$ 3,6 bilhões para US$ 3,7 bilhões. Em Reais, esta variação foi de -7% (menos 7 por cento), frente ao crescimento de 11% do faturamento da indústria.

Queda da Selic: ABINEE e outras seis entidades manifestam apoio  – 05/09/2011
Em manifesto publicado nesta segunda-feira (5), no Jornal Valor Econômico, a ABINEE e as entidades ABIFA, ABIMAQ, Movimento Brasil Eficiente, SIMEFRE, SINAFER e SINDRATAR apresentaram seu apoio à decisão do Banco Central, em reduzir a taxa básica de juros em meio ponto percentual. No manifesto, as entidades contestam setores da economia que criticaram a queda da Selic. "A taxa SELIC extremante alta e suas consequências são o maior câncer que temos no Brasil e defender a manutenção ou elevação da SELIC só interessa àqueles que se beneficiam do ganho fácil, em detrimento do Brasil que produz", destaca o texto.

Artigo: A interrupção do samba de uma nota só – 02/09/2011
Em artigo, o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, comenta o primeiro corte feito pelo Copom na Selic em dois anos. Segundo ele, a decisão do Banco Central não expressa subserviência ao desejo do governo federal, conforme apontaram os agentes financeiros. Ao contrário, ratifica a sua posição de independência técnica. "Ao olhar à frente, percebemos que o regime de metas de inflação incorpora o nível de atividade econômica como variável importante do modelo", diz ao destacar que a ameaça do cenário externo exige decisões prudenciais tanto para desestimular a valorização cambial como para minimizar o risco de desaceleração econômica.

Guerra fiscal: incentivos a importados é crime de lesa-pátria – 01/09/2011
Após os Estados darem benefícios a indústrias e estabelecimentos comerciais, a guerra fiscal chega a um terceiro estágio, ainda mais agravante. "Chegou-se ao cúmulo de Estados darem incentivos a bens importados que têm, inclusive, produção no país. Isto é um crime de lesa-pátria", destacou o agente fiscal de rendas licenciado, Otávio Fineis Júnior, nesta quinta-feira (1), em sua participação na Reunião Plenária da ABINEE, coordenada pelo presidente da ABINEE, Humberto Barbato. Apesar de se mostrar cético em relação às iniciativas em curso para acabar com a guerra fiscal, Fineis Júnior, afirmou que há, no momento, três questões pendentes de solução, que dizem respeito ao pacto federativo e à repartição de receitas entre os entes federados, e que podem configurar em uma oportunidade para resolver esta prática deletéria entre os Estados.

Proposta de logística reversa é abordada na reunião plenária da ABINEE – 01/09/2011
Durante a Reunião Plenária da ABINEE, realizada nesta quinta-feira (1), o representante do Departamento de Responsabilidade Socioambiental da entidade, João Carlos Redondo, apresentou a Proposta de modelagem de Logística Reversa para Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos - REEE's -, feita pela ABINEE, em conjunto com a Eletros, no âmbito do GTT – Resíduos eletroeletrônicos, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, e que está elaborando os modelos de recolhimento e destinação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Esses modelos serão entregues ao governo para elaboração de um documento único, que deverá estar pronto até o final deste ano. A proposta da ABINEE e Eletros engloba os segmentos de linha branca (geladeiras, fogões, lava-roupas e aparelhos condicionadores de ar domésticos), verde (desktops, laptops, impressoras e aparelhos celulares), marrom (televisores, DVDs, aparelhos de áudio) e azul (batedeiras, liquidificadores e outros eletroportáteis).

Aperto fiscal pode contribuir para maior ousadia do Banco Central – 30/08/2011
Apesar da tendência de que o Copom mantenha, na reunião desta semana, a taxa básica de juros no mesmo patamar, o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, afirma que o Banco Central deveria ser mais ousado neste momento. Segundo ele, motivos não faltam. "O anúncio feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que o governo elevará o superávit primário, pode permitir que o Banco Central inicie já uma redução da Selic", diz. Outro ponto destacado Barbato diz respeito ao cenário externo. "Com a possibilidade de a economia mundial andar de lado nos próximos períodos, o Brasil deve se precaver das consequências", afirma. O presidente da ABINEE acrescenta, ainda, que a maioria dos países está com taxas reais perto de zero ou até mesmo negativas, enquanto o Brasil se mantém como o maior destino de capitais - muito deles especulativos - que contribuem para a exacerbada valorização do Real, que tanto tem prejudicado o setor industrial. "Esperamos que, diferente de 2008, o Banco Central tenha o timing certo para promover a mudança de rota que a situação exige", completa.

MME cria GT sobre Conteúdo Local no Setor de Energia Elétrica – 30/08/2011
Com o objetivo de estudar e propor políticas públicas para preservar e fomentar o fornecimento nacional de bens e serviços utilizados nas atividades de construção, montagem, operação e manutenção de instalações de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, o Ministério de Minas e Energia instituiu o GT Conteúdo Local no Setor de Energia Elétrica (GTCLEE). Os estudos abordarão aspectos como a capacidade da indústria instalada no país de fornecer bens e serviços aos projetos do setor elétrico, estimativa do impacto das propostas nos custos e prazos de conclusão dos projetos no setor elétrico. Também será discutida a compatibilidade das políticas com os compromissos internacionais assumidos pelo Brasil, principalmente em relação às normas da Organização Mundial do Comércio, além da identificação das fontes de recursos para implantação das políticas públicas a serem propostas. O GT será composto por representantes do Ministério de Minas e Energia, Ministério da Fazenda, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Agência Nacional de Energia Elétrica e Empresa de Pesquisa Energética. O Grupo poderá ainda convidar representantes de outros órgãos, entidades e associações vinculadas ao tema.

Exportações de eletroeletrônicos para a Argentina caem sensivelmente – 29/08/2011
Levantamento da ABINEE sobre a balança comercial do Brasil com a Argentina aponta que, no primeiro semestre deste ano, houve retração de 12,5% nas exportações de produtos do setor eletroeletrônico para aquele país. O assunto foi abordado pelo presidente da ABINEE, Humberto Barbato, durante o seminário Situação atual e perspectivas das relações econômicas Brasil-Argentina, realizado pela CNI na segunda-feira (29), em São Paulo. Na ocasião, representantes do setor industrial avaliaram as relações entre os dois países no contexto de ano eleitoral na Argentina, a situação macroeconômica de ambos no Mercosul e também diante do 'efeito China'. Segundo Barbato, de janeiro a junho de 2010 as empresas do setor venderam para a Argentina US$ 1,02 bilhão, enquanto que, nos primeiros seis meses deste ano, caíram para US$ 897 milhões. "Os aparelhos celulares registraram a maior retração entre os produtos, caindo de US$ 298 milhões (jan-jun/2010) para US$ 125 milhões (jan-jun/2011), o que significa queda de 58%", destacou. O presidente da Abinee ressaltou que esta perda de mercado vai além das recentes políticas do governo argentino para incentivar a produção nacional. "Esta situação é fruto de interesses nitidamente comerciais que quebram acordos prévios firmados entre os dois países", criticou.

ABINEE rechaça PL 714 e mostra programa de recolhimento de pilhas – 25/08/2011
Nesta quinta-feira (25), durante Audiência Pública da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, requerida pelo Senador Eduardo Amorim, destinada a instruir o Projeto de Lei do Senado nº 714, de 2007, que dispõe sobre recolhimento e destinação de pilhas e baterias, o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, expôs a posição contrária da entidade em relação ao PL. Segundo ele, o projeto de lei não deve ser aprovado por tratar de matéria já devidamente disciplinada pela Política Nacional de Resíduos Sólidos e pela resolução CONAMA 401/2009. Falando ao plenário da comissão, Barbato destacou que a ABINEE sempre atuou nas questões de responsabilidade socioambiental, participando ativamente da formulação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, retratada na Lei 12.305/2010, discutida neste Congresso Nacional por cerca de 20 anos. "Esta Política confere responsabilidade compartilhada entre fabricantes, importadores, distribuidores, consumidores e poder público. Nela consta expressamente a obrigação para a implantação da Logística Reversa para pilhas e baterias e, obviamente, considera todos os aspectos do recolhimento e destinação final destes produtos", afirmou. O presidente da ABINEE traçou, ainda, um histórico da atuação da entidade e suas associadas no processo de discussão e implantação do recolhimento e descarte das pilhas e baterias de uso doméstico usadas, no âmbito do Conselho Nacional do Meio Ambiente. Segundo Barbato, atendendo à Resolução 401, a ABINEE iniciou a implantação do programa de Logística Reversa de pilhas e baterias de uso doméstico, em 5 de novembro de 2010, que prevê o recebimento em todo território nacional das pilhas usadas devolvidas pelo consumidor ao comércio, e o seu encaminhamento, por meio de transportadora certificada, a uma empresa que faz a reciclagem desse material. "Hoje, através de parcerias com empresas do setor varejista, o programa já conta com mais de mil postos de coleta espalhados por todas as capitais e grandes cidades do país", disse. Em sua exposição, Barbato fez um alerta em relação à competição desleal exercida pela pirataria na venda de pilhas e baterias de uso doméstico. "Geralmente fabricadas em países asiáticos, muitas dessas pilhas e baterias clandestinas, que ocupam cerca de 40% do mercado total (que hoje é da ordem de 1,2 bilhão de unidades/ano), têm o mesmo nome das empresas fabricantes consagradas, ou estão em embalagens que lembram as cores e o design das marcas conhecidas, com o objetivo único de enganar os consumidores", afirmou. Segundo ele, além de não recolherem impostos, estas pilhas piratas ainda representam bombas ambientais, pois agregam em sua composição quantidades de mercúrio muito superiores ao estabelecido pela Resolução CONAMA. Por conta deste risco oferecido pela pirataria, o presidente da ABINEE destacou que o sucesso do programa de recolhimento e destinação final de pilhas e baterias está diretamente ligado à adesão consciente do consumidor.

Certificação: ABINEE e SEBRAE apoiam micro e pequenas empresas – 22/08/2011
A ABINEE e o SEBRAE celebraram o Convênio de nº 40/2010, que tem o objetivo de apoiar as micro e pequenas empresas do setor eletroeletrônico no processo de obtenção de certificado para qualificação de produtos ou sistemas de gestão. Este convênio pode ajudar as empresas no atendimento às exigências estabelecidas pela Portaria 371 do INMETRO. Sobre as condições e valores envolvidos, os trabalhos realizados pelo organismo de certificação de produto (OCP) no âmbito deste Convênio, contarão com os seguintes subsídios por parte da ABINEE, via repasse de recursos: I - ENSAIO DE PRODUTO: a ABINEE subsidiará 40% (quarenta por cento) do valor total relativo ao ensaio, subsídio este que está limitado a R$6.000,00 (seis mil reais), cabendo à micro ou pequena empresa o valor restante; II - PRESTAÇÃO DE SERVIÇO NA AVALIAÇÃO DE FAMÍLIA DE PRODUTOS: a ABINEE subsidiará 50% (cinquenta por cento) do valor hora de prestação de serviço, limitado, o subsídio, a R$75,00 (setenta e cinco reais) por hora, cabendo à micro ou pequena empresa o valor restante, sendo que o total de horas passíveis de serem subsidiadas é de até 144 horas; III - PRESTAÇÃO DE SERVIÇO NA AVALIAÇÃO DE PROCESSO PRODUTIVO: a ABINEE subsidiará 50% (cinquenta por cento) do valor hora de prestação de serviço na avaliação da conformidade, limitado, o subsídio, a R$75,00 (setenta e cinco reais) por hora, cabendo à micro ou pequena empresa o valor restante, sendo que o total de horas passíveis de serem subsidiadas é de até 934 horas.

ABINEE envia propostas para indústria de componentes – 18/08/2011
A ABINEE encaminhou ao governo, atendendo à solicitação do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloízio Mercadante, um conjunto de propostas objetivas e específicas que permitem o desenvolvimento da indústria de componentes no país, com destaque para semicondutores. O documento, elaborado pela LCA Consultores, visa consolidar a indústria deste segmento no Brasil, considerando o seu alto grau de inovação e, também, a necessidade de independência tecnológica.

Ritmo dos negócios do setor apresenta queda em julho – 16/08/2011
Sondagem da ABINEE aponta que, o mês de julho, que normalmente não é o melhor para os negócios da indústria eletroeletrônica, apresentou resultados piores do que o esperado. Segundo o levantamento da entidade, aumentou significativamente o número de empresas cujas vendas/encomendas diminuíram, enquanto que ocorreu acréscimo dos estoques, tanto de matérias primas, como de bens finais, ao mesmo tempo que cresceu o número de empresas cujos negócios ficaram abaixo das expectativas. Quanto à realização de negócios, o percentual de pesquisados que indicou redução nas vendas/encomendas em relação ao mesmo período de 2010 passou de 17%, em junho/2011, para 36%, em julho/2011. Apenas 42% apontaram crescimento em julho/2011, frente ao percentual de 62% observado na pesquisa realizada em junho. Um dos principais entraves citados pelas empresas do setor foi a permanência da valorização do Real frente ao Dólar. Com isso, as empresas instaladas no país permaneceram com dificuldades para exportar, ao mesmo tempo em que se ressentiram do aumento da concorrência no mercado interno com os produtos importados, principalmente os de origem chinesa.

Brasil tem que estar preparado para a competição do século – 15/08/2011
O mundo, desde o fim da guerra fria e o advento da globalização, passa por um reequilíbrio de poder e, também, de sua economia. Este processo abriu espaço para o desenvolvimento de países emergentes como a China, a Índia e o Brasil, que tem à sua frente uma grande oportunidade para elevar seu patamar de crescimento. Esta é a avaliação do embaixador Sérgio Amaral, feita durante a reunião do Conselho Consultivo da ABINEE, realizada na segunda-feira (15). Ele ressaltou, no entanto, que o Brasil precisa resolver seus problemas de competitividade para poder acompanhar Índia e China nesta competição do século. "Não é uma corrida de 100 metros, mas uma maratona. Se o Brasil continuar com taxas baixas de crescimento, por causa de um custo de produção elevado, de um déficit na infraestrutura e na educação, corremos o risco de ficar para trás nesta corrida e perder uma oportunidade que é única", afirmou. Amaral, que hoje é presidente do Conselho Empresarial Brasil-China, ressaltou que a relação com os chineses explicita e dramatiza o dilema do Brasil a médio prazo. "De um lado, poderíamos deixar como está e permitir que as forças do mercado aprofundem a complementaridade natural entre as duas economias. Porém, à custa de apreciar mais o câmbio e agravar o desequilíbrio no comércio", disse, acrescentando que o chamado custo Brasil inviabiliza a competição com os produtos chineses no mercado brasileiro e em terceiros mercados. "Se não quisermos aceitar a primarização da nossa economia, só nos resta aumentar a competitividade. Mas com este câmbio é muito difícil". Sérgio Amaral lamentou o fato do tema da competitividade estar se banalizando assim como aconteceu com a inflação no passado. "Havíamos nos resignado com uma inflação de 80% ao mês, e hoje nos conformamos com custos de produção estratosféricos, que começam a inviabilizar setores industriais inteiros", destacou. Segundo ele, esta questão toca o centro do nosso projeto de desenvolvimento, ou a falta dele. "Nós ainda estamos no pelotão de frente da maratona do século XXI. Se demorarmos mais para decidir, poderemos nos distanciar e não aproveitaremos a conjunção de oportunidades que nos está colocada", completou. Para o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, que dirigiu a reunião, o cenário é de preocupação já que a lição de casa que o país precisa fazer para dar o seu salto de competitividade nem sempre está ligada aos interesses políticos. "Isto dificulta a possibilidade de resolvermos os problemas do custo Brasil", disse. Ele salientou que a indústria está sendo muito maltratada por conta do câmbio e as empresas exportadoras passam por grandes dificuldades. "Enquanto as commodities estão com seus preços altos, o Brasil está em posição confortável, mas isto pode não durar e, quando isso acontecer, talvez não tenhamos fôlego para correr esta maratona". Barbato lembrou, ainda, que parte da crise que os EUA vivem hoje passa pelo fato de que os norte-americanos abriram mão de suas médias empresas ao transferir a produção para a China. "Este desmonte da indústria média está acontecendo aqui também e temos que agir para não permitir que a desindustrialização se alastre ainda mais", concluiu Barbato.

Estudo do IPEA reforça posicionamento da ABINEE sobre questão cambial – 12/08/2011
Estudo do Ipea, divulgado na quinta-feira (11), mostra que a desvalorização cambial constatada em alguns países, como a China e os Estados Unidos, pode afetar o Brasil e anular as tarifas de proteção comercial negociadas OMC. O estudo aponta que a desvalorização cambial acaba também servindo como subsídios às exportações desses países e como sobretaxas às suas importações, transformando-se em barreiras mais eficazes que as tarifas aplicadas. Segundo o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, o trabalho do Ipea ratifica o que ele já vem apontando há muito tempo, e ilustra a concorrência que as empresas instaladas no Brasil enfrentam, principalmente, em relação aos produtos chineses. "A China usa a moeda desvalorizada como mecanismo de competitividade, ou seja, como subsídio direto. Em contrapartida, o câmbio brasileiro age de forma oposta, roubando a capacidade competitiva das empresas instaladas no país", diz Barbato. Ele acrescenta que o pacote de estímulos à indústria, aliado com outras medidas de combate à especulação no mercado financeiro, apenas servem como uma espécie de paliativo para uma questão mais ampla, que seria a promoção de mudanças no atual modelo de política cambial brasileiro. Ainda assim, enquanto a questão do câmbio - sujeita a fatores externos - não é equacionada, o presidente da ABINEE reforça a necessidade do país elevar a alíquota do Imposto sobre Importações de alguns produtos para até 35%, limite permitido pela OMC, como forma de amenizar o impacto nocivo da valorização do Real.

No GAC, Barbato diz esperar medidas para área de microeletrônica – 10/08/2011
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, participou na quarta-feira (10), em Brasília, da reunião do Grupo de Avanço da Competitividade - GAC -, coordenada pelo Ministro da Fazenda, Guido Mantega. Na ocasião, Barbato somou-se a outras lideranças empresariais que pediram a ampliação das medidas anunciadas pelo Plano Brasil Maior. Além da extensão das reduções de impostos anunciadas nos últimos dias, os empresários voltaram a defender a necessidade ações para queda dos juros. Para o presidente ABINEE, o Brasil Maior beneficiou apenas o segmento de tecnologia da informação, mas deixou de lado o setor de microeletrônica, responsável pela geração de um enorme déficit comercial. Segundo Barbato, o governo deve reduzir tributos para fabricantes de semicondutores, visores de tela e outros componentes eletrônicos para estimular a produção local. Sobre isso, Barbato ressaltou que a ABINEE já apresentou pleitos ao ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, para a criação de uma política que atraia fabricantes de componentes eletrônicos ao Brasil, e, agora, aguarda definição para a implementação de medidas pelo governo.

Inmetro define escopo da certificação de eletrodoméstico – 08/08/2011
O Inmetro publicou, no dia 8 de agosto, a Portaria nº 328, que traz considerações para dirimir dúvidas e esclarecer o escopo da Portaria Inmetro nº 371/2009, que tem o objetivo de certificar os aparelhos eletrodomésticos e similares, fabricado no país ou importados, de acordo com requisitos mínimos de segurança estabelecidos. Nesta nova portaria, foram definidos os produtos abrangidos e os que não serão contemplados. Para aqueles produtos dos quais havia dúvida se estariam inclusos foram definidos novos prazos para o cumprimento da portaria. São eles: compressores, fogões elétricos, fornos elétricos (exceto os abrangidos pelas normas IEC 60335-2-36 e IEC 60335-2-42), fornos de micro-ondas abrangidos pela IEC 60335-2-90, banheiras de hidromassagem, secadoras de roupa, máquinas de lavar louça, adegas, congeladores e conservadores comerciais, aquecedores híbridos de acumulação e bombas de calor. A portaria 328 promoveu, também, alguns ajustes no regulamento de avaliação da conformidade dos produtos eletrodomésticos. Ainda com o objetivo de esclarecer pontos da regulamentação, o Inmetro publicou um documento com o nome de "Orientações Gerais sobre a Portaria Inmetro/MDIC 371 de 29/12/2009".

Embora tardias, medidas são bem-vindas, diz Barbato – 02/08/2011
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, participou nesta terça-feira (2), do lançamento do Plano Brasil Maior, anunciado pela presidente Dilma Rousseff e que prevê uma série de ações iniciais que vão desde a desoneração das exportações, até a regulamentação da Lei de Compras Governamentais, passando pelo fortalecimento da defesa comercial e pela criação de regimes especiais setoriais, com redução de impostos. Na avaliação de Barbato, apesar de tardias, as medidas são bem-vindas, pois demonstram comprometimento do governo com a indústria, hoje, extremamente afetada pela valorização cambial e pela concorrência internacional. Ele destacou, ainda, o fato da presidente Dilma ter deixado aberto um canal para o aperfeiçoamento das medidas. Um dos destaques, segundo Barbato, diz respeito à desoneração das exportações com a instituição do Reintegro, que prevê a devolução de créditos de PIS/COFINS até 4% do valor exportado de manufaturados acumulados na cadeia produtiva, que hoje não dão direito a crédito. O presidente da ABINEE afirmou que as medidas atendem parcialmente o setor eletroeletrônico. Ele espera que, neste segundo semestre, sejam atendidas as reivindicações da área de microeletrônica. Neste aspecto, lembrou que a ABINEE já está trabalhando junto ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação para definir as medidas específicas para o setor. Antes do anúncio das medidas, Barbato participou, ao lado de outras lideranças empresariais, de reunião com Dilma Rousseff. Na ocasião, ele teve a oportunidade de reforçar dois pleitos da ABINEE para compensar o impacto do câmbio na competitividade da indústria eletroeletrônica instalada no país. Um deles é elevar, temporariamente, para 35% a alíquota do Imposto de Importação para Equipamentos Industriais e de GTD que tenham similar nacional, preservando as regras impostas pela OMC. O outro pleito é restringir a isenção de Imposto de Importação aos equipamentos que não tenham similar nacional nas importações realizadas na Amazônia Ocidental, preservando-se os incentivos da Zona Franca de Manaus.

Cai número de reclamações sobre celulares segundo DPDC– 28/07/2011
Dados do Cadastro Nacional de Reclamações Fundamentadas de 2010, publicado pelo DPDC - Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor -, órgão do Ministério da Justiça, revelam que as reclamações sobre os aparelhos celulares caíram 17% em relação à última pesquisa realizada em 2009. Naquele ano, foram registradas 26 mil reclamações, enquanto que, em 2010, o número caiu para pouco mais de 21 mil. Comparando com 2008, quando foram registradas 34 mil reclamações, verifica-se a queda de 35,2%. Vale ressaltar, também, que essa redução do número de reclamações é inversamente proporcional ao crescimento da base instalada de linhas nos últimos três anos (35,3%), como mostram os dados do DPC e da Anatel. Destaca-se, ainda, que, de 2008 a 2010, foram comercializados no mercado interno 142 milhões de aparelhos, ao mesmo tempo em que foram registradas 82 mil reclamações. Isto significa que as reclamações representam 0,058% do total de celulares vendidos no país. Para a ABINEE estes resultados demonstram o permanente esforço da indústria de celular estabelecida no país para, cada vez mais, aperfeiçoar o atendimento no pós-venda e a crescente satisfação do consumidor. Segundo o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, o DPDC falha ao não apresentar à população e à mídia a série histórica da pesquisa, que mostra a melhoria no quadro de reclamações. "Lamento que as informações sejam parciais e os consumidores sejam privados dos dados completos", enfatiza Barbato.

Ritmo de contratações do setor tem queda de 60% nos últimos 6 meses – 22/07/2011
Levantamento realizado pela ABINEE aponta desaceleração no ritmo de contratações pelas empresas do setor eletroeletrônico. De janeiro a junho deste ano, foram abertas 4.730 novas vagas. No mesmo período do ano passado, as contratações chegaram a 11.580, o que representa uma queda de 60% no ritmo de admissões. Vale lembrar que a comparação com o 1º semestre de 2010 poderia ser prejudicada em função de que o ano passado representou a recuperação de contratações pós-crise. Todavia, a comparação com o 1º semestre de 2008 (6.880 contratações), período pré-crise, mostra, mesmo assim, uma desaceleração de 31% nas contratações. Já nos últimos 12 meses (julho/2010 – junho/2011), as indústrias do setor contrataram 8.010 trabalhadores, deflagrando uma queda de 50% no processo de contratações em relação ao acumulado dos 12 meses imediatamente anteriores (16.260). A pesquisa da ABINEE mostra que em junho de 2011 empregava 179.410 trabalhadores.

COPOM não deveria aumentar SELIC para evitar erro de 2008 – 19/07/2011
Para o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, o mercado está apostando numa elevação de 0,25 ponto percentual na Taxa Selic na próxima reunião do Copom. Segundo ele, guiado pelas condições do mercado interno, é bem provável que isso ocorra. "Sabemos que se a política monetária for relaxada, interrompendo-se o processo de elevação da taxa básica de juros, as autoridades monetárias serão imediatamente acusadas pelos agentes do mercado financeiro de conivência com a inflação, lançando dúvidas sobre a capacidade de trazê-la para o centro da meta dentro do horizonte esperado, ou seja, no primeiro semestre de 2013", afirma. No entanto, Barbato salienta que o Brasil corre o risco de repetir o mesmo erro de 2008. "Naquela oportunidade, ao retardar o início do ciclo de afrouxamento monetário, o Comitê restringiu a saída mais rápida do país da crise", diz. Por conta disso, ele sugere que o Banco Central deveria concentrar sua atenção em três aspectos fundamentais. Primeiro, na contundente ameaça de uma crise de proporção mundial, agora partindo da Europa, o que travaria, mais uma vez, o sistema internacional de crédito e os fluxos comerciais entre nações. "Por contágio, isto nos parece suficiente para promover a desaceleração da economia brasileira, a exemplo do que assistimos em 2008/2009", analisa. Segundo, nos efeitos das medidas macroprudenciais impostas pelo Banco Central, que, "embora não tenham causado impacto imediato, passaram a dar sinais visíveis no tocante à evolução do crédito doméstico e do consumo das famílias. Podem não ser suficientes, mas começam a atingir os objetivos para os quais foram criadas", afirma. Por fim, Barbato destaca que, às vésperas do lançamento da Política de Desenvolvimento da Competitividade (PDC), uma possível interação entre a política industrial e a política econômica seria um passo novo e marcante para a recuperação do setor industrial no País. Para ele, a coordenação de políticas deveria falar mais alto nesta hora. "Por estas razões acredito que o Copom deveria manter a taxa de juros em 12,25%, esperando uma melhor definição do cenário internacional. Do contrário, ao elevar novamente a Selic, poderá comprometer a frágil evolução do produto industrial, já tão castigado pelo equivocado comportamento do câmbio", conclui o presidente da ABINEE. Sondagem ABINEE de junho mostra negócios abaixo das expectativas – 19/07/2011
Sondagem setorial da ABINEE, realizada no mês de junho, mostrou que os negócios das empresas do setor eletroeletrônico permaneceram abaixo das expectativas (59%). Segundo o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, desde abril vem se repetindo este elevado percentual. "Somente 9% das empresas pesquisadas informaram que os seus negócios ficaram acima das expectativas, o que confirma um quadro de preocupação do setor, com os resultados para este ano", diz Barbato. De acordo com as empresas, entre os principais fatores que preocupam estão a elevação das taxas de juros, a valorização do Real frente ao Dólar, o aumento da inflação, a concorrência com produtos importados - principalmente chineses - e incertezas quanto ao rumo da economia mundial.

Nova diretoria da ABINEE-NE toma posse em Recife – 18/07/2011
Nesta segunda-feira (18), tomou posse a nova diretoria regional da ABINEE-NE, em cerimônia realizada em Recife, composta pelos empresários Angelo José de Barros Leite, diretor, e Renzo Rodrigues Sudário da Silva, vice-diretor. O evento contou com as presenças do presidente da ABINEE, Humberto Barbato, do Senador Armando Monteiro Neto, do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco, Deputado Jorge Corte Real, do Deputado Estadual Luciano Siqueira, do presidente da CHESF, Dilton da Conti Oliveira, e do Secretário Estadual da Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente, Marcelino Granja de Menezes, que representou o Governador Eduardo Campos. Em seu pronunciamento, Barbato destacou o papel dos novos diretores da regional, de gerir os interesses das associadas instaladas no nordeste país, buscando integrá-las às ações de governo e, também, à comunidade, assegurando o desenvolvimento competitivo do complexo elétrico e eletrônico. Lembrando a importância da região, o presidente enalteceu o seu grande potencial composto por um expressivo parque industrial, institutos de pesquisa e universidades, responsáveis por um ambiente propício para o desenvolvimento produtivo e tecnológico do setor eletroeletrônico. "Estas instituições mostram que o nordeste do país atingiu um elevado grau de desenvolvimento, dispondo de uma grande rede de conhecimento que o insere no centro das discussões tecnológicas", disse Barbato. Em sua exposição, o presidente da ABINEE lembrou, também, das dificuldades que as empresas instaladas no país estão enfrentando para competir no mercado externo, e também no mercado interno, fruto do chamado custo Brasil e da política cambial, que mantém o Real extremamente valorizado. "Com o câmbio desajustado, surge um novo elemento que tem aprofundado o déficit do setor, e gerado instabilidade nas indústrias: a importação de produtos acabados, que implica na corrosão das cadeias produtivas, levando o país à desindustrialização", alertou Barbato. Ao concluir, o presidente da ABINEE lembrou das propostas que encaminhou ao governo numa tentativa de reverter esta situação, destacando a importância de uma maior sinergia e aglutinação de esforços entre as entidades empresariais, o Congresso Nacional e órgãos governamentais. Em sua fala, o novo diretor regional, Angelo de Barros Leite, afirmou que o nordeste vive hoje um sólido ciclo de desenvolvimento, produzindo bens de qualidade, e reduzindo a dependência de outras regiões. "Estou aqui para contribuir e agregar. Serei um parceiro para defender as causas da indústria, focado no nordeste e sintonizado com a ABINEE", disse Barros Leite. O Senador Armando Monteiro elogiou a atuação da ABINEE em sua luta pela competitividade. Segundo ele, o setor eletroeletrônico ainda tem muito a crescer para concorrer com países que já atingiram um estágio superior, e para isso a indústria precisa de políticas governamentais que de fato apoiem seu desenvolvimento.  Reiterando a necessidade de medidas para combater a desindustrialização que afeta vários segmentos da indústria, o senador afirmou que, para competir, o Brasil precisa reagir e se modernizar. Monteiro destacou a intensa atuação da ABINEE no Congresso Nacional, reafirmando seu à entidade e, em especial, ao presidente Humberto Barbato.  Encerrando a cerimônia, o Secretário Marcelino Granja de Menezes, registrou os avanços que Pernambuco tem alcançado na área do desenvolvimento tecnológico e na formação de profissionais qualificados. Ele citou a atuação da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado - FACEPE -, que apoia com empresas que atuam em Pernambuco, e convidou as associadas da ABINEE a utilizarem mais seus recursos, inclusive para a qualificação de mão-de-obra. Menezes concluiu, desejando sucesso aos novos diretores regionais da ABINEE-NE.

ABINEE recebe associação portuguesa de tecnologias ambientais – 15/07/2011
O diretor da área de Responsabilidade Socioambiental da ABINEE, André Luís Saraiva, recebeu, na quinta-feira (14), o diretor da APEMETA - Associação Portuguesa de Empresas de Tecnologias Ambientais -, José Costa, para troca de experiências sobre os processos de logística reversa e destinação final de resíduos sólidos nos dois países. Saraiva apresentou detalhes do atual estágio e o posicionamento da indústria elétrica e eletrônica perante a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que encontra-se em fase de regulamentação. Por sua vez, José Costa, apontou o objetivo principal da APEMETA, de apoiar a atividade empresarial no setor ambiental, promovendo ações e disponibilizando consultoria, informação técnica, formação profissional aos seus associados. Ao final do encontro, que contou com a presença dos membros da ELETROS, Luiz Alberto Zanardi e Angelo Wagner Merlo, as entidades decidiram preparar um protocolo de colaboração mútua, a ser assinado em breve, prevendo a continuidade de troca de experiências, com a realização de workshops nos dois países.

Presidente da ABINEE participará do I Fórum Conteúdo Local – 14/07/2011
O SINAVAL e a Fundação ARO realizam, no dia 5 de agosto de 2011, no JW Marriott Hotel (Av. Atlântica, 2600, Copacabana - Rio de Janeiro - RJ), o I Fórum Conteúdo Local, com a presença já confirmada do Ministro da Fazenda, Guido Mantega. Na ocasião, o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, falará sobre as oportunidades e desafios para o setor eletroeletrônico no fornecimento para a área de Petróleo e Gás. Com o advento do Pré-Sal, é fundamental que os fornecedores da indústria petrolífera aumentem sua competitividade, produtividade e qualidade, a fim de responder aos grandes desafios que se colocam. O I Fórum Conteúdo Local vai debater e apontar soluções para o desenvolvimento da cadeia produtiva, fontes de financiamento, qualidade dos produtos, atendimento dos prazos e outros fatores decisivos para o sucesso dos negócios existentes e por vir.

Apesar de bem-vinda, nova política industrial é tímida, diz Barbato – 13/07/2011
Nos últimos dias, a mídia tem divulgado algumas diretrizes da nova política industrial que o governo deverá anunciar em breve. Entre as medidas, haverá novos incentivos fiscais para segmentos que passam por um esvaziamento da cadeia produtiva e uma desoneração da folha de salários, de implementação gradual e, ao que tudo indica, para todos os setores. Para o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, as medidas são bem-vindas, mas o governo deveria ter mais ousadia, considerando os problemas que a indústria de transformação brasileira tem enfrentado frente sua exposição aos produtos importados, devido à absurda valorização cambial. "Há uma timidez muito grande para tomar providências que, em tese, poderiam resultar em perda de receitas", diz. Barbato acrescenta que o caso dos computadores deve ser estudado com profundidade, já que, a partir da desoneração promovida pela Lei do Bem, em 2004, a arrecadação do governo não caiu. "Pelo contrário, o governo arrecadou mais, por conta do aumento das vendas legais e a diminuição do mercado cinza de PCs", afirma. Outro ponto visto com bons olhos por Barbato é a redução dos encargos salariais. No entanto, segundo ele, esta medida deveria ter efeito mais imediato. "Zerar a contribuição patronal em quatro anos – como está sendo proposto – é um prazo longo demais", disse. Para ele, é fundamental que sejam adotadas medidas para diminuir custos da indústria para compensar os prejuízos causados pelo real valorizado. Em relação à ideia do governo de recriar a CPMF ou aumentar a alíquota da Cofins para compensar perdas de arrecadação da Previdência, o presidente da ABINEE rechaça qualquer tipo de aumento de impostos que onere o custo de produção.

ABINEE recebe visita de membros do ITI – 12/07/2011
Na última terça-feira (12), a ABINEE recebeu membros do ITI - Information Technology Industry Council -, entidade sediada nos Estados Unidos que atua na discussão ampla da organização e desenvolvimento do setor de tecnologia da informação em todo o mundo. Recebidos por diretores, gerentes e assessores da ABINEE, os visitantes, liderados pela Diretora de Políticas Globais do ITI, Maria Medrano Alonzo, puderam conhecer pontos da atuação da entidade na defesa dos pleitos de suas associadas. O destaque ficou por conta do interesse dos membros do ITI em conhecer as atividades da ABINEE em relação às discussões da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), e em particular da sobre a Logística Reversa e Destinação Final dos produtos eletroeletrônicos. Os representantes da ABINEE esclareceram que, após a entrada em vigor da PNRS, no ano passado, teve início uma série de debates e reuniões, objetivando sua regulamentação e envolvendo o governo, a indústria, o comércio e os recicladores. Esclareceu-se que, neste momento os grupos de trabalho (GTT), entre eles o do setor eletroeletrônico, do qual a ABINEE é a relatora, estão elaborando seus modelos de recolhimento e destinação, e que esses modelos serão entregues ao governo para elaboração do documento único, que deverá estar pronto até o final deste ano. Outro tema de interesse do ITI foi o relacionamento da ABINEE com a ANATEL e com o INMETRO. Neste item os representes da ABINEE deixaram claro o bom trânsito com os dois órgãos, o que tem facilitado a defesa dos pleitos do setor.

Especialistas analisam os riscos da Copa do Mundo 2014 no Brasil – 08/07/2011
Antes, uma possibilidade de alavanca para a promoção de melhorias na infraestrutura do país, a realização da Copa do Mundo no Brasil em 2014 se torna a cada dia um motivo de preocupação, devido aos atrasos em obras e aos orçamentos inflados. Exemplos para estas preocupações estão na Grécia e em Portugal, que contraíram dívidas com a realização da Olimpíada de Atenas e da Eurocopa de 2004, respectivamente, o que exacerbou o processo de deterioração da economia dos dois países. Para debater este cenário e fazer uma análise sobre a infraestrutura brasileira, a ABINEE realizou na quinta-feira (7) sua reunião plenária com a participação do jornalista Flávio Prado, apresentador do programa Mesa Redonda, da TV Gazeta, e comentarista esportivo da Rádio Jovem Pan, e, também, do vice-presidente do Conselho Superior de Infraestrutura da FIESP, ex-Senador e ex-Ministro das Minas e Energia no período 1999-2001, Rodolpho Tourinho. Flávio Prado contextualizou as denúncias feitas pelo jornalista britânico Andrew Jennings, de corrupção envolvendo Ricardo Teixeira, presidente da CBF e do Comitê Organizador da Copa, e membros da FIFA. "A fortuna que está sendo gasta para a Copa está indo para as mãos destas pessoas", disse. Ele ressaltou que as exigências da FIFA fazem parte deste 'jogo' e geram o aumento no orçamento das obras de estádios, como o do Corinthians, na Zona Leste de São Paulo, que partiu de uma previsão de R$ 400 milhões para R$ 1 bilhão, com aporte do BNDES e concessão de benefícios fiscais pela prefeitura da cidade de São Paulo. Segundo Prado, o que o Brasil gastou de dinheiro público para a Copa até o momento já é mais do que se colocou nos últimos três mundiais. "Se continuar nesta toada, o Brasil gastará mais do que todas as Copas, desde 1930. E o que sobrará? Qual será o retorno para a população? Estou um pouco assustado", enfatizou. Atendo-se às necessidades de melhorias na infraestrutura, Rodolpho Tourinho destacou um ranking de 139 países do Fórum Econômico Mundial que aponta as deficiências do Brasil. Ele elegeu a área de telecomunicações como um setor chave para o sucesso do evento. "Vai exigir investimentos do setor e capacidade de banda larga bem maior do que temos hoje", afirmou. No entanto, o ex-ministro destacou que há muito o que ser feito até a Copa e muitos problemas a serem enfrentado, que não são de fácil solução. "Será que a Anatel vai disponibilizar tudo aquilo que é preciso? Como serão os leilões de frequência de 700 MHz e 3,5G? Provavelmente, o governo não terá tempo de resolver até lá". Coordenando a reunião em São Paulo, o vice-presidente da ABINEE, Hugo Valério, acrescentou que muitos dos investimentos para a Copa do Mundo, e também para a Olímpiada, a FIFA e o Comitê Olímpico Internacional já trazem seus parceiros, restando pouco espaço para empresas locais fornecerem para as obras. Durante a reunião, que foi transmitida por vídeo conferência para os escritórios regionais da ABINEE em Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro, o presidente da entidade, Humberto Barbato, salientou que, talvez, a única área de infraestrutura que não sofre com problemas é a de energia, embora se recinta com as altas tarifas. Barbato – que participou da reunião diretamente de Brasília, por conta de atraso de voo (notadamente um dos principais gargalos de infraestrutura para a realização dos eventos esportivos) – também mostrou preocupação quanto a um possível legado negativo por conta da Copa. Segundo ele, exemplos não faltam para dizer que existem sérios riscos para a economia. "Espero que os preços da soja e do minério continuem altos e a China continue comprando para sustentar esta situação", ironizou.

ABINEE debate medidas para componentes – 06/07/2011
A ABINEE realizou na terça-feira (5), workshop com a participação de representantes de empresas associadas da entidade, para debater propostas objetivas e específicas que permitam o desenvolvimento da indústria de componentes no país. O conjunto de medidas, que está sendo elaborado com o apoio da LCA Consultores, será entregue ao ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, atendendo à sua solicitação. Segundo o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, há disposição por parte do governo de desenvolver esta indústria no país pelo seu caráter estratégico e para amenizar o déficit da balança comercial do setor eletroeletrônico.

Substituição Tributária: Prorrogados os Índices de Valor Agregado – 30/06/2011
Foram publicadas hoje (30), no Diário Oficial do Estado de São Paulo, as Portarias que prorrogam a vigência dos atuais IVA - Índice de Valor Agregado - dos produtos do setor elétrico e eletrônico até as data que especificam:

- Portaria CAT 77/2011 – alterou a Portaria CAT – 178/2009, que estabelece a base de cálculo na saída de produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, a que se refere o artigo 313-Z20 do Regulamento do ICMS - Vigência dos IVA até 31/12/2011;

- Portaria CAT 78/2011 – alterou a Portaria CAT – 80/2010, que estabelece a base de cálculo na saída de ferramentas e congêneres, a que se refere o artigo 313-Z4 do Regulamento do ICMS – Vigência dos IVA até 30/04/2012;

- Portaria CAT 79/2011 – alterou a Portaria CAT – 30/2008, que estabelece a base de cálculo na saída de pilhas e baterias novas, a que se refere o artigo 313-R do Regulamento do ICMS – Vigência dos IVA até 31/12/2011;

- Portaria CAT 81/2011 – alterou a Portaria CAT 263/2009, que estabelece a base de cálculo na saída de materiais elétricos, a que se refere o artigo 313-Z18 do Regulamento do ICMS – Vigência dos IVA até 30/06/2012;

- Portaria CAT 82/2011 – alterou a Portaria CAT – 29/2008, que estabelece a base de cálculo na saída de lâmpadas elétricas, a que se refere o artigo 313-T do Regulamento do ICMS – Vigência dos IVA até 31/12/2011.

Sondagem ABINEE de maio mostra estabilidade na atividade do setor – 28/06/2011
Dados da Sondagem Conjuntural da ABINEE apontam que, no mês de maio, as vendas e as encomendas do setor eletroeletrônico tenderam à estabilidade na comparação com igual período de 2010. De acordo com a pesquisa, 47% das empresas indicaram que suas vendas ficaram estáveis ou diminuíram em relação a maio do ano anterior. Na comparação com abril de 2011, 56% apontou que as vendas permaneceram estáveis ou diminuíram. Para o ano de 2011, foi notória a queda do número de empresas que preveem crescimento e aumento daquelas que indicaram estabilidade, reafirmando os sinais de desaceleração dos negócios do setor. As razões para esta alteração de expectativas podem ser explicadas pelo aumento de juros, pelas medidas chamadas macroprudenciais anunciadas pelo governo para conter o crescimento econômico, mais as dificuldades competitivas do setor tanto no mercado interno como no internacional decorrente do Real valorizado.

GS de Sistemas Fotovoltaicos da ABINEE participa do All About Energy – 22/06/2011
O Grupo Setorial (GS) de Sistemas Fotovoltaicos da ABINEE participa, de 5 a 8 de julho próximo, em Fortaleza, do All About Energy 2011, evento internacional voltado para exposição e debates sobre energias alternativas e renováveis. Assim como aconteceu na FIEE, em março passado, as empresas Blue Sol, Dupont, Jema, Santerno, Schneider, Siemens e SSSolar integrarão um pavilhão institucional, como forma de demonstrar todo o potencial do mercado de energia fotovoltaica no país, apresentando a cadeia de valores do setor e suas soluções. Em sua 6ª edição, o All About Energy, que conta com apoio do Governo do Ceará, ocupará todo Centro de Convenções Edson Queiroz, em Fortaleza, devendo reunir cerca de 5 mil participantes/visitantes, número superior à edição passada.

ABINEE recebe entidade coreana do setor elétrico – 17/06/2011
O vice-presidente da ABINEE, Antonio Hugo Valério, recebeu, nesta sexta-feira (17), a visita do recém empossado presidente da Korea Electrical Manufacturers Association (KOEMA), Sechang Chang, e do diretor da área de negócios da entidade, Byung Park. O motivo da reunião foi estreitar relações entre as duas associações representativas da indústria, como parte do acordo de cooperação mútuo assinado em 2006. Na oportunidade, Hugo Valério apresentou aos visitantes a atual situação do setor elétrico no contexto do mercado brasileiro, mostrando o interesse do Brasil em atrair investimentos produtivos. Por sua vez, o presidente da KOEMA deixou o convite para associadas da ABINEE visitarem a Seoul International Electric Fair 2011, que acontece de 28 de setembro a 1º de outubro próximos.

Avaliação trimestral disponível no Site ABINEE – 16/06/2011
Levantamento da ABINEE apontou que, no trimestre deste ano, o faturamento do setor eletroeletrônico cresceu 11% na comparação com igual período de 2010. O desempenho foi positivo para todas as áreas representadas pela ABINEE, com percentuais que variaram de 2% (Material Elétrico de Instalação e Utilidades Domésticas) a 20% (Telecomunicações). Apesar desse quadro favorável, aumentou a porcentagem de empresas cujas vendas ou encomendas ficaram abaixo das expectativas - de 32%, dos informantes no último trimestre do ano passado, para 36%, no 1º trimestre deste ano. As áreas responsáveis por este fato foram Automação Industrial, Componentes Elétricos e Eletrônicos, Equipamentos Industriais e, especialmente, Material Elétrico de Instalação. As áreas de GTD e de Informática mantiveram os percentuais do 4º trimestre de 2010. Somente a área de Telecomunicações avaliou melhor o comportamento dos negócios do trimestre.

ABINEE apresenta pesquisa sobre o setor eletroeletrônico no Paraná – 14/06/2011
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, participou nesta terça-feira (14), em Curitiba, de café da manhã com cerca de 70 empresários do setor eletroeletrônico, promovido pela regional paranaense entidade. Na ocasião, foi divulgado o estudo "Perfil Industrial do Setor Eletroeletrônico no Paraná". O estudo apresenta a distribuição demográfica das empresas no Estado, as dez principais regiões onde estão localizadas, a quantidade de estabelecimentos, participação nas vendas, comércio internacional, e o nível de emprego. Essa é a primeira vez que é feito um estudo para mapear e conhecer melhor esse setor no país. "Essa ação nos ajuda a traçar, com mais perfeição, o verdadeiro poderio industrial brasileiro instalado no país. Iniciamos no Paraná, que possui fortes características de alto nível de desenvolvimento econômico, social e cultural, iniciativa e competência", ressalta o presidente da ABINEE, Humberto Barbato. Os resultados mostram que, no Paraná, existem 34.120 trabalhadores no setor, sendo que Curitiba e região metropolitana abrigam o maior número de deles. São 355 estabelecimentos que empregam 25.066 profissionais. A capital e região apresentam também o maior volume de vendas: 82,32%, depois vem o sudoeste paranaense com uma participação de 8,37%, deixando o norte central na terceira posição, com 6,62%. O volume total de vendas de 2009 a 2010 ficou em R$ 11.209.038 bilhões, as exportações em US$ 243.500 milhões e as importações na faixa de US$ 1.207.000 bilhões. "Esses números revelam que houve um déficit de quase US$ 1 bilhão no Estado. Dados nacionais mostram que, enquanto as exportações de 2010 permaneceram no mesmo patamar de 2009, as importações superaram em 40% as realizadas no ano anterior, gerando um enorme déficit na balança comercial do setor", avaliou Barbato. Segundo ele, o Brasil não pode competir com produtos da Índia ou da China que chegam custando 30% a menos que os fabricados aqui. Presente no evento, o secretário da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul do Paraná, Ricardo Barros, se comprometeu a fazer contatos governamentais para buscar "medidas compensatórias", a fim de ajudar na recuperação do setor. Segundo o vice-presidente da ABINEE e diretor da regional Paraná, Álvaro Dias Júnior, "fizemos esse mapeamento para pensar em ações que possam fazer essa indústria crescer novamente". Para enfrentar essa realidade e melhorar a competitividade, os diretores da ABINEE ressaltam que é preciso: desonerar da contribuição patronal ao INSS a parcela exportada da produção dos bens do setor eletroeletrônico, assim como é feito no setor de software; elevar, temporariamente, para 35% a alíquota do II para Equipamentos Industriais e de Geração, Transmissão e Distribuição que tenham similar nacional, preservando as regras impostas pela OMC; elevar de 60% para 75% o índice de nacionalização nos financiamentos do Finame/BNDES, entre ouras medidas. Além de empresários do setor, o Secretário Estadual da Indústria e Comércio, Ricardo Barros; o presidente da FIEP (Federação da Indústria do Estado do Paraná), Rodrigo Rocha Loures, e o vice Hélio Bampi; a representante da secretaria Municipal do Meio Ambiente, Ana Flávia Souza; o presidente do Lactec, Omar Sabbag Filho; o presidente da Sanepar, Fernando Ghinone; entre outras autoridades.

ABINEE revê previsão de crescimento do setor de 11% para 8% neste ano – 10/06/2011
O faturamento indústria da indústria eletroeletrônica em 2011 deverá ser de R$ 134,5 bilhões, 8% acima de 2010, segundo dados da ABINEE. A expectativa anterior da entidade era de crescimento de 11%, com faturamento de R$ 138,6 bilhões. Com exceção da área de Material Elétrico de Instalação, que deverá se manter estável, as demais áreas esperam crescimento que variam de 2% (Utilidades Domésticas) a 14% (Telecomunicações). No entanto, continua a preocupação com a valorização do Real, cujos efeitos sobre a indústria têm sido perversos. O mercado interno deverá continuar como o elemento dinâmico para a atividade do setor uma vez que as exportações não deverão reagir nos próximos meses diante da perspectiva de manutenção da política cambial. Por sua vez, as importações deverão manter a trajetória de crescimento ganhando espaço no mercado interno, especialmente de bens finais. No fechamento do primeiro trimestre, o faturamento do setor eletroeletrônico cresceu 11% na comparação com igual período de 2010. O desempenho foi positivo para todas as áreas representadas pela ABINEE, com percentuais que variaram de 2% (Material Elétrico de Instalação e Utilidades Domésticas) a 20% (Telecomunicações). Apesar desse quadro favorável, aumentou a porcentagem de empresas cujas vendas ou encomendas ficaram abaixo das expectativas - de 32%, dos informantes no último trimestre do ano passado, para 36%, no 1º trimestre deste ano. As áreas responsáveis por este fato foram Automação Industrial, Componentes Elétricos e Eletrônicos, Equipamentos Industriais e, especialmente, Material Elétrico de Instalação. As áreas de GTD e de Informática mantiveram os percentuais da pesquisa anterior. Somente a área de Telecomunicações avaliou melhor o comportamento dos negócios do trimestre.

Barbato participará de debate no Senado sobre relação Brasil x China – 09/06/2011
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, recebeu convite do Senador Delcídio do Amaral, presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), para participar de Audiência Pública para debater a estratégia de política comercial e as relações bilaterais entre Brasil e China, especialmente, o escopo dos Acordos Comerciais que foram assinados na última visita da presidente Dilma Rousseff ao país asiático. A Audiência, que ainda não tem data marcada, está sendo convocada a partir do requerimento dos senadores Aloysio Nunes Ferreira e Armando Monteiro. No requerimento, os senadores justificam a audiência devido a necessidade de se diversificar a pauta exportadora brasileira para a China, concentrada nas commodities, além da concentração das importações chinesas de produtos manufaturados no Brasil. Os parlamentares destacam, também, que o setor produtivo brasileiro se ressente de práticas desleais de comércio. De acordo com os últimos levantamentos realizados pelo setor, dos 104 casos de antidumping abertos pelo Brasil nos primeiros nove meses de 2010, mais de um terço foram contra a China. A audiência é fundamental para se definir uma estratégia promissora entre o Brasil e a segunda economia mundial, de forma a validar uma maior participação do nosso país no comércio internacional e ao mesmo tempo fortalecer nossa competitividade e poder de barganha nas negociações comerciais.

 Eletrodomésticos portáteis serão certificados pelo Inmetro – 07/06/2011
A partir de 1º de julho de 2011, um grupo de 87 famílias de eletrodomésticos e similares, inclusive industriais, fabricados no País ou importados, deverá ser certificado, de acordo com a Portaria 371 do Inmetro, publicada no Diário Oficial da União, em 31 de dezembro de 2009, e que aprova os Requisitos de Avaliação da Conformidade - RAC. A medida foi baseada em uma norma internacional da IEC - International Electrotechnical Commission -, Requisitos Gerais IEC 60335-1 e ABNT NBR NM 60335-1, e Requisitos Particulares, para eletrodomésticos e similares, visando aumentar a segurança dos aparelhos e, consequentemente, de seus usuários. O gerente do Departamento de Tecnologia e Política Industrial da Abinee, Fabian Yaksic, afirma que a portaria contribuirá para o aumento da qualidade e segurança dos aparelhos, excluindo marcas que não se preocupam com estes fatores. "A medida vai diminuir a concorrência desleal de alguns produtos importados ou contrabandeados, que não atendem as normas técnicas e comprometem a segurança das instalações e dos usuários", diz. No caso dos importados, Yaksic explica que os produtos também deverão passar por certificação. "Terão que ser certificados por entidades acreditadas pelo Inmetro", ressalta. Segundo ele, os prazos determinados pelo Inmetro são importantes para que os pequenos e médios fabricantes tenham tempo de se adaptar à nova norma e ao RAC. "Logo, o consumidor brasileiro vai se acostumar a só comprar os produtos com o selo de segurança de identificação da conformidade", pondera. A nova regulamentação ampliou a lista de eletrodomésticos com certificação compulsória e só deixou de fora aqueles que integram Programas de Avaliação da Conformidade e já são avaliados pelo Inmetro dentro do programa de avaliação da eficiência energética ou outros, inclusive, quanto aos aspectos de segurança. A Portaria publicada não se aplica a: Secadoras de roupa e centrífugas; Máquinas de lavar louças; Segurança elétrica de Fogões, fornos e similares; Máquinas de lavar roupa; Secadoras de roupa tipo tambor; Aquecedor híbrido de acumulação; Refrigeradores, Congeladores e Adegas; Fornos de microondas; Aquecedores instantâneos de água (chuveiros elétricos); Condicionadores de ar (janela e split); Ventiladores de teto e de mesa; Aparelhos de refrigeração de uso comercial com unidade condensadora ou compressor remoto ou incorporado; e Bebedouros. O comércio terá até 1º de janeiro de 2013 para escoar o estoque de produtos nacionais e importados que estejam fora dos padrões definidos pela regulamentação.

Eletrobras Eletronorte seleciona projetos de P&D – 06/06/2011
A ABINEE e IPD Eletron colocam-se à disposição das empresas associadas para a submissão de projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) para a Eletrobras Eletronorte no âmbito da chamada 1/2011. O objetivo desta chamada é estabelecer os critérios que deverão ser rigorosamente seguidos para o desenvolvimento dos projetos de pesquisa tecnológica avançada decorrentes das demandas especificadas no edital. O prazo para submissão de propostas é até 27 de junho. Os temas contemplados são: sustentabilidade e meio ambiente; engenharia de manutenção e operação da geração; engenharia de manutenção e operação da transmissão; engenharia de expansão da transmissão; e gestão da tecnologia e informação. Poderão apresentar projetos as instituições públicas ou privadas de ensino e/ou de P&D,assim como com empresas de consultoria e fabricantes de materiais e equipamentos para o setor de energia elétrica.

Petrobras lança programa de financiamento para cadeia de fornecedores – 01/06/2011
O presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, e o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Petrobras, Almir Guilherme Barbassa, lançam oficialmente nesta segunda-feira, dia 6, às 17h, na sede da companhia, no Rio de Janeiro, o Programa Progredir, que viabiliza de forma ágil e padronizada a oferta de crédito em volume e condições competitivas para todas as empresas que integram a cadeia de fornecedores da companhia. No evento, a ABINEE será representada pelo seu gerente regional no Rio de Janeiro, Paulo Sérgio Galvão, que também participa das reuniões do Prominp. Com foco no crescimento sustentável da cadeia de fornecedores, a iniciativa, desenvolvida em parceria com os seis maiores bancos de varejo do país (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, HSBC e Santander) e com o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), conta com o apoio da indústria e de suas entidades de classe. A fase piloto do programa, que é complementar a outras ações da companhia voltadas para o fortalecimento de sua cadeia produtiva, foi implantada em setembro de 2010. Nesta primeira etapa, 14 empresas obtiveram financiamento junto aos bancos por meio da iniciativa, com volume total de R$ 137 milhões. A estimativa é que o custo de captação dos fornecedores caia, em média, 20%. O programa está baseado na criação de um ambiente favorável para a concessão de crédito, lastreado nos recebíveis ainda não performados em cada um dos contratos firmados entre os participantes da cadeia. Assim, qualquer fornecedor que participe dessa cadeia está, em princípio, apto a integrar o Progredir e poderá antecipar uma parcela dos seus recebíveis por meio dos bancos integrantes do programa. O crédito não envolve recursos da Petrobras.

Grupo de Sistemas Fotovoltaicos da ABINEE debate Consulta Pública – 30/05/2011
Em reunião realizada no dia 30 de maio último, o Grupo Setorial de Sistemas Fotovoltaicos da ABINEE aprofundou o debate sobre a Consulta Pública da ANEEL, CP 015/10, que trata da geração distribuída de pequeno porte. Na encontro, os representantes da Agência, Marco Aurélio Lenzi Castro e Armando Silva Filho, esclareceram o cronograma regulatório, da CP, em debate com cerca de 70 membros do GS Fotovoltaicos. Segundo o diretor do GS, Leônidas Andrade, o encontro foi importante para que o setor entenda os próximos passos da regulamentação, que prevê a edição de uma resolução específica até o fim deste ano.

ABINEE reforça urgência de medidas para compensar câmbio – 27/05/2011
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, afirma que está preocupado com as declarações do Ministro Fernando Pimentel de que o câmbio deverá permanecer no atual patamar, e que não há o que fazer sobre esta situação, atribuindo a valorização do real à crise nos países desenvolvidos e ao crescimento nos países emergentes. "Se vamos conviver com este câmbio valorizado por mais tempo, como disse o Ministro, então temos que encontrar alternativas para não matar de vez a indústria instalada no país", diz Barbato. Ele reforça a necessidade de que o governo implemente medidas de compensação ao câmbio, como as que a ABINEE já apresentou para diversos órgãos do executivo. Entre os pleitos da entidade está elevar, temporariamente, para 35% a alíquota do Imposto de Importação para Equipamentos Industriais e de GTD que tenham similar nacional, preservando as regras impostas pela OMC; desonerar da contribuição patronal ao INSS a parcela exportada da produção dos bens do setor eletroeletrônico, nos moldes do setor de software, entre outros. O setor eletroeletrônico, notadamente os segmentos de equipamentos industriais e de geração, transmissão, distribuição de energia elétrica - GTD -, tem sofrido com a valorização da moeda brasileira e, por consequência, com a concorrência da importação de produtos acabados, principalmente, chineses. Segundo dados da ABINEE, os efeitos da política cambial sobre o setor podem ser constatados pelo aumento da participação das importações de bens eletroeletrônicos no mercado interno que passou de 15,9%, em 2005, para 21,6%, em 2010.

 Barbato fala sobre MP 517 com o presidente do Senado José Sarney – 24/05/2011
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, manteve reunião, na manhã desta terça-feira, 24, em Brasília, com o Presidente do Senado, senador José Sarney. Na oportunidade, Barbato tratou da MP 517, que encontra-se em processo de votação na Câmara Federal, devendo seguir para apreciação no Senado. A 517 dispõe sobre medidas tributárias relacionadas ao Plano Nacional de Banda Larga, com alterações na Lei nº 11.196/2005, que instituiu o programa de inclusão digital e a Lei de Informática, cujo objetivo é incentivar a produção no Brasil de bens de Tecnologia da Informação e Comunicação. O presidente da ABINEE entregou carta ao senador pedindo que, na votação do Senado, sejam rejeitadas emendas que provoquem o rompimento do equilíbrio hoje existente na produção de bens de TIC incentivados pela política regional da Zona Franca de Manaus e nas demais regiões do país. Barbato informou ao senador que durante a avaliação da MP 517 na Câmara, o relator Deputado João Barcelar, mostrou-se sensível aos efeitos negativos que as modificações podem causar ao equilíbrio do setor de TIC. Esta mesma manifestação a ABINEE recebeu de setores do executivo, por intermédio do MCT e do MDIC. O senador José Sarney disse que, assim que o PL chegar, o Senado fará uma análise cuidadosa para que seja mantida a harmonia no país. Na oportunidade, Humberto Barbato, apresentou, também, ao senador José Sarney os indicadores do setor eletroeletrônico. Barbato destacou que, por conta do Real extremamente valorizado, o segmento elétrico tem sofrido a forte concorrência dos produtos chineses.

Governo atende ABINEE e inclui tablets na Lei do Bem – 23/05/2011
O governo federal publicou na segunda-feira (23), no Diário Oficial da União, a Medida Provisória 534, alterando o artigo 28 da Lei do Bem (número 11.196, de 21 de novembro de 2005), para incluir no Programa de Inclusão Digital os tablets produzidos no Brasil. A medida atende pleito da ABINEE, que defendia emenda à Medida Provisória 517, incluindo os tablets na lista de equipamentos desonerados pela Lei do Bem. Como a MP 517 foi encaminhada pela relatoria sem as emendas, na última quarta-feira (18), uma nova MP foi criada para atender à reivindicação. Seguindo tendência do governo federal, a nova medida privilegia a produção local, exigindo que, "nas notas fiscais emitidas pelo produtor, pelo atacadista e pelo varejista relativas à venda dos tablets, deverá constar a expressão 'Produto fabricado conforme processo produtivo básico (PPB)', com a especificação do ato que aprova o respectivo processo produtivo básico estabelecido pelos ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e de Ciência e Tecnologia". Com a MP, que entra vigor a partir da data de publicação, os tablets que seguirem o PPB poderão ter isenção completa de PIS/Cofins, que hoje é de 9,25%, redução de IPI - de 15% para 3% - e redução do ICMS, a depender de cada Estado. Segundo a ABINEE, o consumidor sentirá os efeitos da MP a partir do momento em que o governo aprovar os pleitos de concessão de incentivos, apresentados pelas empresas instaladas no país, que encontram-se em análise.

 Sondagem ABINEE de abril aponta arrefecimento na atividade do setor – 20/05/2011
Sondagem Conjuntural do mês de abril, realizada pela ABINEE, reforçou os sinais de arrefecimento da atividade do setor eletroeletrônico, que já vinham sendo mostrados nos levantamentos anteriores. Tal fato pode ser notado pelo comportamento de todos os principais indicadores como nível dos negócios, expectativa de vendas, evolução do emprego e variação dos estoques. Na pesquisa realizada em abril, reduziu o número de empresas que revelou crescimento das vendas e encomendas tanto comparado com o mesmo mês de 2010, como em relação ao mês imediatamente anterior.

Plugues e tomadas: última fase de implementação do padrão brasileiro – 17/05/2011
Termina em 30 de junho a última fase de implementação do padrão brasileiro de plugues e tomadas, conforme a norma ABNT NBR 14136:2002. O cronograma de implementação, estabelecido pelo Conmetro, foi iniciado em agosto de 2007 e tem o objetivo primeiro de dar segurança às pessoas e às instalações elétricas. Todas as etapas já foram atendidas pela indústria, tanto pelas fabricantes de plugues e tomadas quanto de equipamentos. A fase restante é destinada ao comércio varejista e atacadista. A partir de 1º de julho, os plugues de 2 (dois) ou 3 (três) pinos, as tomadas fixas ou móveis de 2 (dois) ou 3 (três) contatos, o cordão conector, o cordão prolongador e o cordão de alimentação, desmontáveis ou não desmontáveis, incorporados em aparelhos elétricos, eletrônicos e eletroeletrônicos, deverão ser comercializados, por atacadistas e varejistas, de acordo com o padrão brasileiro. Os plugues de 2 ou 3 pinos, as tomadas fixas e móveis de 2 ou 3 contatos, o cordão conector, o cordão prolongador e o cordão de alimentação, desmontáveis ou não desmontáveis, comercializados isoladamente, também já estão dentro do padrão desde janeiro deste ano.

 Lentidão em obras de infraestrutura preocupa setor eletroeletrônico – 13/05/2011
As notícias diárias sobre a lentidão no andamento das obras para a Copa do Mundo, em 2014, e os Jogos Olímpicos em 2016, que serão sediados no Brasil, têm despertado apreensão nas empresas do setor eletroeletrônico, que veem nestes grandes eventos esportivos uma grande oportunidade de negócios. Segundo o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, os Comitês organizadores deveriam apresentar um planejamento dos investimentos para evitar que as obras atrasem ainda mais, limitando a capacidade de fornecimento das empresas instaladas no Brasil e aumentando os custos dos projetos, restando, para a última hora, somente a possibilidade da importação. "Tenho absoluta certeza de que, se houver, verdadeiramente, vontade de priorizar a produção e mão de obra locais, a nossa indústria estará apta para atender às demandas", afirma. Barbato destaca que estes eventos devem representar uma porta de oportunidades, que priorize a indústria instalada no país e traga desenvolvimento, além de servir para o Brasil resolver um de seus maiores e antigos gargalos: a infraestrutura deficiente. Segundo ele, este desafio tem que ser enfrentado no seu mais amplo espectro, não se limitando, simplesmente, à questão dos ineficientes portos, aeroportos e rodovias, mas, também, cuidando da infraestrutura energética e de comunicação. "Nestes dois casos, não podemos correr o risco de apagões. Por isso, a necessidade de avançarmos, por exemplo, na Política Nacional de Banda Larga para termos uma rede robusta que atenda o intenso tráfego de dados, e na implementação do Smart Grid, que trará qualidade e a confiabilidade para a rede, identificando possíveis falhas e promovendo o uso eficiente da energia. Na questão da geração de energia, Barbato destaca que, a despeito dos percalços no segmento das hidroelétricas, não pode-se perder de vista a importância de se efetivar a construção das usinas de Belo Monte, Jirau e Santo Antônio. Ele acrescenta que, no campo das energias alternativas, o governo deve intensificar seu apoio às tecnologias nascentes, como o caso dos sistemas fotovoltaicos.

Pleitos da ABINEE serão incluídos em documento do ENITEC – 13/05/2011
A Protec está preparando a versão preliminar da Carta de Proposições, que será assinada por entidades da indústria no fim do X Encontro Nacional da Inovação Tecnológica (Enitec), que acontece entre os dias 25 e 26 de maio, no Centro de convenções Indianópolis- ABIMAQ/São Paulo, Av. Jabaquara, 2925, em São Paulo, e que terá como tema "Déficit tecnológico e riscos de desindustrialização". O documento reunirá pleitos emergenciais do setor produtivo para reverter os diferentes sintomas da desindustrialização brasileira, com destaque para a desarticulação das cadeias produtivas. Entre as proposições da ABINEE, que constarão da carta, estão as reivindicações pontuais de caráter mais imediato, como elevar temporariamente para 35% a alíquota do Imposto de Importação para Equipamentos Industriais e de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica com similar nacional; desonerar da contribuição patronal ao INSS a parcela exportada da produção dos bens do setor eletroeletrônico; elevar de 60% para 75% o índice de nacionalização nos financiamentos do Finame/BNDES; e promover o desenvolvimento e a consolidação da indústria de componentes no Brasil. Na intenção de oferecer uma análise aprofundada da questão em setores sensíveis, o X Enitec contará com apresentações de entidades representativas das indústrias de máquinas e equipamentos, eletroeletrônicos, fármacos e medicamentos, entre outras. Pelo lado da demanda, ministérios e empresas ligados a setores estratégicos mostrarão como pretendem usar seu poder de compras para estimular a inovação nacional. Sem deixar de lado a avaliação dos resultados dos programas de incentivo ao desenvolvimento tecnológico, o evento terá painéis dedicados aos apoios não reembolsáveis e aos financiamentos com juros subsidiados. O Enitec chega a sua 10ª edição consolidado como fórum anual destinado à avaliação e proposição de políticas públicas para a inovação tecnológica no Brasil. Nesta missão, estabelece as bases para o trabalho da Rede de Entidades Tecnológicas Setoriais (Rets), agente executor das diretrizes estabelecidas no Encontro.

Diretor da ABINEE é relator do GT de eletroeletrônicos da PNRS – 10/05/2011
Foi realizada na última quinta-feira (5), na sede do IBAMA, em Brasília, a oficina de Instalação dos Grupos de Trabalho Temáticos, no âmbito do Comitê Orientador para Implantação de Sistemas de Logística Reversa da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Na ocasião, o diretor da área de Responsabilidade Socioambiental da ABINEE, André Luís Saraiva, foi nomeado relator do Grupo de Trabalho Temático de Produtos Eletroeletrônicos e seus Componentes - GTT REEE -, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. A escolha deve-se à intensa participação da entidade nas discussões sobre a implementação da PNRS.

Negociações entre Mercosul e União Europeia seguem lentas, mas seguem – 05/05/2011
Em café da manhã promovido pela Coalizão Empresarial Brasileira - CEB -, em Assunção, Paraguai, em 5 de maio, o Embaixador João Aguiar Machado, pela União Europeia (UE), e o Embaixador Manuel Cáceres, pelo Mercosul, apresentaram a atual situação das negociações entre os dois blocos. Segundo o Embaixador Cáceres, em geral, os diversos temas estão avançando nos aspectos normativos, porém, ainda há muito o que ser feito. Espera que os resultados tragam benefícios para todos. Entendem, os negociadores, que o acordo - e o próprio processo de negociação - aportará fatores que permitirão o fortalecimento institucional do Mercosul. O representante do Mercosul considerou que há avanços, talvez não na velocidade que se quer, principalmente em alguns temas, como acesso a mercados, por exemplo. O Embaixador João Aguiar Machado iniciou seu discurso dizendo-se impressionado com a mobilização empresarial promovida pelas entidades presentes. Destacou que há variações de velocidade entre os diversos grupos negociadores. Lembrou que faz dois anos a retomada das negociações e que, nesse período, tem-se experimentado avanços importantes. Para ele, a diferença de velocidades entre os grupos é uma questão natural. Informou que a oferta europeia está pronta e definida (em grandes números, como era esperado para o intercâmbio verbal previsto para esta rodada). Ele entende que o efetivo intercâmbio dessas ofertas verbais, agora previsto para a próxima rodada de negociações, na primeira semana de julho, em Bruxelas, será responsável pelo impulso dinamizador que estas negociações estão necessitando. O Embaixador Aguiar Machado lembrou, ainda, que, após o recrudescimento das negociações da Rodada de Doha - desde 2006 para cá - a União Europeia iniciou e terminou acordos com diversos países (Chile, Colômbia, Peru, América Central). Falta, agora, um acordo com o Mercosul. Destacou, também, que o grande desafio dos países do Mercosul e os da UE é a China. Nesse sentido, pensa que a única forma de melhorar as condições de combate é com uma aliança estreita entre as duas regiões. Segundo Aguiar Machado, "não podemos perder esta oportunidade para concluir este acordo, sob pena de ficarmos muitos anos paralisados e perdendo combates para os países asiáticos".  Entretanto, ele acredita que, pela boa vontade demonstrada pelos negociadores - e pelas próprias indicações superiores dos governos envolvidos -, alcançaremos a conclusão satisfatória do acordo.  Apesar de considerar que não é bom estabelecer datas limites para as negociações, uma vez que considera o conteúdo mais importante que o tempo, Aguiar Machado recusa-se a admitir que as negociações se arrastem por mais cinco anos. Ele espera que, considerando a necessidade de reduzir a velocidade das negociações, se chegue a uma conclusão até o final do próximo ano. Aberta a sessão de considerações, perguntas e respostas, entre outras questões apresentadas por representantes setoriais, o representante da ABINEE, Mário Roberto Branco, perguntou como a delegação europeia estaria avaliando o pleito de consideração da utilização do drawback. A manifestação do Embaixador Aguiar Machado não poderia ter sido mais clara: os europeus entendem que o regime provoca um falseamento das condições de concorrência, uma vez que a suspensão dos impostos cria condições desiguais de competição. Nesse sentido, destacou que a consideração de um regime suspensivo adotado no acordo entre a UE e a Coréia do Sul não deve ser considerado como precedente, mas que tais condições devem ser discutidas caso a caso.  Assim, segundo Aguiar Machado, há questões a serem esclarecidas pelo Mercosul, tais como: se o sistema é muito utilizado, quais os setores industriais que são os maiores usuários, quanto se importa e de onde, quanto se exporta e para onde. Para Mário Branco, nesta reunião foi possível entender que será bastante difícil a concordância com a manutenção do regime para as exportações beneficiadas pelo acordo.

ABINEE pede agilidade em medidas para evitar repasse de preços – 04/05/2011
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, participou na quarta-feira (4), ao lado de empresários de diversos setores, da reunião do Grupo de Avanço da Competitividade (GAC), em Brasília. Na ocasião, o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, que coordenou o encontro, disse contar com a contribuição do setor privado para conter a inflação. Ele afirmou, ainda, aos empresários, que o governo pretende reduzir a tributação federal sobre a energia elétrica e gás para aumentar a competitividade da indústria nacional. Para Humberto Barbato, é preciso agilizar providências que reduzam os custos das empresas para se contornar a necessidade de repasses de preços. Salientando que o governo pode contar com a indústria nas questões de relevância para o país, o presidente da ABINEE ponderou que a situação das empresas do setor eletroeletrônico é complicada, já que têm que enfrentar a exacerbada valorização do Real e a, consequente, concorrência feroz de produtos importados – principalmente da China. "Existem aumentos que a indústria não tem como suportar: energia, custo da folha de pagamentos. Se nada for feito, vai haver um movimento de indexação. E ninguém deseja isso", enfatizou Barbato. Durante a reunião, as demandas mais urgentes apresentadas pelos representantes do setor privado foram desoneração de investimentos, exportações e folha de pagamento. Entre as medidas apresentadas pela ABINEE estão a elevação, temporária, para 35%, da alíquota do imposto de importação incidente nos Equipamentos Industriais e de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica, como compensação ao câmbio defasado; e desoneração da contribuição patronal ao INSS da parcela exportada da produção de bens do setor eletroeletrônico.

ABINEE e fabricantes de celulares participam de audiência pública – 04/05/2011
Em audiência pública convocada pela Comissão de Defesa do Consumidor (CDC), da Câmara dos Deputados, para debater o pós-venda dos aparelhos celulares, a ABINEE e suas associadas – LG, Motorola, Nokia, Sony Ericsson e Samsung - esclareceram, na quarta-feira (4), pontos de sua proposta de atendimento ao consumidor no caso de falha dos equipamentos. Na oportunidade, representantes da ABINEE e dos fabricantes destacaram a importância da indústria de celular estabelecida no país e seu permanente esforço para, cada vez mais, aperfeiçoar o atendimento no pós-venda e a crescente satisfação do consumidor. Destacaram, também, que este esforço é retratado pela queda nas reclamações fundamentadas, observadas ano a ano.

Câmbio desajustado provoca corrosão de cadeias produtivas, diz Barbato – 28/04/2011
A cada ano, o setor eletroeletrônico tem perdido sua capacidade de competir no mercado externo e, o que é mais preocupante, no mercado interno. Na raiz desta queda de competitividade, além dos itens que compõem o custo Brasil (infraestrutura precária, legislação trabalhista arcaica, excessiva carga tributária, etc.), está o Real extremamente valorizado. O assunto foi abordado pelo presidente da ABINEE, Humberto Barbato, que fez uma exposição sobre o tema "A luta por maior competitividade: a grande missão da ABINEE e das empresas do setor eletroeletrônico", durante reunião realizada nesta quinta-feira (28), em Porto Alegre, pela regional da entidade no Rio Grande do Sul, com empresários do setor eletroeletrônico da região. Segundo Barbato, até alguns anos atrás, o déficit na balança comercial do setor era concentrado, prioritariamente, nos componentes. "Porém, com o câmbio desajustado, surge um novo elemento que tem aprofundado o déficit do setor e gerado instabilidade nas indústrias: a importação de produtos acabados, que implica na corrosão das cadeias produtivas", destacou. O presidente da ABINEE afirmou que os efeitos da política cambial sobre o setor podem ser constatados pelo aumento da participação das importações de bens eletroeletrônicos no mercado interno que passou de 15,9%, em 2005, para 21,6%, em 2010. "Também, é evidente a influência do câmbio nas exportações de bem finais elétricos e eletrônicos, com a perda da representatividade em relação ao faturamento total do setor, que passou de 20,4%, em 2005, para 10,8%, em 2010", acrescentou. As distorções provocadas pelo Real valorizado, que afetam a competitividade no mercado interno e externo, podem ser constatadas, ainda, pelo desempenho das exportações e das importações do setor nos últimos 3 anos. "Enquanto as exportações de 2010 permaneceram no mesmo patamar de 2009, as importações superaram em 40% as realizadas no ano anterior, gerando um enorme déficit na balança comercial do setor. Para 2011, o cenário de crescimento do déficit permanecerá o mesmo." Aos empresários presentes, Barbato elencou as propostas da ABINEE para amenizar este quadro e que, em toda oportunidade, a entidade tem levado aos órgãos governamentais, como: elevar, temporariamente, para 35% a alíquota do Imposto de Importação para Equipamentos Industriais e de GTD que tenham similar nacional, preservando as regras impostas pela OMC; desonerar da contribuição patronal ao INSS a parcela exportada da produção dos bens do setor eletroeletrônico, nos moldes do setor de software, entre outros. O presidente da ABINEE salientou, também, que, atendendo à solicitação do ministro Aloizio Mercadante, a entidade está elaborando propostas objetivas e específicas que permitam o desenvolvimento da indústria de componentes no país, com destaque para semicondutores. Concluindo sua apresentação, Barbato afirmou que os investimentos que serão realizados no âmbito do Pré-Sal e para a realização dos grandes eventos que o país sediará nos próximos anos, são as maiores oportunidades para o governo criar condições para alavancar a indústria instalada no país, por meio de políticas que possam garantir sua competitividade. O evento realizado pela Regional ABINEE no Rio Grande do Sul contou com a presença do ex-presidente da entidade, Paulo Vellinho; do presidente do Ceitec Cylon Gonçalves; do diretor do Tecnopuc, Roberto Moschetta e do diretor regional da ABINEE, Luiz Gerbase.

ISC e Intersecurity reafirmam evolução da segurança eletrônica no País – 28/04/2011
Terminam nesta quinta-feira (28), no Expo Center Norte, em São Paulo, a ISC BRASIL (6ª Feira e Conferência Internacional de Segurança) e a INTERSECURITY 2011 (5ª Feira Internacional de Segurança Urbana), eventos promovidos pela Reed Exhibitions Alcantara Machado com o apoio da ABINEE e de outras entidades. Nos três dias dos eventos, que tiveram início na terça-feira (26), mais de 100 marcas, nacionais e internacionais, mostraram, numa área de 12.500 m2, a evolução do mercado de segurança eletrônica, que tem crescido especialmente no Brasil. Segundo pesquisa desenvolvida pela SIA (Associação da Indústria de Segurança) - entidade norte-americana que representa a indústria de segurança eletrônica - e anunciada pela ABINEE, o mercado brasileiro de equipamentos do segmento totalizou cerca de R$ 710 milhões, em 2010, com previsão de crescimento médio anual de 17,36% até 2016, quando deverá atingir R$ 1,85 bilhão. Simultaneamente às feiras, importantes especialistas nacionais e internacionais em segurança eletrônica estiveram reunidos na Conferência ISC Brasil 2011 para discutir as principais tendências, avaliar experiências vividas e debater soluções viáveis de implantação.

Em Brasília, ABINEE apresenta análise sobre Resíduos Eletroeletrônicos – 26/04/2011
O diretor da Área de Responsabilidade Socioambiental da ABINEE, André Luis Saraiva, esteve em Brasília, na última semana, acompanhado de Luís Machado, do Departamento de Meio Ambiente da ELETROS, e Natan Rodeguero, da Global Intelligence Alliance, empresa contratada pelas duas entidades para a elaboração do estudo "Análise do Descarte dos Resíduos Eletroeletrônicos", para apresentar e discutir com representantes do governo aspectos relativos ao levantamento que traça um panorama detalhado sobre o tema e traz sugestões para a implementação do Plano Nacional de Resíduos Sólidos. O primeiro encontro foi realizado na Secretaria do Desenvolvimento da Produção do MDIC, e contou com a presença de Alexandre Comin, diretor de Competitividade Industrial, e Fernanda Messias, da Coordenação Geral de Análise da Competitividade e Desenvolvimento Sustentável da secretaria, além de Shelley de Souza Carneiro, gerente Executivo do Departamento de Meio Ambiente da CNI. Para a segunda reunião, a comitiva foi recepcionada pelo secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano - SRHU -, Silvano Silvério da Costa. A reunião prosseguiu com a participação de Sergio Gonçalves e Claudia Albuquerque, da SRHU, Zilda Maria Faria Veloso, gerente de Resíduos Perigosos do Departamento de Qualidade Ambiental na Indústria da Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, e Fernanda Daltro, da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental - SAIC. Os assuntos discutidos com as equipes dos ministérios servirão de subsídios para estudos internos que estão sendo realizados para implantação da PNRS, Logística Reversa e Acordos Setoriais. Mercadante diz que entende preocupação da ABINEE e agenda reunião – 14/04/2011
O Ministro Aloizio Mercadante, de Ciência e Tecnologia, que acompanha a presidente Dilma Rousseff na visita oficial à China, disse, na noite desta quarta-feira, 13, que entende a preocupação da ABINEE em relação à intenção da empresa Foxconn de investir US$ 12 bilhões no Brasil nos próximos cinco anos para produzir displays (telas de computador e tablets), prevendo a contratação de 100 mil profissionais. A manifestação do ministro chegou ao presidente da entidade, Humberto Barbato, por intermédio de um contato telefônico do secretário executivo do MCT, Luís Antônio Elias. O secretário informou que Mercadante receberá Barbato assim que voltar da viagem, para esclarecer os pontos referentes ao anúncio. O volume de investimentos e a intenção de contratação divulgados são vistos com cautela pelo presidente da ABINEE. Ele salienta que todo investimento produtivo no país é bem-vindo, porém destaca que os números são exagerados para a realidade do Brasil.

Para ABINEE, relação com a China remete à época do Brasil colonial – 12/04/2011
"Apesar de apresentar uma balança comercial superavitária, a nossa relação com a China, hoje, nos remete à época do Brasil Colonial, quando exportávamos apenas bens primários e importávamos produtos mais sofisticados da metrópole". Esta é a definição do presidente da ABINEE, Humberto Barbato, sobre o fato de que 85% das exportações brasileiras para a China (US$ 30,7 bilhões em 2010) são de soja, minério de ferro e derivados de petróleo, enquanto mais de 95% das vendas chinesas para o Brasil (US$ 25,5 bilhões no mesmo período) são de produtos manufaturados. O caso do setor eletroeletrônico ilustra este cenário. Em 2010, as importações atingiram US$ 12,1 bilhões, 54% a mais que 2009, e as exportações US$ 151 milhões, 10% a menos. "Ou seja, o déficit quase chegou a US$ 12 bilhões, 58% superior a 2009", diz Barbato. Segundo o presidente da ABINEE, o discurso da presidente Dilma em sua visita à China, afirmando que busca diminuir a discrepância no comércio bilateral entre os dois países, é válido. No entanto, ele lembra que uma relação equilibrada passa pela isonomia competitiva, o que não acontece hoje. "A China usa a moeda desvalorizada como mecanismo de competitividade, como subsídio direto. Em contrapartida, o câmbio brasileiro age de forma oposta, roubando a capacidade competitiva das empresas instaladas no país. Esperamos que esta visita de Dilma à China sirva para uma reflexão séria sobre essa situação".

O absurdo do câmbio deve ser criticado enquanto perdurar, diz Barbato – 08/04/2011
A cotação do dólar diante o real caiu para o menor nível desde agosto de 2008, atingindo R$ 1,57. Para o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, o governo não deve utilizar o câmbio para conter a inflação, uma vez que o remédio é amargo e traz fortes efeitos colaterais. Segundo ele, a apreciação da moeda brasileira já beira o insuportável e continua fazendo vítimas no setor industrial. "Esta situação está tirando a competitividade de nossas indústrias e matando-as aos poucos. Mas, enquanto tivermos voz, vamos continuar a apontar o absurdo desta política cambial", diz Barbato. Ao se lembrar do déficit da balança comercial de produtos eletroeletrônicos, que, no período acumulado de janeiro-fevereiro deste ano, já atingiu de US$ 4,54 bilhões - resultado 25% superior ao registrado em igual período de 2010 -, o presidente da ABINEE destacou que os apelos dos industriais ganham cada vez mais eco dentro do próprio governo federal. "Poucos no governo têm compromisso com o desenvolvimento da indústria como o Prof. Luciano Coutinho, presidente do BNDES. Felizmente, ele e os Ministros Pimentel e Mercadante estão se mostrando sensíveis ao problema que o câmbio está gerando", completa Humberto Barbato. um importante polo gerador de negócios dos segmentos.

Setor apresenta déficit de US$ 4,54 bi nos dois primeirosmeses do ano - 05/04/2011
Levantamento realizado pela ABINEE apontou que o déficit da balança comercial de produtos eletroeletrônicos, no período acumulado de janeiro-fevereiro de 2011, atingiu de US$ 4,54 bilhões. O resultado, que foi 25% superior ao registrado em igual período de 2010 (US$ 3,63 bilhões), é fruto das exportações que atingiram US$ 1,05 bilhão e importações de US$ 5,59 bilhões.

FIEE e electronicAmericas movimentam R$ 3,7 bilhões em negócios- 04/04/2011
A 26ª FIEE Elétrica (Feira Internacional da Indústria Elétrica, Energia e Automação) e a 6ª electronicAmericas (Feira Internacional de Componentes, Subconjuntos, Equipamentos para Produção de Componentes, Tecnologia Laser e Optoeletrônica), realizadas de 28 de março a 1º de abril, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, superaram todas as expectativas. Em seus 60 mil metros quadrados, as feiras receberam a visita de 61 mil pessoas que puderam conferir lançamentos e produtos do setor eletroeletrônico. De acordo com pesquisa elaborada pela ABINEE, 88% dos 1.100 expositores avaliaram as feiras como ótima/boa. As empresas estimam ter feito contato e firmado contratos que deverão resultar em vendas da ordem de R$ 3,7 bilhões, iniciadas no evento e que deverão ser concluídas nos próximos nove meses. O levantamento apontou, também, que 85% das expositoras consideraram como ótima ou boa a qualidade e a quantidade dos visitantes.

ABINEE TEC 2011 encerra com saldo acima das expectativas - 01/04/2011
Avaliação feita pela ABINEE aponta que mais de 1.500 pessoas participaram do Fórum e Seminários ABINEE TEC realizados de 28 de março a 1º de abril, no Anhembi, em São Paulo. Segundo Fabián Yaksic, coordenador do evento, o ABINEE TEC superou as expectativas tanto pela qualidade das palestras e do público participante. "Temos a certeza de que os temas debatidos nestes cinco dias passarão a ser referência nas políticas públicas e nas estratégias de desenvolvimento tecnológico do país", disse. Nesta edição, o Fórum ABINEE TEC teve como tema Infraestrutura - Um Salto para o Desenvolvimento. Já os seminários abordaram temas de relevância para o setor eletroeletrônico como Smart Grid, Meio Ambiente, Lei de Informática, Energia Fotovoltaica entre outros.

Mercado cinza é o principal desafio da Política de Resíduos Sólidos - 01/04/2011
A recente operação de órgãos municipais e federais na Rua 25 de Março, em São Paulo, com apreensão de 10 milhões de itens ilegais, entre eles equipamentos eletrônicos, é uma pequena amostra do volume de produtos irregulares no mercado brasileiro. Segundo o diretor de Responsabilidade Socioambiental da ABINEE, André Luís Saraiva, este é um dos principais desafios para o cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que define a responsabilidade compartilhada e o conceito de logística reversa, mas que ainda não definiu o que se fazer com os produtos órfãos, "cujos pais jamais aparecem à luz do dia para assumir a paternidade", observou. "Não faz sentido atribuir à indústria instalada no país a responsabilidade de promover a logística reversa de produtos ilegais, impondo a ela metas", disse Saraiva durante sua exposição no Seminário Sustentabilidade e Meio Ambiente, realizado nesta sexta-feira (1), último dia do ABINEE TEC 2011. Segundo ele, é necessário mostrar o impacto social da pirataria, capacitando o consumidor a não ser seduzido por estes bens por seu preço menor. "Temos que conscientizar os consumidores sobre as vantagens da Sustentabilidade Ambiental, para que eles deixem de comprar pelo menor preço para comprar pelo melhor preço", disse. Além desta ação contra a pirataria, que deve incluir fiscalização e controle aduaneiro, Saraiva defendeu a implementação de instrumentos fiscais para fomentar a reciclagem como: tratamento tributário diferenciado (ex.: ICMS, Pis/Cofins) para produtos que contemplem materiais reciclados ou eficiência energética; facilitação do recebimento, coleta, e movimentação dos produtos a serem reciclados objetivando a Logística Reversa, entre outros. Segundo Consuelo Yoshida, desembargadora federal da 3ª Região do Tribunal Regional Federal, a política de resíduos sólidos é uma realidade e as empresas precisam ter papel pró-ativo. "O mercado exige que as indústrias sejam sustentáveis e isto melhora a imagem da empresa e atrai investimentos", destacou. Também demonstrando preocupação com os produtos piratas no processo de cumprimento da lei, afirmou que a ABINEE deve continuar atuando junto aos órgãos públicos e, também, na conscientização do consumidor. Durante o evento, o chefe da Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho, da Superintendência da Receita Federal, Rubens Fernando Ribas, abordou algumas operações do órgão no combate a produtos piratas e contrafeitos, como a Operação Leão Expresso e Operação Receita de Natal. Ele salientou que a própria Receita dará a destinação ambientalmente correta aos produtos. Entre estas destinações, Ribas apontou os leilões, a incorporação para uso próprio da Receita ou a destruição. Marcos Prates, diretor de competitividade industrial do MDIC, afirmou que a principal preocupação é com a implantação da logística reversa. "O nosso desafio é encontrar a viabilidade e econômica para que PNRS seja implementada em sua plenitude". Ele destacou que, em maio, serão criados os cinco primeiros grupos técnicos-temáticos para discutir o modelo de logística, que embasará os acordos setoriais. "A questão do mercado cinza deve ser considerada nesta análise. "Não vai resolver totalmente a questão, mas não podemos agravar o gap competitivo entre as empresas legais e aquelas que praticam a pirataria", disse.

Seminário debate divergências entre políticas de resíduos- 01/04/2011
O Seminário Sustentabilidade e Meio Ambiente, realizado nesta sexta-feira (1), encerrando a programação do ABINEE TEC 2011, promoveu o debate sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos e a Política de Resíduos Sólidos do Estado de São Paulo. O secretário adjunto do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Rubens Rizek, destacou que a questão do meio ambiente se impõe neste século XXI, trazendo a necessidade de se conciliar o desenvolvimento com os recursos naturais finitos. Neste quesito, a responsabilidade pós- consumo se faz necessária e o governo, com seu papel regulador, deve intervir para garantir um ambiente de concorrência isonômica. Rizek citou que, por pleito da ABINEE, foi revogada na quarta-feira (30) a resolução nº 131, que regularia a logística reversa em São Paulo, a partir do dia 31 de março. "Apesar do desgaste político, atendemos ao pedido do setor. Mas devemos destacar que a Lei paulista é de 2006, por isso estamos atrasados", afirmou. Ele disse esperar um acordo do setor eletroeletrônico com o governo de São Paulo para que o modelo possa ser replicado no âmbito da Política Nacional. "Estamos abertos ao diálogo e é importante que façamos o mais rápido possível". Em contraponto, a advogada da Veirano Advogados, Ana Luci Grizzi, demonstrou-se preocupada que o governo de São Paulo sairá na frente para estabelecer acordos setoriais, no momento em que está acontecendo este debate no âmbito federal. "Se tiverem que atender às regulações de cada estado da federação, as empresas ficarão em uma situação muito complicada", disse. Em sua exposição, Ana elencou pontos de incompatibilidades de nomenclaturas e conceitos contidos na Política Estadual de Resíduos com a federal, aprovada no ano passado. Na oportunidade, a consultora Vanda Scartezini abordou o Projeto InfoDev/ Banco Mundial, encomendado pelo MCT, e que trata da realidade brasileira e no mundo em termos de Política de Resíduos Sólidos. O objetivo é criar recomendações para o setor público, mas em consonância com as demandas do setor privado. Ela destacou que o impacto econômico é principal obstáculo para a viabilidade da lei. Por conta disso, o estudo propõe uma releitura da Lei de Informática e Zona Franca de Manaus para viabilizar o uso de incentivos para o processo de implantação da logística reserva em todo país.

Órgãos do governo apresentam mecanismos para Inovação - 01/04/2011
Durante o 3º ENITEE - Encontro Nacional de Inovação Tecnológica da Indústria Elétrica e Eletrônica -, na quinta-feira (31), representantes de órgãos governamentais apresentaram os mecanismos disponíveis para inovação. A principal novidade foi o anúncio feito pela assessora da presidência do BNDES, Margarida Baptista, em relação às alterações no Programa PSI Inovação, que entram em vigor no dia 1º de abril. Outra novidade apresentada por Margarida foi o Programa PSI BK Tecnologia Nacional, que nasceu no âmbito da PDP e também começa a operar na mesma data. O programa financia a aquisição de equipamentos de TICs com Tecnologia desenvolvida no país a juros de 5% ao ano. Para produtos fabricados no País, que cumpram o PPB, mas não possuem tecnologia nacional, as taxas são de 6,5% para MPMEs, e 8,7% para os demais. "A premissa básica do PSI BK TIC é que empresas que desenvolvem tecnologia devem ter incentivos mais agressivos", disse, ressaltando a diferença entre produtos fabricado no Brasil e produtos com tecnologia nacional. Também participando do evento, o diretor do Departamento de Fomento à Inovação do MDIC, Marcos Vinícius de Souza, destacou que o país tem avançado nos instrumentos de inovação nos últimos anos, com presença importante do BNDES, ao lado da FINEP. Segundo ele, a desafio que se impõe é promover a interação entre os mecanismos disponíveis, o que já está acontecendo nas discussões sobre a PDP2 e o programa de ciência e tecnologia. O diretor de tecnologia da ABINEE, Nelson Luís Freire, também salientou o aumento dos mecanismos para inovação e a falta de interação entre eles. No entanto, ele afirmou que é necessário avançar, como, por exemplo, na questão dos temas propostos pelos editais de subvenção econômica da FINEP. "Os temas são verdadeiras caixas-pretas para os empresários e estão desconectados do mercado", enfatizou Freire. Apresentaram ainda suas ações de incentivo representantes da FINEP - José Zeno Fontana -, CNPq - Cimei Borges Teixeira -, Sebrae - Magaly Dias de Albuquerque. Em relação à utilização das compras públicas para o incentivo à inovação, falaram os representantes da ABDI - Adriana Diaféria - e Prominp - José Renato de Almeida.

Barbato defende compartilhamento de riscos em inovação - 31/03/2011
Foi realizado na quinta-feira, 31, no âmbito do ABINEE TEC 2011, o 3º ENITEE - Encontro Nacional de Inovação Tecnológica da Indústria Elétrica e Eletrônica -, que colocou, frente a frente, empresários do setor eletroeletrônico e representantes de órgãos governamentais para debater a questão da inovação. Na abertura do evento, o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, afirmou que, por ter que enfrentar problemas com insegurança jurídica, pesada carga tributária, câmbio desajustado e outros fatores do Custo Brasil, as empresas precisam do apoio efetivo do governo para alavancar a inovação no país. "Nos países bem sucedidos nesta área, o compartilhamento de riscos é fator essencial. Principalmente, nos países do leste asiático que já se tornaram exemplos", disse. Segundo ele, o Brasil deve utilizar as compras públicas neste sentido. Citando o embaixador do Brasil para o Mercosul, Regis Arslanian, que classificou as demandas do governo como a verdadeira jóia da rainha, Barbato afirmou: "não podemos guardar estas jóias em um cofre, inviabilizando o acesso por parte das empresas instaladas no país." Ele destacou, ainda, a oportunidade da indústria dialogar com o governo temas que preocupam as empresas. "Nosso objetivo é angariar subsídios para que possamos desenvolver ações pertinentes junto aos ministérios e entidades públicas, visando uma maior competitividade da nossa indústria, evitando, assim, o agravamento do processo de desindustrialização em vigor hoje no Brasil", disse Humberto Barbato. O evento abordou temas como fomento à inovação - subvenção e apoio tecnológico; compartilhamento de riscos na inovação; e políticas públicas - compras governamentais e incentivos à inovação.

ABINEE quer política industrial para sistemas fotovoltaicos - 31/03/2011
"Se compararmos o que está acontecendo no mundo em termo de utilização de energia solar a partir dos sistemas fotovoltaicos, podemos dizer que o Brasil está isolado. Se não nos movimentarmos, perderemos uma imensa janela de oportunidades". O alerta foi feito pelo diretor do Grupo Setorial de Sistemas Fotovoltaicos da ABINEE, Leônidas Andrade, durante o Painel Geração Distribuída - Sistema Fotovoltaico, realizado durante o ABINEE TEC. na quarta-feira (30), no Anhembi, em São Paulo. Embora o país esteja atrasado em relação às demais nações neste mercado, que movimenta bilhões de dólares, ele destacou que ainda há tempo para que este segmento se estabeleça no Brasil. "O que queremos é uma política industrial voltada a este setor para que possamos desenvolver todos os elos da cadeia aqui", disse Andrade. Segundo o diretor da ABINEE há condições para que isto aconteça e a participação das empresas no Grupo Setorial da entidade comprova: "mesmo com um mercado ainda embrionário, vemos a mobilização de fabricantes de cabos, inversores, baterias, painel solar, até integradores de soluções fotovoltaicas. Contamos, ainda, com a imensa capacidade do Brasil na produção de silício [matéria prima essencial para a produção da energia solar]". Andrade salientou que o Grupo Setorial Fotovoltaico da ABINEE tem participado dos fóruns de discussões sobre o tema e já levou aos ministérios de Ciência e Tecnologia, Minas e Energia e do Desenvolvimento propostas para a criação do Programa Brasileiro para o Estabelecimento do Setor Fotovoltaico. Outra ação do grupo foi responder à Consulta Pública Nº 015/2010 da Aneel, que teve o objetivo de receber contribuições para diminuir as barreiras referentes à conexão da geração distribuída de pequeno porte, a partir de fontes renováveis, em baixa tensão. "Esperamos que a regulamentação de geração distribuída se concretize para que seja criado um arcabouço para o desenvolvimento do fotovoltaico", afirmou Andrade. "Hoje, no Brasil, as tímidas iniciativas de instalações fotovoltaicas, como as incentivadas pelo Luz para Todos, são em sistemas isolados - o que é louvável, mas a vocação desta energia no mundo é a conexão com a rede elétrica, trazendo inúmeros benefícios à matriz, por ser uma fonte limpa e inesgotável", acrescentou. Corroborando com Leônidas Andrade, o professor do Instituto de Eletrotécnica e Energia USP, Roberto Zilles, que durante o evento falou sobre o que está sendo produzido no mundo em termos de sistema fotovoltaico, ressaltou que 95% das instalações fotovoltaicas estão conectadas à rede elétrica. Por sua vez, Paulo Henrique Silvestre Lopes, superintendente de Regulação dos Serviços de distribuição da Aneel, destacou o papel da agência na Regulação da Geração Distribuída para facilitar o acesso de pequenas centrais geradoras, com até 1 MW de potência instalada e cuja fonte energética seja incentivada (solar, eólica, biomassa, hídrica e cogeração qualificada), normalmente conectadas em baixa ou média tensão. Segundo ele, o objetivo da Consulta Pública nº 15/2010 foi alcançado, pois a expressiva participação dos agentes permitiu o mapeamento das principais barreiras para a instalação da geração distribuída de pequeno porte, e as contribuições servirão de guia para as ações da ANEEL nesse assunto. Está prevista, para este ano, a realização de uma Audiência Pública para discutir uma minuta de resolução com propostas de novas regras e/ou alteração das já existentes.

Smart Grid pode ser indutor do desenvolvimento do Brasil - 31/03/2011
A implantação do Smart Grid na rede elétrica brasileira pode ser um importante indutor do desenvolvimento do país, gerando oportunidades para a indústria eletroeletrônica. Esta é a expectativa das empresas, que aguardam a definição das diretrizes para a adoção da rede inteligente no país. O tema foi debatido entre representantes de empresas do setor e de órgãos do governo, no seminário SMART GRID - Redes Inteligentes, durante o ABINEE TEC 2011. Segundo o diretor do departamento de gestão do setor elétrico, do Ministério de Minas e Energia (MME), Marcos Franco Moreira, o Brasil está debatendo este assunto no momento certo. "Não estamos atrasados. Sabemos que o mercado espera uma definição, mas temos de fazer o nosso programa com calma", disse. Ele destacou que o governo elaborou um relatório, com coordenação do MME, que traz um mapeamento do que está sendo feito no mundo, analisando as tecnologias adotadas pela Europa e Ásia para escolher qual a que se adapta melhora à realidade do País. "O Brasil tem que tropicalizar, considerando as características do nosso sistema", disse. Por envolver diversos setores e pela sua importância para o país, o programa de smart grid agrega, também, os ministérios de Ciência e Tecnologia, Comunicações, Planejamento e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O primeiro passo para a efetiva implantação do Smart Grid já está sendo dado. Sob a coordenação da Aneel, fabricantes, distribuidoras e outros órgãos reguladores, estão trabalhando na especificação das funcionalidades e na regulamentação da instalação dos medidores inteligentes (smart metering) - alicerces sobre os quais se construirá a rede. Durante o evento, o superintendente de Regulação dos Serviços de Distribuição, Paulo Henrique Silvestri, anunciou que a definição da resolução com os requisitos dos medidores inteligentes deverá sair até o final deste semestre. Adiantou, também, que está prevista uma audiência pública para discutir como será feita a troca e implantação do parque de medidores. A adoção do smart grid no Brasil traz, também, a convergência de oportunidades entre as áreas de energia e TICs. Fato apontado tanto por Silvestri, quanto pelo gerente Geral de Certificação e Engenharia de Espectro da Anatel, Maximiliano Martinhão. Durante o evento, ele destacou o papel da agência que já está trabalhando na regulamentação de funcionalidades para o smart grid, do ponto de vista do setor de Telecom, como a utilização da comunicação de dados pela linha elétrica - Power Line Communications (PLC). "O smart grid é um projeto de desenvolvimento nacional e agrega benefícios além do controle da distribuição de energia elétrica", disse. Martinhão salientou, ainda, a possibilidade de interação entre o programa de Smart Grid com o Plano Nacional de Banda Larga. "Eles se complementam", observou. Destacando o fato de a ABINEE congregar toda a cadeia produtiva de rede inteligente, desde o medidor, equipamento de telecomunicações, até os computadores que processarão os dados da rede, o coordenador do GT Redes Inteligentes da ABINEE, Álvaro Dias, afirmou que 'eletronização' do setor elétrico é uma realidade. Em relação à troca do parque de medidores eletromecânicos (65 milhões) pelos inteligentes, Álvaro Dias salientou que as empresas associadas da entidade têm capacidade para produzir, tranquilamente, 10 milhões de medidores ao ano. Segundo ele, esta troca do parque pode ser oportunidade também de se implementar uma política de semicondutores no Brasil.

Iniciativa privada e governo debatem Lei de Informática no ABINEE TEC - 30/03/2011
Representantes de empresas do segmento de TICs, de institutos de pesquisa e do governo reuniram-se no dia 29, no seminário Lei de Informática - Resultados dos Investimentos em P&D, durante o ABINEE TEC. Do encontro, algumas conclusões: a lei cumpriu seu objetivo na atração de investimentos em TICs, criando uma base industrial deste segmento, e contribuiu para o aumento dos investimentos em P&D. No entanto, é necessária, neste momento, a implementação de medidas complementares que possam elevar de patamar a política de tecnologia da informação, proporcionando o aumento do valor agregado, com maior investimento em pesquisa e desenvolvimento, inovação e adensamento da cadeia de insumos. Este diagnóstico foi apontado na Avaliação dos Impactos da Lei de Informática 1998-2008, estudo elaborado pela Unicamp/CGEE - Centro de Gestão e Estudos Estratégicos. Segundo o secretário de Política de Informática do MCT, Virgílio Almeida, este trabalho serve para observar os resultados, mas, também, para o ajuste dos mecanismos da lei. Segundo ele, o país avançou na política de manufatura com a Lei de informática, mas, agora, com o advento das mudanças que ocorreram na Internet, a chegada das redes sociais, o Brasil precisa se tornar competitivo na área do desenvolvimento de software. "Nossa intenção é construir um plano estratégico de software que transforme o país em um dos grandes players no mercado global de software e serviços", disse. De acordo com o Professor da UNICAMP, Sérgio Salles, os incentivos da Lei são importantes e ajudaram as empresas a produzir com mais densidade na cadeia produtiva e com um pouco mais de densidade tecnológica, porém, a lei tem impactos limitados na agregação de valor. "A lei teve efeitos positivos, mas bateu no teto. Só ela não nos move para o lugar que queremos. Por isso, precisamos de mecanismos para alavancar a cadeia de valor", disse. Segundo ele, um dos caminhos para a geração de valor está nos componentes. "Não precisamos fazer todos componentes aqui, mas precisamos estimular a produção nacional de alguns, principalmente aqueles que são fortes agregadores de valor", salientou. Durante o seminário ABINEE TEC, as empresas ALTUS, CP Eletrônica, DELL, ENVISION, FLEXTRONICS, HEWLETT-PACKARD, INTELBRAS, ITAUTEC e SAMSUNG, além dos institutos de pesquisa C.E.S.A.R. - Centro de Estudos e Sistemas Avançados de Recife -, e Eldorado, apresentaram cases de trabalhos desenvolvidos em pesquisa, desenvolvimento e inovação, incentivados pela Lei de Informática. Segundo o diretor da Área de Informática da ABINEE, Hugo Valério, que presidiu o seminário, o evento foi importante para que as empresas pudessem demonstrar os resultados obtidos, ao longo do tempo, pelos benefícios da Lei de Informática para o desenvolvimento da pesquisa, desenvolvimento e inovação, além de servir para apontar os desafios e pontos que devem ser aperfeiçoados.

Indústria de TICs é prioridade do governo, diz secretário do MCT - 29/03/2011
O secretário de Política de Informática do Ministério de Ciência e Tecnologia - Sepin/MCT, Virgílio Almeida, reiterou nesta terça-feira (29), que a área de TICs é prioridade do governo federal. "A presidente Dilma tem se manifestado neste sentido, assim como o Ministro Mercadante", disse, durante o Seminário Inovação de Produtos com Projeto de CI´s e Casos de Sucesso, realizado no âmbito do ABINEE TEC 2011, em São Paulo. Almeida destacou que, dentro desta área, os semicondutores são estratégicos, diante de sua importância no aspecto tecnológico, que se estende por toda a indústria. Para ilustrar esta importância, ele citou o crescimento das vendas de computadores, celulares e televisores. Segundo ele, a dependência da importação destes insumos - que só faz crescer o déficit da balança comercial do setor - tem despertado a preocupação do governo. "Acentua esta situação o fato de unidades produtivas de semicondutores terem interrompido suas atividades no Brasil", observou. Por outro lado, o secretário citou, em sua exposição, as políticas públicas para as áreas de semicondutores. "Essas são ações que já foram feitas, mas queremos ouvir o que podemos fazer para ampliar e aprimorar o apoio a esta área", salientou ao lembrar que o momento é oportuno para a indústria fazer suas sugestões, uma vez que está em gestação o 2º PACTI, do MCT, e a PDP 2. Entre as ações já implementadas, Virgílio Almeida ressaltou o PADIS - Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores -, o fomento tecnológico e industrial, investimentos em P, D & I, apoio à mão de obra entre outros. Outra ação é o Programa CI Brasil, criado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia com o objetivo de estimular a produção de circuito integrado. Na oportunidade, o diretor do CTI - Centro de Tecnologia de Informática Renato Archer -, Jacobus Swart, destacou as atividades e resultados do programa. "O que motivou a sua criação foi a necessidade de se estimular a fabricação de semicondutores no Brasil, que serve como ferramenta para fazer inovação, mitiga o problema da balança comercial e propicia autonomia tecnológica", disse. Swart afirmou que o programa conta com 18 design houses e centros de treinamento, como o da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e do CTI, que já formaram 407 projetistas até dezembro de 2010. Durante o seminário, foram apresentados, ainda, cases de sucesso em CI's dedicados, como o caso do chip do boi, desenvolvido no CEITEC.

Infraestrutura ineficiente pode representar avenida de oportunidades - 28/03/2011
"A histórica falta de investimentos, que tem gerado ineficiências em nossos sistemas de transportes, saneamento e logística em geral, pode representar uma avenida de oportunidades daqui para frente." A afirmação foi feita pelo presidente da ABINEE, Humberto Barbato, na abertura do Fórum ABINEE TEC 2011, realizado no Anhembi, em São Paulo, que teve como tema Infraestrutura - Um Salto para o Desenvolvimento. O evento contou com presença do Ministro Aloísio Mercadante, de Ciência e Tecnologia, além de autoridades dos poderes legislativo e executivo, autarquias, empresários e profissionais das empresas do complexo elétrico e eletrônico e de outros setores. Em seu pronunciamento, Barbato afirmou que, em um cenário de globalização, onde os investimentos se deslocam pelo mundo atrás das melhores condições e a concorrência, principalmente chinesa, está colada nos calcanhares da indústria, torna-se inadmissível que o Brasil ainda apresente precárias condições nas áreas de transportes, logística, infraestrutura de telecomunicações e do arcabouço regulatório. No entanto, o presidente da ABINEE disse estar esperançoso e confiante com as oportunidades que surgem. "Acredito que os grandes eventos esportivos internacionais, que serão sediados pelo Brasil, como a Copa das Confederações, em 2013, a Copa do Mundo, em 2014, e os Jogos Olímpicos em 2016, servirão para impulsionar a infraestrutura e representarão um "divisor de águas" em nosso destino", destacou. Segundo Barbato, se ao esforço para "revolucionar" a infraestrutura do País, for adicionado o que será feito na área de petróleo e gás, cujos investimentos do PRÉ-SAL são de tirar o fôlego, o horizonte é bastante promissor para a economia brasileira. Diante deste cenário, o presidente da ABINEE fez um alerta ao salientar que não é admissível que importantes setores da indústria instalada no país sejam alijados das promissoras oportunidades que se apresentam, por serem vítimas de uma perversa e desfocada política de câmbio e juros, que está comprometendo fortemente a competitividade das empresas, em benefício da concorrência externa, muitas vezes desleal. "Neste contexto, a Petrobras, como empresa estatal que é, deve cumprir seu papel atuando como instrumento de política industrial, contribuindo para o crescimento das empresas instaladas no Brasil, disse Humberto Barbato. E, explicou: "O que eu quero dizer é que a Petrobras precisa cumprir os índices de agregação de conteúdo local, considerando todos os elos da cadeia de fornecedores e não o custo total do projeto". Segundo o Ministro da Ciência e Tecnologia, Aloísio Mercadante, o Brasil desfruta hoje de uma posição de destaque, com estabilidade econômica e institucional. "Além disso, e, principalmente, esta condição foi proporcionada pela incorporação de uma parte da população no desenvolvimento e que hoje forma a base do mercado interno consumidor. Mercadante admitiu, porém, que o crescimento brasileiro dos últimos anos esbarra em problemas de infraestrutura. "Por conta deste crescimento que estamos apresentando, precisamos acelerar os investimentos nesta área", disse, citando que o PAC é uma resposta direta a essa necessidade. Em sua fala, secretário estadual de Gestão Pública, Julio Semeghini, que representou o governador do Estado de São Paulo na ocasião, destacou as ações do governo paulista em parceria com o governo federal, como no caso do Rodoanel. Disse também que os investimentos necessários em infraestrutura são não só para a busca da competitividade como para a realização dos eventos esportivos que o país sediará. Apesar disto, Semeghini disse ser fora de propósito que, neste momento de oportunidades, o Brasil assista a uma verdadeira guerra fiscal, que compromete a implantação de uma política industrial. Heloísa Regina Menezes, Secretária do Desenvolvimento da Produção do MDIC, representando o ministro Fernando Pimentel, destacou o compromisso da pasta para que se avance em uma política industrial, que traga competitividade às empresas. Segundo ela, um dos pilares desta política é a inovação. "Nossa intenção é reverter o desequilíbrio que existe na balança comercial de alguns setores como o eletroeletrônico", disse Heloisa.

ABINEE TEC 2011: Infraestrutura - Um Salto para o Desenvolvimento - 25/03/2011
Na próxima segunda-feira, dia 28, a partir das 9h, no Anhembi, em São Paulo, a ABINEE realiza o Fórum ABINEE TEC 2011, com a presença dos ministros Edison Lobão, de Minas e Energia, Paulo Bernardo, das Comunicações, e Aloísio Mercadante, de Ciência e Tecnologia, além de autoridades dos poderes legislativo e executivo, autarquias, empresários e profissionais das empresas do complexo elétrico e eletrônico e de outros setores. O evento terá como tema Infraestrutura - Um Salto para o Desenvolvimento. "A infraestrutura é um dos principais gargalos do Brasil - que urge ser resolvido. Ao mesmo tempo, esta deficiência representa uma série de oportunidades devido aos investimentos que deverão ser realizados para que o país possa reverter esta situação", diz o presidente da ABINEE, Humberto Barbato. Segundo ele, se forem bem planejadas, estas oportunidades poderão se transformar numa efetiva alavanca para impulsionar a indústria instalada no país. Barbato acrescenta que também surgem como real possibilidade, os grandes eventos esportivos que se realizarão no Brasil nos próximos anos, como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. Além do Fórum, os seminários do ABINEE TEC 2011 debaterão temas como Smart Grid, Meio Ambiente, Lei de Informática, Energia Fotovoltaica entre outros.

Na CNI, ABINEE participa de discussão sobre nova política industrial - 22/03/2011
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, participou nesta terça-feira (22), em São Paulo, da reunião do Fórum Nacional da Indústria da CNI. O objetivo da reunião foi consolidar as propostas do setor privado para a nova etapa da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP 2). As sugestões da indústria para a política industrial incluem ações na área de tributação, financiamento, comércio exterior, inovação, infraestrutura, meio ambiente e relações do trabalho. O documento contempla propostas feitas pela ABINEE de adensamento da cadeia produtiva da indústria eletroeletrônica. As propostas aprovadas pelo Fórum deverão ser encaminhadas ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Empresas do setor apresentam demandas para novo secretário da Sepin - 21/03/2011
Representantes das empresas associadas da ABINEE reuniram-se, na segunda-feira (21), na sede da entidade, com o Secretário de Política de Informática (Sepin) do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Virgílio Almeida, acompanhado do coordenador geral de Política de Informática da Sepin, Adalberto Barbosa. O encontro, que foi uma continuação da reunião realizada na última semana entre o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, e o Ministro do MCT, Aloísio Mercadante, teve o objetivo de apresentar as demandas do setor em relação aos incentivos da Lei de Informática. Na abertura do evento, o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, destacou a estreita relação da entidade com o MCT/Sepin, o que tem facilitado o encaminhamento das dificuldades das empresas ao governo. Segundo ele, houve melhorias nos procedimentos da Lei de Informática, mas ainda há problemas a serem resolvidos, como a demora na concessão dos pleitos para benefícios da lei, o atraso na conclusão da análise dos relatórios demonstrativos do uso da lei, e na publicação das portarias que definem os processos produtivos básicos. "Diante do dinamismo do nosso setor, é imperativo que consigamos a resolução destes temas para o melhor desempenho das empresas", disse Barbato. Em sua exposição, o secretário Virgílio Almeida afirmou que seus objetivos à frente da Sepin são fortalecer a indústria de TICs, a geração de empregos, de tecnologia e inovação no Brasil. "Para atingirmos estes objetivos, a ABINEE e a indústria eletroeletrônica serão nossas principais parceiras", salientou. No âmbito interno, entre suas metas está a busca de maior eficiência nos processos da Sepin. "Vamos elaborar um planejamento estratégico para que possamos pleitar recursos a serem aplicado na melhoria da gestão da Lei de Informática", disse Almeida. Acrescentou que a Secretaria também trabalhará, ao lado de entidades de classe, na formulação de políticas públicas, como no caso do segmento de software. "O Brasil vive um momento muito positivo no presente e, também, em termos de expectativas, por conta dos grandes eventos, como Copa do Mundo e Olimpíadas, que poderão demandar uma série de produtos de TICs, abrindo uma série de oportunidades", destacou Virgílio Almeida. Reconhecendo os esforços da Sepin nos últimos anos, o diretor da área de informática da ABINEE, Hugo Valério, viu como positiva a manifestação do novo secretário em relação à busca de eficiência. "Isto interessa muito às empresas. É um alento saber que esta questão está entre as prioridades", salientou ao alertar para as dificuldades enfrentadas pelas empresas com a demora nos procedimentos da Lei de Informática. No dia 29 de março, à tarde, o secretário da Sepin, Virgílio Almeida, volta a se reunir com empresários do setor eletroeletrônico, desta vez durante o ABINEE TEC 2011. Na ocasião, serão apresentados os resultados dos investimentos em P&D, a partir da Lei de Informática.

Importações do Japão representam 5% do total do setor eletroeletrônico - 17/03/2011
A extensão do impacto ocasionado pelas catástrofes naturais que assolam o Japão desde a última sexta-feira ainda não pode ser detectada no desempenho das indústrias do setor eletroeletrônico, representadas pela ABINEE - o que exclui bens de imagem e som. Ao lado disso, a entidade destaca que o fluxo de comércio do setor com aquele país é pequeno. As importações vindas do Japão representaram 5,5% do total importado pelo setor eletroeletrônico em 2010 (US$35 bilhões), ou seja, US$ 1,9 bilhão, sendo que os componentes elétricos e eletrônicos representaram 50% deste valor. Analisando cada insumo importado, eletrônica embarcada correspondeu a US$ 223 milhões, o que representa 18% da importação total deste item; componentes para telecomunicações (US$ 220 milhões) representaram 5% do total de importação deste insumo; semicondutores (US$ 184 milhões) vindos do Japão representaram 4%; e componentes para informática (US$ 140 milhões) também representaram 4% do total deste item. Segundo o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, é necessário um pouco mais de tempo para que o setor eletroeletrônico analise os reais impactos econômicos por conta do desastre no Japão. "Neste momento, a preocupação que vem à frente é a situação das vítimas da catástrofe naquele país", diz.

Barbato apresenta estudo 2020 para ministro Aloísio Mercadante - 16/03/2011
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, reuniu-se, no dia 15, em Brasília, com o Ministro da Ciência e Tecnologia, Aloísio Mercadante. Na ocasião, entre os temas tratados, Barbato apresentou ao ministro o Estudo ABINEE 2020, elaborado pela entidade. Mercadante recebeu bem as propostas e afirmou que o governo está preocupado com o adensamento da cadeia produtiva e com o desempenho negativo da balança comercial do setor. Durante o encontro, o ministro destacou a intenção da pasta em ampliar as ações em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, áreas estas que, segundo o ministro, têm muito espaço para crescer no país. Neste sentido, citou a intenção de reforçar as ações da FINEP e promover uma maior integração entre o órgão de fomento e o setor industrial. Dando continuidade à reunião com o Ministro, representantes da ABINEE se encontram, na próxima semana, com o Secretário de Política de Informática do MCT, Virgílio Almeida, para apresentar as demandas do setor em relação aos incentivos da lei de informática.

ABINEE debate política industrial para a área de energia fotovoltaica - 15/03/2011
O diretor do Grupo Setorial de Sistemas Fotovoltaicos da ABINEE, Leônidas Andrade, participou nesta terça-feira (15), na Unicamp, em Campinas, do Inova FV - Workshop Inovação para o Estabelecimento do Setor de Energia Solar Fotovoltaica no Brasil. Na ocasião, Andrade debateu propostas para a construção de uma política industrial para o desenvolvimento da indústria de equipamentos fotovoltaicos no Brasil. O evento, que prossegue até amanhã, tem o objetivo de reunir especialistas e profissionais de empresas, governo e instituições de pesquisa nacionais para construir uma ação coordenada para o setor nos âmbitos tecnológico, regulatório, de infraestrutura física, talentos, mercado e investimentos, debatendo e validando a agenda de ações para o estabelecimento de uma política industrial, científica e tecnológica de desenvolvimento e competitividade da indústria de equipamentos fotovoltaicos no país. Aliado a isso, o evento busca ainda aproximar as suas agendas de P&D e Inovação, discutindo os desafios científicos e tecnológicos para o estabelecimento do mercado de energia solar fotovoltaica e de indústrias de silício grau solar no Brasil.

Pavilhão de Sistemas Fotovoltaicos é destaque na FIEE - 11/03/2011
Um dos destaques da FIEE/electronicAmericas, que acontece de 28 de março a 1º de abril, no Anhembi, em São Paulo, será o pavilhão Sistemas Fotovoltaicos, composto por dezessete empresas que se reúnem na ABINEE, no âmbito do GS Sistemas Fotovoltaicos. O pavilhão demonstrará todo o potencial deste mercado no Brasil, oferecendo uma alternativa de geração de energia limpa e inesgotável. Participam do pavilhão as seguintes empresas: Blue Sol; Cegasa; DuPont; Ebes; FC Solar; Finder; Guascor; Ingeteam; Kyocera Solar; Orbe; Ormazabal; PHB; Santerno; Schneider; SSSolar; Solaria; Tecnometal. Com a expectativa de reunir cerca de 1.100 empresas expositoras, nacionais e internacionais, em uma área de 60 mil metros quadrados, a 26ª FIEE ELÉTRICA e a 6ª electronicAmericas, que serão inauguradas pelo Ministro Edison Lobão, das Minas e Energia, devem receber mais de 60 mil visitantes, compradores qualificados, interessados em conhecer as novidades do mercado, ampliar o networking e adquirir novos conhecimentos. Além disso, as feiras representam uma excelente oportunidade para apresentar as tendências tecnológicas, promover produtos e serviços para um importante polo gerador de negócios dos segmentos.

Economista questiona eficácia dos juros para conter inflação – 04/03/2010
Nesta semana, o Banco Central promoveu a segunda alta da Taxa de Juros em 2011, elevando-a em meio ponto percentual, para 11,75%, como forma de controlar pressões inflacionárias. Para o economista e professor da Universidade de Brasília (UNB) Newton Ferreira Marques, especialista em Política Macroeconômica e Sistema Financeiro, o BC não deveria perseguir o centro da meta de inflação quando houvesse situações de choque de oferta, como inflação nos preços dos alimentos, por exemplo. "A inflação pode trazer perda de competitividade, mas uma desaceleração forçada do setor produtivo - via aumento de juros e, por consequência, valorização do real - pode acarretar problemas muito sérios no futuro", disse Marques durante sua participação na Reunião Plenária da ABINEE, neste dia 3 de março. Newton Marques considera, também, que o governo/BC deveria utilizar outros instrumentos de política monetária e de crédito, além da taxa Selic, para atingir a meta inflacionária. "É absolutamente legítimo discutir isto, pois o aumento da taxa de juros não tem impacto algum nestes casos", afirmou. Segundo ele, cada elevação de um ponto percentual da taxa Selic provoca elevação de R$ 20 bilhões/ano no custo da dívida pública. Ao mesmo tempo, provoca o ingresso de capitais estrangeiros, que resulta na queda da taxa de câmbio de 10% a 12,5% ao ano. "Não podemos usar mecanismos que tragam tantas distorções para o setor produtivo." Para Marques, o governo deve utilizar outros instrumentos que combatam esta apreciação da moeda, que torna as exportações desestimulantes e as importações estimulantes. "A economia brasileira passa por uma clara reprimarização, com grande perda de agregação de valor", ressaltou. Neste sentido, o professor afirmou que deveria ser rediscutido o regime de câmbio flutuante para evitar a desindustrialização da economia. "Esta é uma questão fundamental, pois, com este câmbio, não dá para concorrer de igual para igual com desiguais, como a China - que pratica, além do seu conhecido dumping social, também o dumping cambial. Estamos em uma guerra e é legítimo que procuremos nos defender", completou.

Para Barbato, aumento de juros é para compensar farra fiscal – 03/03/2010
"O aumento de juros não tem nada a ver com a inflação ocasionada pelos alimentos. Os juros sobem porque o governo, além de gastar mal, gasta muito mais do que arrecada e, portanto, precisa utilizar deste artifício para se sustentar". Esta é a avaliação do presidente da ABINEE, Humberto Barbato, sobre a decisão do Copom em elevar a Taxa Básica de Juros. Barbato ressalta ainda, que o Brasil vai na contramão do mundo, uma vez que o impacto nos preços dos alimentos é global e outras nações não estão elevando suas taxas de juros. "Nós não podemos achar que o nosso país está certo e todo o mundo está errado", afirmou. Segundo ele, os sucessivos aumentos da taxa de juros estimulam a entrada de capitais de curto prazo, que provocam a valorização da moeda e, por consequência, prejudica as empresas instaladas no Brasil. "Ninguém é a favor da inflação. Sabemos o que é isso e não temos saudades. O que não podemos permitir é o que o câmbio está fazendo com a indústria nacional", completou Humberto Barbato.

BNDES PSI é prorrogado e passa a incluir componentes e bens de TIC – 01/03/2011
Foi prorrogado até 31 de dezembro de 2011 o Programa BNDES de Sustentação do Investimento (BNDES PSI). O programa, que se encerraria no final do mês de março, será estendido, com a ampliação de sua abrangência e alteração de taxas. O novo orçamento do programa é de R$ 75 bilhões. A principal novidade é a inclusão de condições especiais do BNDES PSI a aquisição de partes, componentes e serviços tecnológicos para bens de capital. O Programa também financiará bens de tecnologia da informação e comunicação desenvolvidos no Brasil com tecnologia nacional, de acordo com critérios estabelecidos pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). Nos dois casos, as taxas finais para o tomador do empréstimo serão de 5% ao ano. Outra novidade é que será incluído no PSI o financiamento a ônibus com tração elétrica e tração híbrida, combinando o uso da eletricidade com algum outro combustível (diesel, biodiesel, etanol etc). Os equipamentos também terão de ser acessíveis para deficientes físicos e serão comercializados com taxa de 5% ao ano. A partir de abril, as taxas de juros para ônibus e caminhões serão de 10% ao ano, contra os 8% atuais. Os juros cobrados para comercialização de bens de capital passam de 5,5% para 6,5% ao ano (micro, pequena e média empresa) e 8,7% (grande empresa). Para exportações de bens de capital, as taxas serão de 9% (grande empresa) e 7% ao ano (MPME), contra os 5,5% cobrados atualmente. No BNDES Procaminhoneiro, direcionado à compra de veículos por caminhoneiros autônomos, a taxa subirá de 4,5% para 7% ao ano. Os juros mais baixos do programa continuam sendo aqueles cobrados para inovação, que variam de 4% a 5% ao ano. Em sintonia com o processo de estímulo ao crédito privado de longo prazo, o BNDES está reduzindo a sua participação máxima dos investimentos no âmbito do BNDES PSI. O apoio a bens de capital para MPMEs, que era de 100% do investimento, agora será limitado a 90%. Para grande empresa, o limite passou de 80% para 70%. A mesma redução de 10% da participação máxima foi aplicada aos subprogramas de inovação e exportação.

Governo adia implantação do ponto eletrônico para setembro – 28/02/2010
Na segunda-feira (28), o Ministério do Trabalho e Emprego, por meio da portaria 373 publicada no Diário Oficial da União, prorrogou para 1º de setembro a entrada em vigor da portaria que disciplina o registro de ponto eletrônico e a utilização do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto, que passaria a valer a partir de 1º de março. Esta é a segunda vez que a portaria tem sua data de entrada em vigor adiada. A primeira foi em agosto do ano passado. À época, a mudança de data foi uma reivindicação de representantes dos trabalhadores e dos empregadores. No ano passado, o MTE argumentou que um estudo da Secretaria de Inspeção do Trabalho constatou a falta de equipamentos no mercado para atender a regulamentação. A falta de equipamentos poderia provocar uma onda de contestações judiciais pelas empresas, que não poderiam ser multadas porque não tinham o aparelho eletrônico. Portaria do Ministério do Trabalho nº 1.510/2009 estabelece que as empresas que já utilizam o registro eletrônico de ponto terão que adotar o sistema regulamentado pelo ministério. Segundo a portaria, as empresas terão de entregar aos funcionários um comprovante de marcação com a hora de entrada e saída do empregado. Empresas que usam o controle manual ou máquinas de registro mecânicas estão dispensadas.

Nossa Caixa Desenvolvimento suspende Linha Especial Parcelada – 23/02/2011
O Banco Nossa Caixa Desenvolvimento comunicou, no dia 8 de fevereiro, a suspensão da Linha Especial Parcelada - LEP, cuja finalidade era apoiar as empresas sediadas no Estado de São Paulo na forma de capital de giro. Permanecem em vigor as demais linhas do Banco, como a Linha Especial de Giro com Recebíveis – LEG e as voltadas ao investimento. Neste mesmo comunicado, a Nossa Caixa Desenvolvimento anunciou que além de repassar recursos do BNDES do Finame e BNDES Automático, abriu também o Progeren, programa que tem como objetivo a ampliação da produção, do emprego e da massa salarial, através de apoio financeiro na forma de capital de giro.

'Câmbio chinês é vergonhoso e fora de regras da OMC' - 18/02/2011
No momento em que representantes do G-20 começam a discutir a questão do câmbio, a professora e pesquisadora da FGV, Vera Thorstensen, que por 15 anos foi a principal assessora econômica da Missão do Brasil em Genebra, afirmou que a prática cambial da China é vergonhosa e fora das regras da OMC. "Está escrito lá, nenhum dos países membros pode usar o câmbio para frustrar os objetivos do comércio internacional. Um câmbio extremamente desvalorizado por 10 anos não pode ser flutuante. Isto é subsídio direto, na veia", disse em palestra realizada na ABINEE, na quinta-feira (17), sobre o tema Defesa Comercial e a Invasão Chinesa. Segundo ela, que também é coordenadora do Centro de Comércio Global e de Investimentos, os chineses usam as regras de comércio para se defender, mas as ignoram no momento de espalhar seus produtos pelo mundo. "Esta prática fez a China atingir reservas de US$ 3 trilhões. Como deixaram isto acontecer?", questionou. Citando o índice Mcdonald's , Vera afirmou que, com o yuan 48% desvalorizado em relação ao dólar enquanto o real está 36% valorizado, não existe muitos mecanismos que sejam eficazes. "Antidumping é matar mosca com a mão. A menos que seja combinado com a salvaguarda transitória e outros instrumentos", afirmou. Porém, a professora destacou alguns caminhos a percorrer para conter a concorrência desleal com os produtos chineses no Brasil. "Utilizar valoração aduaneira; elevar a alíquota do imposto de importação para o limite permitido pela OMC, 35%, de uma série de produtos para compensar a distorção cambial [medida esta que a ABINEE já levou para o governo] e aplicar, quando cabível, direito antidumping e compensatórios", disse. Segundo ela, outra alternativa é usar barreiras técnicas e exigir a certificação de todo produto importado da China. Uma terceira possibilidade defendida por Vera é o Brasil entrar com pedido de salvaguarda transitória contra os chineses, o que pode ser feito até 2013, de acordo com as regras de ascensão da China à OMC. "Em 2005, aventou-se a possibilidade da aplicação deste mecanismo, mas não foi para frente e se optou apenas por medidas antidumping. Hoje, a situação é muito pior e urgente", destacou, acrescentando que países que entraram com pedido de salvaguardas contra a China conseguiram ir à mesa de negociação com os asiáticos para discutir produto a produto. Segundo o presidente da ABINEE, Humberto Barbato, a entidade, que já tem reivindicado uma série de medidas compensatórias a órgãos do governo, deverá se debruçar, também, na elaboração de novos pleitos ao governo em relação à defesa comercial. "A situação é extremamente complicada e precisamos de providências rápidas", completou Barbato, ao atentar para o crescente déficit do setor eletroeletrônico, que, em 2010, atingiu US$ 27 bilhões.

Para Barbato, medida da Argentina desrespeita as regras do Mercosul - 17/02/2011
"A recente decisão da Argentina de impor licenças prévias para uma lista ampliada de produtos, que inclui bens eletroeletrônicos, evidencia a necessidade do Brasil de repensar sua participação no Mercosul". A afirmação é do presidente da ABINEE, Humberto Barbato, para quem a medida desrespeita as regras do bloco e foi tomada sem discussão prévia entre os países membros. "A resolução pode afetar cerca de 50% das exportações de produtos do setor eletroeletrônico para a Argentina, principal destino das nossas vendas externas", argumenta. Segundo ele, este é o momento do Brasil parar de ser tão tolerante nas relações comerciais com seus parceiros. "Estamos perdendo empregos aqui e gerando no nosso vizinho", afirma. Ao mesmo tempo, Barbato diz que a medida não deve ser retaliada, pois o governo argentino está fazendo a sua política industrial, o que deveria servir de exemplo para o Brasil. "Vamos propor que nosso governo adote as mesmas medidas para produtos importados - principalmente para os que vêm da China - e que tenham fabricação no nosso país", conclui Barbato.

Déficit do setor em janeiro cresce 25% em relação ao ano passado - 16/02/2011
Dados da ABINEE apontam que, no mês de janeiro, o déficit da balança comercial de produtos do setor eletroeletrônico atingiu US$ 2,33 bilhões, 25% acima do registrado em janeiro do ano passado (US$ 1,86 bilhão). O saldo negativo foi resultado de exportações no valor de US$ 485,3 milhões e importações de US$ 2,81 bilhões.

De 28 de março a 1º de abril, FIEE Elétrica e electronicAmericas - 15/02/2011
Com a expectativa de reunir cerca de 1.100 empresas expositoras, nacionais e internacionais, em uma área de 60 mil metros quadrados, a 26ª FIEE ELÉTRICA - Feira Internacional da Indústria Elétrica, Energia e Automação - e a 6ª electronicAmericas - Feira Internacional de Componentes, Subconjuntos, Equipamentos para Produção de Componentes, Tecnologia Laser e Optoeletrônica - serão realizadas de 28 de março a 1º de abril de 2011, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. As Feiras, que serão inauguradas pelo Ministro Edison Lobão, das Minas e Energia, devem receber mais de 60 mil visitantes, compradores qualificados, interessados em conhecer as novidades do mercado, ampliar o networking e adquirir novos conhecimentos. Além disso, as feiras representam uma excelente oportunidade para apresentar as tendências tecnológicas, promover produtos e serviços para um importante polo gerador de negócios dos segmentos. Representam, também, excelente estratégia para impulsionar vendas, fortalecer a imagem da marca, analisar a concorrência, fidelizar e conquistar novos clientes e estreitar relacionamento com o público comprador, no âmbito nacional e internacional. PAVILHÃO DE ENERGIA FOTOVOLTAICA - Um dos destaques da feira será o Pavilhão de Energia Fotovoltaica, composto por empresas que se reúnem na ABINEE, no âmbito do GS Sistemas Fotovoltaicos, demonstrando todo o potencial deste mercado no Brasil, que oferece alternativas de geração de energia limpa e inesgotável

ABINEE TEC 2011 debaterá Infraestrutura, Smart Grid e Meio Ambiente - 14/02/2011
De 28 de março a 1º de abril, simultaneamente às feiras internacionais FIEE Elétrica e electronicAmericas, a ABINEE promoverá o ABINEE TEC 2011. O evento, que compreende Fórum e Seminários, debaterá temas como Smart Grid e Meio Ambiente, Lei de Informática entre outros. Neste ano, o Fórum de abertura, que acontece no dia 28 de março - mesmo dia da inauguração das feiras -, terá como tema principal a Infraestrutura. Tradicionalmente contando com a participação de autoridades políticas e administrativas federais, estaduais e municipais, o fórum terá a presença do Ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, que será homenageado pela ABINEE.

Sondagem ABINEE mostra arrefecimento nos negócios do setor – 11/02/2011
Sondagem realizada pela ABINEE entre suas associadas no mês de janeiro/2011 mostra um arrefecimento no quadro dos negócios do setor eletroeletrônico. Os indicadores de vendas e encomendas mostraram que somente 54% das empresas apontaram que seus negócios cresceram em relação ao mesmo mês do ano passado. Na pesquisa realizada em dezembro/2010, 72% das empresas haviam indicado crescimento em relação a dezembro/2009. Esse arrefecimento se confirma ao se comparar as vendas de janeiro/2011 com as de dezembro/2010, quando 48% das empresas pesquisada identificaram queda. A Sondagem ABINEE identificou, também, que o segmento de bens de consumo foi o que mais influenciou a diminuição no ritmo das vendas do setor.

Setor eletroeletrônico vê crescimento do déficit com a China – 11/02/2011
Quando as commodities estão fora do assunto, o quadro da balança comercial do Brasil com a China é catastrófico. No caso do setor eletroeletrônico, em 2010, as importações atingiram US$ 12,1 bilhões, 54% a mais que 2009, e as exportações US$ 151 milhões, 10% a menos. Ou seja, o déficit quase chegou a US$ 12 bilhões, 58% superior a 2009. "Na raiz do problema continuam os componentes, que representaram metade das importações de produtos chineses, porém outros segmentos começam a crescer", diz o presidente da ABINEE, Humberto Barbato. Segundo ele, o que se vê agora é a expansão cada vez maior das compras externas de bens finais das áreas de Material Elétrico de Instalação (98%), Utilidades Domésticas (76%), Informática (67%), equipamentos para Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica (59%).

Especialista da União Européia fala sobre WEEE e RoHS – 10/02/2011
A ABINEE realizou na quinta-feira (10), em parceria com a ABDI, evento com a apresentação do especialista da União Européia, Jean Palau, que abordou a situação atual e novidades das diretivas européias RoHS (Restriction of Hazardous Substances), que trata da 'Restrição de uso de Substâncias Nocivas' na fabricação de certos produtos e a WEEE (Waste from Electrical and Electronic Equipment) , que dispõe sobre a Reciclagem de Produtos Eletroeletrônicos. Na ocasião, Palau expôs as alterações de procedimentos das normas de responsabilidade ambiental da Comunidade Europeia, exigidas para os produtos comercializados no mercado europeu. O novo texto da WEEE que, segundo ele, não deverá ser publicado até 2012, busca introduzir uma maior harmonização tanto na aplicação da WEEE entre os países membros da União Europeia, quanto nos registros e declarações de conformidade com a diretiva. "Hoje, cada país tem o direito de promover maiores exigências da diretiva de acordo com suas necessidades", disse. Na RoHS, igualmente, propõe-se a harmonização dos requisitos da diretiva entre os países. Além disso, no novo texto será incluído mais quatro substâncias, entre as consideradas nocivas à saúde humana e o meio ambiente.

Austeridade fiscal é o melhor remédio para controlar inflação – 10/02/2011
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, vê como positivo o anúncio do governo em cortar R$ 50 bilhões nas despesas do Orçamento Geral da União de 2011. Segundo ele, para a saúde da economia, é necessário que haja contingenciamento nos gastos de custeio. "Só temos que elogiar esta postura. Era preciso uma iniciativa desta para conter a farra de gastos que vimos nos últimos anos", diz. Barbato afirma que agir com realismo e austeridade fiscal é o remédio mais efetivo para controlar repiques inflacionários. Esta medida mostra que, conter o aumento dos preços com o juros, além de não ser uma medida efetiva, ainda acarreta uma série de outros problemas para a economia. O presidente da ABINEE ressaltou a disposição do governo em manter os investimentos em projetos como o PAC, e cortar apenas o que não traz resultados práticos, possibilitando que a atividade econômica traga os benefícios necessários para o país. Humberto Barbato conclui, afirmando que ainda resta saber se a disposição anunciada pelo governo em controlar seus gastos irá se concretizar efetivamente ao decorrer do ano, acompanhando o ritmo de expansão da economia.

Empresas do setor eletroeletrônico abriram quase 15 mil vagas em 2010 – 09/02/2011
Dados consolidados da ABINEE apontam que, em 2010, as indústrias do setor eletroeletrônico abriram 14.860 vagas, elevando para 174.680 o número total de trabalhadores diretos. O resultado representa um crescimento de 9,3% em relação a dezembro de 2009 (159.820). Para 2011, a previsão inicial da ABINEE é de que a trajetória de crescimento seja mantida, porém em ritmo menor. De acordo com as perspectivas, as empresas do setor deverão abrir cerca de 3 mil vagas, empregando, ao final deste ano, 178 mil funcionários diretos.

Na reunião do GAC, Barbato pede medidas de defesa comercial – 02/02/2011
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, participou nesta quarta-feira (2), ao lado de empresários de diversos setores, da reunião do Grupo de Avanço da Competitividade (GAC), em Brasília. No encontro coordenado pelo Ministro da Fazenda, Guido Mantega, e pelo Ministro do Desenvolvimento, da Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, Barbato reiterou o pedido da entidade para que o governo tome medidas para combater a perda de competitividade da indústria instalada no país e o aumento das importações, potencializados pela excessiva valorização do real ante o dólar. "É preciso que o governo adote medidas para minorar os problemas da indústria em função do câmbio", disse. Segundo ele, o Brasil precisa de medidas de defesa comercial, pois, hoje, o país está atraindo competidores como a China, que estão trazendo produtos a qualquer preço. Dentre as medidas apresentadas pelo presidente da ABINEE está a desoneração da contribuição patronal ao INSS, hoje de 20%, da parcela exportada da produção dos bens do setor elétrico, nos moldes já adotados para o setor de software. "Gostaríamos que alíquota fosse zerada, para que não houvesse esse encargo social sobre os produtos para exportação", disse Barbato. Durante a reunião, o ministro Guido Mantega anunciou a prorrogação do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) do BNDES, que terminaria no fim de março deste ano. "Mantega confirmou que seria prorrogado, mas não disse para até quando. Se não fosse o PSI, o setor de bens de capital estaria em uma situação mais fragilizada", disse Barbato a jornalistas. Lançado em julho de 2009, o BNDES PSI é um financiamento, por intermédio de agentes financeiros credenciados, a produção e a aquisição de máquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional, credenciados no BNDES, com capital de giro associado, com custo total da operação de 5,5% ao ano. Ainda em Brasília, Humberto Barbato grava nesta tarde entrevista para o programa Agenda Econômica da TV Senado. Amanhã (4), na parte da tarde, participa de audiência com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

Déficit do setor bate recorde e chega a US$ 27,3 bilhões em 2010 – 01/02/2011
Dados consolidados da ABINEE confirmam que, no ano de 2010, o déficit da balança comercial de produtos do setor eletroeletrônico alcançou US$ 27,3 bilhões, registrando recorde histórico. O resultado foi 56% acima do apontado em 2009 (US$ 17,5 bilhões) e 23% superior ao de 2008 (US$ 22,1 bilhões). De acordo com o levantamento por Bloco Econômicos, os países do Sudeste da Ásia permaneceram como principal origem das importações de produtos do setor, representando 63,5% do total.

ABINEE envia contribuições ao Plano Nacional de Eficiência Energética – 01/02/2011
Na última segunda-feira (31), a ABINEE enviou ao Ministério de Minas e Energia suas contribuições para a Consulta Pública referente à Minuta do Plano Nacional de Eficiência Energética - Premissas e Diretrizes Básicas na Elaboração do Plano. Em particular, no capítulo 12 do Plano, a ABINEE sugere que o texto deve considerar a utilização da fonte solar, tanto para o aquecimento de água, como para a geração alternativa de energia elétrica. Como fonte de água quente, a entidade propõe a revisão do texto considerando uma opção tecnológica mais moderna e mais viável, que é o chuveiro híbrido solar (união do chuveiro elétrico com o aquecedor solar, sem fonte de aquecimento no reservatório de água). Para argumentar sua proposta de alteração, a ABINEE cita o estudo elaborado pelo CIRRA (Centro Internacional de Referência em Reuso de Água), entidade vinculada à Escola Politécnica da USP, que coloca o sistema híbrido como a opção mais econômica, quando levado em consideração os gastos com energia elétrica e água. No quesito geração alternativa de energia elétrica, a ABINEE propõe a criação de um novo tópico no capítulo, ou mesmo, um novo capítulo, destacando as opções de geração distribuída já existentes, em especial, a partir de soluções fotovoltaicas. As sugestões elaboradas em nome das empresas associadas da ABINEE ainda contemplam:
- possibilitar maior participação das indústrias na utilização dos recursos destinados para Pesquisa e Desenvolvimento, em especial, quando em projetos de eficiência energética; - inserir os conceitos básicos de eficiência energética na formação dos professores de ensino fundamental e do ensino médio, bem como, nos currículos das disciplinas de ciências, em especial, dentro dos temas ligados ao meio ambiente; - inserir nas licitações públicas a questão da sustentabilidade (como já definido em Instrução Normativa do Ministério de Planejamento e Orçamento) e seus requisitos de eficiência energética, por meio da utilização de produtos referenciados nos programas (ex: Procel, Conpet, PBE entre outros) contemplados no Plano Nacional de Eficiência Energética; - consolidar metodologia de avaliação dos resultados das ações de eficiência, para harmonizar procedimentos e permitir que os usuários possam avaliar as soluções contratadas e utilizar o MDL - Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (compra e venda de crédito de carbono). Além das ações propostas, a ABINEE julga como importante incluir no Plano Nacional de Eficiência Energética que Procel e Conpet tenham fonte de recursos devidamente dimensionada para o escopo a que se destinam esses programas. Também é importante a criação de linhas de financiamento, não só para a implementação de eficiência energética nos diversos tipos de consumidores, mas também, para alavancar a produção de bens mais eficientes.

Reunião do Grupo Setorial de Sistemas Fotovoltaicos – 27/01/2011
Foi realizada, nesta quinta-feira (28), reunião do Grupo Setorial de Sistemas Fotovoltaicos da ABINEE, dentro do escopo da área de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica (GTD) da entidade. Com a presença de cerca de 50 representantes de empresas de todo o país, foram eleitos, na ocasião, o coordenador do grupo, Leônidas Andrade (DuPont), e os vice-coordenadores, Renata Lourenço (Schneider) e José Cláudio Macedo Cardoso (Tecnometal). Segundo o coordenador, Leônidas Andrade, com a formação do grupo, que reúne toda a cadeia de produção e integração de Sistemas Fotovoltaicos, é a primeira vez que as empresas deste setor têm uma representação institucional, com objetivo de fomentar e alavancar suas atividades. "Além disso, contamos com um sobrenome forte que é o da ABINEE", destacou. Segundo ele, o GS nasce já contando com muitos interessados e que, apesar de congregar empresas do mesmo segmento, o grupo discutirá assuntos que visam o desenvolvimento do setor como um todo. O GS Sistemas Fotovoltaicos é composto por 5 grupos de trabalhos, que tratarão de temas específicos do setor. São eles: GT Leilão; GT Mercado; GT Inversores/Sistemas (equipamentos); GT Tributário; e GT de Normas. Demonstrando todo o potencial deste mercado no Brasil, que oferece alternativas de geração de energia limpa e inesgotável, o GS Sistemas Fotovoltaicos da ABINEE estará representado na FIEE Elétrica, que acontece no final de março, em São Paulo, com um pavilhão institucional. O tema também terá espaço nos seminários do ABINEE TEC. No dia 30 de março, está programada uma apresentação sobre Geração Distribuída - Sistemas Fotovoltaicos.

ABINEE apresenta pleitos do setor ao Ministro Fernando Pimentel – 20/01/2011
O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, esteve reunido na quarta-feira (19), em Brasília, com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel. Em sua primeira reunião com o novo representante da pasta, Barbato apresentou uma série de pleitos do setor eletroeletrônico, enfatizando a necessidade de implementação de medidas específicas para compensar as distorções estabelecidas pela taxa de câmbio e por legislações e procedimentos legais que afetam as indústrias. Entre as propostas está o aumento dos impostos de importação de produtos dos segmentos de Equipamentos Industriais e de GTD - Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica -, como forma de barrar a entrada de produtos importados no país, principalmente da China.  Segundo Barbato, o Brasil utiliza, hoje, alíquota de 12% para taxar os importados, bem abaixo do permitido pela Organização Mundial do Comércio (OMC), que é de até 35%. "A condução da política cambial no país estimula as importações e cria barreiras quase intransponíveis para as exportações de manufaturados, por isso precisamos reagir", disse.  Outra medida proposta pela ABINEE diz respeito à desoneração da contribuição patronal ao INSS e da contribuição ao Sistema S da parcela exportada da produção dos bens do setor elétrico, nos moldes já adotados para o setor de software. "Desse modo, uma empresa 100% voltada para exportação pode reduzir pela metade o que paga ao INSS e zerar a sua contribuição ao Sistema S, aliviando a folha de pagamento", detalhou Barbato. Durante a audiência, também foram tratados outros importantes pleitos da ABINEE, como: alteração do Decreto-Lei nº 356/68, restringindo a isenção do Imposto de Importação aos produtos do setor elétrico que não tenham similar nacional, com exceção da Zona Franca de Manaus; eliminar o encerramento randômico dos pregões eletrônicos governamentais e o encerramento por decisão do pregoeiro, alterando o Decreto nº 5.450/2005. Além destes temas, o presidente da ABINEE apresentou o estudo "A Indústria Elétrica e Eletrônica em 2020" que traz propostas para o desenvolvimento do setor no Brasil, com a meta de elevar sua representatividade no PIB dos atuais 3,5% para 7% em 2020. Ao final da reunião, o presidente da ABINEE elogiou a receptividade do Ministro Fernando Pimentel, que assumiu o compromisso de avaliar as propostas da ABINEE, as quais considerou pertinentes, e tomar as medidas necessárias. "O ministro reconhece que estamos vivendo uma guerra cambial e que não podemos ficar de braços cruzados. Temos que tomar providências rapidamente, caso contrário, o saldo comercial do Brasil poderá desaparecer", concluiu Barbato.

 Ministro Edison Lobão confirma participação no Fórum ABINEE TEC 2011 – 18/01/2011
Em audiência realizada nesta terça-feira, em Brasília, o Ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, confirmou ao presidente da ABINEE, Humberto Barbato, sua presença no Fórum ABINEE TEC 2011, que se realiza no dia 28 de março, no Anhembi, em São Paulo, bem como na cerimônia de inauguração das feiras internacionais FIEE Elétrica e electronicAmericas, marcada para a mesma data e local. Na audiência, além do convite para os eventos, Humberto Barbato tratou com o ministro diversos assuntos de interesse do setor eletroeletrônico, entre os quais, a questão da desindustrialização que afeta a indústria instalada no país, para o que a ABINEE pede a adoção de critério de conteúdo local nas concessões de geração e transmissão de energia elétrica. Também foram apresentados o pedido de revogação da isenção dos impostos federais, inclusive o Imposto de Importação, para os produtos com similar nacional adquiridos em investimentos localizados na Amazônia Ocidental, e a proposta de certificação compulsória de produtos da área de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. Quanto ao programa Luz para Todos, a ABINEE propôs participar, em conjunto com o MME, do desenvolvimento das novas tecnologias empregadas para atender as comunidades isoladas da Amazônia, com exceção da Zona Franca de Manaus. A questão da participação da indústria local no fornecimento de sistemas e produtos eletroeletrônicos à indústria de Petróleo e Gás e à Indústria Naval mereceu particular destaque. Segundo Barbato, além do pronto atendimento ao convite para o Fórum ABINEE TEC, o ministro se mostrou receptivo aos assuntos levados pela entidade, revelando sua preocupação com a questão da competitividade da indústria instalada no Brasil, e colocando a estrutura do ministério para discutir com a ABINEE as reivindicações apresentadas.

Reunião do COPOM: novo governo, velhas questões – 18/01/2011
"O Copom inicia hoje a primeira reunião do ano, tendo à frente um novo governo e um novo presidente do Banco Central. De acordo com o mercado, a estimativa é que a taxa básica de juros suba meio ponto percentual", afirma o Presidente da ABINEE, Humberto Barbato, para quem, o Brasil inicia 2011 revivendo os velhos dilemas da política econômica. Segundo Barbato, em um novo governo, com novos personagens, persiste a idiossincrasia existente entre uma gestão fiscal flexível e uma política monetária que tenta corrigir os efeitos inflacionários decorrentes da expansão do gasto público. "A nosso ver, o Brasil superou o fantasma da inflação há mais de 15 anos, quando foi implementado o Plano Real. Não superou, no entanto, as falhas de coordenação entre política fiscal e monetária, o que exige que a austeridade do Copom se torne excessiva", diz. O presidente da ABINEE destaca que, para um governo que inicia, seria importante (para não dizer prudente) corrigir tais distorções, visando eliminar a excessiva valorização do câmbio, que dribla todas as ações superficiais, promover o investimento público e privado e assegurar o crescimento da economia acima do patamar previsto. "São velhas questões para alguns novospersonagens", conclui Humberto Barbato.

BNDES prorroga prazo de vigência do Programa Finame Componentes – 12/01/2011
O BNDES prorrogou o prazo de vigência do Finame Componentes. Com a prorrogação, os pedidos deverão ser protocolados no banco até 30 de setembro de 2012. O programa financia a aquisição de peças, partes e componentes fornecidos para fabricantes cadastrados ao BNDES, para a incorporação em máquinas e equipamentos em fase de produção.

Medida Provisória estende benefícios a produtos de TIC – 06/01/2011
O governo publicou, em 30 de dezembro último, a Medida Provisória nº 517, que tem o objetivo, dentre outros, de incentivar a produção nacional de bens de Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs). Em seu texto, no artigo 14, a medida estende a isenção do PIS/Cofins para os modens, como forma de estimular a inclusão digital. Já o artigo 15 amplia para 100% a isenção do IPI aos bens de TIC desenvolvidos e produzidos no país.

Aprovada criação do Programa Brasileiro de Avaliação do Ciclo de Vida – 06/01/2011
O Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - CONMETRO - publicou no Diário Oficial da União, do dia 4 de janeiro, a Resolução nº 4, de 15 de dezembro de 2010, que trata da aprovação do Programa Brasileiro de Avaliação do Ciclo de Vida - PBACV. O Programa estabelece diretrizes no âmbito do Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - Sinmetro -, para dar continuidade e sustentabilidade às ações de Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) no Brasil, com vistas a apoiar o desenvolvimento sustentável e a competitividade ambiental da produção industrial brasileira e a promover o acesso aos mercados interno e externo. Segundo o CONMETRO, o Programa pretende: (a) implantar no um sistema reconhecido em âmbito internacional, capaz de organizar, armazenar e disseminar informações padronizadas sobre inventários do Ciclo de Vida da produção industrial brasileira; (b) disponibilizar e disseminar a metodologia de elaboração de inventários brasileiros; (c) elaborar os inventários base da indústria brasileira; (d) apoiar o desenvolvimento de massa crítica em ACV; (e) disseminar e apoiar mecanismos de disseminação de informações sobre o pensamento do ciclo de vida; (f) intervir e influenciar nos trabalhos de normalização internacional e nacional afetos ao tema; (g) identificar as principais categorias de impactos ambientais para o Brasil. Na publicação, o CONMETRO determina ao Inmetro que defina, no prazo máximo de 6 (seis) meses, o Regimento Interno e constitua do Comitê Gestor.

Prorrogada consulta pública do Plano Nacional de Eficiência Energética – 05/01/2011
O Ministério de Minas e Energia prorrogou, até o dia 31 de janeiro, o prazo para recebimento de contribuições para a Consulta Pública à Minuta do Plano Nacional de Eficiência Energética - Premissas e Diretrizes Básicas na Elaboração do Plano. A medida, publicada no Diário Oficial da União do dia 24 de dezembro, por meio da portaria nº 982, é fruto de um pleito da ABINEE manifestado em carta enviada ao ministério em 15 de dezembro.

Conheça a nova equipe ministerial – 04/01/2011
O escritório da ABINEE em Brasília preparou uma relação da nova equipe ministerial, organizada em ordem alfabética das pastas, contendo um mini-currículo de cada um dos nomeados. Dos ministérios mais próximos da entidade, as novidades são Aloizio Mercadante, na Ciência e Tecnologia; Fernando Pimentel, no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; e Paulo Bernardo, no Ministério das Comunicações. Nas Minas e Energia, permanece o ministro Edison Lobão. Veja a relação completa em ABINEE em Brasília.



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