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Sondagem Abinee: 62% das empresas apontam retração dos negócios em fevereiro - 20/03/2015
Segundo dados da Sondagem realizada pela Abinee, referente ao mês de fevereiro de 2015, 62% das empresas pesquisadas indicaram retração nas vendas/encomendas, em comparação com fevereiro de 2014. Na comparação com o mês imediatamente anterior, 45% observaram retração. Outro indicador desfavorável foi o ritmo de negócios em relação às expectativas. Na sondagem de fevereiro, 59% das empresas apontaram que seus negócios ficaram “abaixo do esperado”, enquanto que as respostas que mostraram resultados “conforme o esperado” foi de apenas 30%.

AbineeTec 2015: Autoridades começam a confirmar presença - 17/03/2015
Já confirmaram presença para abertura do AbineeTec 2015, no dia 23 de março, os deputados Eli Corrêa Filho, Paulo Abi-Ackel e Jorge Tadeu Mudalen; o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade; o Secretário de Política de Informática do MCTI, Virgílio Almeida; Secretário de Inovação do MDIC, Marcos Vinícius de Souza; o Secretário do Desenvolvimento da Produção do MDIC, Carlos Gadelha; o Secretário de Estado de Energia de São Paulo, João Carlos Meirelles; e a Diretora da ABDI, Maria Luísa Leal.

O tradicional evento, que acontece no âmbito da 28ª FIEE, trará um panorama sobre o setor eletroeletrônico, com os olhos voltados para o futuro. O AbineeTec 2015 destacará, como temas principais, o Aperfeiçoamento do Setor Elétrico Brasileiro, Eficiência Energética, Inovação, Redes Inteligentes e Sustentabilidade.

AbineeTEC 2015: Um debate sobre o futuro do setor eletroeletrônico - 13/03/2015
Com a presença de especialistas, membros dos poderes executivo e legislativo, representantes de indústrias, de universidades e de institutos de pesquisa, será realizado de 23 a 27 de março, no Anhembi, em São Paulo, o AbineeTEC 2015.

O tradicional evento, que acontece no âmbito da 28ª FIEE, trará um panorama sobre o setor eletroeletrônico, com os olhos voltados para o futuro.

Preocupado com os reflexos da crise hídrica no setor de geração de energia elétrica, bem como com as necessárias otimizações do atual modelo pós MP 579/2012, o AbineeTEC 2015 debaterá, no primeiro dia, o Aperfeiçoamento do Setor Elétrico Brasileiro, objetivando buscar propostas que permitam o reequilíbrio estrutural e dos atores do segmento, bem como o aperfeiçoamento do arcabouço jurídico, buscando, inclusive, outras formas para a adequada expansão do setor elétrico.

Entre os debatedores estarão o presidente da EPE, Mauricio Tolmasquim; o professor José Goldemberg, da USP; o presidente da ABRADEE, Nelson Leite; o presidente e CEO da Siemens, Paulo Stark; o diretor da CPFL Energia, Paulo Ricardo Bombassaro; e o presidente da Thymos Energia, João Carlos Mello.

“O evento buscará proposições construtivas para a adequada reavaliação do modelo do setor, levando em consideração as atuais potencialidades de expansão da matriz elétrica brasileira, bem como o adequado ambiente jurídico, garantindo, assim, os investimentos privado e públicos no futuro”, diz o diretor da Abinee, Newton Duarte, mediador do painel.

O segundo dia (24) será dedicado à Eficiência Energética e Avaliação da Conformidade e contará com a presença do Secretário de Planejamento Energético do Ministério de Minas e Energia, Altino Ventura Filho, que destacará as perspectivas do Brasil para a economia de energia com maior eficiência e, também, sobre a matriz energética e a possibilidade de maior oferta de energia elétrica.

Na sequência, representantes do Inmetro, da ABRAC (Associação Brasileira de Avaliação da Conformidade) e da Abinee abordarão o tema Avaliação da Conformidade, analisando os impactos, bem como os trabalhos em certificação compulsória que estão sendo realizados para acompanhamento de produtos no mercado. Os participantes também analisarão os impactos da certificação CB Scheme, da IEC. Na oportunidade, as OCPs (Organizações de Certificação de Produtos) e Laboratórios vão apresentar os custos e prazos comparados com os praticados no exterior - em particular na Argentina - bem como o rigor dos trabalhos.

O dia 25, quarta-feira, será dedicado ao debate dasiniciativas sobre pesquisa, desenvolvimento e inovação no país, buscando ampliar a criação de um ambiente tecnológico inovador nas empresas do setor eletroeletrônico.

Organizado pela Abinee e pelo IPD Eletron, o Innovation Day contará com a presença do presidente da Embrapii, João Fernando de Oliveira, que vai falar sobre os primeiros passos da entidade criada pelo governo brasileiro para incentivar e fomentar a inovação no setor industrial. O painel destacará, também, a apresentação da diretora do IEL-CNI, Gianna Cardoso Sagazio, sobre o aprimoramento das políticas de inovação e gestão da inovação empresarial. O evento trará, ainda, uma discussão sobre o papel das startups no desenvolvimento tecnológico e se encerrará com a apresentação das oportunidades de negócios por Institutos de Ciência e Tecnologia.

No quarto dia (26) do AbineeTEC 2015, as discussões serão sobre as Redes Inteligentes e Indústria do Futuro. O painel visa debater a estratégia do Brasil para acelerar a implantação das cidades inteligentes e perspectivas de pequeno e médio prazo, e como engajar neste processo os governos e as prefeituras municipais. O tema será apresentado por Carlos Frees, líder de projetos de Smart Grid e Smart Cities da ABDI. Na ocasião, representantes internacionais da IEC - International Electrotechnical Comission - apresentarão os trabalhos que o órgão vem realizando sobre manufatura inteligente e internet das coisas. O evento destacará, ainda, as experiências do governo dos EUA em incentivar a indústria do futuro.

No último dia do evento (27), como tem ocorrido nas últimas edições, o tema será a Sustentabilidade, Logística Reversa e Reciclagem no setor eletroeletrônico. Neste dia, para falar sobre este importante tema, o evento receberá o secretário Ney Maranhão, de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano, do Ministério do Meio Ambiente. Patrícia Iglecias Lemos, secretária de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, abordará os desafios da Logística Reversa no Estado de São Paulo.

Neste contexto, um painel jurídico debaterá todas as questões que envolvem a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Um dos mais destacados assuntos neste painel serão as exigências ambientais do setor bancário na renovação e concessão de financiamentos às empresas, tema que será apresentado por Juliana Maioral, especialista do Banco Itaú BBA. A programação será concluída com a apresentação de cases de empresas de Logística Reversa e Reciclagem sobre as tecnologias aplicadas.

Fórum Grandes Questões Tributárias da Indústria - 13/03/2015
A Abinee realiza no dia 15 de maio, em São Paulo, o Fórum Grandes Questões Tributárias da Indústria. O objetivo do evento, organizado em parceria com a Foco Fiscal Cursos e Capitação, é debater as alternativas para que as indústrias possam manter empregos e continuar crescendo em um cenário de retração da economia, aumento de tributos e preços públicos e complexidade do sistema tributário brasileiro. O Fórum contará com a presença de diversos especialistas e autoridades, como o Secretário da Receita Federal do Brasil, Jorge Rachid; o advogado Ives Gandra Martins; e o ex-Secretário da Receita Federal do Brasil, Everardo Maciel.

Com espaços abertos para a interação com o público, os painelistas procurarão responder questões de interesse da Indústria, discutindo como as empresas devem planejar as suas operações de modo a evitar riscos de penalidades e minimizar o impacto da tributação sobre os seus negócios.

Fórum de Detecção, Prevenção e Combate a Incêndio discute responsabilidade civil e criminal -11/03/15
Dentro das atividades da ISC Brasil, a Abinee, por meio do Grupo de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio (GSDAI), realizou no dia 10 de março, o 3º Fórum Nacional de Detecção, Prevenção e Combate a Incêndio. O tema desta edição foi a responsabilidade civil e criminal de todos os envolvido nos projetos, execuções e manutenções das instalações de detecção, prevenção e combate a incêndio.

Na ocasião, o advogado Tiago Franco da Silva Gomes, da CBSG Advogados, traçou um panorama sobre as caracterizações das responsabilidades, civil e criminal, contidas no Código Civil e Penal. Ele também destacou a configuração de crime de incêndio no Código Penal, que prevê pena de três a seis anos e multa. Se culposo o incêndio, a pena de detenção é de 6 meses a 2 anos. “No caso do crime resultar em lesão corporal ou até mesmo morte a pena será aumentada de acordo com o artigo 258 do Código Penal”, observou.

O advogado ressaltou, ainda, que as esferas criminal e cível não se misturam, mas a decisão da primeira, normalmente mais ágil, reflete na segunda, fazendo coisa julgada. “Ou seja, após a responsabilização criminal, é possível precificar o dano causado”.

Para ilustrar o tema do evento, Silva Gomes citou o caso do incêndio do Edifício Andorinhas, um dos mais graves incêndios da história do país, ocorrido em fevereiro de 1986, no centro do Rio de Janeiro, que deixou 21 pessoas mortas e cerca de 50 ficaram feridas. A causa provável do incêndio foi uma sobrecarga elétrica na sala de uma das locatárias do edifício, no nono andar de um edifício de doze andares. Diversos processos foram ajuizados tanto na esfera cível, quanto na esfera criminal.

Na esfera cível, segundo Silva Gomes, três agentes foram responsabilizados: o Condomínio (e, portanto, indiretamente, todos os condôminos do edifício), a Locatária da sala onde o fogo teria começado e o Estado do Rio de Janeiro. À época, excluiu-se a possibilidade de denunciação da lide à empresa que fez as instalações elétricas.

Entretanto, muitos dos processos ainda se arrastam no judiciário. “Os autores ainda buscam o recebimento de indenizações, mas diversas indenizações já foram pagas, algumas superando dezenas de milhões de reais”, citou.

Ele afirmou que muita coisa mudou e evoluiu desde então, mas o caso dá elementos práticos em relação à responsabilização. “As vítimas procuram responsabilizar do projetista ao executor, por isso, a importância de fazer o projeto seguindo todos os parâmetros técnicos, normas, deixando tudo registrado e documentado. Mesmo em casos de clientes que querem fazer concessões e não seguir padrões por conta de valores, é melhor dizer não, perder o negócio, pois a consequência pode sair cara”, disse.

Após sua apresentação, Silva Gomes respondeu as questões do público. Ao ser perguntado sobre a importância da certificação dos produtos, ele ressaltou que é extremamente útil, pois separa o joio do trigo. “Promove a melhoria técnica da indústria e contribui na identificação da responsabilidade posterior”, acrescentou. Sobre a ausência de legislação específica relativa a proteção contra incêndio nos Estados e Municípios, que torna mais difícil a busca por reparação via indenização e a penalização criminal dos responsáveis, o advogado ressaltou a necessidade da sociedade mostrar aos legislativos a importância de regulação neste tema.

eSocial: Resolução aprova versão 2.0 do Manual de Orientação - 11/03/2015
Foi publicada a Resolução nº 1/2015, do Comitê Gestor do eSocial, que dispõe sobre o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). A resolução ainda não define prazos ou cronograma para implantação do eSocial, mas regulamenta, isto sim, os prazos para transmissão de determinadas informações ao Ambiente Nacional, quando, evidentemente, tiver sido implantado o eSocial. Além disso, aprova a versão 2.0 do Manual de Orientação do eSocial, disponível no sítio eletrônico do eSocial na Internet, no endereço www.esocial.gov.br. Os prazos ou cronograma de implantação do eSocial serão definidos em Resolução a ser editada pelo Comitê Gestor do eSocial, o que será oportunamente informado aos associados.

Setor eletroeletrônico fecha 190 vagas em janeiro - 09/03/2015
Dados da Abinee apontam que, no mês de janeiro, as indústrias do setor eletroeletrônico demitiram 190 trabalhadores de seus quadros. Segundo o levantamento da entidade, desde o mês de maio do ano passado, o setor passou a registrar sucessivas quedas no nível de contratações, o que prosseguiu neste início de 2015.

Com o resultado, o setor encerrou o mês de janeiro com um total de 173.920 empregados diretos, o que representa uma queda de 2,62% em relação a janeiro de 2014.

Abinee e Sinaees-SP inovam com votação via internet - 09/03/2015
A Abinee e o Sinaees-SP realizam, nos dias 30 e 31 de março próximos, eleições das Diretorias Plena e dos Conselhos Fiscais das entidades, para o mandato relativo ao quadriênio 2015-2018, conforme Edital de Convocação, publicado em 3 de dezembro de 2014.

Como forma de facilitar o processo e permitir uma maior participação dos associados das entidades, as eleições ocorrerão, pela primeira vez, de forma eletrônica, via internet, mediante acesso ao endereço www.abinee.org.br/eleicao. O período de votação será das 9h00 do dia 30 de março até às 17h00 do dia 31 de março.

Todo o processo de votação eletrônica será conduzido por uma empresa especializada, garantindo o sigilo e confidencialidade dos votos.

As empresas receberão com dois dias úteis de antecedência, através do e-mail do principal executivo cadastrado na Abinee e no Sinaees-SP, a senha para a votação.

Após receber esta comunicação, o responsável em efetuar o voto deverá preencher o campo usuário/login com o CNPJ da empresa e a senha fornecida. Em seguida, abrirá uma tela com as chapas (únicas), tanto da Abinee como do Sinaaes-SP, caso a empresa seja associada às duas entidades, ou apenas a chapa da entidade à qual a empresa está filiada.

Produção do setor eletroeletrônico recua 12,9% em janeiro - 06/03/2015
Dados do IBGE, agregados pela Abinee, apontam que a produção física das indústrias do setor eletroeletrônico registrou, no mês de janeiro de 2015, retração de 12,9% em relação a janeiro de 2014. Apresentaram queda tanto a produção da indústria eletrônica (-22,9%) como da elétrica (-2,5%).

Os resultados do mês de janeiro de 2015 mantêm a tendência de retração de atividade do setor eletroeletrônico.

Considerando os dados acumulados de 12 meses, comparados com o mesmo período imediatamente anterior, verifica-se que a produção física de eletroeletrônicos caiu 6,6% até janeiro de 2015. Com isso, observa-se que a atividade industrial do setor vem com tendência de queda desde março do ano passado.

Brasil deve fazer sacrifício necessário para corrigir economia, diz Martone - 06/03/2015
No ano de 2015, o Brasil conviverá com o custo de uma gestão desastrosa da economia. A afirmação é do economista Celso Luiz Martone, que participou no dia 5 de março, da Reunião Plenária da Abinee. “Precisamos pisar no freio mesmo. A alternativa seria muito pior”.

Segundo o economista, neste segundo mandato de Dilma Rousseff, o único pilar que pode sustentar o governo é a política racional que está sendo implementada, principalmente na área fiscal. “A solidez do ajuste precisa ser sustentada pelo governo, tem que haver suporte político para poder obter resultados nos próximos anos”.

Ele destacou que o país encerrou o último ano com uma situação crítica, resultado de políticas que geraram efeitos terríveis. Dentre estes efeitos, Martone elencou a inflação perto dos 7% e reprimida pelo controle de preços, taxa de câmbio apreciada, desequilíbrio fiscal grave, déficit primário [o primeiro desde 1999], além de déficit total da ordem de 6,1% do PIB. “Este é um quadro fiscal dramático. O déficit em conta corrente de 4,2% seria até fácil de administrar se as condições fossem favoráveis, mas se torna complicado em um quadro de falta de credibilidade interna e externa”, afirmou.

Considerando um cenário sem turbulências políticas e de condução firme das medidas que estão sendo tomadas, Martone reforçou as expectativas de recessão para 2015, com consumo retraído, desemprego em alta, investimentos reprimidos, juros reais elevados e demanda fraca. O economista acrescentou que a situação do Brasil é perfeitamente administrável desde que as ações corretas sejam feitas. “Em 2016, poderemos começar a colher frutos com um pequeno crescimento”, ressaltou.

Neste contexto, Martone apresentou um cenário tentativo com o PIB caindo 1%, em 2015, e crescimento de 1% no próximo ano. A inflação deve atingir 7,5% neste ano e 5,5% em 2016. A Taxa Selic deve atingir 13,5%, em 2015, mas deve reduzir no ano que vem, uma vez que a política fiscal contribuirá para amenizar a pressão inflacionária. Em relação ao superávit primário, a meta do governo é atingir 1,5%, porém, o economista projeta um superávit de 0,5%, o que, em sua avaliação, já pode ser considerado satisfatório. “Não é uma boa trajetória, mas é um sacrifício necessário para consertar a má gestão da economia dos últimos anos”, completou.

Coordenando a Reunião Plenária, o presidente da Abinee, Humberto Barbato, alertou que as medidas que estão atingindo a indústria, como a desoneração da folha e o Reintegra, podem adiar ainda mais a retomada do crescimento. Ele afirmou que o setor industrial tem a expectativa de que a situação seja ajustada, mas espera um comprometimento efetivo do governo em promover corte dos gastos públicos. “Estamos dispostos a colaborar, mas tem que haver a mesma disposição do outro lado e, hoje, não estamos tendo sinais claros de modificação”, completou.

Parece que o saco de maldades não tem fim - 06/03/2015
Para o presidente da Abinee, Humberto Barbato, a decisão do COPOM de elevar a taxa Selic para 12,75%, somada ao fim da desoneração da folha de pagamentos e do Reintegra, além da explosão das tarifas de energia elétrica e de outros serviços públicos, e aos seculares problemas de infraestrutura, carga tributária, burocracia excessiva e tantos outros, aguçará ainda mais o cenário de recessão da economia brasileira. "Parece que o saco de maldades não tem fim", diz.

Abinee recebe embaixadores Marcos Galvão e Rubens Barbosa - 06/03/2015
Durante Reunião Plenária, realizada na quinta-feira (5), a Abinee recebeu o embaixador Marcos Galvão, representante permanente do Brasil junto à Organização Mundial do Comércio (OMC), em Genebra, e o ex-embaixador em Washington e Londres, e atual presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior da Fiesp, Rubens Barbosa. Ambos trataram do Painel da OMC criado a partir de demanda da União Europeia questionando políticas industriais adotadas pelo Brasil.

Os diplomatas Rubens Barbosa - que está assessorando a Abinee neste assunto - e Marcos Galvão ressaltaram que todos os órgãos governamentais de interesse e que participaram da elaboração das políticas estão empenhados na argumentação brasileira. Da mesma forma, salientaram que o apoio do setor privado é fundamental e que será preciso uma maximização de forças em todo o processo.

Na ocasião, os embaixadores destacaram a proatividade da Abinee que tem acompanhado o tema e está engajada para contribuir, no que necessário, com o governo e o Itamaraty.

MBA Fipe-Abinee: Gestão de Negócios, Liderança e Inovação - 06/03/2015
A Abinee lançou, em 5 de março, durante a reunião Plenária, as bases do curso MBA Gestão de Negócios, com ênfase em Liderança e Inovação, que realizará, em São Paulo, em parceria com a FIPE - Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, previsto para iniciar no dia 29 de maio próximo.

A apresentação do MBA foi feita pelo coordenador de cursos da Fundação, professor Francisco Carlos Santos, que destacou que o curso de Pós-Graduação Lato Sensu, foi customizado para o setor eletroeletrônico. Ele disse que o curso se justifica pela crescente necessidade das empresas em desenvolverem seus ambientes organizacionais, considerando as carências de um mercado cada vez mais competitivo e globalizado, onde a inovação, a aprendizagem e a colaboração são fatores chaves deste novo cenário.

“Desta forma, as empresas procuram a sustentabilidade de seus negócios em um ambiente altamente mutável e dinâmico, sempre buscando vantagens táticas, estratégicas, fiscais, além da vantagem competitiva. Neste sentido, torna-se necessário contar com um novo perfil de liderança que estimule a aprendizagem e a inovação nos gestores mais novos e suas respectivas equipes”, disse o coordenador da FIPE.

Ele reforça que o MBA Gestão de Negócios tem o objetivo de auxiliar na formação deste novo perfil de gestor, procurando aprimorar as competências técnicas e gerenciais dentro do ambiente corporativo com um foco no desenvolvimento da inovação e do empreendedorismo.

O curso é voltado aos profissionais de empresas do setor eletroeletrônico, em especial, mas não exclusivamente, àqueles que ocupem cargos de liderança dentro das empresas, tais como, gerentes táticos e estratégicos, gerentes de projetos, coordenadores, supervisores e diretores de empresa que estejam interessados em aprimorar seus conhecimentos nas áreas de gestão, processos, gestão de pessoas, sempre focados no desenvolvimento de inovação.

“A parceria Fipe-Abinee desenvolveu este curso com foco em sua customização para que os participantes desenvolvam competências consideradas fundamentais ao setor. Desta forma, tem-se o foco na gestão empresarial de toda a cadeia do complexo eletroeletrônico. Os módulos das disciplinas foram pensados com base na realidade do setor e nos desafios na área de inovação e liderança”, destacou.

O curso é composto por quatro módulos:1- Formação Básica em Negócios, 2- Formação Gerencial, 3- Gestão Industrial e de Negócios e 4- Gestão Estratégica da Inovação. O quarto módulo será oferecido em caráter opcional para aqueles que desejarem ou tiverem a necessidade de aprofundar os seus conhecimentos na área da pesquisa, desenvolvimento e inovação.

Mais detalhes das condições do curso e forma de participação serão divulgadas em breve pelos canais de comunicação da Abinee.

Outro duro golpe para a indústria - 27/02/2015
Nota do presidente da Abinee, Humberto Barbato

“Após a publicação de Medida Provisória elevando a alíquota da desoneração da folha, a indústria recebe outro duro golpe com o anúncio feito pelo ministro da Fazenda Joaquim Levy reduzindo, de 3% para 1%, o percentual de ressarcimento tributário dos créditos de PIS e Cofins de parte do valor exportado em produtos manufaturados, instituído pelo Reintegra. Mais uma vez, reforçamos que entendemos a necessidade de promoção de medidas para o reequilíbrio das contas públicas, mas o setor industrial não pode ser uma das principais vítimas dessas medidas, ainda mais em momento em que sua competitividade está abalada.

Segundo dados da Abinee, no mês de janeiro de 2015, as exportações de produtos eletroeletrônicos somaram US$ 383,9 milhões, registrando o menor montante mensal exportado de bens do setor dos últimos 11 anos. O resultado de janeiro de 2015 foi 22,3% abaixo do ocorrido em janeiro de 2014 (US$ 494,2 milhões). Com exceção da área de Telecomunicações, apresentaram recuo as exportações de produtos de todas as demais áreas.

Estes resultados evidenciam que precisamos urgentemente de uma política que estimule as exportações, sob pena de ficarmos alijados do mercado internacional.

Recentemente, a Abinee, em conjunto com a AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil) e outras entidades empresariais, encaminhou correspondência à Presidente Dilma Rousseff, solicitando a conversão do Reintegra - Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para Empresas Exportadoras - em política permanente de apoio às exportações brasileiras, por prazo indeterminado e em percentual não inferior a 3%, pelo menos até quando o resíduo tributário cumulativo nas diversas cadeias produtivas exportadoras não estiver devidamente eliminado através de uma abrangente reforma do sistema tributário brasileiro.”

Aumento da alíquota da desoneração da folha afeta competitividade, diz Abinee - 27/02/2015

Para o presidente da Abinee, Humberto Barbato, a proposta de aumento das alíquotas da desoneração da folha de pagamentos, publicado hoje no Diário Oficial da União, na Medida Provisória 669, poderá afetar a competitividade do setor industrial. Segundo a MP, os produtos que tinham alíquota de 1% de contribuição previdenciária sobre a receita bruta passarão para 2,5%, enquanto os que tinham alíquota de 2% passarão para 4,5%.

A alteração, que ainda será submetida ao Congresso Nacional, está prevista para entrar em vigor a partir de 1º de junho deste ano.

Barbato destaca que, atualmente, a desoneração da folha contempla cerca de 50% dos produtos do setor eletroeletrônico. “O benefício é utilizado, em média, por 90% do setor elétrico e 10% do setor eletrônico”, diz.

Ele afirma que, neste momento de promoção de medidas para o reequilíbrio das contas públicas, o governo não pode perder de vista a baixa competitividade da indústria em função do ambiente macroeconômico, mantendo, assim, os atuais mecanismos de estímulo. “Ao agir de forma diferente, estará abrindo mais espaço para o contínuo processo de desindustrialização, ceifando um dos elos da economia que, no médio prazo, poderia contribuir para a recuperação do desenvolvimento do país”, afirma o presidente da Abinee.

Em janeiro, exportações do setor registram menor montante em 11 anos- 27/02/2015

Segundo dados da Abinee, no mês de janeiro de 2015, as exportações de produtos eletroeletrônicos somaram US$ 383,9 milhões, registrando o menor montante mensal exportado de bens do setor dos últimos 11 anos. O resultado de janeiro de 2015 foi 22,3% abaixo do ocorrido em janeiro de 2014 (US$ 494,2 milhões). Com exceção da área de Telecomunicações, apresentaram recuo as exportações de produtos de todas as demais áreas.

Em entrevista a Folha de S. Paulo, o presidente da Abinee, Humberto Barbato, destaca que este resultado é reflexo dos meses anteriores. “Apesar de o dólar ter atingido agora um novo patamar, o favorecimento desse nível só acontecerá no médio prazo. As mercadorias embarcadas em janeiro são de negócios realizados em agosto e setembro. Além disso, o mundo ainda não está com um bom nível de atividade para se vender de forma expressiva lá fora”, diz Barbato.

Para ele, as fabricantes brasileiras de eletroeletrônicos só teriam mais competitividade com um dólar acima de R$ 3.

Segundo o presidente da Abinee, ainda é preciso estudar quais as dificuldades que os empresários estão enfrentando para comercializar com outros países, mas ressalta que a manutenção do Reintegra - programa que concede benefícios fiscais aos exportadores– é essencial para o setor.

Já as importações de produtos eletroeletrônicos somaram US$ 3,4 bilhões, 13,2% abaixo das atingidas em janeiro de 2014 (US$ 3,9 bilhões). Segundo levantamento da Abinee, desde abril de 2014, as importações vêm apresentando, em todos os meses, resultados inferiores aos registrados em igual período do ano anterior, devido ao esfriamento do mercado interno.

Com este desempenho, o déficit da balança comercial de produtos eletroeletrônicos atingiu US$ 2,97 bilhões, 12% abaixo do registrado em janeiro de 2014 (US$ 3,37 bilhões).

Barbato participa de café da manhã em Minas Gerais - 27/02/2015

O presidente da Abinee, Humberto Barbato, participa no dia 04 de março, quarta-feira, às 9h,em Belo Horizonte, de café da manhã organizado pela regional Abinee Minas Gerais. Na oportunidade, serão apresentados pacote de mídia e as novas ferramentas de comunicação da regional. O evento contará, também, com palestra do gerente de atendimento da GPA, Genilson Zeferino, com o tema "Pequenas empresas grandes parcerias", abordando a contratação de presidiários durante o cumprimento de sua pena. O evento será realizado na FIEMG, Av. do Contorno, 4456, Sala 9, 5º andar, Belo Horizonte (MG).

3º Fórum Nacional de Detecção, Prevenção e Combate a Incêndio - 27/02/2015

Dentro das atividades da ISC Brasil, a Abinee, por meio do Grupo de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio (GSDAI), realiza no dia 10 de março, a partir das 14h, o 3º Fórum Nacional de Detecção, Prevenção e Combate a Incêndio.

O tema desta edição será a responsabilidade civil e criminal de todos os envolvido nos projetos, execuções e manutenções das instalações de detecção, prevenção e combate a incêndio.

O evento reunirá especialistas e representantes de empresas dos segmentos de segurança eletrônica patrimonial e pública, bem como segurança contra incêndio.

Nas edições anteriores do Fórum foram discutidas questões ligadas à tragédia em Santa Maria, em 2013, e a certificação Inmetro para produtos para detecção e alarme de incêndio, em 2014.

Confira a programação preliminar do Fórum:
- Apresentação Abinee

- CBSG Advogados - Tiago Franco da Silva Gomes

- XL Group Seguradora - Andrés Cespedes

- Ministério Público - representante a ser definido

- Debate com perguntas da plateia.

Sondagem Abinee: Negócios do setor continuam retraídos - 25/02/2015
Sondagem de Conjuntura realizada pela Abinee no mês de janeiro de 2015 apontou que indicadores que os negócios do setor eletroeletrônico continuam retraídos. Segundo o levantamento, 37% das empresas consultadas apontaram que seus negócios diminuíram, enquanto 24% indicaram estabilidade. Apesar disso, os indicadores foram melhores do que os verificados na pesquisa de dezembro de 2014, uma vez que aumentaram de 34%, na pesquisa de dezembro/14, para 39%, na sondagem de janeiro/15, as indicações de crescimento comparadas aos iguais períodos do ano anterior.

Consulta pública sobre cádmio e chumbo em relógios de pulso - 25/02/2015
Está aberta, até o dia 28 de março, Consulta Pública do Inmetro para receber sugestões à proposta de texto de Portaria Definitiva que estabelece limites para a concentração máxima de cádmio e chumbo em bijuterias e joias. Entre os artigos de joalheria e de bijuteria, metálicos, inclusos na proposta de texto estão os relógios de pulso e outros adornos para os pulsos. O tema desperta interesse do setor eletroeletrônico, uma vez que os relógios inteligentes são uma das tendências da área de TIC.

Crise hídrica preocupa indústrias do setor eletroeletrônico - 19/02/2015
Pesquisa realizada pela Abinee com as indústrias do setor eletroeletrônico instaladas no Sudeste do país identificou que 60% das empresas estão sofrendo com a crise de abastecimento de água em suas regiões, principalmente no Estado de São Paulo.

Deste total, 86% dos entrevistados afirmaram que a crise não está afetando a sua atividade produtiva no momento. Para os 14% que foram afetados, ocorreu redução média de 30% da produção.

O levantamento aponta que, mesmo entre as empresas que não tiveram sua atividade produtiva afetada, existe uma grande preocupação quanto às dimensões que essa crise poderá atingir, não só na produção, mas, também, no dia a dia das áreas administrativas.

Das indústrias pesquisadas, 54% têm planos de contingência, porém, as medidas encontradas não resolvem o problema caso a crise de abastecimento de água se prolongue. As empresas informam que estas ações serão suficientes apenas por pouco tempo, implicando em considerável aumento de custos para as empresas.

Dentre essas medidas, foram citadas: utilização de poço artesiano; caixa d'agua; compra de água de caminhões pipa; utilização de água de reuso; sistema de coleta e armazenamento de águas pluviais para atendimento de banheiros; substituição das torneiras comuns por automáticas; entre outras.

Além disso, as indústrias pesquisadas estão fazendo trabalhos de conscientização dos funcionários visando à economia de água.

Sobre a questão da energia elétrica, 69% das entrevistadas não estão preparadas para enfrentar uma crise de abastecimento caso os níveis de reservatórios de água continuem baixando.

Aquelas que estão preparadas (31%), citaram, principalmente, a compra de geradores a diesel ou a gasolina como alternativa.

Entidades pedem a Dilma Rousseff regulamentação que torne o Reintegra permanente - 13/02/2015
Além de prazo indeterminado, Reintegra deve contemplar percentual não inferior a 3%

Em conjunto com a AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil) e outras entidades empresariais, a ABINEE encaminhou, nesta sexta-feira, 13, correspondência à Presidente Dilma Rousseff, solicitando gestões junto aos Ministérios da Fazenda, Desenvolvimento, Planejamento e Casa Civil, para a conversão do Reintegra - Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para Empresas Exportadoras - em política permanente de apoio às exportações brasileiras, por prazo indeterminado e em percentual não inferior a 3%, pelo menos até quando o resíduo tributário cumulativo nas diversas cadeias produtivas exportadoras não estiver devidamente eliminado através de uma abrangente reforma do sistema tributário brasileiro.

Na carta, as entidades apontam a necessidade de publicação de um novo Decreto para compatibilizar o Decreto nº 8.304, de 12 de Setembro de 2014, com a Lei nº 13.043, de 13 de Novembro de 2014, sancionada posteriormente ao citado Decreto, com inúmeras emendas legislativas ao texto original da MPV nº 651/2014.

Para os signatários, a incerteza sobre a edição de um novo Decreto regulamentador não contribui para gerar os resultados de promoção das exportações de produtos manufaturados em ambiente conjuntural de muita apreensão.

As entidades sustentam, portanto, que o REINTEGRA deve ser entendido não como um benefício esporádico às exportações, mas sim como o permanente ressarcimento necessário do resíduo tributário nas cadeias produtivas exportadoras, beneficiando diretamente milhares de empresas exportadoras brasileiras, prática esta não apenas reconhecida e permitida pela OMC – Organização Mundial do Comércio -, mas executada pelos principais países concorrentes do Brasil no mercado internacional, em busca da indispensável isonomia competitiva.

Setor eletroeletrônico fecha 3.750 vagas em 2014 - 13/02/2015
Dados da Abinee apontam que, em 2014, as indústrias do setor eletroeletrônico fecharam 3.750 vagas. Segundo o levantamento da entidade, a partir do mês de maio do ano passado, o setor passou a registrar sucessivas quedas no nível de contratações. Em dezembro, as indústrias demitiram 660 trabalhadores.

Com o resultado, o setor encerrou 2014 com um total de 174.110 empregados diretos, 2,11% inferior ao número registrado no final de 2013 (177.860).

Produção industrial do setor recua além do esperado em 2014 - 04/02/2015
Dados do IBGE, agregados pela Abinee, apontam que a produção física do setor eletroeletrônico encerrou 2014 com queda de 4,9% em relação a 2013. Só no mês de dezembro a retração atingiu 13,3% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. O resultado negativo para o ano superou as expectativas iniciais da Abinee, que já previa queda, porém de 2%.

Em entrevista à Folha de S. Paulo, o presidente da Abinee, Humberto Barbato, apontou o ambiente econômico de insegurança, com os consumidores receosos, a alta da taxa de juros e a crise do setor elétrico como os principais responsáveis pelo fraco desempenho. "Não imaginávamos que poderíamos ter um resultado tão negativo", afirmou ao jornal. Ele acrescentou que, no início de 2014, a entidade previa crescimento. “Só em agosto revisamos as projeções, mas, mesmo assim, para um empate com 2013".

Analisando separadamente os segmentos representados pela Abinee, verifica-se que a produção de bens da área eletrônica encerrou 2014 com retração de 2,4%, registrando, apenas no mês dezembro, uma queda de 22,3% em relação ao mesmo período de 2003.

Por sua vez, o segmento elétrico recuou 7,2%. Segundo Barbato, a redução média das tarifas das contas de luz, adotada em 2013, prejudicou a situação financeira das concessionárias, que cortaram seus investimentos. "Esperamos que, com os novos valores da energia, as distribuidoras e geradoras voltem a fazer aportes, o que aumentaria a demanda por produtos elétricos".

Para este ano, Barbato disse à FSP que espera que as empresas mantenham o nível de produção de 2014. "Não é das melhores expectativas, mas o ritmo da economia está baixo e ainda enfrenta a alta da carga tributária", completou.

Com mercado interno retraído, déficit da balança do setor cai 5% em 2014 - 04/02/2015
Dados consolidados da Abinee apontam que, no ano de 2014, o déficit da balança comercial dos produtos elétricos e eletrônicos atingiu US$ 34,6 bilhões, 5% abaixo do registrado em 2013 (US$ 36,4 bilhões). A partir do mês de junho de 2014, o déficit da balança do setor, no acumulado do ano, mostrou resultados abaixo dos apontados nos mesmos períodos de 2013. Este comportamento não acontecia desde 2009, período em que o país estava sofrendo os efeitos da crise econômica mundial. A redução do saldo negativo da balança do setor foi consequência da queda das importações nos últimos nove meses de 2014 comparadas com iguais períodos de 2013, resultado da retração do mercado interno, observada no decorrer de 2014.

Barbato participa, na segunda-feira, de reunião com Ministro Armando Monteiro - 30/01/2015
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, participa, na segunda-feira (2), de reunião com o Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, que será realizada na Fiesp, em São Paulo.

Este será o primeiro encontro do novo ministro com empresários. Na ocasião do anúncio do nome de Armando Monteiro para a pasta, Humberto Barbato destacou seu profundo conhecimento das dificuldades que a indústria instalada no país enfrenta e as causas que têm levado o país para um quadro crítico de desindustrialização. “Ele está sintonizado com a agenda de competitividade da indústria”, disse o presidente da Abinee.

Abinee TEC 2015: Aperfeiçoamento do Setor Elétrico Brasileiro - 27/01/2015
De 23 a 27 de março, a Abinee realiza no Hotel Holliday Inn Anhembi, fórum em paralelo à 28ª FIEE. A abertura ocorrerá no dia 23, às 14h30, e terá a presença de representantes das indústrias do setor, membros dos poderes executivo e legislativo, além de convidados de universidades e institutos de pesquisa. O tema principal do evento será Aperfeiçoamento do Setor Elétrico Brasileiro.

Na terça-feira (24), é a vez de Eficiência Energética e Avaliação da Conformidade, com a participação de representantes da Eletrobrás e Inmetro. O dia 25, quarta-feira, está reservado para as discussões sobre inovação, com a realização do Innovation Day, pelo IPD Eletron que contará com importantes palestras como a apresentação dos resultados do programa Inova Empresas, por representantes do MCTI, FINEP e BNDES. Outro tema será As Startups e seu Papel na Inovação.

Na quinta-feira (26), será dedicado ao debate sobre Redes Inteligentes, além dos temas sobre a indústria do futuro (smart manufacturing, internet das coisas, computação em nuvem e big data).

O Abinee TEC se encerrará na sexta-feira (27) com o seminário sobre Sustentabilidade, com a apresentação do status do programa brasileiro para Logística Reversa e dos acordos setoriais, além de cases de empresas recicladoras e de logística.

O Brasil dois anos depois da tragédia de Santa Maria - 26/01/2015
Passados dois anos do incêndio da Boate Kiss, em Santa Maria (RS), que deixou 242 vítimas - o segundo com maior número de mortos no Brasil, depois do Gran Circo Americano, em 1961, que deixou 503 mortos, em Niterói (RJ) -, as discussões sobre prevenção e detecção de incêndios no Brasil ainda não evoluíram de forma a criar um ambiente mais seguro no país, apesar de algumas iniciativas neste sentido.

No âmbito legislativo, a Câmara dos Deputados aprovou, em abril de 2014, o projeto de Lei (Nº 2020/2007), que atualiza as regras de prevenção e combate a incêndios em casas noturnas e similares no Brasil. Entretanto, o texto seguiu para o Senado, onde, desde então, aguarda ser aprovado antes da sanção da presidente Dilma Rousseff.

As novas regras foram elaboradas por uma comissão externa criada pela Câmara, coordenada pelo deputado federal Paulo Pimenta e que ouviu bombeiros, prefeitos, policiais, especialistas em segurança e empresários de todo o país.

As medidas propostas pela Lei deverão ser observadas pelos estabelecimentos com capacidade igual ou superior a 100 pessoas. Entretanto, locais com ocupação inferior, mas que sejam frequentados, predominantemente, por idosos, crianças ou pessoas com dificuldade de locomoção, e que contenham em seu interior grande quantidade de material de alta inflamabilidade, entre outros, também estão obrigados às determinações da nova legislação. Além disso, a lei estende-se a imóveis públicos ou ocupados pelo Poder Público.

Entre os pontos incluídos estão a exigência do laudo emitido pelo Corpo de Bombeiros (AVCB) para que o Poder Público municipal forneça o alvará de licença e a observância às normas técnicas registradas expedidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) ou por outra entidade credenciada pelo CONMETRO (Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade). Pelo projeto, a superlotação passa a ser considerada crime, e a proposta prevê que os cursos de graduação em engenharia e arquitetura incluam conteúdo relativo à prevenção e combate a incêndios e desastres em suas disciplinas.

Paralelamente, no Senado, tramita o Projeto de Lei Nº 121/2014, de autoria da senadora Ana Amélia, que tem por objetivo instituir normas gerais sobre segurança contra incêndio e pânico, visando à proteção da vida e à redução de danos ao meio ambiente e ao patrimônio. O texto se aplica às edificações, às atividades e às áreas de risco, urbanas e rurais, localizadas no território nacional, bem como às construções, às reformas, às ampliações ou às mudanças de atividade ou ocupação de imóveis.

Enquanto estas leis não são efetivamente aprovadas, desde a tragédia de Santa Maria, foram registrados outros casos que reforçam a necessidade de providências para a prevenção e detecção de incêndios.

Média de 90 ocorrências por mês
Apesar dos dados sobre este tema serem ainda escassos no país, os números levantados pelo Instituto Sprinkler Brasil oferecem um panorama sobre a dimensão do problema. Em seu monitoramento diário de notícias sobre os chamados “incêndios estruturais”, ou seja, aqueles que ocorreram em diversos tipos de locais construídos, e que poderiam ter sido contornados com o uso de sprinklers (como o caso de instalações industriais e comerciais, depósitos, bibliotecas, escolas, hospitais, hotéis, entre outros), foram identificadas notícias referentes a 1095 incêndios em 2013, uma média de 91 ocorrências noticiadas por mês.

Constam nestes números, por exemplo, um incêndio que atingiu a Maternidade Bárbara Heliodora, em Rio Branco (AC). O fogo teria começado na parte externa da maternidade onde fica o compressor de oxigênio. Homens do Corpo de Bombeiros conseguiram conter o incêndio antes que ele causasse danos mais graves, porém, ao menos 25 bebês que estavam na maternidade precisaram ser transferidos para outras unidades.

Outro incêndio foi o da loja C&A no shopping Ilha Plaza, na Ilha do Governador (RJ), que precisou ser evacuado e deixou quatro pessoas feridas. As chamas atingiram a parte administrativa da edificação, antes de serem controladas.

Um caso que também chamou a atenção foi o ocorrido em uma loja de caça e pesca em Taquari, no Vale do Taquari (RS). O estabelecimento vendia fogos de artifício, armas e munição, e também consertava motocicletas. Como o município não tem quartel, o Corpo de Bombeiros da cidade vizinha de Montenegro, foi acionado e começou a combater as chamas cerca de 40 minutos depois do início do fogo. Pelo menos 17 pessoas ficaram feridas, entre funcionários e clientes.

Teve repercussão, ainda, o incêndio que atingiu o Memorial da América Latina, na Barra Funda, zona oeste de São Paulo, em novembro de 2013. O fogo teria começado no forro do Auditório Simón Bolívar, que estava vazio. O incêndio demorou cerca de 15 horas para ser contido. Não havia ninguém no local no momento do incidente. Entretanto, ao menos 25 bombeiros deram entrada em hospitais por intoxicação ou queimaduras internas por inalação de fumaça.

Mais recentemente, em dezembro de 2014, um incêndio de grandes proporções em um edifício onde funciona a Faculdade Uniesp, na região central de São Paulo, foi além das perdas materiais e deixou uma vítima fatal. Uma mulher morreu intoxicada pela fumaça. O local não tinha auto de vistoria do Corpo de Bombeiros. Segundo os bombeiros, a brigada do próprio prédio havia contido dois princípios de incêndio no mesmo dia. No momento em que o terceiro incêndio começou apenas funcionários estavam no edifício.

“Estes são exemplos de instalações que estariam enquadradas na PL 2020, e as perdas de vítimas e patrimoniais poderiam ter sido reduzidas se o projeto já estivesse em vigência”, diz o diretor do Grupo Setorial de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio (GSDAI) da Abinee, César Miranda.

Ações do setor empresarial
A Abinee, por intermédio do GSDAI, criado em 2005, tem procurado fazer a sua parte para alterar este cenário preocupante, integrando seus trabalhos, que já vinham sendo desenvolvidos, às ações em andamento após a tragédia de Santa Maria. A entidade contribuiu, por exemplo, com o trabalho da Comissão Externa da Câmara dos Deputados, coordenada pelo Deputado Paulo Pimenta.

Segundo César Miranda, o GS da Abinee reúne fabricantes e integradores deste setor e tem por objetivo desenvolver e aprimorar esse mercado, incentivando a atração para o país das mais recentes tecnologias. “Ao mesmo tempo, trabalhamos no sentido de melhorar os padrões de segurança para proprietários e usuários de edificações, diminuindo o risco para empresas seguradoras, protegendo bens e, principalmente, pessoas, mostrando o potencial de crescimento e o aumento da importância da indústria de segurança contra incêndio”, afirma Miranda.

Entre os trabalhos do Grupo está o acompanhamento de consultas públicas referentes a regulamentações dos Corpos de Bombeiros e a interação com outras entidades ligadas ao setor de combate, prevenção e detecção de incêndios. O GSDAI pretende, em breve, criar estatísticas de mercado, como forma de respaldar novas iniciativas, e materiais com informações relevantes e acessíveis destinadas ao público final, uma vez que é essencial educar a população, como forma de proteger vidas humanas criando uma cultura de prevenção e detecção contra incêndios no país.

Neste contexto, o GSDAI tem promovido o debate sobre o assunto, ampliando a conscientização de todos os envolvidos. “No âmbito da ISC Brasil - Feira e Conferência Internacional de Segurança -, temos realizado o Fórum Nacional de Detecção e Combate a Incêndios, que, em 2015, chega à sua terceira edição, tendo como tema a responsabilidade civil e criminal dos autores de projetos, instaladores e mantenedores de sistemas contra incêndio”, salienta o diretor do Grupo.

Outro exemplo foi o Seminário Internacional de Detecção e Combate a Incêndio - Proteção à Vida: atualidade e futuro, realizado em dezembro de 2013. O evento teve o objetivo de reunir todos os atores envolvidos para discutir os desafios e ameaças sobre o tema, ouvir a experiência dos EUA na implementação de programa para a redução de incêndios e mortes decorrentes. Discutiu-se, também, a necessidade de implementação de normas, regulamentos e instruções técnicas direcionadas à segurança contra incêndio no Brasil.

Em outubro de 2014, o Grupo promoveu um seminário específico sobre o processo de certificação de equipamentos para sistema de detecção e alarme de incêndio. O evento contou com a participação do gerente da Divisão de Regulamentação Técnica e Programas de Avaliação da Conformidade do Inmetro, Gustavo Kuster, que apresentou o processo do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade.

Normas técnicas e certificações
A questão das normas técnicas e certificações tem sido um dos focos da atuação do GSDAI, que participa das discussões junto aos orgãos competentes.

No âmbito da ABNT, o assunto é discutido no CB-24 - Comitê Brasileiro de Segurança contra Incêndio -, coordenado pelo engenheiro José Carlos Tomina. Neste comitê há uma série de normas publicadas e em elaboração em várias comissões de estudos. A Abinee participa de forma ativa em três delas: Iluminação de Emergência (CE-24:204.01), Proteção contra incêndio em instalações de Geração e Transmissão de Energia Elétrica (CE-24.301.04) e Sistemas de detecção e alarme de incêndio (CE-24:202.03).

“Nesta última comissão, a Abinee contribuiu para a elaboração da ABNT NBR 17240:2010 - Sistemas de detecção e alarme de incêndio - Projeto, instalação, comissionamento e manutenção de sistemas de detecção e alarme de incêndio – Requisitos”, explica César Miranda. Agora, o grupo tem trabalhado para divulgá-la junto ao mercado e aos orgãos competentes.

O GSDAI também tem contribuído na série de normas NBR ISO 7240 – Normas de produtos, dividida em partes específicas para cada equipamento que compõe um sistema de detecção e alarme de incêndio. A norma NBR ISO 7240 é idêntica à norma ISO 7240 - uma vez que o Brasil segue diretrizes de padrão internacional -, considerando as particularidades do país. A comissão de estudos está trabalhando na tradução de suas partes. Até o momento, seis partes foram concluídas e publicadas, três partes já foram a consulta nacional e aguardam publicação, quatro partes foram traduzidas e estão sendo preparadas para consulta, uma está em revisão de tradução na comissão e doze estão na pauta para tradução.

Na parte de certificação de produtos, a Abinee conseguiu junto ao Inmetro a inclusão de cinco produtos no Programa Brasileiro de Avaliação da Conformidade (PBAC). São eles: Detector de fumaça; Detector de Temperatura; Central de Alarme; Acionador Manual; e Avisador Sonoro e Audiovisual. A partir destas inclusões, está sendo feito um levantamento da qualidade e desempenho dos produtos encontrados no mercado para então definir o modelo de certificação a ser adotado.

Apesar de todas estas iniciativas encaminhadas, ou ainda pendentes, o tema do combate, prevenção e detecção de incêndios ainda tem muito a avançar. “Infelizmente a tragédia de Santa Maria foi um marco importante para sensibilizar a sociedade da necessidade de mais cuidados na prevenção contra incêndios. Alguns passos foram dados nestes últimos dois anos nesta direção, mas entendemos que ainda há muito o que fazer. Nós, como Abinee, estamos dedicando esforços para melhorar tais condições, através das diversas iniciativas já mencionadas”, conclui o diretor do GSDAI, César Miranda.

Barbato mantém audiência com novo ministro do MCTI Aldo Rebelo - 23/01/2015
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, manteve audiência nesta quinta-feira (22), com o novo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Aldo Rebelo. Na visita de cortesia, Barbato destacou os principais assuntos tratados com a pasta e aqueles que estão em andamento, além de salientar o excelente relacionamento com o MCTI para a discussão e encaminhamento das demandas do setor eletroeletrônico.

Abinee trata com Itamaraty sobre oportunidades para setor elétrico na Nigéria - 23/01/2015
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, manteve reunião no dia 21, em Brasília, com o Ministro Rodrigo de Azeredo, diretor do departamento de Promoção Comercial e Investimentos do Ministério das Relações Exteriores Itamaraty. Na pauta do encontro, as oportunidades de negócios no setor elétrico na Nigéria. O presidente da Abinee, Humberto Barbato, afirmou que a Nigéria, assim como outros países da África, sempre despertou interesse das empresas brasileiras.

Curso de Inovação Unicamp: Desconto para associada Abinee/IPD - 23/01/2015
O Departamento de Política Científica e Tecnológica - DPCT - da UNICAMP promove, em 2015, a 8ª edição do Curso de Especialização em Gestão Estratégica da Inovação Tecnológica, coordenado pelo Prof. Dr. Ruy Quadros. A partir de um acordo estabelecido entre o DPCT da UNICAMP e o IPD Eletron, os associados da entidade e da Abinee terão desconto de 5% no valor do curso. Para isto, a empresa interessada deverá informar, no momento da inscrição, sua condição de "Associado IPD Eletron ou ABINEE".

Banco de Talentos Abinee: Mais de 20 vagas disponíveis em todo o país - 20/01/2015
Estão disponíveis no Banco de Talentos Abinee mais de 20 vagas em diversas vagas em todo o Brasil em diversas áreas para atuar em empresas do setor eletroeletrônico. Estão abertas oportunidades para as funções de Auxiliar Administrativo, Analista Contábil, estagiário na área de engenharia, vendedor técnico, Auxiliar de Recursos Humanos entre outros.

Para se candidatar, basta cadastrar o currículo indicando a mesma função oferecida.

O Banco de Talentos tem o objetivo de promover o encontro entre oferta e demanda de empregos e atende às necessidades das empresas que buscam profissionais em todos os campos de atuação do setor eletroeletrônico. Também é uma excelente oportunidade para profissionais e estudantes que buscam uma colocação no mercado. No Banco de Talentos Abinee, os currículos ficam disponíveis gratuitamente no prazo de 180 dias, com acesso para consulta exclusiva de cerca de 600 empresas associadas à entidade.

Novo pacote afetará nível de atividade da indústria em 2015 - 20/01/2015
Para o presidente da Abinee, Humberto Barbato, o pacote de medidas anunciado pelo Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, na segunda-feira (19), embora faça parte do esforço que a nova equipe econômica vem empreendendo para reequilibrar as contas públicas e recuperar a confiança dos empresários na condução da economia, tornará ainda mais difícil o desempenho industrial em 2015.

“As medidas são drásticas. Será um grande desafio para o setor manufatureiro, com provável redução do nível de atividade, ao menos no curto prazo”, afirma Humberto Barbato.

Sancionada prorrogação da Lei do Bem - 20/01/2015
Foi sancionada nesta terça-feira (20), a Lei Nº 13.097/15 (Conversão da MP 656/14), que, dentre várias mudanças na legislação tributária, prorroga até 2018 a Lei do Bem, que isenta de PIS e Cofins na venda a varejo de produtos de TIC. Para a Abinee, a formalização da prorrogação é de extrema importância para dar previsibilidade e segurança para as empresas em suas decisões de investimentos. A Lei do Bem tem sido uma das principais ferramentas para a promoção da inclusão digital no país.

A isenção de PIS/Cofins nas compras de tablets, computadores e smartphones propiciou, além do acesso da população a estes produtos, o aumento das vendas, gerando, também, incremento na base arrecadatória via outros impostos. A Lei do Bem serviu para reduzir o mercado cinza de equipamentos de informática.

Abinee participa do Comitê Gestor de Produção e Consumo Sustentáveis – 20/01/2015
Em dezembro de 2014, o Ministério do Meio Ambiente publicou a Portaria Nº 437, reinstituindo o Comitê Gestor Nacional de Produção e Consumo Sustentáveis - CGPCS, composto por representantes - titulares e suplentes - dos órgãos, entidades e organizações não-governamentais. A iniciativa considera a necessidade de se estabelecer uma ação conjunta com organizações da sociedade civil, visando à gestão socioambiental.

Novas vagas no Banco de Talentos Abinee - 13/01/2015
Confira as oportunidades disponíveis:

- Mecânico de Manutenção – Guarulhos/São Paulo

- Auxiliar de Recursos Humanos – São Bernardo do Campo/ São Paulo

- Analista de Planejamento – Contagem/ Minas Gerais

- Analista de Logística e Distribuição - Contagem/ Minas Gerais

O Banco de Talentos tem o objetivo de promover o encontro entre oferta e demanda de empregos no setor eletroeletrônico.

Empresas arcarão com os primeiros 30 dias de afastamento médico - 13/01/2015
Foi publicada no DOU, edição de 30/12/2014, a Medida Provisória nº 664/2014, que, entre outras providências, amplia o prazo a que a empresa está obrigada ao pagamento do salário do empregado-segurado que se acidentar ou adoecer. Com a edição da Medida Provisória, o prazo, que era de 15 dias, passou a ser de 30 dias.

A MP altera as Leis nº 8.213, de 24 de julho de 1991, nº 10.876, de 2 junho de 2004, nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, e a Lei nº 10.666, de 8 de maio de 2003.

Assim sendo, durante os primeiros 30 dias consecutivos ao do afastamento da atividade por motivo de doença ou de acidente de trabalho ou de qualquer natureza, caberá à empresa pagar ao segurado empregado o seu salário integral. Essa regra entrará em vigor em 01/03/2015.

O Sinaees-SP e a Abinee estão mobilizados junto à CNI e FIESP com vistas a demonstrar os impactos que a referida ampliação trará ao setor produtivo de bens eletroeletrônicos.

FIEE 2015 - 13/01/2015
Com apoio da Abinee, a Reed Exhibitions Alcantara Machado realiza, de 23 a 27 de março, no Anhembi, a 28ª Feira Internacional da Indústria Elétrica, Energia e Automação. Isso significa que, bienalmente, a feira acompanhou desde meados do século passado toda a evolução do setor eletroeletrônico no Brasil e no mundo, fortalecendo principalmente, a indústria nacional.

Em 2015, a feira terá mais de 700 expositores nacionais e internacionais representando mais de 1.400 marcas, que deverão receber mais de 60 mil compradores qualificados.

ISC Brasil 2015 - 13/01/2015
De 10 a 12 de março de 2015, a Reed Exhibitions Alcantara Machado realiza, com apoio da Abinee, em São Paulo, a 10ª ISC Brasil - Feira e Conferência Internacional de Segurança. Consolidado como o momento mais importante da indústria de segurança da América Latina, o evento apresenta em três dias mais de 300 lançamentos por 150 marcas nacionais e internacionais em segurança eletrônica, segurança da informação, segurança pública, Equipamentos de Proteção Individual , prevenção e combate a incêndio.

A ISC é considerada o principal centro gerador de negócios para o setor. De acordo com dados da SIA (Security Industry Association), o Mercado de Equipamentos de Segurança Eletrônica (ESE) no Brasil tem previsão de crescer 1,8 bilhão até 2016, representando um aumento anual de 17,36%.


Releases Abinee 2014


Informações Adicionais

José Carlos de Oliveira

Comunicação e Marketing

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