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Sondagem: Negócios melhoram em setembro, mas abaixo do esperado – 21/10/2014
Sondagem realizada pela Abinee mostrou, no mês de setembro, resultados melhores do que os apontados nos últimos três meses. Porém, as indicações são de que os negócios do setor não retomaram níveis significativos de crescimento. Além das preocupações com a situação econômica, a expectativa em torno do resultado das eleição presidencial do país não anima os investimentos produtivos e, por consequência, retraem as encomendas de bens do setor.

Vendas de bens de consumo eletroeletrônicos no Natal serão menores que 2013 -07/10/2014
Levantamento realizado pela Abinee aponta que 38% das empresas do segmento de bens de consumo eletroeletrônicos esperam queda nas vendas de Natal comparadas com igual período do ano passado. Para 35%, a perspectiva é de estabilidade, enquanto 27% indicam crescimento.

Para a indústria elétrica e eletrônica como um todo, as expectativas também não são otimistas para 2014. Segundo a pesquisa da Abinee, 57% das empresas esperam queda ou estabilidade em relação a 2013, enquanto 43% preveem crescimento. Este foi o menor percentual apontado desde o início desta pergunta na Sondagem Abinee, em outubro de 2013.

Câmara atende a pleitos da Abinee e aprova MP que incentiva indústria - 15/10/14
A Câmara dos Deputados aprovou na noite de terça-feira (14/10), o relatório da comissão mista sobre a Medida Provisória 651/14, que traz várias medidas para incentivar a economia. A proposta segue para o Senado e precisa ser votada até o dia 6 de novembro ou perderá o prazo de vigência.

Segundo o presidente da Abinee, Humberto Barbato, a aprovação contou com forte atuação da entidade junto a parlamentares. “A MP atende a vários de nossos pleitos que, certamente, contribuirão para a atividade das nossas associadas”, diz.

Entre as principais medidas estão a manutenção e a ampliação da desoneração da folha e do Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras (Reintegra). Esses sistemas passarão a funcionar por tempo indeterminado.

O Reintegra devolve ao exportador, na forma de crédito, parte do PIS/Pasep e da Cofins que não foram retirados ao longo do processo produtivo dentro do Brasil. A intenção é corrigir distorções que podem influenciar no preço do produto a ser exportado.

No texto aprovado, foi alterada a proposta original de autorizar o Executivo a conceder créditos entre 0,1%, e 3%, ampliando para até 5% pelos parlamentares. O valor a ser devolvido para cada cadeia será determinado pelo Executivo, e a empresa poderá converter os créditos em dinheiro ou compensá-los no pagamento de outros tributos. O Ministério da Fazenda já definiu que, a partir deste mês de outubro, o percentual será de 3%.

O outro regime que será permanente é o da desoneração da folha, em que alguns setores substituem a contribuição para a seguridade social baseada na folha de pagamentos por uma parcela da receita bruta.

Novos setores foram incluídos pelo relator: empresas de transporte rodoviário de passageiros sob regime de fretamento; empresas de engenharia e arquitetura; drogarias e farmácias de manipulação; e empresas de Tecnologia da Informação (TI) que façam processamento de dados de gestão e gerenciamento de processos de clientes combinando mão de obra e computadores. As concessionárias de serviços públicos serão beneficiadas porque poderão retirar da base de cálculo do imposto o investimento em infraestrutura.

“É importante ressaltar que, atualmente, a desoneração da folha contempla 40% dos produtos do setor eletroeletrônico. O benefício é utilizado, em média, por 90% do setor elétrico e 10% do setor eletroeletrônico”, diz Humberto Barbato.

O texto aprovado, além de ampliar incentivos tributários, renegocia dívidas de empresas; altera a tributação do mercado de ações para incentivar a abertura de capital de empresas de pequeno porte; e, a pedido de prefeitos, amplia até 2018 o prazo para que as cidades acabem com os lixões.

O presidente da Abinee destaca, ainda, que a entidade continuará seu trabalho, agora, junto ao Senado, para que as medidas sejam integralmente aprovadas, como forma de dar mais competitividade às indústrias do setor eletroeletrônico.

Medida Provisória oficializa prorrogação da Lei do Bem - 09/10/2014
Foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (08), a Medida Provisória Nº 656/2014, que, entre outros temas, prorroga, em seu Artigo 5º, a Lei do Bem até 31 de dezembro de 2018.

Segundo o presidente da Abinee, Humberto Barbato, a formalização da prorrogação é de extrema importância para dar previsibilidade e segurança para as empresas em suas decisões de investimentos.

Em agosto, o Ministro Guido Mantega, da Fazenda, em audiência ao presidente Humberto Barbato, confirmou a prorrogação. Desta feita, ao invés de ser prorrogada através da MP 651, foi utilizada uma nova MP, a 656, hoje publicada.

A medida, que expiraria no final deste ano, isenta de PIS/Cofins os produtos relacionados na Lei nº 11.196/2005.

Conheça a Medida Provisória Nº 656/2014

Abinee debate certificação de equipamentos contra incêndio - 09/10/2014
O Grupo Setorial de Sistemas de detecção e alarme de incêndio da Abinee realizou, nesta quinta-feira (9), seminário sobre o processo de certificação de equipamentos para sistema de detecção e alarme de incêndio. O evento contou com a participação do gerente de avaliação da conformidade do Inmetro, Gustavo Kuster, que apresentou o processo do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade.

Segundo Kuster, é importante distinguir a diferença entre regulação e avaliação da conformidade. “Regulação é qualquer intervenção do Estado na sociedade com a intenção específica de alterar o comportamento econômico de agentes privados. Avaliação da conformidade é um processo sistematizado, com regras pré-estabelecidas, devidamente acompanhado e avaliado, de forma a propiciar adequado grau de confiança de um produto, processo ou serviço. Este processo atende a requisitos pré-estabelecidos por normas regulamentadas, com o menor custo possível para a sociedade”, disse.

De acordo com Gustavo Kuster, o ponto crucial para um programa de regulamentação é a identificação de um problema existente em determinado mercado, como, por exemplo o impacto na saúde e segurança. “A criação de uma certificação não se baseia em opinião, mas sim, em dados comprovados, por exemplo, por meio de pesquisas em laboratório”, disse. Segundo ele, uma boa regulamentação visa propiciar concorrência justa, estimular a melhoria contínua da qualidade, informar e proteger o consumidor, fortalecer o mercado interno e facilitar o comércio exterior, possibilitando o incremento das exportações.

Durante a reunião, o gerente do Inmetro destacou o pleito apresentado pela Abinee para regulamentação dos equipamentos para detecção e alarme de incêndio: Acionadores manuais de alarme contra incêndio; Centrais de alarme; Detectores de fumaça; Detectores de temperatura contra incêndio e Indicadores. Após análise técnica, feita pelo Inmetro, do tipo de mecanismo que seria utilizado para fazer a regulamentação, foram solicitados dados e evidências das consequências que poderiam ter em um uma eventual falha desses produtos. A Abinee vai avaliar as ponderações para dar seguimento ao pleito.

O seminário foi coordenado por Roberto Barbieri, assessor de coordenação e Geraldo Nawa, analista sênior, da Abinee. Também contou com a participação do Capitão Lima de Freitas, do Departamento de Prevenção do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo e do Engenheiro Antonio Fernando Berto, do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas).

Presidente da Abinee na abertura do Futurecom - 09/10/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, irá compor a Mesa da Cerimônia Solene de Abertura do Futurecom 2014, no dia 13 de outubro, às 19h00, em São Paulo. Com o apoio institucional da Abinee, o evento, considerado o maior de TIC na América Latina, será realizado no Transamérica Expo, em São Paulo (SP).

O objetivo do Futurecom é unir as forças do Mercado e oferecer às Empresas e Profissionais participantes um ambiente estimulante para o desenvolvimento de Negócios e Networking.

Vendas de Tablets crescem 17% até agosto - 07/10/2014
As vendas de tablets somaram 5,4 milhões de unidades de janeiro a agosto de 2014. Segundo dados da IDC, organizados pela Abinee, este resultado foi 17% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

Por sua vez, a comercialização de desktops ficou 32% abaixo das vendas de janeiro a agosto de 2013 (2,6 milhões de unidades), enquanto as vendas de notebooks sofreram retração de 25% (4 milhões de unidades).

Com isso, o total do mercado de PCs atingiu 12 milhões de unidades no acumulado do ano, 13% a menos do que o registrado entre janeiro e agosto de 2013. Ao final de agosto de 2014, os tablets representavam 46% do mercado total.

Smartphones puxam expansão do mercado de celulares - 07/10/2014
Dados da IDC, organizados pela Abinee, apontam que o mercado de celulares atingiu 46,3 milhões de unidades de janeiro a agosto de 2014, 6% superior ao desempenho registrado nos oito primeiros meses de 2013. O resultado foi puxado pelas vendas de smartphones, que chegaram a 33,4 milhões de unidades e já representam 77,6% do total comercializado.

Já os celulares tradicionais, atingiram 13 milhões de unidades no acumulado do ano, uma queda de 43% em relação ao mesmo período do ano passado.

Produção do setor eletroeletrônico recua 8,9% em agosto - 06/10/2014
Dados do IBGE, agregados pela Abinee, apontam que a produção física do setor eletroeletrônico, em agosto de 2014, apresentou queda de 8,9% em relação ao mesmo mês do ano passado. A porcentagem é ainda maior do que a verificada no mês de julho de 2014 (-4,8%).

Ainda em relação ao mês de agosto, a Abinee observou queda na produção da indústria eletrônica (-8,4%), que vinha apresentando crescimentos significativos nos últimos meses, em função da fabricação de aparelhos de recepção, reprodução, gravação e amplificação de áudio e vídeo.

Por sua vez, a indústria elétrica mostrou queda de produção de 9,4%, em agosto de 2014, na comparação com agosto de 2013.

A fabricação dos produtos elétricos e eletrônicos no período de janeiro a agosto de 2014 caiu 1,6% em relação a igual período de 2013. A produção de eletrônicos cresceu 5,5%, enquanto que a produção de elétricos caiu 8,1%.

Emprego no setor eletroeletrônico cai pelo quarto mês consecutivo - 03/10/2014
O setor eletroeletrônico registrou queda no nível de contratações pelo quarto mês consecutivo. Segundo dados da Abinee, no mês de agosto, as indústrias do setor demitiram 1.090 trabalhadores. Em julho, foram fechadas 1.140 vagas.

Com este desempenho, foram fechados 1.520 postos de trabalho até agosto deste ano.

O levantamento da Abinee indica, também, que o setor encerrou o mês de agosto com um total de 176.340 empregados diretos, 0,85% inferior ao número registrado em dezembro de 2013 (177.860). Em relação a junho de 2013, quando o setor empregava 177.4300, a queda foi de 0,61%.

Estímulo ao comércio internacional é fundamental, diz Abinee - 03/10/14
Nesta semana, o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou uma série de medidas para aumentar a competitividade das empresas exportadoras. Segundo o presidente da Abinee, Humberto Barbato, ao lado da desoneração dos investimentos produtivos, o estimulo ao comércio internacional é fundamental como alavanca para o crescimento. “Neste sentido, os mecanismos são de extrema importância para o apoio às nossas exportações”, afirma o presidente da Abinee, Humberto Barbato.

Segundo ele, as medidas contribuem para amenizar os danos causados, entre outros fatores, pelo câmbio valorizado ao longo dos últimos anos, que minou a capacidade competitiva das empresas instaladas no país.

Uma das providências anunciadas foi a definição da alíquota de devolução dos tributos do Reintegra - programa que devolve parte do valor exportado em produtos industrializados por meio de créditos de PIS e Cofins - em 3% a partir já deste mês de outubro. Até este anúncio, a alíquota prevista para este ano era de 0,3%. De acordo com o Decreto nº 8.304/2014, que regulamenta o Reintegra, as alíquotas do poderão ser fixadas entre 0,1% a 3%, mediante decisão do Ministro de Estado da Fazenda.

O ministro informou, também, que o governo vai aumentar em R$ 200 milhões o orçamento do Proex-Equalização, programa de financiamento às exportações. Outra medida foi a ampliação do Drawback (desoneração de impostos na importação) e do Recof (Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado), permitindo que todas as empresas, independente do tamanho, possam usufruir dos mecanismos.

O governo também se comprometeu a implementar um portal único do comércio exterior, simplificando processos que, no final, permitirão reduzir custos e prazos de exportação e importação.A meta final é diminuir o prazo total das operações de exportação de 13 para 8 dias e das importações de 17 para 10 dias.

Para o presidente da Abinee, adicionalmente a este pacote de medidas, é preciso que o país promova ajustes econômicos para corrigir distorções que proporcionam altos custos de produção e retome uma política externa para a realização de acordos comerciais bilaterais e regionais, possibilitando a retomada e ampliação de mercados, algo que foi deixado de lado nos últimos anos.

Barbato participa de reunião da Alainee no Paraguai -26/09/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, participa na próxima quarta-feira (1) e quinta-feira (2), em Assunção, Paraguai, da Assembleia Ordinária da Alainee. Na pauta estão as discussões sobre o status do acordo Mercosul x União Europeia; a situação político-institucional de alguns membros do Mercosul (Bolívia, Paraguai, Venezuela); e propostas de prorrogação dos regimes especiais (Bens de capital, Zonas Francas).

Durante a reunião da Alainee, na qual Barbato estará acompanhado da gerente do Departamento de Relações Internacionais da Abinee, Fernanda Garavello Gonçalves, serão debatidos, também, o aprofundamento de Acordos de Complementação Econômica vigentes (com Chile, Perú, Colômbia, Equador); oportunidades de se avançar em acordos, como Índia, SACU (Southern Africa Customs Union), China e BRICS, além de assuntos relacionados à COPANT - Comissão Panamericana de Normas Técnicas.

Abinee na reunião da COPANT -26/09/2014
Na próxima segunda-feira (29) e terça-feira (30), o gerente do Departamento de Tecnologia e Política Industrial da Abinee, Fabián Yaksic, participa, em Assunção, no Paraguai, das reuniões do Comitê Técnico 151 e do Comitê Técnico 152 da COPANT, este último dedicado à eficiência energética e energias renováveis, e coordenado por Yaksic. No dia 1º de outubro, fará palestra em Seminário organizado pela IEC, sobre os trabalhos do Comitê 152.

STF declara Protocolo ICMS 21 inconstitucional - 23/09/2014
Em sessão realizada no dia 17 de setembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou, por unanimidade, inconstitucional o Protocolo ICMS 21/2011, do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

O Protocolo exigia, nas operações comerciais interestaduais ditas não presenciais (via internet ou telemarketing, por exemplo), que o ICMS fosse repartido entre o estado do vendedor e aquele onde estivesse localizado o comprador. Os ministros entenderam que a norma viola o artigo 155 (parágrafo 2º, inciso VII, alínea b) da Constituição Federal, segundo o qual o recolhimento do ICMS se dará exclusivamente no estado onde se localiza o vendedor, no caso de transações diretas entre o comprador (pessoa física) e o vendedor (pessoa jurídica) localizados em diferentes unidades da federação.

A Corte julgou em conjunto as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 4628 e 4713 - a primeira ajuizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens Serviços e Turismo (CNC), tendo a Abinee como amicus curiae, e a segunda pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A inconstitucionalidade passa a valer a partir da data em que foi concedida a medida cautelar na ADI da CNC.

Em seu voto, o relator das ADIs, o ministro Luiz Fux, frisou existir inconstitucionalidade material, uma vez que o protocolo gera uma forma de autotutela das receitas do imposto, tema que não pode ser tratado por esse tipo de norma. Além disso, o ministro afirmou que, ao determinar que se assegure parte do imposto para o estado de destino, o protocolo instituiu uma modalidade de substituição tributária sem previsão legal.

Abinee encaminha à CNI contribuições para a revisão da NR12 - 23/09/2014
A Abinee encaminhou suas contribuições para a CNI, integrante da Comissão Nacional Tripartite Temática (CNTT) da NR-12, instituída com o objetivo de revisar a norma, que trata da Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos.

Uma das proposições da Abinee diz respeito à alteração do texto do item 12.1.3, como segue:

Atual:

“12.1.3 - As disposições sobre segurança em máquinas e equipamentos contidas nas demais Normas Regulamentadoras se aplicam a todos os setores econômicos.”

Para:

“12.1.3 - As disposições sobre segurança em máquinas e equipamentos contidas nas demais Normas Regulamentadoras se aplicam a todos os setores econômicos. As máquinas, equipamentos e ferramentas classificados como eletrodomésticos, comerciais e similares, conforme regulamento do Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia -, e ferramentas elétricas portáteis e semi-estacionárias, deverão atender as normas técnicas indicadas, não se aplicando o disposto na presente Norma.”

A Abinee propõe, também, inserir as seguintes definições no “Glossário” da NR12:

- Ferramenta elétrica portátil: aquela que não se mantém fixa em um posto de trabalho, guiado à mão, movida por força não humana.

- Ferramenta elétrica semi-estacionária: aquela que pode ser transportável para uso em bancada ou em outra superfície estável em que possa ser fixada.

Aprovada pela Portaria 197, de 17 de dezembro de 2010, a Norma Regulamentadora nº 12 e seus anexos definem referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de projeto e de utilização de máquinas.

Diretor de Sustentabilidade da Abinee participa da IV edição do Siree - 22/09/2014
Com apoio da Abinee, o Porto Digital promoveu, nos dias 18 e 19 deste mês, a quarta edição do Seminário Internacional sobre Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos (Siree), no Recife (PE). O evento, cujo tema central foi “A logística reversa de eletrônicos”, reuniu especialistas nacionais e internacionais para discutir boas práticas de gestão e formas de descarte apropriadas desse tipo de resíduo, o "e-lixo".

Em sua exposição, o diretor da área de Sustentabilidade da Abinee, André Luís Saraiva, falou sobre “Compras Públicas Sustentáveis: a visão da indústria”. Saraiva participou, também, da mesa de encerramento, quando foi apresentado um balanço sobre os quatro anos de vigência da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

Entre os diversos temas debatidos durante o SIREE, Saraiva destacou desafios para a implementação da logística reversa: a primeira é superar o aspecto da periculosidade do equipamento, assim que se torna um resíduo. A segunda questão é a necessidade de se ter um parecer jurídico que diga se há ou não obrigatoriedade de um documento para a renúncia da titularidade do bem descartado.

Abinee integra Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão - 22/09/2014
No último dia 17 de setembro, durante o Congresso Brasileiro de Agricultura de Precisão, realizado em São Pedro, do interior de São Paulo, a Abinee passou a integrar a Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão, na condição de representante dos Fabricantes e Fornecedores de Equipamentos Específicos para Agropecuária de Precisão.

A Comissão tem caráter consultivo e foi criada em 2012 pelo Ministério da Agricultura com o objetivo de servir de canal de comunicação entre o governo e a sociedade nas discussões sobre a agricultura de precisão.

A Abinee será representada por Márcio Albuquerque, diretor da Falker Automação Agrícola. Segundo ele, o segmento de agropecuária de precisão tentava se organizar para levar demandas ao governo há algum tempo, mas os fabricantes de eletrônicos só faziam parte de reuniões, desde 2008, como convidados. “Agora, a Abinee passa a ter assento na Comissão, podendo se posicionar frente ao ministério para representar as empresas que trabalham com tecnologia para o mercado agrícola”, afirma Albuquerque.

Para ele, essa participação torna possível, também, o convite a outras empresas que trabalham no segmento à se associarem à Abinee, ampliando, assim, a representatividade junto à Comissão, que realiza reuniões a cada quatro meses onde se discutem maneiras de tirar do papel as diretrizes e objetivos estabelecidos na Agenda Estratégica para a Agricultura de Precisão, do Ministério da Agricultura. A Abinee, agora, passa a integrar dois grupos de trabalho estabelecidos pela Agenda: o de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação e o de Política de Incentivos.

Balança Comercial: Déficit do setor atinge US$ 23 bilhões até agosto - 18/09/2014
No acumulado de janeiro-agosto de 2014, o déficit da balança comercial de produtos eletroeletrônicos atingiu US$ 23,24 bilhões, 4% abaixo do registrado em janeiro-agosto de 2013 (US$ 24,20 bilhões). Tanto as exportações, que atingiram US$ 4,46 bilhões, como as importações, que chegaram a US$ 27,7 bilhões, vêm apresentando resultados abaixo dos registrados no mesmo período do ano passado, o que demonstra a queda do ritmo da atividade do setor, que vem sendo verificada nestes últimos meses.

Wilson Brumer apresenta na Abinee programa de Aécio Neves - 18/09/2014
Wilson Brumer, ex-secretário de desenvolvimento econômico do Estado de Minas e um dos formuladores do programa do candidato Aécio Neves, esteve na Abinee em 16 de setembro para falar sobre as principais propostas do presidenciável, voltadas para o setor produtivo.

Brumer destacou que o Brasil está cheio de diagnósticos, mas falta ação ou vontade política e executiva para implementar as medidas necessárias. "Hoje, não temos visão sistêmica. O que vemos são ações isoladas, que escolhem campeões”, ressaltou. O resultado disso, afirmou, recorrendo à sua experiência empresarial, é que o país passa por um processo de desindustrialização, que tem corroído cadeias produtivas de diversos setores.

Segundo ele, a primeira meta de um eventual governo de Aécio Neves é elevar a taxa de investimentos para 24% do PIB. "Este valor, próximo ao praticado por países desenvolvidos, permitirá que tenhamos um crescimento sustentado, entre 4% e 5%". Brumer afirmou que os recursos para este incremento devem vir do setor privado. "O papel do governo é cuidar do macro. Cabe a ele mais do que ser investidor, agir como facilitador, articulador e promotor”, salientou.

Neste sentido, defendeu o estabelecimento de um programa sistêmico para a retomada da competitividade. "A frase não é minha, mas não existe empresa competitiva, sem país competitivo", disse.

Entre os pontos está a desoneração de investimentos, o estímulo à agregação de valor das cadeias produtivas, a desburocratização, a promoção de parcerias publico-privada efetivas a retomada da realização de acordos comerciais, o estímulo a fontes de energia e o respeito à sustentabilidade, entre outros.

Todos estes aspectos devem se basear em um pacto federativo, que vise à descentralização de poder. Outro ponto a ser atacado é acabar com a reeleição, que tem sido, segundo ele, um grande mal para o Brasil. "Este modelo estimula projetos de poder, e o que precisamos e temos a oferecer é um projeto de país".

Durante a reunião, o presidente da Abinee, Humberto Barbato, entregou as propostas da entidade a Wilson Brumer. Na ocasião, os diretores da Abinee e executivos das empresas associadas puderam fazer perguntas e proposições à campanha de Aécio Neves.

A Abinee já convidou representantes dos outros candidatos e aguarda a compatibilidade de agendas para a realização das reuniões.

Sondagem Conjuntural do Setor Eletroeletrônico - 16/09/2014
Conforme Sondagem de Conjuntura da Abinee, no mês de agosto/2014 não se verificou a retomada dos negócios do setor, como se esperava para depois da Copa do Mundo.

O baixo crescimento da economia, a redução de investimentos na infraestrutura, inflação, risco do aumento de desemprego, juntamente com as incertezas quanto ao rumo da economia e política do país, estão inibindo a atividade do setor eletroeletrônico nos últimos meses.

Nesta Sondagem, os principais indicadores mostraram que os negócios do setor, em agosto/2014, foram tão fracos como os registrados no mês de junho/2014. Em julho/2014 esses mesmos indicadores foram um pouco mais positivos, porém não conseguiram permanecer em agosto/2014.

No caso das vendas/encomendas, aumentou de 37%, na pesquisa de julho/2014, para 45%, na sondagem de agosto/2014, o total de respostas que indicou retração em relação ao igual mês do ano passado.

Publicado decreto que revitaliza o Reintegra - 16/09/14
Foi publicado, no Diário Oficial da União, o Decreto nº 8.304, de 12 de setembro de 2014, que regulamenta a aplicação do Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras - Reintegra.

A revitalização do mecanismo, que tem por objetivo devolver, parcial ou integralmente, o resíduo tributário remanescente na cadeia de produção de bens exportados, era um pleito da Abinee.

A decisão já havia sido anunciada pela presidente Dilma Rousseff, em junho, durante reunião do Fórum Nacional da Indústria da CNI, na qual teve a participação do presidente da Abinee, Humberto Barbato.

No novo decreto ficou definido que as alíquotas do Reintegra serão fixadas entre 0,1% a 3%, mediante decisão do Ministro de Estado da Fazenda. Conforme o anúncio de junho, em 2014, a alíquota será de 0,3%.

Barbato entrega proposta da Abinee a representantes de presidenciáveis - 12/09/14
Convidado pelo ex-ministro Reis Veloso, o presidente da Abinee, Humberto Barbato, participou, na quarta-feira (10), na sede do BNDES, no Rio de Janeiro, do Fórum Nacional do INAE - Instituto Nacional de Altos Estudos -, onde fez palestra sobre o tema “É Hora de Repensar o Brasil”. Na ocasião, Barbato pode apresentar os principais pontos do documento Propostas para o Desenvolvimento da Indústria Brasileira e do Setor Elétrico e Eletrônico e entregá-lo aos representantes dos candidatos à Presidência da República Marco Aurélio Garcia (Dilma Rousseff), José Roberto Mendonça de Barros (Aécio Neves) e Maurício Rands (Marina Silva).

Na abertura do evento, o anfitrião do Fórum Nacional, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, destacou que há uma convergência em relação aos desafios macroeconômicos para um crescimento sustentado. Da mesma forma, Coutinho destacou que existe um consenso no país sobre a necessidade de se recuperar a competitividade industrial e a posição do país no cenário externo. “Como forma de reverter o quadro atual de baixa capacidade competitiva e de contribuição negativa do setor de manufatura para o déficit da conta-corrente brasileiro, é preciso uma política estruturante de viés exportador, pautada por mudanças no sistema tributário e na desoneração do investimento”, disse.

O presidente do INAE e organizador do evento, Reis Velloso, salientou que o avanço tecnológico, a digitalização sem fronteiras e as novas frentes de inovação representam uma nova revolução industrial, a maior desde 1790. Segundo ele, o Brasil deve investir em tecnologia e inovação para não ficar afastado deste cenário. “Caso o Brasil não se integre a esta revolução, continuaremos sendo um país emergente, com dinâmica econômica insatisfatória, presos à armadilha da renda média, a despeito das oportunidades que dispomos”.

Por sua vez, Humberto Barbato apresentou um diagnóstico sobre o quadro de desindustrialização, que tem dilapidado um importante patrimônio construído no Brasil a partir dos anos 30 do século passado. “Infelizmente, no Brasil, a indústria vem encolhendo relativamente aos demais setores da economia, com queda acelerada nos últimos dez anos”. Segundo ele, esse retrospecto negativo deixa claro que a economia brasileira enfrenta hoje severas restrições estruturais ao crescimento, fruto das distorções que deveriam ter sido corrigidas, mas não foram. Neste sentido, o presidente da Abinee destacou o documento elaborado pela entidade, que analisa e propõe medidas objetivas para fortalecimento da indústria. “O trabalho demonstra que o Brasil só poderá passar a país desenvolvido se contar com um setor industrial forte e competitivo”, disse.

Barbato afirmou que a visão da Abinee é norteada pela ideia de que o caminho mais rápido e de menor custo econômico e social é o uso do comércio internacional como uma alavanca para o crescimento, além da desoneração dos investimentos produtivos. “Em face da profundidade e longevidade dos problemas acumulados, fica claro que a recuperação do setor industrial é uma tarefa de médio e longo prazo”.

Finalizando seu pronunciamento, Humberto Barbato afirmou que é preciso repensar o Brasil agora, para que sejam promovidos os ajustes necessários que nos integrem às cadeias globais de valor, possibilitando à indústria brasileira retomar seu protagonismo, de forma a não ficarmos a reboque das demais nações.

Visão dos presidenciáveis
Representando a candidata à reeleição, Dilma Rousseff, o assessor especial da presidência da Republica, Marco Aurélio Garcia, defendeu o projeto desenvolvido nos últimos 12 anos, iniciado no governo Lula. Segundo ele, pela primeira vez, o Brasil cresceu com inclusão social, saiu de devedor para credor do FMI e expandiu o mercado interno. Garcia salientou que, com a ascensão de uma nova classe média surgem, agora, novos desafios para atender às demandas, principalmente, em relação à educação, saúde, habitação e segurança. Em sua exposição, destacou, também, a necessidade de incremento da produtividade e colocou o Pré-Sal e as exigências de conteúdo local como uma alavanca essencial para o desenvolvimento tecnológico da indústria.

José Roberto Mendonça de Barros, um dos responsáveis pelo programa do candidato Aécio Neves, ressaltou que o Brasil mudou muito desde a abertura econômica nos anos 90, o que contribuiu para a promoção de avanços no país como a estabilidade macroeconômica e a inclusão social. “O mundo não começou em 2003”, afirmou. No entanto, o circulo virtuoso começou a ser erodido por problemas de manejo da economia. “Há um esgotamento do arranjo de crescimento que prevaleceu até 2010”. Mendonça de Barros afirmou que é preciso retomar a capacidade de crescer, que foi perdida. Segundo ele, a indústria é um setor chave para o crescimento do país e, para melhorar sua condição competitiva, são necessários ajustes nos preços relativos mais relevantes (juros e câmbio), além de promover maior integração do setor com o mundo.

Ressaltando os três ciclos recentes que contribuíram para o desenvolvimento do Brasil - a redemocratização, a estabilização macroeconômica e a inclusão social - o representante da candidata Marina Silva, Maurício Rands, afirmou que o país vive um momento de paralisia e esgotamento que abre espaço para a introdução de um novo ciclo. “O Brasil parou de melhorar”, afirmou. Ele destacou que não reconhecer os erros da atual condução macroeconômica é ‘tampar o sol com a peneira’. Rands afirmou, ainda, que é preciso reestruturar o Estado brasileiro, reduzir a burocracia, além de mudar a forma de fazer política, dialogando com todas as forças, inclusive com aquelas que não estão sendo representadas. “O que queremos é um país emancipado, com pujança econômica e desenvolvimento tecnológico”, completou.

Por maior inserção internacional, Brasil precisa fazer lição de casa - 12/09/14
“Para se estabelecer uma maior inserção do Brasil no comércio exterior, é necessário que o país faça uma profunda lição de casa, que elimine os altos custos de produção”, afirmou o presidente da Abinee, Humberto Barbato, durante a Conferência Os Rumos da Política de Comércio Exterior do Brasil, na quinta-feira (11), na FGV-SP.

Segundo Barbato, que participou do painel A Voz do Setor Produtivo, ao lado de representantes de entidades empresariais, uma maior abertura comercial é fundamental, mas dentro de um ritmo que não deixe a indústria em uma situação delicada.

Neste sentido, ele lembrou que a abertura promovida na década de 1990, de forma abrupta e intempestiva, acabou por dizimar a indústria de componentes existente no país. “Hoje, o setor eletroeletrônico é um dos mais atacados por produtos chineses e o déficit da nossa balança comercial deve atingir US$ 36 bilhões”, disse. O presidente da Abinee acrescentou que 26% do que é vendido no mercado interno é importado. “Ou seja, um a cada 4 produtos”, completou.

Ao corrigir as distorções internas, Barbato ressaltou que o Brasil precisa recuperar o espaço que vem perdendo no âmbito da Aladi. “Temos que buscar o aprofundamento dos acordos existentes, saindo do modelo de primeira geração, que possui abrangência comercial limitada, para acordos de terceira geração, que incluem novas disciplinas, como compras governamentais, nos moldes em que os grandes parceiros internacionais estão negociando”, afirmou. Ele citou, como exemplo, o TPP - Trans-Pacific Partnership - e o TTIP - Transantlantic Trade and Investment Partnership -, que visam não só a redução de tarifas e barreiras não tarifárias.

O presidente da Abinee destacou, ainda, que o Brasil precisa assumir a liderança efetiva do Mercosul e aproveitar, por exemplo, oportunidades nos mercados africanos. “Precisamos sair da paralisia, pois estamos ficando isolados”, concluiu.

Cientista político destaca que 68% do eleitorado espera mudança -05/09/14
O desejo por mudança ocupa a maior parte do eleitorado brasileiro. A afirmação é do cientista político Humberto Dantas, que abordou o tema “Cenário político no Brasil e as perspectivas para as eleições presidenciais”, durante a reunião Plenária da Abinee, realizada na quinta-feira (4).

Segundo ele, pesquisa Ibope do início de setembro aponta que 68% esperava mudança total ou manutenção de alguns programas, mas com muita mudança. “A própria campanha da presidente Dilma Rousseff tem reconhecido esta necessidade”, afirmou. Dantas pondera, entretanto, que convencer o eleitorado de que o governo da situação pode ser capaz de promover mudanças não é tarefa fácil. “A sensação de insatisfação é grande”, disse.

Ao comentar as recentes pesquisas de intenção de voto, Dantas destacou que a ascensão de Marina Silva não é explicada pela comoção com a tragédia que tirou a vida de Eduardo Campos. “Em pesquisas realizadas anteriormente, ela já demonstrava potencial. Em abril de 2014, antes da definição da chapa Campos/Marina, a candidata aparecia com 27% das intenções de voto”, disse. Além disso, destacou, ela era mais conhecida que Aécio e bem mais do que Campos. Dantas afirmou que este cenário se mantém agora. Ele observou, ainda, que o número de brancos, nulos e indecisos nas pesquisas caiu com a entrada de Marina. “Ela consegue trazer uma parte do eleitorado que se sentia órfão”, disse.

Analisando cada um dos candidatos, o cientista político afirmou que Dilma Rousseff está convencida do segundo – algo que, segundo ele, já era claro para os analistas – e tenta descontruir a campanha de Marina Silva, com a tática do medo. Uma possibilidade é chamar Aécio Neves para um segundo turno, que seria um adversário mais conhecido. Dantas acrescentou que uma novidade é que o governo passa a reconhecer que existem problemas.

Por sua vez, Marina prega nova política e se coloca à margem de Dilma e Aécio, sintonizando-se com os cerca de 80% do eleitorado que não está satisfeito com o modo de fazer política. Outro desafio para a campanha da candidata é sua relação com o PSB. Ela quer fundar a Rede e, estando no governo, isto seria possível. Além disso, nasceria já como um grupo de peso. Dantas observou que Marina Silva mostra-se contraditória ao dizer que seu programa está em movimento, o que pode gerar uma “labirintite eleitoral”.

Já Aécio Neves, que caiu nas últimas pesquisas, a questão é quem atacar para buscar um segundo turno. Dantas destacou que o candidato do PSDB tem um discurso mais claro de oposição. No entanto, apesar do grande índice de desaprovação, essa oposição não atuou da maneira esperada ao longo de três anos.

Finalizando sua apresentação, Dantas destacou que o próximo governo terá um grande desafio ao se relacionar com a Câmara Federal, diante da fragmentação crescente na casa, com a presença de partidos em número maior, e da queda do apoio da Câmara ao governo nos últimos anos.

Para Martone, crise mundial não explica baixo crescimento brasileiro - 05/09/14
Durante a reunião Plenária da Abinee, realizada na quinta-feira (4), o economista Celso Luiz Martone, afirmou que a crise mundial não explica o fracasso do Brasil. “O crescimento pífio do país é resultado de políticas domésticas erradas e não da crise de 2008”, disse. Ele ressaltou que o desempenho do Brasil, no período de 2011-2014, está abaixo do crescimento mundial, dos países em desenvolvimento e do grupo de latino-americanos (Chile, Colômbia, México e Peru).

“O Brasil está em processo de estagflação com crescimento pouco acima de zero, contração da produção industrial, queda da taxa de investimento, desemprego em alta e produtividade em declínio desde 2011”, disse. Segundo ele, nos últimos cinco anos, a taxa de inflação segue uma tendência de crescimento. Atualmente está contida a 6,5% pelo congelamento de preços administrados (energia, combustíveis, transportes) e taxa de câmbio apreciada, mas a inflação efetiva é de 7,5%.

Na ocasião, ele apresentou dois cenários antagônicos possíveis para a economia brasileira para 2015, a promoção de um ajuste ortodoxo ou seguir a trajetória da Argentina.

Martone defende o ajuste ortodoxo para uma recuperação da economia com o retorno ao tripé de política econômica, mantendo as metas de inflação, austeridade fiscal e taxa flexível de câmbio. A criação de um programa explícito e rápido de recuperação de preços administrados, fim das intervenções no domínio econômico, com regras claras e restauração das agências reguladoras autônomas, retomada da agenda de reformas, começando com a tributária, e a construção de um programa gradual de integração na economia mundial, com acordos bilaterais e regionais.

Por outro lado, se a atual condição econômica for mantida, o Brasil caminhará para a mesma trajetória da Argentina, com controles da taxa de câmbio e dos preços para segurar a inflação, expansão fiscal (política “anti-cíclica” para estimular a economia), uso dos bancos estatais para aumentar o crédito, e o aumento do protecionismo e restrições cambiais para controlar o déficit em conta-corrente.

Produção do setor recua 0,1% nos sete primeiros meses do ano - 03/09/14
Dados do IBGE, agregados pela Abinee, apontam que a produção física do setor eletroeletrônico apresentou queda de 0,1% nos 7 primeiros meses de 2014 em relação ao mesmo período de 2013, sendo que o segmento eletrônico cresceu 8,6%, enquanto o elétrico recuou 7,9%.

Em julho, na comparação com o mês anterior (junho/2014), depois de cinco quedas consecutivas, o setor registrou crescimento de 32,2%. “Não dá para dizer que esse avanço é uma tendência, pois o crescimento é apenas efeito estatístico. A base de comparação é ruim”, diz o presidente da Abinee, Humberto Barbato. Em junho/2014, a produção do setor havia registrado queda de 22,7% em relação a maio/2014.

Segundo Barbato, ainda que o segundo semestre seja melhor, a expectativa, para este ano, é que a produção do setor não cresça, ficando no mesmo patamar de 2013. Reforça o argumento do presidente da Abinee o fato de a produção física do setor eletroeletrônico ter registrado queda de 2,3% em relação a julho do ano passado.

Analisando os segmentos individualmente, a produção dos bens eletrônicos (+4,3%) - em julho/2014 contra julho/2013 - apresentou desempenho melhor do que os elétricos (-8,6%). No primeiro caso, os equipamentos de informática e equipamentos de comunicações cresceram 47,6% e 11,5%, respectivamente, na comparação de julho de 2014 com julho do ano passado. Provavelmente, estes crescimentos ocorreram em função dos tablets e smartphones, que ao longo do ano vêm liderando as vendas do setor.

Os demais produtos da área eletrônica mostraram quedas importantes na produção, mantida a mesma comparação (julho contra julho), como componentes eletrônicos (-49,8%), aparelhos de recepção, reprodução, gravação e amplificação de áudio e vídeo (-14,7%).

Por sua vez, a queda da produção dos bens elétricos foi influenciada pela retração de 26,1% dos equipamentos de distribuição de controle de energia elétrica e queda de 30,3% na fabricação de lâmpadas e outros equipamentos de iluminação.

A produção dos demais bens elétricos ficou próxima à verificada em julho do ano passado.

A estabilidade da produção do setor eletroeletrônico foi sustentada pelos smartphones, (equipamentos de comunicação), tablets (equipamentos de informática) e de aparelhos de reprodução e de áudio e vídeo, este último em função da Copa do mundo de futebol.

Os demais setores da indústria tiveram expressivas quedas ou pequenos crescimentos.

Barbato é convidado especial do Fórum Nacional - 03/09/14
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, é convidado especial do Fórum Nacional, que será realizado no próximo dia 10 de setembro, às 10h00, no Grande Auditório do BNDES, no Rio de Janeiro. O convite partiu do ex-ministro Reis Velloso, presidente do INAE – Instituto Nacional de Altos Estudos, e organizador do evento.

Na ocasião, Barbato tratará do tema: “É Hora de Repensar o Brasil”.

O Fórum Nacional terá também a participação do ministro Aloízio Mercadante, da Casa Civil e do presidente do BNDES, Luciano Coutinho. O evento contará, ainda, com as presenças de representantes dos três candidatos à presidência: Ministro Mauro Borges, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; o economista José Roberto Mendonça de Barros e Maurício Rands, que apresentarão suas visões sobre o desenvolvimento brasileiro. O evento prossegue no dia 11 de setembro, quando será abordado o tema “O futuro das nossas Cidades”.

Resultado do PIB evidencia fragilidade da indústria, diz Abinee -29/08/14
Segundo o presidente da Abinee, Humberto Barbato, a queda do PIB brasileiro em 0,6% no segundo trimestre de 2014 na comparação com o mesmo período do ano passado, com forte contribuição da indústria para o resultado (queda de 1,5%), confirma as sondagens recentes realizadas pela Abinee que apontavam retração nas vendas e atividade das indústrias do setor eletroeletrônico. “Infelizmente não podemos fugir do fato que estamos em processo de recessão”, afirma Barbato.

Ele acrescenta que a cada resultado do PIB fica evidenciada a fragilidade do setor industrial. “Tivemos algumas medidas importantes adotadas nos últimos meses, mas a indústria instalada no país ainda se ressente de um plano mais estruturado e de longo prazo, que lhe devolva a competitividade”, salienta o presidente da Abinee.

Com o resultado do segundo trimestre, a economia brasileira acumula alta de 0,5% nos seis primeiros meses deste ano, devendo fechar o ano com um crescimento de apenas 0,7%, o que será o pior resultado desde 2009, no ápice da crise global, quando foi registrada queda de 0,3%.

Citando mais uma vez os dados do setor eletroeletrônico, Barbato afirma que o horizonte econômico pouco auspicioso e o clima de incertezas continuam influenciando as expectativas das empresas. “51% das indústrias do nosso setor esperam queda ou estabilidade para o ano”, ressalta.

Recentemente, a Abinee divulgou sua projeção para o faturamento da indústria elétrica e eletrônica em 2014, prevendo uma queda real de 4%.

No Rio Grande do Sul, Barbato fala sobre adensamento da cadeia de TIC -29/08/14
A necessidade de se reverter o déficit da balança comercial e promover o adensamento da cadeia do setor de TIC estiveram entre os principais temas destacados pelo presidente da Abinee, Humberto Barbato, durante a reunião-almoço na Unisinos, em São Leopoldo-RS, realizada no dia 28, no âmbito do 4o Fórum Brasil-Coreia.

Na ocasião, Barbato salientou duas vitórias recentes conquistadas pela Abinee para o setor eletrônico. Uma delas foi a prorrogação da Lei de Informática até 2029 e da Lei do Bem. “Estas duas leis criaram condições para que as empresas de tecnologia da informação se desenvolvessem, contribuindo para a inclusão de milhares de brasileiros na era digital”, explicou Barbato.

No entanto, o presidente da Abinee ressaltou o enorme desafio que o Brasil terá pela frente no que se refere à superação do quadro atual de déficit comercial gigantesco do setor e à busca pela promoção da independência tecnológica do país.

Neste sentido, ele abordou o estudo “Prorrogação e Aperfeiçoamento da Lei de Informática”, elaborado em abril deste ano, com propostas para o adensamento da cadeia de valor do setor de TIC. “Os projetos de design dos componentes, em consonância com os projetos de bens finais, são importantes para que a indústria eletrônica avance tecnologicamente e preserve a sua capacidade competitiva”. No documento, a entidade destaca a importância de que o governo e o setor privado busquem soluções efetivas, como, por exemplo, a criação do Programa de Adensamento da Cadeia Eletrônica (PACE). Ao tratar da importância dos componentes para o setor eletroeletrônico, Barbato ressaltou o espírito empreendedor dos empresários Ricardo Felizzola e Luiz Gerbase, que, em parceria com a Unisinos, entenderam esta necessidade, e implantaram no Rio Grande do Sul a HT Micron, com o objetivo de desenvolver e produzir circuitos integrados e módulos de memória no Brasil, o que muito contribuirá para o adensamento da cadeia tecnológica.

Durante o evento, o diretor regional da Abinee, Régis Haubert, defendeu a necessidade de se transcender interesses político-partidários para o Rio Grande do Sul se colocar à favor de interesses para o bem da economia e da população, e valorizou o trabalho que vem sendo realizado pela AGDI (Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento) em promover uma política industrial efetiva. "Lutamos para construir algo próspero, independente de quem o faça. Importante é somar para nosso estado, e não subtrair".

Já o presidente do Badesul, Marcelo Lopes, provocou uma reflexão junto aos participantes ao fomentar a necessidade de novos empresários. "Visitamos estudantes nas faculdades, como aqui na Unisinos, por exemplo, estimulando que o país precisa de novos empresários, como o Ricardo Felizzola aqui da HT Micron".

Também participou do encontro, o vice-diretor regional da entidade, Aderbal Lima.

Emprego no setor volta aos níveis de dezembro de 2013 - 27/08/14
Os efeitos da queda da produção e redução das vendas na indústria elétrica e eletrônica já estão refletindo diretamente no nível de emprego do setor. Em julho, as empresas demitiram 1.140 trabalhadores. Este foi o terceiro mês consecutivo em que foram fechados postos de trabalhos.

No mês de junho, as indústrias do setor já haviam demitido 1.010 trabalhadores e, em maio, foram fechadas 540 vagas. Considerando os sete primeiros meses deste ano, o setor registrou a diminuição de 430 empregos diretos.

O levantamento da Abinee indica, também, que o setor encerrou o mês de julho com um total de 177.430 empregados, 0,24% menor que o número registrado em dezembro de 2013 (177.860).

Abinee promove visita ao Porto de Santos - 27/08/14
A Abinee promoveu, na terça-feira (26), uma visita ao Porto de Santos, que contou com a presença de representantes das empresas associadas à entidade: General Cable Brasil, Rockwell Automation, Schneider Electric, Siemens e Whirlpool. Na ocasião, os participantes puderam conhecer algumas das unidades do grupo EcoRodovias em operação na região portuária, e como funcionam, na prática, as soluções de logística integrada oferecidas pela operadora Elog.

Partindo de São Paulo, o grupo fez sua primeira parada no Porto de Santos, onde percorreu de lancha os principais terminais portuários da região. Logo após, o grupo pode conhecer um pouco mais sobre a operação da nacionalização de cargas, visitando, em uma das áreas alfandegadas, o Centro Logístico Industrial e Aduaneiro (CLIA Santos), estrategicamente localizado na região da Alemoa, à margem direita do Porto de Santos.

Ainda na região da Baixada, foi realizada uma visita à plataforma logística de Cubatão e ao Centro de Distribuição Imigrantes, onde a Elog proferiu palestra sobre regimes aduaneiros como alternativa para a importação.

Para finalizar o programa de visitas, os convidados estiveram no Centro de Controle Operacional (CCO) da concessionária Ecovias, onde conheceram o processo de monitoramento das situações que acontecem nas rodovias do Sistema Anchieta-Imigrantes. Logo após o almoço no próprio CCO, o grupo retornou a São Paulo.

Revisão da NR12 - Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos - 27/08/14
A Abinee está participando, nesta quarta-feira (27), de reunião com a CNI para coletar subsídios a serem apresentados na Comissão Nacional Tripartite Temática (CNTT) da NR-12, instituída com o objetivo de revisar a norma NR-12, que trata da Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos.

Aprovada pela Portaria 197, de 17 de dezembro de 2010, a Norma Regulamentadora nº 12 e seus anexos definem referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de projeto e de utilização de máquinas.

Palestra sobre Logística Reversa em Ilhéus/BA - 27/08/14
No dia 04 de setembro, às 9h, o gerente de sustentabilidade da Abinee, Ademir Brescansin, fará palestra na Associação Comercial de Ilhéus (BA), localizada na Praça Dr. J J Seabra, 39, Centro da cidade de Ilhéus (BA), importante polo eletrônico do país. Tratará sobre o tema “A Logística Reversa dos Equipamentos Elétricos e Eletrônicos e o Acordo Setorial”.

Estarão presentes cerca de 40 empresas do setor elétrico e eletrônico do polo industrial de Ilhéus, entidades e autoridades do município de Ilhéus e região.

Barbato pede apoio ao ministro Paulo Bernardo para prorrogar Lei do Bem - 20/08/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, manteve audiência, na terça-feira (19), com o ministro Paulo Bernardo, do Minicom, para solicitar apoio à prorrogação da Lei do Bem (11.196/05), que expira no final deste ano.

Barbato afirmou que a isenção de PIS/Cofins nas compras de tablets, computadores e smartphones propiciou o aumento das vendas destes bens, gerando, também, incremento na base arrecadatória via outros impostos. O presidente da entidade destacou, ainda, que a Lei do Bem serviu para reduzir o mercado cinza de equipamentos de informática.

A prorrogação da isenção foi apresentada como emenda a Medida Provisória 651/14, que tramita no Congresso Nacional. O texto foca prevê a prorrogação da medida por cinco anos, até dezembro de 2019.

Audiência Pública: regras de revisão tarifária das distribuidoras - 20/08/2014
Está aberta, até o dia 1º de setembro, a audiência pública da Aneel Nº 023/2014, que visa obter subsídios para o estabelecimento das metodologias e critérios gerais para as revisões tarifárias periódicas das concessionárias de distribuição de energia elétrica. Ou seja, esta é a audiência pública que definirá as regras do chamado 4º ciclo de revisão das tarifas, que acontecerá a partir do ano que vem.

Faturamento real do setor eletroeletrônico recua 4% no primeiro semestre - 13/08/14
Dados da Abinee apontam que no primeiro semestre deste ano, o faturamento da indústria elétrica e eletrônica apresentou queda real de 4% em relação ao mesmo período do ano passado. O crescimento nominal (sem descontar a inflação do setor) apresentou crescimento de 3% na mesma comparação.

Para o ano, a Abinee reviu sua projeção anterior (crescimento nominal de 8% e real de 5%), prevendo que os percentuais deverão ser os mesmos do primeiro semestre - queda real de 4% e crescimento nominal de 3%.

Primeiro Semestre
Com exceção da área de Telecomunicações, o faturamento de todas as demais apresentaram crescimentos menores no 2º trimestre do que no 1º trimestre, fato que reflete a queda dos negócios ao longo do semestre.

As áreas de Automação Industrial e Equipamentos Industriais, dependentes de investimentos produtivos, cresceram 11% no primeiro semestre. O desempenho é justificado pelas encomendas de equipamentos ocorridas no final do ano passado, e que geraram faturamento para este início de ano.

No caso da área de GTD (Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica) estão sendo verificadas encomendas de equipamentos decorrentes dos investimentos em Geração e Transmissão de energia. No entanto, os investimentos em distribuição estão parados.

Quanto aos Materiais Elétricos de Instalação, apesar de todos os incentivos para a construção civil, não foram registrados reflexos nos negócios das pequenas construções e reformas, principais mercados desse segmento.

Em Informática, o crescimento das vendas dos tablets não foi suficiente para compensar a queda dos notebooks e desktops.

No primeiro semestre, o mercado de tablets em unidades cresceu 21% enquanto os desktops caíram 33% e os notebooks 22%.

Em Telecomunicações - ainda na comparação do 1º semestre deste ano em relação a iguais meses de 2013 - aumentou o faturamento para telefones celulares (+27%) enquanto ocorreu queda no faturamento de equipamentos para infraestrutura (-9%).

Quanto aos celulares, o crescimento foi proporcionado pelas vendas dos smartphones. No primeiro semestre/14, as vendas desses aparelhos representaram cerca de 70% do mercado.

No caso da infraestrutura de Telecomunicações, os investimentos estão parados em função da não realização dos leilões da faixa de frequência de 700 MHZ. Até que este leilão seja realizado não há perspectiva de retomada dos investimentos.

Assim, o faturamento do setor eletroeletrônico no 1º semestre/14, teve o reflexo da retração da atividade econômica do país, com a redução dos investimentos e estabilidade do consumo.

O número de empregados no setor, no final de junho, atingiu 178,6 mil trabalhadores, pouco acima do verificado no final do ano passado. No entanto, nos últimos dois meses, ocorreu a diminuição de 1.500 trabalhadores ocupados, mais um evidência do esfriamento dos negócios no 2º trimestre. A média do número de empregos no 1º semestre/14 é mais baixa do que as observadas nos dois últimos anos.

Balança Comercial
As exportações apresentaram retração de 5% no 1º semestre de 2014 em relação a igual período do ano passado, atingindo US$ 3,2 bilhões.

Em relação ao destino das exportações, observa-se queda para o os países da ALADI, principal mercado do setor, e crescimento para todas as demais regiões.

Por sua vez, as importações caíram 1% no primeiro semestre de 2014, o que reflete, também, a retração do mercado interno de produtos eletroeletrônicos.

A principal origem das importações continua sendo a Ásia, que representa 66% do total importado de produtos do setor.

Projeção 2014
Para o ano, a Abinee reviu sua projeção anterior (crescimento nominal de 8% e real de 5%), prevendo que os percentuais deverão ser os mesmos do primeiro semestre - queda real de 4% e crescimento nominal de 3%.

A balança comercial de produtos do setor deverá apresentar déficit de US$ 36,9 bilhões, ou seja, crescimento de 2% em relação a 2013. AS exportações deverão atingir US$ 7 bilhões e as importações US$ 43,9 bilhões.

BNDES define condições de apoio a vencedores de leilão de energia solar -13/08/2014
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) definiu as condições de apoio financeiro para os vencedores do primeiro leilão de geração de energia elétrica a partir de fonte solar realizado no Brasil, marcado para 31 de outubro.

As diretrizes da iniciativa haviam sido apresentadas pelo BNDES em reunião na Abinee, no dia 22 de julho. Na oportunidade, as empresas tiraram dúvidas e apresentaram suas considerações, algumas das quais incorporadas na nova metodologia de cadastramento dos produtos.

A entrada da fonte solar na matriz energética brasileira também abre caminho para o desenvolvimento de uma cadeia de fornecedores locais de equipamentos, e o BNDES quer aproveitar a oportunidade para desenvolver essa indústria. Para isso, o Banco está divulgando a nova Metodologia de Credenciamento e Apuração de Conteúdo local de Módulos e Sistemas Fotovoltaicos.

Poderão ser financiados pelo BNDES os projetos vencedores do leilão que incluam equipamentos produzidos no Brasil e cadastrados segundo a nova metodologia. A estratégia é semelhante à bem-sucedida política adotada pelo Banco no fomento à expansão de parques eólicos no País e à instalação, em território nacional, de indústrias fabricantes de aerogeradores e seus componentes.

O objetivo do BNDES é contribuir para o desenvolvimento, no Brasil, de novas fontes alternativas de energia, ambientalmente sustentáveis, e de sua cadeia de fornecedores de equipamentos e tecnologia.

Prorrogação da Lei de informática é sancionada -11/08/14
Foi sancionada nesta segunda-feira (11), a Lei Nº 13.023/14, que prorroga os benefícios da Lei de Informática até 2029. A medida, publicada em Edição Extra do Diário Oficial da União, altera as Leis nº 8.248, de 23 de outubro de 1991, e 8.387, de 30 de dezembro de 1991, e revoga dispositivo da Lei no 10.176, de 11 de janeiro de 2001, para dispor sobre a prorrogação de prazo dos benefícios fiscais para a capacitação do setor de tecnologia da informação.

Para o presidente da Abinee, Humberto Barbato, a prorrogação é uma vitória para o setor eletroeletrônico. A entidade atuou de forma efetiva para a renovação desta política de extrema importância para o desenvolvimento do setor de TIC.

Presidente da Abinee fala com Ministro Mauro Borges sobre Lei do Bem -11/08/14

O presidente da Abinee, Humberto Barbato, reuniu-se nesta segunda-feira, em Brasília, com o Ministro Mauro Borges, do MDIC, para tratar da prorrogação da Lei do Bem, cujo prazo de vigência se encerra em 31 de dezembro próximo.

Segundo Barbato, que avaliou a reunião como positiva, o ministro demonstrou estar ciente da importância da renovação da medida e afirmou que o MDIC é favorável à sua prorrogação. Borges informou ao presidente da Abinee que o ministério está fazendo análises sobre o crescimento das vendas e benefícios às empresas. O ministro afirmou, ainda, que vai manter contato com o Ministério da Fazenda para tratar do tema.

Também esteve presente na reunião o diretor do Departamento de Indústrias de Base Tecnológica do MDIC, Alexandre Cabral.

Abinee sugere adoção do Luz para Todos por países africanos -11/08/14
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, ao lado de um grupo de empresários, manteve audiência nesta manhã (11), em São Paulo, com o Ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, para avaliar a adoção de medidas para aumento de negócios com os países africanos, Moçambique, Angola e África do Sul.

Na ocasião, Barbato destacou a necessidade de se levantar as necessidades desses países no setor de energia elétrica, o que poderia gerar oportunidades para as indústrias de equipamentos de GTD (Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica), representadas pela Abinee.

Neste sentido, o presidente da entidade sugeriu que o Brasil incentive a criação, pelos países africanos, de um programa similar ao Luz para Todos.

Em reunião na Abinee, ABDI avalia Programa CI Brasil - 08/08/14
A ABDI realizou na quinta-feira (07), no Auditório da Abinee, em São Paulo, reunião de avaliação das estratégias de negócios das empresas de projetos de circuitos integrados do Programa CI Brasil, criado em 2005, sob coordenação da Secretaria de Política de Informática (SEPIN), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O programa visa apoiar a criação, instalação e atração para o país, de empresas que atuam no desenvolvimento de projetos de circuitos integrados: as Design Houses (DHs).

Na abertura do evento, que contou com a participação do diretor da Abinee, Irineu Gouvêa, representando o presidente da entidade, Humberto Barbato, a presidente interina da ABDI, Maria Luísa Leal, destacou os esforços do governo no sentido de desenvolver a indústria de microeletrônica e de semicondutores, que constam como prioridade nos planos de governo, como a PITCE, PDP e Plano Brasil Maior, e envolve os mais diversos orgãos governamentais e ministérios. “A tendência por tecnologia cresce cada vez mais, o que aumenta a necessidade de estimular este segmento, onde se concentra o conhecimento e inteligência dos produtos”, disse. Segundo ela, com o aumento do consumo de produtos tecnológicos e por conta da dependência externa de insumos, o atual déficit da balança comercial do setor eletroeletrônico pode se agravar ainda mais. Maria Luísa afirmou que o trabalho com as Design Houses visa o fortalecimento do ecossistema tecnológico no país.

Presente na reunião, o coordenador geral da Política de Informática e Microeletrônica do MCTI, Henrique Miguel, abordou as oportunidades que surgem com base na aplicação tecnológica, como o Smart Grid, a Internet das Coisas entre outras. “Caso o Brasil não avance no desenvolvimento da área de microeletrônica, a tendencia é de que as importações de semicondutores caiam, aumentando, por sua vez, as importações de produtos finais”, salientou. Ele afirmou que o programa CI-Brasil tem trabalhado no sentido de desenvolver este setor, mas ainda há muito o que fazer.

Eric Fabris, do Programa CI Brasil, destacou o papel dos agentes de governo, órgãos de fomento e sociedade na busca pela criação de um arcabouço para a área de semincondutores. “Este segmento é um dos pilares para o caminho da inovação. Estamos na direção certa, mas esta é uma iniciativa de longo prazo”, acrescentou.

Avaliação e recomendações

Durante a reunião, a consultora da área de estudos da Softex, Virgínia Duarte, traçou um panorama da área de microeletronica e semicondutores no mundo, apontou as oportunidades e modelos que devem servir de orientação e visam aproveitar as tendências advindas pelo big data, redes sociais e computação em nuvem entre outros.

Sobre a indústria brasileira de semicondutores, Virgínia apontou que os resultados locais ainda incipientes. “O ecossistema é fragmentado e direcionado para o mercado interno. Falta fôlego para prospectar oportunidades fora.”

Para impulsionar esta área, ela recomenda alterações no arcabouço legal. Na Lei de Informática, Virgínia apontou a necessidade de mudanças que contribuam para o apoio a elos diversos da cadeia de valor e que a lei seja uma política baseada em resultados, com incentivos proporcionais aos esforços de interesse, sem obrigações quanto a percentuais a serem investidos em P&D, parceiros elegíveis e regiões. Ela propôs, também, o fim da obrigatoriedade de apresentar projeto prévio ao governo para obtenção de incentivos fiscais.

Outro ponto diz respeito ao Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores (Padis), que deve incluir as Fabless como beneficiárias, promover o incentivo fiscal e subsídios diretos. Para ampliar o seu alcance, o programa deve incluir, ainda, outros atores envolvidos no ciclo de vida do componente e empresas com fins lucrativos como parceiras de P&D das beneficiadas.

Segundo a consultora, o Brasil prescinde de uma política de incentivo à demanda. “A revitalização das cadeias produtivas locais poderia se constituir em uma boa oportunidade para a amarração necessária entre fornecedores e ofertantes”. Neste sentido, ela propôs a criação de uma Lei única e abrangente para o setor de Economia da Informação (TIC / complexo eletrônico), com visão sistêmica e voltada para o fortalecimento da cadeia de valor da Economia da Informação (TICs + complexo eletrônico) e para a sua inserção em cadeias produtivas selecionadas.

Sobre o Programa CI-Brasil, Virgínia afirmou que a iniciativa deve ser transformada tanto no que diz respeito à escala e orientação estratégica como no que se refere ao escopo, estrutura, governança e gestão.

O evento realizado na Abinee contou com a participação do especialista em projetos da ABDI, Ricardo Gonzaga Martins de Araújo e do gerente do departamento de tecnologia da Abinee, Fabián Yaksic.

Evento marca 30 anos da Regional da Abinee no Paraná - 06/08/14
A Abinee comemorou, no dia 5 de agosto, 30 anos de atividades de seu escritório regional do Paraná em evento realizado em Curitiba, que contou com as presenças do vice-governador do Estado Flávio Arns, do secretário da Indústria e Comércio, Horácio Monteschio, do presidente do Sinaees do Paraná, Virgílio Moreira Filho, do vice-presidente da Fiep, Hélio Bampi, além de representantes de entidades de classe e empresários do setor eletroeletrônico.

Na abertura do evento, o presidente da Abinee, Humberto Barbato, fez um breve relato do histórico da regional. “Essa regional tem contribuído decisivamente para as estratégias nacionais da Abinee e, consequentemente, todas as empresas do setor”, afirmou Barbato e citou como exemplo o apoio para a prorrogação da Lei de Informática. “Foi fundamental e decisiva a participação do Governo Paranaense para essa prorrogação, para que não houvesse prejuízo para essa cadeia produtiva.”

O presidente da Abinee destacou, também, o documento “Propostas para o Desenvolvimento da Indústria Brasileira e do Setor Elétrico e Eletrônico”, um profundo estudo da indústria elétrica e eletrônica, que a entidade está encaminhando aos candidatos às eleições de outubro próximo. Elaborado pela Abinee, com o apoio de todos seus diretores e de suas associadas, o documento contém uma análise detalhada das principais causas do processo de desindustrialização pelo qual passamos, e, principalmente, nossas propostas que buscam dotar o Brasil de uma indústria forte e competitiva. “O documento demonstra que o Brasil só conseguirá passar de país emergente para país desenvolvido se contar com um setor industrial forte, dinâmico, competitivo e integrado às cadeias globais de valor”, destacou Humberto Barbato.

Em seu discurso, o vice-governador, Flávio Arns, afirmou que a área elétrica e eletrônica é uma questão de soberania e independência, fundamental para o Paraná e todo o país, geradora de recursos, emprego e renda. “Um chip bem desenvolvido vale por toda a produção de soja do Estado e movimenta toda a economia”, disse.

O secretário da Indústria, do Comércio e Assuntos do Mercosul do Estado, Horácio Monteschio, destacou a força econômica que o setor eletroeletrônico representa. “Esta é uma indústria que movimenta 30 bilhões de investimento e merece toda a nossa atenção. Os 30 anos da Abinee é motivo de orgulho e satisfação para nosso estado”, disse.

Perfil do setor eletroeletrônico no Paraná
Durante o evento, o diretor regional da Abinee, Álvaro Dias Júnior, apresentou o estudo “Distribuição Espacial e Setorial da Indústria Elétrica e Eletrônica do Paraná”, que traz um comparativo do desempenho paranaense de 2010 a 2013, revelando número de trabalhadores, média salarial, volume de negócios, com exportações e importações, entre outros dados.

O número de trabalhadores no Paraná cresceu cerca de 7,14%, de 2010 a 2013. No mesmo período, o salário do trabalhador aumentou 29,40%, em contrapartida houve uma retração no número de empresas, que caiu em 4,7%, ou seja, de 667 para 636. Entre 2010 e 2013, as exportações cresceram aproximadamente em 38,19%.

Entretanto, de 2012 a 2013 houve uma queda de 14,37%. “Se analisarmos de forma geral, há uma grande preocupação com o processo de exportações”, salientou Álvaro Dias Júnior. Mas, um número positivo é a diminuição de artigos importados. “Não é muito ainda, mas houve uma queda de 3,6%”, considerou o diretor regional.

Abinee recebe representantes da Anatel -06/08/2014
Em reunião da Área de Telecomunicações, realizada na terça-feira (05), a Abinee recebeu o Conselheiro da Anatel, Igor Villas Boas, o gerente de Certificação e Numeração, Marcos de Souza Oliveira, e a assessora da gerência de Certificação e Numeração, Renata Figueiredo Santoyo, para falar sobre temas da indústria de telecomunicações, incluindo procedimentos de certificação de equipamentos.

O diretor do Grupo Setorial de Telecomunicações da Abinee, Luciano Cardim, declarou a importância do aprimoramento do Regulamento para Certificação e Homologação de Produto para Telecomunicações (Resolução 242). Também foram mencionados os esforços do governo e da indústria no sentido de acelerar a migração para o IPv6.

Na oportunidade, os representantes da Anatel informaram o início dos estudos para regulamentação de um Selo Verde a ser adotado pelo setor. O trabalho será em conjunto com o Ministério do Meio Ambiente, Conama e o CPqD, incluindo as indústrias representadas pela Abinee.

Outro tema da reunião foi o leilão da faixa de 700 MHz, que teve a publicação do seu edital suspensa pelo Tribunal de Contas da União por medida cautelar, a Abinee demonstrou preocupação com o tema e expectativa que o cronograma do leilão seja mantido.

Também foi debatido o Sistema Integrado de Gestão de Aparelhos (Siga), que está em curso na Anatel através de projeto piloto envolvendo terminais celulares. Segundo o gerente da Anatel, Marcos de Souza Oliveira, a base de dados deverá ser implementada com a inclusão de outros equipamentos que utilizem o Sim Card.

Finalizando a reunião, o diretor da Abinee, Aluizio Byrro, agradeceu a presença dos representantes da Anatel, que tem sido muito acessível e transparente nos diálogos com a indústria instalada no Brasil. E reforçou o objetivo comum destes encontros para a melhoria das telecomunicações no país.

Emprego no setor eletroeletrônico cai pelo segundo mês consecutivo - 04/08/2014
Pelo segundo mês consecutivo, o setor eletroeletrônico registrou queda no nível de contratações. Segundo dados da Abinee, no mês de junho, as indústrias do setor demitiram 1.010 trabalhadores. Em maio, haviam sido fechadas 540 vagas.

Com este desempenho, reduziu-se para 710 o número de postos abertos nos primeiros seis meses deste ano.

O levantamento da Abinee indica, também, que o setor encerrou o mês de junho com um total de 178.570 empregados diretos, 0,40% superior ao número registrado em dezembro de 2013 (177.860). Em relação a junho de 2013, quando o setor empregava 179.820, a queda foi de 0,70%.

Produção do setor eletroeletrônico cai 21,5% no mês de junho - 04/08/2014
Dados do IBGE, agregados pela Abinee, apontam que a produção física das indústrias do setor eletroeletrônico registrou queda de 21,5% em junho na comparação com o mesmo mês do ano passado. O resultado é fruto das quedas de 24,9% do segmento eletrônico e 18,4% do segmento elétrico.

Na área eletrônica, em junho, somente a produção de equipamentos para telecomunicações registrou crescimento. Pelo lado negativo, destacou-se a queda das vendas dos aparelhos eletrônicos (linha marrom - item 26.4), com queda de 41,0%.

Já a área elétrica, todos os bens mostraram retração, com exceção da produção de geradores, transformadores e motores elétricos, que cresceu 3,2%. As maiores quedas ocorreram na fabricação de equipamentos para distribuição e controle de energia, eletrodomésticos e outros aparelhos elétricos.

No acumulado do ano, a produção do setor eletroeletrônico caiu 0,4%, sendo que os eletrônicos cresceram 8% e os elétricos caíram 7,8%.

Abinee, CNI e Abimaq discutem conteúdo local com BNDES - 04/08/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, acompanhou na manhã desta segunda-feira (4), os presidentes da CNI e da Abimaq, em reunião com Luciano Coutinho, presidente do BNDES. Na oportunidade, foram debatidas diretrizes gerais para políticas de conteúdo local.

Segundo as entidades, este mecanismo deve ser empregado como instrumento para fomentar o adensamento de cadeias produtivas e a diversificação produtiva com maior agregação de valor e desenvolvimento tecnológico da indústria instalada no país.

A reunião foi consequência do último encontro do Fórum Nacional da Indústria com a presidente Dilma Rousseff, que, na oportunidade, indicou o BNDES para prosseguir na discussão do tema.

Evento da CNI, Barbato faz pergunta a Aécio Neves sobre comércio exterior - 30/07/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, participou nesta quarta-feira (30), em Brasília, do diálogo da indústria com candidatos à Presidência da República, promovido pela CNI, que reuniu os três principais candidatos Eduardo Campos (PSB), Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT).

Convidado a fazer uma pergunta a Aécio Neves, Barbato questionou o candidato sobre que medidas tomaria em seu governo para promover a inserção da indústria brasileira no comércio internacional.

Em sua argumentação, o presidente da Abinee afirmou que, após o comércio exterior brasileiro vivenciar um período de auge entre 2005 e 2007, principalmente, devido ao excepcional crescimento das exportações de commodities, a prosperidade foi interrompida, a partir de 2008, pela crise internacional e o saldo comercial entrou em colapso. "Ao transitarmos de um superávit em transações correntes de 1,58% do PIB, em 2005, para um alarmante déficit de 3,62% do PIB em 2013, vimos ressurgir a vulnerabilidade", disse. Segundo Barbato, a situação é agravada pelo fato de que a "reprimarização" da pauta de exportações nos afasta do que seria o padrão ideal para um país que sonha em se tornar desenvolvido. "O empobrecimento das exportações de alta e média-alta tecnologia, de maior valor agregado, cria um efeito nocivo para a indústria brasileira", afirmou.

O presidente da Abinee salientou que a reindustrialização só ocorrerá se houver a retomada das exportações dos manufaturados, que hoje representam menos de 40% do total das exportações, com forte tendência de queda. "No caso do setor elétrico e eletrônico, as exportações que representavam 19,2% do faturamento em 2006, hoje, não passam de 10%".

Barbato destacou, também, que a sobrevalorização do câmbio, além de abalar seriamente as exportações, trouxe ainda consequências nefastas ao parque industrial brasileiro, dada à concorrência desigual dos importados, principalmente da China. "Portanto, o país necessita de uma rápida integração à corrente de comércio mundial. A nosso juízo, a via mais rápida seria através de acordos bilaterais/regionais. Atualmente, cerca de 60% do comércio mundial é feito dentro de acordos preferenciais", afirmou.

Barbato acrescentou que a participação do Brasil em acordos regionais, no entanto, tem sido restrita ao Mercosul, que está travado e cuja dimensão de mercado é modesta para a expansão das nossas exportações. "Lamentavelmente, nos últimos 12 anos, o governo brasileiro realizou pouquíssimos acordos bilaterais e com mercados de pouca ou nenhuma expressão. Na América Latina nossos principais parceiros comerciais, Argentina e Venezuela, atravessam dramática crise cambial, com a imposição de sérias limitações às nossas exportações", concluiu.

Concordando com o diagnóstico apresentado pelo presidente da Abinee, Aécio Neves afirmou que promoverá em seu governo o realinhamento da política externa brasileira, com visão mais comercial do que ideológica. "Não deve prevalecer nesta área interesses de um partido ou de um governo, mas, sim, do país", afirmou. A atual postura, segundo ele, tem custado ao Brasil um afastamento dos acordos comerciais celebrados mundo afora.

Neves destacou também a necessidade de integrar as empresas brasileiras nas cadeias globais de produção. "Para isso, temos que combater o custo Brasil". Ele afirmou que o país precisa abrir mais sua economia e, neste sentido, deve oferecer condições de competitividade à indústria, promovendo um choque na infraestrutura e a simplificação do sistema tributário. Durante o evento, ele apontou este último tema como prioridade de largada do seu governo, com a implementação de um IVA.

Na questão da internacionalização das empresas, o candidato do PSDB defendeu o fim da bitributação, que provoca o desestimulo às companhias brasileiras. Por fim, Aécio Neves afirmou ser preciso a definição de regras claras e o fim do intervencionismo. "Não cabe ao governo definir a taxa de retorno de quem quer investir no país".

Na oportunidade, além de responder às perguntas feitas pelos empresários, os candidatos também expuseram seus pensamentos sobre a indústria.

Eduardo Campos afirmou que o setor industrial, estagnado desde 2010, deve ser prioridade. "Não podemos ser apenas vendedores de commoditties", disse. Segundo ele, o país tem desafios antigos e novos, por conta de uma governança macroeconômica que precisa ser revista. Campos afirmou, ainda, que é necessário estabelecer no país um planejamento de longo prazo e, principalmente, mudar o modelo político atual. "O presidencialismo de coalização só levará o Brasil para trás".

A atual presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, defendeu as medidas de estímulo à indústria, adotadas pelo governo, como um exemplo de política industrial. Neste sentido, ela inumerou as providências anunciadas recentemente, no dia 18 de junho, como a perenização da desoneração da folha de pagamentos, a revitalização do Reintegra entre outras. Dilma afirmou que em um próximo governo a prioridade será a reforma tributária, ainda que não em sua totalidade, mas com foco na simplificação, desburocratização e não acumulação. Outra ação diz respeito à modernização do Estado. "Um Brasil sem burocracia é essencial para a produtividade das empresas e do país", completou.

Exportações do setor eletroeletrônico em baixa -30/07/2014
Dados preliminares da balança comercial do setor eletroeletrônico, levantados pela Abinee, apontam que, no mês de junho, as exportações de produtos do setor apresentaram queda de 7,6% em relação ao mesmo mês do ano passado, atingindo o montante de US$ 549 milhões. No acumulado do ano, as vendas externas somaram US$ 3,3 bilhões, 4,6% abaixo das ocorridas no primeiro semestre de 2013.

O baixo desempenho das vendas externas do setor é corroborado pela pesquisa realizada pela Abinee junto às suas associadas no mês de junho.

Sondagem Abinee: Negócios estão abaixo das expectativas - 25/07/2014
Como era esperada, a atividade do país, no mês de junho de 2014, foi dedicada à Copa do Mundo de Futebol. Segundo Sondagem realizada pela Abinee, 66% dos informantes indicaram que suas vendas ficaram abaixo das expectativas.

Na Abinee, BNDES fala sobre apoio à energia fotovoltaica - 23/07/2014
Em reunião do Grupo Setorial Fotovoltaico, realizada na terça-feira (22), a Abinee recebeu o chefe do Departamento de Fontes Alternativas do BNDES, Antonio Carlos Tovar, e a gerente do Departamento de Credenciamento de Fabricantes de Máquinas, Equipamentos e Sistemas, Adriane Helena Rodrigues, para falar sobre o Estudo e Metodologia para Credenciamento e Financiamento para Usina Solar Fotovoltaica, ainda em estágio de elaboração, e que visa apoiar os projetos vencedores do leilão específico de energia solar, que ocorrerá no mês de outubro próximo.

Segundo Tovar, o BNDES aposta num crescimento da fonte solar, semelhante ao ocorrido com a eólica. “Este é um setor nascente com um potencial fantástico”. Segundo ele, a perspectiva de realizações de leilões específicos para os próximos anos, somada à demanda da geração distribuída, são fatores fundamentais para garantir a inserção da energia fotovoltaica na matriz energética brasileira.

O representante do BNDES destacou que as condições de credenciamento, que estão sendo gestadas, deverão considerar o estágio ainda nascente do setor, conferindo maior flexibilidade nas regras. “Esperamos uma transição gradativa para o aumento de conteúdo local na cadeia fotovoltaica ao longo dos anos”, afirmou.

Adriane Helena acrescentou que todos os elos da cadeia deverão ser apoiados e que a dimensão do apoio se dará a partir da agregação de valor de cada item. Durante a reunião, os participantes do GS Fotovoltaico da Abinee, e convidados, puderam tirar suas dúvidas em relação à iniciativa do BNDES.

Deputado Mendonça Filho fala na Abinee sobre Lei de Informática - 23/07/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, recebeu na terça-feira (22), o deputado Mendonça Filho, para falar sobre o processo de renovação da Lei de Informática. O parlamentar foi o autor do texto do PLC 61/2014, que prorroga o benefício estabelecido pela Lei 8.248/1991 de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o setor de TIC.

O PLC 61/2014, aprovado pelo Senado Federal, foi remetido no dia 21 de julho, pelo Ministro da Casa Civil, à Presidente da República, que deverá sancioná-lo ou, segundo a Constituição Federal, vetá-lo total ou parcialmente, num prazo de 15 dias úteis.

Senado aprova prorrogação da Lei de Informática - 18/07/14
O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (16) projeto (PLC 61/2014) que prorroga o prazo dos benefícios garantidos ao setor de informática pela Lei 8.248/1991. A inclusão da matéria na pauta foi acertada pelos líderes partidários na terça (15).

O PLC 61/2014 prorroga o benefício estabelecido pela Lei 8.248/1991 de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o setor de informática. Pelo texto do deputado Mendonça Filho (DEM-PE), até 2024 valerá a redução de 80%. Em 2025 e 2026, a redução será de 75%; e, de 2027 a 2029, de 70%. A extinção do benefício está prevista para 2029, dez anos a mais que o prazo atual de vigência (2019).

A matéria já havia sido aprovada na Câmara dos Deputados no início de junho.

Para o presidente da Abinee, Humberto Barbato, a Lei de Informática é uma política importante para o desenvolvimento do setor. Ele ressalta que a medida garante a isonomia competitiva da indústria de TIC instalada em todo o país em relação à Zona Franca de Manaus.

Plenária Abinee: Próximo governo terá grande desafio em 2015, diz Martone - 18/07/14
O economista e professor Celso Luiz Martone afirmou, nesta quinta-feira (17), durante a Reunião Plenária da Abinee, que a atual condição econômica do Brasil precisa ser revista para que o país volte a crescer, e que isso deverá ser um grande desafio para o próximo presidente.

Segundo ele, há quatro problemas fundamentais que devem ser enfrentados em 2015: reduzir a taxa de inflação; reverter a expansão fiscal; ajustar a taxa de câmbio e reduzir o déficit em conta-corrente; e restabelecer a confiança no governo. "Essas questões precisam ser solucionadas logo no primeiro ano de mandato. Se não fizer logo no começo, não fará mais, pois não terá como sobreviver quatro anos em desequilíbrio", afirmou.

Martone destacou que o Brasil convive hoje com a inflação mais alta dos últimos 15 anos. "A definição da meta de inflação, que deu previsibilidade à economia, é um ativo importante que está sendo perdido", salientou.

Ele acrescentou que a inflação atual, que já ultrapassou a meta de 6,5%, é, na realidade, ainda maior. "A inflação dos bens em geral está em torno de 7% ou mais, enquanto a dos preços públicos está congelada em torno de 1%, numa tentativa do governo em controlar a inflação. "Os preços administrados estão defasados e precisam voltar a um nível realista. A conta de luz, de água e a tarifa de ônibus não aumentaram, mas quando o cidadão vai ao supermercado, percebe o efeito da inflação", disse.

Sobre o câmbio, o economista declarou que a taxa real é a menor dos últimos 20 anos, o que faz com que as importações estejam crescendo cada vez mais e as exportações, minguando. Para final deste ano, ele aposta num dólar valendo R$ 2,40.

Para promover todas as mudanças necessárias, Celso Martone ressaltou que é preciso restabelecer a confiança no governo, perdida tanto interna quanto externamente. "Sem isso, não vamos conseguir fazer com que a economia decole por falta de confiança no futuro". Como exemplo da perda de confiabilidade, o economista citou as alterações de conceitos e metodologias, como a retirada da Petrobras nos dados da dívida pública, que criam uma imagem falsa da situação.

No cenário para este ano, Martone avaliou que o país terá um crescimento do PIB de apenas 1%, e a indústria registrará queda de 1%. Segundo ele, o déficit em conta-corrente será de 4%, e a inflação deverá fechar em 6,5%.

Para 2015, com a necessidade de ajustes na economia, Celso Martone prevê que o PIB crescerá cerca de 1%, que a produção industrial terá elevação também de 1%, e que o IPCA atingirá 7,5%.

Plenária Abinee: Reinaldo Azevedo analisa quadro político do país - 18/07/14
Com sua verve característica, que pode ser acompanhada nas suas colunas da Revista Veja e da Folha de S. Paulo e nos comentários no programa “Pingos nos Is” da Rádio Jovem Pan, o jornalista Reinaldo Azevedo participou, nesta quinta-feira (17), da Reunião Plenária da Abinee, quando analisou o atual quadro político do país.

Segundo ele, há, no momento, a possibilidade efetiva de alternância no poder. “Um dos motivos é que o ciclo da economia chegou ao fim”, disse. O jornalista salientou que a conjuntura internacional se alterou, o crescimento acelerado da China acabou, a demanda interna arrefeceu e a folga fiscal de antes não existe mais. “Além disso, a economia brasileira consegue juntar baixo crescimento, alta inflação e juros estratosféricos”, afirmou.

Azevedo citou que, em recente entrevista à rede TV Al Jazeera, do Catar, Dilma Rousseff soou como uma candidata da oposição, ao afirmar que o Brasil tem demorado para modernizar seu Estado, que o país precisa eliminar a burocracia, e que é necessário um Estado mais amigável, tanto para os cidadãos quanto para os empresários, empreendedores e trabalhadores.

No quadro político, Reinaldo Azevedo demonstrou preocupação com a Lei 8.243, que cria a estrutura dos Conselhos Populares, que participariam do governo executivo. Sobre a disputa eleitoral, acrescentou que, no último pleito à presidência, Dilma Rousseff ganhou de José Serra com uma vantagem de cerca de 12 milhões de votos. Em seis estados - Bahia, Pernambuco, Ceará, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Maranhão -, Dilma conquistou uma diferença semelhante de votos. Para ele, o cenário tende a se alterar nas eleições de outubro próximo.

Segundo Azevedo, na Bahia, o palanque do PT está quebrado. Em Pernambuco, a presença de Eduardo Campos pode complicar a votação de Dilma. No Ceára, o PSDB, diferente da eleição passada, conseguiu montar seu palanque. Em Minas, que havia dado uma vantagem de um milhão e seiscentos mil votos para Dilma, a presença de Aécio Neves deve inverter o resultado. As incertezas se mantêm no Rio de Janeiro e no Maranhão. “Neste sentido, existe a chance de alternância de poder, o que é fundamental para a democracia”.

Reinaldo Azevedo concluiu dizendo que, embora a oposição no Brasil venha se fortalecendo, ela ainda é ambigua e temerosa. “Não existe um partido que fale para quem gera riquezas, que defenda a propriedade e o empreendedorismo”, completou.

Cai produção de desktops e notebooks. Tablets avançam - 15/07/2014
As vendas de PCs, incluindo tablets, somaram 7,94 milhões de unidades de janeiro a maio de 2014, 6% inferior do registrado no mesmo mês período do ano passado. Segundo dados da IDC, organizados pela Abinee, este resultado contou com a queda de 35% nas vendas de desktops, que atingiram 1,6 milhão unidades, e retração de 22% dos notebooks (3,8 milhões).

Smartphones já representam 76% do mercado de celulares - 11/07/2014
De janeiro a maio de 2014, as vendas de telefones celulares atingiram 28,2 milhões de unidades, conforme dados da IDC, agregados pela Abinee, representando um crescimento de 8% em relação aos cinco primeiros meses de 2013.

Deste total, foram comercializados 8,6 milhões de aparelhos tradicionais, que representou queda de 41% sobre o mesmo período do ano passado, e 19,5 milhões de smartphones, incremento de 71%.

Com este resultado, os smartphones passaram a representar no final de maio de 2014, 76% do mercado de celulares.

Para 2014, a previsão é de que sejam comercializados cerca de 64,9 milhões de telefones celulares, sendo 46,8 milhões de smartphones e 18 milhões de tradicionais.

Balança do setor eletroeletrônico atinge déficit de US$ 15 bilhões - 03/07/2014
No acumulado de janeiro a maio de 2014, o déficit da balança comercial de produtos eletroeletrônicos chegou a US$ 15,1 bilhões, 3% superior ao registrado nos primeiros cinco meses de 2013 (US$ 14,6 bilhões). O valor é resultado das exportações que somaram US$ 2,75 bilhões, 3,9% abaixo do mesmo período do ano passado (US$ 2,86 bilhões), e das importações que atingiram US$ 17,9 bilhões, 2,1% acima de 2013 (US$ 17,5 bilhões). Até o final do ano, a Abinee prevê que o déficit poderá atingir a marca de US$ 38 bilhões.

Produção física do setor neste ano cai 3,3% - 03/07/2014
Dados do IBGE, agregados pela Abinee, apontam que a produção física das indústrias do setor eletroeletrônico registrou queda de 3,3% nos primeiros cinco meses de 2014, em relação ao mesmo período do ano passado. Esta queda é resultado da retração de -6,4% da produção das empresas da área elétrica e crescimento de 2,4% da área eletrônica. No acumulado dos últimos 12 meses, a retração chegou a 0,7%, em função da queda de 1,4% da produção na área elétrica e elevação de 0,6% na área eletrônica. Os motivos são conhecidos: desaceleração da economia decorrente da queda dos investimentos, em função da deterioração da confiança dos empresários e do consumidor, além do arrefecimento da demanda interna, com o consequente aumento dos estoques.

Curso de Cruzamento de informações pelo Fisco Federal em 16 de julho - 03/07/2014
A Abinee promove, em 16 de julho, das 9h00 às 17h30, no auditório da entidade, localizado à Av. Paulista, 1.439 - 6º andar, em São Paulo, o curso de Curso de Cruzamento de informações pelo Fisco Federal: DCTF x DIPJ x Sped Contábil x Lalur x EFC x EFD-Contribuições x FCONT x PER/DCOMP.

Voltado para profissionais de contabilidade, advogados, empresários e demais profissionais interessados na matéria, o curso tem o objetivo abordar os cruzamentos de informações da Receita Federal do Brasil, que já envolvem 26 declarações diferentes, para conferir se os tributos estão sendo apresentados de forma correta. Para ficar em dia com o Fisco Federal, Estadual e Municipal, o contribuinte precisa estar atento para evitar irregularidades fiscais, atendendo às leis e regulamentações. Qualquer informação desencontrada pode levar a notificações. Por isso, é bom lembrar que, com a informatização da Receita os controles passaram a ser cada vez mais rigorosos.

Será ministrado por Wagner Mendes, Contador pela Faculdade Oswaldo Cruz, pós-graduado em gestão de controladoria, auditoria e tributos pela Fundação Getúlio Vargas, MBA Executivo Internacional pela Ohio University. Atua como consultor, professor e palestrante nas áreas contábil e tributária, além de diversos livros publicados na área contábil. Palestrante pela FocoFiscal Cursos e Capacitação.

O investimento para este curso é de R$ 500,00 para representantes de empresas associadas às Abinee/Sinaees e R$ 620,00 para não associadas. As empresas que inscreverem acima de dois participantes têm 10% de desconto.

Empossada nova diretoria regional da Abinee em Minas Gerais - 30/06/14
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, deu posse, no dia 30 de junho, à nova diretoria da entidade em Minas Gerais. Em evento realizado na sede da FIEMG, em Belo Horizonte foram empossados o novo diretor regional Alexandre Magno d’Assunção Freitas, da empresa Controle Engenharia e Instalações, e seu vice-diretor, Eduardo Paoliello, da Nansen Instrumentos de Precisão, em substituição aos empresários Ailton Ricaldoni e José Luiz de Melo Aguiar. Entre outras autoridades, estiveram presentes o presidente da FIEMG, Olavo Machado, o presidente do SINAEES-MG, Ricardo Vinhas, e o Secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Rogério Nery, representando o Governador Alberto Pinto Coelho, além de empresários e executivos de empresas do setor eletroeletrônico.

Em seu pronunciamento, o presidente da Abinee, destacou a importância de Minas Gerais para o setor eletroeletrônico brasileiro, especialmente, - segundo suas palavras - nas áreas voltadas para os equipamentos de Energia, vocação incontestável do estado, e de Tecnologia da Informação, no polo industrial de Santa Rita do Sapucaí.

Humberto Barbato cumprimentou os diretores que estiveram à frente da regional nos últimos anos, período em que a Abinee ganhou proximidade e representatividade junto às associadas, e conclamou os novos diretores a continuarem a apoiar a entidade em suas causas, em especial, nas demandas das associadas em Minas Gerais.

Em seu pronunciamento de posse, o novo diretor, Alexandre Freitas, destacou que tem espírito associativista muito enraizado e, que por isso, pretende fortalecer ainda mais o setor em Minas Gerais. Ele falou da importância do apoio das entidades de classe para o desenvolvimento do setor, ao afirmar que a Abinee, Fiemg e Sinaees-MG devem continuar trabalhando juntas em prol do fortalecimento do setor eletroeletrônico. Por sua vez, Ailton Ricaldoni, que gerenciou a entidade em Minas desde 2007, afirmou que vai apoiar a nova diretoria regional, lembrando alguns desafios do setor no estado, como a agregação de valor e a geração de empregos de alto nível.

Estado de cautela permanece entre empresas do setor eletroeletrônico - 27/06/2014
Sondagem Abinee, realizada junto às suas associadas no mês de maio/2014, registrou que o clima dos negócios da indústria eletroeletrônica continua em estado de cautela, assim como já havia sido registrado nos meses de março e abril.

O levantamento observou um aumento nas respostas das empresas que indicaram crescimento das vendas/encomendas, que passaram de 37% para 43%, na comparação com igual mês do ano passado. Porém, é importante lembrar que maio de 2013 teve menos dias úteis em virtude do feriado de Corpus Christi, que neste ano ocorreu em junho.

Ao comparar com o mês imediatamente anterior (abril de 2014), o estudo indicou que permaneceu praticamente o mesmo o percentual de empresas que informaram crescimento.

Cai número de empregos no setor eletroeletrônico em maio - 27/06/2014
Dados da Abinee apontam que, no mês de maio, as indústrias do setor eletroeletrônico demitiram 540 trabalhadores de seus quadros, reduzindo para 1.720 o número de vagas abertas nos primeiros cinco meses deste ano. Essas demissões interromperam o processo de contratações que vinha sendo registrado nos quatro meses anteriores.

O levantamento da Abinee indica, também, que o setor encerrou o mês de maio com um total de 179.580 empregados diretos, que, ainda, é 1% superior ao número registrado em dezembro de 2013 (177.860).

Abinee participa do Encontro das Tecnologias Ambientais em Lisboa - 27/06/2014
O gerente do departamento de sustentabilidade da Abinee, Ademir Brescansin, participa, entre os dias 30 de junho a 4 de julho, do 3º Encontro Lusófono das Tecnologias Ambientais em Lisboa, organizado pela APEMETA (Associação Portuguesa de Empresas de Tecnologias Ambientais).

Participarão do evento, além do Brasil e de Portugal, representantes de Cabo Verde, Moçambique, Angola, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Ademir Brescansin fará sua apresentação no Painel “Internacionalização do Setor - O desafio na Gestão de Resíduos”, traçando um panorama da situação atual da Logística Reversa dos Eletroeletrônicos no Brasil como parte do atendimento à Política Nacional de Resíduos Sólidos. Durante o evento, Brescansin manterá reuniões com gestores de equipamentos eletroeletrônicos de Portugal, França e Bélgica.

O Encontro prevê, ainda, reuniões com a Agência Portuguesa do Ambiente, Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos, Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos dos Açores, além de visitas a empresas de reciclagem de resíduos de equipamentos eletroeletrônicos, industriais e hospitalares.

Posse da nova diretoria regional da Abinee em Minas Gerais - 25/06/2014
Na próxima segunda-feira, 30 de junho, às 12h00, o presidente da Abinee, Humberto Barbato, e o diretor regional em Minas Gerais, Ailton Ricaldoni, dão posse à nova diretoria da entidade no estado, em evento a ser realizado na sede da Federação das Indústria de Minas Gerais, em Belo Horizonte.

Serão empossados o novo diretor regional Alexandre Magno d’Assunção Freitas, da empresa Controle Engenharia e Instalações, e o seu vice-diretor Eduardo Paolietllo, da Nansen Instrumentos de Precisão.

Entre outras autoridades, já confirmaram presença na cerimônia o Presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, o presidente da FIEMG, Olavo Machado, e o presidente do Sinaees-MG, Ricardo Vinhas, além de empresários e executivos de empresas do setor eletroeletrônico. É aguarda, também, a presença do Governador de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho.

Para Barbato medidas anunciadas por Dilma Rousseff são positivas - 25/06/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, participou, no dia 18 de junho, em Brasília, de reunião do Fórum Nacional da Indústria com a presidente Dilma Rousseff. Acompanhada dos ministros Guido Mantega, da Fazenda, e Mauro Borges, do MDIC, Dilma anunciou uma série de medidas de estímulo para a indústria.

A presidente fez questão de comunicar que todas os programas que vencem no final deste ano serão renovados, com destaque para a Lei do Bem. Neste caso em especial, Humberto tratou diretamente com a presidente Dilma, e também com o ministro Guido Mantega, com os secretários Diogo Oliveira, Márcio Holland e Heloísa Menezes, obtendo a garantia da prorrogação, tendo em vista a importância do programa de inclusão digital.

Um importante anúncio do governo foi a revitalização do Reintegra, mais um pleito da Abinee. O mecanismo de estímulo aos exportadores será perenizado, com alíquotas fixadas a cada ano, de 0,1% a 3%. Em 2014, a alíquota será de 0,3%.

Dilma anunciou, também, a desoneração do IPI para bens de capital, como forma de estímulo ao investimento produtivo. Foi prorrogado o Programa BNDES PSI até dezembro de 2015, como forma de incentivar a aquisição de máquinas e equipamentos a taxas competitivas. Neste sentido, Barbato destacou a importância da iniciativa para que a indústria possa obter financiamentos a juros compatíveis com os internacionais. “Esta medida é essencial para a sobrevivência das indústrias do setor eletroeletrônico”, disse.

Outra medida anunciada por Dilma Rousseff, foi a remodelação do Refis, com prazo de adesão até agosto e com nova tabela das parcelas à vista que as empresas devem pagar para ter direito a refinanciar débitos, de acordo com o valor da dívida.

O governo anunciou margem de preferência de 25% nas compras governamentais. A medida vale até 2020 e leva em consideração a agregação de valor local. Sobre este mesmo assunto, Dilma afirmou que o BNDES agirá com maior rigor na garantia de maior conteúdo local, com ênfase em petróleo e gás.

Outra sinalização da presidente foi a intenção de agora para frente o Brasil seja um país sem burocracias. Ela anunciou, ainda, a realização de reuniões setoriais periódicas para que se possa discutir assuntos específicos de cada segmento industrial, facilitando, dessa forma, um melhor diálogo entre governo e iniciativa privada.

Segundo o presidente da Abinee, todas as medidas anunciadas são extremamente positivas e atendem às demandas da indústria instalada no país.

Barbato participa de nova reunião de empresários com Dilma Rousseff - 18/06/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, participa hoje, às 15h, em Brasília, de reunião do Fórum Nacional da Indústria - liderado pela CNI - com a presidente Dilma Rousseff.

A reunião contará com as presenças dos ministros Guido Mantega, da Fazenda, e Mauro Borges, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Segundo informações publicadas na imprensa, a expectativa é de que o governo anuncie medidas para a indústria, como mudanças no Refis e a volta do Reintegra.

Este é o terceiro encontro de empresários com Dilma Rousseff, em menos de um mês.

PL que prorroga Lei de Informática é encaminhado ao Senado - 18/06/2014
A Câmara dos Deputados encaminhou, no dia 16 de junho, ao Senado Federal, a redação final do PL 6.727/2013, que dispõe sobre a prorrogação de prazo dos benefícios concedidos pela Lei de Informática (nº 8.248, de 23 de outubro de 1991, e nº 8.387, de 30 de dezembro de 1991). O projeto deverá ser lido pelo Plenário da Casa Revisora, e, logo após despacho, segue às comissões designadas para escolha do relator, discussão e votação do relatório sobre a matéria.

A PEC que prorroga por 50 anos a Zona Franca de Manaus foi lida em plenário do Senado em 10 de junho. O senador Eduardo Braga (PMDB/AM) deverá ser o relator da PEC na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. A intenção é votar a matéria tão logo haja quórum na Comissão, já que os trabalhos foram interrompidos por conta do calendário especial do Senado para a Copa do Mundo.

Cai índice de confiança do empresariado brasileiro - 18/06/2014
Estudo da CNI aponta que o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) caiu para 47,5 pontos neste mês de junho. Este foi o terceiro mês consecutivo em que o índice ficou abaixo dos 50 pontos. Com a queda de 0,5 ponto frente a maio, o indicador de junho ficou igual aos 47,5 pontos registrados em janeiro de 2009, quando o Brasil enfrentava os efeitos da crise financeira internacional, e só é maior que os 46,5 pontos de janeiro de 1999, durante a crise cambial brasileira.

Para o presidente da Abinee, Humberto Barbato, os recentes dados da produção industrial do setor eletroeletrônico, que apontaram queda de 4,4% nos primeiros quatro meses deste ano, reforçam a perda de confiança registrada pela CNI. “A sinalização é de continuidade da desaceleração do ritmo da atividade industrial, sem perspectivas de mudanças no humor do empresariado nos próximos meses”, diz Barbato.

Ele acrescenta que a projeção de crescimento do PIB para o ano, abaixo de 1,5%, é mais um indicador da gradativa queda da confiança dos empresários.

Impostos na nota: fiscalização será orientativa até dezembro de 2014 - 11/06/2014
Foi publicada no Diário Oficial da União, do dia 6 de junho, Medida Provisória 649, estabelecendo que as sanções da lei da nota fiscal começarão a valer somente a partir de 2015. O texto diz que, neste ano, a fiscalização será feita apenas para orientar os empresários, que não serão punidos caso descumpram a lei. "A fiscalização, no que se refere à informação relativa à carga tributária objeto desta Lei, será exclusivamente orientadora até 31 de dezembro de 2014".

As sanções, que vão desde multas, suspensão da atividade e até mesmo cassação da licença de funcionamento, começariam a ser aplicadas no dia 9 de junho.

A nota fiscal deverá conter as somas dos impostos pagos aos governos federal (IPI, IOF, PIS, Pasep, Cofins e Cide), estaduais (ICMS) e municipais (ISS).

Regulamentação. No dia 5 de junho de 2014, foi publicado o Decreto 8.264, regulamentando a forma de implementação da Lei 12.741/12, que dispõe sobre as medidas de esclarecimento ao consumidor quanto à carga tributária incidente sobre mercadorias e serviços.

Segundo o Decreto, o valor aproximado dos tributos nas notas fiscais constará de três resultados segregados para cada ente tributante: tributos federais, estaduais e municipais.

O grupo de Automação Comercial da Abinee participa deste processo desde o início com o objetivo de viabilizar a implementação em todo o varejo, uma vez que há elevado nível de complexidade em decorrência das diversas regulamentações estaduais.

Motores recondicionados irregularmente geram grande desperdício - 11/06/2014
O Brasil atravessa hoje a mais forte crise energética da última década, graças às temperaturas acima da média e à falta de chuvas (com reservatórios quase vazios, operando nos mesmos níveis de 2001).

Neste panorama delicado, um estudo realizado pelo Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio) e encomendado pelo GT Eficiência Energética de Motores Elétricos Trifásicos da Abinee, com apoio da International Copper Association Brazil (ICA/Procobre), avaliou o impacto energético da comercialização de motores industriais recondicionados indevidamente no país.

Segundo resultados mais conservadores e otimistas, a venda de motores usados e recondicionados de forma irregular é responsável por uma perda de energia de, no mínimo, 7,1 milhões de MWh, o equivalente ao que a usina nuclear de Angra 2 ou a usina hidroelétrica de Porto Primavera produzem por ano.

Os estudos revelam ainda que, diante do atual cenário de crise energética, se houvesse uma fiscalização por parte do governo e esse valor não fosse desperdiçado, o país só teria a ganhar: evitaria o uso de térmicas a diesel, diminuindo a importação deste combustível - consequentemente, equilibrando a balança de pagamento - e, por outro lado, evitaria a queima deste produto, que libera uma das maiores taxas de CO 2 na atmosfera, um dos vilões do efeito estufa.

Regulamentados x irregulares

Os motores elétricos trifásicos são responsáveis por cerca de 25% de toda a energia elétrica consumida no Brasil e estão presentes em máquinas operatrizes, tornos industriais, prensas, esteiras rolantes, fresadoras, injetoras, calandras, pontes rolantes, bombas de grande porte, compressores industriais, serras industriais, entre tantas outras máquinas presentes na indústria.

Estes motores são regulamentados pela Portaria INMETRO/MDIC Nº 488, de 08/12/2010, garantindo o atendimento aos índices mínimos de eficiência energética e um gasto energético adequado ao país.

No entanto, estabelecimentos comerciais recondicionam motores industriais sem condições de uso, muitas vezes adquiridos como sucata, e que nunca deveriam voltar ao mercado por não atenderem aos níveis mínimos da Portaria Inmetro. “À primeira vista, com um preço mais barato, o consumidor parece estar fazendo um bom negócio, mas, na verdade, a maioria destes motores já está obsoleta devido à sua idade. Eles apresentam vida útil muito curta e o mais grave: uma eficiência comprometida que representa um gasto de eletricidade excessivo, muito acima do consumo energético dos motores regulamentados”, revela o professor responsável pelo estudo, Reinaldo Castro Souza, do Departamento de Engenharia Elétrica do CTC/PUC-Rio.

Os resultados reforçam, ainda, que o uso de motores recondicionados de forma irregular é responsável por 2,8% da emissão, no Brasil, de Gases de Efeito Estufa (GEE) liberados na atmosfera.

Para chegar ao total desperdiçado, Castro Souza e sua equipe tiraram um raio-X do mercado brasileiro de motores, conseguindo estimar a fatia de mercado de venda de motores recondicionados, criar uma metodologia de trabalho para o recondicionamento destes motores nestes estabelecimentos, classificá-los e avaliar o impacto da perda energética para o país.

Nos últimos seis meses, a partir de uma seleção prévia, cerca de 40 estabelecimentos comerciais de Norte a Sul do Brasil foram avaliados de acordo com os requisitos básicos para a prestação do serviço: técnicos capacitados, equipamentos, procedimentos e ferramentas adequados, e também as características destes motores recondicionados colocados à venda. Essa etapa levou à criação de uma metodologia a ser seguida e, consequentemente, a uma classificação destes estabelecimentos.

Na etapa seguinte, foi avaliada a perda de eficiência dos motores recondicionados. Os estabelecimentos de melhor classificação apresentaram um índice de 1%, o que é considera do a perda natural de um motor nestas condições. As de pior classificação chegaram a 3% de perdas, revelando o desperdício de energia elétrica que estes motores podem gerar. Considerando o cenário mais conservador, os estudos chegaram a uma perda de 8,7% do que é consumido de energia elétrica no país, totalizando 7,1 milhões de MWh para o ano de 2012.

De acordo com os estudos, hoje há 1.837 estabelecimentos atuantes neste segmento no país que comercializam, em média, cada um, 83 motores recondicionados/mês, chegando a um total de cerca de 1 milhão e 830 mil motores vendidos ao ano, representando 65% do mercado no Brasil. Tendo como parâmetro o total de energia consumida no país, esses motores recondicionados consomem 16% da energia elétrica brasileira.

Com estes resultados, o professor Reinaldo Castro Souza reforça: “Diante da gravidade da situação que o governo enfrenta hoje para abastecer o país, o estudo se torna ainda mais relevante. É preciso fiscalizar e evitar a venda de motores que desperdiçam algo tão valioso e essencial agora e no futuro. Se o governo der atenção especial a esta questão, poderemos evitar o uso de termelétricas movidas a carvão, reduzir o valor da conta de energia elétrica paga por nós, além de reduzir, de imediato, os valores de investimento necessários à construção de novas usinas geradoras de energia elétrica. Nosso propósito é colaborar neste sentido”.

Abinee comemora prorrogação da Lei de Informática - 05/06/2014
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (4), o Projeto de Lei 6727/13, do deputado Mendonça Filho (DEM-PE), que prorroga por dez anos a Lei da Informática.

O texto do Projeto de Lei 6727/13, que teve relatoria do deputado João Maia (PR-RN), prevê a manutenção dos incentivos, com redução do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI - em 80% até 31 de dezembro de 2024, reduzindo para 75% de 1º de janeiro de 2025 a 31 de dezembro de 2026, e de 1º de janeiro de 2027 até 31 de dezembro de 2029 ficará em 70%. A Câmara aprovou, também, a contrapartida de 4% do faturamento bruto das empresas a título de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D).

O presidente da Abinee, Humberto Barbato, destacou a importância da decisão unânime dos deputados, afirmando que “a Lei de Informática é uma política para o desenvolvimento do setor de TIC e significa uma plataforma poderosa para que o Brasil possa candidatar-se a um lugar de destaque no novo cenário tecnológico mundial”.

Segundo ele, a medida contribui para a isonomia competitiva da indústria de TICs instalada em todo o país em relação à Zona Franca de Manaus.

Durante todos estes dias que antecederam a votação, Humberto Barbato, acompanhado de diretores da Abinee, esteve em Brasília onde manteve contatos com o presidente da Câmara, Henrique Alves, deputados federais, líderes de partidos, com o autor e com o relator do PL, e também com representantes dos ministérios da Casa Civil, da Ciência e Tecnologia, da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, buscando o entendimento para a prorrogação da Lei.

Produção do setor eletroeletrônico cai 4,4% até abril deste ano - 05/06/2014
Dados do IBGE, agregados pela Abinee, apontam que a produção física das indústrias do setor eletroeletrônico registrou queda de 4,4% no primeiro quadrimestre de 2014, comparado com o mesmo período do ano passado. Esta queda é resultado da retração de -7,5% da produção das empresas da área elétrica e crescimento de 1,4% da área eletrônica.

No mês de abril/2014 frente a abril/2013, o decréscimo do setor eletroeletrônico como um todo atingiu 12,8%. A área elétrica apresentou queda de 15% e a eletrônica, retração de 8,5%.

Abinee discute prorrogação da Lei de Informática em Brasília - 03/06/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, acompanhado de diretores da entidade, está em Brasília discutindo a prorrogação da Lei de Informática. Barbato está mantendo contatos com deputados federais, e também com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), do Ministério da Fazenda (MF) e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), buscando entendimento sobre a proposta da Abinee.

De acordo com o site da Câmara, tanto a PEC que prorroga a Zona Franca de Manaus quanto a prorrogação da Lei de Informática estão na agenda do dia, com previsão de serem votadas em sessão extraordinária.

Barbato destaca que lutar pela manutenção da medida é um dever de todos aqueles que querem um Brasil próspero e tecnológico. “A Abinee cumpre o seu papel e confia que o Congresso Nacional e o Executivo farão a sua parte para que o país alcance a posição altiva no cenário mundial, que todos desejamos”, afirma.

Déficit do setor atinge US$ 12,2 bi no 1º quadrimestre - 03/06/2014
O déficit da balança comercial de produtos eletroeletrônicos atingiu US$ 12,25 bilhões, no acumulado de janeiro-abril de 2014, 8% acima do mesmo período de 2013 (US$ 11,39 bilhões). Este saldo negativo foi consequência de exportações de US$ 2,1 bilhões e de importações de US$ 14,3 bilhões.

Resultado do PIB confirma sinais de baixo crescimento - 03/06/2014
Para o presidente da Abinee, Humberto Barbato, o cenário da economia brasileira para o ano de 2014, após o resultado do PIB no primeiro trimestre [crescimento de apenas 0,2%], confirma os sinais de baixo crescimento ou mesmo encolhimento da atividade produtiva. “Na indústria, na construção civil e em certos serviços, não havia quem esperasse resultado estimulante”.

Barbato afirma que, no caso da indústria de transformação, as razões são claras. “O freio no crédito impactou as vendas dos bens de consumo duráveis, como o caso dos eletrônicos”, diz. Ele acrescenta que a apreciação da moeda brasileira, “que em matéria de taxa de câmbio não tem nada de real”, atrelada ao baixo dinamismo das economias centrais, travou as exportações de manufaturados.

O presidente da Abinee destaca, também, que não dava para esperar algo diferente em função da taxa de investimento, que recuou para 17,7% do PIB no primeiro trimestre do ano. Para Barbato, crescer com taxa de investimento neste nível é uma missão que nenhuma nação no mundo conseguiu produzir até agora. “Será que o governo continuará acreditando que o nosso baixo crescimento é fruto dos problemas externos?”, questiona.

Olhando para o horizonte, o presidente da Abinee diz que espera que a economia brasileira cresça entre 1,5% e 2% este ano. “Com este desempenho, nosso setor deverá crescer em torno de 3% em 2014”, conclui Humberto Barbato.

Nota do Presidente da Abinee, Humberto Barbato, sobre a SELIC - 29/04/2014
A decisão do Copom de manter estável a taxa básica de juros em 11%, interrompendo uma sequência de nove altas seguidas, foi recebida com certo alívio pela indústria. Creio que o objetivo do BACEN foi alcançado, ou seja houve efetiva queda de vendas e resfriamento do mercado, porém isto refletiu também na confiança de empresários e consumidores, e persistir na política de aumento dos juros poderia criar vários inconvenientes, como agravar o crescente déficit da balança comercial brasileira, arranhar ainda mais a frágil competitividade da indústria, e tornaria inviável a rentabilidade de vários projetos de infraestrutura. Apesar de toda a austeridade monetária demonstrada pelo BC nos últimos nove meses, infelizmente, permanecem os riscos e problemas advindos da taxa de inflação, observada no presente e projetada para os próximos meses. É necessário encontrar outros remédios visando reduzir a inflação e novamente buscar colocá-la no centro da meta, pois, há um bom tempo, a indústria conhece o sabor amargo do remédio aplicado.

Para Abinee, desoneração é positiva, mas falta de encomendas preocupa - 29/04/2014
Para o presidente da Abinee, Humberto Barbato, a decisão do governo em tornar permanente a desoneração da folha de pagamento é fundamental para a redução de custos para as empresas, propiciando uma maior capacidade de competição. “A medida mostra que o governo entendeu a situação delicada pela qual tem passado a indústria”, disse.

Barbato esteve presente na reunião de empresários com a presidente Dilma Rousseff, realizada na terça-feira (27), quando foi feito o anúncio da perenização da medida. Este foi o segundo encontro de Dilma com representantes empresariais em menos de uma semana.

Na oportunidade, o presidente da Abinee destacou que, atualmente, a desoneração da folha contempla 40% dos produtos do setor eletroeletrônico. “O benefício é utilizado, em média, por 90% do setor elétrico e 10% do setor eletroeletrônico. A desoneração fica estimada em R$ 650 milhões, já a contribuição do setor chega a R$ 3,2 bilhões com a previdência”, afirmou.

No entanto, Barbato salientou à presidente Dilma Rousseff sua preocupação em relação à baixa capacidade de investimentos das distribuidoras de energia, que faz com que os fabricantes de equipamentos elétricos para distribuição fiquem sem encomendas. Como forma de reverter este quadro, o presidente da Abinee propôs à Dilma e também aos ministros Guido Mantega, da Fazenda, e Mauro Borges, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - presentes na reunião -, que sejam adotadas medidas para estimular as distribuidoras, minorizando as dificuldades das indústrias do setor elétrico. “Ao mesmo tempo em que a desoneração traz ganhos de competitividade, a demanda está abaixo do esperado”, ressaltou.

Durante o encontro, os empresários voltaram a pedir mudanças no Refis, a volta do Reintegra (programa para empresas exportadoras), a manutenção do PSI (programa do BNDES), e a criação de um programa de renovação de bens de capital. O ministro Guido Mantega disse que as propostas serão analisadas pelo governo, que dará uma resposta nas próximas semanas.

Barbato fala sobre situação do setor elétrico com secretário do MF -29/5/0214
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, manteve, na quarta-feira (28), reunião com o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland. Entre outros assuntos, ele solicitou medidas para socorrer os fabricantes de equipamentos elétricos e a prorrogação da isenção de PIS e Cofins sobre a venda de equipamentos de informática, que vence no final desse ano.

Assim como havia feito durante reunião com a presidente Dilma Rousseff e os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges, Humberto Barbato voltou a destacar que a crise por que passa as distribuidoras de energia afeta a entrada de encomendas para os fornecedores de equipamentos elétricos. “É preciso algum mecanismo de incentivo para a retomada dos negócios, mesmo que seja de estímulo às exportações", afirmou o presidente da Abinee. Entre as medidas apresentadas pela Abinee, está a volta do Reintegra, programa que até o ano passado devolvia às empresas até 3% do valor exportado em manufaturados.

Setor eletroeletrônico contrata menos que no ano passado - 29/05/2014
Dados da Abinee apontam que as indústrias do setor eletroeletrônico abriram 410 novas vagas no mês de abril, elevando para 2.260 o número de trabalhadores contratados nos primeiros quatro meses do ano.

Entretanto, as contratações deste quadrimestre são 25% menores que as realizadas no mesmo período do ano passado (3.020).

O levantamento da Abinee indica, também, que o setor encerrou o mês de abril com o total de 180.120 empregados diretos, que é 3,15% inferior ao número que foi registrado em março de 2013 (185.990).

BNDES apresenta na Abinee linha para apoio à exportação - 29/05/2014
O BNDES apresentou, na quarta-feira (28), na Abinee, a linha BNDES Exim Automático, para apoio à exportação de bens brasileiros, através de abertura de linha de crédito a instituições financeiras no exterior na fase pós embarque.

Segundo Raquel Duarte, Chefe de Departamento da Área de Comércio Exterior do BNDES, os objetivos do Exim Automático são: apoiar a exportação de bens e serviços de alto valor agregado; aumentar e diversificar a base exportadora do país; e expandir a capacidade de geração de renda e empregos no país. “É uma relação de parceria entre o BNDES e os bancos no exterior que assumem os riscos de um importador. O programa oferece taxas de juros mais baixas e recursos mais baratos”, disse.

Nas operações, o exportador terá o benefício de receber o desembolso do BNDES à vista após o embarque da mercadoria. O risco de crédito do importador será coberto pelo banco no exterior, sem direito de regresso contra o exportador. Raquel Duarte ressaltou que atualmente o BNDES Exim Automático abrange os mercados da América Latina, Caribe e África, mas que não existe restrição para nenhum outro local. “Caso haja interesse por outras nações, faremos a avaliação dos bancos e a análise da classificação de risco do país”, afirmou.

O Gerente de Suporte a Operações da África do BNDES, Arnaldo Medeiros, apresentou dados do mercado africano, que devido suas altas taxas de crescimento, tem tido maior atenção do setor privado. Segundo ele, existem oportunidades de negócios para as empresas brasileiras principalmente na área de energia. "Dados do Banco Africano de Desenvolvimento mostram que ao mesmo tempo em que 70% da população africana não têm acesso à energia, o continente tem o maior potencial em produzir energia no planeta, tanto hidrelétrica, quanto alternativas, como a solar e carvão", disse.

Segundo ele, já existem acordos com quatro bancos na África de Sul e recentemente fecharam negociações com instituições no Quênia e na Nigéria. No estágio inicial, são oito países focados: África do Sul, Angola, Gana, Marrocos, Moçambique, Nigéria, Quênia e Argélia. Em dezembro de 2013, o BNDES inaugurou a primeira representação no continente africano em Johannesburgo, na África do Sul.

O evento foi coordenado pelo diretor da Abinee, Luciano Cardim, que ressaltou a importância da parceria da entidade com o BNDES, bem como do Posto de Informações do Banco instalado no escritório da Abinee, em São Paulo, com a finalidade de divulgar e orientar as associadas sobre as linhas de crédito e programas BNDES.

A delegação da Área de Comércio Exterior do BNDES estava composta, além de Raquel Duarte e Arnaldo Medeiros, por Ariel Doctorovich, Guilherme Pfisterer, Adriano Guedes e Adriano Kats.

Diretor da EPE fala na Abinee sobre leilão para energia fotovoltaica - 29/05/2014
Em reunião realizada na Abinee, em 27 de maio, o diretor de Estudos de Energia Elétrica da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), José Carlos de Miranda Farias, abordou a intenção do governo de realizar, no segundo semestre de 2014, um leilão de energia de reserva por fonte, destinado a projetos de energia solar, eólicos e termoelétricos movidos à biomassa. De energia fotovoltaica, devem ser contratados 100 MWmédio/ano, com entrega a partir de 2017.

Segundo Miranda Farias, os requisitos técnicos para as usinas serão nos moldes do Leilão A-3/2013, no qual foram cadastrados 109 projetos de energia solar fotovoltaica, com potência instalada de 2729 MW.

Durante o evento, o diretor da EPE destacou o potencial de energia solar no Brasil, que dispõe de uma irradiação diária média entre 1.500 e 2.400 kWh/m2/ano.

Ele afirmou, também, que a viabilização econômica da produção da energia solar fotovoltaica no mercado brasileiro de energia elétrica traz a necessidade de um conjunto de regras específicas para a contabilização da sua contratação, adequadas às suas características físicas. “A variabilidade típica da geração solar fotovoltaica é menor do que a eólica, indicando um ajuste para estreitamento das margens contratuais de produção anual de energia”, disse.

Miranda Farias salientou, ainda, o objetivo do governo em minimizar o custo de produção da energia, promovendo a competitividade da fonte solar fotovoltaica, através dos leilões, que conferem escala para a fabricação no país.

O leilão de energia de reserva integra um esforço do governo para viabilizar, entre 2014 e 2018, outros pregões para a contratação de um total de 38,3 GW novos.

As regras de financiamento serão discutidas pela Abinee junto ao BNDES, com o objetivo de estabelecer o cronograma de nacionalização dos projetos.

Novo edital do Programa Start-Up Brasil inclui hardware - 28/05/2014
O secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Informação (Sepin/MCTI), Virgílio Almeida, e representantes do programa Start-Up Brasil, lançaram na terça-feira (27), na Abinee, em São Paulo, o edital para a seleção de 100 startups, dividido em duas etapas. A primeira contempla 50 startups, sendo 75% das vagas destinadas a empresas brasileiras e 25%, a empresas internacionais. As inscrições terminam no dia 14 de julho.

Inserida no programa TI Maior, a iniciativa do MCTI, em parceria com aceleradoras, visa apoiar empresas nascentes de base tecnológica (startups) que cumprem a função de revitalizar o mercado, elaborando produtos e serviços com viabilidade econômico-financeira. O programa Start-Up Brasil repassará até R$ 200 mil para cada startup selecionada desenvolver os projetos apresentados. Esse valor pode ser complementado pelas aceleradoras, sem intermediação do ministério.

A grande novidade deste segundo edital em relação ao lançado em 2013 é a possibilidade de que empresas que adotem soluções inovadoras em hardware possam participar do Start-Up Brasil. Até então, apenas as soluções em software eram contempladas. “A inclusão de hardware vem ao encontro de uma tendência de mercado e visa dar oportunidade para o desenvolvimento de dispositivos e gadgets, principalmente, dentro do contexto da internet das coisas”, disse Virgílio Almeida. Os representantes da Sepin/MCTI destacaram que o ticket médio de incentivo para aceleradoras de hardware no Vale do Silício, nos Estados Unidos, gira em torno de US$ 100 mil a US$ 150 mil.

Além da inclusão de hardware, o edital do Programa Start-Up traz outras novidades. Desta vez, podem se inscrever empresas com até quatro anos de constituição (emissão de CNPJ) – no edital anterior, o prazo era de três anos. Para facilitar a inscrição dos projetos, será fornecido um modelo de proposta que poderá ser preenchido online pelas interessadas.

O edital traz, ainda, modificações que irão ampliar a interação entre startups e aceleradoras. "Cada startup deverá indicar seis aceleradoras de interesse, entre 12 opções disponibilizadas”, informou o gerente de operações do Start-Up Brasil, Vitor Andrade. "Esse processo permitirá ao empreendedor avaliar se a aceleradora interessada em seu projeto tem o perfil desejado para alavancar o negócio”.

Empresas que já receberam investimentos de uma das aceleradoras que compõem a iniciativa não estão habilitadas a participar.

Brasileiros residentes fora do país há mais de três anos também podem apresentar seus projetos para avaliação, classificando-os como startup internacional, modalidade que terá direito a até 25% dos projetos selecionados.

Resultados

Durante o encontro com a imprensa, Virgílio Almeida apresentou os resultados do Start-Up Brasil até o momento. “Não é só um conjunto de editais, é um programa que visa criar um ecossistema de apoio ao empreendedorismo de base tecnológica, que geram produtos e riquezas”, disse.

Na primeira chamada, 1622 projetos foram submetidos, sendo 118 startups aprovadas; 78 brasileiras e 10 estrangeiras foram apoiadas efetivamente. Destes projetos, 85% já tinham ao menos um protótipo em funcionamento. De acordo com os dados apresentados pelo MCTI, a maior parte dos projetos apresentados foi direcionada às áreas de varejo, educação e financeira. No total, já foram investidos R$ 20 milhões, dos R$ 40 milhões previstos para o final desse ano.

Governo adia implantação do eSocial para 2015 - 27/05/2014
O governo adiou para 2015 o cronograma de implantação do eSocial. Também conhecido como folha de pagamento digital, ele unifica em um ambiente online todas as informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas que as empresas são obrigadas a enviar ao governo.

Agora, a previsão é de que o sistema comece a funcionar em junho do ano que vem - primeiro, só para as grandes empresas.

O cronograma para as demais empresas ainda está em discussão, assim como as regras, que deverão ser simplificadas. No futuro, o eSocial será obrigatório para todas as empresas do País, desde os Microempreendedores Individuais.

O adiamento foi formalizado em reunião do governo com as empresas que participam da implementação do projeto e a Fenacon, entidade que representa as empresas de contabilidade.

O governo ainda não oficializou o novo calendário, mas a ideia é que o eSocial seja adotado de maneira gradual. Até junho deste ano deve ser lançado um manual que vai orientar a inclusão dos dados. Após isso, um ambiente de testes será disponibilizado em um prazo de até seis meses. Lá, as grandes empresas deverão começar a inserir os dados. Só após seis meses de testes é que o eSocial valerá de vez. Na prática, a obrigatoriedade virá só a partir de junho de 2015.

Abinee e Inmetro participam de evento no Paraguai - 27/05/2014
O gerente do Departamento de Tecnologia e Política Industrial da Abinee, Fabián Yaksic, participa amanhã, 28, em Assunção, Paraguai, ao lado do INMETRO, de apresentações relacionadas ao Padrão Brasileiro de Plugues e Tomadas, e do Programa Luz para Todos. Participa, também, de um workshop promovido pelo INTN (Instituto Nacional de Tecnología, Normalización y Metrología) sobre a instalação de um Laboratório de Alta Tensão em Ciudad del Leste, na divisa com o Brasil.

Barbato participa de reunião com presidente Dilma Rousseff - 23/05/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, participou na quinta-feira (22), no Palácio do Planalto, em Brasília, de reunião dos integrantes do Fórum Nacional da Indústria da CNI com a presidente Dilma Rousseff. Durante o encontro, que durou cerca de três horas, os empresários propuseram um conjunto de ações de curto e médio prazo nas áreas de infraestrutura, políticas setoriais, legislação trabalhista, tributação, comércio exterior e política industrial, como forma de recuperar a competitividade da indústria e estimular os investimentos.

Humberto Barbato ficou encarregado de apresentar à presidente os temas referentes à área trabalhista. Ele enfatizou três temas que interferem na competitividade e nos investimentos, em função da insegurança jurídica que geram. O primeiro deles refere-se às normas reguladoras nº 12 (Segurança no trabalho em Máquinas e Equipamentos) e nº 10 (Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade), do Ministério do Trabalho. Segundo Barbato, as normas deveriam ter seus efeitos suspensos durante as discussões da Comissão Tripartite, formada para reanalisar as duas medidas.

Outro tema abordado pelo presidente da Abinee foi a necessidade de aprovação da terceirização como forma de aumentar a competitividade. “Esta questão é fundamental, pois a especialização das empresas as torna mais competitivas, e este é um tema que também afeta decisivamente as empresas públicas”, disse.

Barbato tratou, ainda, a redução da jornada para 40 horas semanais. Segundo ele, em um momento de pleno emprego, tal proposta seria um caos no mercado de trabalho, aumentando significativamente o custo do trabalho.

Ao final da reunião, o presidente da Abinee ressaltou que as questões foram muito bem recebidas pela presidente. “Estes temas vêm trazendo desconforto para a indústria”, afirmou.

Apesar de não ter anunciado a permanência da desoneração da folha como esperado, a presidente Dilma Rousseff se comprometeu a anunciar a permanência da medida no prazo máximo de uma semana. “Há um ambiente favorável para a perenização da desoneração”, disse o presidente da Abinee.

Na reunião, que também contou com a presença dos ministros Guido Mantega, da Fazenda, e Mauro Borges, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, os empresários pediram, ainda, o retorno do programa de estímulo às exportações, o Reintegra, que terminou no ano passado.

Na próxima terça-feira (27), Humberto Barbato participa de Reunião do GAC (Grupo de Avanço da Competitividade), que terá a presença da presidente Dilma Rousseff.

Barbato participa amanhã de reunião com presidente Dilma Rousseff - 21/05/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, participa amanhã (22), às 17h, no Palácio do Planalto, em Brasília, de reunião dos integrantes do Forum Nacional da Indústria da CNI com a presidente Dilma Rousseff, quando deverá ser anunciada a perenização da desoneração da folha de pagamentos, de acordo com informações publicadas na imprensa. Barbato tem destacado a importância da manutenção da medida, que vence em dezembro de 2014. “O governo está consciente da nossa perda de competitividade e da necessidade de se reduzir custos para as empresas”, diz. Antes, no período da manhã e início da tarde, o presidente da Abinee participa de reuniões internas na CNI.

Análise de relatórios de P&D em atraso será feita pelo CTI -21/05/2014
Em reunião realizada no dia 20 de maio, na Abinee, o coordenador geral de tecnologia da informação da Secretaria de Política Industrial do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação - Sepin/MCTI -, Adalberto Barbosa, apresentou a nova iniciativa da pasta, com vistas a solucionar o passivo da análise dos relatórios de P&D, atrasados de 2006 a 2012.

Segundo ele, foi contratado o serviço do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), ligado ao MCTI, para analisar, até maio de 2016, o legado correspondente a 1.900 relatórios.

Na abertura do evento, o diretor da área de informática da Abinee, Hugo Valério, expôs as apreensões do setor sobre os critérios de análise, a partir da terceirização. Também destacou a preocupação sobre a consideração da temporariedade dos projetos antigos quando analisados agora, além da confidencialidade e conflito de interesses, uma vez que o CTI também é um instituto participante do processo.

Em sua exposição, Adalberto Barbosa destacou que os pontos apresentados por Hugo Valério estão sendo considerados no processo de análise que será feito pelo CTI. Para ele, a contratação do instituto - após questionamentos da Controladoria Geral da União sobre a gestão da Lei de Informática - foi o caminho mais rápido encontrado para a solução dos passivos existentes. “Temos procurado caminhos para resolver o problema e a ampliação dos recursos humanos da Sepin, poderia não solucionar, resultando na mesma situação de antes”, afirmou. Barbosa acrescentou que a experiência do CTI no processo de análise no âmbito do programa CERTICS - Certificado de Tecnologia e Inovação para Software -, pode ser utilizada a favor no caso dos relatórios de P&D da Lei de Informática.

No momento, o CTI está desenvolvendo a metodologia e procedimentos para automatizar e informatizar o processo de análise. O software criado será posteriormente utilizado pela Sepin. O representante da secretaria afirmou que, em paralelo ao trabalho do CTI, a Sepin também analisará os relatórios, com menor complexidade. “Dessa forma, como o contrato é de um total de 1.900 relatórios, serão analisados, também, os relatórios de 2013 e 2014, para que estes não se tornem um passivo amanhã”. Sobre este tema, será agendada uma reunião em junho, entre a Abinee, Sepin e CTI, para possíveis contribuições por parte do setor eletroeletrônico.

Durante a reunião, Adalberto Barbosa, acompanhado de técnicos da Sepin, também apresentou os procedimentos para preenchimento do Relatório Demonstrativo Anual, base 2013, com destaque para a introdução da modalidade Relatório Simplificado no Sigplani, nos termos do parágrafo 2º do Artigo 33 do Decreto 5906/06, que atendeu a pleito da Abinee. Neste caso, a empresa deverá declarar explicitamente apenas os dispêndios com os incisos I a III do Art. 25, Decreto 5906/2006.

Os investimentos enquadrados nos demais incisos deste artigo serão considerados de forma conjunta em um único dispêndio, calculado como 20% do total do valor dos dispêndios com os incisos I a III, no caso de projetos próprios, e 30% no caso de projetos realizados em convênio com instituições de ensino e pesquisa credenciadas pelo CATI.

Nomeado novo presidente do Comitê Nacional Brasileiro da IEC - 21/05/2014
O Gerente do Departamento de Tecnologia e Política Industrial da Abinee, Fabián Yaksic, foi nomeado Presidente do Comitê Nacional Brasileiro da IEC (International Electrotechnical Commission), organização de âmbito mundial que desenvolve e publica normas técnicas internacionais para todo o setor elétrico e eletrônico.

Mais de dez mil especialistas da indústria, comércio, governos, laboratórios de ensaios e pesquisas, academia e grupos de consumidores participam do trabalho de normalização da IEC em178 comitês e subcomitês técnicos. O Brasil participa de 120 destes comitês. As normas IEC são a base para as normas regionais e nacionais, e para a elaboração de acordos e contratos internacionais.

Os membros da IEC são conhecidos como "Comitês Nacionais", sendo um por país. Cada Comitê Nacional é um representante de todas as partes interessadas na área de eletrotecnologia em nível nacional. Estes Comitês compreendem representantes das indústrias, agências governamentais, academias, associações de comércio, usuários finais e desenvolvedores de normas.

Abinee participa de Audiência no Senado sobre 700 MHz - 16/05/2014
Aluizio Byrro, membro do Conselho Superior e vice-presidente da Abinee/Sinaees, participou, no dia 15 de maio, em Brasília, de Audiência Pública na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado Federal, sobre as consequências da alocação da banda de frequência em 700 MHz, atualmente ocupada pela TV Aberta, e a elaboração do Edital de Licitação para os Serviços de Banda Larga Móvel de Quarta Geração. O pedido para realização da audiência partiu dos senadores Walter Pinheiro (PT/BA) e Anibal Diniz (PT/AC).

Na ocasião, Byrro apresentou os resultados dos testes de convivência entre o Sistema de banda larga móvel (LTE) e o Sistema de TV Digital, contratados pela Abinee, entidade que representa os fabricantes de equipamentos de telecomunicações, junto ao CETUC/PUC-RJ.

Os estudos apontaram que, mesmo nas eventuais situações desfavoráveis, a convivência entre os dois sistemas é sempre possível, desde que aplicadas técnicas de mitigação.

O assunto voltará a ser debatido no Senado no próximo dia 5 de junho, quando haverá audiência pública com participação do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Além disso, a Anatel tem três audiências públicas agendadas sobre o tema: em Brasília (19 e 20 de maio) e São Paulo (22 de maio).

MP 627: Publicada Lei 12.973 que altera legislação tributária - 14/05/2014
Foi publicada, no Diário Oficial da União desta quarta-feira (14), a Lei 12.973/14, que converte a Medida Provisória nº 627, trazendo grandes e profundas alterações para a legislação tributária federal do IRPJ, da CSLL e do PIS e da COFINS, com a introdução de novos regimes de apuração aplicáveis ao lucro real, presumido e arbitrado.

A Lei também revoga o Regime Tributário de Transição (RTT), criado para que a migração para as regras internacionais de contabilidade fosse feita de forma gradual. Os efeitos da legislação serão aplicados a partir de 2015. A complexa e polêmica Lei altera a tributação federal e impõe um novo sistema fiscal para adequação da legislação às normas internacionais de contabilidade. As empresas e profissionais que lidam com o tema devem estar em alerta para adequar-se aos novos regimes e evitar as penalidades por erros no cumprimento de obrigações tributárias.

Para orientar as indústrias do setor eletroeletrônico sobre o assunto, a Abinee promove, no dia 21 de maio, a Palestra MP 627 - Novas regras de Apuração de Tributos.

Abinee participa de Audiência no Senado sobre 700 MHz - 14/05/2014
Aluizio Bretas Byrro, membro do Conselho Superior e vice-presidente da ABINEE/Sinaees, participa amanhã (14), em Brasília, de Audiência Pública na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática, do Senado Federal, sobre as consequências da alocação da banda de frequência em 700 MHz, atualmente ocupada pela TV Aberta, e a elaboração do Edital de Licitação para os Serviços de Banda Larga Móvel de Quarta Geração.

Faculdades Rio Branco fala sobre conceitos de Branding Innovation - 14/05/2014
A Abinee e IPD Eletron - Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Complexo Eletroeletrônico e Tecnologia da Informação -, promoveram, nesta terça-feira (13), a palestra “Branding Innovation: A inovação e as marcas”, com o Coordenador do curso de MBA em Branding Innovation, das Faculdades Integradas Rio Branco, Professor Antonio Roberto de Oliveira, que apresentou os principais conceitos sobre o tema e sua importância em função do acirramento competitivo.

Segundo Oliveira, o volume de informação no mundo tem crescido gradativamente. “No ano de 2003, eram produzidos 12 bilhões de Gigabytes, em 2007, foram gerados 281 bilhões de Gigabytes. Para 2015, já estão previstos 7 Zetabytes, sendo que, cada Zetabyte corresponde a 1 trilhão de Gigabytes”, afirmou. Ao mesmo tempo, cresce o número de marcas e produtos, que oferecem qualidades e recursos similares, gerando a necessidade de se diferenciar em meio às infinitas possibilidades disponíveis no mercado.

O processo de construção de uma marca é composto por várias fases com objetivo de fidelizar o consumidor para que ele possa recomendar o seu produto. “Por isso, é necessário cuidar das marcas para entregar o que prometemos. A identidade da marca é o que você controla e a imagem da marca é o que é percebido”, falou.

Oliveira destacou que o consumidor tende a fazer sua escolha pela confiança e a partir disso, recomendar seu produto ou serviço. Para a construção e o fortalecimento de uma marca, existe o Branding, um modelo de gestão e um processo de construção da marca junto a seus públicos estratégicos, que visa o estabelecimento da conexão emocional entre ela e esses públicos agregando valor ao negócio.

Uma marca precisa de inovação para cumprir a sua promessa e a inovação precisa do branding para infundi-la no mercado com significado e compreensão. A forma de pensar com foco em soluções, chamada Design Thinking, é a sinergia entre a marca e inovação. Esse conceito transforma visão em valor e conecta as organizações às pessoas.

Durante sua apresentação, Oliveira falou sobre o pioneiro curso de MBA Branding Innovation das Faculdades Rio Branco, que começou com foco apenas em branding, e que passou por uma reformulação alinhada com as necessidades mais recentes de inovação corporativa. O grande diferencial do curso é aliar os conceitos de branding e inovação com novas abordagens de ensino. “Entendemos que a inovação deve ser um princípio básico da gestão corporativa", destacou.

O evento foi coordenado pelo diretor superintendente da Abinee, Dário Bampa, que, na abertura, falou sobre a intenção do IPD Eletron, criado pela Abinee, de formar parcerias com universidades e institutos de pesquisa para ações de apoio à inovação nas empresas. Neste sentido, ele destacou a intenção de se estabelecer parceria entre o IPD e as Faculdades Integradas Rio Branco para o desenvolvimento de ações conjuntas. Na ocasião, o diretor geral das Faculdades Integradas Rio Branco, Edman Altheman, fez apresentação sobre a faculdade, e das instituições educacionais: Colégio Rio Branco, Ensino a Distância Rio Branco, Centro de Educação para Surdos Rio Branco e Centro Profissionalizante Rio Branco, mantidos pela Fundação de Rotarianos de São Paulo. Ele também ressaltou a possibilidade de parceria para estruturar cursos customizados in company para as indústrias, bem como para oferecer condições especiais para participação de empresas do setor eletroeletrônico, associadas à Abinee, nos cursos da faculdade, como o MBA de Branding Innovation.

Abinee recebe delegação indiana - 14/05/2014
A Abinee recebeu, no dia 13 de maio, visita de comitiva da Índia formada por Vinod Sharma, Chairman of Electronics da Computer Software da Export Promotion Council (ESC), entidade financiada pelo governo, do Cônsul Jose Mathew e da Assessora Comercial do Consulado Geral da Índia em São Paulo, Paola Domingues. O objetivo da visita foi avaliar possibilidades de parcerias entre empresas dos dois países.

Receberam a comitiva, pela Abinee, o assessor da diretoria, Anderson Jorge Filho, o gerente da área de economia, Luiz Cézar Rochel, e o analista técnico Israel Guratti, que apresentaram as atividades da entidade e os números do setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC).

Por sua vez, Sharma apresentou as ações que a entidade indiana vêm promovendo, junto com o governo daquele país, para o desenvolvimento da indústria de componentes eletrônicos e hardware.

Durante a reunião, os representantes indianos propuseram ações conjuntas entre as entidades no próximo ABINEE TEC, em março de 2015, em São Paulo, visando parcerias entre indústrias do setor no Brasil e na Índia.

Abinee debate a implantação do eSocial - 09/05/14
Em reunião Plenária da Abinee, realizada nesta quinta-feira (8), o assessor jurídico da Abinee, Denis Chequer Angher, falou sobre o eSocial - Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas -, esclarecendo a obrigatoriedade de sua implementação e a necessária alteração das rotinas trabalhistas e previdenciárias das empresas.

Segundo ele, o eSocial é um projeto do governo federal que vai unificar o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados. Em um sistema único, serão consolidadas todas as informações trabalhistas (administrativas e judiciais), previdenciárias e fiscais dos empregados e prestadores de serviços, mesmo os autônomos. Os principais objetivos do eSocial são: viabilizar a garantia de direitos previdenciários e trabalhistas; simplificar o cumprimento de obrigações; e aprimorar a qualidade de informações das relações de trabalho, previdenciárias e fiscais.

“O eSocial é uma obrigação para todas as empresas, que não terão como se desvencilhar. É um sistema que veio para ficar”, afirmou Denis Chequer Angher. O advogado alertou ainda, para os desafios das empresas durante o processo de implantação. Será necessária integração total das áreas fiscal, de RH e jurídica; definição da(s) área(s) ou pessoa(s) responsável(eis) pelo eSocial; e mudança de comportamento de todas as áreas, principalmente do RH.

O Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas substituirá os seguintes documentos: RAIS (Relação Anual de Informações Sociais); CAGED (Cad. Anual de Empregados e Desempregados); DIRF (Declaração do IR Retido na Fonte); GFIP (Guia de Recolhimento INSS e FGTS); FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).

A obrigação de prestar as informações pelo eSocial obedecerá um cronograma escalonado. Empresas tributadas pelo Lucro Real: deverão iniciar a partir de outubro de 2014 e empresas tributadas pelo Lucro Presumido e pelo Simples Nacional, deverão iniciar em janeiro de 2015.

Para o presidente da Abinee, Humberto Barbato, que coordenou a reunião Plenária, diante da complexidade para implementação, os pontos do eSocial que ainda geram dúvidas e preocupações devem ser debatidos pelas entidades representativas tanto dos empregadores como dos trabalhadores. “Se for necessário, apresentaremos propostas de aperfeiçoamento do Ato Declaratório para que não haja prejuízos às empresas”, concluiu Barbato.

Advogada fala sobre Lei Anticorrupção e Compliance na Abinee - 09/05/14
Na reunião da Diretoria Plenária da Abinee, realizada na quinta-feira (8), a advogada Roberta Pêgas, diretora Jurídica e Compliance para América Latina da empresa Invensys/Schneider Electric, apresentou os aspectos gerais da Lei Anticorrupção, nº 12.846/2013. Em vigor desde janeiro deste ano, a medida dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos lesivos, em especial os de corrupção, contra a Administração Pública, nacional ou estrangeira.

Destacando a importância da lei como forma de reverter a posição do Brasil no Índice de percepção da corrupção 2013, realizado pela organização Transparência Internacional, que coloca o país na 72ª lugar, entre 177 pesquisados, Roberta afirmou, no entanto, que muitos pontos ainda carecem de esclarecimentos. “A nossa legislação possui lacunas, que exigem regulamentação federal”.

Na oportunidade, Roberta apresentou os atos lesivos (praticados contra a administração pública nacional ou estrangeira) contidos na Lei. “Metade das infrações diz respeito à contratação pública”, ressaltou. Entre os atos lesivos estão: frustrar ou fraudar, mediante ajuste, combinação ou qualquer outro expediente, o caráter competitivo de procedimento licitatório público; fraudar licitação pública ou contrato dela decorrente; impedir, perturbar ou fraudar a realização de qualquer ato de procedimento licitatório público; entre outros. De acordo com a advogada, um ponto que tem gerado grande discussão na lei é a competência difusa de quem está apto a abrir um processo de investigação. Nos casos envolvendo a administração pública estrangeira, fica à cargo da Controladoria Geral da União. Nos demais casos, cabe à autoridade máxima de cada órgão ou entidade dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. “Esperamos que a regulamentação esclareça este aspecto”, afirmou.

Como atenuantes, a lei anticorrupção traz a existência de mecanismos e procedimentos internos de integridade, auditoria e incentivo à denúncia de irregularidades e a aplicação efetiva de códigos de ética e de conduta no âmbito da pessoa jurídica. “Neste sentido, o compliance é a nossa defesa. E temos que fazer valer este recurso”, salientou. Ela acrescentou que não basta a empresa ter um código de condutas; tem que colocá-lo em prática.

Apesar da lei anticorrupção não definir os parâmetros mínimos de compliance, Roberta Pêgas elencou os 10 pontos principais de um programa estruturado a partir das exigências existentes nas principais legislações anticorrupção no mundo, a Convenção da OCDE, a lei inglesa Uk Bribery Act e a norte-americana US FCPA (Foreign Corrupt Practices Act).

“O principal elemento que deve constar num programa de compliance é elevar o nível de exigência ao patamar de tolerância zero”, afirmou.

A empresa também deverá ter políticas e procedimentos, como código de ética; treinamento de pessoal; canal de denúncias; investigações internas; revisão e monitoramento constantes e a tomada de ações disciplinares. “Compliance não é só um dever do profissional ou dos diretores de uma empresa, é dever de todos dentro da companhia”, completou.

Ao final da exposição da advogada Roberta Pêgas, o presidente da Abinee, Humberto Barbato, propôs a criação de um grupo na Abinee para avaliar os pontos mais preocupantes da lei, que têm importância significativa para as empresas do setor eletroeletrônico que fornecem para órgãos públicos.

Barbato fala sobre atividades da Abinee durante Reunião Plenária - 09/05/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, fez nesta quinta-feira (8), durante Reunião Plenária da entidade, um relato sobre os principais temas que a entidade tem trabalhado nos últimos meses. Ele destacou o documento elaborado pela Abinee - e entregue ao governo - sobre a prorrogação e Aperfeiçoamento da Lei de Informática. Barbato falou também sobre o andamento no Congresso Nacional da renovação da Lei, e as gestões da Abinee junto aos parlamentares sobre o tema.

Segundo ele, a Lei de Informática deverá ser votada em breve, devido à pressão para que a Zona Franca de Manaus seja votada antes da eleição e, também, ao acordo com a liderança do governo e com o Presidente da Câmara, deputado Henrique Alves, que a votação em segundo turno da ZFM só acontecerá após solução dada para a prorrogação da Lei de Informática.

Barbato destacou, também, o trabalho da Abinee para a renovação dos benefícios da Lei do Bem, que reduz Pis/Cofins de equipamentos para inclusão digital, e da desoneração da folha de pagamentos, que vencem em dezembro de 2014. “O governo está consciente da nossa perda de competitividade e da necessidade de se reduzir custos para as empresas” afirmou.

Fundação Dom Cabral apresenta na Abinee programa PAEX - 09/05/14
Com o objetivo de incrementar a competitividade e resultados das empresas, o gerente regional de projetos da Fundação Dom Cabral (FDC), Felipe Fragelli, acompanhado do gerente de projetos, Gustavo Camargo, apresentou o programa PAEX - Parceiros para a Excelência -, em Reunião Plenária da Abinee do dia 8 de maio, em São Paulo.

O programa da instituição, visa reunir empresas de médio porte em busca da implementação de um modelo de gestão com foco em melhoria de resultados e aumento de competitividade. “Com um grupo de professores da FDC, altamente capacitados, conseguimos avaliar um problema pelo qual passa a empresa e encontramos, juntos, as possibilidades para solucionar a questão. O PAEX tem começo, meio e fim. Ensinamos a empresa a pescar”, afirmou.

Através da construção gradativa de conhecimento e do intercâmbio de experiências, os participantes discutem seus modelos de gestão, e o PAEX coloca em prática ferramentas gerenciais e estratégicas. Segundo Fragelli, entre os principais resultados do programa está a ampliação do horizonte de conhecimento em gestão devido ao contato com novas ferramentas e de troca de experiência em gestão de negócios. “Queremos tirar um pouco os empresários das demandas do dia a dia, para que ele possa olhar adiante e onde a empresa quer estar nos próximos anos”, disse. Os resultados aparecem a médio e longo prazos, através do realinhamento da estratégia de cada empresa e com avaliações gerenciais mensais para mensurar o progresso dos negócios. O PAEX integra hoje mais de 580 empresas entre grupos regionais no Brasil, Argentina, Paraguai e Portugal.

Fundada em 1976, a Fundação Dom Cabral é uma escola de negócios brasileira reconhecida internacionalmente com padrão e atuação no desenvolvimento e capacitação de executivos.

700 MHz: Testes apontam convivência entre o LTE e TV Digital - 07/05/2014
Em coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira, 7 de maio, a ABINEE, entidade que representa os fabricantes de equipamentos de telecomunicações, apresentou os resultados dos testes de convivência entre o Sistema de banda larga móvel (LTE) e o Sistema de TV Digital.

Segundo o diretor do grupo setorial de telecomunicações da Abinee, Luciano Cardim, os testes foram realizados pelo CETUC/PUC-RJ, a partir da preocupação da indústria sobre possíveis interferências entre os dois Sistemas.

“Os estudos apontaram que, mesmo nas eventuais situações desfavoráveis, a convivência entre os dois sistemas é sempre possível, desde que aplicadas técnicas de mitigação”, disse Cardim.

Para Wilson Cardoso, membro do grupo setorial, os testes demonstraram, também, que as interferências da TV Digital no Sistema LTE não foram suficientes para afetar a disponibilidade de banda larga móvel aos usuários.

Ele destacou que as avaliações realizadas pelo CETUC foram feitas com equipamentos comerciais – ERBs, televisores, celulares e chips – aderentes aos padrões de cada tecnologia em condições de uso.

“Após os resultados obtidos em laboratório e também em campo, podemos afirmar que agora temos parâmetros reais para avaliar a convivência dos sistemas. Se tivéssemos usado somente os padrões teóricos, teríamos incorrido nos mesmos erros do Japão e da Inglaterra”, afirmou Cardoso.

O professor Carlos Rodriguez, pesquisador do CETUC/PUC-RJ, que conduziu os testes contratados pela Abinee, afirmou que é perfeitamente possível a convivência entre os dois Sistemas, mesmo em situações extremas, como foi verificado no estudo feito em Aparecida/SP, utilizando o sistema comercial de TV digital, da emissora local.

Segundo ele, também foram desenvolvidas avaliações em sistema não comercial com montagem de gerador e amplificador para TV Digital no campus do Inmetro, em Xerém/RJ.

“As situações práticas em campo apresentaram melhor desempenho que as avaliações teóricas e laboratoriais, o que reforça a possibilidade de convivência entre os sistemas. As interferências identificadas são perfeitamente mitigáveis”, disse o professor Carlos Rodriguez.

Com base nos resultados alcançados, Luciano Cardim ressaltou que Abinee reitera o apoio à realização do leilão de 700 MHz de acordo com o cronograma da Anatel, previsto para agosto de 2014.

“Entendemos que devem ser priorizados os investimentos e a melhoria da qualidade da rede móvel, bem como a disponibilização de todo o espectro de 45+45 MHz para a banda larga móvel”, concluiu o diretor da Abinee.

Os testes, patrocinados pelas Alcatel-Lucent, Motorola Solutions, Nokia e Qualcomm, foram entregues pela Abinee à Anatel, que deverá agregá-los aos seus estudos com vistas à realização do leilão da faixa de 700 MHz.

Participaram da coletiva de imprensa pela Abinee, Luciano Cardim, Wilson Cardoso, e os membros do grupo setorial Francisco Giacomini, Eduardo Lima e Murilo Moyses, e a assessora da entidade Vera Lúcia de Oliveira. Pelo CETUC – Centro de Estudos em Telecomunicações da PUC-Rio – participaram os professores Carlos Rodriguez e Marlene Pontes, coordenadora do projeto, e também o diretor Flávio Hasselmann.

Setor abre 1.850 vagas no primeiro trimestre de 2014 - 07/05/2014
Dados da Abinee apontam que nos três primeiros meses de 2014 as indústrias do setor eletroeletrônico abriram 1.850 novos postos de trabalho. Este resultado é 44,7% menor do que o número registrado no mesmo período do ano passado, quando foram admitidos 3.350 trabalhadores.

Segundo o levantamento, o setor encerrou o mês de março com 179.710 empregados diretos, que é 3,55% inferior ao total registrado em março de 2013 (186.320).

"Estamos prevendo para este ano uma pequena recuperação nas contratações, visto que, em 2013, o setor, pressionado pela baixa produtividade e dificuldade de competir das indústrias, não conseguiu manter os empregos", diz o presidente da Abinee Humberto Barbato. Segundo ele, a desoneração da folha contribuiu para que o resultado não fosse pior. "Acredito que, para este ano, os efeitos da desoneração continuarão tendo uma contribuição positiva", conclui Barbato.

IPD Eletron fala sobre suas ações para empresas da área de informática - 30/04/2014
Em reunião da área de informática da Abinee, realizada na terça-feira (29), foi feita uma apresentação para as empresas sobre a proposta de trabalho do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Complexo Eletroeletrônico e Tecnologia da Informação (IPD Eletron).

Na ocasião, foi abordado que o Instituto tem buscado parcerias entre as empresas do setor e ICTs, como forma de criar um ambiente de interação e de negócios tecnológicos, visando uma maior competitividade do complexo industrial eletroeletrônico.

O evento, que teve a coordenação do diretor da Área de Informática da Abinee, Hugo Valério, contou com uma exposição do diretor do Centro de Pesquisa Wernher Von Braun, Dario Thober, sobre as atividades desenvolvidas pelo instituto, e as novas tecnologias definidas como padrão no Brasil, no segmento de Internet das Coisas (Internet of Things - IoT), com foco nos setores de Transporte, Logística e outras aplicações que se baseiam nas mesmas plataformas tecnológicas.

A reunião contou, também, com a apresentação realizada pelo Coordenador Geral do ENCAT (Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais), Eudaldo Almeida de Jesus, sobre as oportunidades de inovação e negócios de automação e otimização de processos fiscais, desde a NF-e. Na oportunidade, o Coordenador Geral do Programa Brasil-ID, Mauro Coimbra, fez uma exposição sobre a visão geral desta iniciativa. Ele destacou que o Brasil-ID é um sistema baseado na tecnologia RFID, visando estabelecer um padrão único de identificação por radiofrequência, a ser utilizado em produtos e documentos fiscais em circulação pelo país, além de viabilizar a estruturação de serviços de rastreamento e verificação de autenticidade desses produtos.

Presente na reunião, o Coordenador-Geral de Microeletrônica da SEPIN, Henrique Miguel salientou as ações apoiadas pelo MCTI, sobretudo aquelas relacionadas à RFID com segurança.

Como forma de ampliar as parcerias entre empresas e ICTs e governo, o IPD Eletron realizará outras reuniões, apresentando oportunidades e mecanismos para o fomento à inovação. No dia 23, o IPD Eletron já havia realizado reunião de apresentação de suas atividades para os ICTs.

Abinee e BNDES realizam evento sobre linha para apoio à exportação - 30/04/2014
A ABINEE e o BNDES realizam, no dia 28 de maio, às 14h, a apresentação do BNDES Exim Automático, Linha de Financiamento à Exportação, voltada para o mercado da América Latina, Caribe e África.

Na ocasião, representantes da Área de Comércio Exterior do BNDES abordarão as formas de apoio à comercialização de bens nacionais, na fase pós embarque.

O BNDES está oferecendo condições de financiamento competitivas, tanto em termos de custos como de prazos. As operações são realizadas por meio de linha de crédito com bancos parceiros do BNDES no exterior.

Nessas operações, o exportador terá o benefício de receber o desembolso do BNDES à vista após o embarque da mercadoria. O risco de crédito do importador será coberto pelo banco no exterior, sem direito de regresso contra o exportador.

O evento será realizado na ABINEE II - Av. Paulista, 1439 - 6º andar - São Paulo-SP. Vagas limitadas.

Sondagem Abinee aponta retração nos negócios do setor em março - 25/04/2014
Sondagem realizada pela Abinee, após ter verificado resultados mais otimistas em fevereiro, voltou a mostrar indicadores menos favoráveis no mês de março de 2014, assim como ocorreu nos últimos meses do ano passado e em janeiro deste ano.

A pesquisa apontou queda de 61% para 44% no total de entrevistados que registraram crescimento nas vendas/encomendas em relação a março de 2013. Ao mesmo tempo em que aumentou de 14% para 39%, o número de empresas que verificou queda.

IPD Eletron apresenta proposta de trabalho para ICTs - 25/04/2014
O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Complexo Eletroeletrônico e Tecnologia da Informação (IPD Eletron) e a Abinee realizaram na quarta-feira (23), reunião com representantes de ICTs para apresentar a proposta de trabalho do IPD Eletron. Estiveram presentes os institutos Brisa, Venturus, FIT, CITS, Von Braun, Eldorado, Lactec e Fitec.

Durante o evento, foi destacado que o IPD Eletron está aberto para receber as ICTs como associadas, como forma de criar um ambiente de negócios tecnológicos e interação com as indústrias do setor eletroeletrônico, podendo, desde já, formular parcerias com os institutos de pesquisa interessados. A reunião com as empresas, também com objetivo de apresentar a proposta de trabalho do IPD, acontecerá no dia 29 de abril.

O Instituto tem como objetivo estimular e aprimorar a gestão da inovação nas empresas associadas, além de ampliar os investimentos em P&D através de parcerias entre empresas e ICTs, visando uma maior competitividade do complexo industrial eletroeletrônico, em nível nacional e internacional.

Smartphones já representam 65% do mercado de celulares no país - 22/04/2014
Nos dois primeiros meses do ano, as vendas de telefones celulares atingiram 10,7 milhões de unidades, conforme dados da IDC, agregados pela Abinee. Deste total, foram comercializados 3,9 milhões de aparelhos tradicionais e 6,8 milhões de smartphones, que chegaram ao final de fevereiro representando 65% do mercado.

No mês de fevereiro, foram comercializados 5,7 milhões de celulares, sendo 2 milhões de aparelhos tradicionais, enquanto os smartphones atingiram 3,7 milhões de unidades.

Para 2014, a previsão é de que sejam comercializados cerca de 66 milhões de telefones celulares, sendo 47 milhões de smartphones e 19 milhões de tradicionais.

Setor eletroeletrônico prevê perdas em função da Copa do Mundo - 22/04/2014
Levantamento realizado pela Abinee - Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica - apontou que 58% das empresas do setor eletroeletrônico estão prevendo perdas em sua produção por conta dos horários diferenciados previstos no calendário de jogos da Copa do Mundo no Brasil.

A pesquisa também identificou que apenas 33% das empresas estão preparando jornada especial neste período, numa tentativa de amenizar as perdas.

Segundo o presidente da Abinee, Humberto Barbato, para se evitar maiores prejuízos à produção, é preciso conciliar o interesse das indústrias com a legítima vontade do trabalhador de acompanhar a Copa, um evento que não se realiza no Brasil de forma rotineira.

Minicom apresenta na Abinee ações para a área de telecomunicações - 17/04/14
O secretário de Telecomunicações, Maximiliano Martinhão, e o diretor do Departamento de Indústria, Ciência e Tecnologia, José Gustavo Gontijo, ambos do Ministério das Comunicações (Minicom), participaram, no dia 16 de abril, de reunião da área de telecomunicações da Abinee, onde abordaram as recentes ações e as próximas medidas a serem adotadas pela pasta.

Na abertura da reunião, o presidente da Abinee, Humberto Barbato, destacou a importância do diálogo com o Ministério para resolver os entraves de investimentos na área de telecomunicações. “Hoje, temos uma grande capacidade de desenvolvimento na área de terminais, e a infraestrutura tem que reagir no mesmo ritmo”, disse. Ele acrescentou que esta é uma área que gera uma preocupação muito grande, principalmente, agora, durante a Copa do Mundo. “Um mal desempenho neste sentido poderá afetar ainda mais os investimentos que precisamos captar”, disse.

Maximiliano Martinhão afirmou que compartilha das preocupações externadas pelo presidente da Abinee, e que o ministério tem buscado alternativas para o aumento de investimentos para construção de rede no país. Em relação à Copa do Mundo, ele disse que o atraso na entrega dos estádios tem impedido que as operadoras instalem seus equipamentos nos locais previstos.

O secretário ressaltou que é preciso fazer uma reflexão sobre as ações adotadas pelo Minicom nos últimos anos para avaliar os resultados e trabalhar no aperfeiçoamento dos mecanismos. Uma de suas preocupações diz respeito à prorrogação da Lei do Bem.

Gustavo Gontijo fez um resumo das principais iniciativas adotadas pelo Minicom, que, segundo ele, vão ao encontro dos interesses das indústrias, pois foram construídas à base do diálogo. Ele apresentou algumas das medidas dentro do escopo do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

Na área de infraestrutura, segundo Gontijo, foram colocados R$ 719 milhões em aporte de capital (R$ 320 milhões já investidos em backbone, sendo R$ 65 milhões para a Copa do Mundo). Ele ressaltou, também, os investimentos para a implementação do Anel Ótico Continental Unasul/Cosiplan, e do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas SGDC.

Gontijo salientou, ainda, o programa Inova Telecom, que gerou uma demanda de investimentos da ordem de R$ 7,5 bilhões, mostrando a disposição do setor em inovar. Em termos regulatórios, ele abordou os leilões de licitação das faixas de frequência de 2,5 GHz (4G) e de 450 MHz.

Sobre o aspecto fiscal, Gontijo destacou a desoneração de impostos federais incidentes sobre bens e serviços necessários à construção de redes de acesso à internet em banda larga, no escopo do REPNBL, que deverá chegar a R$ 3,8 bilhões, até 2016. Ele tratou, também, da inclusão dos smartphones e roteadores na Lei do Bem.

Resultados e próximas ações
Os resultados destas ações para a ampliação da banda larga 3G é que a cobertura apresentou um salto de 824 municípios atendidos, em dezembro de 2010, para 3.190, em dezembro de 2013. Neste mesmo período o número de acessos passou de 20,6 milhões para 101,8 milhões.

Sobre os próximos passos, Maximiliano Martinhão destacou a elaboração do PNBL 2.0, que deve ser lançado em breve, contemplando metas até 2022, e através do qual o governo quer levar o serviço de banda larga a 90% dos municípios brasileiros. A proposta, segundo ele, é incentivar, por meio de desonerações, a instalação de banda larga móvel em regiões fora dos grandes centros, que, por sua vez, serão conectados por fibra ótica. O objetivo é aumentar a velocidade média de conexão para 11 megabites por segundo, em 2016, chegando a 41 megabites, em 2022.

Também foi tema da reunião o leilão para a faixa de frequências de 700 MHZ. Martinhão informou que o pleito está previsto para ocorrer em agosto, mas o assunto ainda passará por duas audiências públicas para definição do modelo, para as quais ele convidou a Abinee a apresentar suas propostas.

Ao final da reunião, o diretor da área de telecomunicações da Abinee, Paulo Castelo Branco, reforçou que, devido à expansão de dispositivos como tablets e smartphones, a pressão sobre a rede cresce de forma vertiginosa. “Por isso é preciso expandir a infraestrutura de rede com mais celeridade para atender a estas demandas de tráfego”, concluiu.

Comercialização de tablets cresce 56% em fevereiro - 15/04/2014
As vendas de PCs, incluindo tablets, somaram 1,62 milhão de unidades em fevereiro de 2014, 3% acima do registrado no mesmo mês do ano passado. Segundo dados da IDC, organizados pela Abinee, este resultado contou com o incremento de 56% nas vendas de tablets, que atingiram 791 mil unidades. Por sua vez, os desktops recuaram 15% (409 mil), enquanto os notebooks caíram 28% (424 mil unidades).

Diante destes dados, os tablets passaram a representar 49% do mercado no mês de fevereiro, seguidos dos notebooks (26%) e desktops (25%).

Para o fechamento de 2014, a previsão é de que as vendas de computadores (desktops, notebooks e tablets) deverão atingir 24 milhões de unidades. Deste total, 11 milhões serão tablets, representando 46,4% do mercado.

Força Sindical da Região Norte apoia prorrogação da Lei de informática - 10/04/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, recebeu nesta quarta-feira (9), em São Paulo, uma comitiva de presidentes da Força Sindical na Região Norte do país, liderada pelo secretário de relações institucionais da entidade, Carlos Lacerda, que apresentou seu apoio à prorrogação da Lei de Informática por mais 10 anos.

Participaram da reunião os presidentes da Força Sindical Francisco de Assis Pinto Rodrigues (Rondônia), José Nilton Pereira da Silva (Roraima), Ivo Borges de Freitas (Pará), Luiz Anute dos Santos (Acre) e Manoel de Souza (Mato Grosso), que empenharam sua contribuição à proposta da Abinee. Na oportunidade, os sindicalistas informaram que iniciarão uma campanha de conscientização, em Brasília, sobre a importância da prorrogação da Lei de Informática, bem como dos 50 anos da Zona Franca de Manaus (ZFM).

Segundo Humberto Barbato, a reunião demonstrou que há uma sinergia entre trabalhadores e empresários em prol do emprego e da produtividade industrial em todo o território nacional. “Não somos contra a prorrogação dos incentivos da Zona Franca de Manaus. Somos favoráveis, sim, à manutenção do equilíbrio na produção de TICs nas mais diferentes regiões do país, o que só se dará com a prorrogação da Lei de Informática”, enfatizou.

Reforçando o apoio à prorrogação das duas legislações, o secretário da Força Sindical, o manauara Carlos Lacerda, acrescentou que este equilíbrio permitirá a manutenção de empregos em todas as regiões. Ele destacou, ainda, que empresários e trabalhadores devem atuar juntos em busca da competitividade.

Ao final da reunião, o presidente da Abinee ressaltou que as duas partes também devem lutar, lado a lado, por uma mesma política econômica, com juros civilizados e câmbio equilibrado, que propicie o aumento da produtividade das indústrias, gerando mais e melhores empregos.

Prorrogação da Lei de Informática: Abinee entrega estudo ao MCTI - 10/04/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, entregou na terça-feira (8), ao secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI/SEPIN), Virgílio de Almeida, o documento “Prorrogação e Aperfeiçoamento da Lei de Informática: Um Imperativo para o Brasil do Século XXI”.

No dia anterior, Barbato havia apresentado o trabalho à Secretária de Desenvolvimento de Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Heloísa Menezes.

Elaborado pela Abinee em parceria com suas associadas, o trabalho apresenta argumentação, fundamentada em números oficiais, demonstrando que as conquistas alcançadas pelo país e pelo setor produtivo industrial do setor de TIC devem-se, em grande medida, à Lei de Informática, que precisa, por isso, ser estendida no tempo, tal como deverá ocorrer também com a legislação pertinente à Zona Franca de Manaus.

Abinee participa de Audiência no Senado para debater logística reversa - 10/04/2014
O diretor da área de sustentabilidade da Abinee, André Luís Saraiva, representando o presidente da entidade, Humberto Barbato, participou nesta quarta-feira (9), de audiência pública da Subcomissão Temporária de Resíduos Sólidos do Senado Federal (CMARS), em Brasília, para debater os sistemas de logística reversa implantados e sistemas dependentes de acordos setoriais.

O convite para a participação da Abinee na Audiência foi feito pelo Senador Cícero Lucena, presidente da Subcomissão, criada no âmbito da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle, com o objetivo de acompanhar e fiscalizar a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

Também estiveram presentes no evento a diretora do Departamento de Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Zilda Veloso; o vice- presidente executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma-SP), Lauro Moretto; e a gerente de Projeto da Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro (Abividro), Ana Paula Bernardes da Silva.

Prorrogação da Lei de Informática: Abinee entrega estudo ao governo - 08/04/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, entregou nesta segunda-feira (7), à Secretária de Desenvolvimento de Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Heloísa Menezes, o documento Prorrogação e Aperfeiçoamento da Lei de Informática: Um Imperativo para o Brasil do Século XXI.

Elaborado pela Abinee em parceria com suas associadas, o trabalho apresenta argumentação, fundamentada em números oficiais, demonstrando que as conquistas alcançadas pelo país e pelo setor produtivo industrial do setor de TIC devem-se, em grande medida, à Lei de Informática, que precisa, por isso, ser estendida no tempo, tal como deverá ocorrer também com a legislação pertinente à Zona Franca de Manaus.

Abinee prevê crescimento real entre 3,5% e 4% em 2014 - 03/04/2014
Em coletiva de imprensa, realizada nesta quarta-feira (02), o presidente da Abinee, Humberto Barbato, ao lado de diretores da entidade, apresentou os dados consolidados da indústria elétrica e eletrônica em 2013 e as perspectivas para este ano.

O setor eletroeletrônico fechou 2013 com faturamento de R$ 156,7 bilhões, o que representou crescimento nominal de 8% na comparação com 2012. Em termos reais (descontada a inflação do setor com base no IPP - Índice de Preços ao Produtor do IBGE - de 1,9% para 2013), o crescimento ficou em 5%. A produção física da indústria elétrica e eletrônica cresceu 2% em relação a 2012.

Para 2014, o faturamento deverá apresentar crescimento nominal de 7% em relação a 2013. O crescimento real ficará entre 3,5% e 4%.

O déficit da balança comercial do setor, em 2013, cresceu 11% em relação a 2012, atingindo US$36,2 bilhões. Para 2014, a projeção é de que o déficit atingirá US$ 40 bilhões, resultado de exportações de US$ 7,4 bilhões e importações de US$ 48 bilhões. Os investimentos do setor deverão ficar em 2,9% chegando a R$ 4,17 bilhões, bastante semelhante ao aportado em 2013.

Para Humberto Barbato, os indicadores macroeconômicos não ajudam a formular previsões melhores, dado que seus principais elementos mostram desequilíbrios cujas correções ou controle exigem medidas restritivas ao crescimento da atividade econômica.

Durante a coletiva, foram debatidos diversos temas, com destaque para os incentivos fiscais do setor, a desoneração da folha de pagamentos, necessidade da renovação da Lei de Informática, ampliação da Lei do Bem - que expira em 31 de dezembro de 2014 - e os leilões de energia elétrica.

O presidente da Abinee lembrou que a Lei do Bem, implantada em 2005, formalizou o mercado de informática no Brasil, reduzindo a produção ilegal de computadores, trazendo, inclusive, um aumento real de arrecadação ao governo. “A Lei extirpou o mercado cinza, que era uma realidade no mercado de PCs. Antes de sua implantação, o mercado informal era de 73%”, disse.

Barbato ressaltou, também, a importância das desonerações fiscais para a indústria elétrica e eletrônica para a garantia da competitividade. “Produzir no Brasil é muito caro e isso vem inibindo o crescimento. Nosso setor não tem incentivos demais como muitos querem fazer acreditar. Simplesmente nossa indústria precisa dessas desonerações para ser mais competitiva em relação aos demais países do mundo, que não têm a quantidade de impostos que temos aqui”, falou.

O presidente da Abinee afirmou, também, que, em 2013, a renúncia fiscal do governo devido a desoneração da folha de pagamentos foi de R$ 600 milhões, o que correspondeu a cerca de 15% do que seria recolhido caso não houvesse a mudança.

Ainda a respeito da desoneração da folha, o diretor da área de informática da Abinee, Hugo Valério, destacou que só 40% dos produtos da indústria eletroeletrônica foram beneficiados. Segundo ele é preciso adotar um patamar de 0,5% sobre o faturamento para que as demais empresas do setor tenham também redução de custos”, disse.

Na oportunidade, Dorival Biasia, do conselho superior da Abinee, e responsável pelas negociações salariais do setor, lembrou que, nos últimos 10 anos, houve um crescimento real de cerca de 30% nos salários dos trabalhadores, já descontada a inflação. Segundo ele, este fator tem comprometido a competitividade da indústria.

Em relação aos leilões de energia elétrica, o diretor da área de GTD da Abinee, Newton Duarte, considerou relevante a decisão do governo de fazer leilões por fontes de energia, como o caso da geração fotovoltaica. No entanto, enfatizou a importância de que os leilões sejam também regionalizados, o que permitiria a redução dos custos de transmissão.

Paulo Castelo Branco, diretor da área de telecomunicações da Abinee, falou sobre o leilão para a faixa de frequências de 700 MHZ. “A Abinee entende que os leilões não devem ser arrecadatórios, mas que viabilizem os investimentos na expansão e melhoria da qualidade da rede de banda larga e telecomunicações”, disse Castelo Branco.

Sobre a Lei de Informática, o presidente Humberto Barbato informou que a Abinee está finalizando um estudo que será entregue no dia 7 de abril à Secretária de Desenvolvimento de Produção do MDIC, Heloísa Menezes. O documento contém propostas para a prorrogação da Lei por dez anos. “A Lei de Informática é essencial para que se mantenha o equilíbrio entre a indústria de TIC instalada no país e na Zona Franca de Manaus", afirmou.

No Rotary, Barbato pede mudanças para combater desindustrialização - 28/03/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, participou em 26 de março, da 35ª Reunião Ordinária do Rotary Club de São Paulo, atendendo a convite do conselheiro do clube, Nahid Chicani. Na reunião, presidida pelo rotariano Antonio Gava Netto, Barbato foi o palestrante do dia, destacando as questões do baixo crescimento econômico do Brasil nas últimas décadas e seus reflexos no desenvolvimento da indústria brasileira e, em especial, na competitividade das empresas do setor eletroeletrônico. “A Abinee tem atuado intensamente para devolver à nossa indústria elétrica e eletrônica a capacidade de competir no mercado interno e externo, buscando afastá-la do processo de desindustrialização que vem enfrentando há alguns anos”, disse.

Segundo ele, entre 2011 e 2013, o Brasil cresceu em média 2%, ou seja, abaixo do desempenho mundial que ficou em 3,3%. “Em relação aos países emergentes, a comparação é pior, uma vez que estas nações cresceram em média 5,2% de 2011 a 2013. O resultado desse baixo crescimento fez o Brasil desaguar num perigoso processo de desindustrialização”.

O presidente da Abinee mostrou que o famigerado Custo Brasil - representado pela deficiente infraestrutura do país, pela elevada tributação imposta à produção das empresas, pela burocracia nos processos, pelos escorchantes juros oficiais e reais e por uma legislação trabalhista arcaica - tem contribuído para a baixa produtividade das empresas, limitado ritmo de inovação, além de um achatamento do mercado interno, inundado por produtos importados.

“Não bastassem todos esses problemas, temos ainda que conviver com uma moeda valorizada e volátil, o que reduz nossa competitividade em relação ao mercado internacional. Ou seja, diminuímos nossa capacidade de exportar e aumentamos as importações”, afirmou.

Humberto Barbato disse que um país se constrói com planos e metas de médio e longo prazo, o que, nas últimas décadas, tem sido feito por países em desenvolvimento, especialmente os asiáticos, mas esquecido pelo Brasil.

“O que vemos por aqui são ações fragmentadas que nos levam a períodos de breves crescimentos, os chamados ‘voo da galinha’, que ocorrem muito mais pelas condições externas do que pelas nossas próprias competências”, destacou.

Para Barbato, o Brasil tem sido pródigo em criar fraturas internas, que impedem seu fortalecimento competitivo. Ele deu com exemplo a guerra fiscal que cria enorme insegurança jurídica para a atividade produtiva. Segundo ele a utilização do ICMS como arma por parte dos estados cria um cenário de hostilidade para os investimentos produtivos.

Outro exemplo dado por Barbato foi a recente discussão e aprovação em primeiro turno da renovação dos benefícios da Zona Franca de Manaus pelo prazo de 50 anos, sem dar o mesmo tratamento para a Lei de Informática. “Uma atitude como essa, que envolveu o poder executivo e o legislativo, poderá causar sérios desequilíbrios à produção de TICs nas demais regiões do Brasil. A manutenção do equilíbrio em todo o território nacional é fundamental para evitar que as empresas que estão sob o guarda-chuva da Lei de Informática percam a capacidade de competir, e se transfiram para outros países”.

Barbato afirmou que o Brasil tem pela frente uma série de desafios que precisam ser solucionados, mas o que tem dominado a cena diária do país são as composições políticas visando o pleito eleitoral que se aproxima. “Estamos a seis meses das eleições, o que, em tese, deveria renovar as nossas esperanças na implantação das reformas estruturais, tão necessárias para dotar o Brasil de condições para o desenvolvimento e a competição, no entanto, estas expectativas se esvaem nos arranjos políticos, nas composições e, principalmente, na manutenção do poder”, afirmou.

O presidente da Abinee concluiu propondo que as reformas necessárias comecem pela reforma política. “Neste sentido, minha proposta para esta reforma é o fim da reeleição para os cargos executivos. Este seria um primeiro e primordial passo para o Brasil encontrar homens públicos comprometidos com um projeto de país e não com um projeto de poder”.

Setor elétrico tem desafios de curto, médio e longo prazo, diz Abradee - 28/03/2014
O presidente da Abradee, Nelson Leite, analisou a crise atual do setor elétrico em reunião da Área de GTD da Abinee, realizada na quinta-feira (27). Segundo ele, o segmento tem desafios de curto prazo e médio prazo, respectivamente o fluxo de caixa das distribuidoras e a disponibilidade de energia, mas também enfrenta uma questão sensível para o longo prazo, que é a definição das regras do 4º ciclo de revisão tarifária.

Analisando o quadro recente sobre o aspecto financeiro, após as medidas tomadas pelo governo, Nelson Leite acredita que se o Brasil tiver um verão 2014/2015 favorável em termos de chuvas no sudeste, os preços podem se normalizar. Mas, ainda mesmo com o pacote de ações, ele salienta que as distribuidoras terão que arcar com cerca de R$ 1,5 bilhão até a compensação tarifária prevista para 2015.

Sobre a questão da disponibilidade de energia, Leite citou a avaliação da consultoria PSR que estima o risco atual de racionamento no país em 47%. Segundo ele, quanto mais demorar uma decisão do governo sobre a questão, mais terá que ser feito. “Se não fizermos, por exemplo, um plano para oito meses, a restrição de energia será uma, mas se esperarmos e a situação se agravar, teremos que fazer uma restrição muito mais intensa”, afirmou. Segundo ele, o governo deve deixar o aspecto político-eleitoral de lado ao analisar a situação. “Ninguém deseja que isto aconteça, mas, no atual momento, é preciso avaliar periodicamente a necessidade de um plano de racionamento”. Ele afirmou que isto teria impacto para as distribuidoras, pois o setor elétrico deixaria de funcionar em sua normalidade, reduzindo consideravelmente o faturamento das distribuidoras.

Durante a reunião, o presidente da Abradee afirmou que é preciso melhorar aspectos estruturais do setor elétrico, para evitar a dependência, todo ano, das chuvas que podem acontecer ou não.

Para o longo prazo, ele destacou a necessidade de definição das regras do 4º ciclo de revisão tarifária, que tem o objetivo de analisar, após um período previamente definido no contrato de concessão, seu equilíbrio econômico-financeiro. “O atual modelo não estimula a modernização. Tudo o que se ganha em redução de custos, vai para a modicidade tarifária e muito pouco para amortização dos investimentos. Por isso, é preciso reconhecer investimentos na base dos ativos quando eles são realizados e não somente após o processo de revisão tarifária seguinte, que pode demorar até 4 anos”, disse.

Leite acrescentou que este formato desestimula, por exemplo, a busca pela inovação e eficiência energética, como a implantação de redes elétricas inteligentes. “Se tivéssemos tais redes poderíamos modular carga, controlar demandas e, com certeza, um eventual racionamento ocorreria sem criar tantos desconfortos. Isto traria benefícios enormes para a sociedade”. Outra questão preocupante são os preços referenciais da Aneel para definição do valor do investimento dos ativos, que tem gerado distorções entre o valor real do produto e aquele indicado no sistema, e também inibido a modernização e busca por eficiência dos equipamentos.

Segundo o presidente da Abinee, Humberto Barbato, que coordenou a reunião, é inadmissível que, no momento delicado em que o país está, não se priorize a eficiência energética. Na ocasião, Barbato destacou que a Abinee trabalhará de forma cada vez mais próxima com a Abradee, no sentido de apresentar propostas para o governo, que possibilitem um cenário mais estável e de longo prazo para o setor elétrico. “A saúde das distribuidoras, clientes da indústria elétrica e eletrônica, é essencial para o setor”, completou. Também esteve presente na mesa principal, o diretor da área de GTD da Abinee e Presidente do Conselho de Administração da entidade, Newton Duarte.

Abinee à frente do Comitê de Avaliação da Conformidade - 28/03/2014
Em reunião realizada na quarta-feira (26), o gerente do departamento de tecnologia da Abinee, Fabián Yaksic, e o Diretor da ABNT, Ricardo Fragoso, foram eleitos, respectivamente, presidente e vice-presidente do Comitê Brasileiro de Avaliação da Conformidade - CBAC -, para o Biênio 2014 – 2015.

Tendo como atribuição assessorar o CONMETRO, o CBAC tem papel importante ao apresentar sugestões e recomendações/resoluções, visando uma maior competitividade das indústrias instaladas no país, bem como acompanhar e monitorar as atividades da avaliação da conformidade.

Durante a reunião foi aprovado o Programa de Trabalho da próxima gestão.

Rebaixamento da nota do Brasil reforça esgotamento do modelo econômico - 26/03/2014
Na avaliação do presidente da Abinee, Humberto Barbato, o rebaixamento da nota de avaliação de crédito do Brasil de BBB para BBB-, o menor rating com grau de investimento, pela agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P), reforça os sinais de esgotamento do atual modelo econômico do país.

Segundo Barbato, as justificativas da agência - crescimento econômico lento para os próximos dois anos, política fiscal expansionista, alto nível da dívida do governo e a crise do setor elétrico - também têm sido objeto de preocupação por parte da indústria instalada no Brasil. "Este atual quadro gera uma grande crise de confiança interna e, agora, externa", diz o presidente da Abinee.

Setor eletroeletrônico gaúcho cresce 6,2% em 2013 - 26/03/2014
O setor eletroeletrônico do Rio Grande do Sul encerrou o ano de 2013 com crescimento de 6,2% em relação a 2012, atingindo faturamento de R$ 7,9 bilhões. O índice é inferior à média nacional de crescimento nominal do setor, que foi de 8%. O resultado revela ainda que a participação do Rio Grande do Sul representou 5,04% do faturamento total de R$ 156 bilhões, da indústria elétrica e eletrônica instalada no país. Apesar de o número de empregos ter apresentado retração de 0,08% no estado – fechando o ano com 27,3 mil empregos diretos –, o faturamento por funcionário aumentou 12%, com total de R$ 310 mil, o que representa aumento da produtividade per capita das indústrias do setor. Os dados foram apresentados hoje pela regional da Abinee, durante reunião-almoço com empresários e associados, em Porto Alegre.

O estudo contemplou 218 empresas de dez segmentos: Automação Industrial; Componentes Elétricos e Eletrônicos; Equipamentos Industriais; Geração, Transmissão e Distribuição; Informática; Material Elétrico de Instalação; Serviço de Manufatura em Eletrônica; Sistemas Eletroeletrônicos Prediais; Telecomunicações; e Utilidades Domésticas. A maioria delas (67%) está localizada no eixo Porto Alegre-Novo Hamburgo e as demais divididas entre Caxias do Sul (17%), Serra (5%), Pelotas (2%), Santa Maria (1%), Passo Fundo (1%) e outras regiões (7%). Os segmentos que apresentaram maior crescimento em relação a 2012 foram Sistemas Eletroeletrônicos Prediais (58,2%), Componentes Elétricos e Eletrônicos (12,5%), Geração, Transmissão e Distribuição (11,3%), Telecomunicações (9,5%) e Automação Industrial (8%).

O estudo apontou, também, que as exportações somaram R$ 582 milhões, com crescimento de 7,2% em relação a 2012, contrastando com o restante do setor nacional, que apresentou retração de 5% do total exportado em 2012. O nível de empregos no Estado, em 2013, apresentou leve retração em relação ao ano de 2012, rompendo o constante crescimento dos últimos cinco anos. O setor fechou o ano com 27,3 mil empregos diretos no estado.

Para 2014, as perspectivas não são favoráveis, segundo o estudo. As estimativas de mercado apontam para um crescimento do PIB inferior a 2%, o que deverá ocorrer, também, com a produção industrial.

Substituição tributária: Portaria define IVAs para materiais elétricos - 26/03/2014
Foi publicada no Diário Oficial do Estado, de 25 de março, Portaria CAT 40/2014, que estabelece o Índice de Valor Agregado - IVA - (base do ICMS/Substituição Tributária) na comercialização de materiais elétricos no Estado de São Paulo, que vigorarão no período de 1º de abril de 2014 a 31 de dezembro de 2015.

A Secretaria da Fazenda de SP acolheu, na íntegra, o resultado do estudo contratado, dentre outras entidades, pela Abinee junto a FIPE - Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas -, para levantamento dos IVAs dos produtos indicados pelo setor.

Acesse pelo Site da Sefaz-SP a Portaria Cat 40.

Aprovação da PEC da ZFM não agrada Abinee - 21/03/2014
A Câmara dos Deputados aprovou, em 19 de março, em primeiro turno, a PEC 103/11, de autoria do Poder Executivo, apensada à PEC 506/10, do Senado, que prorroga os benefícios da Zona Franca de Manaus por 50 anos.

Após ampla negociação, ficou acordado com a liderança do governo e com o Presidente da Câmara, deputado Henrique Alves, que a votação em segundo turno só acontecerá após solução dada para a prorrogação da Lei de Informática.

O acordo não agradou a indústria de TIC instalada no país, que esperava que a prorrogação da Lei de Informática fizesse parte da PEC.

“O acordo não foi aquele que gostaríamos, mas vamos confiar na palavra do presidente da Câmara, que assegurou que o segundo turno somente ocorrerá após a solução para a Lei de Informática”, afirmou o presidente da Abinee, Humberto Barbato.

Ele ressaltou que a Abinee não é contra a Zona Franca de Manaus. “O que buscamos é igualdade nas regras para fomentar a competitividade e o progresso científico e tecnológico no País como um todo, sem a introdução de desequilíbrios regionais artificiais”, disse.

Segundo Barbato, se a prorrogação não acontecer, as empresas que estão sob o guarda-chuva da Lei de Informática perderão a capacidade de competir, sendo obrigadas a se transferir para outros países, causando prejuízos incontáveis aos investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e à geração de emprego e renda.

A importância da Lei de Informática pode ser medida pelos dados da própria Secretaria de Política de Informática (Sepin), que aponta que entre 1993 e 2011 - período de pleno funcionamento da Lei de Informática - o número de empresas incentivadas aumentou de 150 para 500; o faturamento dessas companhias passou de R$ 8,4 bilhões para R$ 30 bilhões; o número de empregos diretos saltou de 32 mil para 126 mil; os investimentos em pesquisa e desenvolvimento cresceram de R$ 200 milhões para R$ 1 bilhão; e o número de pesquisadores no País subiu de 2,6 mil para 8 mil.

A busca pelo equilíbrio na produção de TIC
Além da presença no processo de votação do primeiro turno na Câmara dos Deputados, em que esteve acompanhado de diretores da Abinee e de executivos do setor de TIC, Humberto Barbato manteve, durante os meses de fevereiro e março, um grande número de reuniões com diversas autoridades do executivo e legislativo, para tratar da prorrogação da Lei de Informática.

Barbato esteve com os Deputados Antonio Imbassahy, do PSDB-BA, e Rubens Bueno, do PPS-PR, ambos líderes dos seus partidos na Câmara Federal. Nas reuniões, Barbato reafirmou a necessidade de que a Lei de Informática fosse prorrogada nos mesmos termos da Zona Franca de Manaus, garantindo o equilíbrio da produção em todo o território nacional.

Em audiência com o Deputado Mendonça Filho (DEM-PE), autor de Projeto de Lei que prorroga a Lei de Informática, Barbato recebeu total apoio à proposta da Abinee.

Acompanhado do Deputado Paulinho da Força (SDD-SP), Barbato reuniu-se, também, com o líder do Solidariedade, Deputado Fernando Francischini (SDD-PR), que demonstrou estar de acordo com a prorrogação da Lei de Informática.

Ao lado dos Deputados Guilherme Campos (PSD-SP) e Eduardo Sciarra (PSD-PR), Barbato manteve audiência com o líder do partido, Deputado Moreira Mendes (PSD-RO), que externou simpatia pelo assunto.

Paraná e Rio Grande do Sul
Em Curitiba, o presidente da Abinee manteve audiência com o Governador do Paraná, Beto Richa, que mostrou-se preocupado com a questão, visto que a Lei de Informática, segundo ele, é extremamente importante para as indústrias instaladas no Paraná. O Governador se dispôs a tratar do assunto com deputados federais e senadores da bancada paranaense, buscando conquistar apoio à prorrogação da Lei.

Em Porto Alegre, o diretor da regional da Abinee no Rio Grande do Sul, Régis Haubert, e o assessor da área de informática da entidade, Anderson Jorge de Souza Filho, reuniram-se com o Secretário de Desenvolvimento do Estado, Mauro Knijnik, que levou a questão ao Governador Tarso Genro.

Delegação comercial de Taiwan visita a Abinee - 21/03/2014
O Presidente da Abinee, Humberto Barbato, recebeu, na quinta-feira, 20 de março, uma comitiva de altos representantes da TAITRA - Taiwan Trade Center -, chefiada pelo Dr. Gee San, vice-presidente mundial do órgão. A comitiva contou ainda com os representantes da TAITRA-Brasil: o Sr. Krist Y. B. Yen, Diretor; Sr. Fernando S. Y. Song, Gerente, e Sr. Fred Chung, Administrador de Projetos. A delegação esteve acompanhada do Sr. Jorge Guang-pu Shyu, Embaixador de Taiwan no Brasil, do Sr. Ricardo M. S. Hsu, Diretor Econômico do Escritório da Embaixada de Taiwan, em Brasília, e do Sr. Fernando C. Wang, Diretor Superintendente do Escritório Econômico do Consulado de Taiwan, em São Paulo.

Após breve apresentação sobre os interesses da Abinee, principalmente nos investimentos produtivos taiwaneses no Brasil, com ênfase na produção de semicondutores e outros componentes eletrônicos, o Dr. Gee San apresentou, também, os interesses dos empresários taiwaneses no mercado brasileiro e formulou convite para que uma missão empresarial brasileira visite a Taitronics - Taipei International Electronics Show - que se realizará entre 08 e 11 de outubro próximo.

Na ocasião, a Abinee poderá fazer uma apresentação das condições que o governo brasileiro oferece para recepcionar os investimentos estrangeiros no Brasil e os contatos que a Abinee pode providenciar no sentido de obter melhores condições para que empresas taiwanesas venham a se instalar no país.

O Presidente da Abinee aceitou o convite para visitar a Taitronics e informou que solicitará a preparação de um trabalho específico para apresentar a uma missão de empresários taiwaneses que deverá visitar o Brasil no início de setembro próximo, com o mesmo objetivo.

Durante o encontro, também foi abordada a possibilidade de formação de joint-ventures para produção de componentes eletrônicos no Brasil com tecnologia taiwanesa.

Fórum Abinee mostra deficiências na segurança de incêndio - 21/03/2014
Os últimos acontecimentos como o da tragédia da boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, no ano passado, que ceifou a vida de 242 jovens, evidenciaram toda a gama de necessidades do país em relação à legislação e normas vigentes sobre prevenção e combate a incêndio.

Esta foi a tônica da segunda edição do Fórum Nacional de Detecção e Combate a Incêndio, promovido pela Abinee, e que reuniu, em 19 de março, especialistas e autoridades para debater as demandas da sociedade, as ações dos Corpos de Bombeiros e, especialmente, a certificação de produtos, normas, regulamentos e instruções técnicas específicas do tema.

Em sua exposição, o Tenente Coronel Adilson Antonio da Silva, do Corpo de Bombeiros da PM do Estado de São Paulo, mostrou o histórico dos grandes incêndios ocorridos nos últimos 50 anos no Brasil, incluindo o de Santa Maria. Ele destacou que os laudos de todos eles apontaram para deficiências nos processos construtivos, uso de material inadequado e problemas na instalação elétrica. “Nestes últimos anos, os sistemas de segurança contra incêndio evoluíram muito, porém ainda falta conscientização da sociedade e, principalmente, fiscalização por parte das autoridades competentes”, afirmou.

Por sua vez, Fabián Yaksic, Gerente do Departamento de Tecnologia e Política Industrial da Abinee, disse que não há certificação compulsória para um grande número de produtos e equipamentos de combate a incêndio. Neste contexto reforçou a necessidade de urgente certificação compulsória dos seguintes produtos: acionadores manuais de alarme contra incêndio; centrais de alarme; detectores de fumaça; detectores de temperatura contra incêndio; e Sinalizadores (visual ou acústico). “Ainda há muito o que fazer. Além de um código de edificações, precisamos melhorar a fiscalização pois a situação das instalações elétricas em grande parte do país é precária. Os produtos utilizados são inadequados e mal dimensionados e, na maioria das vezes, são responsáveis pelos incêndios”, alertou.

Alfredo Lobo, Diretor Avaliação da Conformidade do Inmetro, destacou que o órgão está buscando o aperfeiçoamento da forma de fazer as regulamentações com o lançamento do Plano de Ação Quadrienal. O objetivo é receber as demandas, definir os prazos de elaboração dos ensaios e, com isso, agilizar a definição das normas técnicas. “Dentro do quadriênio 2014-2017, estamos, neste ano, trabalhando no programa de normas e certificações de produtos e equipamentos para prevenção e combate a incêndio”, disse. Lobo informou, também, que o Inmetro está ampliando seus processos de fiscalização em todo o país. “Estamos acompanhando os produtos nos depósitos e por ocasião do desembaraço dos produtos na alfândega, pois é grande o número de empresas que certifica um produto, mas distribui outro no mercado”, informou.

Encerrando o Fórum, Isaac Papier, Vice-Presidente de Relações Industriais da Honneywell, lembrou que, nos Estados Unidos, a legislação de proteção contra incêndio já existe há mais de cem anos, mas ainda é atualizada constantemente. “Aprendemos com os erros ao longo do tempo, e o importante é não repeti-los mais”, afirmou. Segundo Papier, para que um sistema de regulamentação funcione adequadamente é importante a interação de todos os atores envolvidos no projeto de uma edificação. Papier concluiu que a educação é um fator fundamental para que haja um melhor entendimento da regulamentação de segurança.

ISC Brasil destaca inovações na área de segurança pública e privada - 21/03/2014
Termina hoje (21), no Expo Center Norte, em São Paulo, a ISC BRASIL 2014 - Feira e Conferência Internacional de Segurança -, mais importante evento da indústria de segurança privada e pública do país, reúne 150 expositores nacionais e internacionais, distribuídos em uma área de 17 mil metros quadrados.

Neste ano, entre os destaques do evento estão os fabricantes de equipamentos de proteção e combate à incêndio, que mostraram ao público as mais recentes novidades em tecnologia, inovações e as últimas tendências e soluções para os mais diversos produtos.

A solenidade de abertura da ISC Brasil contou, entre outras autoridades, com a presença do Secretário-adjunto da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Antonio Carlos da Ponte – que representou o Governador Geraldo Alckmin; do Diretor de Sustentabilidade da Abinee, André Luiz Saraiva; de Don Erickson, CEO da Security Industry Association (SIA); de Gustavo Gassmann, presidente da Asociación Latinoamericana de Seguridad (ALAS); do Coronel Carlos Alberto David dos Santos, Presidente do Conselho dos Comandantes das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros; além do Vice-Presidente da organizadora do evento, Reed Exhibitions Alcantara Machado, Paulo Octávio Pereira de Almeida.

Paulo Octávio Pereira de Almeida, da Reed Exhibitions, destacou os números ligados ao setor que mais cresce no mundo. “A segurança, assim como a saúde e educação, faz parte dos três pilares da vida em sociedade. No Brasil, o segmento a segurança eletrônica vem crescendo de cerca de 20% a cada ano, o que permitiu uma ISC mais completa, 40% maior do que a última edição”, afirmou.

Representando a Abinee, André Luís Saraiva afirmou que a evolução do setor tem ocorrido em função da crescente preocupação com a segurança nas pequenas, médias e grandes cidades de todo o país, o que determinou investimentos de toda a ordem pelas empresas, órgãos públicos e pela população em geral na aquisição de soluções que ajudem a evitar a perda de vidas e de patrimônios. “A respeito da necessidade do enfrentamento das questões de segurança que permeiam a vida dos cidadãos, lembro-me da frase: “podemos passar uma vida inteira sem ir à guerra, mas não podemos permanecer um minuto sem estar preparados para ela”, disse.

Saraiva destacou que a Abinee tem trabalhado na regulamentação dos produtos do segmento, visando garantir a qualidade dos produtos e a eficiência das soluções em segurança, “Ao que cabe a nós, tenham certeza, temos procurado dedicar todos os nossos esforços para que novos episódios tristes como o de Santa Maria não voltem a acontecer no Brasil”, concluiu.

Em seu pronunciamento, o secretário-adjunto Antonio Carlos da Ponte, destacou o papel da prevenção no combate à violência e falou da importância da Feira. “As novas tecnologias têm ajudado bastante no setor de segurança nos últimos anos. Estamos investindo em novos equipamentos com a finalidade de garantir uma vida mais tranquila para todos os cidadãos de estado, visando coibir novas formas de criminalidade”, disse.

A ISC Brasil 2014, que tem o apoio oficial da Abinee, da Asociación Latinoamericana de Seguridad (ALAS) e Associação da Indústria de Segurança (SIA).

Abinee recebe comitiva da empresa Zenrin Datacom - 20/03/2014
Nesta quarta-feira, 19 de março, o Presidente do Conselho de Administração da Abinee, Newton Duarte, acompanhado do Diretor Superintendente, Dario Bampa, recebeu uma comitiva da empresa Zenrin Datacom, do Japão. A empresa provê soluções, tecnologias e serviços de navegação por GPS embarcados nos dispositivos eletrônicos acoplados em celulares, tablets, automóveis, etc. Na reunião, Duarte apresentou dados do setor elétrico e eletrônico brasileiro e falou da atuação da Abinee que servirão de subsídio para os planos de instalação da Zenrin no Brasil. Fizeram parte da comitiva Tatsuhiko Shimizu, Presidente da Zenrin Datacom; Hideyuki Fujisawa, Vice-Presidente de Tecnologia da Zenrin Datacom; Kazusui Hoshina, CEO da WeCan; Nily Geller, Diretor da Janar Engenharia; e Horácio Mizumoto, Vice-Presidente da Paesi Blue.

Abinee manifesta preocupação com a votação da PEC 506 - 18/03/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, manifestou sua grande preocupação com a votação da PEC 506/10, que deverá ocorrer nesta terça-feira (18) na Câmara dos Deputados, em Brasília, e que propõe a prorrogação por 50 anos dos incentivos à Zona Franca de Manaus.

Para Barbato, tratar da renovação da Zona Franca, sem considerar prorrogação da Lei de Informática, promoverá um grande desequilíbrio na produção de bens TIC em todo o território nacional.

"Se a prorrogação não acontecer, as empresas que estão sob o guarda-chuva da Lei de Informática perderão a capacidade de competir, sendo obrigadas a se transferir para outros países, causando prejuízos incontáveis aos investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e à geração de emprego e renda", disse Barbato.

Segundo ele, há um grande número de empresas localizadas em polos industriais distribuídos por todo o país e que não sobreviveriam sem os incentivos da Lei de Informática. “É o caso do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Pernambuco”, lembrou o presidente da Abinee. Ele destacou que também que os estados do Ceará e Rio de Janeiro perderiam recursos de P&D.

Para Barbato a importância da Lei de Informática pode ser medida pelos dados da própria Secretaria de Política de Informática (Sepin), que aponta que entre 1993 e 2011 - período de pleno funcionamento da Lei de Informática - o número de empresas incentivadas aumentou de 150 para 500; o faturamento dessas companhias passou de R$ 8,4 bilhões para R$ 30 bilhões; o número de empregos diretos saltou de 32 mil para 126 mil; os investimentos em pesquisa e desenvolvimento cresceram de R$ 200 milhões para R$ 1 bilhão; e o número de pesquisadores no País subiu de 2,6 mil para 8 mil.

Barbato ressaltou que a Abinee não é contra a Zona Franca de Manaus. “O que buscamos é igualdade nas regras para fomentar a competitividade e o progresso científico e tecnológico no País como um todo, sem a introdução de desequilíbrios regionais artificiais”, concluiu.

Instituto Acende Brasil vê crise no setor elétrico - 14/03/2014
“O atual modelo do setor elétrico é incoerente e precisa ser alterado”. A afirmação é do presidente do Instituto Acende Brasil, Cláudio Salles, que participou nesta quinta-feira (13) da Reunião Plenária da Abinee. Em sua apresentação sobre a Situação Energética no País e Propostas de Aprimoramento, ele afirmou que a segurança do abastecimento em 2014 dependerá da hidrologia nos próximos meses. Mas não são só os níveis de chuva que afetam o setor. Do lado financeiro, este ano será de alto custo e o fluxo de caixa das distribuidoras não suportará o ônus de lidar com a elevação de dos valores operacionais ocasionadas pelo intenso despacho termelétrico.

Já antecipando que o governo lançaria um novo pacote para o setor elétrico - o que aconteceu horas após a reunião da Abinee -, Claudio Salles afirmou que não há como esperar um cenário promissor para o segmento se todos os agentes estão inseguros e as empresas não têm estabilidade. “O país segue aos tropeços, fazendo remendos, como tudo o que acontece por aqui”, disse.

Como o sistema brasileiro é predominantemente hidrelétrico, Salles afirmou que a energia armazenada é uma variável chave para avaliar as condições de abastecimento. Durante o evento, o presidente do Acende Brasil comparou o atual cenário com o de 2001, quando o Brasil viveu racionamento de energia. Segundo ele, entre os quatro subsistemas brasileiros, é preciso se atentar para o Sudeste/Centro Oeste, que concentra 70% da capacidade de armazenamento. “A saúde deste subsistema, conhecido como a caixa d’água do Brasil, mostra que estamos praticamente no mesmo nível de 2001, o que é uma situação preocupante”, afirmou.

Por outro lado, Salles destacou que o país tem mais capacidade termelétrica, cuja participação na geração avançou de 7,7% para 19,1% nos últimos 13 anos. Ele ressaltou, no entanto, que a composição das usinas do parque termelétrico existente não é apropriada para operação com elevado fator de carga.

Para ele, além do aspecto da disponibilidade de energia, o setor enfrenta um momento delicado de alta vulnerabilidade financeira. “O setor elétrico era um dos únicos sustentáveis e deixou de ser a partir da MP 579 [que, entre outras medidas, reduziu a tarifa de energia]. Bem ou mal, funcionava. Agora, a conta não está fechando”, enfatizou.

Diante deste cenário, Salles apresentou alguns pontos que devem ser atacados pelo governo, como comunicar à população as reais condições do sistema de forma precisa, clara e didática, e informar indicadores que facilitem o acompanhamento das condições do sistema.

Sobre a possibilidade de promover a conservação, racionalização e redução de consumo, ele afirmou que essa iniciativa deve ser elaborada com antecedência e planejamento, pois envolve um grau de complexidade elevado por abranger diversos fatores econômicos e jurídicos. Estes pleitos e outros estão no documento White Paper nº 13 - Aprimoramentos para o Setor Elétrico: Propostas aos Candidatos -, que o Instituto Acende Brasil preparou para ser encaminhado aos candidatos às eleições presidenciais deste ano. Com 60 páginas, o estudo traz um diagnóstico e recomendações, tratando da adequação da oferta, modicidade tarifária e credibilidade e confiança.

Segundo o presidente da Abinee, Humberto Barbato, que coordenou a reunião, a desorganização do setor de energia coloca a indústria elétrica e eletrônica numa situação delicada e desconfortável. “Não só o aspecto hídrico, mas as decisões recentes, a partir da MP 579, desestabilizaram um setor, que, em termo de infraestrutura, era o que vinha tendo o melhor desempenho. Não somos contra a redução de tarifas para o consumidor, mas, da forma como foi feita, prejudicou profundamente a capacidade de investimentos das distribuidoras”, disse.

Barbato acrescentou que o Brasil tem tratado um tema complexo como este com pequenos expedientes. “Este é um reflexo da falta de planejamento do país”, concluiu o presidente da Abinee.

Brasil pode caminhar para argentinização, diz Martone - 14/03/2014
O economista Celso Luiz Martone afirmou nesta quinta-feira (13), durante a reunião Plenária da Abinee, que o Brasil caminhará para uma ‘argentinização’, se não alterar o rumo vigente de sua economia. Martone afirmou que, desde a crise de 2008, o governo abandonou a austeridade fiscal e metas de inflação, expandiu crédito via bancos federais, concedeu novos subsídios ao consumo [renúncia fiscal], passou a intervir em setores como o de petróleo, eletricidade e mineração e no mercado de câmbio, além de promover o controle de preços administrados e o aumento de medidas protecionistas. “A consequência disso é uma grave crise de confiança, fatal para qualquer economia”, afirmou.

Fazendo um balanço preliminar da política econômica do governo Dilma, Martone destacou que, no período de 2011-2013, o Brasil cresceu em média 2%, abaixo do desempenho mundial de 3,3%. Em relação aos países emergentes, a situação é pior, uma vez que estas nações cresceram em média 5,2% nos últimos três anos. Somado a isso, a taxa de risco do Brasil aumentou acima dos outros países em desenvolvimento. “Somos avaliados como uma economia mais vulnerável do que as outras”, salientou.

Sobre as expectativas para 2014, o economista afirmou esperar mais um ano de baixo crescimento do PIB, em torno de 1,7%.

Este quadro, segundo ele, traz enormes desafios para 2015 em diante, que deverão ser atacados pelo governo eleito em outubro deste ano. Entre estes desafios está a necessidade de se reverter a expansão fiscal dos 12 últimos anos, de se implementar “inflação corretiva” dos preços administrados, a contenção do déficit em conta-corrente e a restauração da confiança. Para Martone o objetivo maior é fazer com que o país cresça mais no futuro. “Hoje, quando tudo dá certo, nosso limite de crescimento é de 3%. Assim, estamos ficando defasados em relação aos nossos competidores diretos, que são os outros emergentes”, completou.

Abrale apresenta o Selo "Investimos na Vida" - 14/03/2014
Durante a plenária na Abinee, a presidente da Abrale - Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia -, Merula Steagall, apresentou o Selo “Investimos na Vida”, o primeiro certificado criado para empresas que investem socialmente na área da saúde.

Segundo ela, o principal objetivo do Selo é engajar empresas e pessoas com a causa social da Abrale, de incentivar e criar caminhos para que as pessoas se informem sobre os cânceres do sangue. Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), cerca de 50 mil pessoas são diagnosticadas, todos os anos no Brasil, com algum tipo de câncer do sangue, como a leucemia e o linfoma.

O programa visa à captação de recursos por meio de contribuições mensais contínuas que serão destinadas para a manutenção e melhoria dos processos e programas da associação, todos oferecidos gratuitamente ao público atendido. A empresa mantenedora recebe como forma de reconhecimento o Selo Investimos na Vida. “As empresas recebem incentivos tributários, podendo reverter entre 1% e 2% de seu lucro neste tipo de programa”, destacou Merula Steagall.

BNDES lança novo Portal para credenciamento no Finame - 12/03/2014
A Abinee recebeu, nesta quarta-feira (12), representantes do BNDES para falar sobre o novo Portal de credenciamento de produtos no Finame, que entrará em vigor no dia 17 de março.

Estiveram presentes, Thiago de Holanda e Carlos Guimarães, ambos do Departamento de Credenciamento de Fabricantes de Máquinas, Equipamentos e Sistemas do BNDES. Segundo Thiago de Holanda, o Portal tem objetivo de tornar os processos mais dinâmicos e produtivos.

O encontro foi dividido em duas etapas: no período da manhã, foi feita apresentação do novo Portal, e durante a tarde, foram demonstradas as adaptações na planilha de cálculo do índice de nacionalização para credenciamento de produtos com PPB no Finame, que entrará em vigor em breve.

Setor eletroeletrônico registra déficit de US$ 3,37 bilhões em janeiro - 07/03/2014
Dados da balança comercial de produtos eletroeletrônicos, levantados pela Abinee, apontam que, no mês de janeiro de 2014, o déficit do setor atingiu US$ 3,37 bilhões, 9,3% acima do registrado em janeiro de 2013 (US$ 3,09 bilhões). Este resultado foi consequência de exportações, que somaram US$ 494 milhões, e de importações, que chegaram a US$ 3,87 bilhões.

Nota do presidente da Abinee sobre SELIC e PIB - 27/02/2014
“Duas notícias movimentaram o mercado nesses últimos dois dias. Primeiro, a decisão do Copom de elevar a taxa básica de juros em 0,25 pontos percentuais, puxando-a para 10,75% ao ano.

Segundo, o crescimento de apenas 2,3% do PIB, em 2013. Nos três anos do Governo Dilma, a economia brasileira cresceu, em média, 2,0%, contra 4,1% no triênio 2008-2010, e 4,4% no triênio anterior (2005-2007).

A despeito do comportamento do mercado de trabalho (taxa de desemprego de 5,4%), o modelo de crescimento vigente ruiu. Juros em ascensão e crescimento lento são ingredientes que fragilizam a indústria e sinalizam para mais um ano de dificuldades.

As expectativas no setor eletroeletrônico são negativas. A sondagem junto às empresas do setor mostrou que 46% afirmaram que os negócios começaram abaixo do esperado em janeiro”. (Presidente da Abinee, Humberto Barbato)

Déficit do setor eletroeletrônico cresce 356% em oito anos -27/02/2014
A trajetória de crescimento do déficit do setor eletroeletrônico nos últimos anos foi bastante significativa. Conforme dados da Abinee, em 2005, o saldo negativo era da ordem de US$ 8 bilhões, passando para US$ 28 bilhões em 2010, e chegando, agora, em 2013, a US$ 36,2 bilhões, o que representa um crescimento de 356% nos últimos 8 anos, a uma taxa média anual de 20%.

Neste período, as importações passaram de US$ 16 bilhões (em 2005) para US$ 43,6 bilhões (2013), enquanto que as exportações caíram de US$ 8 bilhões para US$ 7,4 bilhões.

O destaque nestes 8 anos foi o crescimento das importações de bens finais, que passaram de US$ 6 bilhões para US$ 19 bilhões.

Os bens finais ganharam forte participação na pauta de importações de produtos eletroeletrônicos, cuja representatividade passou de 37% para 44%.

Lei de Informática: Prefeito de Sorocaba endossa pedido da Abinee -27/02/2014
O prefeito de Sorocaba, Antônio Carlos Pannunzio, pediu ao Ministro Mauro Borges, do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, a prorrogação da Lei de Informática pelo mesmo período que está sendo proposto pelo governo federal para a Zona Franca de Manaus (ZFM).

A solicitação foi feita, nesta quarta-feira (26), durante seu pronunciamento na cerimônia de inauguração de uma fábrica da ABB no município de Sorocaba, que contou, também, com a presença do Governador Geraldo Alckmin. O pedido do prefeito vem na mesma linha que a Abinee tem reivindicado junto a autoridades do legislativo e representantes dos governos estaduais e municipais de todo o país.

Para a entidade, prorrogar a ZFM por mais 50 anos, sem dar o mesmo tratamento para a Lei de Informática, levará ao desequilíbrio a produção de TICs nos demais Estados da Federação.

Em contato com representantes da Abinee, ao final do evento, o Ministro Mauro Borges, que representava a Presidente Dilma Rousseff, disse já ter sido alertado sobre o assunto pelo presidente da entidade, Humberto Barbato.

Sorocaba, localizada no interior do Estado de São Paulo, é um dos mais importantes polos industriais do país, reunindo indústrias dos segmentos Automação, Componentes e Equipamentos Industriais; Material Elétrico de instalação; Telecomunicações; Sistemas Eletroeletrônicos, a maioria delas incentivadas pela Lei de Informática.

Sondagem: 46% das empresas afirmam que negócios caíram em janeiro - 24/02/2014
Sondagem de janeiro de 2014, realizada pela Abinee, registrou um número maior de empresas cujos negócios caíram do que aquelas que indicaram crescimento, fato não observado desde o final do ano de 2012. De acordo com o levantamento, 46% das empresas consultadas indicaram queda em suas vendas na comparação com o mesmo mês do ano passado. A pesquisa identificou, também, que os negócios permaneceram estáveis para 17% das empresas e cresceram para 37%. As empresas do setor estão trabalhando com cautela. Dentre os principais entraves comentados estão: a elevada carga tributária, incertezas políticas, situação econômica preocupante do país, instabilidade do câmbio, aumento da inflação, dificuldade de acesso ao crédito e baixo crescimento do PIB.

Abinee recebe secretário de Política de Informática - 24/02/2014
O secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Virgilio Almeida, esteve na Abinee, nesta quinta-feira (20), para falar sobre os procedimentos de Lei de Informática e apresentar as ferramentas da Secretaria de Política de Informática (SEPIN) para responder com mais rapidez as solicitações da indústria.

Ao lado do diretor do Departamento de Políticas e Programas Setoriais em Tecnologias da Informação e Comunicação, Rafael Henrique Moreira e do coordenador-geral de Tecnologia da Informação, Adalberto Afonso Barbosa, o secretário falou sobre o Projeto de Avaliação dos RDAs (Relatórios Demonstrativos Anuais), que tem o objetivo de eliminar o legado dos relatórios de prestação de contas com avaliação atrasada, entre o período de 2006 e 2014. “Até 31 de dezembro de 2015, estaremos com esses processos todos em dia”, disse.

Os representantes da SEPIN ressaltaram, também, a informatização dos processos referentes aos pleitos de incentivo, relatório demonstrativo, incluindo, neste caso, a pré analise das informações.

Durante o encontro, o secretário Virgilio Almeida abordou, ainda, a renovação da Lei de Informática, essencial para a indústria de TICs no Brasil. “O papel da Abinee é fundamental para levar ao Ministério e ao Congresso Nacional a defesa desse mecanismo”, ressaltou.

Coordenando a reunião, o vice-presidente e diretor da área de informática da Abinee, Hugo Valério - que estava acompanhado do diretor da área de Telecomunicações, Paulo Castelo Branco - ressaltou que a entidade e o IPD Eletron estão à disposição da SEPIN para tratar de todos os assuntos voltados à política industrial do setor.

Na oportunidade, o representante da consultoria IDC Brasil, Bruno Freitas, apresentou dados atualizados de 2013 dos mercados de desktops, notebooks, tablets, celulares e smartphones.

Reunião do Conselho de Gerenciamento da Normalização da IEC - 24/02/2014
Foi realizada, em 18 de fevereiro, reunião plenária do Conselho de Gerenciamento da Normalização (SMB) da IEC - International Electrotechnical Commission -. Os representantes do Comitê Nacional Brasileiro da IEC, José Sebastião Viel (membro titular), e Israel Guratti (membro suplente), acompanharam as discussões relacionadas ao gerenciamento dos comitês e subcomitês técnicos para produtos e sistemas elétricos e eletrônicos. Foi também tratado o gerenciamento da normalização em Redes Inteligentes (Smart Grid), Cidade Inteligentes (Smart Cities), tecnologias em desenvolvimento: robôs domésticos, ambientes residenciais assistidos por tecnologia e segurança e privacidade de dados, dentre outros temas. O Brasil participará de um grupo temporário de avaliação para formação de grupo permanente em Sistemas de “Micro-Grid”. Os representantes do Brasil também participaram das reuniões do PASC – Pacific-Asia Standards Cooperation, SMB/CAG – Chairman’s Advisory Group e Treinamento para Membros do SMB.

Presidente da Abinee reúne-se com Ministro Mauro Borges - 20/02/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, fez, nesta quinta-feira, 20, uma visita de cortesia ao novo Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges. Na oportunidade, Barbato tratou de diversos assuntos de interesse das empresas do setor eletroeletrônico, entre eles a necessidade de prorrogação dos incentivos da Lei de Informática. O ministro agradeceu a visita e afirmou que dará encaminhamento das demandas apresentadas pela Abinee.

Lei de Informática: Barbato fala com lideres de partidos na Câmara - 20/02/2014
Ampliando sua atuação em Brasília, para tratar da prorrogação da Lei de Informática, o presidente da Abinee, Humberto Barbato, manteve, na noite de ontem e na manhã de hoje (20), reuniões com mais três líderes de partidos na Câmara Federal.

Em audiência com o Deputado Mendonça Filho (DEM-PE), autor de Projeto de Lei que prorroga a Lei de Informática, Barbato recebeu total apoio à proposta da Abinee, afirmando que estará atento à votação da PEC do governo que renova por 50 anos os incentivos da Zona Franca de Manaus (ZFM) e não contempla o equilíbrio da produção de bens de TI em todo o território nacional.

O presidente da Abinee, acompanhado do Deputado Paulinho da Força (SDD-SP), reuniu-se, também com o líder do Solidariedade, Deputado Fernando Francischini (SDD-PR), que demonstrou estar de acordo com a prorrogação da Lei de Informática.

Ao lado dos Deputados Guilherme Campos (PSD-SP) e Eduardo Sciarra (PSD-PR), Barbato manteve audiência com o líder do partido, Deputado Moreira Mendes (PSD-RO), que externou simpatia pelo assunto.

No dia 19, o presidente da Abinee esteve com os Deputados Antonio Imbassahy, do PSDB-BA, e Rubens Bueno, do PPS-PR, ambos líderes dos seus partidos na Câmara Federal.

Nas audiências, Barbato reafirmou a necessidade de que a Lei de Informática fosse prorrogada nos mesmos termos da Zona Franca, garantindo a manutenção do equilíbrio da produção em todo o território nacional.

O Deputado Imbassahy manifestou seu apoio à demanda da Abinee, destacando que a Bahia é um importante polo na área de TI, e que a renovação da Lei pelo mesmo período proposto pelo governo para a ZFM, é fundamental para o desenvolvimento do estado. Ele garantiu que se empenhará para que a prorrogação ocorra da melhor forma para as empresas instaladas na região.

Da mesma forma, o presidente da Abinee encontrou apoio do Deputado Rubens Bueno, que salientou o interesse do Paraná no assunto, uma vez que seu estado também possui um grande número de empresas que utiliza os incentivos da Lei de Informática. O deputado, diante da situação criada pelo projeto de prorrogação da ZFM, afirmou que defenderá a proposta da Abinee de tratamento equânime para a Lei de Informática.

Liminar suspende cobrança adicional de ICMS em compras pela internet - 20/02/2014
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu liminar na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4628, ajuizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), e suspendeu a eficácia do Protocolo ICMS 21, de 1º de abril de 2011, do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que exigia pagamento de ICMS nos estados de destino nos casos em que o consumidor adquire mercadoria pela internet de outras unidades da Federação.

A decisão atende pedido da Abinee, que integrou o processo como amicus curiae (assistente judicial).

A norma agora suspensa foi assinada pelos Estados de Alagoas, Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia, Sergipe e pelo Distrito Federal, que se dizem prejudicados com a substituição do comércio convencional pelo crescimento das compras realizadas de forma remota. Alegam que essa modalidade de aquisição privilegia os estados mais industrializados, localizados nas Regiões Sudeste e Sul do país, onde estão localizadas as sedes das principais empresas de vendas pela internet. Por isso, foi necessário estabelecer novas regras para a cobrança do ICMS, de forma “a repartir de maneira mais equânime as riquezas auferidas com o recolhimento do tributo”.

Em sua decisão, o ministro Fux afirma que os estados não podem, diante de um cenário que lhes seja desfavorável, simplesmente instituir novas regras de cobrança de ICMS, desconsiderando a repartição estabelecida pelo texto constitucional, sob pena de gerar um ambiente de “anarquia normativa”.

Abinee e Reed realizam 2º Fórum de Prevenção e Combate a Incêndio - 18/02/2014
Desde a tragédia de Santa Maria/RS, que completou um ano em janeiro, ficou evidenciada a urgência de se implementar normas, regulamentos e instruções técnicas direcionadas à prevenção e detecção de incêndios no Brasil.

Este tema será debatido no 2º Fórum Nacional de Prevenção e Combate a Incêndio, que a Abinee e Reed Exhibitions Alcantara Machado promoverão, no dia 19 de março, às 14h30, na sala Santana 3, do Pavilhão Verde da Expo Center Norte, em São Paulo, no âmbito da ISC Brasil 2014.

O evento, que reunirá fabricantes, autoridades e entidades, discutirá a legislação sobre prevenção e combate a incêndio, as ações em desenvolvimento nos Corpos de Bombeiros, no Congresso Nacional, a certificação de produtos e as estatísticas sobre incêndios, entre outros temas.

Programa Preliminar

14h30 - Abertura

14h40 - Os grandes incêndios ocorridos no Brasil nos últimos anos

15h20 - Política de segurança contra incêndio no Brasil

16h00 - Situação da certificação de produtos contra incêndio

16h30 - Legislações em tramitação no Congresso sobre detecção, combate a incêndios e inspeções

17h00 - Debates

17h30 - Encerramento

A Abinee tem integrado os trabalhos do seu Grupo de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio (GSDAI), criado em 2005, às ações em andamento após a tragédia de Santa Maria. Desta forma, a entidade contribuiu com o trabalho da Comissão Externa da Câmara dos Deputados, coordenada pelo Deputado Federal Paulo Pimenta, na elaboração do projeto de legislação de prevenção a incêndios, que agora aguarda apreciação do Congresso Nacional.

O GSDAI contribuiu, também, para a elaboração da norma ABNT NBR 17240:2010 - Sistemas de detecção e alarme de incêndio - Requisitos para projeto, instalação, comissionamento e manutenção de sistemas de detecção e alarme de incêndio.

Prorrogação da Lei de Informática: Estados apoiam Abinee - 14/02/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, manteve audiência, no dia 12 de fevereiro, em Curitiba, com o Governador do Paraná, Beto Richa.

Na oportunidade, Barbato tratou da renovação da Lei de Informática, que não está sendo devidamente considerada pelo Congresso Nacional nas discussões da prorrogação da Zona Franca de Manaus.

O presidente da Abinee destacou a necessidade de que a Lei seja prorrogada nos mesmos termos da Zona Franca, de forma a garantir a manutenção do equilíbrio da produção em todo o território nacional.

"Se isto não acontecer, as empresas que estão sob o guarda-chuva da Lei de Informática perderão a capacidade de competir, sendo obrigadas a se transferir para outros países, causando prejuízos incontáveis aos investimentos em pesquisa e desenvolvimento e à geração de emprego e renda", disse Barbato.

Durante a audiência, o Governador Beto Richa mostrou-se preocupado com a questão, visto que a Lei de Informática, segundo ele, é extremamente importante para as indústrias instaladas no Paraná.

Neste sentido, o Governador se dispôs a tratar do assunto com deputados federais e senadores da bancada paranaense, buscando conquistar apoio à prorrogação da Lei.

O presidente da Abinee estava acompanhado do diretor da regional Abinee - PR, Álvaro Dias, e empresários do setor.

Encontro no Rio Grande do Sul

No dia anterior, 11, o diretor da regional Abinee-RS, Régis Haubert, e o assessor da área de informática da entidade, Anderson Jorge de Souza Filho, estiveram reunidos, em Porto Alegre, com o Secretário de Desenvolvimento do Estado, Mauro Knijnik, a quem apresentaram o atual estágio da prorrogação da Lei de Informática.

Receptivo à demanda da Abinee, o Secretário mostrou-se preocupado com o tema, afirmando que o levaria ao Governador Tarso Genro.

Governo estabelece margem de preferência para equipamentos de TIC - 14/02/2014
Foi publicado, no Diário Oficial da União, da quinta-feira (13), o Decreto Nº 8.194, de 12 de fevereiro, que estabelece a aplicação de margem de preferência em licitações realizadas no âmbito da administração pública federal para aquisição de equipamentos de tecnologia da informação e comunicação, para fins do disposto no art. 3º da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993.

Segundo o Decreto, que atende a pleitos da Abinee, será aplicada a margem de preferência normal, de 15%, para os produtos manufaturados nacionais, que atendam ao Processo Produtivo Básico aprovado nos termos do Decreto-Lei nº 288, de 28 de fevereiro de 1967, e da Lei nº 8.248, de 23 de outubro de 1991.

Poderá ser aplicada, também, margem de preferência adicional, de 10%, para aquisição de equipamentos com tecnologia desenvolvida no país, conforme Portaria Interministerial MDIC/MCTI nº 383, de 26 de abril de 2013.

Em janeiro, o governo já havia publicado o Decreto Nº 8.184 , estabelecendo margem de preferência para a aquisição de impressoras (classificadas no Código TIPI/NCM na posição 8443.3) e de computadores (classificados na posição 8471).

Veja a íntegra do Decreto Nº 8.194 e a lista dosCódigos TIPI/NCM beneficiados.

Abinee vê com apreensão leilão da linha de transmissão de Belo Monte - 11/02/2014
O leilão da linha de transmissão da usina de Belo Monte, que teve a chinesa State Grid como vencedora em parceria com a Eletrobrás, está causando uma grande apreensão entre as empresas do setor eletroeletrônico instaladas no Brasil.

“A preocupação da nossa indústria é que ela seja alijada dos processos de fornecimento de equipamentos para a instalação desse importante sistema de transmissão”, alerta o presidente da Abinee, Humberto Barbato.

Barbato lembra que, à época da consulta pública sobre o leilão, a Abinee apresentou proposta de participação local no fornecimento de equipamentos, no que não foi atendida pelo governo.

“Em função disso, apelamos agora para que o Ministério de Minas e Energia e a Eletrobrás busquem garantir que o fornecimento seja feito por fabricantes locais e que a nossa mão-de-obra seja utilizada prioritariamente. Se não for desta forma, mais uma vez estaremos gerando emprego e renda lá fora”, afirma Barbato.

Ao mesmo tempo, ele acrescenta que o governo brasileiro precisa atuar para que os equipamentos fabricados no Brasil retomem sua capacidade de competir, visto que o segmento de GTD tem expertise suficiente para atender demandas do porte de Belo Monte.

“Lembro que a balança comercial do setor eletroeletrônico mostra que esta área de GTD, historicamente superavitária, tem apresentado, desde 2009, sucessivos déficits, atingindo em 2013, o saldo negativo de US$ 1 bilhão”, conclui Humberto Barbato.

Brasil Melhor: competência é a palavra de ordem, diz Humberto Barbato - 11/02/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, participou nesta segunda-feira (10), do Especial “Quem faz o Brasil melhor?", da Rádio Jovem Pan, que traz a palavra das personalidades que trabalham pelo crescimento do Brasil e pelo futuro. Em sua participação, Barbato diz que é fundamental que o país promova as tão faladas reformas, que elas deixem o discurso e comecem a acontecer na prática. "Nós temos que começar pela Reforma Política", diz Barbato, sugerindo acabar com a reeleição, para termos "políticos comprometidos com um projeto de País e não simplesmente com seu projeto de poder".

Na visão do empresário, um Brasil Melhor é construído com planos a longo prazo e metas. Ele ainda ressalta que a "indústria continua a ser algo muito importante", por isso, precisamos "tornar nossa produção suficiente e competitiva", "não permitir que nossa moeda fique sobrevalorizada", "investir na infraestrutura e fazer as reformas tributária e trabalhista".

"Competência tem que ser a nossa palavra de ordem", conclui Barbato.

Novo Site do IPD Eletron está no ar - 11/02/2014
Mais objetivo, com maior número de informações e orientações, está no ar o novo Site do IPD Eletron - Instituto para Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Complexo Eletroeletrônico e Tecnologia da Informação -, entidade criada pela Abinee com o intuito de estimular e promover o desenvolvimento tecnológico e a inovação nas empresas do setor eletroeletrônico, visando melhorar a competitividade sistêmica em nível nacional e internacional.

O site visa ser uma eficiente interface entre as atividades do instituto e seu público-alvo, formado por empresas do setor eletroeletrônico, institutos de pesquisa, universidades e interessados em geral. Com layout clean, o portal congrega informações sobre pesquisa, desenvolvimento e inovação. Traz, também, as principais novidades e atualizações sobre mecanismos de apoio à PD&I.

O IPD Eletron foi recentemente reestruturado visando transformá-lo num fórum que reúna todos agentes que atuam do sistema da tecnologia e inovação, para que possa desempenhar um papel mais ativo como agente indutor da criação intelectual.

Dados do IBGE confirmam baixo nível de produção do setor - 06/02/2014
* Nota do presidente da Abinee, Humberto Barbato:

O limitado crescimento de 1,2% em 2013 não permitiu que a indústria de transformação brasileira recuperasse o terreno perdido em 2012, quando registrou retração de 2,5%. É o terceiro ano de baixo crescimento para a indústria (+0,4%, em 2011; -2,5%, em 2012 e +1,2%, em 2013).

Os resultados anunciados pelo IBGE, agregados pela Abinee, apontam que, em 2013, a produção física da indústria elétrica e eletrônica apresentou crescimento de 2,1% em relação ao ano anterior. Este percentual refere-se à expansão de 2,4% do segmento eletrônico e 1,5% da área elétrica.

Entretanto, em relação a 2011, a Abinee registrou uma forte queda de 6,4%, puxada pela retração de -9,4% do segmento eletrônico e -0,6%, do elétrico.

Este desempenho mostra a dificuldade das indústrias do setor em recuperar sua capacidade de produção dos últimos anos em função da perda de competitividade.

Os problemas crônicos que a economia brasileira tem apresentado - provocados pela valorização cambial, excessiva carga tributária e, como fato novo, pela tendência de maior intervenção na economia por parte do governo - roubaram o ânimo de empresários e cidadãos para investir e consumir.

Pelos resultados da pesquisa do IBGE, apenas alguns setores contribuíram para o crescimento da indústria, como é o caso dos veículos automotores, que avançou 7,2%, e mantém sua atividade atrelada à concessão de benefícios fiscais oferecidos pelo governo, exercendo a maior influência positiva na formação da média da indústria.

Também tiveram bons desempenhos os setores que compõem a cadeia do agronegócio, como a produção de álcool (7,3%), máquinas e equipamentos, sobretudo agrícolas (6,1%), e outros produtos químicos (2,3%), no qual se registra a produção de fertilizantes e defensivos agrícolas.

Porém, isso ainda é pouco e o sinal de alerta deve estar ainda mais aceso por conta da forte queda de 3,5% da produção na passagem de novembro para dezembro de 2013, pior resultado mensal desde dezembro de 2008 (-12,2%) - ano em que houve o colapso provocado pela crise das subprime.

No caso do setor eletroeletrônico, a queda foi alarmante: -24,1% no mês de dezembro em relação a novembro.

Desta forma, as perspectivas são sombrias para 2014. Espera-se mais um ano difícil para a indústria, com baixo crescimento, diante de juros ainda em expansão, crédito escasso e impacto sobre os custos industriais por conta da desvalorização cambial. Existe ainda a ameaça de piora do mercado de trabalho, o que já vem sendo percebido no emprego industrial.

Para o setor elétrico e eletrônico, acreditamos que o ritmo imposto às concessões públicas e as encomendas produzidas pelos leilões do setor elétrico representam as únicas possibilidades de algum avanço da produção.

Departamento de Responsabilidade Socioambiental da Abinee amplia ações - 06/02/2014
Na busca da melhoria contínua e excelência de atuação, frente à evolução das discussões principalmente da Logística Reversa de Equipamentos Eletroeletrônicos, se faz necessário um olhar mais apurado nas questões econômicas e de garantia da competitividade do setor eletroeletrônico. Com esta visão, a partir deste ano, o Departamento de Responsabilidade Socioambiental passa a se chamar Departamento de Sustentabilidade - DES.

Como parte desta nova forma de atuação e olhar mais amplo para os pilares econômicos, ambientais e sociais da Sustentabilidade, foi necessária uma reformulação na missão e objetivos estratégicos do departamento, que continua sendo conduzido por André Saraiva e Jose Mariano Filho, diretor e vice, com o apoio de Ademir Brescansin, gerente da área, e Renata Vinhas, analista de Sustentabilidade.

A atuação formal da Abinee em relação às questões ambientais teve início em 2007, quando foi criada a Área de Meio Ambiente da entidade, que visava a criação de uma cultura de utilização de tecnologias limpas e prevenção à poluição, bem como participação efetiva no então Projeto de Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Com a evolução das atividades e as questões sociais cada vez mais presentes nas mesas de discussão, em 2011, foi criado e estruturado o Departamento de Responsabilidade Socioambiental com uma gerência dedicada aos temas ambientais e sociais, que hoje recebe o nome de Departamento de Sustentabilidade

Curso DRAWBACK - Como Operacionalizar - 06/02/2014
A Abinee, por intermédio de seu Departamento de Relações Internacionais (DRI), promove, no dia 3 de abril, o curso “DRAWBACK - Como Operacionalizar”. O objetivo do evento, destinado aos profissionais de comércio exterior, exportadores, importadores, gerentes, supervisores, analistas e técnicos diretamente envolvidos com o tema, é transmitir aos participantes os conhecimentos, lógica e dinâmica do Regime Aduaneiro Especial de Drawback.

Inscrições abertas para associadas e não associadas da Abinee. Associadas de entidades pagarão o mesmo valor das associadas Abinee. Na ficha de inscrição, as empresas associadas de outras entidades parceiras deverão selecionar a opção “Sócia” no campo correspondente.

O curso, que será ministrado pelo consultor de comércio exterior, Milton Gato, acontecerá na ABINEE II - Av. Paulista 1439 - 6º andar - São Paulo, das 09h às 17h.

Empresas deixam de produzir localmente por dificuldade para competir - 04/02/2014
Sondagem realizada pela Abinee aponta que 49% das empresas do setor eletroeletrônico deixaram de fabricar algum produto nos últimos três anos, em decorrência da falta de competitividade.

Segundo o levantamento, algumas empresas afirmaram que já deixaram de fabricar localmente algumas linhas e poderão desistir de outras, caso não sejam implementadas medidas de incentivo à produção local.

Por questão de sobrevivência no mercado, diversos fabricantes estão optando por trazer seus produtos de outros países.

O resultado disso é que 23% do faturamento do setor eletroeletrônico, que atingiu R$ 156,6 bilhões, em 2013, é composto por bens importados. Os produtos fabricados no país estão com suas vendas no mesmo patamar ou abaixo do que ocorria há 10 anos.

Para o presidente da Abinee, Humberto Barbato, a pesquisa comprova a baixa capacidade de competição das indústrias instaladas no Brasil, diante de entraves como a logística precária e alto custo de mão de obra. Na avaliação das empresas pesquisadas, medidas como a desoneração da folha de pagamento contribuem para dar um fôlego à sua produção, evitando, assim, um mal maior.

Barbato afirma que desoneração da folha deve ser mantida - 30/01/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, participou nesta quarta-feira (29), em Brasília, de reunião da Comissão Tripartite de Acompanhamento e Avaliação da Desoneração da Folha de Pagamentos - CTDF.

Durante o encontro, coordenado pelo secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, foi feita uma avaliação sobre a aplicação da desoneração.

Ao final da reunião, em entrevista a jornalistas, o presidente da Abinee afirmou que, em sondagens realizadas junto às empresas do setor eletroeletrônico contempladas pela medida, todas afirmaram que o programa de desoneração deve ser mantido. "Este ano, vamos sentir muito mais os efeitos benéficos na indústria", completou.

Barbato acrescentou que os efeitos da desoneração não se aplicam somente na geração de empregos, mas, também, na manutenção dos existentes, principalmente, em períodos de baixo desempenho econômico, como no ano passado. "Mesmo com a desaceleração da atividade econômica, o nosso setor não precisou realizar demissões", disse.

Antes da reunião da comissão tripartite, também em conversa com jornalistas, o ministro Guido Mantega não confirmou a informação de que o governo estaria preparando a exclusão, em 31 de dezembro próximo, de alguns setores dos benefícios da desoneração.

Segundo ele, não há essa perspectiva, pois todas as áreas contempladas estão aproveitando bem a medida.

Existem hoje, no Brasil, 56 setores e segmentos beneficiados pela desoneração da folha de pagamento adotada pelo governo.

Certificação voluntária de instalações elétricas de baixa tensão - 30/01/2014
Foi publicada no Diário Oficial da União, desta quinta-feira, 30 de janeiro, a Portaria 51 do Inmetro, que institui, no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade - SBAC, a certificação voluntária para instalações elétricas de baixa tensão.

Os requisitos estabelecidos pela citada Portaria se aplicam às instalações de edificações novas e a reformas em edificações existentes, qualquer que seja seu uso (residencial, comercial, público, industrial, de serviços, agropecuário, hortigranjeiro, etc.), incluindo as pré-fabricadas. Aplica-se, também, às instalações elétricas em áreas externas às edificações, cobertas ou descobertas; em locais de acampamento (campings), marinas e instalações análogas e instalações de canteiros de obra, feiras, exposições, parques de diversões e outras instalações temporárias.

Leia a Portaria Inmetro nº 51.

Barbato participa de evento sobre Programa Via Rápida Emprego - 23/01/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, participou nesta quinta-feira (23), do lançamento de duas novas iniciativas no âmbito do Programa Via Rápida Emprego, coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SDECTI) do Estado de São Paulo. O objetivo do programa, que oferece cursos profissionalizantes nos 645 municípios do Estado, é capacitar gratuitamente a população que está em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho ou que deseja ter seu próprio negócio.

A primeira novidade, denominada Intermediação de Mão de Obra e de Estágio, pretende oferecer gratuitamente às empresas, aos trabalhadores e aos estudantes a oportunidade de aproximação, por meio eletrônico, entre as vagas de trabalho e estágio que o mercado oferece aos profissionais e estudantes qualificados para ela.

A outra iniciativa visa atender às necessidades geradas pelos eventos esportivos internacionais, e objetiva qualificar profissionais de diferentes áreas de atuação para a Copa do Mundo, oferecendo cursos presenciais voltados para o atendimento ao público e ao turismo nas cidades sede de Centro de Treinamento das Seleções e rotas de Turismo para prepará-los para interação com os turistas estrangeiros. São 80.000 vagas em curso de Idiomas, por meio de Ensino a Distância (EAD), destinado a profissionais de Transportes, Bares e Restaurantes, Hotéis, Turismo e Comércio e Agentes Públicos. O curso gratuito, de 80 horas, em dois módulos, básico e específico, pretende desenvolver as competências básicas para se comunicarem em Espanhol e Inglês.

Para mais informações acesse o site do Programa Via Rápida Emprego.

Santa Maria: Abinee integra discussões sobre tragédia - 23/01/2014
Desde o incêndio da Boate Kiss, em Santa Maria/RS, que completa um ano na próxima segunda-feira (27), a Abinee tem integrado os trabalhos que já vêm sendo desenvolvido no âmbito do seu Grupo Setorial de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio da Abinee (GSDAI), criado em 2005, às ações em andamento após a tragédia.

A entidade contribuiu, por exemplo, com o trabalho da Comissão Externa da Câmara dos Deputados, coordenada pelo Deputado Federal Paulo Pimenta, e que elaborou o projeto de legislação de prevenção a incêndios, que agora aguarda apreciação do Congresso Federal. O GSDAI contribuiu, também, para a elaboração da ABNT NBR 17240:2010 - Sistemas de detecção e alarme de incêndio - Projeto, instalação, comissionamento e manutenção de sistemas de detecção e alarme de incêndio - Requisitos.

Ao mesmo tempo, a Abinee promove o debate sobre a prevenção e detecção, ampliando a conscientização de todos envolvidos. Neste sentido, no âmbito da ISC Brasil - Feira e Conferência Internacional de Segurança - a Abinee realizou, em abril do ano passado, o I Fórum Nacional de Detecção e Combate a Incêndios, e promoverá a sua segunda edição, dentro da ISC 2014, entre os dias 19 e 21 de março.

Outro evento importante, foi o Seminário Internacional de Detecção e Combate a Incêndio - Proteção à Vida: atualidade e futuro, realizado em dezembro do ano passado. Organizado pelo GSDAI, o evento teve o objetivo de reunir todos os atores envolvidos para discutir os desafios e ameaças sobre o tema, ouvir a experiência dos EUA na implementação de programa para a redução de incêndios e mortes decorrentes. Discutiu-se, também, a necessidade de implementação de normas, regulamentos e instruções técnicas direcionadas à segurança de incêndio no Brasil.

O GS da Abinee reúne fabricantes e integradores e tem por objetivo desenvolver e aprimorar esse mercado, trazendo as mais recentes tecnologias ao país, bem como trabalhar no sentido de melhorar os padrões de segurança para proprietários e usuários de edificações, diminuindo o risco para empresas seguradoras, protegendo bens e, principalmente, pessoas, mostrando o potencial de crescimento e o aumento da importância da indústria de segurança contra incêndio.

Área de GTD espera crescimento de 5% - 23/01/2014
Segundo o diretor da área de GTD da Abinee, Newton Duarte, o segmento espera crescimento de 5% com projeção de R$ 16, 7 bilhões em faturamento. No âmbito da distribuição, ele ressalta, constatam-se baixos níveis de investimentos na ampliação de subestações e redes de subtransmissão. Entretanto, detectam-se alguns poucos projetos de implantação de sistemas de smart grid.

Na área de transmissão, vislumbram-se importantes projetos de reforços dos atuais sistemas de conexão regionais, além da interligação dos grandes sistemas de geração, à exemplo de Belo Monte. “Neste particular, a indústria deverá experimentar o início da implantação de um sistema de corrente contínua em alta tensão, de 800kV, ainda inédito no país, que deverá proporcionar investimentos na indústria produtiva, como transformadores e equipamentos associados, trazendo uma evolução na nossa capacidade técnica e industrial no país”, destaca.

Duarte informa, também, que investimentos no Pré-Sal e refinarias do Comperj e Abreu e Lima, atualmente em construção, deverão proporcionar importantes perspectivas no âmbito GTD para as empresas associadas da Abinee. Ele ressalta, ainda, que a indústria de GTD instalada no país está plenamente apta e preparada para fornecer todos os componentes necessários para instalação da co-geração de energia de biomassa de cana, que seriam proporcionadas com o incremento da produção de etanol, além do potencial da modernização das usinas existentes, com a consequente co-geração incremental.

Margem de preferência para computadores e impressoras - 21/01/2014
Foi publicado, no Diário Oficial da União, da segunda-feira (20), o Decreto Nº 8.184, de 17 de Janeiro, que estabelece a aplicação de margem de preferência em licitações realizadas no âmbito da administração pública federal para a aquisição de impressoras (classificadas no Código TIPI/NCM na posição 8443.3) e de computadores (classificados na posição 8471), para fins do disposto no art. 3º da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993.

Segundo o Decreto, que atende a pleitos da Abinee, será aplicada a margem de preferência normal, de 10%, para os produtos manufaturados nacionais, que atendam ao Processo Produtivo Básico aprovado nos termos do Decreto-Lei nº 288, de 28 de fevereiro de 1967, e da Lei nº 8.248, de 23 de outubro de 1991.

Poderá ser aplicada, ainda, margem de preferência adicional, também de 10%, para aquisição de equipamentos com tecnologia desenvolvida no país, conforme Portaria Interministerial MDIC/MCTI nº 383, de 26 de abril de 2013.

Veja a íntegra do Decreto Nº 8.184

Barbato faz visita ao CPqD, em Campinas - 21/01/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, acompanhado da assessora de Telecomunicações da entidade, Vera Lúcia de Oliveira, visitou, em 17 de janeiro, o CPqD - Centro de Pesquisa e Desenvolvimento -, em Campinas.

Barbato foi recebido pelo presidente Hélio Graciosa, acompanhado de Carlos Eduardo Salla e Júlio Martorano, diretores, respectivamente, de Fomento Empresarial e de Projetos Especiais da instituição.

Na oportunidade, foi apresentada a estrutura do CPqD, associada aos resultados alcançados ao longo dos anos, com a criação de empresas, Institutos de Pesquisa entre outras iniciativas, após o grande desafio que foi sua transformação em Fundação, e a privatização do Setor de Telecomunicações do país, no governo FHC.

Em seguida, os visitantes foram conduzidos ao Laboratório de Comunicações Ópticas da instituição. Na sequência, conheceram o laboratório da Padtec, empresa associada da Abinee. O presidente da Padtec, Jorge Salomão Pereira, e o diretor Roberto Yoshihiro Nakamura, apresentaram as atividades da empresa no fornecimento de dispositivos e sistemas de comunicações ópticas de elevada complexidade e desempenho.

Humberto Barbato e Vera Lúcia conheceram, também, a empresa Já!, criada pelo CPqD e que investe seus esforços na captura de oportunidades para inserir tecnologias de ruptura ou inovações incrementais no mercado.

Segundo o presidente da Abinee, a visita ao CPqD, um centro de excelência em nível internacional, propiciou a oportunidade de conversar sobre as possibilidades de cooperação crescente entre as duas entidades. “É um orgulho termos no país um Instituto de Pesquisa do porte do CPqD, com um corpo de cientistas tão qualificado, composto por cabeças das diferentes regiões do país, que desenvolve um trabalho reconhecido em diversas partes do mundo, e que não perde em nada aos melhores Centros de Pesquisa internacionais”, disse Barbato.

Ele acrescentou que, através do desenvolvimento de diversos produtos e criação de empresas vitoriosas como a Padtec, entre outras, o CPqD demonstra, na prática, que é possível fazer no Brasil pesquisa aplicada totalmente integrada com as necessidades e os desafios que a indústria tem a superar, em áreas tão ágeis e inovadoras como a de telecomunicações. “Oxalá nossos empresários saibam utilizar e usufruir de entidade tão rica em conhecimento como o CPqD”, completou o presidente da Abinee.

Abinee cria condição especial de participação para empresa-convidada - 21/01/2014
Como forma de atender às constantes mudanças de um setor dinâmico como o eletroeletrônico, bem como para ampliar sua representatividade, a Abinee está abrindo o conceito de empresa-convidada.

Esta iniciativa possibilita que empresas que, por seu objeto social, não reúnam condições de se associar à entidade, participem das discussões e ações de interesse comum do setor eletroeletrônico.

A participação da empresa-convidada dependerá de prévio convite formulado pelo Conselho de Administração, Diretoria Plena, Diretorias de Áreas, Diretorias Regionais ou Grupos Setoriais, e mediante aprovação do Presidente.

O período de participação será de 12 (doze) meses, podendo ser renovado, e é condicionado, ainda, ao pagamento de contribuição mensal, calculada de acordo com o seguinte critério:

a) Empresas com até 100 empregados: R$ 500,00;

b) Empresas com 101 a 1.000 empregados: R$ 1.000,00;

c) Empresas com mais de 1.001 empregados: R$ 2.000,00.

Detalhes sobre as condições de participação como empresa-convidada, pelo e-mail zecarlos@abinee.org.br ou werner@abinee.org.br.

Inova Energia: associadas da Abinee são contempladas - 16/01/2014
Foi divulgada a lista de empresas que tiveram seus Planos de Negócios aprovados no edital Inova Energia, programa coordenado pela FINEP, BNDES e ANEEL. Das 58 contempladas, 27 são associadas à Abinee, representando cerca de 47% do total.

São elas: Acumuladores Moura; Adelco; Cas Tecnologia; Clamper; CP Eletrônica; Ducha Corona; Elo Sistemas Eletrônicos; Exatron; GE; Hércules Motores; IMS; Intelbras; Itron; Johnson Controls; Landis+Gyr; Nansen; Orteng; PHB Eletrônica; PLP; PST Eletrônica; Robert Bosch; Schneider; Tecnometal; Treetech; Tron; Weg; e Whirlpool.

Lançado em abril do ano passado durante o Abinee Tec pelo presidente do BNDES, Luciano Coutinho, pelo superintendente da ANEEL, Máximo Pompermayer e pelo o presidente da FINEP, Glauco Arbix, o Inova Energia é parte integrante do Plano Inova Empresa, já em execução sob a liderança do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), que prevê aporte de R$ 32,9 bilhões de crédito para promover a inovação tecnológica em diversos campos estratégicos.

O Inova Energia dispõe de recursos da ordem de R$ 3 bilhões, sendo 600 milhões da ANEEL, 1,2 bilhão do BNDES e 1,2 bilhão da FINEP. A iniciativa conta com três linhas temáticas: redes inteligentes (smartgrids) e transmissão de energia em ultra alta tensão; geração de energias alternativas, como a fotovoltaica e eólica; veículos híbridos e eficiência energética veicular.

Área de Telecomunicações vê perspectivas interessantes para 2014 - 16/01/2014
Para o diretor da área de Telecomunicações da Abinee, Paulo Castelo Branco, a crise econômica que atinge o mundo há cinco anos chegou ao Brasil mais tarde e atenuada. Entretanto, na visão de Castelo Branco, o modelo de crescimento baseado no consumo parece estar esgotado e o país começa a sentir os efeitos do aumento da inflação e da inadimplência nos pagamentos. “Apesar das medidas tomadas pelo governo federal como as desonerações de impostos para certos segmentos, até agora, não é possível concluir que a economia voltará a crescer de forma vigorosa no próximo ano”, declara.

Por outro lado, para 2014, o diretor da Abinee vislumbra perspectivas interessantes na área de telecomunicações, como a regulamentação de Femtocélulas para melhoria da cobertura do sinal de redes celulares, a atribuição de parte da faixa de 700 MHz para a tecnologia 4G, a forte demanda por smartphones (que são forte geradores de tráfego de dados), bem como a desoneração de investimentos em infraestrutura para o Plano Nacional de Banda Larga resultarão em aumento de volume de negócios.

A área projeta crescimento de 18% no faturamento atingindo R$ 31,3 bilhões. Assim, do ponto de vista do mercado interno, Castelo Branco afirma que indicadores apontam para um crescimento do nível de negócios. “Preocupa, no entanto, a sustentabilidade do modelo de negócios em telecomunicações, a cadeia de fornecimento de serviços apresenta desequilíbrio entre a saúde dos negócios dos provedores de conteúdo (os chamados “over the top”), das operadoras e, principalmente, dos fornecedores de tecnologia”.

Ele enfatiza que do ponto de vista da competição internacional, a indústria brasileira continua a apresentar baixa competitividade devido aos fatores de sempre: alta carga tributária, altos custos logísticos e alto custo de mão de obra.

BNDS prorroga PSI e Finame Componentes - 16/01/2014
O BNDES prorrogou para dezembro de 2014 o PSI - Programa de Sustentação do Investimento -, linha que financia a produção e a aquisição de máquinas e equipamentos novos.

As condições do programa foram alteradas. O Custo da Operação para Máquinas e Equipamentos ficou a uma taxa fixa de 4,5% ao ano (para micro, pequenas e médias empresas) e 6,0% ao ano (para médias-grandes e grandes empresas). Para bens de Bens de Informática e Automação, a taxa final para o tomador do empréstimo é de 4,0% ao ano.

Também foi prorrogado, para 31 de dezembro de 2014, o Finame Componentes, linha de financiamento para a aquisição de peças, partes e componentes, inclusive eletrônicos, de fabricação nacional.

Novo acesso Consulta PAC

Com o objetivo de possibilitar acesso a informações sobre as operações indiretas com o apoio do BNDES FINAME/PSI, foi criado no site do BNDES um link que permite aos beneficiários e fabricantes/fornecedores o acompanhamento do status de suas próprias operações.

Barbato participa com Ministro Pimentel de missão brasileira ao Paraguai - 14/01/2014
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, participou, na segunda-feira (13), de missão do governo brasileiro ao Paraguai ao lado do Ministro Fernando Pimentel, do MIDC, e dos presidentes do Inmetro, João Jornada e ABNT, Pedro Buzatto Costa.

Durante encontro com o Ministro paraguaio da Indústria e Comércio, Gustavo Leite, Pimentel destacou que o objetivo da visita se integra à intenção do governo brasileiro em apoiar o desenvolvimento do país vizinho.

Na oportunidade, foi firmado acordo de apoio mútuo entre Inmetro e Instituto Nacional de Tecnologia e Normalização (INTN) na área de metrologia, ocasião em que João Jornada se colocou à disposição para colaborar com o Paraguai na implementação do padrão paraguaio de plugues e tomadas, aos moldes do Brasil.

Durante a viagem, o presidente da Abinee teve a oportunidade de apresentar ao ministro Fernando Pimentel duas propostas a serem levadas ao governo paraguaio. A primeira delas é a criação de um programa similar ao Luz para Todos no Paraguai, uma vez que, hoje, já existe a possibilidade técnica para implementação de tal projeto, por conta da Linha de transmissão Itaipu/Assunção, recentemente inaugurada.

Barbato propôs, também, a criação de um laboratório de ensaio de alta tensão para equipamentos elétricos, do lado paraguaio de Itaipu, utilizando recursos do Fundo para a Convergência Estrutural e Fortalecimento Institucional do Mercosul (FOCEM).

Em paralelo aos assuntos da cooperação Brasil-Paraguai, Barbato conversou com o Ministro Pimentel sobre a prorrogação da Lei de Informática. 

Área de Informática prevê queda de 1% - 13/01/2014
Para 2014, mesmo com o crescimento das vendas de tablets previsto (crescimento de 36% representando o montante de 10,7 milhões de unidades), a área de Informática deverá faturar 1% a menos do que 2013 - R$ 46,3 bilhões. Segundo o diretor da área de Informática da Abinee, Hugo Valério, a maior parte dos tablets que deverão ser comercializados são os considerados low ends, de menor custo, o que impacta no faturamento. Ele destacou que o desempenho da área de informática permanece afetado pela mão obra cara, altos encargos, pesada carga tributária e baixa qualidade de serviços. "Um grande inibidor do crescimento é a carga tributária do país e sua complexidade, exigindo das empresas o direcionamento de recursos humanos e financeiros para cumprimento das obrigações tributárias e acessórias, que tornam nossa contabilidade extremamente complexa".

Segundo Valério, outro grande inibidor do investimento é a mudança constante de regras do jogo, pois as empresas fazem seus investimentos baseados em premissas do cenário econômico, imaginando que as regras permanecerão vigentes até o término do campeonato. Ele cita como exemplo as alterações constantes como as que têm ocorrido nos Processos Produtivos Básicos exigidos pela Lei de informática, inviabilizando investimentos em Tecnologia de Informação e Telecomunicações. "Como resultado, observamos uma forte desindustrialização interna nos setores citados, e grande geração empregos na Ásia em detrimento do trabalhador brasileiro. Produtos de baixo valor destas áreas deixaram de ser fabricados no país e passaram a ser importados, como resultado da falta de competitividade que tais ações promovem", ressalta.

A mesma preocupação tem o diretor da área de Serviço de Manufatura em Eletrônica, Jorge Funaro, que, para 2014, espera um crescimento moderado e uma diminuição nas exportações na área de informática e telecomunicações. "A desvalorização cambial ocorrida nos últimos meses, embora positiva, não conseguiu alcançar as exportações por conta de um problema ainda mais sério de perda da competitividade da indústria brasileira", relata.

Para ele, o maior objetivo é trabalhar fortemente junto ao Poder Executivo e ao Congresso Nacional pela prorrogação da Lei de Informática, de forma que permaneça o equilíbrio entre as empresas instaladas na Zona Franca de Manaus e nos demais estados do país, bem como pelo término da guerra fiscal entre os Estados. "Esses dois pontos serão fundamentais para que as empresas tenham uma maior segurança jurídica e possam ampliar os investimentos no país", finaliza.

9ª Feira e Conferência Internacional de Segurança - ISC - 10/01/2014
Entre os dias 19 e 21 de março de 2014, acontecerá a 9ª edição da ISC, uma das maiores feiras mundiais do ramo de segurança, no Pavilhão Verde da Expo Center Norte, em São Paulo.

No evento, que tem apoio da Abinee, serão apresentadas soluções integradas, equipamentos e serviços para todas as necessidades de segurança, atendendo diversos segmentos da economia : Portos e Aeroportos, Mineração, Químicas e Petroquímicas, I.T.S (Intelligent Traffic Solutions), Segurança Urbana, Segurança Privada (Transporte de Valores, Serviços, etc), Distribuição de Energia, Correios, Bancos, Soluções Multilocais/Transações Financeiras(Comércio Varejista), Integração com TI, Controle de Processos Industriais, Construção Civil e outros.

eSocial entra em vigor este ano - 09/01/2014
Entra em vigor, em 2014, o eSocial, sistema de escrituração digital da folha de pagamentos e das obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais relativas a todo e qualquer vínculo trabalhista contratado no Brasil. Integrante do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), o módulo, também conhecido como folha de pagamento digital, tem o objetivo de avançar na informatização da relação entre o fisco e os contribuintes.

O projeto atende às necessidades da Secretaria da Receita Federal do Brasil, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), da Caixa Econômica Federal (CEF), do Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), bem como da Justiça do Trabalho, em especial no tratamento das Ações Reclamatórias Trabalhistas, abrangendo, dessa forma, todas as informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas prestadas a esses órgãos.

O governo espera reduzir a burocracia para as empresas e, ao mesmo tempo, facilitar a fiscalização das obrigações fiscais, tributárias, previdenciárias e trabalhistas. Com o eSocial, não será preciso, por exemplo, realizar múltiplos envios de informações ao INSS, ao Ministério do Trabalho ou ao Fisco, por exemplo. Nove obrigações feitas mensalmente e anualmente pelas empresas para diversos órgãos (como o Caged, a Rais, a Dirf e a Gfip) serão substituídas por um único envio, por meio eletrônico e com layouts padronizados, diretamente para o sistema.

O novo procedimento vai envolver diversas atividades como o cadastramento de trabalhadores, eventos trabalhistas diversos - admissão, demissão, afastamento, aviso prévio, férias, comunicação de acidente de trabalho, mudança de salário, obrigações de medicina do trabalho, folha de pagamento, ações judiciais trabalhistas, retenções de contribuições previdenciárias -, imposto de renda retido na fonte e informações sobre o FGTS.

O início da obrigatoriedade da utilização do eSocial será conforme o seguinte cronograma:

A transmissão dos eventos iniciais e tabelas deverá ocorrer:

- até 30/06/2014 para as empresas tributadas pelo Lucro Real;

- até 30/11/2014 para as empresas tributadas pelo Lucro Presumido, Entidades Imunes e Isentas e optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - Simples Nacional, Micro Empreendedor Individual (MEI), contribuinte individual equiparado à empresa e outros equiparados a empresa ou a empregador; e

- até 31/01/2015 para os órgãos da administração direta da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, bem como suas autarquias e fundações.


Releases Abinee 2013


Informações Adicionais

José Carlos de Oliveira

Comunicação e Marketing

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