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Desde a noite de ontem (5), o mundo ficou mais pobre! Mais pobre em inteligência, mais pobre em empreendedorismo, mais pobre em criatividade, mais pobre em inovação. Perdemos Steve Jobs!
É incrível a sensação de perda que senti. Aliás, percebi esse sentimento em muitas pessoas que me rodeiam, como se fora o falecimento de um amigo, de alguém próximo por quem nutríamos muita admiração, respeito e simpatia.
Steve Jobs se foi, mas a sua marca e a sua determinação em transformar a vida das pessoas através do mundo eletrônico ficaram nos iPods, iPhones, iPads, nos Macs. Sua vida está não somente nos produtos de sua empresa, mas em toda a moderníssima indústria eletrônica.
Nestes tempos da era eletrônica, não é exagero dizer: Steve Jobs faz parte de nossas vidas.
O legado de Steve Jobs é um orgulho à humanidade e ao povo americano, rico não somente no seu PIB, mas em valores como iniciativa privada, meritocracia e empreendedorismo, que levam o homem a crescer e progredir. Que seu exemplo seja seguido, e que nosso país crie condições para o surgimento de talentos como ele por aqui.
(*) Humberto Barbato, presidente da ABINEE
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