Abinee realiza encontro com associados - 10/12/2018

10/12/2018

Durante o evento foram tratados assuntos como a Lei de Informática e o programa GREEN Eletron

Abinee realiza encontro com associados

“Mesmo com os problemas que assolam o país, por três anos consecutivos mantivemos o número de associados, o que mostra a confiança do empresariado na instituição”, afirmou Alexandre Magno, diretor regional Minas Gerais da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE), durante o encontro de prestação de contas da entidade. “Este fato, por si só, comprova a importância e a confiança que o empresariado mineiro deposita em nós”, ressaltou Magno.

Durante o evento, que foi realizado no dia 10/12 na sede da FIEMG, Magno destacou as ações da ABINEE, dando como exemplo, o trabalho realizado junto à Organização Mundial do Comércio (OMC). “Em 2017, a OMC condenou a nossa política industrial, atingindo a Lei de Informática”, comentou, esclarecendo que as negociações junto à OMC estão em fase final. “Acreditamos que nossas propostas de ajustes serão aceitas sem prejuízo considerável para a indústria”, ressaltou.

Outro ponto abordado pelo diretor regional foi a consolidação da entidade GREEN Eletron, que tem um programa de logística reversa de produtos de informática e de baterias e pilhas. “Essa ação irá, com certeza, elevar o Brasil ao nível de países mais desenvolvidos em termos de reciclagem desses produtos”, afirma. A GREEN Eletron tem 34 pontos de entrega em sete cidades de São Paulo. “Em 2018, foram recolhidos 105 toneladas de eletrônicos, em pontos fixos e em escolas”, conta Humberto Barbato, presidente executivo da ABINEE, esclarecendo que em todo o país, são mais de 1.500 postos de recolhimentos de pilhas. “Até outubro foram recolhidos 1,4 mil toneladas do produto”, pontuou. Ao todo, 44 dos maiores fabricantes de pilhas, baterias e eletroeletrônicos aderiram ao programa.

Segundo Barbato, depois da China, o Brasil é o segundo país em número de fábricas de eletroeletrônicos, apesar das dificuldades enfrentadas pelo setor. Para ele, a Lei de Informática faz com as empresas invistam mais em P&D, o que leva ao crescimento da área. “Por lei, 4% do valor arrecadado pelas empresas devem ser investidos em pesquisas e desenvolvimento e isso faz com que institutos sejam criados”, comentou ele contanto que, além de conhecimento, a Lei de Informática impulsiona a criação de postos de trabalho. “São mais de 300 mil empregos gerados, direto e indiretamente”, disse o presidente executivo da ABINEE.

Outro ponto destacado durante o encontro foi o convênio ABINEE-APEX que conta com 83 empresas, sendo 13 de Minas Gerais, que abrangem áreas de automação industrial, componentes elétricos e eletrônicos, telecomunicações, material de instalação elétrica, equipamento industrial, segurança eletrônica e GTD. “Já realizamos diversas missões, entre elas, para Estados Unidos, México, Alemanha, Colômbia, Equador, Peru, África do Sul e Moçambique”, ressaltou Barbato. Finalizando o balanço, Humberto Barbato lembrou que nunca o índice de confiança do empresariado foi tão elevado. Em pesquisa feita pela entidade, 82 dos empresários entrevistados acreditam no crescimento do setor. “Temos muito investimento represado, aguardando um ambiente mais favorável para que seja aplicado”, pontuou.


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