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dezembro 2017 |

Revista Abinee

nº 92 | 17

crédito, o desemprego elevado, o nível de

endividamento das famílias e o pessimismo

com relação à situação política do País não

motivaram as construtoras a realizarem

novos lançamentos e o volume de inves-

timentos nessa área

continua muito fra-

co”, explica o diretor

da Abinee,

Antonio

Eduardo de Souza

.

E esse cenário não

deve se alterar tão

cedo, apesar da me-

lhoria das bases ma-

croeconômicas. “As in-

definições políticas e a

falta de clareza com as

eleições do próximo ano acarretam incer-

tezas jurídicas, o que dificulta a entrada de

novos investimentos na área de construção

civil”.

Por outro lado, ele salienta que o seg-

mento de reformas e obras de pequeno

porte, apesar de não ter alavancado as

vendas ao longo do ano, parece inverter a

inflexão da curva, com um pouco mais de

otimismo diante da queda dos juros e do

maior acesso ao crédito. “Aquelas reformas

urgentes parecem que começarão a sair do

projeto”, completa.

Embora com movimentos distintos e

características específicas de cada área,

de forma geral, a expectativa do setor ele-

troeletrônico é uma só: de que 2017 seja o

início de um novo ciclo de crescimento.

BALANÇA COMERCIAL

exportações

importações

US$ Bilhões

João Carlos Redondo - diretor

da área de sustentabilidade

Desafio é a palavra

de 2017 para a área de

Sustentabilidade. O ano

foi marcado pelo intenso

trabalho do setor, a fim

de evoluir com os termos

do Acordo Setorial para

Logística Reversa de Ele-

troeletrônicos. No setor

de pilhas e baterias, for-

malizamos um Termo de Compromisso

para Logística Reversa nos Estados do

Paraná e de Pernambuco.

Além da consolidação da Gestora

Green Eletron, obtivemos avanços no Es-

tado de São Paulo, com a assinatura do

Termo de Compromisso com a Secretaria

de Meio Ambiente do Estado e a CETESB,

em sinergia com a Fecomercio. No cená-

rio nacional, retomamos o diálogo com os

órgãos de governo e há grande expecta-

tiva de que em 2018 possamos celebrar o

Acordo Setorial Federal, atendendo aos

interesses dos diversos atores da cadeia

de logística reversa.

Outro desafio de 2017 foi o de buscar

a harmonia entre os termos da Política

Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e

os diversos dispositivos legais que estão

surgindo nos Estados da Federação, de

forma a simplificar, otimizar processos e

custos, trazendo maior segurança jurídi-

ca para o processo de gestão da logística

reversa de eletroeletrônicos.

balanço

100%

83

82

69

71

77

80%

40%

dez/13 dez/14 dez/15 dez/16 dez/17*

*projeção

UTILIZAÇÃO DA CAPACIDADE PRODUTIVA (%)

considerando capacidade total (100%)

60%