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Minicom apresenta na Abinee ações para a área de telecomunicações - 17/04/14
O secretário de Telecomunicações, Maximiliano Martinhão, e o diretor do Departamento de Indústria, Ciência e Tecnologia, José Gustavo Gontijo, ambos do Ministério das Comunicações (Minicom), participaram, no dia 16 de abril, de reunião da área de telecomunicações da Abinee, onde abordaram as recentes ações e as próximas medidas a serem adotadas pela pasta.

Na abertura da reunião, o presidente da Abinee, Humberto Barbato, destacou a importância do diálogo com o Ministério para resolver os entraves de investimentos na área de telecomunicações. “Hoje, temos uma grande capacidade de desenvolvimento na área de terminais, e a infraestrutura tem que reagir no mesmo ritmo”, disse. Ele acrescentou que esta é uma área que gera uma preocupação muito grande, principalmente, agora, durante a Copa do Mundo. “Um mal desempenho neste sentido poderá afetar ainda mais os investimentos que precisamos captar”, disse.

Maximiliano Martinhão afirmou que compartilha das preocupações externadas pelo presidente da Abinee, e que o ministério tem buscado alternativas para o aumento de investimentos para construção de rede no país. Em relação à Copa do Mundo, ele disse que o atraso na entrega dos estádios tem impedido que as operadoras instalem seus equipamentos nos locais previstos.

O secretário ressaltou que é preciso fazer uma reflexão sobre as ações adotadas pelo Minicom nos últimos anos para avaliar os resultados e trabalhar no aperfeiçoamento dos mecanismos. Uma de suas preocupações diz respeito à prorrogação da Lei do Bem.

Gustavo Gontijo fez um resumo das principais iniciativas adotadas pelo Minicom, que, segundo ele, vão ao encontro dos interesses das indústrias, pois foram construídas à base do diálogo. Ele apresentou algumas das medidas dentro do escopo do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

Na área de infraestrutura, segundo Gontijo, foram colocados R$ 719 milhões em aporte de capital (R$ 320 milhões já investidos em backbone, sendo R$ 65 milhões para a Copa do Mundo). Ele ressaltou, também, os investimentos para a implementação do Anel Ótico Continental Unasul/Cosiplan, e do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas SGDC.

Gontijo salientou, ainda, o programa Inova Telecom, que gerou uma demanda de investimentos da ordem de R$ 7,5 bilhões, mostrando a disposição do setor em inovar. Em termos regulatórios, ele abordou os leilões de licitação das faixas de frequência de 2,5 GHz (4G) e de 450 MHz.

Sobre o aspecto fiscal, Gontijo destacou a desoneração de impostos federais incidentes sobre bens e serviços necessários à construção de redes de acesso à internet em banda larga, no escopo do REPNBL, que deverá chegar a R$ 3,8 bilhões, até 2016. Ele tratou, também, da inclusão dos smartphones e roteadores na Lei do Bem.

Resultados e próximas ações
Os resultados destas ações para a ampliação da banda larga 3G é que a cobertura apresentou um salto de 824 municípios atendidos, em dezembro de 2010, para 3.190, em dezembro de 2013. Neste mesmo período o número de acessos passou de 20,6 milhões para 101,8 milhões.

Sobre os próximos passos, Maximiliano Martinhão destacou a elaboração do PNBL 2.0, que deve ser lançado em breve, contemplando metas até 2022, e através do qual o governo quer levar o serviço de banda larga a 90% dos municípios brasileiros. A proposta, segundo ele, é incentivar, por meio de desonerações, a instalação de banda larga móvel em regiões fora dos grandes centros, que, por sua vez, serão conectados por fibra ótica. O objetivo é aumentar a velocidade média de conexão para 11 megabites por segundo, em 2016, chegando a 41 megabites, em 2022.

Também foi tema da reunião o leilão para a faixa de frequências de 700 MHZ. Martinhão informou que o pleito está previsto para ocorrer em agosto, mas o assunto ainda passará por duas audiências públicas para definição do modelo, para as quais ele convidou a Abinee a apresentar suas propostas.

Ao final da reunião, o diretor da área de telecomunicações da Abinee, Paulo Castelo Branco, reforçou que, devido à expansão de dispositivos como tablets e smartphones, a pressão sobre a rede cresce de forma vertiginosa. “Por isso é preciso expandir a infraestrutura de rede com mais celeridade para atender a estas demandas de tráfego”, concluiu.

Comercialização de tablets cresce 56% em fevereiro - 15/04/2014
As vendas de PCs, incluindo tablets, somaram 1,62 milhão de unidades em fevereiro de 2014, 3% acima do registrado no mesmo mês do ano passado. Segundo dados da IDC, organizados pela Abinee, este resultado contou com o incremento de 56% nas vendas de tablets, que atingiram 791 mil unidades. Por sua vez, os desktops recuaram 15% (409 mil), enquanto os notebooks caíram 28% (424 mil unidades).

Diante destes dados, os tablets passaram a representar 49% do mercado no mês de fevereiro, seguidos dos notebooks (26%) e desktops (25%).

Para o fechamento de 2014, a previsão é de que as vendas de computadores (desktops, notebooks e tablets) deverão atingir 24 milhões de unidades. Deste total, 11 milhões serão tablets, representando 46,4% do mercado.

Força Sindical da Região Norte apoia prorrogação da Lei de informática - 10/04/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, recebeu nesta quarta-feira (9), em São Paulo, uma comitiva de presidentes da Força Sindical na Região Norte do país, liderada pelo secretário de relações institucionais da entidade, Carlos Lacerda, que apresentou seu apoio à prorrogação da Lei de Informática por mais 10 anos.

Participaram da reunião os presidentes da Força Sindical Francisco de Assis Pinto Rodrigues (Rondônia), José Nilton Pereira da Silva (Roraima), Ivo Borges de Freitas (Pará), Luiz Anute dos Santos (Acre) e Manoel de Souza (Mato Grosso), que empenharam sua contribuição à proposta da Abinee. Na oportunidade, os sindicalistas informaram que iniciarão uma campanha de conscientização, em Brasília, sobre a importância da prorrogação da Lei de Informática, bem como dos 50 anos da Zona Franca de Manaus (ZFM).

Segundo Humberto Barbato, a reunião demonstrou que há uma sinergia entre trabalhadores e empresários em prol do emprego e da produtividade industrial em todo o território nacional. “Não somos contra a prorrogação dos incentivos da Zona Franca de Manaus. Somos favoráveis, sim, à manutenção do equilíbrio na produção de TICs nas mais diferentes regiões do país, o que só se dará com a prorrogação da Lei de Informática”, enfatizou.

Reforçando o apoio à prorrogação das duas legislações, o secretário da Força Sindical, o manauara Carlos Lacerda, acrescentou que este equilíbrio permitirá a manutenção de empregos em todas as regiões. Ele destacou, ainda, que empresários e trabalhadores devem atuar juntos em busca da competitividade.

Ao final da reunião, o presidente da Abinee ressaltou que as duas partes também devem lutar, lado a lado, por uma mesma política econômica, com juros civilizados e câmbio equilibrado, que propicie o aumento da produtividade das indústrias, gerando mais e melhores empregos.

Prorrogação da Lei de Informática: Abinee entrega estudo ao MCTI - 10/04/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, entregou na terça-feira (8), ao secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI/SEPIN), Virgílio de Almeida, o documento “Prorrogação e Aperfeiçoamento da Lei de Informática: Um Imperativo para o Brasil do Século XXI”.

No dia anterior, Barbato havia apresentado o trabalho à Secretária de Desenvolvimento de Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Heloísa Menezes.

Elaborado pela Abinee em parceria com suas associadas, o trabalho apresenta argumentação, fundamentada em números oficiais, demonstrando que as conquistas alcançadas pelo país e pelo setor produtivo industrial do setor de TIC devem-se, em grande medida, à Lei de Informática, que precisa, por isso, ser estendida no tempo, tal como deverá ocorrer também com a legislação pertinente à Zona Franca de Manaus.

Abinee participa de Audiência no Senado para debater logística reversa - 10/04/2014
O diretor da área de sustentabilidade da Abinee, André Luís Saraiva, representando o presidente da entidade, Humberto Barbato, participou nesta quarta-feira (9), de audiência pública da Subcomissão Temporária de Resíduos Sólidos do Senado Federal (CMARS), em Brasília, para debater os sistemas de logística reversa implantados e sistemas dependentes de acordos setoriais.

O convite para a participação da Abinee na Audiência foi feito pelo Senador Cícero Lucena, presidente da Subcomissão, criada no âmbito da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle, com o objetivo de acompanhar e fiscalizar a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

Também estiveram presentes no evento a diretora do Departamento de Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Zilda Veloso; o vice- presidente executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma-SP), Lauro Moretto; e a gerente de Projeto da Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro (Abividro), Ana Paula Bernardes da Silva.

Prorrogação da Lei de Informática: Abinee entrega estudo ao governo - 08/04/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, entregou nesta segunda-feira (7), à Secretária de Desenvolvimento de Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Heloísa Menezes, o documento Prorrogação e Aperfeiçoamento da Lei de Informática: Um Imperativo para o Brasil do Século XXI.

Elaborado pela Abinee em parceria com suas associadas, o trabalho apresenta argumentação, fundamentada em números oficiais, demonstrando que as conquistas alcançadas pelo país e pelo setor produtivo industrial do setor de TIC devem-se, em grande medida, à Lei de Informática, que precisa, por isso, ser estendida no tempo, tal como deverá ocorrer também com a legislação pertinente à Zona Franca de Manaus.

Abinee prevê crescimento real entre 3,5% e 4% em 2014 - 03/04/2014
Em coletiva de imprensa, realizada nesta quarta-feira (02), o presidente da Abinee, Humberto Barbato, ao lado de diretores da entidade, apresentou os dados consolidados da indústria elétrica e eletrônica em 2013 e as perspectivas para este ano.

O setor eletroeletrônico fechou 2013 com faturamento de R$ 156,7 bilhões, o que representou crescimento nominal de 8% na comparação com 2012. Em termos reais (descontada a inflação do setor com base no IPP - Índice de Preços ao Produtor do IBGE - de 1,9% para 2013), o crescimento ficou em 5%. A produção física da indústria elétrica e eletrônica cresceu 2% em relação a 2012.

Para 2014, o faturamento deverá apresentar crescimento nominal de 7% em relação a 2013. O crescimento real ficará entre 3,5% e 4%.

O déficit da balança comercial do setor, em 2013, cresceu 11% em relação a 2012, atingindo US$36,2 bilhões. Para 2014, a projeção é de que o déficit atingirá US$ 40 bilhões, resultado de exportações de US$ 7,4 bilhões e importações de US$ 48 bilhões. Os investimentos do setor deverão ficar em 2,9% chegando a R$ 4,17 bilhões, bastante semelhante ao aportado em 2013.

Para Humberto Barbato, os indicadores macroeconômicos não ajudam a formular previsões melhores, dado que seus principais elementos mostram desequilíbrios cujas correções ou controle exigem medidas restritivas ao crescimento da atividade econômica.

Durante a coletiva, foram debatidos diversos temas, com destaque para os incentivos fiscais do setor, a desoneração da folha de pagamentos, necessidade da renovação da Lei de Informática, ampliação da Lei do Bem - que expira em 31 de dezembro de 2014 - e os leilões de energia elétrica.

O presidente da Abinee lembrou que a Lei do Bem, implantada em 2005, formalizou o mercado de informática no Brasil, reduzindo a produção ilegal de computadores, trazendo, inclusive, um aumento real de arrecadação ao governo. “A Lei extirpou o mercado cinza, que era uma realidade no mercado de PCs. Antes de sua implantação, o mercado informal era de 73%”, disse.

Barbato ressaltou, também, a importância das desonerações fiscais para a indústria elétrica e eletrônica para a garantia da competitividade. “Produzir no Brasil é muito caro e isso vem inibindo o crescimento. Nosso setor não tem incentivos demais como muitos querem fazer acreditar. Simplesmente nossa indústria precisa dessas desonerações para ser mais competitiva em relação aos demais países do mundo, que não têm a quantidade de impostos que temos aqui”, falou.

O presidente da Abinee afirmou, também, que, em 2013, a renúncia fiscal do governo devido a desoneração da folha de pagamentos foi de R$ 600 milhões, o que correspondeu a cerca de 15% do que seria recolhido caso não houvesse a mudança.

Ainda a respeito da desoneração da folha, o diretor da área de informática da Abinee, Hugo Valério, destacou que só 40% dos produtos da indústria eletroeletrônica foram beneficiados. Segundo ele é preciso adotar um patamar de 0,5% sobre o faturamento para que as demais empresas do setor tenham também redução de custos”, disse.

Na oportunidade, Dorival Biasia, do conselho superior da Abinee, e responsável pelas negociações salariais do setor, lembrou que, nos últimos 10 anos, houve um crescimento real de cerca de 30% nos salários dos trabalhadores, já descontada a inflação. Segundo ele, este fator tem comprometido a competitividade da indústria.

Em relação aos leilões de energia elétrica, o diretor da área de GTD da Abinee, Newton Duarte, considerou relevante a decisão do governo de fazer leilões por fontes de energia, como o caso da geração fotovoltaica. No entanto, enfatizou a importância de que os leilões sejam também regionalizados, o que permitiria a redução dos custos de transmissão.

Paulo Castelo Branco, diretor da área de telecomunicações da Abinee, falou sobre o leilão para a faixa de frequências de 700 MHZ. “A Abinee entende que os leilões não devem ser arrecadatórios, mas que viabilizem os investimentos na expansão e melhoria da qualidade da rede de banda larga e telecomunicações”, disse Castelo Branco.

Sobre a Lei de Informática, o presidente Humberto Barbato informou que a Abinee está finalizando um estudo que será entregue no dia 7 de abril à Secretária de Desenvolvimento de Produção do MDIC, Heloísa Menezes. O documento contém propostas para a prorrogação da Lei por dez anos. “A Lei de Informática é essencial para que se mantenha o equilíbrio entre a indústria de TIC instalada no país e na Zona Franca de Manaus", afirmou.

No Rotary, Barbato pede mudanças para combater desindustrialização - 28/03/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, participou em 26 de março, da 35ª Reunião Ordinária do Rotary Club de São Paulo, atendendo a convite do conselheiro do clube, Nahid Chicani. Na reunião, presidida pelo rotariano Antonio Gava Netto, Barbato foi o palestrante do dia, destacando as questões do baixo crescimento econômico do Brasil nas últimas décadas e seus reflexos no desenvolvimento da indústria brasileira e, em especial, na competitividade das empresas do setor eletroeletrônico. “A Abinee tem atuado intensamente para devolver à nossa indústria elétrica e eletrônica a capacidade de competir no mercado interno e externo, buscando afastá-la do processo de desindustrialização que vem enfrentando há alguns anos”, disse.

Segundo ele, entre 2011 e 2013, o Brasil cresceu em média 2%, ou seja, abaixo do desempenho mundial que ficou em 3,3%. “Em relação aos países emergentes, a comparação é pior, uma vez que estas nações cresceram em média 5,2% de 2011 a 2013. O resultado desse baixo crescimento fez o Brasil desaguar num perigoso processo de desindustrialização”.

O presidente da Abinee mostrou que o famigerado Custo Brasil - representado pela deficiente infraestrutura do país, pela elevada tributação imposta à produção das empresas, pela burocracia nos processos, pelos escorchantes juros oficiais e reais e por uma legislação trabalhista arcaica - tem contribuído para a baixa produtividade das empresas, limitado ritmo de inovação, além de um achatamento do mercado interno, inundado por produtos importados.

“Não bastassem todos esses problemas, temos ainda que conviver com uma moeda valorizada e volátil, o que reduz nossa competitividade em relação ao mercado internacional. Ou seja, diminuímos nossa capacidade de exportar e aumentamos as importações”, afirmou.

Humberto Barbato disse que um país se constrói com planos e metas de médio e longo prazo, o que, nas últimas décadas, tem sido feito por países em desenvolvimento, especialmente os asiáticos, mas esquecido pelo Brasil.

“O que vemos por aqui são ações fragmentadas que nos levam a períodos de breves crescimentos, os chamados ‘voo da galinha’, que ocorrem muito mais pelas condições externas do que pelas nossas próprias competências”, destacou.

Para Barbato, o Brasil tem sido pródigo em criar fraturas internas, que impedem seu fortalecimento competitivo. Ele deu com exemplo a guerra fiscal que cria enorme insegurança jurídica para a atividade produtiva. Segundo ele a utilização do ICMS como arma por parte dos estados cria um cenário de hostilidade para os investimentos produtivos.

Outro exemplo dado por Barbato foi a recente discussão e aprovação em primeiro turno da renovação dos benefícios da Zona Franca de Manaus pelo prazo de 50 anos, sem dar o mesmo tratamento para a Lei de Informática. “Uma atitude como essa, que envolveu o poder executivo e o legislativo, poderá causar sérios desequilíbrios à produção de TICs nas demais regiões do Brasil. A manutenção do equilíbrio em todo o território nacional é fundamental para evitar que as empresas que estão sob o guarda-chuva da Lei de Informática percam a capacidade de competir, e se transfiram para outros países”.

Barbato afirmou que o Brasil tem pela frente uma série de desafios que precisam ser solucionados, mas o que tem dominado a cena diária do país são as composições políticas visando o pleito eleitoral que se aproxima. “Estamos a seis meses das eleições, o que, em tese, deveria renovar as nossas esperanças na implantação das reformas estruturais, tão necessárias para dotar o Brasil de condições para o desenvolvimento e a competição, no entanto, estas expectativas se esvaem nos arranjos políticos, nas composições e, principalmente, na manutenção do poder”, afirmou.

O presidente da Abinee concluiu propondo que as reformas necessárias comecem pela reforma política. “Neste sentido, minha proposta para esta reforma é o fim da reeleição para os cargos executivos. Este seria um primeiro e primordial passo para o Brasil encontrar homens públicos comprometidos com um projeto de país e não com um projeto de poder”.

Setor elétrico tem desafios de curto, médio e longo prazo, diz Abradee - 28/03/2014
O presidente da Abradee, Nelson Leite, analisou a crise atual do setor elétrico em reunião da Área de GTD da Abinee, realizada na quinta-feira (27). Segundo ele, o segmento tem desafios de curto prazo e médio prazo, respectivamente o fluxo de caixa das distribuidoras e a disponibilidade de energia, mas também enfrenta uma questão sensível para o longo prazo, que é a definição das regras do 4º ciclo de revisão tarifária.

Analisando o quadro recente sobre o aspecto financeiro, após as medidas tomadas pelo governo, Nelson Leite acredita que se o Brasil tiver um verão 2014/2015 favorável em termos de chuvas no sudeste, os preços podem se normalizar. Mas, ainda mesmo com o pacote de ações, ele salienta que as distribuidoras terão que arcar com cerca de R$ 1,5 bilhão até a compensação tarifária prevista para 2015.

Sobre a questão da disponibilidade de energia, Leite citou a avaliação da consultoria PSR que estima o risco atual de racionamento no país em 47%. Segundo ele, quanto mais demorar uma decisão do governo sobre a questão, mais terá que ser feito. “Se não fizermos, por exemplo, um plano para oito meses, a restrição de energia será uma, mas se esperarmos e a situação se agravar, teremos que fazer uma restrição muito mais intensa”, afirmou. Segundo ele, o governo deve deixar o aspecto político-eleitoral de lado ao analisar a situação. “Ninguém deseja que isto aconteça, mas, no atual momento, é preciso avaliar periodicamente a necessidade de um plano de racionamento”. Ele afirmou que isto teria impacto para as distribuidoras, pois o setor elétrico deixaria de funcionar em sua normalidade, reduzindo consideravelmente o faturamento das distribuidoras.

Durante a reunião, o presidente da Abradee afirmou que é preciso melhorar aspectos estruturais do setor elétrico, para evitar a dependência, todo ano, das chuvas que podem acontecer ou não.

Para o longo prazo, ele destacou a necessidade de definição das regras do 4º ciclo de revisão tarifária, que tem o objetivo de analisar, após um período previamente definido no contrato de concessão, seu equilíbrio econômico-financeiro. “O atual modelo não estimula a modernização. Tudo o que se ganha em redução de custos, vai para a modicidade tarifária e muito pouco para amortização dos investimentos. Por isso, é preciso reconhecer investimentos na base dos ativos quando eles são realizados e não somente após o processo de revisão tarifária seguinte, que pode demorar até 4 anos”, disse.

Leite acrescentou que este formato desestimula, por exemplo, a busca pela inovação e eficiência energética, como a implantação de redes elétricas inteligentes. “Se tivéssemos tais redes poderíamos modular carga, controlar demandas e, com certeza, um eventual racionamento ocorreria sem criar tantos desconfortos. Isto traria benefícios enormes para a sociedade”. Outra questão preocupante são os preços referenciais da Aneel para definição do valor do investimento dos ativos, que tem gerado distorções entre o valor real do produto e aquele indicado no sistema, e também inibido a modernização e busca por eficiência dos equipamentos.

Segundo o presidente da Abinee, Humberto Barbato, que coordenou a reunião, é inadmissível que, no momento delicado em que o país está, não se priorize a eficiência energética. Na ocasião, Barbato destacou que a Abinee trabalhará de forma cada vez mais próxima com a Abradee, no sentido de apresentar propostas para o governo, que possibilitem um cenário mais estável e de longo prazo para o setor elétrico. “A saúde das distribuidoras, clientes da indústria elétrica e eletrônica, é essencial para o setor”, completou. Também esteve presente na mesa principal, o diretor da área de GTD da Abinee e Presidente do Conselho de Administração da entidade, Newton Duarte.

Abinee à frente do Comitê de Avaliação da Conformidade - 28/03/2014
Em reunião realizada na quarta-feira (26), o gerente do departamento de tecnologia da Abinee, Fabián Yaksic, e o Diretor da ABNT, Ricardo Fragoso, foram eleitos, respectivamente, presidente e vice-presidente do Comitê Brasileiro de Avaliação da Conformidade - CBAC -, para o Biênio 2014 – 2015.

Tendo como atribuição assessorar o CONMETRO, o CBAC tem papel importante ao apresentar sugestões e recomendações/resoluções, visando uma maior competitividade das indústrias instaladas no país, bem como acompanhar e monitorar as atividades da avaliação da conformidade.

Durante a reunião foi aprovado o Programa de Trabalho da próxima gestão.

Rebaixamento da nota do Brasil reforça esgotamento do modelo econômico - 26/03/2014
Na avaliação do presidente da Abinee, Humberto Barbato, o rebaixamento da nota de avaliação de crédito do Brasil de BBB para BBB-, o menor rating com grau de investimento, pela agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P), reforça os sinais de esgotamento do atual modelo econômico do país.

Segundo Barbato, as justificativas da agência - crescimento econômico lento para os próximos dois anos, política fiscal expansionista, alto nível da dívida do governo e a crise do setor elétrico - também têm sido objeto de preocupação por parte da indústria instalada no Brasil. "Este atual quadro gera uma grande crise de confiança interna e, agora, externa", diz o presidente da Abinee.

Setor eletroeletrônico gaúcho cresce 6,2% em 2013 - 26/03/2014
O setor eletroeletrônico do Rio Grande do Sul encerrou o ano de 2013 com crescimento de 6,2% em relação a 2012, atingindo faturamento de R$ 7,9 bilhões. O índice é inferior à média nacional de crescimento nominal do setor, que foi de 8%. O resultado revela ainda que a participação do Rio Grande do Sul representou 5,04% do faturamento total de R$ 156 bilhões, da indústria elétrica e eletrônica instalada no país. Apesar de o número de empregos ter apresentado retração de 0,08% no estado – fechando o ano com 27,3 mil empregos diretos –, o faturamento por funcionário aumentou 12%, com total de R$ 310 mil, o que representa aumento da produtividade per capita das indústrias do setor. Os dados foram apresentados hoje pela regional da Abinee, durante reunião-almoço com empresários e associados, em Porto Alegre.

O estudo contemplou 218 empresas de dez segmentos: Automação Industrial; Componentes Elétricos e Eletrônicos; Equipamentos Industriais; Geração, Transmissão e Distribuição; Informática; Material Elétrico de Instalação; Serviço de Manufatura em Eletrônica; Sistemas Eletroeletrônicos Prediais; Telecomunicações; e Utilidades Domésticas. A maioria delas (67%) está localizada no eixo Porto Alegre-Novo Hamburgo e as demais divididas entre Caxias do Sul (17%), Serra (5%), Pelotas (2%), Santa Maria (1%), Passo Fundo (1%) e outras regiões (7%). Os segmentos que apresentaram maior crescimento em relação a 2012 foram Sistemas Eletroeletrônicos Prediais (58,2%), Componentes Elétricos e Eletrônicos (12,5%), Geração, Transmissão e Distribuição (11,3%), Telecomunicações (9,5%) e Automação Industrial (8%).

O estudo apontou, também, que as exportações somaram R$ 582 milhões, com crescimento de 7,2% em relação a 2012, contrastando com o restante do setor nacional, que apresentou retração de 5% do total exportado em 2012. O nível de empregos no Estado, em 2013, apresentou leve retração em relação ao ano de 2012, rompendo o constante crescimento dos últimos cinco anos. O setor fechou o ano com 27,3 mil empregos diretos no estado.

Para 2014, as perspectivas não são favoráveis, segundo o estudo. As estimativas de mercado apontam para um crescimento do PIB inferior a 2%, o que deverá ocorrer, também, com a produção industrial.

Substituição tributária: Portaria define IVAs para materiais elétricos - 26/03/2014
Foi publicada no Diário Oficial do Estado, de 25 de março, Portaria CAT 40/2014, que estabelece o Índice de Valor Agregado - IVA - (base do ICMS/Substituição Tributária) na comercialização de materiais elétricos no Estado de São Paulo, que vigorarão no período de 1º de abril de 2014 a 31 de dezembro de 2015.

A Secretaria da Fazenda de SP acolheu, na íntegra, o resultado do estudo contratado, dentre outras entidades, pela Abinee junto a FIPE - Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas -, para levantamento dos IVAs dos produtos indicados pelo setor.

Acesse pelo Site da Sefaz-SP a Portaria Cat 40.

Aprovação da PEC da ZFM não agrada Abinee - 21/03/2014
A Câmara dos Deputados aprovou, em 19 de março, em primeiro turno, a PEC 103/11, de autoria do Poder Executivo, apensada à PEC 506/10, do Senado, que prorroga os benefícios da Zona Franca de Manaus por 50 anos.

Após ampla negociação, ficou acordado com a liderança do governo e com o Presidente da Câmara, deputado Henrique Alves, que a votação em segundo turno só acontecerá após solução dada para a prorrogação da Lei de Informática.

O acordo não agradou a indústria de TIC instalada no país, que esperava que a prorrogação da Lei de Informática fizesse parte da PEC.

“O acordo não foi aquele que gostaríamos, mas vamos confiar na palavra do presidente da Câmara, que assegurou que o segundo turno somente ocorrerá após a solução para a Lei de Informática”, afirmou o presidente da Abinee, Humberto Barbato.

Ele ressaltou que a Abinee não é contra a Zona Franca de Manaus. “O que buscamos é igualdade nas regras para fomentar a competitividade e o progresso científico e tecnológico no País como um todo, sem a introdução de desequilíbrios regionais artificiais”, disse.

Segundo Barbato, se a prorrogação não acontecer, as empresas que estão sob o guarda-chuva da Lei de Informática perderão a capacidade de competir, sendo obrigadas a se transferir para outros países, causando prejuízos incontáveis aos investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e à geração de emprego e renda.

A importância da Lei de Informática pode ser medida pelos dados da própria Secretaria de Política de Informática (Sepin), que aponta que entre 1993 e 2011 - período de pleno funcionamento da Lei de Informática - o número de empresas incentivadas aumentou de 150 para 500; o faturamento dessas companhias passou de R$ 8,4 bilhões para R$ 30 bilhões; o número de empregos diretos saltou de 32 mil para 126 mil; os investimentos em pesquisa e desenvolvimento cresceram de R$ 200 milhões para R$ 1 bilhão; e o número de pesquisadores no País subiu de 2,6 mil para 8 mil.

A busca pelo equilíbrio na produção de TIC
Além da presença no processo de votação do primeiro turno na Câmara dos Deputados, em que esteve acompanhado de diretores da Abinee e de executivos do setor de TIC, Humberto Barbato manteve, durante os meses de fevereiro e março, um grande número de reuniões com diversas autoridades do executivo e legislativo, para tratar da prorrogação da Lei de Informática.

Barbato esteve com os Deputados Antonio Imbassahy, do PSDB-BA, e Rubens Bueno, do PPS-PR, ambos líderes dos seus partidos na Câmara Federal. Nas reuniões, Barbato reafirmou a necessidade de que a Lei de Informática fosse prorrogada nos mesmos termos da Zona Franca de Manaus, garantindo o equilíbrio da produção em todo o território nacional.

Em audiência com o Deputado Mendonça Filho (DEM-PE), autor de Projeto de Lei que prorroga a Lei de Informática, Barbato recebeu total apoio à proposta da Abinee.

Acompanhado do Deputado Paulinho da Força (SDD-SP), Barbato reuniu-se, também, com o líder do Solidariedade, Deputado Fernando Francischini (SDD-PR), que demonstrou estar de acordo com a prorrogação da Lei de Informática.

Ao lado dos Deputados Guilherme Campos (PSD-SP) e Eduardo Sciarra (PSD-PR), Barbato manteve audiência com o líder do partido, Deputado Moreira Mendes (PSD-RO), que externou simpatia pelo assunto.

Paraná e Rio Grande do Sul
Em Curitiba, o presidente da Abinee manteve audiência com o Governador do Paraná, Beto Richa, que mostrou-se preocupado com a questão, visto que a Lei de Informática, segundo ele, é extremamente importante para as indústrias instaladas no Paraná. O Governador se dispôs a tratar do assunto com deputados federais e senadores da bancada paranaense, buscando conquistar apoio à prorrogação da Lei.

Em Porto Alegre, o diretor da regional da Abinee no Rio Grande do Sul, Régis Haubert, e o assessor da área de informática da entidade, Anderson Jorge de Souza Filho, reuniram-se com o Secretário de Desenvolvimento do Estado, Mauro Knijnik, que levou a questão ao Governador Tarso Genro.

Delegação comercial de Taiwan visita a Abinee - 21/03/2014
O Presidente da Abinee, Humberto Barbato, recebeu, na quinta-feira, 20 de março, uma comitiva de altos representantes da TAITRA - Taiwan Trade Center -, chefiada pelo Dr. Gee San, vice-presidente mundial do órgão. A comitiva contou ainda com os representantes da TAITRA-Brasil: o Sr. Krist Y. B. Yen, Diretor; Sr. Fernando S. Y. Song, Gerente, e Sr. Fred Chung, Administrador de Projetos. A delegação esteve acompanhada do Sr. Jorge Guang-pu Shyu, Embaixador de Taiwan no Brasil, do Sr. Ricardo M. S. Hsu, Diretor Econômico do Escritório da Embaixada de Taiwan, em Brasília, e do Sr. Fernando C. Wang, Diretor Superintendente do Escritório Econômico do Consulado de Taiwan, em São Paulo.

Após breve apresentação sobre os interesses da Abinee, principalmente nos investimentos produtivos taiwaneses no Brasil, com ênfase na produção de semicondutores e outros componentes eletrônicos, o Dr. Gee San apresentou, também, os interesses dos empresários taiwaneses no mercado brasileiro e formulou convite para que uma missão empresarial brasileira visite a Taitronics - Taipei International Electronics Show - que se realizará entre 08 e 11 de outubro próximo.

Na ocasião, a Abinee poderá fazer uma apresentação das condições que o governo brasileiro oferece para recepcionar os investimentos estrangeiros no Brasil e os contatos que a Abinee pode providenciar no sentido de obter melhores condições para que empresas taiwanesas venham a se instalar no país.

O Presidente da Abinee aceitou o convite para visitar a Taitronics e informou que solicitará a preparação de um trabalho específico para apresentar a uma missão de empresários taiwaneses que deverá visitar o Brasil no início de setembro próximo, com o mesmo objetivo.

Durante o encontro, também foi abordada a possibilidade de formação de joint-ventures para produção de componentes eletrônicos no Brasil com tecnologia taiwanesa.

Fórum Abinee mostra deficiências na segurança de incêndio - 21/03/2014
Os últimos acontecimentos como o da tragédia da boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, no ano passado, que ceifou a vida de 242 jovens, evidenciaram toda a gama de necessidades do país em relação à legislação e normas vigentes sobre prevenção e combate a incêndio.

Esta foi a tônica da segunda edição do Fórum Nacional de Detecção e Combate a Incêndio, promovido pela Abinee, e que reuniu, em 19 de março, especialistas e autoridades para debater as demandas da sociedade, as ações dos Corpos de Bombeiros e, especialmente, a certificação de produtos, normas, regulamentos e instruções técnicas específicas do tema.

Em sua exposição, o Tenente Coronel Adilson Antonio da Silva, do Corpo de Bombeiros da PM do Estado de São Paulo, mostrou o histórico dos grandes incêndios ocorridos nos últimos 50 anos no Brasil, incluindo o de Santa Maria. Ele destacou que os laudos de todos eles apontaram para deficiências nos processos construtivos, uso de material inadequado e problemas na instalação elétrica. “Nestes últimos anos, os sistemas de segurança contra incêndio evoluíram muito, porém ainda falta conscientização da sociedade e, principalmente, fiscalização por parte das autoridades competentes”, afirmou.

Por sua vez, Fabián Yaksic, Gerente do Departamento de Tecnologia e Política Industrial da Abinee, disse que não há certificação compulsória para um grande número de produtos e equipamentos de combate a incêndio. Neste contexto reforçou a necessidade de urgente certificação compulsória dos seguintes produtos: acionadores manuais de alarme contra incêndio; centrais de alarme; detectores de fumaça; detectores de temperatura contra incêndio; e Sinalizadores (visual ou acústico). “Ainda há muito o que fazer. Além de um código de edificações, precisamos melhorar a fiscalização pois a situação das instalações elétricas em grande parte do país é precária. Os produtos utilizados são inadequados e mal dimensionados e, na maioria das vezes, são responsáveis pelos incêndios”, alertou.

Alfredo Lobo, Diretor Avaliação da Conformidade do Inmetro, destacou que o órgão está buscando o aperfeiçoamento da forma de fazer as regulamentações com o lançamento do Plano de Ação Quadrienal. O objetivo é receber as demandas, definir os prazos de elaboração dos ensaios e, com isso, agilizar a definição das normas técnicas. “Dentro do quadriênio 2014-2017, estamos, neste ano, trabalhando no programa de normas e certificações de produtos e equipamentos para prevenção e combate a incêndio”, disse. Lobo informou, também, que o Inmetro está ampliando seus processos de fiscalização em todo o país. “Estamos acompanhando os produtos nos depósitos e por ocasião do desembaraço dos produtos na alfândega, pois é grande o número de empresas que certifica um produto, mas distribui outro no mercado”, informou.

Encerrando o Fórum, Isaac Papier, Vice-Presidente de Relações Industriais da Honneywell, lembrou que, nos Estados Unidos, a legislação de proteção contra incêndio já existe há mais de cem anos, mas ainda é atualizada constantemente. “Aprendemos com os erros ao longo do tempo, e o importante é não repeti-los mais”, afirmou. Segundo Papier, para que um sistema de regulamentação funcione adequadamente é importante a interação de todos os atores envolvidos no projeto de uma edificação. Papier concluiu que a educação é um fator fundamental para que haja um melhor entendimento da regulamentação de segurança.

ISC Brasil destaca inovações na área de segurança pública e privada - 21/03/2014
Termina hoje (21), no Expo Center Norte, em São Paulo, a ISC BRASIL 2014 - Feira e Conferência Internacional de Segurança -, mais importante evento da indústria de segurança privada e pública do país, reúne 150 expositores nacionais e internacionais, distribuídos em uma área de 17 mil metros quadrados.

Neste ano, entre os destaques do evento estão os fabricantes de equipamentos de proteção e combate à incêndio, que mostraram ao público as mais recentes novidades em tecnologia, inovações e as últimas tendências e soluções para os mais diversos produtos.

A solenidade de abertura da ISC Brasil contou, entre outras autoridades, com a presença do Secretário-adjunto da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Antonio Carlos da Ponte – que representou o Governador Geraldo Alckmin; do Diretor de Sustentabilidade da Abinee, André Luiz Saraiva; de Don Erickson, CEO da Security Industry Association (SIA); de Gustavo Gassmann, presidente da Asociación Latinoamericana de Seguridad (ALAS); do Coronel Carlos Alberto David dos Santos, Presidente do Conselho dos Comandantes das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros; além do Vice-Presidente da organizadora do evento, Reed Exhibitions Alcantara Machado, Paulo Octávio Pereira de Almeida.

Paulo Octávio Pereira de Almeida, da Reed Exhibitions, destacou os números ligados ao setor que mais cresce no mundo. “A segurança, assim como a saúde e educação, faz parte dos três pilares da vida em sociedade. No Brasil, o segmento a segurança eletrônica vem crescendo de cerca de 20% a cada ano, o que permitiu uma ISC mais completa, 40% maior do que a última edição”, afirmou.

Representando a Abinee, André Luís Saraiva afirmou que a evolução do setor tem ocorrido em função da crescente preocupação com a segurança nas pequenas, médias e grandes cidades de todo o país, o que determinou investimentos de toda a ordem pelas empresas, órgãos públicos e pela população em geral na aquisição de soluções que ajudem a evitar a perda de vidas e de patrimônios. “A respeito da necessidade do enfrentamento das questões de segurança que permeiam a vida dos cidadãos, lembro-me da frase: “podemos passar uma vida inteira sem ir à guerra, mas não podemos permanecer um minuto sem estar preparados para ela”, disse.

Saraiva destacou que a Abinee tem trabalhado na regulamentação dos produtos do segmento, visando garantir a qualidade dos produtos e a eficiência das soluções em segurança, “Ao que cabe a nós, tenham certeza, temos procurado dedicar todos os nossos esforços para que novos episódios tristes como o de Santa Maria não voltem a acontecer no Brasil”, concluiu.

Em seu pronunciamento, o secretário-adjunto Antonio Carlos da Ponte, destacou o papel da prevenção no combate à violência e falou da importância da Feira. “As novas tecnologias têm ajudado bastante no setor de segurança nos últimos anos. Estamos investindo em novos equipamentos com a finalidade de garantir uma vida mais tranquila para todos os cidadãos de estado, visando coibir novas formas de criminalidade”, disse.

A ISC Brasil 2014, que tem o apoio oficial da Abinee, da Asociación Latinoamericana de Seguridad (ALAS) e Associação da Indústria de Segurança (SIA).

Abinee recebe comitiva da empresa Zenrin Datacom - 20/03/2014
Nesta quarta-feira, 19 de março, o Presidente do Conselho de Administração da Abinee, Newton Duarte, acompanhado do Diretor Superintendente, Dario Bampa, recebeu uma comitiva da empresa Zenrin Datacom, do Japão. A empresa provê soluções, tecnologias e serviços de navegação por GPS embarcados nos dispositivos eletrônicos acoplados em celulares, tablets, automóveis, etc. Na reunião, Duarte apresentou dados do setor elétrico e eletrônico brasileiro e falou da atuação da Abinee que servirão de subsídio para os planos de instalação da Zenrin no Brasil. Fizeram parte da comitiva Tatsuhiko Shimizu, Presidente da Zenrin Datacom; Hideyuki Fujisawa, Vice-Presidente de Tecnologia da Zenrin Datacom; Kazusui Hoshina, CEO da WeCan; Nily Geller, Diretor da Janar Engenharia; e Horácio Mizumoto, Vice-Presidente da Paesi Blue.

Abinee manifesta preocupação com a votação da PEC 506 - 18/03/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, manifestou sua grande preocupação com a votação da PEC 506/10, que deverá ocorrer nesta terça-feira (18) na Câmara dos Deputados, em Brasília, e que propõe a prorrogação por 50 anos dos incentivos à Zona Franca de Manaus.

Para Barbato, tratar da renovação da Zona Franca, sem considerar prorrogação da Lei de Informática, promoverá um grande desequilíbrio na produção de bens TIC em todo o território nacional.

"Se a prorrogação não acontecer, as empresas que estão sob o guarda-chuva da Lei de Informática perderão a capacidade de competir, sendo obrigadas a se transferir para outros países, causando prejuízos incontáveis aos investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e à geração de emprego e renda", disse Barbato.

Segundo ele, há um grande número de empresas localizadas em polos industriais distribuídos por todo o país e que não sobreviveriam sem os incentivos da Lei de Informática. “É o caso do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Pernambuco”, lembrou o presidente da Abinee. Ele destacou que também que os estados do Ceará e Rio de Janeiro perderiam recursos de P&D.

Para Barbato a importância da Lei de Informática pode ser medida pelos dados da própria Secretaria de Política de Informática (Sepin), que aponta que entre 1993 e 2011 - período de pleno funcionamento da Lei de Informática - o número de empresas incentivadas aumentou de 150 para 500; o faturamento dessas companhias passou de R$ 8,4 bilhões para R$ 30 bilhões; o número de empregos diretos saltou de 32 mil para 126 mil; os investimentos em pesquisa e desenvolvimento cresceram de R$ 200 milhões para R$ 1 bilhão; e o número de pesquisadores no País subiu de 2,6 mil para 8 mil.

Barbato ressaltou que a Abinee não é contra a Zona Franca de Manaus. “O que buscamos é igualdade nas regras para fomentar a competitividade e o progresso científico e tecnológico no País como um todo, sem a introdução de desequilíbrios regionais artificiais”, concluiu.

Instituto Acende Brasil vê crise no setor elétrico - 14/03/2014
“O atual modelo do setor elétrico é incoerente e precisa ser alterado”. A afirmação é do presidente do Instituto Acende Brasil, Cláudio Salles, que participou nesta quinta-feira (13) da Reunião Plenária da Abinee. Em sua apresentação sobre a Situação Energética no País e Propostas de Aprimoramento, ele afirmou que a segurança do abastecimento em 2014 dependerá da hidrologia nos próximos meses. Mas não são só os níveis de chuva que afetam o setor. Do lado financeiro, este ano será de alto custo e o fluxo de caixa das distribuidoras não suportará o ônus de lidar com a elevação de dos valores operacionais ocasionadas pelo intenso despacho termelétrico.

Já antecipando que o governo lançaria um novo pacote para o setor elétrico - o que aconteceu horas após a reunião da Abinee -, Claudio Salles afirmou que não há como esperar um cenário promissor para o segmento se todos os agentes estão inseguros e as empresas não têm estabilidade. “O país segue aos tropeços, fazendo remendos, como tudo o que acontece por aqui”, disse.

Como o sistema brasileiro é predominantemente hidrelétrico, Salles afirmou que a energia armazenada é uma variável chave para avaliar as condições de abastecimento. Durante o evento, o presidente do Acende Brasil comparou o atual cenário com o de 2001, quando o Brasil viveu racionamento de energia. Segundo ele, entre os quatro subsistemas brasileiros, é preciso se atentar para o Sudeste/Centro Oeste, que concentra 70% da capacidade de armazenamento. “A saúde deste subsistema, conhecido como a caixa d’água do Brasil, mostra que estamos praticamente no mesmo nível de 2001, o que é uma situação preocupante”, afirmou.

Por outro lado, Salles destacou que o país tem mais capacidade termelétrica, cuja participação na geração avançou de 7,7% para 19,1% nos últimos 13 anos. Ele ressaltou, no entanto, que a composição das usinas do parque termelétrico existente não é apropriada para operação com elevado fator de carga.

Para ele, além do aspecto da disponibilidade de energia, o setor enfrenta um momento delicado de alta vulnerabilidade financeira. “O setor elétrico era um dos únicos sustentáveis e deixou de ser a partir da MP 579 [que, entre outras medidas, reduziu a tarifa de energia]. Bem ou mal, funcionava. Agora, a conta não está fechando”, enfatizou.

Diante deste cenário, Salles apresentou alguns pontos que devem ser atacados pelo governo, como comunicar à população as reais condições do sistema de forma precisa, clara e didática, e informar indicadores que facilitem o acompanhamento das condições do sistema.

Sobre a possibilidade de promover a conservação, racionalização e redução de consumo, ele afirmou que essa iniciativa deve ser elaborada com antecedência e planejamento, pois envolve um grau de complexidade elevado por abranger diversos fatores econômicos e jurídicos. Estes pleitos e outros estão no documento White Paper nº 13 - Aprimoramentos para o Setor Elétrico: Propostas aos Candidatos -, que o Instituto Acende Brasil preparou para ser encaminhado aos candidatos às eleições presidenciais deste ano. Com 60 páginas, o estudo traz um diagnóstico e recomendações, tratando da adequação da oferta, modicidade tarifária e credibilidade e confiança.

Segundo o presidente da Abinee, Humberto Barbato, que coordenou a reunião, a desorganização do setor de energia coloca a indústria elétrica e eletrônica numa situação delicada e desconfortável. “Não só o aspecto hídrico, mas as decisões recentes, a partir da MP 579, desestabilizaram um setor, que, em termo de infraestrutura, era o que vinha tendo o melhor desempenho. Não somos contra a redução de tarifas para o consumidor, mas, da forma como foi feita, prejudicou profundamente a capacidade de investimentos das distribuidoras”, disse.

Barbato acrescentou que o Brasil tem tratado um tema complexo como este com pequenos expedientes. “Este é um reflexo da falta de planejamento do país”, concluiu o presidente da Abinee.

Brasil pode caminhar para argentinização, diz Martone - 14/03/2014
O economista Celso Luiz Martone afirmou nesta quinta-feira (13), durante a reunião Plenária da Abinee, que o Brasil caminhará para uma ‘argentinização’, se não alterar o rumo vigente de sua economia. Martone afirmou que, desde a crise de 2008, o governo abandonou a austeridade fiscal e metas de inflação, expandiu crédito via bancos federais, concedeu novos subsídios ao consumo [renúncia fiscal], passou a intervir em setores como o de petróleo, eletricidade e mineração e no mercado de câmbio, além de promover o controle de preços administrados e o aumento de medidas protecionistas. “A consequência disso é uma grave crise de confiança, fatal para qualquer economia”, afirmou.

Fazendo um balanço preliminar da política econômica do governo Dilma, Martone destacou que, no período de 2011-2013, o Brasil cresceu em média 2%, abaixo do desempenho mundial de 3,3%. Em relação aos países emergentes, a situação é pior, uma vez que estas nações cresceram em média 5,2% nos últimos três anos. Somado a isso, a taxa de risco do Brasil aumentou acima dos outros países em desenvolvimento. “Somos avaliados como uma economia mais vulnerável do que as outras”, salientou.

Sobre as expectativas para 2014, o economista afirmou esperar mais um ano de baixo crescimento do PIB, em torno de 1,7%.

Este quadro, segundo ele, traz enormes desafios para 2015 em diante, que deverão ser atacados pelo governo eleito em outubro deste ano. Entre estes desafios está a necessidade de se reverter a expansão fiscal dos 12 últimos anos, de se implementar “inflação corretiva” dos preços administrados, a contenção do déficit em conta-corrente e a restauração da confiança. Para Martone o objetivo maior é fazer com que o país cresça mais no futuro. “Hoje, quando tudo dá certo, nosso limite de crescimento é de 3%. Assim, estamos ficando defasados em relação aos nossos competidores diretos, que são os outros emergentes”, completou.

Abrale apresenta o Selo "Investimos na Vida" - 14/03/2014
Durante a plenária na Abinee, a presidente da Abrale - Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia -, Merula Steagall, apresentou o Selo “Investimos na Vida”, o primeiro certificado criado para empresas que investem socialmente na área da saúde.

Segundo ela, o principal objetivo do Selo é engajar empresas e pessoas com a causa social da Abrale, de incentivar e criar caminhos para que as pessoas se informem sobre os cânceres do sangue. Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), cerca de 50 mil pessoas são diagnosticadas, todos os anos no Brasil, com algum tipo de câncer do sangue, como a leucemia e o linfoma.

O programa visa à captação de recursos por meio de contribuições mensais contínuas que serão destinadas para a manutenção e melhoria dos processos e programas da associação, todos oferecidos gratuitamente ao público atendido. A empresa mantenedora recebe como forma de reconhecimento o Selo Investimos na Vida. “As empresas recebem incentivos tributários, podendo reverter entre 1% e 2% de seu lucro neste tipo de programa”, destacou Merula Steagall.

BNDES lança novo Portal para credenciamento no Finame - 12/03/2014
A Abinee recebeu, nesta quarta-feira (12), representantes do BNDES para falar sobre o novo Portal de credenciamento de produtos no Finame, que entrará em vigor no dia 17 de março.

Estiveram presentes, Thiago de Holanda e Carlos Guimarães, ambos do Departamento de Credenciamento de Fabricantes de Máquinas, Equipamentos e Sistemas do BNDES. Segundo Thiago de Holanda, o Portal tem objetivo de tornar os processos mais dinâmicos e produtivos.

O encontro foi dividido em duas etapas: no período da manhã, foi feita apresentação do novo Portal, e durante a tarde, foram demonstradas as adaptações na planilha de cálculo do índice de nacionalização para credenciamento de produtos com PPB no Finame, que entrará em vigor em breve.

Setor eletroeletrônico registra déficit de US$ 3,37 bilhões em janeiro - 07/03/2014
Dados da balança comercial de produtos eletroeletrônicos, levantados pela Abinee, apontam que, no mês de janeiro de 2014, o déficit do setor atingiu US$ 3,37 bilhões, 9,3% acima do registrado em janeiro de 2013 (US$ 3,09 bilhões). Este resultado foi consequência de exportações, que somaram US$ 494 milhões, e de importações, que chegaram a US$ 3,87 bilhões.

Nota do presidente da Abinee sobre SELIC e PIB - 27/02/2014
“Duas notícias movimentaram o mercado nesses últimos dois dias. Primeiro, a decisão do Copom de elevar a taxa básica de juros em 0,25 pontos percentuais, puxando-a para 10,75% ao ano.

Segundo, o crescimento de apenas 2,3% do PIB, em 2013. Nos três anos do Governo Dilma, a economia brasileira cresceu, em média, 2,0%, contra 4,1% no triênio 2008-2010, e 4,4% no triênio anterior (2005-2007).

A despeito do comportamento do mercado de trabalho (taxa de desemprego de 5,4%), o modelo de crescimento vigente ruiu. Juros em ascensão e crescimento lento são ingredientes que fragilizam a indústria e sinalizam para mais um ano de dificuldades.

As expectativas no setor eletroeletrônico são negativas. A sondagem junto às empresas do setor mostrou que 46% afirmaram que os negócios começaram abaixo do esperado em janeiro”. (Presidente da Abinee, Humberto Barbato)

Déficit do setor eletroeletrônico cresce 356% em oito anos -27/02/2014
A trajetória de crescimento do déficit do setor eletroeletrônico nos últimos anos foi bastante significativa. Conforme dados da Abinee, em 2005, o saldo negativo era da ordem de US$ 8 bilhões, passando para US$ 28 bilhões em 2010, e chegando, agora, em 2013, a US$ 36,2 bilhões, o que representa um crescimento de 356% nos últimos 8 anos, a uma taxa média anual de 20%.

Neste período, as importações passaram de US$ 16 bilhões (em 2005) para US$ 43,6 bilhões (2013), enquanto que as exportações caíram de US$ 8 bilhões para US$ 7,4 bilhões.

O destaque nestes 8 anos foi o crescimento das importações de bens finais, que passaram de US$ 6 bilhões para US$ 19 bilhões.

Os bens finais ganharam forte participação na pauta de importações de produtos eletroeletrônicos, cuja representatividade passou de 37% para 44%.

Lei de Informática: Prefeito de Sorocaba endossa pedido da Abinee -27/02/2014
O prefeito de Sorocaba, Antônio Carlos Pannunzio, pediu ao Ministro Mauro Borges, do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, a prorrogação da Lei de Informática pelo mesmo período que está sendo proposto pelo governo federal para a Zona Franca de Manaus (ZFM).

A solicitação foi feita, nesta quarta-feira (26), durante seu pronunciamento na cerimônia de inauguração de uma fábrica da ABB no município de Sorocaba, que contou, também, com a presença do Governador Geraldo Alckmin. O pedido do prefeito vem na mesma linha que a Abinee tem reivindicado junto a autoridades do legislativo e representantes dos governos estaduais e municipais de todo o país.

Para a entidade, prorrogar a ZFM por mais 50 anos, sem dar o mesmo tratamento para a Lei de Informática, levará ao desequilíbrio a produção de TICs nos demais Estados da Federação.

Em contato com representantes da Abinee, ao final do evento, o Ministro Mauro Borges, que representava a Presidente Dilma Rousseff, disse já ter sido alertado sobre o assunto pelo presidente da entidade, Humberto Barbato.

Sorocaba, localizada no interior do Estado de São Paulo, é um dos mais importantes polos industriais do país, reunindo indústrias dos segmentos Automação, Componentes e Equipamentos Industriais; Material Elétrico de instalação; Telecomunicações; Sistemas Eletroeletrônicos, a maioria delas incentivadas pela Lei de Informática.

Sondagem: 46% das empresas afirmam que negócios caíram em janeiro - 24/02/2014
Sondagem de janeiro de 2014, realizada pela Abinee, registrou um número maior de empresas cujos negócios caíram do que aquelas que indicaram crescimento, fato não observado desde o final do ano de 2012. De acordo com o levantamento, 46% das empresas consultadas indicaram queda em suas vendas na comparação com o mesmo mês do ano passado. A pesquisa identificou, também, que os negócios permaneceram estáveis para 17% das empresas e cresceram para 37%. As empresas do setor estão trabalhando com cautela. Dentre os principais entraves comentados estão: a elevada carga tributária, incertezas políticas, situação econômica preocupante do país, instabilidade do câmbio, aumento da inflação, dificuldade de acesso ao crédito e baixo crescimento do PIB.

Abinee recebe secretário de Política de Informática - 24/02/2014
O secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Virgilio Almeida, esteve na Abinee, nesta quinta-feira (20), para falar sobre os procedimentos de Lei de Informática e apresentar as ferramentas da Secretaria de Política de Informática (SEPIN) para responder com mais rapidez as solicitações da indústria.

Ao lado do diretor do Departamento de Políticas e Programas Setoriais em Tecnologias da Informação e Comunicação, Rafael Henrique Moreira e do coordenador-geral de Tecnologia da Informação, Adalberto Afonso Barbosa, o secretário falou sobre o Projeto de Avaliação dos RDAs (Relatórios Demonstrativos Anuais), que tem o objetivo de eliminar o legado dos relatórios de prestação de contas com avaliação atrasada, entre o período de 2006 e 2014. “Até 31 de dezembro de 2015, estaremos com esses processos todos em dia”, disse.

Os representantes da SEPIN ressaltaram, também, a informatização dos processos referentes aos pleitos de incentivo, relatório demonstrativo, incluindo, neste caso, a pré analise das informações.

Durante o encontro, o secretário Virgilio Almeida abordou, ainda, a renovação da Lei de Informática, essencial para a indústria de TICs no Brasil. “O papel da Abinee é fundamental para levar ao Ministério e ao Congresso Nacional a defesa desse mecanismo”, ressaltou.

Coordenando a reunião, o vice-presidente e diretor da área de informática da Abinee, Hugo Valério - que estava acompanhado do diretor da área de Telecomunicações, Paulo Castelo Branco - ressaltou que a entidade e o IPD Eletron estão à disposição da SEPIN para tratar de todos os assuntos voltados à política industrial do setor.

Na oportunidade, o representante da consultoria IDC Brasil, Bruno Freitas, apresentou dados atualizados de 2013 dos mercados de desktops, notebooks, tablets, celulares e smartphones.

Reunião do Conselho de Gerenciamento da Normalização da IEC - 24/02/2014
Foi realizada, em 18 de fevereiro, reunião plenária do Conselho de Gerenciamento da Normalização (SMB) da IEC - International Electrotechnical Commission -. Os representantes do Comitê Nacional Brasileiro da IEC, José Sebastião Viel (membro titular), e Israel Guratti (membro suplente), acompanharam as discussões relacionadas ao gerenciamento dos comitês e subcomitês técnicos para produtos e sistemas elétricos e eletrônicos. Foi também tratado o gerenciamento da normalização em Redes Inteligentes (Smart Grid), Cidade Inteligentes (Smart Cities), tecnologias em desenvolvimento: robôs domésticos, ambientes residenciais assistidos por tecnologia e segurança e privacidade de dados, dentre outros temas. O Brasil participará de um grupo temporário de avaliação para formação de grupo permanente em Sistemas de “Micro-Grid”. Os representantes do Brasil também participaram das reuniões do PASC – Pacific-Asia Standards Cooperation, SMB/CAG – Chairman’s Advisory Group e Treinamento para Membros do SMB.

Presidente da Abinee reúne-se com Ministro Mauro Borges - 20/02/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, fez, nesta quinta-feira, 20, uma visita de cortesia ao novo Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges. Na oportunidade, Barbato tratou de diversos assuntos de interesse das empresas do setor eletroeletrônico, entre eles a necessidade de prorrogação dos incentivos da Lei de Informática. O ministro agradeceu a visita e afirmou que dará encaminhamento das demandas apresentadas pela Abinee.

Lei de Informática: Barbato fala com lideres de partidos na Câmara - 20/02/2014
Ampliando sua atuação em Brasília, para tratar da prorrogação da Lei de Informática, o presidente da Abinee, Humberto Barbato, manteve, na noite de ontem e na manhã de hoje (20), reuniões com mais três líderes de partidos na Câmara Federal.

Em audiência com o Deputado Mendonça Filho (DEM-PE), autor de Projeto de Lei que prorroga a Lei de Informática, Barbato recebeu total apoio à proposta da Abinee, afirmando que estará atento à votação da PEC do governo que renova por 50 anos os incentivos da Zona Franca de Manaus (ZFM) e não contempla o equilíbrio da produção de bens de TI em todo o território nacional.

O presidente da Abinee, acompanhado do Deputado Paulinho da Força (SDD-SP), reuniu-se, também com o líder do Solidariedade, Deputado Fernando Francischini (SDD-PR), que demonstrou estar de acordo com a prorrogação da Lei de Informática.

Ao lado dos Deputados Guilherme Campos (PSD-SP) e Eduardo Sciarra (PSD-PR), Barbato manteve audiência com o líder do partido, Deputado Moreira Mendes (PSD-RO), que externou simpatia pelo assunto.

No dia 19, o presidente da Abinee esteve com os Deputados Antonio Imbassahy, do PSDB-BA, e Rubens Bueno, do PPS-PR, ambos líderes dos seus partidos na Câmara Federal.

Nas audiências, Barbato reafirmou a necessidade de que a Lei de Informática fosse prorrogada nos mesmos termos da Zona Franca, garantindo a manutenção do equilíbrio da produção em todo o território nacional.

O Deputado Imbassahy manifestou seu apoio à demanda da Abinee, destacando que a Bahia é um importante polo na área de TI, e que a renovação da Lei pelo mesmo período proposto pelo governo para a ZFM, é fundamental para o desenvolvimento do estado. Ele garantiu que se empenhará para que a prorrogação ocorra da melhor forma para as empresas instaladas na região.

Da mesma forma, o presidente da Abinee encontrou apoio do Deputado Rubens Bueno, que salientou o interesse do Paraná no assunto, uma vez que seu estado também possui um grande número de empresas que utiliza os incentivos da Lei de Informática. O deputado, diante da situação criada pelo projeto de prorrogação da ZFM, afirmou que defenderá a proposta da Abinee de tratamento equânime para a Lei de Informática.

Liminar suspende cobrança adicional de ICMS em compras pela internet - 20/02/2014
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu liminar na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4628, ajuizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), e suspendeu a eficácia do Protocolo ICMS 21, de 1º de abril de 2011, do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que exigia pagamento de ICMS nos estados de destino nos casos em que o consumidor adquire mercadoria pela internet de outras unidades da Federação.

A decisão atende pedido da Abinee, que integrou o processo como amicus curiae (assistente judicial).

A norma agora suspensa foi assinada pelos Estados de Alagoas, Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia, Sergipe e pelo Distrito Federal, que se dizem prejudicados com a substituição do comércio convencional pelo crescimento das compras realizadas de forma remota. Alegam que essa modalidade de aquisição privilegia os estados mais industrializados, localizados nas Regiões Sudeste e Sul do país, onde estão localizadas as sedes das principais empresas de vendas pela internet. Por isso, foi necessário estabelecer novas regras para a cobrança do ICMS, de forma “a repartir de maneira mais equânime as riquezas auferidas com o recolhimento do tributo”.

Em sua decisão, o ministro Fux afirma que os estados não podem, diante de um cenário que lhes seja desfavorável, simplesmente instituir novas regras de cobrança de ICMS, desconsiderando a repartição estabelecida pelo texto constitucional, sob pena de gerar um ambiente de “anarquia normativa”.

Abinee e Reed realizam 2º Fórum de Prevenção e Combate a Incêndio - 18/02/2014
Desde a tragédia de Santa Maria/RS, que completou um ano em janeiro, ficou evidenciada a urgência de se implementar normas, regulamentos e instruções técnicas direcionadas à prevenção e detecção de incêndios no Brasil.

Este tema será debatido no 2º Fórum Nacional de Prevenção e Combate a Incêndio, que a Abinee e Reed Exhibitions Alcantara Machado promoverão, no dia 19 de março, às 14h30, na sala Santana 3, do Pavilhão Verde da Expo Center Norte, em São Paulo, no âmbito da ISC Brasil 2014.

O evento, que reunirá fabricantes, autoridades e entidades, discutirá a legislação sobre prevenção e combate a incêndio, as ações em desenvolvimento nos Corpos de Bombeiros, no Congresso Nacional, a certificação de produtos e as estatísticas sobre incêndios, entre outros temas.

Programa Preliminar

14h30 - Abertura

14h40 - Os grandes incêndios ocorridos no Brasil nos últimos anos

15h20 - Política de segurança contra incêndio no Brasil

16h00 - Situação da certificação de produtos contra incêndio

16h30 - Legislações em tramitação no Congresso sobre detecção, combate a incêndios e inspeções

17h00 - Debates

17h30 - Encerramento

A Abinee tem integrado os trabalhos do seu Grupo de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio (GSDAI), criado em 2005, às ações em andamento após a tragédia de Santa Maria. Desta forma, a entidade contribuiu com o trabalho da Comissão Externa da Câmara dos Deputados, coordenada pelo Deputado Federal Paulo Pimenta, na elaboração do projeto de legislação de prevenção a incêndios, que agora aguarda apreciação do Congresso Nacional.

O GSDAI contribuiu, também, para a elaboração da norma ABNT NBR 17240:2010 - Sistemas de detecção e alarme de incêndio - Requisitos para projeto, instalação, comissionamento e manutenção de sistemas de detecção e alarme de incêndio.

Prorrogação da Lei de Informática: Estados apoiam Abinee - 14/02/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, manteve audiência, no dia 12 de fevereiro, em Curitiba, com o Governador do Paraná, Beto Richa.

Na oportunidade, Barbato tratou da renovação da Lei de Informática, que não está sendo devidamente considerada pelo Congresso Nacional nas discussões da prorrogação da Zona Franca de Manaus.

O presidente da Abinee destacou a necessidade de que a Lei seja prorrogada nos mesmos termos da Zona Franca, de forma a garantir a manutenção do equilíbrio da produção em todo o território nacional.

"Se isto não acontecer, as empresas que estão sob o guarda-chuva da Lei de Informática perderão a capacidade de competir, sendo obrigadas a se transferir para outros países, causando prejuízos incontáveis aos investimentos em pesquisa e desenvolvimento e à geração de emprego e renda", disse Barbato.

Durante a audiência, o Governador Beto Richa mostrou-se preocupado com a questão, visto que a Lei de Informática, segundo ele, é extremamente importante para as indústrias instaladas no Paraná.

Neste sentido, o Governador se dispôs a tratar do assunto com deputados federais e senadores da bancada paranaense, buscando conquistar apoio à prorrogação da Lei.

O presidente da Abinee estava acompanhado do diretor da regional Abinee - PR, Álvaro Dias, e empresários do setor.

Encontro no Rio Grande do Sul

No dia anterior, 11, o diretor da regional Abinee-RS, Régis Haubert, e o assessor da área de informática da entidade, Anderson Jorge de Souza Filho, estiveram reunidos, em Porto Alegre, com o Secretário de Desenvolvimento do Estado, Mauro Knijnik, a quem apresentaram o atual estágio da prorrogação da Lei de Informática.

Receptivo à demanda da Abinee, o Secretário mostrou-se preocupado com o tema, afirmando que o levaria ao Governador Tarso Genro.

Governo estabelece margem de preferência para equipamentos de TIC - 14/02/2014
Foi publicado, no Diário Oficial da União, da quinta-feira (13), o Decreto Nº 8.194, de 12 de fevereiro, que estabelece a aplicação de margem de preferência em licitações realizadas no âmbito da administração pública federal para aquisição de equipamentos de tecnologia da informação e comunicação, para fins do disposto no art. 3º da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993.

Segundo o Decreto, que atende a pleitos da Abinee, será aplicada a margem de preferência normal, de 15%, para os produtos manufaturados nacionais, que atendam ao Processo Produtivo Básico aprovado nos termos do Decreto-Lei nº 288, de 28 de fevereiro de 1967, e da Lei nº 8.248, de 23 de outubro de 1991.

Poderá ser aplicada, também, margem de preferência adicional, de 10%, para aquisição de equipamentos com tecnologia desenvolvida no país, conforme Portaria Interministerial MDIC/MCTI nº 383, de 26 de abril de 2013.

Em janeiro, o governo já havia publicado o Decreto Nº 8.184 , estabelecendo margem de preferência para a aquisição de impressoras (classificadas no Código TIPI/NCM na posição 8443.3) e de computadores (classificados na posição 8471).

Veja a íntegra do Decreto Nº 8.194 e a lista dosCódigos TIPI/NCM beneficiados.

Abinee vê com apreensão leilão da linha de transmissão de Belo Monte - 11/02/2014
O leilão da linha de transmissão da usina de Belo Monte, que teve a chinesa State Grid como vencedora em parceria com a Eletrobrás, está causando uma grande apreensão entre as empresas do setor eletroeletrônico instaladas no Brasil.

“A preocupação da nossa indústria é que ela seja alijada dos processos de fornecimento de equipamentos para a instalação desse importante sistema de transmissão”, alerta o presidente da Abinee, Humberto Barbato.

Barbato lembra que, à época da consulta pública sobre o leilão, a Abinee apresentou proposta de participação local no fornecimento de equipamentos, no que não foi atendida pelo governo.

“Em função disso, apelamos agora para que o Ministério de Minas e Energia e a Eletrobrás busquem garantir que o fornecimento seja feito por fabricantes locais e que a nossa mão-de-obra seja utilizada prioritariamente. Se não for desta forma, mais uma vez estaremos gerando emprego e renda lá fora”, afirma Barbato.

Ao mesmo tempo, ele acrescenta que o governo brasileiro precisa atuar para que os equipamentos fabricados no Brasil retomem sua capacidade de competir, visto que o segmento de GTD tem expertise suficiente para atender demandas do porte de Belo Monte.

“Lembro que a balança comercial do setor eletroeletrônico mostra que esta área de GTD, historicamente superavitária, tem apresentado, desde 2009, sucessivos déficits, atingindo em 2013, o saldo negativo de US$ 1 bilhão”, conclui Humberto Barbato.

Brasil Melhor: competência é a palavra de ordem, diz Humberto Barbato - 11/02/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, participou nesta segunda-feira (10), do Especial “Quem faz o Brasil melhor?", da Rádio Jovem Pan, que traz a palavra das personalidades que trabalham pelo crescimento do Brasil e pelo futuro. Em sua participação, Barbato diz que é fundamental que o país promova as tão faladas reformas, que elas deixem o discurso e comecem a acontecer na prática. "Nós temos que começar pela Reforma Política", diz Barbato, sugerindo acabar com a reeleição, para termos "políticos comprometidos com um projeto de País e não simplesmente com seu projeto de poder".

Na visão do empresário, um Brasil Melhor é construído com planos a longo prazo e metas. Ele ainda ressalta que a "indústria continua a ser algo muito importante", por isso, precisamos "tornar nossa produção suficiente e competitiva", "não permitir que nossa moeda fique sobrevalorizada", "investir na infraestrutura e fazer as reformas tributária e trabalhista".

"Competência tem que ser a nossa palavra de ordem", conclui Barbato.

Novo Site do IPD Eletron está no ar - 11/02/2014
Mais objetivo, com maior número de informações e orientações, está no ar o novo Site do IPD Eletron - Instituto para Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Complexo Eletroeletrônico e Tecnologia da Informação -, entidade criada pela Abinee com o intuito de estimular e promover o desenvolvimento tecnológico e a inovação nas empresas do setor eletroeletrônico, visando melhorar a competitividade sistêmica em nível nacional e internacional.

O site visa ser uma eficiente interface entre as atividades do instituto e seu público-alvo, formado por empresas do setor eletroeletrônico, institutos de pesquisa, universidades e interessados em geral. Com layout clean, o portal congrega informações sobre pesquisa, desenvolvimento e inovação. Traz, também, as principais novidades e atualizações sobre mecanismos de apoio à PD&I.

O IPD Eletron foi recentemente reestruturado visando transformá-lo num fórum que reúna todos agentes que atuam do sistema da tecnologia e inovação, para que possa desempenhar um papel mais ativo como agente indutor da criação intelectual.

Dados do IBGE confirmam baixo nível de produção do setor - 06/02/2014
* Nota do presidente da Abinee, Humberto Barbato:

O limitado crescimento de 1,2% em 2013 não permitiu que a indústria de transformação brasileira recuperasse o terreno perdido em 2012, quando registrou retração de 2,5%. É o terceiro ano de baixo crescimento para a indústria (+0,4%, em 2011; -2,5%, em 2012 e +1,2%, em 2013).

Os resultados anunciados pelo IBGE, agregados pela Abinee, apontam que, em 2013, a produção física da indústria elétrica e eletrônica apresentou crescimento de 2,1% em relação ao ano anterior. Este percentual refere-se à expansão de 2,4% do segmento eletrônico e 1,5% da área elétrica.

Entretanto, em relação a 2011, a Abinee registrou uma forte queda de 6,4%, puxada pela retração de -9,4% do segmento eletrônico e -0,6%, do elétrico.

Este desempenho mostra a dificuldade das indústrias do setor em recuperar sua capacidade de produção dos últimos anos em função da perda de competitividade.

Os problemas crônicos que a economia brasileira tem apresentado - provocados pela valorização cambial, excessiva carga tributária e, como fato novo, pela tendência de maior intervenção na economia por parte do governo - roubaram o ânimo de empresários e cidadãos para investir e consumir.

Pelos resultados da pesquisa do IBGE, apenas alguns setores contribuíram para o crescimento da indústria, como é o caso dos veículos automotores, que avançou 7,2%, e mantém sua atividade atrelada à concessão de benefícios fiscais oferecidos pelo governo, exercendo a maior influência positiva na formação da média da indústria.

Também tiveram bons desempenhos os setores que compõem a cadeia do agronegócio, como a produção de álcool (7,3%), máquinas e equipamentos, sobretudo agrícolas (6,1%), e outros produtos químicos (2,3%), no qual se registra a produção de fertilizantes e defensivos agrícolas.

Porém, isso ainda é pouco e o sinal de alerta deve estar ainda mais aceso por conta da forte queda de 3,5% da produção na passagem de novembro para dezembro de 2013, pior resultado mensal desde dezembro de 2008 (-12,2%) - ano em que houve o colapso provocado pela crise das subprime.

No caso do setor eletroeletrônico, a queda foi alarmante: -24,1% no mês de dezembro em relação a novembro.

Desta forma, as perspectivas são sombrias para 2014. Espera-se mais um ano difícil para a indústria, com baixo crescimento, diante de juros ainda em expansão, crédito escasso e impacto sobre os custos industriais por conta da desvalorização cambial. Existe ainda a ameaça de piora do mercado de trabalho, o que já vem sendo percebido no emprego industrial.

Para o setor elétrico e eletrônico, acreditamos que o ritmo imposto às concessões públicas e as encomendas produzidas pelos leilões do setor elétrico representam as únicas possibilidades de algum avanço da produção.

Departamento de Responsabilidade Socioambiental da Abinee amplia ações - 06/02/2014
Na busca da melhoria contínua e excelência de atuação, frente à evolução das discussões principalmente da Logística Reversa de Equipamentos Eletroeletrônicos, se faz necessário um olhar mais apurado nas questões econômicas e de garantia da competitividade do setor eletroeletrônico. Com esta visão, a partir deste ano, o Departamento de Responsabilidade Socioambiental passa a se chamar Departamento de Sustentabilidade - DES.

Como parte desta nova forma de atuação e olhar mais amplo para os pilares econômicos, ambientais e sociais da Sustentabilidade, foi necessária uma reformulação na missão e objetivos estratégicos do departamento, que continua sendo conduzido por André Saraiva e Jose Mariano Filho, diretor e vice, com o apoio de Ademir Brescansin, gerente da área, e Renata Vinhas, analista de Sustentabilidade.

A atuação formal da Abinee em relação às questões ambientais teve início em 2007, quando foi criada a Área de Meio Ambiente da entidade, que visava a criação de uma cultura de utilização de tecnologias limpas e prevenção à poluição, bem como participação efetiva no então Projeto de Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Com a evolução das atividades e as questões sociais cada vez mais presentes nas mesas de discussão, em 2011, foi criado e estruturado o Departamento de Responsabilidade Socioambiental com uma gerência dedicada aos temas ambientais e sociais, que hoje recebe o nome de Departamento de Sustentabilidade

Curso DRAWBACK - Como Operacionalizar - 06/02/2014
A Abinee, por intermédio de seu Departamento de Relações Internacionais (DRI), promove, no dia 3 de abril, o curso “DRAWBACK - Como Operacionalizar”. O objetivo do evento, destinado aos profissionais de comércio exterior, exportadores, importadores, gerentes, supervisores, analistas e técnicos diretamente envolvidos com o tema, é transmitir aos participantes os conhecimentos, lógica e dinâmica do Regime Aduaneiro Especial de Drawback.

Inscrições abertas para associadas e não associadas da Abinee. Associadas de entidades pagarão o mesmo valor das associadas Abinee. Na ficha de inscrição, as empresas associadas de outras entidades parceiras deverão selecionar a opção “Sócia” no campo correspondente.

O curso, que será ministrado pelo consultor de comércio exterior, Milton Gato, acontecerá na ABINEE II - Av. Paulista 1439 - 6º andar - São Paulo, das 09h às 17h.

Empresas deixam de produzir localmente por dificuldade para competir - 04/02/2014
Sondagem realizada pela Abinee aponta que 49% das empresas do setor eletroeletrônico deixaram de fabricar algum produto nos últimos três anos, em decorrência da falta de competitividade.

Segundo o levantamento, algumas empresas afirmaram que já deixaram de fabricar localmente algumas linhas e poderão desistir de outras, caso não sejam implementadas medidas de incentivo à produção local.

Por questão de sobrevivência no mercado, diversos fabricantes estão optando por trazer seus produtos de outros países.

O resultado disso é que 23% do faturamento do setor eletroeletrônico, que atingiu R$ 156,6 bilhões, em 2013, é composto por bens importados. Os produtos fabricados no país estão com suas vendas no mesmo patamar ou abaixo do que ocorria há 10 anos.

Para o presidente da Abinee, Humberto Barbato, a pesquisa comprova a baixa capacidade de competição das indústrias instaladas no Brasil, diante de entraves como a logística precária e alto custo de mão de obra. Na avaliação das empresas pesquisadas, medidas como a desoneração da folha de pagamento contribuem para dar um fôlego à sua produção, evitando, assim, um mal maior.

Barbato afirma que desoneração da folha deve ser mantida - 30/01/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, participou nesta quarta-feira (29), em Brasília, de reunião da Comissão Tripartite de Acompanhamento e Avaliação da Desoneração da Folha de Pagamentos - CTDF.

Durante o encontro, coordenado pelo secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, foi feita uma avaliação sobre a aplicação da desoneração.

Ao final da reunião, em entrevista a jornalistas, o presidente da Abinee afirmou que, em sondagens realizadas junto às empresas do setor eletroeletrônico contempladas pela medida, todas afirmaram que o programa de desoneração deve ser mantido. "Este ano, vamos sentir muito mais os efeitos benéficos na indústria", completou.

Barbato acrescentou que os efeitos da desoneração não se aplicam somente na geração de empregos, mas, também, na manutenção dos existentes, principalmente, em períodos de baixo desempenho econômico, como no ano passado. "Mesmo com a desaceleração da atividade econômica, o nosso setor não precisou realizar demissões", disse.

Antes da reunião da comissão tripartite, também em conversa com jornalistas, o ministro Guido Mantega não confirmou a informação de que o governo estaria preparando a exclusão, em 31 de dezembro próximo, de alguns setores dos benefícios da desoneração.

Segundo ele, não há essa perspectiva, pois todas as áreas contempladas estão aproveitando bem a medida.

Existem hoje, no Brasil, 56 setores e segmentos beneficiados pela desoneração da folha de pagamento adotada pelo governo.

Certificação voluntária de instalações elétricas de baixa tensão - 30/01/2014
Foi publicada no Diário Oficial da União, desta quinta-feira, 30 de janeiro, a Portaria 51 do Inmetro, que institui, no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade - SBAC, a certificação voluntária para instalações elétricas de baixa tensão.

Os requisitos estabelecidos pela citada Portaria se aplicam às instalações de edificações novas e a reformas em edificações existentes, qualquer que seja seu uso (residencial, comercial, público, industrial, de serviços, agropecuário, hortigranjeiro, etc.), incluindo as pré-fabricadas. Aplica-se, também, às instalações elétricas em áreas externas às edificações, cobertas ou descobertas; em locais de acampamento (campings), marinas e instalações análogas e instalações de canteiros de obra, feiras, exposições, parques de diversões e outras instalações temporárias.

Leia a Portaria Inmetro nº 51.

Barbato participa de evento sobre Programa Via Rápida Emprego - 23/01/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, participou nesta quinta-feira (23), do lançamento de duas novas iniciativas no âmbito do Programa Via Rápida Emprego, coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SDECTI) do Estado de São Paulo. O objetivo do programa, que oferece cursos profissionalizantes nos 645 municípios do Estado, é capacitar gratuitamente a população que está em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho ou que deseja ter seu próprio negócio.

A primeira novidade, denominada Intermediação de Mão de Obra e de Estágio, pretende oferecer gratuitamente às empresas, aos trabalhadores e aos estudantes a oportunidade de aproximação, por meio eletrônico, entre as vagas de trabalho e estágio que o mercado oferece aos profissionais e estudantes qualificados para ela.

A outra iniciativa visa atender às necessidades geradas pelos eventos esportivos internacionais, e objetiva qualificar profissionais de diferentes áreas de atuação para a Copa do Mundo, oferecendo cursos presenciais voltados para o atendimento ao público e ao turismo nas cidades sede de Centro de Treinamento das Seleções e rotas de Turismo para prepará-los para interação com os turistas estrangeiros. São 80.000 vagas em curso de Idiomas, por meio de Ensino a Distância (EAD), destinado a profissionais de Transportes, Bares e Restaurantes, Hotéis, Turismo e Comércio e Agentes Públicos. O curso gratuito, de 80 horas, em dois módulos, básico e específico, pretende desenvolver as competências básicas para se comunicarem em Espanhol e Inglês.

Para mais informações acesse o site do Programa Via Rápida Emprego.

Santa Maria: Abinee integra discussões sobre tragédia - 23/01/2014
Desde o incêndio da Boate Kiss, em Santa Maria/RS, que completa um ano na próxima segunda-feira (27), a Abinee tem integrado os trabalhos que já vêm sendo desenvolvido no âmbito do seu Grupo Setorial de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio da Abinee (GSDAI), criado em 2005, às ações em andamento após a tragédia.

A entidade contribuiu, por exemplo, com o trabalho da Comissão Externa da Câmara dos Deputados, coordenada pelo Deputado Federal Paulo Pimenta, e que elaborou o projeto de legislação de prevenção a incêndios, que agora aguarda apreciação do Congresso Federal. O GSDAI contribuiu, também, para a elaboração da ABNT NBR 17240:2010 - Sistemas de detecção e alarme de incêndio - Projeto, instalação, comissionamento e manutenção de sistemas de detecção e alarme de incêndio - Requisitos.

Ao mesmo tempo, a Abinee promove o debate sobre a prevenção e detecção, ampliando a conscientização de todos envolvidos. Neste sentido, no âmbito da ISC Brasil - Feira e Conferência Internacional de Segurança - a Abinee realizou, em abril do ano passado, o I Fórum Nacional de Detecção e Combate a Incêndios, e promoverá a sua segunda edição, dentro da ISC 2014, entre os dias 19 e 21 de março.

Outro evento importante, foi o Seminário Internacional de Detecção e Combate a Incêndio - Proteção à Vida: atualidade e futuro, realizado em dezembro do ano passado. Organizado pelo GSDAI, o evento teve o objetivo de reunir todos os atores envolvidos para discutir os desafios e ameaças sobre o tema, ouvir a experiência dos EUA na implementação de programa para a redução de incêndios e mortes decorrentes. Discutiu-se, também, a necessidade de implementação de normas, regulamentos e instruções técnicas direcionadas à segurança de incêndio no Brasil.

O GS da Abinee reúne fabricantes e integradores e tem por objetivo desenvolver e aprimorar esse mercado, trazendo as mais recentes tecnologias ao país, bem como trabalhar no sentido de melhorar os padrões de segurança para proprietários e usuários de edificações, diminuindo o risco para empresas seguradoras, protegendo bens e, principalmente, pessoas, mostrando o potencial de crescimento e o aumento da importância da indústria de segurança contra incêndio.

Área de GTD espera crescimento de 5% - 23/01/2014
Segundo o diretor da área de GTD da Abinee, Newton Duarte, o segmento espera crescimento de 5% com projeção de R$ 16, 7 bilhões em faturamento. No âmbito da distribuição, ele ressalta, constatam-se baixos níveis de investimentos na ampliação de subestações e redes de subtransmissão. Entretanto, detectam-se alguns poucos projetos de implantação de sistemas de smart grid.

Na área de transmissão, vislumbram-se importantes projetos de reforços dos atuais sistemas de conexão regionais, além da interligação dos grandes sistemas de geração, à exemplo de Belo Monte. “Neste particular, a indústria deverá experimentar o início da implantação de um sistema de corrente contínua em alta tensão, de 800kV, ainda inédito no país, que deverá proporcionar investimentos na indústria produtiva, como transformadores e equipamentos associados, trazendo uma evolução na nossa capacidade técnica e industrial no país”, destaca.

Duarte informa, também, que investimentos no Pré-Sal e refinarias do Comperj e Abreu e Lima, atualmente em construção, deverão proporcionar importantes perspectivas no âmbito GTD para as empresas associadas da Abinee. Ele ressalta, ainda, que a indústria de GTD instalada no país está plenamente apta e preparada para fornecer todos os componentes necessários para instalação da co-geração de energia de biomassa de cana, que seriam proporcionadas com o incremento da produção de etanol, além do potencial da modernização das usinas existentes, com a consequente co-geração incremental.

Margem de preferência para computadores e impressoras - 21/01/2014
Foi publicado, no Diário Oficial da União, da segunda-feira (20), o Decreto Nº 8.184, de 17 de Janeiro, que estabelece a aplicação de margem de preferência em licitações realizadas no âmbito da administração pública federal para a aquisição de impressoras (classificadas no Código TIPI/NCM na posição 8443.3) e de computadores (classificados na posição 8471), para fins do disposto no art. 3º da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993.

Segundo o Decreto, que atende a pleitos da Abinee, será aplicada a margem de preferência normal, de 10%, para os produtos manufaturados nacionais, que atendam ao Processo Produtivo Básico aprovado nos termos do Decreto-Lei nº 288, de 28 de fevereiro de 1967, e da Lei nº 8.248, de 23 de outubro de 1991.

Poderá ser aplicada, ainda, margem de preferência adicional, também de 10%, para aquisição de equipamentos com tecnologia desenvolvida no país, conforme Portaria Interministerial MDIC/MCTI nº 383, de 26 de abril de 2013.

Veja a íntegra do Decreto Nº 8.184

Barbato faz visita ao CPqD, em Campinas - 21/01/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, acompanhado da assessora de Telecomunicações da entidade, Vera Lúcia de Oliveira, visitou, em 17 de janeiro, o CPqD - Centro de Pesquisa e Desenvolvimento -, em Campinas.

Barbato foi recebido pelo presidente Hélio Graciosa, acompanhado de Carlos Eduardo Salla e Júlio Martorano, diretores, respectivamente, de Fomento Empresarial e de Projetos Especiais da instituição.

Na oportunidade, foi apresentada a estrutura do CPqD, associada aos resultados alcançados ao longo dos anos, com a criação de empresas, Institutos de Pesquisa entre outras iniciativas, após o grande desafio que foi sua transformação em Fundação, e a privatização do Setor de Telecomunicações do país, no governo FHC.

Em seguida, os visitantes foram conduzidos ao Laboratório de Comunicações Ópticas da instituição. Na sequência, conheceram o laboratório da Padtec, empresa associada da Abinee. O presidente da Padtec, Jorge Salomão Pereira, e o diretor Roberto Yoshihiro Nakamura, apresentaram as atividades da empresa no fornecimento de dispositivos e sistemas de comunicações ópticas de elevada complexidade e desempenho.

Humberto Barbato e Vera Lúcia conheceram, também, a empresa Já!, criada pelo CPqD e que investe seus esforços na captura de oportunidades para inserir tecnologias de ruptura ou inovações incrementais no mercado.

Segundo o presidente da Abinee, a visita ao CPqD, um centro de excelência em nível internacional, propiciou a oportunidade de conversar sobre as possibilidades de cooperação crescente entre as duas entidades. “É um orgulho termos no país um Instituto de Pesquisa do porte do CPqD, com um corpo de cientistas tão qualificado, composto por cabeças das diferentes regiões do país, que desenvolve um trabalho reconhecido em diversas partes do mundo, e que não perde em nada aos melhores Centros de Pesquisa internacionais”, disse Barbato.

Ele acrescentou que, através do desenvolvimento de diversos produtos e criação de empresas vitoriosas como a Padtec, entre outras, o CPqD demonstra, na prática, que é possível fazer no Brasil pesquisa aplicada totalmente integrada com as necessidades e os desafios que a indústria tem a superar, em áreas tão ágeis e inovadoras como a de telecomunicações. “Oxalá nossos empresários saibam utilizar e usufruir de entidade tão rica em conhecimento como o CPqD”, completou o presidente da Abinee.

Abinee cria condição especial de participação para empresa-convidada - 21/01/2014
Como forma de atender às constantes mudanças de um setor dinâmico como o eletroeletrônico, bem como para ampliar sua representatividade, a Abinee está abrindo o conceito de empresa-convidada.

Esta iniciativa possibilita que empresas que, por seu objeto social, não reúnam condições de se associar à entidade, participem das discussões e ações de interesse comum do setor eletroeletrônico.

A participação da empresa-convidada dependerá de prévio convite formulado pelo Conselho de Administração, Diretoria Plena, Diretorias de Áreas, Diretorias Regionais ou Grupos Setoriais, e mediante aprovação do Presidente.

O período de participação será de 12 (doze) meses, podendo ser renovado, e é condicionado, ainda, ao pagamento de contribuição mensal, calculada de acordo com o seguinte critério:

a) Empresas com até 100 empregados: R$ 500,00;

b) Empresas com 101 a 1.000 empregados: R$ 1.000,00;

c) Empresas com mais de 1.001 empregados: R$ 2.000,00.

Detalhes sobre as condições de participação como empresa-convidada, pelo e-mail zecarlos@abinee.org.br ou werner@abinee.org.br.

Inova Energia: associadas da Abinee são contempladas - 16/01/2014
Foi divulgada a lista de empresas que tiveram seus Planos de Negócios aprovados no edital Inova Energia, programa coordenado pela FINEP, BNDES e ANEEL. Das 58 contempladas, 27 são associadas à Abinee, representando cerca de 47% do total.

São elas: Acumuladores Moura; Adelco; Cas Tecnologia; Clamper; CP Eletrônica; Ducha Corona; Elo Sistemas Eletrônicos; Exatron; GE; Hércules Motores; IMS; Intelbras; Itron; Johnson Controls; Landis+Gyr; Nansen; Orteng; PHB Eletrônica; PLP; PST Eletrônica; Robert Bosch; Schneider; Tecnometal; Treetech; Tron; Weg; e Whirlpool.

Lançado em abril do ano passado durante o Abinee Tec pelo presidente do BNDES, Luciano Coutinho, pelo superintendente da ANEEL, Máximo Pompermayer e pelo o presidente da FINEP, Glauco Arbix, o Inova Energia é parte integrante do Plano Inova Empresa, já em execução sob a liderança do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), que prevê aporte de R$ 32,9 bilhões de crédito para promover a inovação tecnológica em diversos campos estratégicos.

O Inova Energia dispõe de recursos da ordem de R$ 3 bilhões, sendo 600 milhões da ANEEL, 1,2 bilhão do BNDES e 1,2 bilhão da FINEP. A iniciativa conta com três linhas temáticas: redes inteligentes (smartgrids) e transmissão de energia em ultra alta tensão; geração de energias alternativas, como a fotovoltaica e eólica; veículos híbridos e eficiência energética veicular.

Área de Telecomunicações vê perspectivas interessantes para 2014 - 16/01/2014
Para o diretor da área de Telecomunicações da Abinee, Paulo Castelo Branco, a crise econômica que atinge o mundo há cinco anos chegou ao Brasil mais tarde e atenuada. Entretanto, na visão de Castelo Branco, o modelo de crescimento baseado no consumo parece estar esgotado e o país começa a sentir os efeitos do aumento da inflação e da inadimplência nos pagamentos. “Apesar das medidas tomadas pelo governo federal como as desonerações de impostos para certos segmentos, até agora, não é possível concluir que a economia voltará a crescer de forma vigorosa no próximo ano”, declara.

Por outro lado, para 2014, o diretor da Abinee vislumbra perspectivas interessantes na área de telecomunicações, como a regulamentação de Femtocélulas para melhoria da cobertura do sinal de redes celulares, a atribuição de parte da faixa de 700 MHz para a tecnologia 4G, a forte demanda por smartphones (que são forte geradores de tráfego de dados), bem como a desoneração de investimentos em infraestrutura para o Plano Nacional de Banda Larga resultarão em aumento de volume de negócios.

A área projeta crescimento de 18% no faturamento atingindo R$ 31,3 bilhões. Assim, do ponto de vista do mercado interno, Castelo Branco afirma que indicadores apontam para um crescimento do nível de negócios. “Preocupa, no entanto, a sustentabilidade do modelo de negócios em telecomunicações, a cadeia de fornecimento de serviços apresenta desequilíbrio entre a saúde dos negócios dos provedores de conteúdo (os chamados “over the top”), das operadoras e, principalmente, dos fornecedores de tecnologia”.

Ele enfatiza que do ponto de vista da competição internacional, a indústria brasileira continua a apresentar baixa competitividade devido aos fatores de sempre: alta carga tributária, altos custos logísticos e alto custo de mão de obra.

BNDS prorroga PSI e Finame Componentes - 16/01/2014
O BNDES prorrogou para dezembro de 2014 o PSI - Programa de Sustentação do Investimento -, linha que financia a produção e a aquisição de máquinas e equipamentos novos.

As condições do programa foram alteradas. O Custo da Operação para Máquinas e Equipamentos ficou a uma taxa fixa de 4,5% ao ano (para micro, pequenas e médias empresas) e 6,0% ao ano (para médias-grandes e grandes empresas). Para bens de Bens de Informática e Automação, a taxa final para o tomador do empréstimo é de 4,0% ao ano.

Também foi prorrogado, para 31 de dezembro de 2014, o Finame Componentes, linha de financiamento para a aquisição de peças, partes e componentes, inclusive eletrônicos, de fabricação nacional.

Novo acesso Consulta PAC

Com o objetivo de possibilitar acesso a informações sobre as operações indiretas com o apoio do BNDES FINAME/PSI, foi criado no site do BNDES um link que permite aos beneficiários e fabricantes/fornecedores o acompanhamento do status de suas próprias operações.

Barbato participa com Ministro Pimentel de missão brasileira ao Paraguai - 14/01/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, participou, na segunda-feira (13), de missão do governo brasileiro ao Paraguai ao lado do Ministro Fernando Pimentel, do MIDC, e dos presidentes do Inmetro, João Jornada e ABNT, Pedro Buzatto Costa.

Durante encontro com o Ministro paraguaio da Indústria e Comércio, Gustavo Leite, Pimentel destacou que o objetivo da visita se integra à intenção do governo brasileiro em apoiar o desenvolvimento do país vizinho.

Na oportunidade, foi firmado acordo de apoio mútuo entre Inmetro e Instituto Nacional de Tecnologia e Normalização (INTN) na área de metrologia, ocasião em que João Jornada se colocou à disposição para colaborar com o Paraguai na implementação do padrão paraguaio de plugues e tomadas, aos moldes do Brasil.

Durante a viagem, o presidente da Abinee teve a oportunidade de apresentar ao ministro Fernando Pimentel duas propostas a serem levadas ao governo paraguaio. A primeira delas é a criação de um programa similar ao Luz para Todos no Paraguai, uma vez que, hoje, já existe a possibilidade técnica para implementação de tal projeto, por conta da Linha de transmissão Itaipu/Assunção, recentemente inaugurada.

Barbato propôs, também, a criação de um laboratório de ensaio de alta tensão para equipamentos elétricos, do lado paraguaio de Itaipu, utilizando recursos do Fundo para a Convergência Estrutural e Fortalecimento Institucional do Mercosul (FOCEM).

Em paralelo aos assuntos da cooperação Brasil-Paraguai, Barbato conversou com o Ministro Pimentel sobre a prorrogação da Lei de Informática. 

Área de Informática prevê queda de 1% - 13/01/2014
Para 2014, mesmo com o crescimento das vendas de tablets previsto (crescimento de 36% representando o montante de 10,7 milhões de unidades), a área de Informática deverá faturar 1% a menos do que 2013 - R$ 46,3 bilhões. Segundo o diretor da área de Informática da Abinee, Hugo Valério, a maior parte dos tablets que deverão ser comercializados são os considerados low ends, de menor custo, o que impacta no faturamento. Ele destacou que o desempenho da área de informática permanece afetado pela mão obra cara, altos encargos, pesada carga tributária e baixa qualidade de serviços. "Um grande inibidor do crescimento é a carga tributária do país e sua complexidade, exigindo das empresas o direcionamento de recursos humanos e financeiros para cumprimento das obrigações tributárias e acessórias, que tornam nossa contabilidade extremamente complexa".

Segundo Valério, outro grande inibidor do investimento é a mudança constante de regras do jogo, pois as empresas fazem seus investimentos baseados em premissas do cenário econômico, imaginando que as regras permanecerão vigentes até o término do campeonato. Ele cita como exemplo as alterações constantes como as que têm ocorrido nos Processos Produtivos Básicos exigidos pela Lei de informática, inviabilizando investimentos em Tecnologia de Informação e Telecomunicações. "Como resultado, observamos uma forte desindustrialização interna nos setores citados, e grande geração empregos na Ásia em detrimento do trabalhador brasileiro. Produtos de baixo valor destas áreas deixaram de ser fabricados no país e passaram a ser importados, como resultado da falta de competitividade que tais ações promovem", ressalta.

A mesma preocupação tem o diretor da área de Serviço de Manufatura em Eletrônica, Jorge Funaro, que, para 2014, espera um crescimento moderado e uma diminuição nas exportações na área de informática e telecomunicações. "A desvalorização cambial ocorrida nos últimos meses, embora positiva, não conseguiu alcançar as exportações por conta de um problema ainda mais sério de perda da competitividade da indústria brasileira", relata.

Para ele, o maior objetivo é trabalhar fortemente junto ao Poder Executivo e ao Congresso Nacional pela prorrogação da Lei de Informática, de forma que permaneça o equilíbrio entre as empresas instaladas na Zona Franca de Manaus e nos demais estados do país, bem como pelo término da guerra fiscal entre os Estados. "Esses dois pontos serão fundamentais para que as empresas tenham uma maior segurança jurídica e possam ampliar os investimentos no país", finaliza.

9ª Feira e Conferência Internacional de Segurança - ISC - 10/01/2014
Entre os dias 19 e 21 de março de 2014, acontecerá a 9ª edição da ISC, uma das maiores feiras mundiais do ramo de segurança, no Pavilhão Verde da Expo Center Norte, em São Paulo.

No evento, que tem apoio da Abinee, serão apresentadas soluções integradas, equipamentos e serviços para todas as necessidades de segurança, atendendo diversos segmentos da economia : Portos e Aeroportos, Mineração, Químicas e Petroquímicas, I.T.S (Intelligent Traffic Solutions), Segurança Urbana, Segurança Privada (Transporte de Valores, Serviços, etc), Distribuição de Energia, Correios, Bancos, Soluções Multilocais/Transações Financeiras(Comércio Varejista), Integração com TI, Controle de Processos Industriais, Construção Civil e outros.

eSocial entra em vigor este ano - 09/01/2014
Entra em vigor, em 2014, o eSocial, sistema de escrituração digital da folha de pagamentos e das obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais relativas a todo e qualquer vínculo trabalhista contratado no Brasil. Integrante do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), o módulo, também conhecido como folha de pagamento digital, tem o objetivo de avançar na informatização da relação entre o fisco e os contribuintes.

O projeto atende às necessidades da Secretaria da Receita Federal do Brasil, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), da Caixa Econômica Federal (CEF), do Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), bem como da Justiça do Trabalho, em especial no tratamento das Ações Reclamatórias Trabalhistas, abrangendo, dessa forma, todas as informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas prestadas a esses órgãos.

O governo espera reduzir a burocracia para as empresas e, ao mesmo tempo, facilitar a fiscalização das obrigações fiscais, tributárias, previdenciárias e trabalhistas. Com o eSocial, não será preciso, por exemplo, realizar múltiplos envios de informações ao INSS, ao Ministério do Trabalho ou ao Fisco, por exemplo. Nove obrigações feitas mensalmente e anualmente pelas empresas para diversos órgãos (como o Caged, a Rais, a Dirf e a Gfip) serão substituídas por um único envio, por meio eletrônico e com layouts padronizados, diretamente para o sistema.

O novo procedimento vai envolver diversas atividades como o cadastramento de trabalhadores, eventos trabalhistas diversos - admissão, demissão, afastamento, aviso prévio, férias, comunicação de acidente de trabalho, mudança de salário, obrigações de medicina do trabalho, folha de pagamento, ações judiciais trabalhistas, retenções de contribuições previdenciárias -, imposto de renda retido na fonte e informações sobre o FGTS.

O início da obrigatoriedade da utilização do eSocial será conforme o seguinte cronograma:

A transmissão dos eventos iniciais e tabelas deverá ocorrer:

- até 30/06/2014 para as empresas tributadas pelo Lucro Real;

- até 30/11/2014 para as empresas tributadas pelo Lucro Presumido, Entidades Imunes e Isentas e optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - Simples Nacional, Micro Empreendedor Individual (MEI), contribuinte individual equiparado à empresa e outros equiparados a empresa ou a empregador; e

- até 31/01/2015 para os órgãos da administração direta da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, bem como suas autarquias e fundações.


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José Carlos de Oliveira

Comunicação e Marketing

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