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Abinee defende maior participação brasileira em normas internacionais - 24/06/2016
A necessidade de maior participação do Brasil na elaboração das normas internacionais foi a principal mensagem do presidente da Abinee, Humberto Barbato, na abertura do seminário sobre A importância da Normalização Internacional como Estratégia de Negócios, realizado na quinta-feira (23) pela entidade, em parceria com a International Electrotechnical Commission (IEC).

Segundo Barbato, o Brasil, por ser um dos maiores mercados mundiais, não pode atuar como um mero tradutor de normas. "Por este motivo, incentivamos às indústrias a participarem do processo de elaboração de normas nos diferentes comitês da IEC e fóruns de normalização", afirmou.

Ele ressaltou também que o tema da convergência regulatória está na pauta da indústria. "A Abinee defende a utilização de mecanismos como o Sistema de Avaliação da Conformidade da IEC para minimizar as despesas, evitar a duplicidade de ensaios e facilitar o comércio entre os países signatários", afirmou. Barbato observou, entretanto, que o processo de convergência regulatória deve ser negociado produto a produto, considerando suas diversas características e definindo claramente as normas a serem utilizadas.

Durante o evento, o diretor regional da IEC LARC - Centro Regional da IEC da América Latina, Amaury Santos, apresentou o Plano Estratégico da IEC - Master Plan para a utilização da normalização internacional de produtos e serviços eletroeletrônicos, como uma das principais ferramentas para a estratégia de negócios das indústrias; e o Sistema de Avaliação da Conformidade da IEC para minimizar as despesas das indústrias, que visa evitar duplicidade de ensaios e facilitar o comércio entre os 58 países signatários.

Abinee participa de workshop sobre setor de energia - 24/06/2016
O Diretor da Regional Abinee Minas Gerais, Alexandre Freitas, participou nesta quarta-feira (22), do workshop de mapeamento estratégico do setor de energia, por meio da construção do Roadmap Setorial desenvolvido pelo Sebrae-MG, com apoio da empresa IEBT.

A partir do resultado de entrevistas realizadas com o Diretor Regional, especialistas e empresas atuantes nos diferentes elos envolvidos na cadeia debateram o contexto atual e a visão de futuro do setor de energia no Brasil, contemplando mercado, soluções, tecnologias e recursos, por meio de suas relações, rota de evolução e tendências.

Este mapeamento será base para a geração de uma agenda de políticas de fomento ao crescimento das MPEs (Micro e Pequenas Empresas) do Estado, com projeção de impacto no ecossistema nacional. Segundo Freitas, entender como será o futuro é a melhor formar de se planejar o presente, por isto este estudo é tão importante.

Eficiência Energética: Abinee participa de Workshop sobre Motor Premium - 24/06/2016
Com o objetivo de difundir a utilização dos motores elétricos da linha premium, a Eletrobrás, em parceria com a Abinee e a International Cooper Association Brazil (ICA/Procobre), promoveu um workshop na Fiesp na quarta-feira (22), para debater os ganhos decorrentes da aplicação desses equipamentos para o aumento da competitividade na atividade industrial.

O diretor da área de Equipamentos Industriais da Abinee, Antonio Cesar da Silva, apresentou a visão da entidade sobre o tema, destacando que os motores elétricos de maior eficiência hoje no País são os premium, que oferecem melhor custo-benefício para os usuários. "O ganho de competitividade está na energia economizada, pois o custo de aquisição é no máximo 5% do dispêndio global envolvendo o consumo de energia elétrica ao longo da vida útil".

Ele apresentou o estudo do Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio) sobre motores usados e recondicionados, encomendado pelo GT Eficiência Energética de Motores Elétricos Trifásicos da Abinee, no qual foi identificado que a cada vez que um motor elétrico é rebobinado perdem-se, em média, 8 pontos percentuais em sua eficiência. "Fica evidente, nestes casos, que a troca por um motor mais eficiente é vantajosa economicamente".

Este mesmo estudo mostrou que a venda de motores usados e recondicionados de forma inadequada é responsável por uma perda de energia de, no mínimo, 7,1 milhões de MWh, o equivalente ao que a usina nuclear de Angra 2 ou a usina hidroelétrica de Porto Primavera produz por ano.

Empresários apresentam propostas ao ministro Meirelles - 22/06/2016
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, integrou a comitiva do Fórum Nacional da Indústria, liderada pelo presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, que apresentou nesta terça-feira (21) ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, um conjunto de 119 propostas para a competitividade, com impacto fiscal nulo e que visam à redução da burocracia e à melhoria dos marcos regulatórios.

Também foram levadas ao ministro cinco propostas emergenciais, consideradas pelos empresários como fundamentais para enfrentar o momento econômico crítico que tem a indústria como um dos segmentos mais afetados.

A primeira medida é a revisão do programa de refinanciamento de débitos fiscais (REFIS) adequando-o à situação de retração da atividade que compromete o faturamento das empresas - base de cálculo dos compromissos com a regularização fiscal. Outra demanda, esta defendida pelo presidente da Abinee a Meirelles, é a ampliação do prazo de recolhimentos de tributos, de forma a conciliar com as práticas comerciais, reduzindo as necessidades de capital de giro das empresas, hoje comprometido em razão da redução da atividade.

Também foi apresentada proposta de melhoria das condições de acesso ao crédito de curto prazo às empresas, com a criação de linhas especiais com recursos dos compulsórios bancários e a ampliação do sistema de garantias.

Tendo as exportações como o principal canal para a recuperação da economia, os empresários defenderam o ajuste da alíquota do Reintegra para 3% e a criação de condições para manutenção da taxa de câmbio em um patamar competitivo e estável. Como forma de assegurar recursos para o financiamento das exportações, as lideranças empresariais propuseram o acesso das empresas sem Certidão Negativa de Débito (CND) aos recursos de financiamento às exportações, tendo como garantia o sistema da ABGF.

Sondagem Abinee: melhora confiança das empresas na economia - 21/06/2016
Sondagem da Abinee indicou que 66% das empresas consultadas estão confiantes na melhora do desempenho da economia em função da mudança no Executivo. A consulta, feita no início de junho, é a primeira realizada durante o governo de Michel Temer.

Segundo o levantamento, a expectativa favorável, entretanto, ainda não se converteu em alteração na decisão de investimentos. Entre as empresas consultadas, apenas 3% afirmaram que pretendem investir este ano impulsionadas pela troca no Executivo.

“Considerando o nível de falta de confiança a que se chegou, é natural que a retomada dos investimentos ocorra de forma gradual”, afirma o presidente executivo da Abinee, Humberto Barbato.

Vendas e encomendas

As vendas e encomendas mantiveram a tendência de queda para 57% das empresas no mês de maio em relação a igual mês de 2015 (mesmo percentual apontado na pesquisa anterior). Porém, aumentou de 23% para 27% o percentual de associadas que verificou crescimento nas vendas e encomendas em maio na comparação com mês do ano passado.

As exportações continuaram sendo apontadas como uma alternativa para compensar parte da queda do mercado interno, uma vez que a atual taxa de câmbio favorece as vendas externas. Na sondagem, 37% das entrevistadas relataram crescimento nas exportações em relação a maio do ano passado.

Quanto aos estoques, não foram observadas alterações significativas tanto no caso de componentes e matérias-primas, como de produtos acabados.

Abinee participa da posse da nova diretoria da FIEPE -21/06/2016
O gerente da Regional da Abinee Nordeste, André Luiz, representou a entidade na cerimônia de posse da nova diretoria da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), para o quadriênio 2016/2020, que aconteceu nesta segunda-feira (20), na sede da Casa da Indústria, em Recife. A gestão da nova diretoria terá como presidente, o empresário Ricardo Essinger que substituirá o deputado Jorge Côrte Real, tendo como primeiro vice-presidente, Alexandre José Valença Marques, atual secretário de micro e pequena empresa, trabalho e qualificação de Pernambuco.

O evento contou com a presença de empresários industriais, autoridades e lideranças políticas do estado. Dentre eles, o senador, Armando Monteiro, o secretário de desenvolvimento econômico de Pernambuco, Thiago Norões, que representou o governador Paulo Câmara, além de representantes das diversas federações das indústrias e associações de classe de outros estados e da CNI.

Abinee e Apex promovem Missão Empresarial no México - 17/06/2016
A Abinee, em parceria com a Apex, realizou esta semana uma missão com empresas brasileiras, associadas da entidade, na Cidade do México, paralelamente à Feira ExpoElectrica. O objetivo da ação é aumentar as exportações entre o Brasil e o México. A expectativa é de que os negócios entre os dois países apresentem um crescimento de 5% movimentando US$ 6,2 bilhões este ano.

Segundo a gerente de relações internacionais da Abinee, Fernanda Garavello, o México representa um mercado em contínuo crescimento e um grande consumidor em desenvolvimento tecnológico em equipamentos elétricos e eletrônicos, além de ser o mercado mais importante da América Latina. "Buscamos a inserção das empresas brasileiras nos mercados internacionais com aliados estratégicos", destacou.

Caso Abengoa: Abinee reúne-se com Ministério de Minas e Energia - 16/06/2016
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, acompanhado de empresários do setor elétrico, reuniu-se ontem (15), com o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, em Brasília. O principal assunto da pauta foi a recuperação judicial do Grupo Abengoa e suas implicações nas concessões de transmissão de energia elétrica para as empresas do setor.

De acordo com Barbato, que considerou a reunião bastante positiva, o ministro mostrou-se sensibilizado com a gravidade do problema e recebeu com interesse a proposta da Abinee. “O governo comprometeu-se a estudar medidas que possam minimizar os prejuízos e implicações negativas que a suspensão deste projeto possa acarretar”, afirmou.

A Abinee estima que, somente em equipamentos fornecidos nestes projetos, as empresas do setor elétrico são responsáveis por negócios de até R$ 1 bilhão. Em alguns casos, estas encomendas representam até 70% da capacidade produtiva das indústrias em um ano.

Nas últimas semanas, também com o objetivo de tratar deste assunto, o presidente da Abinee manteve audiências com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Marcos Pereira; com representantes da Aneel e também do Departamento de Investimentos e Complexos Tecnológicos do MDIC.

Exportações do setor eletroeletrônico sobem 1,9% nos primeiros cinco meses do ano - 10/06/2016
As exportações de produtos elétricos e eletrônicos alcançaram US$ 2,39 bilhões de janeiro a maio de 2016, valor 1,9% acima do registrado no mesmo período de 2015 (US$ 2,35 bilhões). As informações são da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

Entre os produtos mais exportados no período destacaram-se os de bens de Informática (+60,4%), equipamentos industriais (+26,0%) e produtos de GTD (+16,5%).

No mês de maio, as vendas do setor eletroeletrônico no mercado externo totalizaram US$ 503 milhões, valor 4,8% superior ao registrado em igual período do ano passado (U$ 481,2 milhões). Este foi o 3º mês deste ano em que as exportações de bens do setor apresentaram crescimento em relação às realizadas no mesmo período do ano passado.

Importações

Já as importações permaneceram em tendência de queda e somaram US$ 2,1 bilhões em maio deste ano, resultado 22,7% menor que o obtido em maio de 2015 (US$ 2,7 bilhões). Foi o 26º mês consecutivo em que as importações apresentaram montantes inferiores aos atingidos em iguais períodos de 2015.

De acordo com o Departamento de Economia da Abinee, estes dados indicam uma substituição das importações, em função da valorização do real, que encarece os produtos importados. Conforme a Sondagem realizada com associados da Abinee em dezembro de 2015, 42% das empresas pesquisadas informaram que pensam ou já estão nacionalizando a fabricação de algum produto em função do novo patamar da taxa de câmbio.

No acumulado dos primeiros cinco meses de 2016, o total importado pelo setor foi de US$ 9,6 bilhões, uma queda de 37,5% na comparação com igual período de 2015 (US$ 15,3 bilhões). De janeiro a maio, todas as áreas apresentaram redução nas importações com taxas que variaram de -20% a -50%. As importações de Utilidades Domésticas recuaram 48,7%; os componentes elétricos e eletrônicos (responsáveis por 57% do total importado) registraram queda de 39,6% no total importado no período (US$ 5,5 bilhões).

Saldo da balança do setor eletroeletrônico

Com os resultados, o déficit da balança comercial dos produtos elétricos e eletrônicos somou US$ 7,19 bilhões no acumulado de janeiro a maio de 2016, 45% abaixo do apontado nos primeiros cinco meses do ano passado (US$ 12,98 bilhões).

É importante lembrar que, desde junho de 2014, o déficit da balança do setor, no acumulado do ano, começou a registrar resultados abaixo dos apontados nos mesmos períodos do ano anterior.

"As importações permanecem em queda em consequência da retração da produção industrial e do mercado interno”, afirma o presidente da Abinee, Humberto Barbato. “Mas as exportações, ainda de uma maneira modesta, começam a mostrar resultados um pouco melhores do que os verificados no ano passado."

Plenária da Abinee recebe presidente da CNI - 10/06/2016
A importância dos pleitos da indústria encaminhados ao novo governo e as propostas para a retomada do crescimento econômico foram os temas debatidos na Reunião Plenária da Abinee, realizada na dia 9 de junho. O evento, que teve a presença de aproximadamente 80 representantes das empresas associadas da entidade, contou com a apresentação do presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

Ele fez uma breve retrospectiva das últimas crises econômicas, lembrando que a participação da indústria de transformação no PIB passou de 26% para 9% nos últimos anos, e defendendo medidas para a retomada do papel da força produtiva na economia.

Na opinião do presidente da CNI, os países que estão em situação econômica mais próspera foram os que valorizaram o setor industrial. "O mundo inteiro enfrenta problemas econômicos, mas os países com economias mais sólidas são os que tomaram a decisão de investir em suas indústrias, como a Alemanha", afirmou.

Andrade mostrou-se otimista em relação à retomada do ritmo dos negócios da indústria no País. "Embora tenhamos diminuído nossa participação no PIB nós não perdemos em capacidade de produção", disse. "Temos ainda muito espaço para crescer."

Ele acredita que o mercado externo, por meio de exportações, pode representar uma boa perspectiva para o desenvolvimento da indústria brasileira. "Um ponto fundamental é o Brasil avançar nos acordos internacionais para desgravar suas exportações", defendeu.

A CNI apresentou ao presidente interino, Michel Temer, um conjunto de 38 propostas para os próximos dois anos. Entre as sugestões, que visam à volta da participação da indústria no PIB brasileiro, estão mudanças nas legislações trabalhistas e previdenciária, alteração na política cambial, refinanciamento de dívidas das empresas e desburocratização.

O setor industrial também pediu a Temer que adote políticas de previsibilidade cambial e de redução das taxas de juros. "Temos trabalhado muito com a equipe econômica para mostrar ao novo governo que mudanças se fazem necessárias", disse.

O presidente da Abinee, Humberto Barbato, elogiou a importância que a CNI dá às associações setoriais e o conhecimento que o Robson Andrade tem do setor elétrico. "Graças a ele, a participação da Abinee nas reuniões da CNI foi ampliada", disse. Também participaram da mesa de debates o presidente do Conselho Administrativo da entidade, Irineu Govêa, e o ex-presidente da Abinee Paulo Vellinho.

Barbato integra comitiva de empresários em reunião com Temer - 08/06/2016
O presidente da Abinee, Humberto Barbato integrou a comitiva de empresários em encontro com o presidente interino, Michel Temer (PMDB) nesta quarta-feira (8), no Palácio do Planalto.

A reunião, organizada pelo presidente da Fiesp, Paulo Skaf, contou com a participação de aproximadamente 200 lideranças empresariais.

Durante o encontro, os empresários salientaram que estão unidos pela volta do crescimento do País. “Se voltarmos a crescer não será necessário o aumento da carga tributária”, afirmou Barbato. Estiveram presentes também o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles; o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha; o secretário-executivo do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Moreira Franco, e o ministro da Indústria, Comércio e Serviços, Marcos Pereira.

Produção da indústria eletroeletrônica cai pelo 23º mês consecutivo - 06/06/2016
A produção do setor eletroeletrônico apontou retração de 15,9% em abril na comparação com o mesmo mês de 2015. Esta foi a 23ª queda consecutiva. O resultado é decorrente de uma retração de 24,8% na produção da indústria eletrônica e de 8,7% na indústria elétrica, segundo dados divulgados pelo IBGE e agregados pela Abinee. O presidente da entidade, Humberto Barbato, observa que o resultado é ainda mais alarmante ao se levar em conta a base de comparação de 2015, quando o setor já teve um desempenho ruim. “Este é um sinal claro de que o momento atual é dificílimo”, diz.

No acumulado dos quatro primeiros meses de 2016, a queda foi de 24,2% na comparação com o mesmo período de 2015, resultado do recuo de 32,6% da indústria eletrônica e do decréscimo de 17,3% na atividade da indústria elétrica. Segundo os números da Abinee, a retração total do setor foi mais acentuada do que a da produção da indústria geral (-10,5%) e da indústria de transformação (-9,8%). No acumulado dos últimos 12 meses do ano, a queda da produção da indústria eletroeletrônica alcançou 23,5%.

Abinee discutiu Logística Reversa na Fiepe - 07/06/2016
O gerente de Sustentabilidade da Abinee, Ademir Brescansin, realizou em 2 de junho, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda (PE), uma palestra sobre logística reversa de equipamentos eletroeletrônicos durante o Seminário de Sustentabilidade Ambiental e Energia, promovido pela Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE).

O evento, realizado em paralelo à 3ª Feira de Tecnologia Ambiental, teve como objetivo promover o debate em torno de questões como a atual conjuntura ambiental do Brasil, discutir os desafios para uma gestão sustentável visando a estimular o uso de tecnologias ambientais sustentáveis, além de promover oportunidades de novos negócios e a geração de novos empregos para o desenvolvimento e competitividade das indústrias pernambucanas e de profissionais, com foco em educação sustentável, eficiência energética e consciência socioambiental.

Em sua apresentação, Brescansin falou sobre os desafios que precisam ser superados para assinatura do Acordo Setorial para implantação da logística reversa de eletroeletrônicos em âmbito nacional, além de apresentar a Gestora Green Eletron, nova entidade fundada pela Abinee e Sinaees com a finalidade ser um agente de integração das diversas etapas e atores envolvidos no retorno de produtos pós-consumo para uma destinação ambientalmente adequada.

Segundo o gerente, os pontos de entraves para a assinatura do Acordo Setorial estão muito próximos de serem superados. “O setor privado - indústria e comércio - tem atuado junto ao Governo Federal no intuito de encontrar soluções criativas e viáveis do ponto de vista técnico e econômico para implantar a logística reversa de equipamentos eletroeletrônicos no País”, afirmou. “A criação da Green Eletron veio como um viabilizador para que as empresas de forma coletiva cumpram com as metas estabelecidas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos PNRS.”

No painel sobre a Gestão Sustentável de Recursos Hídricos e Sólido, do qual participou, estavam presentes também o sociólogo e cientista político Sergio Abranches, da consultora da Gemas Consultoria, Vera Barbosa, e do presidente da Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC), Marcelo Asfora. Também estiveram presentes no evento o secretário estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco, Sérgio Xavier, e o vice-presidente da FIEPE e presidente do Conselho Temático do Meio Ambiente da Federação, Anísio Coelho. O evento contou o apoio da Abinee Regional Nordeste. que recentemente fechou uma parceria institucional com a Fiepe.

Abinee RJ/ES: Oportunidades para o mercado de petróleo - 07/06/2016
O gerente da Regional da Abinee do Rio de Janeiro/Espírito Santo, Paulo Sérgio Galvão, representou a entidade no lançamento do “Relatório do Mercado de Petróleo a Médio Prazo (Medium-Term Oil Market Report) edição 2016”, organizado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) em abril. O evento foi promovido pela Agência Internacional de Energia (AIE), no Centro de Pesquisas de Energia Elétrica - Cepel, da Eletrobrás.

Durante o lançamento, o embaixador dos EUA e vice-diretor executivo da AIE, Paul Simons, apresentou as expectativas em relação ao cenário brasileiro. Apesar de problemas logísticos e institucionais, o País deve ficar, em 2021, em segundo lugar na oferta de petróleo fora dos países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), atrás apenas dos Estados Unidos e empatado com o Canadá.

“Isto pode significar novas oportunidades de negócios”, avalia Galvão. O Brasil deve entregar 3,36 milhões de barris diários de petróleo em 2021 – em 2015 foram 2,5 milhões de barris por dia.

MCTIC: Abinee tem audiência com Kassab e novos secretários -01/06/2016
O presidente executivo da Abinee, Humberto Barbato, e o presidente do Conselho de Administração da entidade, Irineu Govêa, acompanhados de diretores da associação, participaram nesta terça-feira (31) de audiência com o novo ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab, em Brasília. Na ocasião, Barbato e Govêa manifestaram o apoio da entidade à nova gestão à frente do Ministério e trataram de temas de interesse do setor.

Entre os assuntos da pauta destacaram-se: o andamento do painel da OMC aberto pela União Europeia contra a Lei de Informática; os atrasos na análise dos Relatórios de Prestação de Contas dos Investimentos em P&D e suas consequências para as empresas; a proposta para o reinvestimento de recursos de P&D que tenham sido objeto de glosas. No setor de telecomunicações os temas tratados foram: a proposta para extensão do prazo e vigência do REPNBL; a Lei das Antenas (silêncio positivo); a utilização dos fundos setoriais de telecomunicações aos fins para os quais foram criados, e a revisão da LGT.

O ministro reafirmou sua satisfação em contar com a interlocução da Abinee no desenvolvimento de políticas setoriais e seu compromisso no sentido de contribuir com os projetos das empresas, face à crescente necessidade de investimentos. Da reunião também participaram os novos secretários Álvaro Prata, André Borges e Maximiliano Martinhão, que receberam os dirigentes da Abinee, discutindo com estes a pauta apresentada.

Setor eletroeletrônico fecha 7 mil vagas até abril - 31/05/2016
As indústrias elétricas e eletrônicas fecharam 7 mil postos de trabalho no acumulado de janeiro a abril de 2016, segundo dados da Abinee, com base em informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (Caged). Apenas no mês de abril foram extintas 1,6 mil vagas.

Considerando que nos últimos 12 meses, foram fechados 48 mil postos de trabalho, o número de empregados diretos no setor caiu para 241 mil, o nível de emprego do setor retrocedeu 10 anos, atingindo o mesmo número de trabalhadores de dezembro de 2006.

Dia da indústria: Abinee defende volta do protagonismo - 25/05/2016
O dia da indústria, comemorado nesta quarta-feira (25), é um convite para a reflexão sobre o papel deste setor no desenvolvimento do País. Nos últimos dez anos, a participação da indústria de transformação no PIB caiu pela metade, passando de 18% para 9%. Nesse período, o que se viu foi a degradação de importantes cadeias produtivas.

Esse movimento coincide com a grave crise econômica que o Brasil enfrenta. A saída para este momento adverso depende da recuperação da competitividade do setor industrial.

A indústria que queremos é aquela que produz com a máxima eficiência, que esteja inserida nas cadeias globais e atue no limiar da fronteira tecnológica, em total sintonia com as inovações. Buscamos a Indústria 4.0, com manufatura inteligente e integração de tecnologias físicas e digitais em todas as etapas do processo produtivo. Neste sentido, o Brasil precisa olhar para si e encontrar sua vocação, tendo como base os inúmeros recursos disponíveis.

É necessário valorizar a competência do industrial brasileiro que, mesmo atuando em um ambiente inóspito nos últimos anos, não esmoreceu. Assim, esperamos que, a partir de agora, inicie-se uma nova fase, na qual a indústria possa voltar a exercer todo o seu potencial e a capacidade de ser protagonista do desenvolvimento.

Presidente da Abinee, Humberto Barbato

Abinee mantém audiência com Ministro Kassab, do MCTIC - 25/05/2016
O presidente executivo da Abinee, Humberto Barbato, e presidente do Conselho de Administração da entidade, Irineu Govêa, mantêm na próxima terça-feira (31), reunião com o novo ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab. Na ocasião, Barbato e Govêa tratarão de temas de interesse do setor em andamento na pasta, bem como apresentarão o apoio da entidade à nova gestão à frente do Ministério.

Para associadas: Presidente da CNI é o convidado da Plenária Abinee - 25/05/2016
O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, participa no dia 9 de junho da Reunião Plenária da Abinee. Na ocasião, ele falará sobre o cenário político-econômico atual e a agenda positiva da indústria apresentada ao novo governo.

Abinee fará palestra sobre Logística Reversa em Olinda (PE) - 20/05/2016
No próximo dia 02 de junho, o gerente de Sustentabilidade da Abinee,Ademir Brescansin participa do Seminário de Sustentabilidade Ambiental e Energia, promovido pela Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), em Olinda (PE).

O evento acontece em paralelo a 3ª Feira de Tecnologias Ambientais e conta com o apoio institucional da Abinee.

Em sua palestra, Ademir Brescansin falará sobre a implantação do Sistema de Logística Reversa em atendimento à Politica Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), as negociações para assinatura de um acordo setorial entre as empresas e o governo federal, além da nova entidade Green Eletron, Gestora para Logística Reversa de Produtos Eletroeletrônicos, idealizada pela Abinee.

A palestra faz parte da programação do Painel 2, “Gestão Sustentável de Recursos Hídricos e Sólidos”, que terá inicio às 18h, no Auditório Brum no Centro de Convenções de Pernambuco, na Av. Professor Andrade Bezerra, s/n Salgadinho, Olinda (PE).

Empresas do setor eletroeletrônico voltarão a investir a partir de 2017 -20/05/2016
Sondagem realizada pela Abinee identificou que 71% das empresas do setor eletroeletrônico suspenderam investimentos em aumento da capacidade produtiva até abril de 2016. Deste total, entretanto, 7% ainda pretendem investir este ano; 43%, a partir de 2017; 33%, a partir de 2018 e 17% não têm intenção em realizar novos investimentos nos próximos anos.

Das 29% das entrevistadas que mantiveram seus planos de investimentos, 73% indicaram que os resultados desse aporte de recursos devem ocorrer ainda este ano. Para 23%, os efeitos devem ser percebidos a partir de 2017; e para 4%, a partir de 2018.

Mês de abril

Na Sondagem de abril de 2016 aumentou o percentual de empresas que verificou queda nas vendas/encomendas em relação ao igual mês do ano passado, passando de 54% na pesquisa de março para 57%. Ao mesmo tempo, as indicações de crescimento caíram de 29% para 23%.

Nanotecnologia ganha destaque na indústria elétrica e eletrônica - 20/05/2016
A NANO TRADESHOW 2016 - 2ª Feira Internacional de Nanotecnologia e Inovação um dos eventos da São Paulo Tech Week, será realizada de 9 a 11 de Novembro de 2016 no Centro de Eventos Pro Magno.

A feira que movimentou mais de R$ 11 milhões em negócios em 2015 destacará as aplicações da nanotecnologia na indústria elétrica e eletrônica, um dos setores mais promissores para esta tecnologia. Na última edição a Nano TradeShow registrou que cerca de 10% dos visitantes buscavam por tecnologia na área de eletrônicos e semicondutores.

Para fortalecimento deste setor no evento, a Nano TradeShow acaba de firmar uma parceria de apoio com Abinee, que também fará a curadoria e organização do Painel de Nanotecnologia do setor.

As empresas que desejam relacionar sua marca com a nanotecnologia poderão contatar a promotora do evento para consultar os formatos de participação.

O São Paulo Tech Week é uma ação da Prefeitura de SP que tem como objetivo promover São Paulo como o hub de tecnologia e inovação, na semana de 5 a 11 de novembro a expectativa é a realização de 200 eventos na área de tecnologia e mais de 40 mil participantes.

Abinee no Fórum Nacional INAE: indústria deve atuar na fronteira tecnológica - 18/05/2016
O presidente Abinee, Humberto Barbato, defendeu, durante palestra no 28º Fórum Nacional INAE (Instituto Nacional de Altos Estudos), realizado ontem (17) no BNDES, no Rio de Janeiro, a adoção de uma política industrial que incentive “os setores dinâmicos”, de modo a permitir a ampliação dos investimentos em inovação. “A indústria que queremos deve manter-se atualizada para garantir seu lugar na fronteira tecnológica”, afirmou.

Barbato apresentou os resultados da pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que revelou o atraso da indústria brasileira no uso das chamadas tecnologias 4.0, aquelas que estão na fronteira do desenvolvimento tecnológico. De acordo com a pesquisa, apenas 48% utilizam pelo menos um tipo de tecnologia digital.

O presidente da Abinee falou sobre a extensão da crise e seu impacto na atividade das empresas do setor, além de apresentar uma agenda positiva, elaborada pela CNI, para que o Brasil reencontre o caminho do crescimento. Entre as propostas, Barbato destacou o aumento da eficiência do Estado; a racionalização do sistema tributário; a modernização das relações trabalhistas, priorizando as negociações coletivas; o aproveitamento da infraestrutura do País para alavancar o crescimento; a utilização dos recursos dos compulsórios dos bancos para aumentar a oferta de crédito às empresas e o fim do uso do câmbio para o controle da inflação.

Do evento, coordenado pelo ex-ministro João Paulo dos Reis Velloso, participaram o ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Romero Jucá; o ministro do STF Dias Toffoli; além dos governadores do Estados de Alagoas, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo (representado pelo secretário da Fazenda).

31ª Mecânica: Abinee recebe homenagem - 18/05/2016
A Abinee esteve presente na abertura da 31ª Feira Internacional da Mecânica realizada ontem (17), em São Paulo. Na ocasião, André Saraiva, vice-presidente do Sinaees-SP, representou o presidente da entidade, Humberto Barbato, que recebeu homenagem "em reconhecimento por assegurar o desenvolvimento competitivo no setor elétrico e eletrônico do país, a defesa de seus legítimos interesses e sua integração à comunidade."

A Mecânica traz as inovações e oportunidades para todos os segmentos industriais com a maior variedade de máquinas e equipamentos voltados para a elaboração de projetos, produção, controle de qualidade e movimentação de carga.

O evento segue até o dia 21 de maio.

Para Abinee, infraestrutura e segurança jurídica devem ser prioridades - 13/05/2016
A Abinee espera que o fim do impasse político - com o afastamento da presidente Dilma Rousseff - e a posse do novo governo tragam ânimo renovado para a conjuntura econômica que paralisou o País, prejudicando sensivelmente o setor industrial. As primeiras medidas a serem adotadas devem priorizar o resgate da confiança na economia, mostrando que o Brasil é viável para se produzir. Entre as prioridades estão a infraestrutura, a partir da ampliação das concessões para o setor privado, e a segurança jurídica que garanta a previsibilidade das regras.

A entidade acredita que o governo de Michel Temer conseguirá congregar o apoio necessário para a implantação de reformas, principalmente, aquelas que busquem a criação de um ambiente mais favorável na economia e que promovam a eficiência do Estado (corte de gastos correntes e melhor gestão dos recursos), além da racionalização e da simplificação do sistema tributário.

Agenda para a crise

A indústria tem uma agenda definida para o Brasil sair da crise. Entre as iniciativas imediatas, de baixo impacto fiscal e que dependem principalmente da decisão do Poder Executivo, estão: ampliação gradual do prazo de pagamento de impostos; valorização da negociação coletiva com força de lei; redução do depósito compulsório para ampliar o crédito aos consumidores e empresas; restabelecimento do Reintegra com alíquota de 3% e implementação de mecanismos de controle de gastos públicos (fixação de teto).

Reunião de Prevenção ao Roubo de Carga recebe o Deputado Major Olímpio -12/05/2016
O Grupo de Trabalho de Prevenção ao Roubo de Carga da Abinee recebeu no dia 6 de maio, o Deputado Federal pelo PDT de SP, Major Olímpio, em sua reunião realizada na unidade industrial da Flextronics, em Sorocaba.

O deputado participou da elaboração e aprovação do decreto 8.614, de 22 de dezembro de 2015, que regulamenta a Lei Complementar 121 de 9 de fevereiro de 2006, que institui a Política Nacional de Repressão ao Furto e Roubo de Veículos e Cargas.

Segundo Major Olímpio, o novo decreto estabelece diretrizes e ações para o combate e prevenção ao roubo de cargas, definindo a participação das forças policiais, secretarias de justiça, ministérios públicos de todas as esferas governamentais. “A iniciativa cria um controle integrado entre secretarias e ministérios nesta questão que afeta o setor eletrônico”.

Durante o encontro, que contou com a presença de mais de 60 associados e convidados, também foram apresentadas as estatísticas dos roubos de carga no estado de São Paulo. As informações foram fornecidas pela Secretaria de Segurança do estado.

Nesta semana, o diretor do Grupo de Prevenção ao Roubo de Carga da Abinee, Fabio Barbosa, fez palestra, a convite da Polícia Federal, no Curso de Técnicas de Investigação da Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Patrimônio (DELEPAT), em Brasília. O curso foi direcionado aos Policiais Federais e Policiais Rodoviários Federais, com ênfase no combate ao roubo de cargas. Também manteve encontro com autoridades ligadas ao Ministério da Justiça e do Congresso para discutir as aplicações do novo decreto 8.614/16.

Déficit da balança do setor eletroeletrônico atinge US$ 5,62 bilhões de janeiro-abril - 11/05/2016
O déficit da balança comercial dos produtos elétricos e eletrônicos somou US$ 5,62 bilhões no acumulado de janeiro-abril de 2016, 48% abaixo do registrado do mesmo período do ano passado (US$ 10,78 bilhões), de acordo com dados da Abinee. Segundo a entidade, o desempenho é consequência da queda das importações, observada em todas as áreas representadas pela entidade.

O resultado é fruto das exportações que somaram US$ 1,89 bilhão, 1,1% acima das registradas de janeiro-abril de 2015, e das importações que atingiram US$ 7,5 bilhões, 40 % abaixo das ocorridas em igual período de 2015.

No mês de abril, as exportações somaram US$ 427,3 milhões, 13,4% acima das ocorridas em abril de 2015. Já as importações, somaram US$ 1,8 bilhão, 39,1 % inferiores às do mesmo mês do ano anterior (US$ 3,0 bilhões). Todas as áreas apontaram retração, com taxas que atingiram até -50,3%, como no caso de Equipamentos Industriais. Este foi o 25º mês consecutivo em que as importações apresentaram montantes inferiores aos atingidos em iguais períodos anteriores.

Número de demissões até março supera previsão da Abinee para o ano - 06/05/2016
As indústrias elétricas e eletrônicas fecharam 5,4 mil postos de trabalho no primeiro trimestre de 2016, segundo dados da Abinee com base em informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (Caged). Apenas no mês de março foram extintas 2,8 mil vagas. O desempenho supera a previsão inicial da Abinee que esperava a redução de 4 mil vagas neste ano.

Segundo o presidente da entidade, Humberto Barbato, após fechar 45,5 mil vagas em 2015, a perspectiva era de um declínio sensível no ritmo de demissões em 2016. “Entretanto, com a manutenção da crise política, um período demasiado largo sem indicativos de melhoras, as empresas não tiveram saída”, afirma. Ele acrescenta que é inviável fazer uma nova previsão neste instante, diante da indefinição sobre os rumos econômicos e políticos. “Vai depender muito da confiança que se instale nos diferentes agentes econômicos com as mudanças que vierem a acontecer, e em função do retorno da capacidade de agir do governo. Precisamos superar esta fase interminável de turbulência que paralisou o governo e o país”, diz.

Considerando que nos últimos 12 meses, foram fechados 50 mil postos de trabalho, o número de empregados diretos no setor caiu para 242,6 mil, atingindo patamar próximo de dezembro de 2006, quando a indústria elétrica e eletrônica dispunha de 241 mil trabalhadores diretos.

Grupo Setorial marca presença em Congresso de Energia Solar - 06/05/2016
A Abinee esteve presente no Congresso Brasileiro de Energia Solar (COBES), que ocorreu entre os dias 3 e 5 de maio, no âmbito da Expo Solar - Feira Internacional de Tecnologia Solar, em São Paulo. A entidade esteve representada, no dia 4, pelo diretor do Grupo Setorial de Sistemas Fotovoltaicos da Abinee, Ildo Bet, no Painel Energy Storage/ Inversores Híbridos. No dia 5, o vice-diretor do Grupo Setorial e coordenador do Grupo de Trabalho de Capacitação de Mão de Obra, Juarez Guerra, falou sobre os Equipamentos e Treinamento SENAI e Instituto Paula Souza.

Produção da indústria eletroeletrônica recua 26,8% no primeiro trimestre - 04/05/2016
A produção do setor eletroeletrônico apontou retração de 26,8% no primeiro trimestre de 2016 na comparação com o mesmo período de 2015. É o que demonstram os dados divulgados pelo IBGE e agregados pela Abinee.

A queda registrada nos três primeiros meses do ano é resultado do recuo de 34,6% da indústria eletrônica e do decréscimo de 20,4% na atividade da indústria elétrica. Segundo os números da entidade, a retração do setor eletroeletrônico foi mais acentuada do que a da produção da indústria geral (-11,7%) e da indústria de transformação (-11,1%).

O mês de março apresentou a 22ª queda consecutiva na produção industrial, que diminuiu 23,6% em relação ao mesmo mês de 2015. Nesta mesma comparação, a produção caiu 17,4% no caso da indústria elétrica e 31,1% na eletrônica. No acumulado dos últimos 12 meses do ano, a queda da produção da indústria eletroeletrônica alcançou 24,0%.

Déficit da balança do setor eletroeletrônico recua 49% no 1º tri - 29/04/2016
O déficit da balança comercial dos produtos elétricos e eletrônicos somou US$ 4,2 bilhões no acumulado de janeiro-março de 2016, 49% abaixo do registrado em janeiro-março do ano passado (US$ 8,3 bilhões). Segundo dados da Abinee, o resultado é fruto das exportações que somaram US$ 1,5 bilhão, 6,3% acima das registradas no mesmo período de 2015, e das importações que atingiram US$ 5,7 bilhões, 41,1% abaixo das ocorridas em igual período de 2015.

No mês de março, as exportações somaram US$ 640,0 milhões, 13,2% acima das ocorridas em março de 2015. Já as importações, somaram US$ 2,1 bilhões, 39% inferiores às do mesmo mês do ano anterior.

De acordo com os números da entidade, desde junho de 2014, o déficit da balança do setor começou a registrar resultados abaixo dos apontados nos mesmos períodos do ano anterior. “Este comportamento vem se repetindo a cada mês, consequência da queda das importações por conta da forte retração da atividade industrial”, afirma o presidente da Abinee, Humberto Barbato.

Ao analisar por regiões, a maior parte do déficit nos três primeiros meses ocorreu em função dos negócios com os países da Ásia (US$ 3,2 bilhões), sendo que somente com a China, o saldo negativo alcançou US$ 1,7 bilhão. Apenas os negócios com países da Aladi geraram resultado superavitário (US$ 311,8 milhões), porém, seu montante foi bem menos significativo do que o déficit resultante das operações com as demais regiões, principalmente, pelos países da Ásia.

Sondagem Abinee: redução de custos é saída apontada pelas empresas - 26/04/2016
Sondagem realizada pela Abinee no mês de março identificou que a redução de custos é o principal caminho apontado pelas indústrias do setor eletroeletrônico para amenizar os efeitos da crise. A alternativa foi apontada por 81% das empresas consultadas.

Em segundo lugar na pesquisa, aparece a opção “novos nichos de mercado”, indicada por 64%. De acordo com a pesquisa, 50% das empresas veem nas exportações a principal alternativa para driblar a crise, enquanto 49% apontaram para melhorias do processo produtivo como solução a ser adotada.

No levantamento, 11% das indústrias consultadas relataram outras alternativas, como: inovação, redução da margem bruta aplicada no custo do produto, automação, melhoria do processo de vendas, novos produtos e desenvolvimento de novos clientes.

Segundo o presidente da Abinee, Humberto Barbato, em um momento de retração de mercado como o atual, as empresas buscam de toda forma ‘apertar o cinto’ para continuar sobrevivendo.

“O problema é a duração desta crise. De tanto apertar o cinto, pode chegar uma hora que as empresas não conseguirão mais respirar”, observa.

Barbato acrescenta que as indústrias que conseguirem promover melhorias em seus processos produtivos e conquistar novos mercados poderão sair mais fortes da crise.

Mês de março

Na Sondagem de março aumentou o percentual de empresas que verificou queda nas vendas/encomendas em relação ao igual mês do ano passado, que passou de 51%, na pesquisa de fevereiro de 2016, para 54%.

Também continuou alto o percentual de empresas que tiveram seus negócios abaixo das expectativas, com 49% das entrevistadas dando essa indicação. Enquanto apenas 15% das empresas observaram negócios acima do esperado.

Concedida liminar que restabelece a desoneração do PIS/Confins em produtos de informática - 26/04/2016
O Tribunal Regional Federal (TRF) concedeu liminar para suspender os efeitos da MP 690, que revoga a alíquota zero de PIS/COFINS dos bens de informática e telecomunicações, de acordo com a Lei nº 11.196 (Lei do Bem). A ação, movida pela Abinee, está fundamentada na tese de que a revogação ocorrida por força da MP 690 foi feita de forma ilegítima, uma vez que o benefício da alíquota zero tinha prazo para acabar (31 de dezembro de 2018), e, de acordo com o regramento jurídico brasileiro, benefício fiscal concedido a prazo certo não pode ser revogado.

Com o acórdão do TRF, está autorizada a aplicação da alíquota zero nas vendas de produtos das empresas associadas da Abinee ao consumidor final, realizadas diretamente ou pelo varejo. A decisão refere-se tanto à MP 690 quanto à sua Lei de Conversão, nº 13.241/2015.

Abinee apoia Projeto Descarte ON - 26/04/2016
Nesta terça-feira (26), a Abinee participou do evento de lançamento do Projeto Descarte ON, projeto inédito de logística reversa de resíduos eletroeletrônicos.

Estiveram presentes o diretor da Área de Sustentabilidade da Abinee, João Carlos Redondo, ao lado do Gerente de Sustentabilidade da entidade, Ademir Brescansin, e do Analista Henrique Mendes.

Resultado da parceria entre os governos do Japão e do Brasil, com a participação de varejistas, cooperativa e associações representativas do setor eletroeletrônico, a iniciativa será realizada na região da Subprefeitura Lapa e visa sensibilizar o cidadão sobre a importância da destinação correta para esse tipo de material.

O projeto, que tem apoio da Abinee, reúne a JICA (Japan International Cooperation Agency), órgão do governo japonês responsável por implementar ações que apoiem o crescimento e a estabilidade socioeconômica de países em desenvolvimento; o MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior); o MMA (Ministério do Meio Ambiente); a Prefeitura de São Paulo - por meio da Secretaria de Serviços e da AMLURB (Autoridade Municipal de Limpeza Urbana); e a Agência Brasileira de Cooperação (ABC).

Entre os itens que poderão ser descartados estão os eletrodomésticos, como liquidificadores, espremedores, ferros de passar e eletrônicos de pequeno porte, tais como aparelhos de áudio e vídeo, laptops e celulares. Não estão incluídos no projeto itens como baterias, pilhas, lâmpadas fluorescentes e toners de impressora.

Coleta e Participantes

Os itens serão recolhidos por meio de dois sistemas. Um deles é o Coleta nas Lojas, para os resíduos de pequeno e médio porte, que começa no próximo dia 28. As lojas participantes são: Casas Bahia, Extra, Lojas Americanas, Pernambucanas e Ponto Frio. Walmart deve começar na primeira quinzena de maio. O sistema funcionará assim: qualquer munícipe pode se dirigir a um desses estabelecimentos e descartar um equipamento de até 60 centímetros de largura, 50 centímetros de comprimento e 75 centímetros de altura.

Green Eletron: Uma realidade - 20/04/2016
A Green Eletron, Gestora para Logística Reversa de Produtos Eletroeletrônicos, idealizada pela Abinee, já é uma realidade. A nova entidade nasce para atender às obrigações previstas na Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), regulamentadas pelo Decreto 7.404/2010, e no Acordo Setorial, prestes a ser assinado, e que vai estabelecer metas de recolhimento e destinação dos produtos descartados. “A Gestora vem em um momento propício para atender às necessidades das empresas do setor eletroeletrônico”, afirma o diretor da Área de Sustentabilidade da Abinee, João Carlos Redondo.

Ele explica que o atendimento do Acordo Setorial poderia ser feito individualmente ou de forma coletiva, opção esta que se mostrou a mais adequada após análise detalhada de riscos, oportunidades e custos elaborada pela Abinee. “Identificamos que a criação de uma gestora para harmonizar todas as atividades e setores era a opção mais viável técnica e economicamente para as empresas”, diz Redondo. A Gestora, já aprovada pela Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), é fruto de um longo trabalho.

O ex-diretor da área de Sustentabilidade da Abinee e atual vice-presidente do Sinaees-SP, André Luís Saraiva, afirma que sua criação faz parte de um processo de amadurecimento da indústria ao tratar o tema. “Há dez anos, tivemos a percepção da necessidade de se discutir o assunto e incorporar a concepção de sustentabilidade na atividade das empresas”, ressalta.

Desde então, a entidade tem realizado ações como o Programa Abinee Recebe Pilhas e integrado as discussões da Política Nacional de Resíduos Sólidos, participando dos grupos técnicos, ao lado de representantes do governo, para delinear a logística reversa dos resíduos eletroeletrônicos. “A Green Eletron consolida o entendimento amplo da Abinee sobre todo o ciclo de vida dos produtos, desde sua concepção e design até o final da sua vida útil”, afirma Saraiva.

A coordenadora-geral de Energia e Desenvolvimento Sustentável do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Beatriz Carneiro, uma das principais interlocutoras da Abinee durante o processo de criação da Gestora, comemora a iniciativa. “Parabenizo a Abinee pela criação de uma entidade gestora que pode catalisar as iniciativas do setor na coleta e reciclagem dos resíduos eletroeletrônicos, tornando os processos mais transparentes e racionalizando os custos”, ressalta. Em sua opinião, a partir da celebração do Acordo Setorial, muitos serão os desafios para a implementação da logística reversa. “Nesse cenário, a Gestora terá papel fundamental de articulação entre os diversos atores do sistema – postos de recebimento e coleta, transportes e recicladores.”

A diretora de Ambiente Urbano da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Zilda Veloso, considera a iniciativa louvável e de suma importância para a materialização de um importante instrumento da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Ela lembra que a implantação de um sistema de logística reversa requer elevados investimentos para sua viabilização. “A adoção de um modelo onde se utilizam gestoras, semelhante ao adotado pela Europa, por exemplo, permite que haja uma maior eficiência e sinergia de esforços com um menor custo, onde as empresas, por meio da gestora, poderão compartilhar toda a infraestrutura criada para o recolhimento dos equipamentos, adotar estratégias conjuntas de comunicação e educação ambiental, padronizar e otimizar procedimentos, permitindo uma maior eficiência operacional”, ressalta.

Atuação e quadro de associados

A atuação da futura entidade abrange todos os produtos e subprodutos eletroeletrônicos que se encontram descartados nos pontos de coleta após o uso pelos consumidores. Sua responsabilidade, porém, não contempla, de maneira direta, o manejo, destinação e disposição final ambientalmente adequada desses resíduos, que serão feitos por empresas contratadas. João Carlos Redondo afirma que o papel da entidade não será apenas o de uma prestadora de serviço de Logística Reversa. “A Gestora contribuirá para integrar a logística reversa nas ações de política industrial da Abinee, além de promover a economia circular, visando à geração de valor e à redução de custos”, afirma Redondo.

Com 48 empresas já interessadas em aderir à iniciativa, o quadro social da Gestora não está limitado às associadas da Abinee. Conforme critérios estabelecidos, poderá ser integrado por pessoas jurídicas, em número ilimitado, com ou sem fins lucrativos, sediadas no País, e que representem o setor de elétricos e eletrônicos ou que atuem na produção e comercialização, inclusive na integração de sistemas e de desenvolvimento de software dedicado. A abrangência e formato da Gestora serão delineados a partir das adesões e participação das empresas do setor eletroeletrônico. “Mesmo as indústrias que ainda não precisam implementar, neste momento, um sistema de logística reversa por acordo setorial podem participar a fim de se preparar para quando a aplicação for obrigatória”, explica Redondo.

Déficit da balança comercial do setor eletroeletrônico recua 52% em janeiro - 23/02/2016
O déficit da balança comercial dos produtos elétricos e eletrônicos atingiu US$ 1,43 bilhão em janeiro de 2016, 52% abaixo do registrado no mesmo mês de 2015 (US$ 2,98 bilhões). Segundo os números levantados pela Abinee, a redução do saldo negativo é consequência da queda das importações, que vem sendo verificada desde abril de 2014, em função do fraco desempenho do mercado interno.

Segundo os números da entidade, as importações de produtos eletroeletrônicos permaneceram retraídas no mês de janeiro de 2016, totalizando US$ 1,83 bilhão, 45,6% inferiores às realizadas em janeiro do ano passado (US$ 3,36 bilhões). Este foi o 22º mês consecutivo em que as importações apresentaram montantes inferiores aos atingidos em iguais períodos anteriores.

Com exceção do crescimento das importações de bens de GTD (3,1%), todas as demais áreas recuaram com taxas que atingiram até -61%, como no caso de Utilidades Domésticas.

Já as exportações de produtos eletroeletrônicos, que somaram US$ 401,3 milhões no mês de janeiro de 2016, ficaram 4,5% acima das ocorridas em janeiro do ano passado (US$ 383,9 milhões).

Este crescimento foi pontual e ocorreu em função da elevação de 125,9% nas exportações de Equipamentos Industriais, mais especificamente nas vendas para a China de dispositivos para tratamento de materiais por mudança de temperatura, que somaram US$ 90 milhões.

Se excluísse apenas este item do total, as exportações dos demais produtos do setor recuariam 19% em janeiro de 2016 na comparação com o mesmo mês de 2015.

Sefaz-SP esclarece suspensão do ICMS em comércio eletrônico para MPEs -23/02/2016
Foi publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo o Comunicado CAT nº 8, de 19 de fevereiro de 2016, que esclarece os efeitos da suspensão da eficácia da cláusula nona do Convênio ICMS 93/2015, em face da concessão de medida cautelar na Ação Direta de Inconstitucionalidade - ADI 5.464. A medida desobriga as micro e pequenas empresas optantes do Simples Nacional a seguir as novas regras de partilha do ICMS no comércio eletrônico.

Tendo em vista a concessão de medida cautelar na ADI 5.464, a Coordenadoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP) esclarece que:

1 - Os contribuintes optantes pelo Simples Nacional que realizarem operações e prestações interestaduais que destinem bens e serviços a consumidor final não contribuinte do ICMS ficam desobrigados de recolher o a parcela do imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a alíquota interestadual que cabe ao Estado de São Paulo em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 18-02-2016.

2 - Em relação aos fatos geradores ocorridos entre 01-01-2016 e 17-02-2016, deverão ser observados os procedimentos descritos no Comunicado CAT-01, de 12-01-2016 e na Portaria CAT-23, de 17-02-2016.

3 - Os contribuintes optantes pelo Simples Nacional inscritos no Cadastro de Contribuintes do ICMS do Estado de São Paulo deverão recolher a parcela do imposto correspondente ao diferencial de alíquotas que cabe ao Estado de São Paulo até o dia 29-04-2016.

4 - Em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 18-02-2016:

4.1 - fica suspensa a eficácia da alínea "b" do item 3 do §1º do artigo 1º da Portaria CAT-23/2016.

4.2 - ficam prejudicadas as disposições do Comunicado CAT-01/2016 para os contribuintes optantes pelo Simples Nacional.

5 - O disposto nos itens 1 a 4 se aplica tanto aos contribuintes localizados neste Estado, quanto aos contribuintes localizados em outra UF, em relação à parcela do diferencial de alíquotas que cabe ao Estado de São Paulo.

6 - As saídas realizadas a partir de 18-02-2016 por contribuintes optantes pelo Simples Nacional destinadas a consumidor final não contribuinte localizado em outra unidade federada não ensejarão o ressarcimento do imposto retido a que se refere o inciso IV do artigo 269 do Regulamento do ICMS.

Treinamento sobre ICMS em Minas Gerais -23/02/2016
A Regional Abinee Minas Gerais e o Sinaees/MG promovem no dia 02 de março, na sede da FIEMG (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais), treinamento sobre ICMS. O objetivo do curso é esclarecer as profundas alterações na legislação do ICMS do estado, que estão em vigor desde o mês de janeiro.

Estas mudanças estão provocando discussões e gerando dúvidas aos contribuintes na emissão de suas notas fiscais, cálculo dos tributos e até mesmo na formação do seu preço de venda.

Durante o evento, os participantes terão apresentação das alterações no tributo, além de exercícios e simulações de situações reais voltadas diretamente para a indústria eletroeletrônica. O treinamento será ministrado por um especialista do setor tributário e terá duração de 8 horas.

O valor de investimentos para associados Abinee e Sinaees é de R$ 50 e para não associado é de R$ 80.

A Regional Abinee Nordeste fecha parceria com a Fiepe para apoiar capacitações -23/02/2016
A Regional Abinee Nordeste acaba de fechar uma parceria de apoio institucional com a Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe) na divulgação de suas capacitações, que serão realizadas no primeiro semestre de 2016. O primeiro evento a contar com o apoio da Regional será realizado no próximo mês de março. Empresas associadas à Abinee terão condições especiais para participação.

O Treinamento - Interpretação da ISO: 2015 - será realizado nos dias 29 e 30 e tem como objetivo esclarecer as principais alterações da norma, capacitando os participantes nos seus principais requisitos e atualizações, minimizando o impacto na sua empresa. O público-alvo é formado por empresas que tenham implantado ou tenham intenção de implantar o Sistema de Gestão da Qualidade, profissionais supervisores e técnicos da área da qualidade, gerentes e coordenadores de programas de certificação de empresas.

Com carga horária de 16 horas, o treinamento sera ministrado na sede da Fiepe, no Recife, localizada na Av. Cruz Cabugá, 767, Santo Amaro, das 8h às 17h30. O investimento é de R$ 350,00 e as empresas associadas à Abinee terão condições especiais para participação.

Abinee-RS convida empresas a participar do projeto TESA - 23/02/16
No próximo dia 8 de março, às 18h, a Abinee-RS, em parceria com a Abimaq (Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos) e o Simers (Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no RS), estará no auditório central da feira Expodireto, em Não-Me-Toque, apresentando o projeto TESA (Tecnologia Embarcada no Setor Agrícola) e convidando as empresas de ambos setores a participarem desta iniciativa.

Por meio do programa, a associação busca aproximar fabricantes de máquinas e implementos agrícolas e fabricantes de equipamentos eletroeletrônicos e de automação, com o objetivo de tornar o setor agrícola gaúcho mais competitivo com o uso de tecnologia embarcada no produto, enquanto cria mercado para o próprio segmento. A feira, que ocorre de 7 a 11 de março, é uma das maiores e principais feiras de agronegócio do Brasil. Vale lembrar que o setor primário é responsável por mais de 40% do PIB do RS.

Após a apresentação, a Abinee-RS e demais parceiros realizarão uma rodada de negócios entre os setores, aproximando demandantes e ofertantes e gerando negócios para todos os envolvidos, com significativos reflexos esperados na competitividade das indústrias engajadas no projeto.

Na edição de 2013 da Expointer, foi assinado um acordo de cooperação entre a associação e o Simers, que deu a forma inicial ao programa. A parceria surgiu com o objetivo de ''fortalecer o conteúdo local de produção de tecnologias embarcadas para o setor de máquinas e implementos agrícolas'', conforme explicou o diretor regional da Abinee, Régis Haubert (na foto, durante assinatura do termo). ''Atualmente, o mercado importa produtos que poderiam ser ou que já são fabricados aqui'', atenta o gestor.

Mais tarde, há cerca de um ano, a Abinee, através de um dos seus associados do RS, assumiu a posição de representante dos Fabricantes e Fornecedores de Equipamentos Específicos para Agropecuária de Precisão na Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão.

A comissão tem caráter consultivo e foi criada em 2012 pelo Ministério da Agricultura, oficializando comitês e reuniões que aconteciam desde 2008, com o objetivo de aproximar especialistas do governo e também de servir de canal de comunicação entre o governo e a sociedade nas discussões sobre a agricultura de precisão.

Setor eletroeletrônico apresenta queda nas vendas em janeiro - 19/02/2016
Os negócios das empresas do setor eletroeletrônico continuaram desfavoráveis no mês de janeiro de 2016, mantendo a tendência apontada em todo o ano passado. Segundo Sondagem realizada pela Abinee, as vendas e encomendas recuaram para mais da metade dos entrevistados na comparação com janeiro do ano passado e em relação ao mês imediatamente anterior (52% e 51%, respectivamente). Também foi alto o percentual de empresas que tiveram negócios abaixo do esperado: 54%.

O levantamento apontou ainda a continuidade da tendência de desemprego, com 41% das respostas indicando queda no nível de emprego, enquanto que apenas 7% das empresas apontaram crescimento. Foi verificado aumento nos estoques tanto de insumos e matérias-primas, como de produtos acabados.

“Com este resultado, a produção de bens elétricos e eletrônicos também deverá recuar em janeiro frente ao igual mês do ano passado”, afirma o presidente executivo da Abinee, Humberto Barbato.

Expectativas

Para o mês de fevereiro de 2016, 41% das empresas esperam crescimento nas vendas em relação a fevereiro de 2015, enquanto que 38% das entrevistadas estimam que haverá queda.

Para o ano de 2016, o resultado indicou otimismo: 49% das empresas estimam crescimento e 21%, redução nos negócios. Segundo o presidente da Abinee, esta tendência foi observada nos últimos dois anos, quando as projeções realizadas pelas empresas do setor no início do ano eram otimistas, e foram piorando no decorrer dos meses. Em 2015, o saldo positivo de respostas inverteu-se no segundo semestre, passando a apresentar resultado negativo que permaneceu até o final do ano. “Com a perspectiva de retração do PIB, de 3,8% para este ano, a tendência para o faturamento do setor eletroeletrônico para 2016 também é de queda real de 6%”, conclui Barbato.

Liminar suspende cláusula de convênio do Confaz sobre ICMS em comércio eletrônico - 19/02/2016
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, concedeu liminar para suspender a eficácia de cláusula do Convênio ICMS 93/2015, do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que dispõe sobre os procedimentos a serem observados nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final não contribuinte do ICMS, localizado em outra unidade federada. Com a liminar, a cobrança está suspensa para as micro e pequenas empresas optantes do Simples Nacional, que estavam também obrigadas a seguir as novas regras de partilha do ICMS, o que poderia acarretar em um aumento de 74% na carga tributária, além de gerar sérios entraves burocráticos.

Na decisão (leia a íntegra), o ministro afirma que, em exame preliminar, a cláusula 9ª do convênio invade campo de lei complementar e apresenta risco de prejuízos, sobretudo para os contribuintes do Simples Nacional, que podem perder competitividade e cessar suas atividades. A medida cautelar, a ser referendada pelo Plenário do STF, foi deferida na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5464, ajuizada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Para a Abinee, a decisão é acertada uma vez que as micro e pequenas empresas inseridas no Simples Nacional não dispõem de estrutura para acompanhar a complexidade das diversas legislações estaduais do ICMS e a obrigação poderia ocasionar o fechamento de várias destas empresas.

Linha Azul: Adesão ao Operador Econômico Autorizado termina dia 1º de março - 19/02/2016
As empresas habilitadas ao Despacho Aduaneiro Expresso (Linha Azul) devem manifestar até o dia 1º de março interesse em se tornar um Operador Econômico Autorizado. Dessa forma, a solicitante poderá ser certificada provisoriamente como OEA-C Nível 1, com manutenção dos benefícios utilizados como empresa habilitada à Linha Azul.

A empresa que não se manifestar ou que manifestar não ter interesse em se certificar provisioriamente como OEA deixará de usufruir dos benefícios do Linha Azul após 1º de março.

Programa Brasileiro de OEA - O OEA é uma certificação concedida pelas Aduanas a importadores, exportadores, agentes consolidadores, portos, aeroportos, terminais, companhias marítimas, e demais atores da cadeia que lhe confere o status de empresa segura, e confiável em suas operações. O Programa é de adesão voluntária e objetiva, até 2019, atingir a meta de 50% (cinquenta por cento) das declarações de exportação e de importação registradas no Brasil por empresas certificadas OEA. A implementação do programa OEA objetiva maior segurança e competitividade para o país.

Barbato fala com ministro Armando Monteiro sobre situação da indústria elétrica - 17/02/2016
O presidente da Abinee, Humberto Barbato, manteve na terça-feira (16) audiência com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Armando Monteiro Neto, para tratar da indústria de equipamentos para Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica (GTD), que enfrenta forte concorrência de importados, alto nível de capacidade ociosa, além de riscos de descontinuidade de projetos.

Barbato demonstrou a preocupação da entidade em relação às concessionárias de sistemas de transmissão que têm como sócio majoritário o Grupo Abengoa, que apresentou pedido de recuperação judicial. A situação pode afetar as concessões, que somam fornecimentos de empresas do setor da ordem de cerca de R$ 1 bilhão. Ele destacou ao ministro que estes sistemas implicam na ocupação de cerca de 70% da capacidade produtiva, o que mostra a dimensão do impacto negativo da paralisação.

Acumulando uma queda real de 4% no faturamento em 2015, o segmento sofreu impacto da contenção dos investimentos das concessionárias de energia elétrica, principalmente dos segmentos de Transmissão e Distribuição. No caso da Transmissão, a redução foi causada pelas condições pouco atrativas dos leilões ocorridos nos últimos dois anos, o que resultou em um volume de negócios menor no período.

Armando Monteiro mostrou-se sensível ao quadro apresentado pelo presidente da Abinee e se comprometeu a levar o assunto ao ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, para trabalhar em conjunto com aquela pasta em possíveis caminhos a fim de solucionar os problemas expostos.

Abinee e Apex tratam detalhes de convênio para apoio às exportações -17/02/2016

O diretor executivo da Abinee, Anderson Jorge Filho, e a gerente do Departamento de Relações Internacionais da entidade, Fernanda Garavello Gonçalves, estiveram reunidos na terça-feira (16) com Marcio Almeida e Richard Sabah, representantes da Apex, para delinear o modelo de convênio entre as duas entidades visando a criação de um Projeto de apoio às Exportações do Setor Eletroeletrônico.

O modelo do projeto com a Abinee será realizado a partir das demandas das empresas do setor, como forma de abarcar as características e especificidades de cada segmento que compõem a indústria elétrica e eletrônica, representado pela entidade.

Neste sentido, o desenho do projeto prevê um Planejamento Estratégico para os próximos três anos, elaborado por uma consultoria externa em conjunto com as empresas participantes, a Abinee e a Apex.

Entre as primeiras ações previstas do projeto, para o ano de 2016, está a realização de um Projeto Comprador, previsto para ocorrer em abril, durante a FEICON.

Também estão previstas duas missões para a América Latina (Colômbia e México) e uma missão para a África. O projeto integra ainda um trabalho de defesa de interesses na área de convergência regulatória com os EUA e de transferência tecnológica. No próximo dia 3 de março será realizada uma reunião, em Porto Alegre, em continuidade ao Projeto de Exportação, com a participação do BNDES.

Barbato cobra de senadores acordo sobre isenção do PIS/Cofins para eletrônicos - 05/02/2016
Um dia após o retorno das atividades do Congresso Nacional, o presidente executivo da Abinee, Humberto Barbato, manteve esta semana reuniões com o líder do governo senador José Pimentel, e com o relator da MP 690 e líder do PT no Senado Humberto Costa, para tratar do veto da presidente Dilma Rousseff à retomada escalonada da isenção do PIS/Cofins na venda a varejo dos produtos eletrônicos vinculados ao Programa de Inclusão Digital. Na oportunidade, Barbato acompanhado do Deputado Bilac Pinto PR/MG, manifestou o descontentamento e a surpresa da entidade pelo acordo, estabelecido pela Abinee junto aos parlamentares, ter sido vetado pela presidente Dilma quando da promulgação da Lei 13241/2015, em 31 de dezembro.

Conforme havia sido acertado e aprovado na Câmara e no Senado, o PIS/Cofins seria cobrado de forma integral (9,25%) em 2016, já em 2017 e 2018 seria aplicada 50% da alíquota; e em 2019 a isenção do Programa de Inclusão Digital retornaria. Com a volta da cobrança, desde 1º de janeiro, computadores e celulares ficaram em media 10% mais caros.

Durante a conversa, os senadores mostraram-se abertos à possibilidade de derrubada do veto presidencial em sessão do Congresso, que deverá ocorrer em março. Para isso, a Abinee deve continuar suas conversas com parlamentares com o objetivo de que o acordo seja restabelecido.

Produção do setor eletroeletrônico é a pior já registrada pela Abinee - 04/02/2016
A produção da indústria eletroeletrônica caiu 21% em 2015 na comparação com 2014. Segundo dados do IBGE, agregados pela Abinee, o desempenho foi o pior registrado pelo setor desde 2002, início da série história. O resultado também foi inferior ao obtido pela indústria de transformação e pela indústria em geral, que apresentaram quedas de 9,9% e 8,2% respectivamente. Na análise por segmentos, a área eletrônica teve o pior desempenho (-30%), enquanto a área elétrica apresentou recuou de 12,2%.

Em dezembro, a produção do setor eletroeletrônico apontou redução de 28,4% em relação ao mesmo mês de 2014. Segundo o presidente executivo da Abinee, Humberto Barbato, este indicador reforça a informação obtida pela Abinee em sua última Sondagem, quando se verificou um ajuste nos estoques tanto de insumos e matérias-primas, como de produtos acabados. “Os dados reiteram também os números de emprego, uma vez que as empresas do setor fecharam 8 mil vagas apenas no último mês do ano passado”, afirma.

Congresso retoma trabalhos com temas de interesse do setor em discussão - 02/02/2016
O Congresso Nacional começa o ano legislativo nesta terça-feira (2), com vinte medidas provisórias que devem absorver a atividade dos parlamentares, sendo que três delas já travam a pauta da Câmara. Em meio a essas discussões, estão em tramitação temas de interesse do setor eletroeletrônico que estão sendo acompanhados de perto pela Abinee.

Uma destas matérias é a MP 694, que, entre outros dispositivos, suspende para o ano-calendário de 2016 os incentivos fiscais para pessoas jurídicas que realizam pesquisa e desenvolvimento de inovação tecnológica, conforme estabelecido pela Lei do Bem. A MP encontra-se em Comissão Mista, com relatoria do senador Eunício Oliveira (PMDB/CE).

Outro tema que desperta atenção da Abinee é o PL 3536/12, que estabelece que as empresas fabricantes de produtos eletrodomésticos e eletroeletrônicos devem colocar em seus aparelhos sistema de voltagem automático, com tensões elétricas compreendidas entre 110 e 220 volts. Esse projeto está na Comissão de Defesa do Consumidor, sob a relatoria do deputado Eli Corrêa Filho (DEM/SP), que em dezembro apresentou Parecer pela rejeição, acatando a nota técnica apresentada pela Abinee. Após passar pela Comissão de Defesa do Consumidor, o projeto ainda deverá ser deliberado pelas Comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Também envolvendo a questão de manufatura, a Abinee defende a rejeição do PL 1902/11, que dispõe sobre a obrigatoriedade de inclusão de dispositivo interruptor para que os aparelhos eletroeletrônicos fabricados ou comercializados no País possam operar no modo em espera (stand-by). A matéria já foi aprovada na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviço da Câmara dos Deputados, e está na Comissão de Justiça, aguardando deliberação com Parecer do Relator, deputado Jutahy Junior (PSDB/BA), pela constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa.

A Abinee também acompanha a tramitação do PL 2010/11, que altera a Lei n° 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor), para obrigar a disponibilização de meios eficazes para viabilizar o reparo em garantia de produtos. O PL contém outros 30 projetos apensados com temas afins, como essencialidade; garantia; substituição do produto; assistência técnica; entre outros.

Na área de sustentabilidade, dois projetos tratam da logística reversa de resíduos eletroeletrônicos. É o caso do PL 2045/11, que dispõe sobre a coleta e a destinação ambientalmente adequada de resíduos tecnológicos, e o PL 226/15, que dá nova redação ao § 5º do artigo 33 da Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010, para obrigar os comerciantes e distribuidores a receber dos consumidores os produtos sujeitos à logística reversa. Para as duas situações, a Abinee defende que sejam respeitadas as diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos, bem como dos acordos setoriais estabelecidos por esta Lei e que estão em fase de finalização.

Segundo o presidente executivo da Abinee, Humberto Barbato, estes e outros temas estão sendo acompanhados pela entidade para que haja a melhor solução, minimizando impactos para a atividade da indústria elétrica e eletrônica. “Nossa atuação deve ser constante e atenta para evitar prejuízos ao setor”, afirma. Ele destaca também a importância da participação das empresas associadas da Abinee nas discussões, como forma de fortalecer a defesa dos pleitos. Barbato acrescenta que, para consolidar esta interação, a entidade lançará neste ano a Frente Parlamentar da Indústria Elétrica e Eletrônica que reforçará os trabalhos desenvolvidos junto ao Congresso Nacional na defesa das demandas do setor.

Radar legislativo

Para promover a participação das associadas nos debates sobre matérias de interesse do setor que tramitam no Congresso, a Abinee mantém, na área reservada do Site da entidade, a ferramenta Radar Legislativo, um banco de dados unificado, com informações online sobre Projetos de Lei e suas tramitações legislativas.

O Radar Legislativo permite, dentre outras informações, a obtenção da íntegra dos projetos, das notas técnicas com o posicionamento da Abinee, dos pareceres e relatórios apresentados por parlamentares nas mais diversas comissões temáticas da Câmara e do Senado, além de receber manifestações dos representantes de suas associadas sobre determinadas matérias. O Radar Legislativo espera dar maior agilidade e transparência nas ações desenvolvidas pela entidade em defesa dos interesses do setor, proporcionando também um canal de comunicação permanente com a associada sobre as atividades legislativas do Congresso Nacional.

Abinee inicia programação de cursos em 2016 - 29/01/2016
A Abinee iniciou sua programação de cursos para o ano 2016. O objetivo dos eventos é capacitar os profissionais das empresas associadas nos diversos assuntos demandados pelo setor eletroeletrônico.

Abrindo o calendário, foi realizado no dia 27 de janeiro o curso Formação Básica Fiscal para Iniciantes e Profissionais de Outras Áreas. No dia 29, o tema foi Atualização em apuração de tributos federais.

As associadas da Abinee têm condições especiais para participação.

Pesquisa revela expectativa do empresário paranaense - 26/01/2016
De acordo com pesquisa divulgada pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), realizada em parceria com o Sebrae, sobre a expectativa do empresário paranaense, 54,3% dos empresários da região estão pessimistas em relação a 2016 e têm como base o aumento da dívida interna, o endividamento externo e a falta de investimentos. “Este ano será de muito trabalho, prudência e controle de gastos”, afirma o diretor da Abinee PR/SC, Álvaro Dias Júnior.

Segundo ele, apesar das expectativas nada favoráveis, é preciso manter o otimismo. “Se acharmos que não há solução, a realidade poderá ser pior ainda”, ressalta Álvaro Dias Júnior. “Precisamos produzir de forma cada vez mais eficiente para ter um produto competitivo no mercado. Portanto, é hora de agir e não se lamentar.”

Setor eletroeletrônico demite mais de 45 mil em 2015 - 22/01/2016
A indústria elétrica e eletrônica fechou 8 mil postos de trabalho no mês de dezembro de 2015. Com este resultado, o total de demissões no setor durante o ano passado atingiu 45,5 mil pessoas, segundo dados da Abinee, com base em informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (CAGED). As demissões foram muito além do que o projetado pela entidade, que previa o fechamento de 37 mil vagas.

Ao final de 2015, o total de empregados diretos no setor eletroeletrônico diminui para 248 mil, alcançando o mesmo patamar de maio de 2007. “A força de trabalho na nossa indústria recuou oito anos no tempo”, comenta o presidente executivo da Abinee, Humberto Barbato. Segundo ele, nem durante a crise de 2008 o número de empregados no setor atingiu nível tão baixo.

Ele ressalta que os indicadores de emprego são extremamente preocupantes, ainda mais diante de medidas como o aumento de PIS/Cofins para produtos eletrônicos, o que pode agravar a situação.

Déficit da balança comercial do setor eletroeletrônico recua 26% em 2015 -20/01/2016
Dados consolidados da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) apontam que o déficit da balança comercial dos produtos elétricos e eletrônicos atingiu US$ 25,5 bilhões em 2015, 26% abaixo do registrado em 2014 (US$ 34,6 bilhões). Este resultado é consequência da queda de 23,6% nas importações e de 9,8% nas exportações do setor em 2015 na comparação com o ano anterior.

Segundo o presidente executivo da Abinee, Humberto Barbato, o novo patamar do dólar não foi suficiente para estimular as vendas externas no ano passado. Já a redução nas importações é atribuída ao fraco desempenho do mercado interno. “Desde junho de 2014, o déficit da balança do setor começou a registrar resultados abaixo dos apontados nos mesmos períodos do ano anterior devido à queda de atividade no mercado interno”, afirma Barbato.

Segundo os números da entidade, as exportações de produtos elétricos e eletrônicos somaram US$ 5,9 bilhões, ante US$ 6,6 bilhões em 2014. Com exceção das vendas externas de bens de Material Elétrico de Instalação (+7,3%), com destaque para os disjuntores (+37%), as exportações das demais áreas recuaram.

As importações de produtos elétricos e eletrônicos totalizaram US$ 31,4 bilhões, no acumulado de janeiro-dezembro de 2015, contra US$ 41,2 bilhões no ano anterior. Todas as áreas apresentaram queda nas importações com taxas de mais de 30% em alguns casos, como Telecomunicações, Informática e GTD.

Ao analisar por regiões, a maior parte do déficit ocorreu em função dos negócios com os países da Ásia (US$ 19,5 bilhões), sendo que somente com a China, o saldo negativo alcançou US$ 11,7 bilhões. Apenas os negócios com países da Aladi geraram resultado superavitário (US$ 1,5 bilhão), porém, seu montante foi bem menos expressivo do que o déficit registrado pelas demais regiões, principalmente, pelos países da Ásia.

Para 2016, a projeção da Abinee é de que as exportações aumentem a participação nos negócios do setor com crescimento da ordem de 2%, enquanto as importações continuarão ressentindo-se do pouco dinamismo do mercado interno, registrando queda de 3%.

Abinee quer participação de fornecedores em programa de estímulo ao setor de P&G -20/01/2016
O Decreto Nº 8.637/16, publicado na segunda-feira (18), que institui o Programa de Estímulo à Competitividade da Cadeia Produtiva, ao Desenvolvimento e ao Aprimoramento de Fornecedores do Setor de Petróleo e Gás Natural (Pedfor), causou preocupação para a Abinee.

Ainda no aguardo da regulamentação do Decreto, a entidade lamenta o fato de os Comitês Diretivo e Técnico-Operacional, criados para coordenar o programa, não incluírem representantes das indústrias fornecedoras.

Segundo o gerente da Regional da Abinee Rio de Janeiro/Espírito Santo, que acompanha o assunto pela entidade, Paulo Sérgio Galvão, o pedido de inclusão havia sido feito ao Ministério de Minas e Energia, e Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o que não foi atendido. “Há forte risco de que as decisões tomadas pelos conselhos estejam distantes das necessidades dessa cadeia de fornecedores, a priori excluída do processo decisório”, diz.

O Decreto estabelece que, a critério do Comitê Diretivo, poderão ser convidados representantes de outros Ministérios, organizações, empresas e entidades ligadas ao setor, mas não entra em mais detalhes. Galvão acrescenta que as indústrias da cadeia produtiva, como a elétrica e eletrônica, poderão continuar à margem do processo e sem ter suas demandas contempladas. “Lamentavelmente, se ocorrer desta forma, o Pedfor atenderá somente o já sempre beneficiado primeiro elo da cadeia produtiva de P&G", conclui o gerente Regional da Abinee.

Abinee-RS avança na aproximação com o setor agrícola -20/01/16
No mês de março, a regional da Abinee Rio Grande do Sul, em parceria com a Abimaq (Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos) e o Simers (Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no RS), estará no auditório central da feira Expodireto, na cidade de Não-Me-Toque, apresentando o projeto TESA (Tecnologia Embarcada no Setor Agrícola) e convidando as empresas de ambos setores a participarem desta iniciativa.

Por meio do programa, a associação busca aproximar fabricantes de máquinas e implementos agrícolas e fabricantes de equipamentos eletroeletrônicos e de automação, com o objetivo de tornar o setor agrícola gaúcho mais competitivo com o uso de tecnologia embarcada no produto, enquanto cria mercado para o próprio segmento. A feira, que ocorre de 7 a 11 de março, é uma das maiores e principais feiras de agronegócio do Brasil. Vale lembrar que o setor primário é responsável por mais de 40% do PIB do RS.

Após a apresentação, que ocorre no dia 8 de março, a Abinee e demais parceiros realizarão uma rodada de negócios entre os setores, aproximando demandantes e ofertantes e gerando negócios para todos os envolvidos, com significativos reflexos esperados na competitividade das indústrias engajadas no projeto.

Na edição de 2013 da Expointer, foi assinado um acordo de cooperação entre a associação e o Simers, que deu a forma inicial ao programa. A parceria surgiu com o objetivo de ''fortalecer o conteúdo local de produção de tecnologias embarcadas para o setor de máquinas e implementos agrícolas'', conforme explicou o diretor regional da Abinee, Régis Haubert. ''Atualmente, o mercado importa produtos que poderiam ser ou que já são fabricados aqui'', atenta o gestor.

Mais tarde, há cerca de um ano, a Abinee, através de um dos seus associados do RS, assumiu a posição de representante dos Fabricantes e Fornecedores de Equipamentos Específicos para Agropecuária de Precisão na Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão.

A comissão tem caráter consultivo e foi criada em 2012 pelo Ministério da Agricultura, oficializando comitês e reuniões que aconteciam desde 2008, com o objetivo de aproximar especialistas do governo e também de servir de canal de comunicação entre o governo e a sociedade nas discussões sobre a agricultura de precisão.

Abinee envia contribuição para Marco Regulatório de Telecomunicações - 13/01/2016
Promover a banda larga e flexibilizar o modelo para incentivar investimentos em otimização e expansão das redes são os principais focos das contribuições enviadas pela Abinee para a Consulta Pública 01/2015 do Ministério das Comunicações sobre a revisão do Marco Regulatório de Telecomunicações, cujo prazo se encerra na próxima sexta-feira (15).

“Entendemos que o mercado demandará amplamente banda larga móvel e acessos fixos com alta velocidade. Ambos os casos precisam de redes de transporte e de acesso, que devem ser contempladas na política pública, além da flexibilização do modelo para incentivar investimento em otimização e expansão das redes”, afirma a entidade.

Segundo a Abinee, é preciso que o novo modelo contemple a neutralidade tecnológica, alinhamento aos padrões internacionais e redução do ônus regulatório para evitar entraves aos investimentos e à evolução tecnológica. “A regulamentação deveria ter menor nível de detalhamento para permitir maior agilidade ao acompanhamento da qualidade da prestação dos serviços de telecomunicações”.

A entidade defende também que o conceito de universalização deve ser alterado para que os recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) sejam utilizados para viabilizar investimentos em infraestrutura de telecomunicações e subsídios à sua operação, principalmente nos casos de baixa atratividade econômica.

A Abinee cita ainda o estabelecimento de políticas públicas para estimular investimentos em comunicações M2M e internet das coisas (IoT), incluindo instrumentos de desoneração tributária.

Para Abinee, Marco Legal de CT&I é positivo, mas MP 694 preocupa - 13/01/2016
O diretor de Tecnologia da Abinee, Jorge Salomão, afirma que o Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), sancionado na segunda-feira (11), pode criar um ambiente estável e previsível para investimentos. "É uma ação necessária e desejável para o ambiente de pesquisa e desenvolvimento”, comenta. Segundo ele, os investimentos nestas áreas são mais eficientes, quanto mais estável e previsível é o ambiente jurídico aplicável.

Por outro lado, Salomão diz esperar que prevaleça o espírito do Marco Legal na apreciação da MP 694, que prevê a revogação de incentivos fiscais, previstos na Lei do Bem, para as empresas que investem em inovação tecnológica. Segundo ele, a medida, que tramita no Congresso, não parece ir no mesmo sentido do Marco Legal. "É um exemplo claro da incerteza jurídica ao ambiente de incentivos ao desenvolvimento tecnológico”, diz.

Marco Legal de CT&I

Trata-se de uma legislação que regula a relação entre entes públicos e privados, com transparência e segurança jurídica, além de reduzir a burocracia e dar mais celeridade ao processo. O novo marco é resultado de cooperação entre comunidade científica, governo e setor empresarial..

Decreto prorroga margens de preferência para contratações públicas - 13/01/2016
O Decreto 8.626/2015 prorroga até 31 de dezembro de 2016 o prazo de vigência de diversas margens de preferência aplicáveis às contratações públicas para uma série de produtos, dentre eles Equipamentos de TI e Comunicação Decretos 7.903/13, 8.184/14 e 8.194/14

Para Abinee, fim do Programa de Inclusão Digital é um retrocesso - 07/01/2016
A Abinee espera uma queda de 18% nas vendas de computadores, tablets e celulares em função da Lei 13241/2015, publicada no dia 31 de dezembro. Originada na MP 690, a medida trata do fim do benefício do PIS/Cofins na venda a varejo dos produtos de TIC, vinculados ao Programa de Inclusão Digital estabelecido na Lei do Bem.

Para o presidente da Abinee, Humberto Barbato, a decisão poderá refletir na exclusão do acesso à tecnologia, prejudicando, principalmente, a população de baixa renda. “O fim do Programa de Inclusão Digital é um retrocesso para o país”, afirma.

Barbato destaca que a Abinee foi surpreendida com o veto à retomada escalonada do benefício, consensada a partir de acordo estabelecido pela entidade junto ao líder do governo no Congresso, senador José Pimentel, e ao relator da MP 690, senador Humberto Costa. Conforme havia sido acertado e aprovado na Câmara e no Senado, o PIS/Cofins seria cobrado de forma integral (9,25%) em 2016, já em 2017 e 2018 seria aplicada 50% da alíquota; e em 2019 a isenção do Programa de Inclusão Digital retornaria.

"Forma estranha de tratar os temas no legislativo, discute-se à exaustão e depois veta-se? No mínimo, as lideranças do governo Congresso ficam em uma posição desconfortável", diz o presidente da Abinee. Agora a atenção da entidade se volta para as discussões no Congresso Nacional no sentido de que sejam derrubados os vetos, reestabelecendo o acordo firmado pelos parlamentares.

Segundo Barbato, o aumento do tributo e a consequente queda de produção influirá decisivamente em cerca de 4 mil demissões diretas nas indústrias do setor.

Ele ressalta que a arrecadação pelo governo deverá ser menor do que a prevista com a medida, considerando a retração nas vendas no varejo e em função da queda no recolhimento de outros tributos incidentes na cadeia produtiva (como o IPI). “A medida acarretará também na queda dos recursos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), uma vez que o cálculo do investimento corresponde a um percentual do faturamento dos produtos afetados”, afirma.

Produção do setor eletroeletrônico recua 24% em novembro - 07/01/2016
A produção do setor eletroeletrônico apontou retração de 24,5% em novembro de 2015 na comparação com o mesmo mês de 2014. É o que apontam os dados divulgados nesta quinta-feira (7) pelo IBGE e agregados pela Abinee.

A queda registrada resultou da redução de 34,2% da indústria eletrônica e do recuo de 15,2% na atividade da indústria elétrica. Na comparação com outubro de 2015, a produção do setor eletroeletrônico apresentou decréscimo de 7,4%.

No acumulado de janeiro a novembro de 2015 comparado com igual período de 2014, a produção da indústria eletroeletrônica sofreu queda de 20,6%, sendo: redução de 29,7% nas atividades da indústria eletrônica; e retração de 11,4% na indústria elétrica.

Segundo projeção da Abinee, a produção do setor deve fechar o ano de 2015 com retração de 20% no ano de 2015 na comparação com 2014. “O desempenho da produção do setor eletroeletrônico no decorrer do ano passado foi pior do que o apresentado pela indústria de transformação e também pela indústria em geral”, afirma o presidente executivo da Abinee, Humberto Barbato.

Política de Repressão a Roubo de Cargas é marco para o País, diz Abinee - 06/01/2016
Um dos setores mais afetados por roubos de cargas, a indústria elétrica e eletrônica espera que a Política Nacional de Repressão ao Furto e Roubo de Veículos e Cargas, instituída pelo Decreto 8.614, publicado no dia 23 de dezembro, represente um novo marco neste tema que causa grandes preocupações e inúmeros custos para as empresas.

A medida regulamenta a Lei Complementar nº 121, de 9 de fevereiro de 2006, visando disciplinar a implantação do Sistema Nacional de Prevenção, Fiscalização e Repressão ao Furto e Roubo de Veículos e Cargas.

A Abinee, por meio do seu Grupo de Trabalho de Prevenção ao Roubo de Cargas, participou das discussões na Comissão de Viação e Transporte da Câmara dos Deputados - presidida pela deputada Clarissa Garotinho, bem como em encontros com representantes do Ministério da Justiça e da Casa Civil, apresentando diversas sugestões que foram contempladas na nova política.

Segundo o diretor do GT da entidade, Fábio Barbosa, hoje o Brasil é um dos três paises (além de México e África do Sul) que mais sofrem com o roubo de carga no mundo. “Por conta disso, os custos de segurança preventiva crescem na faixa de 25% ao ano”, diz.

Barbosa afirma que com a nova política, os trabalhos de combate ao roubo de carga passam a ter acesso ao compartilhamento de dados e informações das áreas de inteligência, como também o envolvimento e suporte de diversos outros orgãos e entidades federais, estaduais e municipais. Serão realizados também investimentos na aplicação de novas tecnologias que contribuam no controle de fluxo dos produtos na cadeia inteira de Supply Chain incluindo disposição final. “A política é um verdadeiro marco para o Brasil”, resume.

O objetivo é estabelecer planos, programas e estratégias de ações voltados para a repressão a furto e roubo de veículos e cargas em todo o País; promover a capacitação e articular a atuação dos órgãos e das entidades federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal com competências pertinentes ao objeto da Lei Complementar nº 121, de 2006; promover a integração e incentivar as ações de prevenção, de fiscalização e de repressão dos crimes de furto e roubo de veículos e cargas pelos órgãos de segurança e fazendários da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

A lei prevê incentivo à formação e ao aperfeiçoamento do pessoal civil e militar empregado na área de trânsito e segurança pública, nos âmbitos federal, estadual, distrital e municipal, no tocante à prevenção, à fiscalização e à repressão aos crimes de furto e roubo de veículos e cargas. O texto também propõe alterações, na legislação penal e de trânsito, com vistas à redução dos índices de furto e roubo de veículos e cargas; promover a implantação, a integração, a modernização e a adequação tecnológica dos sistemas de monitoramento veicular dos equipamentos e dos procedimentos empregados, com vistas à unificação de dados de interesse nas atividades de prevenção, de fiscalização e de repressão ao furto e roubo de veículos e carga.

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