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Revista Abinee

nº 90 | maio 2017

Fórum Permanente da Micro e Pequenas

O

diretor regional da

Abinee

em

Minas Gerais, Alexandre Freitas,

participou da 25ª Reunião Plená-

ria do Fórum Permanente das Mi-

croempresas e EPP’s, realizada no Palá-

cio do Planalto, em Brasília, e que contou

com a presença de várias autoridades de

diversos setores, entre eles órgãos go-

vernamentais, SEBRAE, CNI, Federações,

Associações e Entidades diversas.

O objetivo do fórum é buscar maneiras

de fomentar e viabilizar as microempre-

sas e EPP’s, disponibilizando acesso a in-

formações, tecnologia, capital, pesquisa,

inovação e mercados interno e externo.

Além disso, trabalha pela desburocratiza-

ção e racionalização legal deste segmen-

to que congrega cerca de 19,8 milhões

de empresas, entre as 21,2 milhões de

empresas ativas no País.

Ainda dentro do Fórum, foram

reimplantados cinco Comitês Temáticos:

• CT Racionalização Legal e Burocracia

• CT Acesso ao Mercado

• CT Tecnologia e Inovação

• CT Investimento, Financiamento e

Crédito

• CT Formação e Capacitação Em-

preendedora

Minas Gerais

regionais

Abinee NE realiza Fórum

de Assuntos Trabalhistas

Nordeste

A

Abinee

-NE e o Sinaees-SP, em conjunto com a Associa-

ção Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos

(Abimaq), realizaram em abril o Fórum de Assuntos Tra-

balhistas, no auditório do Marante Plaza Hotel, em Recife

(PE). O evento contou com a presença de cerca de 60 partici-

pantes, que tiveram a oportunidade de assistir à palestra do vi-

ce-presidente do Sinaees-SP, André Luis Saraiva, sobre o tema

“CCT - Convenção Coletiva do Trabalho - Caminhos para o Cres-

cimento”, e da consultora jurídica da Abimaq, Camila Toledo, que

tratou do Projeto de Lei nº 6787/2016 – minirreforma trabalhista.

O objetivo foi debater a complexidade da legislação traba-

lhista e os fatores que inibem o surgimento de novos empreen-

dimentos e a ampliação dos negócios existentes. Também foi

discutida a Negociação Coletiva do Trabalho como ferramenta

de superação de conflitos políticos e sociais, incentivando o

diálogo contínuo e possibilitando que as próprias categorias

econômicas e profissionais decidam a respeito das regras vi-

gentes.