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A Indústria Elétrica e Eletrônica em 2020 - Detalhamento e Atualização de Propostas
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Logística Reversa: Abinee entrega proposta para informática e celular - 13/06/2013
A Abinee, em conjunto com a Abradisti e o SindiTelebrasil, entregou, na quarta-feira (12), ao Secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ney Maranhão, a Proposta de Acordo Setorial para Logística Reversa de Produtos Eletroeletrônicos e seus Componentes da Linha Verde (Equipamentos de Informática e seus Acessórios e Celulares), em atendimento ao Edital de Chamamento 01/2013, publicado no DOU em 13 de fevereiro de 2013. A Abinee foi representada na ocasião pelo Gerente de Responsabilidade Socioambiental da entidade, Ademir Brescansin, e pelo diretor do grupo setorial de celulares, Luiz Cláudio Carneiro.

Durante a entrega da proposta, foi ressaltada a importância do diálogo entre governo e iniciativa privada para a implantação dos modelos de logística reversa. “Estamos entrando em um território novo e o diálogo é muito importante para a construção do acordo. Quanto mais transparentes forem as propostas, mais rápido será o processo”, disse o secretário Ney Maranhão.

Ademir Brescansin também reiterou a importância de um trabalho conjunto na construção do acordo. “Queremos unir os esforços de todos os setores envolvidos, como os fabricantes, os importadores e o comércio em geral, de formar a trazer menos impacto para todos”, explicou. Em complemento, Luiz Cláudio Carneiro destacou que o sucesso da implementação da logística reversa passa pela conscientização das pessoas para não descartarem esses materiais no lixo comum.

As propostas apresentadas serão analisadas pelos técnicos do governo e a previsão é que, até o fim do ano, seja assinado o acordo setorial entre governo, fabricantes, importadores, distribuidores e comércio, ação que regulamentará a destinação ambientalmente correta dos resíduos eletroeletrônicos.

Para melhor atender aos requisitos do Edital, e em razão das características diversas que possuem os produtos eletroeletrônicos da Linha Verde (tamanho, tecnologia, composição, tempo de vida útil, entre outras), a Proposta da Abinee contempla sistemas de logística reversa subcategorizados, conforme o tipo de produto, telefones móveis e seus acessórios e equipamentos de informática e seus acessórios.

Referindo-se especificamente aos celulares e acessórios, Luiz Claudio Carneiro afirmou que a proposta busca unificar as práticas que a indústria já faz nos seus programas de responsabilidade social. "A maioria das empresas já tem programa de recolhimento. A proposta junta todos os programas para dar mais capilaridade", destacou.

Abinee visita sede da AES Eletropaulo em Barueri - 13/06/2013
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, acompanhado do seu vice-presidente, Newton Duarte, diretor da área de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica (GTD) da entidade, e do assessor de coordenção, Roberto Barbieri, visitou nesta quarta-feira (12) a sede da AES Eletropaulo e do Grupo AES Brasil, localizado em Barueri, na região metropolitana da capital paulista. A comitiva foi recebida pelo presidente da AES Eletropaulo, Britaldo Soares, e pelo vice-presidente de Relações Institucionais, Paulo Camillo Penna. Na ocasião, foram apresentados os investimentos já realizados pela empresa em distribuição de energia e as perspectivas para os próximos anos. Também foram destacados os investimentos que estão sendo realizados em smart grid, no município de Barueri.

Os representantes da Abinee visitaram o Centro de Operações da Rede de Distribuição da AES Eletropaulo, onde conheceram o funcionamento do sistema de automação da rede elétrica, que permite seu controle e atuação online, de forma inteligente e otimizada.

O presidente da Abinee destacou a importância de um sistema de automação deste porte para o atendimento da demanda por energia elétrica cada vez maior na região da distribuidora, que congrega a maioria dos munícipios da Grande São Paulo.

Também receberam os diretores da Abinee, o vice-presidente de Relações com Investidores, Gustavo Pimenta, o vice-presidente de Operações e Comercial, Sidney Simonaggio, e a gerente de Relações Institucionais, Cristiane Foja.

Abinee entrega ao MMA proposta de logística reversa de produtos de TI - 11/06/2013
A ABINEE, em conjunto com a Abradisti e o SindiTelebrasil, entrega, nesta quarta-feira (12), às 10h30, ao Secretário de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente, Ney Maranhão, a Proposta de Acordo Setorial para Logística Reversa de Produtos Eletroeletrônicos e seus componentes da Linha Verde (Equipamentos de Informática e seus Acessórios e Celulares), em atendimento ao Edital de Chamamento 01/2013, publicado no DOU em 13 de fevereiro de 2013.

O evento será realizado no Ministério do Meio Ambiente, localizado na Asa Norte, SEPN 505, Lote 2, Bloco B - 1° andar, no gabinete da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano.

Logo após o evento, o Gerente de Responsabilidade Socioambiental da Ambiental da Abinee, Ademir Brescansin, e o diretor do grupo setorial de celulares da entidade, Luiz Cláudio Carneiro, falarão com a imprensa sobre a Proposta de Logística Reversa entregue ao MMA.

Barbato participa de reunião com empresários em Curitiba - 11/06/2013
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, participa no dia 20 de junho, em Curitiba, de café da manhã com associados da entidade, promovido pelo escritório regional do Paraná. Na ocasião, Barbato falará sobre as principais atividades, projeto e ações da entidade nas diversas frentes do cenário industrial eletroeletrônico. Na oportunidade, o diretor regional Alvaro Dias Júnior apresentará dados atualizados sobre o perfil setorial eletroeletrônico do Paraná e Santa Catarina, referente ao período 2011/2012. O encontro será realizado na Sala de Convenções da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP) e contará com a participação de empresários e autoridades do Estado.

Abinee 50 Anos: A história contada em vídeos, fotos e documentos - 11/06/2013
Para celebrar seu cinquentenário, a Abinee disponibiliza um material de valor histórico inestimável para se compreender a importância da indústria elétrica e eletrônica no Brasil. Por meio de depoimentos de mais de sessenta protagonistas que fizeram e fazem parte da história da entidade, o Vídeo Abinee 50 Anos: Os Protagonistas, documentário dividido em duas partes, é um registro vivo da atuação da entidade. Empresários, colaboradores da Abinee e autoridades públicas de diferentes épocas falam sobre a representatividade da entidade. Este espaço apresenta, também, fotos e documentos históricos da Abinee, com destaque para cada presidente da entidade. A partir deste acervo é possível conhecer as demandas, os desafios e as oportunidades que se apresentaram para o setor eletroeletrônico ao longo dos tempos, bem como o posicionamento da Abinee em momentos importantes da história do Brasil, sempre defendendo os interesses legítimos de suas associadas. Conheça a história de meio século da Abinee atuando pelo fortalecimento da competitividade do setor eletroeletrônico.

Vendas de Smartphones puxam mercado de celulares - 07/06/2013
O mercado de telefones celulares cresceu 14,6% no primeiro trimestre de 2013 em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo 14,1 milhões de unidades. É o que apontam dados da IDC, organizados pela Abinee.

O desempenho positivo foi puxado pelas vendas de smartphones, que cresceram 85,7%, chegando a 5,4 milhões de unidades. Em contrapartida, os celulares tradicionais apresentaram retração de 7,3% (8,7 milhões). Com estes resultados, a participação dos smartphones no mercado total de celulares, em unidades, chegou a 38,2% no trimestre, enquanto a participação dos tradicionais atingiu 61,8%.

Notícias na imprensa sobre a Abinee e o setor eletroeletrônico - 07/06/2013
Acompanhe, diariamente, no Notícia Hoje, o que é divulgado pelos jornais, revistas, rádios, Tvs e sites sobre a Abinee e sobre os diversos segmentos do setor eletroeletrônico. Além das notícias segmentadas, o leitor encontra um Resumo Analítico dos mais importantes assuntos do dia, que são manchete dos principais jornais do país. O Clipping oferece, também, comentários e informações dos mais importantes colunistas sobre diferentes temas de destaque.

Vendas de tablets crescem 164% no primeiro trimestre de 2013 - 04/06/2013
Dados da IDC, organizados pela Abinee, apontam que a venda de desktops, notebooks e tablets atingiu 4,7 milhões de unidades no primeiro trimestre de 2013. Ao analisar cada item separadamente, o destaque ficou para o desempenho das vendas de tablets, que cresceram 164% em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a 1,3 milhão de unidades. Este resultado dos três primeiros meses de 2013 é superior ao total comercializado em todo o ano de 2011 (1,1 milhão).

Neste primeiro trimestre, a comercialização de notebooks atingiu 1,86 milhão, e a de desktops, 1,55 milhão. De acordo com os dados apurados, a participação destes produtos no mercado de informática ficou dividida em: 39,% para notebooks, 32,9% para desktops e 27,6% para os tablets.

Produção física do setor mostra recuperação no ano - 04/06/2013
Dados do IBGE, agregados pela Abinee, apontam que a produção física do setor eletroeletrônico cresceu 2,1% nos quatro primeiros meses do ano, na comparação com o mesmo período de 2012. Segundo o levantamento da entidade, a área elétrica teve papel determinante para o resultado, uma vez que este segmento observou incremento de 5,5% de janeiro a abril. Por outro lado, a área de eletrônica manteve-se estável.

Considerando apenas o mês de abril em relação ao mesmo mês de 2012, o setor eletroeletrônico como um todo cresceu 14%, sendo que as áreas elétrica e eletrônica apresentaram, respectivamente, incremento de 16,1% e 12,8%.

Entretanto, no acumulado dos últimos 12 meses, a produção física do setor eletroeletrônico ainda apresenta resultado negativo, com queda de 5%, resultado de uma retração de 8,4% no segmento eletrônico e crescimento de 1,5% na área elétrica.

Cresce o déficit do setor eletroeletrônico - 28/05/2013
Dados da Abinee apontam que o déficit da balança comercial de produtos do setor eletroeletrônico atingiu US$ 11,39 bilhões no acumulado de janeiro-abril de 2013, consequência de importações de US$ 13,66 bilhões e exportações de US$ 2,27 bilhões. Este déficit é 7,1% superior ao registrado no mesmo período do ano passado (US$ 10,63 bilhões). Os componentes elétricos e eletrônicos continuam sendo os principais responsáveis pelo elevado déficit do setor, cujas importações atingiram US$ 7,6 bilhões, 56% do total do setor, com destaque para os componentes para telecomunicações (US$ 1,9 bilhão), semicondutores (US$ 1,7 bilhão) e componentes para informática (US$ 1,0 bilhão). Para o ano de 2013, a previsão da Abinee é de que o déficit da balança comercial do setor atinja US$ 35,5 bilhões, 9% acima do realizado em 2012 (US$ 32,5 bilhões).

Barbato fala com Senador Pedro Simon sobre política de exportações - 28/05/2013
O Presidente da Abinee, Humberto Barbato, mantém audiência hoje (28), às 15h30, em Brasília, com o Senador Pedro Simon, membro da Comissão de Relações Exteriores do Senado. Barbato apresentará a proposta, já encaminhada ao governo, de acordos comercias de preferência tarifária para produtos do setor eletroeletrônico. O objetivo é criar uma política de exportações para o setor, com forma de reduzir o desequilíbrio da balança comercial.

A proposta da Abinee foi elaborada a partir de consulta às associadas da entidade, destacando o interesse da indústria elétrica e eletrônica em que o governo negocie Acordos de Preferências com países-alvo, como Rússia, Nigéria, Turquia, Ucrânia e Líbia. O pleito destaca que o Brasil precisa com urgência abrir novos mercados externos para seus produtos eletroeletrônicos, de maneira a ampliar sua escala de produção e, assim, abrir mais espaço para investimentos estrangeiros que aportem conhecimento, tecnologia e inovação. “Esta iniciativa contribuirá para o aumento da produção e da competividade da indústria instalada no país, permitindo um importante salto de escala da produção local, fator determinante para a atração de investimentos na produção de componentes eletrônicos no país”, diz Barbato.

Revista Abinee 71 destaca Burocracia: barreira para a competitividade - 28/05/2013
Está disponível, para leitura e download, a versão eletrônica da Edição 71 da Revista Abinee, que destaca na capa a burocracia como barreira para a competitividade. Na matéria, especialistas e empresários abordam os principais entraves para as empresas. No editorial, o presidente da entidade, Humberto Barbato, destaca a necessidade de reforma do ICMS, como forma de acabar com a atual guerra fiscal. Ele afirma, porém, que o preceito que deve nortear esta alteração do ICMS é o interesse maior da República Federativa do Brasil. A edição traz, também, matéria sobre o balanço do Abinee Tec 2013, que aconteceu de 1 a 5 de abril, em São Paulo, juntamente com o Memorial de 50 anos da Abinee. Destaca ainda as reportagens sobre as feiras FIEE e ISC Brasil 2013, além de artigo do economista Antonio Corrêa de Lacerda sobre a economia brasileira e os desafios para a indústria.

Confaz atende entidades empresariais e altera regras da Resolução 13 - 24/05/2013
O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou na quarta-feira (22), em reunião extraordinária, Convênio ICMS 38/2013 estabelecendo a simplificação de procedimentos referentes à Resolução 13/2012 do Senado Federal, que regulamenta alíquota de 4% de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) interestadual para produtos importados.

A medida atende pleito da Abinee e de outras entidades, que, em conjunto com a CNI, defendiam a alteração das regras que previam a obrigação de o contribuinte informar, na nota fiscal, o valor da importação ou do conteúdo de importação. Na visão da Abinee, estes procedimentos feriam o direito ao sigilo comercial e representariam mais um entrave burocrático para as empresas.

Segundo nota divulgada pelo Ministério da Fazenda, com a decisão do Confaz, não será mais necessária declaração detalhada em nota fiscal dos valores dos insumos importados eventualmente existentes nas mercadorias para fins de cálculo do conteúdo de importação. Tais informações deverão constar apenas na Ficha de Conteúdo de Importação (FCI), documento acessível apenas pelos fiscos estaduais.

A obrigação de entrega da Ficha de Conteúdo de Importação (FCI) foi adiada para 1.º de agosto, segundo a nota, atendendo a demanda de alguns governos de Estados e empresários por mais tempo para adaptar os sistemas. O Confaz autorizou os governos estaduais a perdoar eventuais autuações aplicadas no período entre 1.º e 22 de maio, quando estiveram em vigor as regras anteriores.

Em Porto Alegre, Barbato destaca as atividades da Abinee em 2013 - 22/05/2013
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, participou nesta terça-feira (21), em Porto Alegre, de reunião da Regional Rio Grande do Sul da entidade, que contou com a presença de cerca de 60 empresários do setor e de personalidades convidadas, entre as quais, o Presidente da AGDI, Ivan de Pellegrin, o Presidente do Badesul, Marcelo de Carvalho Lopes, o Professor Sérgio Bampi, da UFRGS, além do Diretor da Abinee-RS, Régis Haubert, do ex-Presidente da Abinee, Paulo Vellinho, e do Diretor Superintendente da entidade, Dário Bampa.

Em seu pronunciamento, o presidente da Abinee falou das atividades que vem desenvolvendo à frente da entidade na defesa dos interesses e bandeiras do setor eletroeletrônico. Ele destacou a forte atuação nas discussões sobre a desoneração da Folha de Pagamento, ressaltando que todas as indicações de NCMs feitas pela Abinee, a partir de consulta às associadas, foram acolhidas pelo governo. Barbato tratou, também, da Resolução nº 13/2012, que cria novos entraves burocráticos nas importações pelas empresas, informando que a Abinee prossegue esperando que as regras sejam revistas pelo CONFAZ. Sobre a reforma do ICMS nas transações interestaduais, lembrou aos presentes os riscos que ela poderá trazer aos estados da federação, se a proposta que está no Senado passar sem emendas. Barbato destacou que a Abinee apoia a proposta da Senadora Ana Amélia, de 7% para Manaus e 4% para os demais estados.

O presidente da entidade fez também um relato do sucesso que foi o Fórum e Seminários Abinee TEC e a FIEE 2013, que registrou a presença de 55 mil visitantes, 630 expositores, além de uma perspectiva de negócios da ordem de R$ 4 bilhões. Na oportunidade, Barbato falou dos 50 anos que a Abinee completa neste ano. Ele apresentou as atividades que já foram realizadas e as que ainda ocorrerão ao longo de 2013 para comemorar esta importante data.

Ele destacou a instalação do Memorial ABINEE 50 Anos, visitado por cerca de 2 mil pessoas durante a FIEE, no início de Abril último, no Anhembi, em São Paulo, e que apresentou, em vídeo, uma série de depoimentos de empresários e autoridades sobre a história de sucesso da Abinee, além de uma galeria de fotos e documentos alusivos à data, e, também, uma exposições de produtos históricos relacionados ao nosso setor. O presidente da Abinee informou que o Memorial será reeditado em agosto no espaço cultural da FIESP, em São Paulo.

Sobre o cinquentenário, o Diretor da Regional, Régis Haubert salientou: “É com muita alegria que comemoramos essa data. São 50 anos de uma entidade séria, prestadora de serviço e que, por onde passa, é sempre muito bem reconhecida. É extremamente importante que o setor caminhe unido, principalmente diante da realidade que enfrentamos com constantes mudanças, inovações e novas tecnologias. Isto requer muita energia e investimentos para sermos competitivos nesse segmento”.

Os presentes também tiveram a oportunidade de acompanhar a explanação do professor do Instituto de Informática da UFRGS, Sergio Bampi, sobre o cenário da microeletrônica no Rio Grande do Sul. “O Instituto se destaca nessa área, pois, desde a década de 70, desenvolve tecnologias e aposta na evolução da microeletrônica”, salientou.

Participando da reunião, a diretora da Faculdade de Tecnologia do Senai de Porto Alegre, Adriana de Oliveira, apresentou os três novos cursos abertos pela instituição e, também, o banco de talentos para estudantes criado pela Fatec. Para o ex-presidente da Abinee, Paulo Vellinho, a inserção de jovens no mercado de trabalho é de extrema importância. “O aluno precisa vivenciar o que é aprendido em sala de aula. Essa é a melhor maneira para que se torne um profissional completo”, frisou.

Sondagem: negócios do setor crescem, mas abaixo das expectativas - 17/05/2013
Sondagem de Conjuntura do mês de abril de 2013, realizada pela Abinee, apontou que os negócios do setor eletroeletrônico cresceram na comparação com abril de 2012 e ficaram estáveis vis a vis a março de 2013. Os demais indicadores apresentaram resultados praticamente no mesmo nível dos apontados na sondagem de março. Apesar do crescimento apontado na Sondagem, os negócios da indústria eletroeletrônica permaneceram retraídos. O levantamento mostrou que continuou alto o percentual de empresas (49%) que tiveram seus resultados abaixo das expectativas.

Guerra dos Portos: reunião do CONFAZ é adiada - 17/05/2013
A reunião do CONFAZ - Conselho Nacional de Política Fazendária -, para analisar a proposta de alteração da regulamentação da Resolução nº 13/2012, do Senado Federal, que ocorreria na quinta-feira (16), foi novamente adiada. A Abinee continua esperando que as regras contidas no Ajuste SINIEF nº 19/2012, sejam revistas pelo CONFAZ, que agora deverá se reunir até o dia 24 de maio. A medida prevê, dentre outras questões, a obrigação de o contribuinte informar, na nota fiscal, o valor da importação ou do conteúdo de importação, o que, na visão da Abinee, viola o direito ao sigilo comercial. Em razão disso, a entidade acredita que os Estados estejam sensíveis e esse problema e decidam pela alteração dessa regra, que vigora desde o dia 1º de maio. Neste contexto, a Abinee aguarda a decisão do CONFAZ para, então, avaliar a pertinência de impetração de Mandado de Segurança Coletivo, cujo resultado, contudo, não se pode prever.

FEIMAFE acontece no mês de junho em São Paulo - 17/05/2013
A Reed Exhibitions Alcantara Machado promove, entre os dias 3 e 8 de junho, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, a 14ª edição da FEIMAFE (Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura), principal feira com foco em Máquinas-Ferramenta e Controle de Qualidade na América Latina.

O evento vai reunir as principais empresas do setor com mais de 1.400 marcas nacionais e internacionais em uma área de 85 mil m² de exposição, 5 mil m² a mais do que nas duas últimas edições da FEIMAFE. A expectativa da organização é receber cerca de 70 mil visitantes/compradores durante os seis dias de evento.

A FEIMAFE 2013 recebe apoio institucional da Abinee; da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos); da CSMF (Câmara Setorial de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura); da CSHPA (Câmara Setorial de Equipamentos Hidráulicos, Pneumáticos e de Automação Industrial); da CSQI (Câmara Setorial de Máquinas, Equipamentos e Instrumentos para Controle de Qualidade, Ensaio e Medição) e do Sinafer (Sindicato da Indústria de Artefatos de Ferro, Metais e Ferramentas em Geral do Estado de São Paulo).

MANIFESTO À NAÇÃO sobre Projeto de Resolução do Senado nº1/2013 - 14/05/2013
As entidades nacionais manifestam sua preocupação com os rumos da Reforma do ICMS em discussão no Senado Federal. A proposta, se aprovada, será extremamente prejudicial ao setor produtivo e à economia brasileira. O texto encaminhado para votação afeta o equilíbrio tributário e caminha na contramão da simplificação e do estímulo ao desenvolvimento, acirrando ainda mais os riscos da “guerra fiscal”. A consequência será uma perda maior da participação da indústria na formação do PIB nacional. O setor industrial, que já contribuiu com mais de 26% da riqueza nacional, atualmente está em apenas 13%. Esse efeito atingirá todas as Unidades da Federação, sem exceções, com redução de empregos e com impacto na atração de novos investimentos, dentre outras consequências danosas. Diante desse grave cenário, é essencial a ampliação da discussão do tema, com efetiva participação de toda a sociedade brasileira, para que resulte numa reforma que melhor atenda os interesses do BRASIL.

ABINEE - Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica

ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos

ABIQUIM - Associação Brasileira da Indústria Química

ABIPEÇAS - Associação Brasileira da Indústria de Autopeças

ABIHPEC - Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos

ABRAFATI – Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas

ANFACER – Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimentos, Louças Sanitárias e Congêneres

INSTITUTO AÇO BRASIL

FORÇA SINDICAL

Guerra dos Portos: Abinee acredita na sensibilidade dos Estados - 14/05/2013
A Abinee espera que a regulamentação da Resolução nº 13/2012, do Senado Federal, seja revista pelo CONFAZ - Conselho Nacional de Política Fazendária -, que deverá se reunir, na próxima quinta-feira (16), para deliberação sobre a revisão das regras contidas no Ajuste SINIEF nº 19/2012. A medida prevê, dentre outras questões, a obrigação de o contribuinte informar, na nota fiscal, o valor da importação ou do conteúdo de importação, o que, na visão da Abinee, viola o direito ao sigilo comercial. Em razão disso, a entidade acredita que os Estados estejam sensíveis e esse problema e decidam pela alteração dessa regra, que vigora desde o dia 1º de maio. Neste contexto, a Abinee aguarda a decisão do CONFAZ para, então, avaliar a pertinência de impetração de Mandado de Segurança Coletivo, cujo resultado, contudo, não se pode prever.

Mantega garante a Abinee que proposta de Reforma do ICMS não avançará - 10/05/2013
O ministro Guido Mantega garantiu ao presidente da Abinee, Humberto Barbato, que, da forma como foi aprovado na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal -, o Projeto de Resolução do Senado - PRS nº 01/2013 - que trata da reforma do ICMS nas operações interestaduais -, não avançará. A afirmação do ministro foi feita durante a reunião do Grupo de Avanço da Competitividade - GAC -, realizada na quarta-feira (8), em Brasília. Segundo o presidente da Abinee, Mantega salientou que o governo não aprovará a proposta, uma vez que esta provoca o desvirtuamento do espírito inicial da MP 599, que é o de acabar com a guerra fiscal. O texto aprovado pela CAE prevê três níveis de alíquotas. Para os Estados das regiões Sul e Sudeste, a Comissão decidiu pela alíquota de 4%. Para as regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e o Estado do Espírito Santo, o ICMS foi estabelecido em 7%. Para a Zona Franca de Manaus a alíquota ficará em 12%.

Ainda durante a reunião do GAC, que também contou com a participação do Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel, o presidente da Abinee apresentou dados atualizados do setor eletroeletrônico. Barbato destacou que, no acumulado dos últimos 12 meses, a produção física da indústria elétrica e eletrônica teve uma queda de 6,5%. No entanto, em março de 2013, comparado com o mês anterior, o setor apresentou crescimento de 16,9%, o que está animando as empresas em relação aos negócios no decorrer deste ano. Ele salientou, também, que, de janeiro a março/2013, as empresas do setor eletroeletrônico abriram 3.350 novas vagas, um número positivo diante da previsão inicial para todo o ano (5 mil vagas). Por fim, Humberto Barbato apresentou dados da balança comercial, que registrou déficit de US$ 8,3 bilhões no primeiro trimestre do ano.

Abinee debate em Comissão da Câmara legislação de combate a incêndios -10/05/2013
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, acompanhado do diretor da área de Equipamentos de Segurança Eletrônica da Abinee, Marcos Menezes, participou na terça-feira (7), de reunião da comissão externa sobre a tragédia da cidade de Santa Maria (RS), coordenada pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS), que propôs o convite ao presidente da Abinee para debater o desenvolvimento de uma nova legislação de prevenção e combate a incêndios em grandes aglomerações.

Na ocasião, Barbato e Menezes ressaltaram a intenção da entidade em colaborar na regulamentação para a detecção de incêndios. Foi salientado que a elaboração de uma legislação sobre este tema deve envolver todos os atores da sociedade, cada qual contribuindo dentro de suas competências.

Também foi apresentado o cenário da prevenção e proteção contra incêndio no País, bem como um resumo das principais práticas encontradas em outros países - Inglaterra, EUA, Alemanha, França e Argentina -, destacando-se as políticas desenvolvidas ao longo dos últimos anos, em função das experiências ocorridas com tragédias impactantes naquelas nações.

O presidente da Abinee colocou a entidade à disposição para continuar colaborando com a Comissão, que objetiva elaborar propostas de atualização da legislação, como forma de melhorar a segurança dos patrimônios e salvar vidas, e que deverá apresentar seu relatório final até o final do mês de maio.

Palestra oportunidades dos mercados árabes para o setor - 10/05/2013
Departamento de Relações Internacionais (DRI) da Abinee realiza no próximo dia 15 de maio, às 14h, palestra “Oportunidades e Potencialidades dos Mercados Árabes para o Setor Elétrico e Eletrônico”, ministrada pelo Gerente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Rafael Abdulmassih. Dentre os tópicos que serão abordados estão: informações gerais sobre os países árabes (demografia, língua, regiões, etc.); snapshot sobre as importações dos países árabes no setor eletroeletrônico (com base no mapeamento de NCMs da Abinee); participação do Brasil nos mercados árabes e oportunidades não exploradas por empresas brasileiras; principais feiras para o setor nos países árabes; apresentação sobre a Câmara de Comércio Árabe Brasileira e os serviços prestados pela Câmara Árabe.

A participação é gratuita e as vagas são limitadas. Confirmar presença com Doracy pelo e-mail doracy@abinee.org.br ou pelo telefone (11) 2175-0071. Local: ABINEE II – Av. Paulista, 1439 - 6º andar - São Paulo (SP).

Abinee é reeleita para o Conselho Deliberativo da ABNT - 10/05/2013
A Abinee foi reeleita como membro do Conselho Deliberativo da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - na categoria de Sócio Contribuinte, para o período 2013-2015. O representante titular será o gerente do Departamento de Tecnologia e Política Industrial da entidade, Fabián Yaksic, e o suplente será o Analista de Normas Técnicas, Israel Guratti. A Abinee, que permanece no Conselho da ABNT, tem se firmado na liderança do processo de normas técnicas, apoiando atividades de normalização, metrologia e avaliação da conformidade de produtos, serviços e processos, e participando ativamente nos diferentes fóruns nacionais e internacionais sobre estes temas. Pelo elevado poder de difusão tecnológica, os setores elétrico e eletrônico são estratégicos para o desenvolvimento sustentado de países industrializados. É, portanto, de suma importância a presença institucional da Abinee no Conselho Deliberativo da ABNT, ao qual poderá oferecer importante contribuição calcada na atuação empreendida na atividade. Na ocasião, Fabián Yaksic também foi eleito para a Comissão de Obras da nova sede da ABNT, que será instalada em São Paulo.

Reforma do ICMS: Abinee prossegue sua atuação junto ao Senado - 08/05/2013
Em reunião realizada nesta terça-feira (7), a CAE - Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal - aprovou o texto do Projeto de Resolução do Senado - PRS nº 01/2013 - que trata da reforma do ICMS nas operações interestaduais, definindo três diferentes níveis de alíquota.

Para os Estados das regiões Sul e Sudeste, a Comissão decidiu pela alíquota de 4%. Para as regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e o Estado do Espírito Santo, o ICMS foi estabelecido em 7%. Para a Zona Franca de Manaus a alíquota ficará em 12%.

O presidente da Abinee, Humberto Barbato, que, acompanhado de diretores da entidade, não mediu esforços para realizar, nas últimas 4 semanas , um dedicado trabalho, mantendo audiências com Senadores, Deputados e autoridades do Executivo Federal e Estaduais, defendendo a uniformização das alíquotas nas operações interestaduais.

Durante encontros com o relator do Projeto, Senador Delcídio Amaral, além de Congressistas dos Estados de Roraima, Paraíba, Pernambuco, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Distrito Federal, Humberto Barbato solicitou que, na apreciação das matérias, os parlamentares levassem em consideração a necessidade de se promover a isonomia no tratamento do ICMS em todo o território brasileiro, como forma de evitar desequilíbrios competitivos entre os diversos estados da União.

Dando sequência às gestões junto aos senadores, o presidente da Abinee encaminhou a todos os membros da Comissão de Assuntos Econômicos, um manifesto que reafirma o posicionamento da entidade, além do seu apoio à emenda da Senadora Ana Amélia, que defende que os bens de informática oriundos da região Norte, Nordeste e Centro-Oeste, incluindo a Zona Franca de Manaus (ZFM), tenham alíquota de ICMS reduzida de forma escalonada, chegando a 7% em 2018. Este apoio evidencia a disposição da Abinee de encontrar uma alternativa que considere as indústrias das respectivas regiões do País, mas, também, que preserve o interesse maior do Brasil.

No calor dos intensos debates realizados durante a reunião da CAE, destacou-se o descontrole do Senador Eduardo Braga e da Senadora Vanessa Grazziotin, que trataram de forma caluniosa a atuação da Abinee, desrespeitando sua história de 50 anos de luta pelo desenvolvimento da indústria eletroeletrônica instalada em todo o território brasileiro, cumprindo, sempre, a missão maior que lhe cabe que é a defesa de seus legítimos interesses. Em contraponto, ganhou importância a posição equilibrada e lúcida do Senador Armando Monteiro Neto, que discordou das afirmações pejorativas e deselegantes dos dois parlamentares do Amazonas.

Para o presidente da Abinee, apesar de todo este esforço, a proposta aprovada pela CAE não atingirá o objeto principal do PRS, que é o de combater a nociva guerra fiscal. Segundo Barbato, apesar do encaminhamento dado pela CAE, a Abinee continuará trabalhando, com maior intensidade ainda, para que o texto aprovado não seja referendado pelos Senadores durante a votação em plenário, que ocorrerá nas próximas semanas.

Produção física do setor cai 1,9% no primeiro trimestre - 07/05/2013
Dados do IBGE, agregados pela Abinee, apontam que a produção física do setor eletroeletrônico caiu 1,9% nos três primeiros meses do ano, na comparação com o mesmo período de 2012. Segundo o levantamento da entidade, a área eletrônica teve papel determinante para o resultado, uma vez que este segmento observou queda de 4,3% no primeiro trimestre. Por outro lado, a área de elétrica cresceu 2,1%. Considerando apenas o mês de março em relação ao mesmo mês de 2012, o segmento eletrônico não apresentou variação, enquanto a área elétrica caiu 0,5%. No acumulado dos últimos 12 meses, a produção física do setor eletroeletrônico como um todo teve uma queda de 6,5%, resultado de uma queda de 10,1% no segmento eletrônico e crescimento de 0,2% na área elétrica.

Déficit do setor eletroeletrônico passa de US$ 8 bilhões em três meses - 03/05/2013
Dados preliminares da Abinee apontam que o déficit de produtos do setor eletroeletrônico no primeiro trimestre deste ano atingiu US$ 8,3 bilhões. Este déficit é resultado das importações que registraram o valor de US$ 9,9 bilhões e das exportações que mal ultrapassaram US$ 1,6 bilhão. Na comparação com o mesmo período do ano passado, as importações apresentaram crescimento de 0,9% e as exportações recuaram 9,6%. Entre os produtos mais importados estão os Componentes para Telecomunicações (US$ 1,3 bilhão), Semicondutores (US$ 1,2 bilhão) e Componentes para Informática (US$ 733 milhões). Os mais exportados são os produtos de Eletrônica Embarcada (US$ 185 milhões), Motores e Geradores (US$ 179 milhões) e Componentes para Equipamentos Industriais (US$ 158 milhões).

Emprego no setor eletroeletrônico cresce no 1º trimestre de 2013 - 03/05/2013
Levantamento realizado pela Abinee apontou que, de janeiro a março, as empresas do setor eletroeletrônico abriram 3.350 novas vagas, o que representa um crescimento de 177% em relação ao primeiro trimestre de 2012. Com isso, o número de empregados no setor chegou a 186.320 trabalhadores. As áreas de GTD e Equipamentos Industriais são os segmentos que mais estão contribuindo para a expansão do emprego no setor eletroeletrônico. Estas áreas foram as que tiveram maior número de NCMs incluídos na desoneração da folha no nosso setor. No entanto, outros fatores também contribuíram para as contratações nestes segmentos, como a entrada de novas encomendas e o aumento dos investimentos na ampliação das estruturas das empresas.

Presidente da Abinee participa de audiências em Brasília - 03/05/2013
Na próxima semana, o presidente da Abinee, Humberto Barbato, participa de uma série de audiências em Brasília. Na terça-feira (7), às 10h, estará presente em reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para votação da proposta de alteração do ICMS. No mesmo dia, às 15h, Barbato participa de Audiência Pública da Comissão Externa da Câmara dos Deputados, coordenada pelo Deputado Federal Paulo Pimenta, que acompanha as apurações relativas à tragédia de Santa Maria (RS) e que objetiva propor legislação federal de prevenção de incêndios no País. No dia 8, às 15h, o presidente da Abinee participa de reunião do Grupo de Avanço da Competitividade (GAC), com o Ministro Guido Mantega. E, no dia 9, às 11h, estará presente em reunião do Conselho de Assuntos Legislativos (CAL) da CNI.

Posto Abinee de informações sobre financiamentos - 03/05/2013
A Abinee possui um Posto de Informações sobre linhas de investimentos disponíveis para empresas com objetivo de orientar suas associadas no acesso às diversas linhas. No site da entidade, as associadas encontram detalhes sobre os programas do BNDES e Desenvolve SP - Agência de Desenvolvimento Paulista e de outras instituições financeiras. Estão disponíveis informações sobre Cartão BNDES, Finame (Financiamento de Máquinas e Equipamentos), Linha Especial Parcelada para Capital de Giro (LEP) e o Financiamento ao Investimento Paulista (FIP).

Abinee espera por nova prorrogação da Resolução 13 - 30/04/2013
A Abinee está acompanhando de perto as discussões que envolvem a regulamentação da Resolução nº 13/2012, do Senado Federal.A informação de momento é de que o CONFAZ esteve reunido, virtualmente, na sexta-feira (25), e, na oportunidade, não fechou questão sobre o acolhimento ou não do pleito do setor industrial em relação à obrigação da informação do valor da importação ou do conteúdo de importação na nota-fiscal, bem como em relação à facilitação do preenchimento da Ficha de Conteúdo de Importação (FCI). Também não houve definição quanto à ocorrência ou não de nova prorrogação destas obrigações. Sendo assim, o setor industrial como um todo, capitaneado pela CNI, continua pressionando o CONFAZ para que a regulamentação, que entra em vigor no dia 1º de maio, tenha, ao menos, nova prorrogação para 30/07/2013, o que tem apoio da maioria dos Estados.Por ora, a Abinee aguarda a decisão do CONFAZ para então avaliar a pertinência de impetração de Mandado de Segurança Coletivo, cujo resultado, contudo, não se pode prever.

Mensagem Abinee sobre 1º de maio: É hora de estreitar parceria - 30/04/2013
No momento em que o Brasil comemora setenta anos de adoção da carteira profissional nos contratos de trabalho, é importante analisarmos a situação das relações entre empregados e empregadores, que, ao longo dos anos passaram por grandes transformações.

A carteira de trabalho foi uma conquista dos trabalhadores, assim como outros direitos fundamentais. Ela estabeleceu uma nova dinâmica na relação capital e trabalho, tornando-se, ao longo do tempo, num documento essencial para a comprovação do vínculo empregatício, que dá garantias ao emprego formal no país.

Nestas sete décadas de formalização do emprego, a indústria cresceu no país, atingindo, nos dias de hoje, um importante estágio de desenvolvimento, baseada na força e competência dos seus trabalhadores, que sempre acreditaram na boa relação com seus empregadores, trilhando o caminho de uma verdadeira parceria.

Através desta boa relação, não só as empresas cresceram. O país também cresceu, a ponto de podermos afirmar que, se o PIB nacional chegou ao patamar que tem hoje, grande parcela deste desempenho deve-se à dedicação do trabalhador brasileiro, cuja formação passou por um importante processo de evolução.

Agora, é hora de estreitarmos esta parceria. Empresários e trabalhadores têm que ter como foco o desafio comum de se ampliar a produtividade do país como forma de garantirem mais e melhores empregos.

Abinee e Afrochamber debatem projeto de exportações para África - 30/04/2013
O presidente da Abinee, Humberto Barbato recebeu, nesta segunda-feira (29), a visita do presidente da Afrochamber - Câmara de Comércio Afro-Brasileira -, Abel Domingos, que apresentou a proposta de se criar um programa que permita a ampliação do comércio de produtos do setor elétrico e eletrônico do Brasil para os países do continente africano.

Acompanhado do diretor para os países de língua portuguesa (CPLP), Rui Mucaje, do diretor jurídico e de relações governamentais, Alberto Alves da Silva Filho, e do consultor da entidade, professor Ricardo Sampaio Zanotta, o presidente destacou que a África compreende 54 países e uma população de um bilhão de consumidores ávidos por produtos brasileiros, visto que “o povo africano tem, hoje, a consciência de que o barato sai caro”, fazendo alusão aos produtos oriundos da China.

Segundo Rui Mucaje, o movimento comercial do Brasil para a África tem que crescer e a Afrochamber tem plenas condições de orientar as empresas brasileiras de como realizar as exportações. “Conhecemos a realidade dos países africanos e por isso podemos criar programas efetivos que facilitem as vendas brasileiras”, afirmou.

Humberto Barbato destacou, ao lado de seus assessores, Mário Branco e Carlos Cavalcanti, que a Abinee tem grande interesse em oferecer esta possibilidade de negócio para suas associadas. Ele mostrou aos membros da Afrochamber a possibilidade de se ampliar os acordos de preferência tarifária, nos moldes dos que a Abinee já começou a desenvolver com a Rússia, Ucrânia, Líbia, Turquia e Nigéria. “Temos que buscar os acordos tarifários para exportarmos nossos produtos, beneficiando nossas associadas e, também, as nações africanas”, concluiu Barbato.

Ambas as representações, ao final da reunião, concordaram em iniciar os projetos focando os países africanos de língua portuguesa.

Proposta de alteração do ICMS causará fuga de empresas para Manaus e para fora do país - 26/04/2013
“Da forma como está sendo discutido no Senado Federal, o projeto de alteração do ICMS provocará deslocamento das empresas de TIC para a Zona Franca de Manaus e, até mesmo, para fora do Brasil”, alerta o presidente da Abinee, Humberto Barbato. Segundo ele, a concessão de privilégios à ZFM trará indesejáveis desequilíbrios na competição entre os Estados, prejudicando sensivelmente as aplicações em P,D e I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação), além de comprometer o combate à guerra fiscal.

“Caso não se mantenha o equilíbrio conquistado pela Lei de Informática, as empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) se sentirão forçadas a se mudar para a Zona Franca de Manaus, comprometendo todo o investimento que fizeram ao longo dos anos, inviabilizando a produção destes bens em outras regiões do país, que se tornaram importantes polos de excelência, ou pior, não deve ser descartada a possibilidade de empresas fecharem plantas no Brasil, considerando-se que muitas delas possuem plantas no leste asiático, onde é muito mais barato produzir, e onde não se convive com tanta insegurança jurídica”, adverte Barbato.

Em função disso, a Abinee está apoiando a emenda da Senadora Ana Amélia (RS), ao Projeto de Resolução do Senado (PRS nº01/2013), que prevê que os bens de informática oriundos da região Norte, Nordeste e Centro-Oeste, incluindo a Zona Franca de Manaus (ZFM), produzidos em conformidade com os processos produtivos básicos (PPBs), terão alíquota de ICMS reduzida de forma escalonada.

A proposta, também assinada pelo Senador Aluizio Nunes Ferreira (SP), diz que a alíquota deverá ser de 11%, em 2014, caindo 1 ponto percentual ao ano, até atingir o patamar de 7%, em 2018.

Uniformização do ICMS: Abinee apoia emenda da Senadora Ana Amélia - 26/04/2013
A Abinee está apoiando a emenda da Senadora Ana Amélia (RS), ao Projeto de Resolução do Senado (PRS nº01/2013), que prevê que os bens de informática oriundos da região Norte, Nordeste e Centro-Oeste, incluindo a Zona Franca de Manaus (ZFM), produzidos em conformidade com os processos produtivos básicos (PPBs), terão alíquota de ICMS reduzida de forma escalonada.

A proposta, também assinada pelo Senador Aluizio Nunes Ferreira (SP), diz que a alíquota deverá ser de 11%, em 2014, caindo 1 ponto percentual ao ano, até atingir o patamar de 7%, em 2018.

Na justificativa, a Senadora afirma que “a fixação da alíquota interestadual de 7% a partir de 1º de janeiro de 2018, para os bens de informática e para remessa para áreas de livre comércio, objetivo desta emenda, contribuirá para preservar o equilíbrio competitivo entre as regiões do Brasil na produção de bens de informática e na geração de recursos aplicados em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), proporcionado pela Lei de Informática”.

Para o Presidente da Abinee, Humberto Barbato, a concessão de privilégios à ZFM na legislação do ICMS provocará indesejáveis desequilíbrios na competição entre os Estados, prejudicando sensivelmente as aplicações em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D), além de comprometer o combate à guerra fiscal que, em última análise, é o foco central da MP 599.

“Caso não se mantenha o equilíbrio conquistado pela Lei de Informática, as empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) se sentirão forçadas a se mudar para a Zona Franca de Manaus, comprometendo todo o investimento que fizeram ao longo dos anos. E digo mais, parte delas poderá sair do Brasil”, adverte Barbato.

Nas últimas três semanas, o presidente da Abinee manteve uma série de audiências, em Brasília, com Senadores, Deputados e autoridades do Executivo Federal, para tratar do PRS nº 01/2013 e da MP 599/2012, que estabelecem a uniformização das alíquotas do ICMS nas operações interestaduais.

Durante os encontros com o Senador Delcídio Amaral, relator do PRS, e com Senador Walter Pinheiro, relator da MP 599, além de Congressistas dos estados da Roraima, Paraíba, Pernambuco, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Distrito Federal, Barbato defendeu que, na apreciação das matérias, os congressistas levassem em consideração o imperativo de se promover a isonomia no tratamento do ICMS em todo o território brasileiro, como forma de evitar desequilíbrios competitivos entre os diversos estados da União.

Além da Senadora Ana Amélia, o pleito da Abinee foi acolhido pelo Deputado Federal Guilherme Campos (SP), autor de emenda à MP 599.

Humberto Barbato também manteve audiências no Ministério da Fazenda e no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Abinee defende uniformização do ICMS - 25/04/2013
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, manteve, nas últimas três semanas, uma série de audiências, em Brasília, com Senadores, Deputados e com autoridades do Executivo Federal, para tratar da MP 599/2012 e do Projeto de Resolução do Senado - PRS nº 01/2013 -, que estabelecem a uniformização das alíquotas do ICMS nas operações interestaduais. Durante os encontros com Senador Walter Pinheiro, relator da MP 599, e com o Senador Delcídio Amaral, relator do PRS, além de Congressistas dos estados da Roraima, Paraíba, Pernambuco, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Distrito Federal, Humberto Barbato defendeu que, na apreciação das matérias, os congressistas levassem em consideração o imperativo de se promover a isonomia no tratamento do ICMS em todo o território brasileiro, como forma de evitar desequilíbrios competitivos entre os diversos estados da União. Segundo o presidente da Abinee, no caso dos produtos de TIC, este equilíbrio é resguardado, hoje, pela Lei de Informática. O pleito da Abinee foi compreendido e acolhido pelos parlamentares, sendo que o Deputado Federal Guilherme Campos (SP) e a Senadora Ana Amélia (RS), foram os autores de emendas, respectivamente, à MP 599 e ao PRS. Humberto Barbato também manteve audiências no Ministério da Fazenda e no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, que concordaram com a tese defendida pela Abinee, tendo em vista que a concessão de privilégios à Zona Franca de Manaus na legislação do ICMS provocará indesejáveis desequilíbrios na competição entre os estados, prejudicará sensivelmente as aplicações em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, além de comprometer o combate à guerra fiscal que, em última análise, é o foco central da MP 599.

Abinee contribuirá com comissão da Câmara para prevenção de incêndios - 19/04/2013
O Deputado Federal Paulo Pimenta, coordenador da Comissão Externa da Câmara dos Deputados, que acompanha todas as apurações relativas à tragédia de Santa Maria (RS), solicitou nesta quinta-feira (18), a contribuição da Abinee na comissão que objetiva propor legislação federal de prevenção de incêndios no País. O pedido foi feito durante o Fórum Nacional de Detecção e Combate a Incêndios, realizado no âmbito da ISC Brasil - Feira e  Conferência Internacional de Segurança -, em São Paulo.

Segundo Pimenta, o Brasil não tem uma cultura de prevenção para essa área, porém, após o acidente na Boate Kiss, há um clamor por mudanças. "Teremos uma legislação aprovada rapidamente a pedido da sociedade", afirmou o deputado, que deverá  apresentar seu final em maio.

Pimenta ressaltou que a proposta de atualização da legislação não entrará em detalhes que podem invadir prerrogativas constitucionais dos Estados e Municípios, responsáveis, por exemplo, pela concessão de alvarás de funcionamento de estabelecimentos. "O que buscaremos é estabelecer normas gerais que sejam exequíveis em todo o País e que criem padrões para embasar a ação destes entes federativos", disse.

O Fórum foi coordenado pelo diretor da área de Equipamentos de Segurança Eletrônica da Abinee, Marcos Menezes, que ressaltou a intenção da entidade em colaborar na detecção de incêndios. "Nosso segmento trabalha com patrimônio, mas em primeiro lugar com vidas", disse. Ele afirmou que a elaboração de uma legislação sobre este tema deve envolver todos os atores da sociedade, cada qual contribuindo dentro de suas competências. "Este evento é uma semente, e parte de um processo de construção para a criação de uma cultura de segurança no país", disse.

Roberta Godoy, representante do Grupo Setorial de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio da Abinee (GSDAI), apresentou o cenário da prevenção e proteção contra incêndio no País, bem como um resumo das principais práticas encontradas em outros países - Inglaterra, EUA, Alemanha, França e Argentina -, destacando as políticas desenvolvidas ao longo dos últimos anos, em função das experiências ocorridas com tragédias impactantes naquelas nações.

Para falar sobre a visão dos laboratórios de ensaios de produtos, esteve presente no evento o representante do Laboratório de Segurança do Fogo do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), Ivan Faccinetto Bottger. Na ocasião, ele apresentou as etapas para a realização dos ensaios laboratoriais, feitos em quatro fases (avaliação de condições gerais e específicas, avaliação em câmara de ensaio e em sala de simulação de incêndio). Ele destacou também a participação do instituto em comissões técnicas e instituições reguladoras. "O IPT tem por objetivo contribuir para a evolução da questão da certificação dos detectores e alarmes no Estado de São Paulo", disse.

Adilson Neri Pereira, representante da FENSEG - Federação Nacional de Seguros Gerais -, falou sobre a visão das seguradoras. Segundo ele, existe um paradoxo em relação aos seguros de residências no Brasil. "O fato de ser barato dificulta a venda. Por exemplo, o seguro de uma casa de R$ 200 mil custa, em média, R$ 20 por ano, e o seguro do carro do dono desta mesma residência, cerca de R$ 5 mil. Em função desta diferença, o esforço dos corretores é vender o seguro dos automóveis", enfatizou. Neste cenário, Pereira afirmou que dos 200 mil incêndios ocorridos no país em 2010, menos de 10 mil, ou seja 5%, estavam segurados. Ele afirmou, ainda, que esta baixa adesão contribui para a escassez de estatísticas sobre incêndios por parte das seguradoras, inclusive das causas e, consequentemente, das formas de se evitar esses eventos.

Sondagem Abinee: negócios do setor ficam abaixo das expectativas - 19/04/2013
Na Sondagem do mês de março de 2013, realizada pela Abinee, os principais indicadores mostraram que os negócios do setor eletroeletrônico ficaram abaixo das expectativas. O ritmo lento dos investimentos produtivos do país está inibindo o desempenho de importantes segmentos do setor, como Automação Industrial e Equipamentos Industriais.

As vendas e encomendas das indústrias ficaram acima das ocorridas no igual mês do ano passado, porém em proporções menores do que as verificadas nas sondagens de janeiro e fevereiro deste ano.

As exportações continuaram sem apresentar reações expressivas, portanto, o desempenho do setor continua dependendo do mercado interno. No primeiro bimestre deste ano, as exportações de produtos do setor apresentaram queda de 10% em Dólares, comparado ao igual período do ano anterior (passando de US$ 1,08 bilhão para US$ 977 milhões), o que representa em Reais, acréscimo de 3%.

Apesar de março não apresentar o comportamento dos negócios esperado pelas empresas, as expectativas continuam a ser de crescimento para os próximos meses.

Panorama Econômico do setor eletroeletrônico - 19/04/2013
Está disponível no Site Abinee, para consulta e download, o Panorama Econômico, editado anualmente pela entidade, apresentado os dados do setor eletroeletrônico entre 2005 e 2012, bem como indicadores macroeconômicos e sociais que buscam facilitar o entendimento da importância e da representatividade das indústrias elétrica e eletrônica no contexto nacional.

Subvenção Econômica à Inovação TI Maior: prazo até 7 de maio - 19/04/2013
Como parte do Plano Inova Empresa, a FINEP lançou um pacote de Editais, entre eles o TI Maior - Subvenção Econômica. A chamada dispõe para a área de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) um total de R$ 60 milhões, não reembolsáveis (que não precisam ser devolvidos), para o desenvolvimento de produtos ou processos inovadores que envolvam significativo risco tecnológico, associados a claras oportunidades de mercado. Os temas apoiados serão: computação em nuvem; petróleo, gás e mineração; defesa cibernética; componentes, dispositivos semicondutores e eletrônicos; e aeroespacial. As propostas podem ser enviadas até 7 de maio.

Abinee promove fórum para debater detecção e combate à incêndio - 18/04/2013
Nesta, quinta-feira (18), às 14h, no âmbito da ISC Brasil - Feira e  Conferência Internacional de Segurança -, que está sendo realizada no Expo  Center Norte - Pavilhão Vermelho -, em São Paulo, será realizado o Fórum Nacional de Detecção e Combate a Incêndio.

O evento, promovido pela Abinee, com o apoio da Reed Exhibitions Alcantara Machado, reunirá a visão da indústria  de equipamentos de detecção, alarme e combate a incêndios, do Corpos  de Bombeiros, dos organismos de fiscalização, das seguradoras, e dos laboratórios de ensaios de equipamentos, discutindo o estágio em que se encontram as normas e as leis brasileiras para a prevenção e combate a incêndios.

O Fórum contará, entre outras autoridades, com a presença do Deputado Federal Paulo Pimenta, coordenador da Comissão Externa da Câmara dos Deputados, que acompanha todas as apurações relativas à tragédia de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, objetivando propor medidas e legislações para que se evite que novos episódios tristes como aquele voltem a acontecer no Brasil.

Durante o evento, o Grupo Setorial de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio da Abinee apresentará o cenário da prevenção e proteção contra incêndio no país, bem como fará um retrospecto de quais são as principais práticas encontradas em outros países - Inglaterra, EUA, Alemanha e Argentina -, destacando as políticas desenvolvidas ao longo dos últimos anos, em função das experiências ocorridas com tragédias impactantes naquelas nações.

Segundo o diretor da área de equipamentos de segurança eletrônica da Abinee, Marcos Menezes, o Fórum possibilitará que o país encare estas questões de forma efetiva. “Todos os participantes têm consciência da necessidade de mudança e, por conta disso, acredito que este evento será um marco para o debate da segurança contra incêndio”, afirma.

Inova Energia: prazo para envio de interesse termina em 3 de maio - 18/04/2013
As empresas têm até o dia 3 de maio para enviar Carta de Manifestação de Interesse para pleitear o financiamento previsto no Inova Energia, programa que tem por objetivo fomentar e apoiar planos de negócios de inovação, coordenando ações de fomento e instrumentos de apoio financeiro disponíveis entre Finep, BNDES e Aneel. Ao todo, são R$ 3 bilhões disponíveis, sendo 600 milhões da ANEEL, 1,2 bilhão do BNDES e 1,2 bilhão da FINEP.

Os critérios de avaliação dos projetos serão: originalidade, aplicabilidade, relevância e razoabilidade dos custos. No entanto, no momento do envio da carta de interesse, os projetos não precisarão ser detalhados.

O Inova Energia é composto por áreas temáticas, como: redes inteligentes (smartgrids); transmissão de energia em ultra alta tensão; energias alternativas, como fotovoltaica e eólica e desenvolvimento de dispositivos mais eficientes para veículos elétricos e eficiência energética.

O lançamento do Programa foi feito no dia 1 de abril, no Fórum Abinee TEC 2013, pelo presidente do BNDES, Luciano Coutinho, pelo presidente da FINEP, Glauco Arbix e pelo superintendente da ANEEL, Máximo Pompermayer.

Lançamento Norma ABNT para Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos - 18/04/2013
O Diretor da área de Responsabilidade Socioambiental da Abinee, André Saraiva, participa nesta sexta-feira (19), em São Paulo, do lançamento pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) da norma ABNT NBR 16156:2013 - Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos - Requisitos para atividade de manufatura reversa.

A nova norma, elaborada pela Comissão de Estudo de Normalização Ambiental para Produtos e Sistemas Elétricos e Eletrônicos do Comitê Brasileiro de Eletricidade (ABNT/CB-03), estabelece requisitos para proteção ao meio ambiente e para o controle dos riscos de segurança e saúde no trabalho, na atividade de manufatura reversa de resíduos eletroeletrônicos.

Por meio dessa norma, as recicladoras e outras organizações que se dedicam à manufatura reversa de equipamentos e componentes eletroeletrônicos poderão implementar um sistema de gestão que inclui, entre outros aspectos: as ações de eliminação dos impactos ambientais e de saúde e segurança no trabalho relacionadas aos resíduos perigosos ; a descaracterização ou proteção da marca do fabricante e dos dados armazenados no produto descartado; a rastreabilidade dos resíduos até a sua disposição; e o balanço de massa, ou seja, o método de comparação entre o material que entra no processo em relação ao material que sai, após a realização de todas as operações.

Participaram da elaboração da ABNT NBR 16156:2013 cerca de 60 organizações brasileiras, entre elas recicladores, fabricantes de eletroeletrônicos, associações de classe, academia e centros de pesquisa, sob a coordenação da equipe Ambientronic do CTI - Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer.

Começa em São Paulo a ISC BRASIL com apoio da Abinee - 16/04/2013
Nesta terça-feira (16), foi realizada, no Expo Center Norte, em São Paulo, a cerimônia de abertura da 8ª edição da ISC BRASIL 2013 (Feira e Conferência Internacional de Segurança), evento organizado pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, com o apoio oficial da Abinee, da ALAS e da SIA - Security Industry Association. A ISC, que segue até quinta-feira (18), reúne cerca de 120 empresas expositoras, do Brasil e do exterior - em mais de 15 mil metros quadrados - que estão apresentando a inovação e a evolução tecnológica de seus produtos voltados para a área de segurança eletrônica. O evento contou com a participação do presidente da Reed Alcantara, Juan Pablo De Vera, além de importantes autoridades da área de segurança, como o Secretário adjunto da Segurança Pública do Estado de São Paulo, Antonio Carlos da Ponte, e o presidente Conselho Nacional de Comandantes-Gerais das Polícias Militares e de Corpos de Bombeiros Militares (CNGG), Coronel Nazareno Marcineiro.

Na abertura, o diretor da área de equipamentos de segurança eletrônica da Abinee, Marcos Menezes, representando o presidente da entidade, Humberto Barbato, destacou que, no ano passado, o segmento de segurança eletrônica registrou um forte incremento de 20%, tendo o faturamento atingido ultrapassado a marca de R$ 1 bilhão. Segundo ele, nos próximos quatro anos, a área deverá praticamente dobrar de tamanho.

“O mercado brasileiro é, hoje, uma vitrine para as empresas internacionais, o que justifica o recorde de expositores na ISC”, disse Menezes. Ele afirmou, também, que o crescente número de profissionais estrangeiros atuando nas empresas nos últimos anos tem propiciado a introdução de novas tecnologias no segmento. “Em função disso, as empresas estão podendo colaborar cada vez mais para a segurança patrimonial, militar e, por consequência, das pessoas”, salientou.

Na oportunidade, Menezes destacou o Fórum Nacional de Detecção e Combate a Incêndio, que será realizado na quinta-feira (18), às 14h, no âmbito da ISC. Segundo ele, o painel reunirá a visão da indústria de equipamentos de detecção, alarme e combate a incêndios, do Corpos de Bombeiros, dos organismos de fiscalização, das seguradoras, e dos laboratórios de ensaios de equipamentos, discutindo o estágio em que se encontram as normas e as leis brasileiras para a prevenção e combate a incêndios. “Esse fórum possibilitará que encaremos as questões de frente. Todos os participantes têm consciência da necessidade de mudança e, por conta disso, acredito que este evento será um marco para o debate da segurança”, concluiu diretor da Abinee.

O Fórum contará, entre outras autoridades, com a presença do Deputado Federal Paulo Pimenta, coordenador da Comissão Externa da Câmara dos Deputados, que acompanha todas as apurações relativas à tragédia de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, objetivando propor medidas e legislações para que se evite que novos episódios tristes como aquele voltem a acontecer no Brasil.

ISC BRASIL começa na próxima semana - 15/04/2013
Na próxima semana, de 16 a 18 de abril de 2013, será realizada, no Auditório do Pavilhão Vermelho, no Expo Center Norte, em São Paulo, a 8ª edição da ISC BRASIL 2013 (Feira e Conferência Internacional de Segurança). A abertura do evento ocorrerá às 10h de terça-feira (16).

Organizada e promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, com o apoio oficial da Abinee, da ALAS e da SIA - Security Industry Association -, a ISC reunirá, em mais de 15 mil metros quadrados, cerca de 120 empresas expositoras, do Brasil e do exterior, que apresentarão a inovação e evolução tecnológica de seus produtos voltados para a área de segurança eletrônica. A expectativa é de que 8,5 mil compradores vindos de todo o mundo visitem a feira.

Fórum Nacional de Detecção e Combate a Incêndio - 15/04/2013
Na quinta-feira (18), às 14h, no âmbito da ISC, será realizado o Fórum Nacional de Detecção e Combate a Incêndio. O evento vai reunir num mesmo painel a visão da indústria de equipamentos de detecção, alarme e combate a incêndios, os Corpos de Bombeiros, os organismos de fiscalização dos profissionais projetistas, as empresas seguradoras, os laboratórios de ensaios de equipamentos e o legislativo nacional, para discutir o estágio em que se encontram as normas, regulamentos e leis brasileiras para a prevenção e mitigação de incêndios, bem como analisar o panorama mundial do tema.

Programação:
14h00 - Abertura
14h10 - Visão da ABINEE - Marcos Menezes - Diretor da área de Equipamentos de Segurança Eletrônica
14h30 - Visão dos Corpos de Bombeiros - Representante Corpos de Bombeiros
14h50 - Visão do CONFEA - Representante CONFEA
15h10 - Visão dos laboratórios de ensaios de produtos - Representante IPT
15h30 - Visão das Seguradoras - Representante Seguradoras
15h50 - Visão do Legislativo - Deputado Federal Paulo Pimenta - coordenador da Comissão Externa da Câmara dos Deputados - Tragédia em Santa Maria/RS
16h15 - Encerramento

Abinee consulta associadas sobre qualificação de mão-de-obra - 12/04/2013
Para conhecer as necessidades e carências sentidas pelas empresas do setor eletroeletrônico, e poder beneficiá-las com a oferta de cursos técnicos, visando à qualificação ou requalificação dos atuais e futuros empregados, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), em parceria com a Abinee, elaborou um questionário eletrônico para levantar essas informações. O governo federal pretende identificar as demandas existentes para a formação de profissionais técnicos, e, utilizando recursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (PRONATEC-PBM) oferecer às empresas cursos totalmente gratuitos. Para garantir a descentralização do programa, os cursos oferecidos utilizarão a estrutura e a capilaridade das escolas do Sistema S e das escolas técnicas federais e estaduais. A Abinee já encaminhou às suas associadas e-mail com informações do programa e link de acesso ao questionário eletrônico. Caso o responsável pelo preenchimento do questionário tenha alguma dúvida, entrar em contato com Carlos Cavalcanti até o dia 30 de abril.

IPD Eletron realiza encontro sobre tecnologia do LED de iluminação - 12/04/2013
O IPD Eletron - Instituto de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação -, criado pela Abinee, realizou, no dia 9 de abril, reunião do Grupo de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P"&D I). O evento teve a participação do Professor Doutor Emerson Roberto Santos, do Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais da USP; do Professor Doutor Elvo Calixto Burini Junior, do Instituto de Energia e Ambiente da USP, além do Engenheiro de Aplicações da Dow Corning, Emir Debastiani.

O Professor Doutor Emerson Roberto Santos apresentou as aplicações, características e o processo de montagem em laboratório dos dispositivos OLEDs e as diferenças entre um LED e um OLED. Segundo ele, existem algumas distinções entre os dispositivos como: os OLEDs possuem átomos de carbono em sua estrutura química e espessuras menores nas camadas, garantindo leveza no dispositivo final; as cores emitidas pelos OLEDs são mais brilhantes que os LEDs e o processo de fabricação dos OLEDs é mais simplificado, se comparado com os LEDs inorgânicos.

Sobre a aplicação da tecnologia LED para iluminação, o Professor Doutor Elvo Calixto Burini Junior afirmou que o cenário aponta para uma provável transição em fontes de luz para iluminação. “A fluorescente dará lugar à luz produzida por dispositivos de microeletrônica (Solid State Lighting - SSL), como os LEDs e OLEDS”, disse.

Emir Debastiani fez apresentação institucional sobre a Dow Corning e sobre a solução de silicone que a empresa oferece para encapsulamento do LED. Ele explicou que o silicone é um polímero fabricado com base no átomo de silício, que suporta uma ampla temperatura de operação, sendo um excelente isolante elétrico. “No LED, o silicone permite a selação, proteção e ajuda na dissipação do calor”, declarou.

Roberto Barbieri, vice-presidente do Instituto, falou sobre a prospecção de mercado para o LED e destacou as oportunidades no Brasil. Existem possibilidades de uso do LED para impressoras; foto tratamento; para iluminação residencial, comercial, industrial e pública; na indústria automotiva; na construção civil (Lâmpada LED); brinquedos e equipamentos variados. O presidente do IPD Eletron, Fabián Yaksic, apresentou os programas do Governo como PADIS, Plano Inova Energia e o TI Maior que podem financiar, até com subvenção, a fabricação do LED no Brasil.

Produção física do setor eletroeletrônico cai 5,5% em fevereiro - 10/04/2013
Dados do IBGE, agregados pela Abinee, apontam que a produção física do setor eletroeletrônico caiu 5,5% em fevereiro, na comparação com o mesmo mês de 2012. No acumulado do ano, o setor apresentou decréscimo de 2,9%. Segundo o levantamento da entidade, a área eletrônica teve papel determinante para o resultado, uma vez que este segmento observou queda de 11% relação à fevereiro de 2012, e, no acumulado dos dois primeiros meses de 2013, retração de 6,8%. Por outro lado, a área de elétrica, assim como já havia ocorrido em janeiro, cresceu 4,1% no mês de fevereiro em relação ao mesmo mês do ano passado. Nos dois primeiros meses de 2013, o incremento atingiu 3,3%. No acumulado dos últimos 12 meses, a produção física do setor eletroeletrônico como um todo apresentou uma queda de 7,4%.

Decreto regulamenta inclusão de smartphones e roteadores na Lei do Bem -10/04/2013
Foi publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (9), Decreto Nº 7.981 regulamentando a Lei nº 12.715/2012, que inclui os smartphones e roteadores na Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005, conhecida como Lei do Bem. A inclusão destes produtos entre os itens beneficiados atende a pleito da Abinee, visando o estímulo a produção e o desenvolvimento de tecnologia no país. A medida era esperada pelo setor eletroeletrônico. Segundo dados da IDC Brasil, o mercado de smartphones no país atingiu 16 milhões de unidades em 2012. Para 2013, a expectativa é de que a comercialização destes produtos cresça 80%, atingindo 29 milhões de unidades. Os números da IDC projetam que, ao final do ano, os smartphones deverão representar 44% do mercado total de celulares no Brasil.

Volume de negócios da FIEE 2013 deve atingir R$ 4 bilhões - 09/04/2013
A 27ª edição da FIEE 2013 - Feira Internacional da Indústria Elétrica, Eletrônica, Energia e Automação - deve registrar um volume de negócios de mais de R$ 4 bilhões. Esse total de recursos será alcançado com negócios iniciados na Feira e concretizados nos próximos 6 meses. Numa edição que contou com 60 mil metros quadrados de exposição, a FIEE 2013, reuniu mais de 1.200 marcas, entre as maiores empresas do setor eletroeletrônico. O evento recebeu cerca de 55 mil visitantes, entre executivos, técnicos e especialistas, representantes de empresas do Brasil e do exterior. A feira registrou empresas expositoras de 18 países: Alemanha, Argentina, Suíça, Bélgica, Chile, China, França, Índia, Itália, Portugal, Coréia do Sul, Rússia, Espanha, Taiwan, Turquia, Hong Kong, Estados Unidos e Reino Unido, além do Brasil. De acordo com levantamento feito pela ABINEE durante a FIEE, 85% dos expositores aprovaram a qualidade do público visitante (entre ótimo e bom). Em relação à quantidade de visitantes, 70% dos expositores aprovaram o volume de circulação no pavilhão (entre ótimo e bom). Na avaliação geral da Feira, 80% dos expositores aprovaram o evento como um todo(entre ótimo e bom). A 27ª FIEE - Feira Internacional da Indústria Elétrica, Energia e Automação -, realizada e promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, e contou com o apoio oficial da ABINEE - Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica.

FIEE 2013 deve gerar US$ 4 bilhões em negócios - 08/04/2013
Terminou no dia 5 de abril, a 27ª edição da FIEE (Feira Internacional da Indústria Elétrica, Eletrônica, Energia e Automação), em São Paulo. Maior evento da indústria eletroeletrônica da América Latina, realizado e promovido pela Reed Exhibitions Alcantara Machado com o apoio oficial da Abinee, contou com cerca de 1.200 expositores dos setores de componentes elétricos, equipamentos industriais, GTD, manufatura eletrônica, tendo como destaque os setores de alternativas energéticas para geração de eletricidade, tecnologia embarcada, nanotecnologia e robótica. Segundo a organização do evento, foram recebidos mais de 63 mil visitantes, 5% acima da última edição. Em relação às projeções de negócios deverão atingir US$ 4 bilhões, iniciados na feira e concluídos posteriormente. A Fiee abrigou eventos simultâneos, como o Espaço Senai de Nanotecnologia e o Espaço de Tecnologia Embarcada, para aprofundar o conhecimento dos profissionais dos setores econômicos representados na feira. O objetivo foi abrir possiblidades de maior participação no desenvolvimento de novas tecnologias de produtos e fabricação, alternativas de geração de energia, de transporte entre outros temas importantes para o desenvolvimento da indústria nacional.

Logística Reversa: periculosidade e produtos órfãos preocupam Abinee - 08/04/2013
Nesta sexta-feira (5), último dia do Abinee Tec 2013, a Abinee promoveu um Talk Show para debater Logística Reversa de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos. O evento contou com a presença de Zilda Veloso, Gerente de Resíduos Perigosos do Ministério do Meio Ambiente; Alexandre Comin, Diretor de Competitividade do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; e Cássio Marx Rabello, gerente de projetos da ABDI - Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial -, que abordaram as ações de cada órgão na implementação da logística reversa.

Na ocasião, o moderador do Talk Show, André Luís Saraiva, Diretor de Responsabilidade Socioambiental da Abinee, destacou a preocupação do setor eletroeletrônico em relação à definição da periculosidade dos resíduos e à responsabilidade sobre os produtos órfãos.

Esta foi a primeira reunião aberta da Abinee após edital nº 01/2013, lançado pelo MMA, em 13 de fevereiro, que estabelece prazo para apresentação de propostas de acordos setoriais para implantação de sistema de logística reversa de produtos eletroeletrônicos e seus componentes.

Zilda Veloso destacou que a periculosidade dos resíduos é uma das preocupações para implementação da logística reversa. Segundo ela, um dos caminhos para solucionar a questão é a regulamentação específica, via Conama. “O setor eletroeletrônico vai desde um pen-drive a uma geladeira. Portanto, estes produtos não poderão ter o mesmo tipo de coleta e alguns poderão ter resíduos perigosos”, disse. No centro destas questões, segundo Zilda, está a necessidade de conscientização por parte dos consumidores, atores do processo de logística reversa, que darão início a todo o processo.

Para Alexandre Comin, as questões levantadas pela Abinee correspondem a 90% das atenções do governo. Na questão das importações, ele destacou a separação entre os produtos importados de forma legal e os produtos órfãos. Sobre estes últimos, ele citou que a experiência do setor de pneus - que tem contado com a ação da Secretária de Comércio Exterior do MDIC junto ao IBAMA, para coibir a prática de importadores ilegais - tem que ser replicada. “No caso dos eletroeletrônicos, temos que trabalhar a partir deste modelo junto à Receita Federal, para dar mais conforto ao setor”, disse.

Por sua vez, Cássio Marx Rabello salientou que estes assuntos devem ser analisados para que não venham a comprometer a competitividade do setor eletroeletrônico instalado no país. Em contrapartida, ele acrescentou que ao mesmo tempo que a Política Nacional de Resíduos Sólidos traz a figura da responsabilidade do poluidor-pagador, apresenta o conceito do protetor-recebedor, que pode amenizar esta questão das responsabilidade pelos produtos.

Ao final do Talk Show, André Luís Saraiva propôs aos representantes do governo uma reunião específica para discutir a questão dos produtos órfãos, a qual foi aceita.

Sinctronics apresenta gestão de logística reversa

Carlos Ohde, country manager do Sinctronics apresentou o tema Colaboração em Logística Reversa e Reciclagem na Indústria Elétrica e Eletrônica. Segundo ele, o Sinctronics - iniciativa da HP, Flextronics e do FIT (Instituto de Tecnologia) - é um centro de inovação com tecnologia sustentável para a indústria eletroeletrônica 100% integrado na cadeia produtiva. “Executamos a gestão de logística reversa atendendo aos requisitos legais e corporativos e viabilizamos a sustentabilidade como vantagem competitiva”, disse.

Ohde ressaltou que o processo de logística reversa é muito complexo, principalmente dos pontos de vista cultural, burocrático e técnico e que para ser feito de maneira adequada custa muito caro. “O objetivo é reduzir o custo da logística reversa e aumentar o valor da matéria prima gerada”, afirmou.Segundo Ohde, está prevista para o mês de junho próximo a inauguração do Centro de Referência do Sinctronics, em Sorocaba, interior de São Paulo.

Talk Show debate Segurança em Edificações - 08/04/2013
Representantes do Ministério do Trabalho e Emprego, INMETRO, ABRADEE, Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo, CONFEA, ABNT, IEC / LARC e CERTIEL estiveram reunidos nesta quinta-feira (4), no Talk Show sobre Segurança em Edificações, durante o Abinee Tec 2013. O painel teve como moderador o Gerente de Tecnologia e Política Industrial da Abinee, Fabián Yaksic.

O Auditor-Fiscal do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, Rodrigo Vieira Vaz, apresentou as ações fiscais diretas e indiretas relacionadas à segurança, saúde e cumprimento à legislação trabalhista. Segundo ele, a atualização da NR-10 em 2004, foi muito importante para a proteção coletiva do trabalhador. Vaz afirmou que 5% dos óbitos no Brasil em 2011 tem relação com energia elétrica.

Marcos Aurélio Lima de Oliveira, Diretor da Coordenação Geral de Acreditação (Cgcre) do INMETRO, destacou a missão e as principais atividades do Instituto, como a acreditação de organismos de avaliação da conformidade. “A acreditação é uma ferramenta estabelecida em escala internacional para gerar confiança na atuação de uma organização”, disse. Oliveira ressaltou, também, que o organismo de acreditação também passa por um processo de avaliação internacional pontual a cada ano, e completa a cada quatro, para garantir a confiança no trabalho. Ele também citou alguns produtos com exigência de certificação compulsória na área de segurança de edificações elétricas, como, disjuntores; aquecedores de água e gás; extintores de incêndio e fios, cabos e cordões flexíveis elétricos. O presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (ABRADEE), Nelson Fonseca Leite, afirmou que o setor de construção civil responde pela maior parte de acidentes decorrentes de problemas nas instalações elétricas. Ele destacou, no entanto, que este segmento é divido em duas partes, o que segue as normas e o clandestino. “Ainda em nosso país existem construções que não seguem as mínimas recomendações técnicas de segurança”, relatou. Segundo ele, em 2011 ocorreram 315 mortes ligadas à rede elétrica. Leite ressaltou que a NR-10 foi um grande avanço para a diminuição do número de mortes e acidentes relacionados à rede elétrica, porém, não atinge o construtor de fim de semana nas periferias do país. “Educação é fundamental para mudar a cultura da população”, ponderou.

O Capitão Newton dos Reis Barreira, da Divisão de Atividades Técnicas do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo, apresentou dados e ações do órgão, relacionados a incêndios. Segundo ele, em 2012, ocorreram mais 66 mil incêndios no Estado sendo que mais de 8 mil em edificações. “Entre os anos de 1999 e 2009, as irregularidades nas instalações e equipamentos elétricos foram responsáveis por 12,7% dos incêndios, sendo a segunda causa dentro das demais ocorrências de fogo”, disse.

O Superintendente de Estratégia e Gestão do CONFEA - Conselho Federal de Engenharia e Agronomia -, Paulo Eduardo Grava, destacou o trabalho da entidade, em conjunto com o CREA - Conselho Regional de Engenharia e Agronomia. Ele afirmou que esta atuação visa mitigar os fatores de risco nas instalações elétricas e para as pessoas, identificando os principais problemas encontrados. “No entanto, o Confea/Crea não tem o poder de embargar uma obra, apenas podemos apontar irregularidades”, destacou.

José Rubens Alves de Souza, Coordenador da Comissão de Estudos de Instalações Elétricas de Baixa Tensão - ABNT / CB 03, apresentou o que está sendo feito em relação à NBR 54/10 sobre instalações elétricas de baixa tensão, baseada na IEC 60364. Ele salientou que o texto ainda está em análise e será sujeito à aprovação.

Segundo o Gerente do Escritório Regional para a América Latina da IEC - International Electrotechnical Commission / LARC, Amaury Santos, traçou um panorama mundial, no qual a necessidade por instalações elétricas seguras é crescente, desde o sistema de abastecimento até o equipamento da ponta. De acordo com ele, as normas devem evoluir acompanhando os avanços tecnológicos. Santos salientou que o Brasil participa da norma internacional e as experiências do país tem voz no organismo internacional.

O Superintendente da CERTIEL - Associação Brasileira de Certificação de Instalações Elétricas -, Eduardo Daniel, destacou que, em um intervalo de 10 anos, de 1996 a 2007, aconteceram no Brasil 15 mil mortes por exposição à corrente elétrica. Em sua exposição, ele foi incisivo em sua defesa à implementação da certificação compulsória das instalações. “Atualmente, disponibilizamos um modelo de certificação voluntária, mas é preciso avançar”, disse. Daniel afirmou que o Brasil está atrasado sobre este tema, atrás de países como Camarões, Benin e Senegal.

FIEE mostra como tempestade não derruba semáforos e robô humanoide - 05/04/2013
Soluções voltadas para resolver questões do cotidiano das pessoas ou agilizar a produção industrial estão presentes na FIEE 2013 (Feira Internacional da Indústria Elétrica, Eletrônica, Energia e Automação), que está sendo realizada até sexta-feira (5), no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Pauli. Entre elas, está um no-break que mantém o semáforo em funcionamento, mesmo com a pior das tempestades e ainda não para o trânsito. Além de suportes para equipamentos de captação de energia solar e robôs voltados para montadoras de carro e outro para aplicações em educação e saúde. A Lacerda Sistemas de Energia está presente na FIEE com duas novidades para o setor de energia fotovoltaica. A primeira é o no-break para semáforos que evita o caos quando tempestades derrubam a energia elétrica. A segunda atração da empresa é o no-break de pequeno porte para pequenas aplicações domésticas, tais como portões e videogames.

A PLP Brasil atua nos segmentos de Linhas de Transmissão e Redes Aéreas de Distribuição de Energia Elétrica, Telecomunicações, Conectividade e vem à FIEE para apresentar a sua nova área de atuação: a PLP Solar, voltada aos mercados de Subestação e Energia Solar. Para tal, a empresa expõe na feira suportes tipo "Topo de Poste" para painéis solares. A Vivacity Didactic traz para o mercado educacional brasileiro o robô NAO, modelo humanóide de 57 centímetros de altura, dotado de inteligência artificial. Ele já vem de fábrica com funções básicas como andar e realizar movimentos do corpo, braços e pernas e reproduz palavras através do comando de voz.

A Meguro participa da FIEE desde a sua primeira edição e acredita que robótica é uma tendência no setor de automação. Trabalhando no segmento de placas eletrônicas e maquinários com aplicação a laser, a RWS industrial traz a FIEE seu mais novo lançamento, a Neomark Twin, equipamento compacto de marcação a laser. A Ellsworth, especializada na distribuição de produtos químicos especiais e equipamentos de aplicação para os mesmos, participa da FIEE trazendo novidade ao setor industrial de produtos químicos sua linha de adesivos em silicone e resina acrílica.

Lei de Informática: Manutenção e aperfeiçoamento - 04/04/2013
Nesta quarta-feira (3), em prosseguimento ao Seminário Resultados da Lei de Informática, realizado no âmbito do Abinee Tec, os setores de Automação Comercial e Bancária; Manufatura em Eletrônica; Componentes e Universidades, Institutos de Pesquisa e Laboratórios apresentaram suas avaliações. O painel teve como moderador, o diretor presidente da Smart Modular Technology e diretor da área de componentes da Abinee, Rogério Nunes. O consultor e membro do Conselho da AFRAC - Associação Brasileira de Automação Comercial -, Múcio Dória, iniciou sua apresentação sobre as áreas de Automação Comercial e Bancária ressaltando a relação entre a empresa e o Estado. Segundo ele, todas as empresas têm como sócio o Estado que não participa do capital, mas se beneficia dos resultados, dos impostos recolhidos e da geração de empregos. "O Estado tem que fortalecer as empresas para que sejam sólidas, lucrativas e que desenvolvam tecnologia criando raízes no país", disse. Dória destacou que a Lei de Informática é uma conquista positiva e deveria ser mantida, incrementada e simplificada. Segundo ele, as empresas não podem mais perder tempo com questões burocráticas na entrada do PPB. "O produto fica um ano e meio esperando aprovação e, por conta da demora, quando chega no mercado já está defasado", afirmou. José Henrique Xavier, da Contrex Consultoria, abordou a área de manufatura em eletrônica. Segundo ele, a indústria de manufatura em eletrônica traz grandes benefícios para o Brasil, criando uma cultura de desenvolvimento tecnológico, indo além da montagem dos produtos. Xavier ressaltou que as empresas deste segmento estão no Brasil pelos benefícios da Lei e pela lucratividade do mercado. "Se este mecanismo acabar, as empresas poderão ir embora, e com isto, empregos deixarão de ser gerados no país e impostos não serão arrecadados", disse. Ao abordar o caso do segmento de componentes, o Diretor Geral da Fast Company Brazil, José Antonio Scodiero, afirmou que a Lei de Informática contribuiu para trazer grandes players para o Brasil, mas é preciso se avançar além do produto final, alcançando a área de componentes, como forma de diminuir o déficit da balança comercial e promover o desenvolvimento tecnológico. "Temos que superar este vazio", disse. Segundo ele, as oportunidades para o mercado de componentes são grandes. "Dizem que o país perdeu o bonde, mas agora estamos falando de foguete. Estão previstos 50 bilhões de chips até 2020, com a chegada da internet das coisas", destacou. Scodiero acrescentou que para o Brasil aproveitar esta situação é necessário que o país priorize 'de fato' o setor de componentes. Raul Martins, gerente geral do Tecgraf PUC-RJ, apresentou a visão das Universidades, Institutos de Pesquisa e Laboratórios. Em sua exposição, ele afirmou que as Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs) devem ser fomentadas para absorver o contingente acadêmico no Brasil, voltado para a área de TICs. No entanto, Martins salientou os entraves e morosidade de processos que afetam a atividade destas ICTs. "A legislação ajuda, mas precisa melhorar, principalmente, bafejando o mercado e a realidade, que se altera constantemente. Ela não pode ficar presa, mas acompanhar os acontecimentos", completou.

Setores da indústria destacam importância da Lei de Informática- 04/04/2013
Nesta terça-feira, 2 de abril, os setores de Energia, Automação Industrial, Telecomunicações e Bens de Informática, beneficiados pelos incentivos da Lei de Informática, apresentaram seus resultados no contexto do Seminário Resultados da Lei de Informática, promovido pela Abinee durante o Abinee Tec 2013, em paralelo à FIEE. O painel teve como moderador o presidente da Florestal Paiox, Flávio Sehn.

O Diretor Grupo Setorial de Medidores da Abinee, Álvaro Dias, apresentou um balanço sobre o setor de energia elétrica. Segundo ele, muitos investimentos estão sendo feitos para a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos e, com certeza, o setor irá se beneficiar disso. Dias afirmou que o Brasil caminha para a instalação gradual das redes inteligentes (smart grids) com medidores inteligentes que serão conectados a uma rede de comunicação. "Temos um futuro promissor pela frente. Precisamos de empenho da parte regulatória para aproveitarmos este cenário", disse. Para ele, sem a Lei de informática o preço dos produtos fabricados no país seriam inviáveis.

Sobre o setor de Automação Industrial, o diretor da área na Abinee, Nelson Ninin, destacou que, de acordo com dados do MCTI, o faturamento das empresas deste segmento, incentivadas pela Lei de Informática, atingiu R$ 1,7 bilhões, 3% do total da receita das empresas. Apesar do número baixo, ele afirmou que o segmento é o coração e o cérebro de diversos equipamentos. Ninin apresentou, também, dados da Abinee que apontaram que o faturamento de Automação atingiu R$ 4 bilhões em 2012, enquanto o total do setor eletroeletrônico chegou aos R$ 144,5 bilhões. Ao analisarmos as importações, disse, o número assusta: "O que importamos, US$ 3,9 bilhões, mostra que a conta não fecha", afirmou. "Ao avaliar os produtos mais importados, vemos que são mercados que podemos investir, buscando o desenvolvimento e nacionalização destes equipamentos", concluiu.

O presidente da Teleco Consultoria, Eduardo Tude, abordou a área de telecomunicações. Segundo ele, já vivemos em uma sociedade conectada e o Brasil é o quarto país em número de celulares no mundo. "É crescente o número de receita por voz. Temos 133 celulares para cada 100 habitantes sendo que 100% dos municípios já possui estes aparelhos", destacou. Tude disse, porém, que a infraestrutura de telecomunicações do Brasil, que dispõe de 59 mil Erbs, é insuficiente quando comparada com outros países - representa 20% do total dos EUA. Tude ressaltou que as operadoras e as indústrias de telecomunicações precisam de um quadro regulatório estável e políticas de longo prazo que estimulem a competitividade.

Carlos Américo Pacheco, Reitor do ITA - Instituto Tecnológico da Aeronáutica -, afirmou que o balanço da Lei de Informática é positivo e o argumento de dar incentivo à produção local, por meio dos gastos em P&D é inteligente. "A Lei, acima de tudo, garante o equilíbrio da produção no país e, diante da baixa competitividade do ambiente econômico brasileiro, o Brasil não participaria do mercado de informática sem este mecanismo. Sem o benefício da lei é difícil ser competitivo com os produtos importados, vindos de regiões incentivadas", disse. Segundo ele, o problema da Lei de Informática é que ela limita-se ao produto final, tendo pouco impacto no adensamento da cadeia produtiva. "Este mecanismo refere-se à questão de sobrevivência da produção. No aspecto de política industrial e tecnológica, é preciso ir além e usar um arsenal de instrumentos complementares", afirmou.

Dentre estes mecanismos, Pacheco abordou a regulamentação setorial para se criar mercados competitivos; o estabelecimento de regimes tributários, com progressiva redução de carga tributária; e o desenvolvimento de políticas seletivas, considerando nichos com potencial de crescimento. "Muito do que pode ser feito é paralelo à Lei de Informática, que pode servir como base para este processo", concluiu.

Tecnologia estará cada vez mais em todos os lugares, dizem especialistas- 04/04/2013
Na tarde do 1º dia do Abinee Tec 2013, representantes da Intel, Microsoft e do Centro de Pesquisas de Grafeno da Universidade Nacional de Cingapura estiveram reunidos para falar sobre as tecnologias do futuro. O moderador do painel, o cientista chefe da IBM, Fabio Gandour, afirmou, em suas palavras iniciais que, embora cada uma das empresas possam ter visões específicas e particulares sobre as tecnologias, todas fazem parte de um mesmo ecossistema tecnológico. Neste aspecto, ele destacou, cada contribuição de uma determinada companhia gera um efeito na outra, criando um processo de constante evolução.

Max Leite, diretor de Inovação da Intel, afirmou que a computação está em todos os ambientes. "Em pouco tempo, quase todos os objetos serão equipados por um processador, terão comunicação sem fio e terão sensores. Serão 25 bilhões de dispositivos em 2015 e 50 bilhões em 2020, todos conectados à nuvem", salientou.

Segundo ele, a Lei de Moore -a qual previa que o número de transistores dos chips teria um aumento de 60%, pelo mesmo custo, a cada período de 18 meses - pode ser aplicada hoje, em um cenário de limite do átomo, por meio da eficiência computacional. "Baseado em um longo processo de inovação, os nossos processadores são, hoje, 4 mil vezes mais rápidos, consomem 5 mil vezes menos energia, e são 50 mil vezes mais baratos", disse. O representante da empresa afirmou que isto possibilita a democratização da utilização da tecnologia.

Segundo o Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Microsoft, Richard Chaves, o grande desafio das empresas voltadas à tecnologia é transformar o que parece ficção em realidade. "Há muitas coisas que estão para acontecer, mas muitas outras já estão acontecendo. A computação está indo longe. Não conseguimos mais ficar desconectados", ressaltou.

Chaves destacou que, na computação moderna, as interfaces contribuem para facilitar o acesso das pessoas à tecnologia. Como exemplo, ele citou o Xbox [console de videogame, muito utilizado para acessar conteúdos de entretenimento], fabricado no Brasil, sendo o primeiro país a produzir este equipamento fora a China. "O controle natural deste equipamento dissemina e democratiza a sua utilização", disse. Olhando para o futuro, o representante da Microsoft destacou três tipos de tendências. Segundo ele,  a computação será cada vez mais onipresente, sensível ao contexto e servirá além das tarefas, oferecendo sugestão para o usuário alcançar o seu objetivo.

Antonio Castro Neto, do Centro de Pesquisas de Grafeno da Universidade Nacional de Cingapura, salientou as aplicações e oportunidades para a utilização deste material originado do grafite. "Esta é uma tecnologia que ainda não está dominada", disse. Castro Neto destacou que entre as propriedades físico-química do grafeno estão: alta razão área/massa, alta condutividade térmica, alta impermeabilidade, além de ser hidrofóbico. "A sua aplicação, portanto, atende diversas indústrias, como a aeronáutica, automotiva, biomédica, comunicações, eletrônica, energia, de sensores entre outras", disse.

Segundo ele, o Brasil possui uma das maiores reservas de grafite, o que pode ser uma grande oportunidade para o país. "A competição é dura, mas é uma janela de oportunidades que talvez se feche em 3 a 5 anos. Como o grafeno ainda não foi produzido em escala mundial, existe a oportunidade do Brasil entrar nesta corrida, em que todos querem chegar primeiro, para levar uma parte do bolo", completou.

Fábio Gandour fala sobre o futuro da indústria eletroeletrônica- 04/04/2013
O encerramento da cerimônia de abertura do Abinee Tec 2013, realizado pela Abinee, em São Paulo, contou com a palestra do Cientista Chefe da IBM, Fábio Gandour. Em sua apresentação, baseada no poder do elétron, e recheada de referências, de Pitonisa do Oráculo de Delfos à Star Wars, ele afirmou que para sinalizar o futuro é necessário se basear em três dimensões: tempo, homem e o ambiente onde o homem está inserido. "Com estes elementos é possível iniciar uma análise de futuro", afirmou.

Segundo Gandour, o homem tem evoluído de tal maneira, que caminha em direção ao transumanismo. "As máquinas estão se fundindo com as pessoas. Hoje, são os celulares que estão no bolso das calças, mas se eles estiverem dentro do corpo, utilizando sua própria energia, de forma indolor, com a tela para fora, ninguém iria reclamar", observou.

Sobre o aspecto do ambiente, o cientista destacou que a 'fábrica de elétrons' tem de progredir para produzir cada vez mais ou desviar de outros lugares para suprir uma demanda em ascendência. Em paralelo, ao longo do tempo, só se faz aumentar a complexidade das interações. "Temos que encontrar uma maneira de melhorar a troca de informações, de conteúdo, neste cenário complexo que estamos caminhando".

Neste quadro, ele fez quatro apostas. A primeira e segunda caminham juntas e referem-se à população e educação. Segundo o cientista, o Brasil tem um bônus demográfico, no mesmo nível que outras nações, como China e Índia. "Temos que aproveitar este momento para competir com estes países e o mecanismo que pode nos diferenciar é a educação", disse. Outro ponto é o surgimento de novas matérias, como o grafeno - lâmina de carbono de um átomo de espessura. Ele acrescentou, que objetos mortos ou 'em coma', como uma máquina fotográfica ou livro, terão suas funcionalidades transpostas para outros objetos.

O cientista destacou, ainda, que a economia será baseada nos serviços e os produtos também ganharão esta característica, com a relação humana cada vez mais envolvida no processo. "O produto será vendido como serviço e o serviço como produto", disse.

Neste caminho da transformação dos produtos em serviços, todos os objetos logo estarão conectados a uma rede e todos terão um IP. "Um motor poderá estar conectado, informando quando irá quebrar, se está lubrificado entre outras funções", afirmou.

Segundo ele, a infraestrutura para estes produtos monitorados será em Protocolo IPv6, em 128 bits, com capacidade maior do que o atual IPv4, e capaz de abarcar todo o fluxo de informações. Gandour salientou que o mundo passa por uma escassez de átomos - em número constante e não alterado - diante de uma população que cresce. Ao mesmo tempo, o consumo deste átomo, por pessoa, também aumenta. "Vai faltar átomo", afirmou. Finalizando sua apresentação, Gandour destacou que o futuro da indústria será de carência de educação permanente, em um ambiente de complexidade, com forte componente de serviços, como forma de combater a escassez de átomos. Ao final, o cientista convidou os participantes a interagirem em celebração aos 50 anos da Abinee e à luz.

Abertura do Seminário Resultados da Lei de Informática - - 02/04/2013
Nesta segunda-feira, 1 de abril, no Abinee Tec 2013, foi realizado o lançamento do livro O Brasil na Infoera - Impactos da Lei de Informática no País - A Visão da Indústria, Instituições de P&D e Especialistas, elaborado pela Abinee com apoio do MCTI, MDCI, ABDI e BNDES. A publicação foi apresentada a todos os presentes durante a abertura do Seminário Resultados da Lei de Informática. O presidente da Abinee, Humberto Barbato, ressaltou que a Lei de Informática é de extrema importância para o setor eletroeletrônico. Podendo ser destacada como o único marco efetivo de política industrial que o setor teve ao longo destes anos e com continuidade até hoje. "Só conseguimos sobreviver fora de Manaus graças a Lei de Informática, que permite que nossa indústria esteja em distintas regiões do país", disse.

O Secretário de Política de Informática do MCTI, Virgílio Augusto Fernandes Almeida, parabenizou a Abinee pelos seus 50 anos de muitos resultados em uma indústria que tem características muito especiais e, apresentou, também, números sobre os 20 anos da Lei de Informática. "De 1993 até 2011, o número de empregos diretos ligados ao setor saltou de 32 para 126 mil e o faturamento das empresas beneficiárias cresceu de US$ 8,4 para US$ 30 bilhões", falou. O diretor do Departamento de Indústrias de Base Tecnológica da Secretaria do Desenvolvimento da Produção do MDIC, Alexandre Moura Cabral, apresentou dados do PPB (Processo Produtivo Básico). Segundo ele, de 2011 a 2012, cresceram 60% as portarias publicadas e 104% o número de empresas habilitadas.

BNDES, FINEP e Aneel lançam Plano Inova Energia - 02/04/2013
Nesta segunda-feira, 1 de abril, durante o Abinee Tec 2013, foi realizado o lançamento do Plano Inova Energia. Na ocasião, foi assinado o termo de cooperação pelo presidente do BNDES, Luciano Coutinho, o superintendente da ANEEL, Máximo Pompermayer e o presidente da FINEP, Glauco Arbix. Luciano Coutinho aproveitou para congratular os 50 anos da Abinee como entidade representativa e firme no interesse dos seus associados. "Sempre tive muito contato com a entidade, acompanhei muitos presidentes e vejo que a Abinee continua olhando para o futuro com otimismo e nunca desiste do desenvolvimento do setor", disse. Coutinho explicou que o Plano Inova Energia faz parte de um grande programa do governo, o Plano Inova Empresa, já em execução sob a liderança do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), que prevê aporte de R$ 32,9 bilhões de crédito para promover a inovação tecnológica em diversos campos estratégicos.

Segundo ele, o Inova Energia terá R$ 3 bilhões disponíveis para promoção da inovação empresarial, sendo 600 milhões da ANEEL, 1,2 bilhão do BNDES e 1,2 bilhão da FINEP. Serão quatro áreas temáticas: redes inteligentes (smartgrids); transmissão de energia em ultra alta tensão; energias alternativas, como a fotovoltaica e solar e desenvolvimento de dispositivos mais eficientes para veículos elétricos e eficiência energética.

Glauco Arbix, afirmou que no Brasil é necessário investir em pesquisas para termos condições de nos tornar um país global e que essa parceria é chave para isso. "Não haverá falta de recursos para quem quer investir em ciência e tecnologia no país", destacou. O superintendente do BNDES, Mauricio Neves e o superintendente da FINEP, Alexandre Tanaka, também, apresentaram, detalhes do plano que teve seu edital de chamada pública lançado no dia de hoje. As empresas interessadas têm até o dia 3 de maio para enviarem cartas de interesse. Os critérios de avaliação serão: originalidade, aplicabilidade, relevância e razoabilidade dos custos.

Abinee Tec aborda passado, presente e futuro do setor eletroeletrônico - - 02/04/2013
A Abinee realizou nesta segunda-feira (1), em São Paulo, a abertura do Abinee Tec 2013, em paralelo à FIEE 2013, também inaugurada nesta data. O evento, que reuniu mais de 400 pessoas, entre representantes das indústrias do setor, além de membros dos poderes executivo e legislativo, marcou o início das comemorações do cinquentenário da entidade. O tema principal do Fórum foi Os 50 anos da Abinee, abordado pelo presidente da entidade, Humberto Barbato, e o Futuro da Indústria Elétrica e Eletrônica, palestra do Cientista Chefe da IBM, Fábio Gandour. Na ocasião, foi realizado o lançamento do Plano Inova Energia pela ANEEL, BNDES e FINEP. Em seu pronunciamento, Humberto Barbato fez um histórico da atuação da Abinee, com destaque para cada um dos ex-presidentes da entidade. Segundo ele, falar sobre os 50 anos da Abinee é falar de parte da história do Brasil. "Nestas últimas cinco décadas, nossa entidade participou de momentos importantes de mudanças do País, e se fez presente, posicionando-se de forma efetiva diante das dificuldades, sempre defendendo os legítimos interesses do setor eletroeletrônico, cuja importância para o país está na sua capacidade de buscar o desenvolvimento tecnológico, irradiando seu potencial a todo o conjunto da economia", disse.

O Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, afirmou que a inovação é o eixo estrutural do Plano Brasil Maior, que visa promover o desenvolvimento industrial do país. "O MCTI tem papel importante de articulação com outros ministérios, principalmente, o MDIC, no trabalho de incentivo à inovação em todos os setores produtivos brasileiro". Esta parceria culminou no Plano Inova Energia, inserido no âmbito do Inova Empresa. "Estes programas trazem recursos substanciais e inimagináveis até então, algo sem precedentes no país", disse. Com foco para o setor industrial, estas iniciativas visam ampliar o investimento produtivo, dar maior apoio ao risco tecnológico e o fortalecimento da relação entre ICTs e empresas. "O governo está empenhado no esforço da inovação e as empresas também devem entrar neste jogo", afirmou.

Representando o Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, o secretário de inovação do MDIC, Nelson Fujimoto, fez um relato sobre as recentes ações do governo visando estimular o desenvolvimento industrial, especialmente, no que se refere ao setor eletroeletrônico. Entre estas iniciativas, ele salientou a desoneração da folha de pagamentos, o Regime Especial do Plano Nacional de Banda Larga (REPNBL), a regulamentação das compras públicas a ser concluída bem como a inclusão dos smartphones na Lei do Bem. Segundo o secretário da Fazenda do Estado de São Paulo, Andrea Calabi, que representou o governador Geraldo Alckmin, destacou os esforços do governo paulista em contribuir para que as empresas possam apresentar ganhos de produtividade, baseados na inovação. "A austeridade fiscal do governo tem permitido a destinação de recursos para investimentos em áreas importantes como a pesquisa e desenvolvimento", afirmou.

Estiveram presentes na mesa diretora da abertura do Abinee Tec o presidente do BNDES, Luciano Coutinho; o presidente da FINEP, Glauco Arbix; o secretário-executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia, Luiz Antonio Elias; Superintendente da ANEEL, Max Pompermayer; o Superintendente ANATEL, Roberto Pinto Martins; o Presidente do INMETRO, João Alziro de Jornada, a Assessora da Presidência do BNDES, Margarida Baptista; o presidente emérito da Fiesp, Carlos Eduardo Moreira Ferreira; e o ex-presidente da Abinee, Nelson Peixoto Freire.

FIEE 2013 é inaugurada em São Paulo - 02/04/2013
A 27ª edição da FIEE (Feira Internacional da Indústria Elétrica, Eletrônica, Energia e Automação) foi inaugurada nesta segunda-feira (1), no Anhembi, em São Paulo. Maior evento da indústria eletroeletrônica da América Latina, realizada e promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado com o apoio oficial da Abinee, a FIEE segue até sexta-feira (5), conta com cerca de 1.200 expositores dos setores de componentes elétricos, equipamentos industriais, GTD, manufatura eletrônica, tendo como destaque os setores de alternativas energéticas para geração de eletricidade, tecnologia embarcada, nanotecnologia e robótica.

 Segundo o vice-presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, Paulo Octávio de Almeida, a feira de negócios é um organismo vivo, que representa o mercado pujante como no caso do setor eletroeletrônico. Ele destacou que a expectativa é que a feira receba 63 mil visitantes, 5% acima da última edição.Em relação às projeções de negócios a serem realizados no evento, Paulo Octávio afirmou que deverão atingir US$ 4 bilhões, iniciados na feira e concluídos posteriormente.A Fiee está abrigando eventos simultâneos, como o Espaço Senai de Nanotecnologia e o Espaço de Tecnologia Embarcada, para aprofundar o conhecimento dos profissionais dos setores econômicos representados na feira. O objetivo é abrir possiblidades de maior participação no desenvolvimento de novas tecnologias de produtos e fabricação, alternativas de geração de energia, de transporte entre outros temas importantes para o desenvolvimento da indústria nacional.

Abinee Tec: Raupp, Pimentel e Luciano Coutinho confirmam presença - 28/03/2013
Os Ministros Marco Antonio Raupp, do MCTI, e Fernando Pimentel, do MDIC, e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, confirmaram presença na abertura do Abinee Tec 2013, que a Abinee promove de 1 a 5 de abril, em São Paulo, em paralelo à FIEE. O tema principal do Fórum, que se realiza no dia 1º, no Auditório Jequitibá, do Hotel Holiday Inn Anhembi, Os 50 anos da Abinee e o Futuro da Indústria Elétrica e Eletrônica. Encerrando o Fórum Abinee Tec, o Cientista Chefe da IBM, Fábio Gandour abordará formas de como as empresas devem se preparar para o futuro, que deve ser acompanhado de grande desenvolvimento tecnológico.

Confirmaram presença, também, o Secretário de Planejamento do Estado de São Paulo, Julio Semeghini, representando o Governador Geraldo Alckmin; o Superintendente Regional do Trabalho e Emprego no Estado de São Paulo, Carlos Frederico Zimmermann Neto, representando o Ministro Manoel Dias; o Presidente da FINEP, Glauco Arbix; o Superintendente ANATEL, Roberto Pinto Martins; o Diretor da ANEEL, André Pepitone; o Deputado, Paes Landim; e o Presidente do INMETRO, João Alziro de Jornada, entre outras autoridades.

Na parte da tarde, a partir das 14h00, a ANEEL, o BNDES, e a FINEP apresentarão o Plano Inova Energia, que será lançado durante o Abinee TEC. Às 15h00, acontece o lançamento do livro os Resultados da Lei de Informática, com a presença do presidente da Abinee, Humberto Barbato, de Heloisa Regina G. Menezes - Secretária do Desenvolvimento da Produção do MDIC - e de Virgílio Augusto Fernandes Almeida - Secretário de Política de Informática do MCTI. Em seguida, representantes da Intel, da Microsoft e do Centro de Pesquisas de Grafeno de Cingapura falarão sobre seus desenvolvimentos tecnológicos visando o futuro, tendo como moderador dos debates o cientista Fábio Gandour.

O Abinee Tec contará, também, nos dias 2 e 3, com o Seminário Resultados da Lei de Informática, que apresentará os efeitos da aplicação da Lei nos diversos segmentos do setor eletroeletrônico. Na ocasião, os diversos segmentos do setor eletroeletrônico apresentarão os resultados específicos da Lei.

No dia 4, será realizado um Talk Show para debater o tema Segurança em Edificações, com a participação de representantes do INMETRO, Corpo de Bombeiros, ABNT, IEC, Certiel entre outros, que apresentarão suas visões sobre o que precisa ser feito para tornar as edificações mais seguras. Também será discutida a necessidade de compulsoriedade da certificação das instalações elétricas.

No último dia do evento (5), o assunto em destaque será Logística Reversa de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos. Essa será a primeira reunião aberta da Abinee após edital nº 01/2013 lançado pelo MMA, no último dia 13 de fevereiro, que estabelece prazo para apresentação de propostas de implantação de sistema de logística reversa de produtos eletroeletrônicos e seus componentes.

MEMORIAL ABINEE

Durante o Abinee Tec, os participantes terão a oportunidade de conhecer o Memorial Abinee. O espaço, que tem o apoio da HP, contará com dois cinemas, onde serão apresentados os depoimentos dos protagonistas que fizeram e fazem parte da história da entidade. O memorial apresentará, também, documentos e fotos lembrando acontecimentos marcantes, ações em defesa da indústria eletroeletrônica brasileira e eventos, que contribuíram para a discussão de temas importantes para o setor. Os visitantes poderão ver, ainda, uma exposição com produtos eletroeletrônicos antigos e históricos.

FIEE 2013, em São Paulo, de 1 a 5 de abril - 28/03/2013
A 27ª edição da FIEE (Feira Internacional da Indústria Elétrica, Eletrônica, Energia e Automação) vai abrigar eventos simultâneos para aprofundar o conhecimento dos profissionais dos setores econômicos representados na feira. O objetivo é abrir possiblidades de maior participação no desenvolvimento de novas tecnologias de produtos e fabricação, alternativas de geração de energia, de transporte entre outros temas importantes para o desenvolvimento da indústria nacional. A FIEE 2013 terá eventos simultâneos como o Espaço Senai de Nanotecnologia e o Espaço de Tecnologia Embarcada, além do ABINEE TEC, principal fórum de debates do setor no País. A FIEE 2013 será realizada entre os dias 1º e 5 de abril de 2013, em São Paulo, no Anhembi, e é o maior evento da indústria eletroeletrônica da América Latina, sendo realizada e promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado com o apoio oficial da Abinee.

Nanoalfabetização - Para divulgar as mais recentes técnicas de miniaturização em fabricação de componentes e produtos, a FIEE aliou-se ao Sesi e Senai para apresentar o “Espaço Senai de Nanotecnologia”. Com ele, os visitantes e interessados terão a oportunidade de introduzir-se nas tecnologias modernas de nanociência e nanotecnologia, em um trabalho de esclarecimento, informação tecnológica e nanoalfabetização. A iniciativa vai apresentar estudos, design e aplicação de estruturas, dispositivos e sistemas em escala nanométrica. O objetivo é disseminar o estudo de objetos cujo tamanho seja entre 1 a 100 nonometros e que incidem de forma altamente positiva na inovação necessária ao setor eletrônico.

Espaço de Tecnologia Embarcada - Por fim, o Espaço de Tecnologia Embarcada vai expor lançamentos de meios de transporte elétricos com alto grau de novos recursos embarcados. Essa ilha de novas tecnologias automotivas servirá para demonstrar as últimas novidades em elétrica e eletrônica na área de transporte alternativo.

Setor tem déficit de US$ 5,57 bilhões nos dois primeiros meses do ano - 28/03/2013
Dados da Balança Comercial do setor eletroeletrônico, levantados pela Abinee, no período acumulado de janeiro-fevereiro de 2013, apontam que o déficit dos produtos eletroeletrônicos atingiu US$ 5,57 bilhões, 2,6% superior ao ocorrido no igual período do ano passado (US$ 5,43 bilhões). Este resultado foi consequência de exportações de US$ 977 milhões e importações de US$ 6,54 bilhões. Para o total do ano de 2013, é previsto que o déficit atinja US$ 35,5 bilhões, 9% acima do realizado em 2012 (US$ 32,5 bilhões).

Investimentos em segurança pública e privada alavancam ISC BRASIL - 28/03/2013
A 8ª edição da ISC BRASIL 2013 (Feira e Conferência Internacional de Segurança), que acontecerá de 16 a 18 de abril de 2013, em São Paulo, deve ultrapassar as marcas de 120 expositores e 8,5 mil compradores vindos de todo o mundo e se transformar na maior edição histórica do evento. O crescimento do evento reflete o ambiente de otimismo que caracteriza hoje a maioria das indústrias, que prevê, para este ano, aumento de 8% no faturamento do setor, alcançando R$ 156,7 bilhões.

Para o diretor da Área de Equipamentos de Segurança Eletrônica da Abinee, Marcos Menezes, o mercado de segurança eletrônica já retomou seu ritmo de crescimento em 2012 e a expectativa é que se mantenha em 2013. “As grandes obras de infraestrutura, com investimentos públicos e privados em andamento em todo país aquecem o mercado, aumentando significativamente as oportunidades de negócios para integradores e fabricantes de maior porte”, disse.

“A ISC Brasil antecipa as tendências de produtos de segurança eletrônica e urbana e apresenta aos visitantes as novas soluções. Além disso, os expositores têm a oportunidade única de receber executivos com alto poder de decisão”, explicou Ivan Romão, diretor da ISC Brasil.

Soluções de Controle de Acesso e Videomonitoramento instaladas nos estádios da Copa

As mais recentes novidades em controle de acesso de pessoas e veículos e videomonitoramento também vão atrair a atenção dos visitantes durante o evento. Os produtos serão expostos nos estandes da Axis Communications e Magnetic Autocontrol que trazem lançamentos para diversos segmentos do mercado de segurança.

A ISC BRASIL tem o apoio oficial da Abinee, da Asociación Latinoamericana de Seguridad (ALAS) e da Associação da Indústria de Segurança (SIA - Security Industry Association entidade americana com representantes no Brasil e no mundo). O evento é organizado e promovido pela Reed Exhibitions Alcantara Machado.

Sondagem Abinee: negócios superaram 2012, mas com ritmo inferior - 21/03/2013
Na Sondagem do mês de fevereiro de 2013, realizada pela Abinee, os principais indicadores mostraram que os negócios do setor eletroeletrônico superaram os realizados em fevereiro de 2012, porém, com ritmo inferior do apresentado no mês imediatamente anterior.

As vendas e encomendas das indústrias ficaram abaixo das expectativas, enquanto que o nível de emprego mostrou estabilidade, e os estoques de produtos acabados indicaram níveis acima do normal.

A boa notícia vem da manutenção da tendência de crescimento das exportações do setor, que apesar de apresentar queda de 10% em Dólares, no primeiro bimestre deste ano, comparado ao igual período de 2012 (passou de US$ 1,08 bilhão para US$ 977 milhões), em Reais, com crescimento de 3%.

Dados atualizados do setor confirmam crescimento de 8% para 2013 - 19/03/2013
Dados atualizados do setor confirmam crescimento de 8% para a indústria eletroeletrônica em 2013, com previsão de R$ 155,7 bilhões em faturamento. Segundo levantamento da Abinee, alguns fatores poderão contribuir como a taxa de câmbio, mesmo permanecendo nos níveis atuais, ainda deverá ter efeitos positivos na competitividade do setor. A desoneração da folha de pagamentos irá valer para uma gama maior de empresas. A redução de custos de energia elétrica também deverá reduzir os custos de produção da indústria. Neste caso, porém, preocupa a eventual perda de recursos para investimentos pelas concessionárias de energia elétrica, o que afetaria a indústria de equipamentos para Geração e Transmissão de Energia. Também espera-se a aceleração dos investimentos na infraestrutura do País para atender às necessidades dos eventos esportivos, Copa do Mundo e Olimpíadas, especialmente na área de Telecomunicações.

País está na armadilha do crescimento baixo, diz Mendonça de Barros - 15/03/2013
O economista José Roberto Mendonça de Barros afirmou na quinta-feira (14), que o baixo crescimento apresentado pelo país não é casual ou temporário. “Estamos crescendo pouco e em uma situação de quase colapso do investimento. Temos que buscar a saída desta armadilha”, disse durante apresentação da palestra As incertezas do panorama da economia brasileira, no médio e longo prazos, realizada na Reunião da Diretoria Plenária da Abinee. Após a exposição, os economistas Celso Luiz Martone e Antonio Corrêa de Lacerda apresentaram suas visões sobre o quadro econômico do país, estabelecendo-se um amplo cenário da realidade brasileira.

Além da grande frustração de expectativas com o resultado do PIB em 2012, Mendonça de Barros acrescentou um novo elemento a se preocupar: a deterioração do ambiente de negócios, fruto da contínua perda na qualidade regulatória, de prejuízos para acionistas e fornecedores da Petrobras, de perdas associadas ao novo modelo elétrico entre outros. Para 2013, ele afirmou que o PIB do país deverá chegar a 3%, limite do PIB potencial do país [sem gerar desiquilíbrio inflacionário], ocasionado por um quadro de mais consumo e menos investimento.

Mendonça de Barros destacou alguns limites que se impõem para um crescimento do país superior a este patamar no médio e longo prazo. Foram salientados pelo economista o aumento de pressões fiscais e inflacionárias, a perda de competitividade, a estrutura tributária elevada, a redução na oferta de mão de obra e o crescimento econômico apoiado no acréscimo de trabalhadores, com expansão modesta da produtividade.

A questão da infraestrutura também foi colocada como um fator de inibição ao crescimento. “Neste caso, vejo como positivo a retomada do modelo de concessão pelo governo Dilma. A infraestrutura deficiente pode melhorar lentamente, se as concessões deslancharem”, afirmou. Ao finalizar sua apresentação, José Roberto Mendonça de Barros considerou que a solução destes problemas depende somente da própria capacidade do país. “O Brasil é viável para o crescimento, mas temos que resolver estes fatores limitantes”.

Em seus comentários, Celso Martone definiu como medíocre o potencial de crescimento brasileiro. “A produtividade caiu bastante da década de 1970 para cá, teve uma pequena recuperação recentemente, mas hoje, está estagnada”, afirmou. Segundo ele, se tudo correr bem, o país deverá crescer 3% este ano. “Este é o nosso céu, nosso limite”. Martone ressaltou que, em sua visão, o Brasil tem flertado com a inflação e abandonou o tripé macroeconômico.

Com um olhar mais otimista, destacando o lado cheio do copo, Antonio Corrêa de Lacerda, afirmou que há uma quebra de paradigmas em relação à redução da taxa de juros. “Hoje, o Banco Central não é submisso ao mercado financeiro e vamos começar a colher os frutos em breve”. Segundo ele, este movimento contribui para derrubar o custo de capital, de crédito e de financiamento. “Outro ponto positivo é o caso do câmbio que, até recentemente, era utilizado como taxa de arbitragem, fazendo do Brasil um paraíso para especulação”, observou. Lacerda acrescentou que os desafios referentes à infraestrutura e de mão de obra podem se tornar oportunidades.

Presente à reunião, o ex-presidente da Abinee, Paulo Vellinho, mostrou-se desencantado com o quadro do país. “Não elegemos o homem como objetivo da nação”, afirmou. Ele salientou que o país está fadado à mediocridade, com a baixa preparação da mão de obra e indicadores sociais sofríveis. “Temos que nos assumir como perdedores e buscar inspiração em modelos positivos”, afirmou.

O presidente da Abinee, Humberto Barbato, que coordenou a reunião, afirmou que diante dos problemas que o país enfrenta, somente a desoneração não consegue tornar as empresas mais competitivas. “Temos que continuar trabalhando para resolver todas as questões que precisam ser modificadas”. Segundo ele, os entraves de infraestrutura são os mais críticos. “Hoje, este problema chegou a tal ponto, que passou a ser um clamor de toda sociedade”, concluiu.

Gontijo fala sobre REPNBL à área de telecom da Abinee - 15/03/2013
No dia 13 de Março, a área de Telecomunicações da Abinee recebeu a visita do Diretor do Departamento de Indústria, Ciência e Tecnologia, do Ministério das Comunicações, José Gustavo Gontijo. Na oportunidade, Gontijo fez uma breve explanação do Regime Especial do Plano Nacional de Banda Larga - REPNBL -, programa que concede benefícios para a implantação e melhoria de redes de banda larga no país. O programa, que se estenderá até 2016, isenta de IPI e PIS/COFINS a aquisição de equipamentos e obras de infraestrutura de projetos de operadoras, submetidos à aprovação do Minicom, até 30 de Junho deste ano.

Os Diretores da Área de Telecomunicações da Abinee, Paulo Castelo Branco, e do Grupo Setorial de Telecomunicações da entidade, Luciano Cardim, manifestaram seu integral apoio ao programa. Segundo eles, além de desonerar significativamente o investimento das operadoras e fomentar a fabricação local e o desenvolvimento de tecnologia nacional, o REPNBL permitirá que se tenham uma visibilidade dos projetos até 2016, proporcionando tempo suficiente para que a indústria se capacite para atender, com qualidade e prazo, os programas de ampliação da banda larga no país. “As empresas que até pouco tempo enfrentavam dificuldades com a falta de planejamento de encomendas, poderão ter, agora, um horizonte claro de investimentos”, disse Castelo Branco.

Guerra dos Portos: remédio está matando o doente, diz Barbato - 14/03/2013
A Resolução nº 13/2012 do Senado Federal, que entrou em vigor em janeiro de 2013, com o objetivo de acabar com a Guerra dos Portos, estabelece que produtos importados ou com mais de 40% de conteúdo importado devem ser taxados com alíquota de 4% para o ICMS nas vendas interestaduais.

Entretanto, de acordo com a regulamentação da norma, ocorrida com Ajuste SINIEF 19/2012 editado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), as empresas, que utilizam componentes importados na fabricação de seus produtos, deverão discriminar cada um deles, com respectivo valor, na Ficha de Conteúdo de Importação (FCI).

As empresas deverão calcular o conteúdo importado, presente nos produtos, nas diversas etapas do processo produtivo. “Há casos no setor eletroeletrônico que, um único produto possui mais de cinco mil itens importados. Portanto, essa regra pode inviabilizar o cumprimento da norma e as empresas terão mais um entrave burocrático para afetar sua competitividade”, diz o presidente da Abinee, Humberto Barbato.

Outro problema trazido pela regulamentação é a obrigação de as empresas informarem para seus clientes o valor que pagaram pelos produtos importados. “Esta regra viola o direito ao sigilo comercial das empresas, assegurado constitucionalmente”, afirma Barbato. Segundo ele, a Resolução, que visa acabar com a Guerra dos Portos, foi um avanço para o país, mas a definição de procedimentos - inviáveis de serem cumpridos - torna a medida questionável. “O remédio está matando o doente”.

Uma forma de resolver esta situação é a proposta da CNI, que tem o apoio da Abinee, de que os governos estaduais adotem algo semelhante ao Regime de Regras de Origem, mecanismo utilizado no controle de nacionalidade de produtos no comércio exterior. Dessa forma, quando um produto ultrapassa a regra de 40% de conteúdo estrangeiro, ele é considerado integralmente importado para fins de ICMS, não havendo necessidade de informar o valor pago na importação.

“A utilização deste mecanismo, além de resguardar o sigilo dos dados, tornaria o processo mais simplificado”, ressalta Humberto Barbato. O presidente da Abinee espera que os Estados sejam sensíveis a este tema, e analisem a proposta, colocando à frente o interesse da indústria instalada no Brasil, e, principalmente, do país como um todo.

Os 50 anos da Abinee e o Futuro da Indústria Elétrica e Eletrônica - 13/03/2013
A Abinee realiza, de 1 a 5 de abril, no Anhembi, em São Paulo, o Abinee Tec 2013, em paralelo à FIEE 2013. O evento, que reunirá representantes das indústrias do setor, além de membros dos poderes executivo e legislativo, marcará o início das comemorações do cinquentenário da entidade.

O tema principal do Fór um, que se realiza no dia 1º, será Os 50 anos da Abinee, que será abordado pelo presidente da entidade, Humberto Barbato, e o Futuro da Indústria Elétrica e Eletrônica, palestra do Cientista Chefe da IBM, Fábio Gandour.

Em sua exposição, Gandour abordará formas de como as empresas devem se preparar para o futuro, que deve ser acompanhado de grande desenvolvimento tecnológico.

O Abinee Tec contará, também, nos dias 2 e 3, com o Seminário Resultados da Lei de Informática, que apresentará os efeitos da aplicação da Lei nos diversos segmentos do setor eletroeletrônico. Na ocasião, apresentarão os resultados específicos da Lei as áreas de Automação Industrial, Comercial e Bancária; Bens de Informática; Telecomunicações; Energia; Manufatura em Eletrônica; Componentes; além de Universidades, Institutos de Pesquisa e Laboratórios.

No dia 4, será realizado um Talk Show para debater o tema Segurança em Edificações, com a participação de representantes do INMETRO, Corpo de Bombeiros, ABNT, IEC, Certiel entre outros, que apresentarão suas visões sobre o que precisa ser feito para tornar as edificações mais seguras. Também será discutida a necessidade de compulsoriedade da certificação das instalações elétricas.

No último dia do evento (5), o assunto em destaque será Logística Reversa de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos. Essa será a primeira reunião aberta da Abinee após edital nº 01/2013 lançado pelo MMA, no último dia 13 de fevereiro, que estabelece prazo para apresentação de propostas de implantação de sistema de logística reversa de produtos eletroeletrônicos e seus componentes.

MEMORIAL ABINEE

Durante o Abinee Tec, os participantes terão a oportunidade de conhecer o Memorial Abinee. O espaço contará com dois cinemas, onde serão apresentados os depoimentos dos protagonistas que fizeram e fazem parte da história da entidade. O memorial apresentará, também, documentos e fotos lembrando acontecimentos marcantes, ações em defesa da indústria eletroeletrônica brasileira e eventos, que contribuíram para a discussão de temas importantes para o setor.

Os visitantes poderão ver, ainda, uma exposição com produtos eletroeletrônicos antigos e históricos.

O Abinee Tec 2013 tem o apoio do MCTI, ABDI, BNDES e HP.

Produção do setor eletroeletrônico permanece estagnada em janeiro - 07/03/2013
Dados do IBGE, agregados pela Abinee, apontam que a produção física do setor eletroeletrônico caiu 0,5% em janeiro na comparação com o mesmo mês de 2012. Os dados mostram movimentos opostos entre as áreas eletrônica e elétrica. O primeiro segmento apresentou queda de 2,5% no primeiro mês do ano. Em contrapartida, a área elétrica cresceu 2,4%. Ao analisar a produção física do setor eletroeletrônico como um todo, observou-se uma queda de 7,8% no acumulado dos últimos 12 meses.

Déficit do setor eletroeletrônico cresce 8,7% em janeiro - 07/03/2013
Em janeiro de 2013, o déficit da balança comercial de produtos eletroeletrônicos atingiu US$ 3,09 bilhões, 8,7% acima do registrado em janeiro de 2012 (US$ 2,84 bilhões). Este resultado é consequência da queda de 3,8% das exportações e do crescimento de 6,8% das importações. Para o ano de 2013, é esperado que o déficit atinja US$ 35,5 bilhões, 9,2% acima do totalizado em 2012 (US$ 32,5 bilhões).

Artigo: O crescimento não veio, mais uma vez (*) - 05/03/2013
No início de 2012, projeções supunham que o Brasil cresceria 3% em relação ao ano anterior, e o produto industrial avançaria ao redor de 4%. As análises, no entanto, não consideraram fatores negativos que já pesavam sobre a economia e, em especial, sobre a indústria.

Sabemos, agora, que o País amargou um dos piores desempenhos em condições de normalidade. O resultado só não foi pior do que o de 2009 (-0,3%) em função da crise financeira internacional da época.

Por certo, o contexto atual é bem distinto. Enquanto os 'demais Brics' crescem a taxas superiores a 3%, amargamos uma quase estagnação. A letargia do governo em atender aos reclames da indústria (afinal foram anos de câmbio hipervalorizado e juros estratosféricos), somada à ausência de uma consistente política industrial, fragilizaram o setor industrial brasileiro de tal sorte que nem mesmo a redução dos juros básicos, a acomodação do câmbio em nível mais aceitável, ou as incontáveis desonerações tributárias foram capazes de reconduzir o País para a trilha de um crescimento sustentável.

Se a economia crescer 3% em 2013, o Brasil avançará, em média, 2,2% a.a. nos três primeiros anos do governo Dilma. Inegavelmente melhor do que a média da segunda metade da década de 90, mas bem inferior ao que vimos no triênio 2005-2007 (4,4%) ou no triênio posterior 2008-2010 (4,1%).

A explicação para o que vem ocorrendo é clara. Se a indústria não cresce, os investimentos recuam. As relações intra e interindustriais produzem expressivo efeito multiplicador para a economia. São essas relações que fazem a roda da economia girar. O problema é que, nesse instante, o industrial brasileiro vem se perguntando: porque investir no Brasil? A complexidade da nossa legislação (sobram inseguranças jurídicas), a sanha arrecadadora da Receita Federal, e todas as demais incertezas advindas dos sinais contraditórios que partem do governo, abalam as nossas convicções e expectativas.

No período recente, vimos que, à medida que melhoraram as condições macroeconômicas, em particular da dupla câmbio/juro, rapidamente sobressaíram as nossas fragilidades estruturais. Por isso, não me espanta que, após estagnação em 2011, a indústria de transformação tenha recuado 2,5% em 2012. No caso do nosso setor eletroeletrônico a queda da produção física atingiu 8%.

De imediato, podemos afirmar que, com o fraco desempenho do ano passado, a indústria tende a elevar o seu nível de cautela. Novos investimentos virão apenas se os resultados do primeiro semestre se mostrarem positivos. Para nós da indústria elétrica e eletrônica, a regra é a mesma.

Acreditamos que 2013 será melhor para os fabricantes de infraestrutura de telecomunicações - por conta do Regime Especial de Banda Larga e a proximidade dos grandes eventos esportivos - e para as empresas que fabricam equipamentos para geração, transmissão e distribuição de energia.

De resto, o cenário para a economia brasileira permanece turvo.

(*) Humberto Barbato, presidente da Abinee

Para Barbato, fraco resultado do PIB já era esperado - 01/03/2013
Dados do governo apontam que a economia brasileira cresceu 0,9% em 2012. Este foi o pior desempenho anual da economia desde 2009, quando havia registrado retração de 0,3%. Para o presidente da Abinee, Humberto Barbato, o resultado já era esperado, pois diversos segmentos da indústria apresentaram muito aquém do que previam. “No caso do nosso setor eletroeletrônico, o ano passado não foi bom, uma vez que registramos queda de 8% na produção física”, disse. Segundo Barbato, apesar das medidas adotadas recentemente pelo governo, a manutenção do câmbio valorizado, na maior parte do ano passado, foi um dos fatores responsáveis pelo fraco desempenho. “Câmbio desajustado é o pior negócio para a indústria”, afirmou.

Impacto das medidas de desoneração é positivo, afirma Barbato - 28/02/2013
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, participou nesta quinta-feira (28), na sede do Ministério da Fazenda, em Brasília, da reunião da Comissão Tripartite da Desoneração da Folha de Pagamentos, coordenada pelo secretário de Política Econômica, Márcio Holland. Na ocasião, Barbato fez uma avaliação do impacto da desoneração da folha de pagamentos na indústria eletroeletrônica, que atingiu 674 NCMs, representando 54% do universo tarifário e 40% do faturamento do setor. “Ainda não temos como fazer uma análise mais aprofundada, pois a medida é recente, no entanto, a nossa percepção é de que a desoneração está sendo positiva para as empresas”, disse. Sobre os efeitos no nível de emprego, Barbato afirmou que, embora em ritmo menor do que em 2011 [quando foram abertas 10 mil vagas], a medida contribuiu para a criação de três mil empregos no último ano. “Se não houvesse a desoneração da folha, nem estes empregos seriam criados”, salientou o presidente da Abinee, acrescentando que a produção física do setor recuou 8% em 2012. Humberto Barbato, ao lado de representantes de entidades empresariais, de trabalhadores e de órgãos governamentais, é membro da Comissão Tripartite de Acompanhamento e Avaliação da Desoneração da Folha de Pagamentos - CTDF, instituída pelo Decreto no 7.711, de 3 de abril de 2012. A designação foi feita pelo Ministro da Fazenda Guido Mantega, por meio da Portaria Nº 294, publicada no Diário Oficial da União do dia 23 de agosto de 2012.

Barbato fala na reunião da Comissão para avaliar desoneração da folha - 27/02/2013
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, participa, amanhã (28), às 10h30, na sede do Ministério da Fazenda, em Brasília, da reunião da Comissão Tripartite da Desoneração da Folha de Pagamentos. Na ocasião, ele fará uma avaliação do impacto da desoneração da folha de pagamentos no setor eletroeletrônico. Humberto Barbato, ao lado de representantes de entidades empresariais, de trabalhadores e de órgãos governamentais, é membro da Comissão Tripartite de Acompanhamento e Avaliação da Desoneração da Folha de Pagamentos - CTDF, instituída pelo Decreto no 7.711, de 3 de abril de 2012. A designação foi feita pelo Ministro da Fazenda Guido Mantega, por meio da Portaria Nº 294, publicada no Diário Oficial da União do dia 23 de agosto de 2012.

Nova diretoria do Grupo Setorial de Sistemas Fotovoltaicos -26/02/2013
Nesta terça-feira, 26 de fevereiro, foi realizada a eleição para nova diretoria do Grupo Setorial de Sistemas Fotovoltaicos da Abinee. Leonidas Andrade (Dupont) reelegeu-se diretor para o biênio 2013/2014 e terá como vice-diretores Ildo Bet (PHB) e Eduardo Hilsdorf (Cegasa). Juarez Guerra (Finder), Marcos Nascimento (Tecniplan), Ildo Bet e Eduardo Hilsdorf ocuparão respectivamente a coordenação dos GTs Mão de obra, Leilões, Normas e Inversores e Mercado. O diretor reeleito tem como meta a realização de estudos sobre a “Viabilidade de Leilões de Usinas Fotovoltaicas”, “Novos valores de referência da paridade tarifária de sistemas fotovoltaicos no Brasil pós MP 579” e II Seminário Internacional de Sistemas Fotovoltaicos Conectados a Rede Elétrica - Micro e Mini Geração/ Resolução ANEEL 482.

Notas fiscais terão que informar tributos - 22/02/2013
A partir de junho de 2013, as notas fiscais emitidas no país terão de discriminar os valores dos tributos federais, estaduais e municipais embutidos no preço do produto ao consumidor. A Lei 12.741/2012, que determina a medida, foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff e publicada no Diário Oficial da União no dia 10 de dezembro de 2012. Para o caso dos bens importados, deve-se observar que os parágrafos 6º e 7º, do artigo 1º da referida lei, estabelecem a obrigatoriedade dos fabricantes informarem aos adquirentes os valores dos tributos incidentes. Segundo o presidente da Abinee, Humberto Barbato, esta medida é um antigo anseio de toda a sociedade, que, a partir de agora, poderá identificar o quanto paga de imposto sobre os produtos que adquire no comércio varejista. “O setor eletroeletrônico representado pela Abinee será pouco afetado pela Lei, visto que é pequena a parcela de bens vendidos diretamente ao consumidor. Portanto, no nosso caso, a incumbência de informar os tributos incidentes é do setor varejista”, disse.

Abinee/Sinaees-SP debatem mudanças na legislação trabalhista - 22/02/2013
Foi realizada nesta quinta-feira (21), reunião do Grupo de Relações Trabalhistas e Sindicais (GRTS) da Abinee/Sinaees-SP. No evento, foram discutidas as 101 Propostas para Modernização Trabalhista reunidas em documento preparado pela CNI. Segundo Antonio Lucio Molognoni, coordenador do GRTS, a proposta é bem estruturada e muito importante, pois a reformulação da legislação trabalhista brasileira tem sido discutida há muito tempo, mas sem nenhuma solução. “O tema é polêmico, pois quando se fala em fazer reforma trabalhista no país, muitos pensam que irá prejudicar os trabalhadores e não é isso”, disse Molognoni. Para Dorival Biasia, vice-presidente do Sinaees, as propostas apresentadas pela CNI são boas, porém, faltaram algumas questões relevantes como o direito da greve, que deve ser feita de forma responsável e informada com antecedência em assembleia. “A greve fragiliza a empresa que acaba fazendo acordo com o funcionário sem a participação do sindicato patronal”, disse. O vice-presidente do Sinaees ressaltou, também, que o documento mostra quantas aberrações existem no sistema trabalhista do Brasil, por isso, é necessário avançar com essa discussão. Cassius Zomignani, assessor da área trabalhista e institucional do Grupo, informou que a Fiesp, baseada no documento da CNI, fez uma seleção de algumas propostas prioritárias para atuação junto ao Congresso Nacional e ao Ministério do Trabalho. Na seleção estão temas como, negociação coletiva, terceirização, cotas de aprendizes e pessoas com deficiência e desoneração, entre outros. Zomignani apresentou, também, um panorama sobre as últimas atualizações e modificações nas leis trabalhistas.

Sondagem Abinee: resultados favoráveis, mas investimentos preocupam - 22/02/2013
Na Sondagem de Conjuntura do mês de janeiro de 2013, realizada pela Abinee, os principais indicadores mostraram resultados favoráveis, com percentuais melhores que os apontados na pesquisa do mês anterior.

Em janeiro de 2013, 56% das empresas registraram crescimento nas vendas/encomendas em relação a janeiro do ano passado, 12 pontos percentuais acima das respostas de dezembro de 2012 (44%). Ao mesmo tempo, caíram 10 pontos percentuais, as indicações de queda. No mês de janeiro de 2013, todas as áreas do setor eletroeletrônico apresentaram vendas/encomendas acima das ocorridas no igual mês do ano passado..

No entanto, as áreas de Automação Industrial, de Equipamentos Industriais, de infraestrutura de Telecomunicações e de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia (GTD) mostraram preocupação em relação aos investimentos nos segmentos.

IPD Eletron realiza encontro sobre mecanismos de apoio à PD&I - 21/02/2013
O IPD Eletron - Instituto de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação -, criado pela Abinee, realizou, no dia 19 de fevereiro, reunião do Grupo de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). O evento, coordenado pelo presidente do Instituto, Fabián Yaksic, teve a participação do diretor de inovação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Paulo Mol Júnior, e do especialista em Competitividade e Tecnologia do DECOMTEC - Departamento de Competitividade e Tecnologia da FIESP, Silas Lozano Paz.

Paulo Mol Júnior apresentou a EMBRAPII - Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial -, uma organização social que visa promover a inovação nas empresas, explorando a competência estabelecida dos institutos tecnológicos já existentes. A iniciativa é fruto da parceria entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e CNI, com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). “O principal foco da EMBRAPII é atender a demanda tecnológica empresarial, por isso, vamos trabalhar com velocidade na liberação dos recursos e deliberação de dúvidas durante a implementação dos projetos”, disse Mol Júnior. Acrescentou, também, que o processo de negociação, contratação e prestação de contas será realizado de forma desburocratizada.

Todos os investimentos dos projetos - financeiro e econômico - são divididos em três partes iguais, sendo 1/3 para cada um dos envolvidos (empresa, instituto de pesquisa e EMBRAPII). Segundo Mol Júnior, a organização será anunciada oficialmente pelo governo no próximo mês, mas já está em andamento um projeto piloto de aliança estratégica pública e privada com três instituições, o Instituto Nacional de Tecnologia (INT), o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) - e o Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia (Cimatec) do Senai.

Silas Lozano Paz falou sobre o “Aplicativo Inteligência de Mercado para a Indústria”, uma ferramenta criada pela FIESP para auxiliar as empresas na construção e na implementação de planos de ação junto aos seus mercados atuais e potenciais. O programa possibilita acesso direto aos dados demográficos, econômicos e relativos ao consumo e à estrutura de distribuição de todas as regiões e municípios do Brasil. “O principal objetivo desta ferramenta é contribuir para que as indústrias conheçam melhor seu mercado de atuação e aumentem sua produção e vendas”, disse Lozano Paz.

O aplicativo possui dois grandes módulos de consulta, que se complementam na busca e interpretação das informações. O primeiro, Demanda de Produtos, contém o valor gasto pelas famílias brasileiras para 69 categorias e mais de 3.630 produtos e serviços segmentados por região. O segundo, Canais de Comercialização, traz dados cadastrais de estabelecimentos comerciais (atacado, varejo e representantes) e da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) em que a empresa atua, além de apresentar também dados socioeconômicos dos 5.562 municípios brasileiros, inclusive com o Indicador FIESP de Dinamismo Econômico Municipal.

Abinee Tec 2013: Inscrições abertas - 20/02/2013
A Abinee realiza, de 1 a 5 de abril, no Anhembi, em São Paulo, o Abinee Tec 2013, em paralelo à FIEE 2013. O evento terá como tema principal Os 50 anos da Abinee e o Futuro da Indústria Elétrica e Eletrônica, marcando, dessa forma, o início das comemorações do cinquentenário da entidade. Durante o evento, os participantes terão a oportunidade de conhecer o Memorial Abinee, que apresentará, através de documentos, fotos e depoimentos, um pouco da história da entidade. O Abinee Tec contará, também, nos dias 2 e 3, com o Seminário Resultados da Lei de Informática, que apresentará os efeitos da aplicação da Lei nos diversos segmentos do setor eletroeletrônico. No dia 4, será realizado um Talk Show para debater o tema Segurança em Edificações. No último dia do evento (5), o assunto em destaque será Logística Reversa de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos.

Crescem exportações do setor eletroeletrônico para os Estados Unidos - 19/02/2013
Na contramão da Argentina, tradicional parceiro comercial do Brasil, que reduziu em 18,8% suas compras de produtos eletroeletrônicos, em 2012, os Estados Unidos ampliaram suas aquisições em 32%, na comparação com 2011, segundo dados da Abinee. No ano passado as vendas para os Estados Unidos somaram US$ 1,59 bilhão, enquanto para a Argentina, ficaram em US$ 1,61 bilhão. De acordo com estudos da entidade, a participação norte-americana no total das exportações da indústria eletroeletrônica passou de 14,7% para 20,6%, enquanto a participação argentina recuou dos 24,3% para 20,9%. “A prosseguir esta tendência, os Estados Unidos voltarão a ocupar a liderança das nossas exportações, o que não acontecia desde 2006”, afirma Humberto Barbato, presidente da Abinee.

Abinee faz balanço das atividades legislativas do 2º semestre de 2012 - 07/02/2013
O Escritório de Brasília da Abinee compilou as principais matérias relacionadas à indústria eletroeletrônica e os resultados positivos obtidos pela entidade, na atuação em defesa dos legítimos interesses do setor, durante o segundo semestre de 2012.

Déficit do setor eletreletrônico atinge US$ 32,5 bilhões em 2012 - 07/02/2013
Dados da Balança Comercial por Blocos Econômicos, levantados pela Abinee, apontam que, no acumulado de janeiro-dezembro de 2012, o déficit da balança comercial de produtos do setor eletroeletrônico atingiu US$ 32,50 bilhões, resultado muito próximo ao ocorrido no mesmo período de 2011 (US$ 32,55 bilhões). O maior déficit ocorreu com os países da Ásia (US$ 25,4 bilhões), sendo US$ 14,8 bilhões com a China e US$ 10,6 bilhões com os demais países do continente. Ao analisar as demais regiões, nota-se que, apenas com os países da Aladi, a balança foi superavitária (US$ 2,77 bilhões).

Produção do setor eletroeletrônico cai 8,2% em 2012, avalia Abinee - 05/02/2013
Dados do IBGE, agregados pela Abinee, apontam que a produção física do setor eletroeletrônico caiu 8,2% em 2012. Quando considerado apenas o setor eletrônico, o decréscimo na produção física atingiu 11,6% em relação a 2011. Em dezembro, quando comparado com o mesmo mês do ano anterior, a queda do setor eletrônico foi de 20,5%. Por sua vez, a produção do setor elétrico apresentou queda de 1,9% no acumulado de 2012. Ainda de acordo com os dados do IBGE, a produção industrial brasileira como um todo caiu 2,7% em 2012, pior resultado desde 2009.

Balança Comercial: Importações da China crescem em 2012 - 05/02/2013
Dados da Balança Comercial por Blocos Econômicos, elaborada pela Abinee, apontam que os países da Ásia permanecem como a principal origem das importações de produtos do setor, somando US$ 25,9 bilhões, o que representa 64,4% do total, 1,2 ponto percentual acima da participação no mesmo período do ano anterior (63,2%). O aumento da participação deu-se em função do crescimento das importações da China, cuja representatividade passou de 35,8% para 37,3% no período citado. As importações da China somaram US$ 15,0 bilhões, com incremento de 2,7%. Deste total US$ 8,5 bilhões referem-se a Componentes Elétricos e Eletrônicos, e assim como aconteceu no total das importações de produtos do setor, os principais produtos adquiridos do mercado chinês foram os componentes para telecomunicações (US$ 3,0 bilhões), componentes para informática (US$ 2,1 bilhões) e semicondutores (US$ 977 milhões).

Ainda segundo o levantamento da Abinee, no acumulado de janeiro-dezembro de 2012, o déficit da balança comercial de produtos do setor eletroeletrônico atingiu US$ 32,50 bilhões, resultado muito próximo ao ocorrido no mesmo período de 2011 (US$ 32,55 bilhões). O maior déficit ocorreu com os países da Ásia (US$ 25,4 bilhões), sendo US$ 14,8 bilhões com a China e US$ 10,6 bilhões com os demais países da Ásia. Ao analisar as demais regiões, nota-se que, apenas com os países da Aladi, a balança foi superavitária (US$ 2,77 bilhões).

Barbato fala ao Estado de S. Paulo sobre perdas de exportações - 30/01/2013
Em matéria publicada no jornal O Estado de S. Paulo, desta quarta-feira (30), o presidente da Abinee, Humberto Barbato, comenta dados divulgados pela Organização das Nações Unidas (ONU), apontando que o Brasil perdeu espaço para outros emergentes no mercado global, como exportador de produtos de tecnologia de comunicação, como celulares, notebooks e componentes eletrônicos.

Veja a seguir a íntegra da matéria:

Brasil recua no mercado de tecnologia

O Estado de S.Paulo - 30/1/2013

O Brasil perdeu espaço no mercado global como exportador de produtos de tecnologia de comunicação, como celulares, notebooks e componentes eletrônicos. Dados divulgados pela Organização das Nações Unidas (ONU) mostram que a exportação brasileira nesse segmento desabou nos últimos dez anos e que o País foi ultrapassado por outros emergentes. O resultado é um déficit bilionário acumulado justamente no momento de explosão do setor.

Segundo a ONU, o segmento de tecnologia de comunicação movimentou US$ 1,8 trilhão em todo o mundo em 2011, 4% acima dos números de 2010. As cifras indicam que o segmento representa 11% do comércio mundial e já superou as exportações agrícolas no planeta.

Hoje, a Ásia responde por 64% de toda a exportação mundial de tecnologia. A China exportou mais de US$ 508 bilhões e se transformou no maior fornecedor desses produtos. Só os celulares somaram exportações de US$ 174 bilhões em 2011, um aumento de 22% em relação a 2010. China, Coreia e Taiwan estão entre os maiores exportadores.

O segundo grupo de produto mais comercializado é o de laptops e tablets. Ao todo, mais de US$ 137 bilhões foram exportados pelo mundo, um crescimento de 17% em um ano. Nesse segmento, a China detém 75% das exportações mundiais.

Recuo

A indústria de eletroeletrônicos brasileira vem reduzindo exportações, mas sua receita continua a crescer, puxada pelo consumo interno. Em 2012, o segmento faturou R$ 145 bilhões no Brasil, alta de 5% ante 2011, mas as exportações totais caíram 5%, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

A categoria de celulares é que sente a maior retração nas exportações. Em 2012, o Brasil exportou US$ 273 milhões, uma queda de 49% em relação ao ano anterior, segundo a Abinee. O volume atual representa cerca de 10% do que o País exportava no segmento de celulares em 2006.

"As grandes fabricantes brasileiras produziam para atender o Brasil e outros países da América do Sul. A exportação caiu porque nossos principais mercados se fecharam", disse o presidente da Abinee, Humberto Barbato.

O maior destino das exportações de eletroeletrônicos brasileiros é a Argentina, um país que vem colocando barreiras à entrada de importados de diversos setores. No caso de celulares, o governo argentino também desestimulou as exportações brasileiras ao criar uma versão argentina da Zona Franca de Manaus na Terra do Fogo e atrair os fabricantes para o país.

Os brasileiros também sofreram um revés na Venezuela, com a política cambial desfavorável à importações para as operadoras de telefonia. "Pelo câmbio praticado, custa o triplo importar um celular que comprar de um fabricante local", diz Barbato.

Enquanto as exportações de eletroeletrônicos despencam, as importações subiram. Em 2012, o saldo da balança comercial desses produtos ficou negativo em US$ 33,4 bilhões. "Metade das importações são componentes, que abastecem a indústria. Se o Brasil não começar a produzir componentes, o déficit não se reverterá", diz Barbato.

Sondagem Abinee: expectativas favoráveis para o 1º trimestre - 24/01/2013
Sondagem realizada pela Abinee aponta que as expectativas das empresas do setor eletroeletrônico são favoráveis para o 1º trimestre de 2013. Segundo o levantamento, 63% das entrevistadas indicaram crescimento em relação ao igual período de 2012.

Para o 1º semestre de 2013, o percentual de empresas que acredita que as vendas serão superiores às ocorridas no mesmo período do ano anterior foi de 71. Para o ano 2013, 75% das entrevistadas esperam crescimento, 18%, estabilidade e 7%, queda. De acordo com dados da Abinee, a expectativa é que faturamento do setor alcance R$ 156,7 bilhões, 8% acima do resultado de 2012.

Atraso nas obras de infraestrutura da Copa preocupa Abinee- 22/01/2013
“A constatação da Aneel da existência de risco de faltar energia em parte das sedes da Copa da Mundo de 2014 preocupa a indústria eletroeletrônica brasileira”, foi o que afirmou o presidente da Abinee, Humberto Barbato.

Para ele, o alerta da Aneel deve servir para que se aumente o ritmo de obras que impactam nas cidades-sede. Barbato reiterou que as obras de infraestrutura para a realização de eventos deste porte devem servir para alavancar negócios para a indústria instalada no país, e que as empresas estão preparadas para atender às demandas, desde que os prazos sejam compatíveis.

“Além de evitar que o Brasil fique com sua imagem manchada no exterior, esta resposta imediata evitará que se recorra às importações, recurso de última hora”, completou o presidente da Abinee.

BNDES lança nova ferramenta online para orientação de financiamento - 17/01/2013
Já está disponível para o público a nova ferramenta online no site do BNDES, o "Mais BNDES", um instrumento didático de orientação ao público, referente aos Produtos e Programas do BNDES. A ferramenta permite a identificação das opções de financiamento que melhor atendam ao perfil e às necessidades dos clientes. Informando-se o porte do negócio, o setor de atividade, a localização e o objetivo do financiamento, o "Mais BNDES" apresentará uma lista de opções de crédito, possibilitando ao cliente escolher aquela que melhor atenda aos seus interesses. Por fim, o "Mais BNDES" disponibiliza um roteiro com as informações básicas sobre o financiamento desejado, contendo os objetivos da linha de crédito, a quem se destina, as condições financeiras, os principais documentos exigidos e a orientação de como proceder para encaminhar o pedido de financiamento.

Barbato mantém audiência com Michel Temer - 16/01/2013
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, acompanhado do embaixador Regis Arslanian, esteve reunido nesta quarta-feira (16), em Brasília, com o vice-presidente da República, Michel Temer, para apresentar ao governo proposta de uma política de exportações para o setor elétrico e eletrônico, com o objetivo de reduzir o desequilíbrio da balança comercial através da ampliação das exportações. "Pretendemos, com esta proposta, parar de contribuir negativamente com a balança comercial do Brasil", disse. Segundo ele, esta iniciativa contribuirá para o aumento da produção e da competividade da indústria, permitindo um importante salto de escala. A elevação da escala da produção nacional é fator determinante para a atração de investimentos na produção de componentes eletrônicos no país, o que permitirá, também, um salto em tecnologia e inovação.

A proposta da Abinee, elaborada a partir de consulta às associadas da entidade, destaca o interesse da indústria elétrica e eletrônica em que o governo negocie Acordos de Preferências Fixas com países-alvo, como Rússia, Nigéria, Turquia, Ucrânia e Líbia. Segundo Barbato, as propostas da Abinee foram muito bem recebidas pelo vice-presidente Michel Temer. Ele adiantou ao presidente da Abinee que em suas próximas reuniões levará estes pleitos com vistas a melhorar o comércio internacional entre o Brasil e os países indicados. Temer afirmou que, em fevereiro, no encontro com o Premiê Russo, Dmitri Medvedev, o assunto será incluído na pauta. A Abinee deverá elaborar nos próximos dias uma proposta de protocolo de intenções a ser apresentada para o chanceler. Ao final do encontro, Barbato solicitou a possibilidade da participação do setor elétrico e eletrônico nas missões lideradas pelo vice-presidente, no que foi prontamente atendido.

Abinee lança Banco de Talentos - 15/01/2013
A Abinee está lançando uma nova ferramenta com o objetivo de promover o encontro entre oferta e demanda de empregos. Trata-se do Banco de Talentos Abinee, que visa atender às necessidades das empresas associadas à entidade na busca por profissionais em todos os campos de atuação do setor eletroeletrônico. Esta é uma excelente oportunidade para profissionais que buscam uma colocação no mercado, pois terão seus currículos disponíveis para consulta no site Abinee, com acesso exclusivo para cerca de 600 empresas associadas. As empresas associadas da Abinee, que estiverem interessadas em anunciar suas vagas, devem preencher o formulário que está disponível na Área Reservada do Site Abinee, onde poderão consultar os currículos já cadastrados. As vagas e os currículos ficarão disponíveis gratuitamente pelo prazo de 90 dias.

FIEE 2013 em São Paulo: inscrições abertas - 14/01/2013
Com o apoio institucional da Abinee, a Reed Exhibitions Alcantara Machado promove, de 1 a 5 de abril, no Anhembi, em São Paulo, a FIEE - Feira Internacional da Indústria Elétrica, Eletrônica, Energia e Automação -, o maior evento da indústria eletroeletrônica da América Latina. A FIEE, em sua 27ª edição, reunirá cerca de 1.200 expositores dos setores de componentes elétricos, equipamentos industriais, GTD, manufatura eletrônica, tendo como destaque os setores de alternativas energéticas para geração de eletricidade, tecnologia embarcada, nanotecnologia e robótica. A exposição, que ocupará os 60 mil metros quadrados do pavilhão do Anhembi, espera receber cerca de 65 mil visitantes, entre executivos, técnicos e especialistas, representantes de empresas do Brasil e do exterior. Simultaneamente à feira, a Abinee promoverá o Abinee TEC 2013, reunindo em seu fórum, palestras e workshops representantes das indústrias do setor, membros dos poderes executivo e legislativo.

ISC BRASIL 2013: grandes marcas mundiais confirmam presença - 14/01/2013
A 8ª edição da ISC BRASIL 2013 (Feira e Conferência Internacional de Segurança), que acontecerá de 16 a 18 de abril, no Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, em São Paulo já tem 41 expositores confirmados. Entre eles, destaque para grandes marcas mundiais do setor como Axis Communications, Bycon, Digicon, Flir Systems, Geovision, Hangzhou Hikvision, HID do Brasil, Ingersoll Rand, Panasonic do Brasil, Robert Bosch, Samsung Techwin, Tyco Fire Protection, Vivotek e Yale La Fonte. Consolidada como a feira mais importante da indústria de segurança no país, a ISC BRASIL traz os últimos avanços de produtos, tendências e soluções para o setor que mais cresce no mundo. O evento é organizado e promovido pela Reed Exhibitions Alcantara Machado. A ISC BRASIL tem o apoio da Abinee, da ALAS (Asociación Latinoamericana de Seguridad) e da SIA (Associação da Indústria de Segurança). A ISC também é um evento internacional que registra três outras edições anuais nos Estados Unidos e uma no México.

Para a edição deste ano da ISC Brasil, são esperados representantes de mais de 30 setores da economia como varejo, bancário, engenharia, Tecnologia da Informação, telecomunicações, eletroeletrônica, construção, mineração, transporte e logística. A expectativa da organização é ultrapassar a marca de 120 expositores e 8,5 mil visitantes. A área de exposição será de 15 mil m2. O evento vai reunir os principais fabricantes e fornecedores de soluções e produtos de segurança que, segundo números da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) e da SIA (Security Industry Association), representam um mercado que alcançará no Brasil o montante de R$ 1,06 bilhão, em 2013. Até 2016, esse volume deve chegar a R$ 1,88 bilhão.

Regulamentação compulsória de eletrodomésticos chega ao comércio - 11/01/2013
Desde 1º de janeiro de 2013, produtos eletrodomésticos e similares, fabricados no País ou importados, deverão ser vendidos pelo comércio varejista e atacadista, de acordo com a Portaria 371 do Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia, publicada no Diário Oficial da União, em 31 de dezembro de 2009. Estão contemplados pela Portaria 371, entre outros produtos, aspirador de pó, ferro de passar roupa, lavadoras de louça, secador de cabelo, barbeador, tostador, grill, churrasqueiras elétricas.

Desde 1º de julho 2012, os fabricantes e importadores de aparelhos eletrodomésticos comercializam para o varejo produtos conforme a Portaria 371 acima citada. A decisão foi tomada pelo Instituto, após discussão com as partes impactadas, entre elas as indústrias do setor - representadas pela Abinee e Eletros - e, também, após avaliação dos diversos relatórios de ensaios gerados pelo Programa de Análise de Produtos do Inmetro, que foram divulgados ao longo dos últimos anos. A Portaria 371 é baseada em normas da IEC - International Eletrotechnical Commission - para aparelhos eletrodomésticos e similares, e tem por objetivo assegurar a segurança do usuário desses produtos.

2013: Bons ventos versus velhos problemas - 10/01/2013
Diretores de área da Abinee falam sobre as projeções do setor eletroeletrônico para o novo ano, e indicam que empresas do setor estão dispostas à investir em 2013, acreditando nos bons ventos trazidos pelas oportunidades que surgirão no Brasil nos próximos anos. Destacam, também, a necessidade da ampliação das medidas de estímulo à indústria e a resolução de problemas antigos, que impedem a criação de um horizonte de longo prazo para os investimentos no país.

Governo prorroga Reintegra até dezembro de 2013 - 09/01/2013
Medida Provisória nº 601/2012, publicada no Diário Oficial da União do dia 28 de dezembro de 2012, prorrogou o Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras - Reintegra para 31.12.2013. A decisão atende a reivindicação de diversas entidades empresariais, entre elas a Abinee e a CNI, que defendiam a prorrogação deste mecanismo de compensação às empresas exportadoras para o ressarcimento de tributos não recuperáveis na cadeia produtiva. A Abinee encaminhou carta ao Ministro Guido Mantega, da Fazenda, solicitando modificação no prazo de vigência do Reintegra.

Guerra dos Portos: fiscalização inicial será orientativa - 08/01/2013
Atendendo a pleito da Abinee, o Confaz definiu, conforme Ajuste SINIEF 27, de 21 de dezembro de 2012, que, até 01/04/2013, a fiscalização em relação à implementação da Resolução nº 13/2012 do Senado Federal, que entrou em vigor em janeiro de 2013, com o objetivo de acabar com a Guerra dos Portos, será orientativa. Também estabeleceu o início do uso da Ficha de Conteúdo de Importação para 01/05/2013. Em dezembro passado, a Abinee encaminhou Ofício ao Confaz destacando a necessidade de que, inicialmente, a fiscalização não tivesse caráter punitivo, "diante das grandes dificuldades que as associadas da Abinee estão enfrentando para adequação de seus sistemas fiscais, e considerando o fundado receio de aplicação de penalidades pela Fiscalização Fazendária logo a partir de janeiro de 2013". A entidade acredita que este prazo será suficiente para que as empresas se adequem aos termos da Resolução.

Logística Reversa: Abinee assina compromisso para bateria automotiva - 07/01/2013
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, assinou no dia 20 de dezembro de 2012, com o Secretário Bruno Covas, mais um Termo de Compromisso para Responsabilidade Pós-Consumo (Logística Reversa). Desta vez, os produtos do segmento eletroeletrônico, foco do Termo de Compromisso, foram as baterias automotivas chumbo-ácido.

 Artigo: incertezas, ações e otimismo - 07/01/2013
Em artigo, o presidente da Abinee, Humberto Barbato, afirma que, apesar das incertezas da economia mundial, o Brasil continua sendo um celeiro de oportunidades, e as ações do governo para estimular os investimentos têm contribuído com a indústria do país.



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