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“Apesar dos avanços, ainda trabalhamos para conseguir melhor participação dos nossos sistemas nos diversos segmentos de Petróleo e Gás, com a quebra dos pacotes fechados”. A afirmação foi feita pelo presidente da ABINEE, Humberto Barbato, durante o almoço de final de ano da Diretoria Regional do Rio de Janeiro/Espírito Santo, realizado na sexta-feira (2).
Na ocasião, ele destacou que o trabalho da entidade com o objetivo de estimular a agregação de valor local tem sido intensa. Segundo Barbato, desde a criação do PROMINP, em 2003, a ABINEE tem participado ativamente como agente facilitador dos objetivos das suas associadas, para incentivar o fornecimento doméstico de bens do setor eletroeletrônico à cadeia de Petróleo e Gás. “Nestes 8 anos conseguimos importantes avanços, como por exemplo: elevamos para cerca de 150 associadas da ABINEE no portfólio de fornecedores, com fortes possibilidades de ampliarmos para pelo menos trezentas empresas nos próximos anos”, disse.
O presidente da entidade salientou, também, a articulação com outras associações de classe e com os diversos níveis da Petrobrás, além de gestões junto ao Ministério de Minas e Energia, que coordena o PROMINP, e instituições, como a ANP. “Temos promovido negociações para alterar as planilhas das rodadas de licitação quanto aos percentuais de conteúdo local e sua medição segmentada, bem como para a busca da simplificação do processo de certificação”.
Entretanto, Barbato observou que, enquanto nas áreas de Gás, Exploração e Produção, o setor eletroeletrônico tem encontrado maior abertura ao diálogo com possibilidade de agregação de 60% de conteúdo local para as nossas áreas de Automação, Sistemas Elétricos, Instrumentação, Medição Fiscal e Telecomunicação, nos segmentos de Transporte Marítimo e Abastecimento ainda há resistência para quebra dos pacotes.
Durante o evento, o presidente da ABINEE apresentou, ainda, um balanço sobre o comportamento da indústria eletroeletrônica em 2011 e falou sobre as expectativas para 2012.
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